No dia seguinte, segunda feira, acordei com ela aninhada no meu peito, mas estava de banho tomado e com uma camisola, eu percebi ela acordar no meio da noite, mas não consegui me mover, levantamos quando o menino chamou do outro quarto, ficamos trocando olhar e rindo com certeza lembrando da noite anterior, o hotel estava mais vazio, mas tinham pessoas indo embora e chegando, sentamos na mesa e ficamos olhando as pessoas enquanto comíamos, ela sorriu limpando uma geleia do meu lábio.
- Ontem eu que estava me limpando. - me deu um beijo com cara de safada, e o menino fez Eca e nós rimos. A mão dela alisou minha coxa em baixo da mesa ,eu segurei a mão dela rindo. - Ah, para quem queria me fazer andar daquele jeito pelo hotel, está mito comportado. - E riu me dando outro beijo com o novo protesto do menino.
Terminamos o café e demos uma caminhada pelo resort, o menino viu as crianças em uma atividade na piscina coberta com os instrutores e fixou apontando e pedindo para brincar, levamos ele e resolvemos aproveitar e acompanhar as pessoas que iam fazer uma trilha que todos comentavam que a vista era linda sobre o morro ao lado do resort, fomos para o quarto, colocamos tênis, ela a sainha jeans e uma camisetinha de alça branca com o biquini por baixo, pois tinha uma cachoeira no caminho, e eu de bermuda e camiseta com a sunga por baixo.
Chegamos na recepção estavam 3 casais, três adolescentes dois meninos e uma menina cada um de um casal e ninguém se conhecia, os três com a famosa cara de tédio da geração celular, o trilheiro que ia levar a gente na trilha chegou e se apresentou, fez todos se apresentarem para desespero dos adolescentes, chegou mais dois caras que as esposas não quiseram ir e isso fechou o grupo. O instrutor fez umas brincadeira para enturmar as pessoas e os adolescentes o máximo que conseguiu foi que os três andassem juntos e não com os pais, mas eles não interagiam, estavam no celular. Um dos casais ficava falando o tempo todo e iam perto do trilheiro, depois vinha os outros dois casais, os adolescentes, nós e atras os dois caras que iam bebendo e fazendo piada com tudo, e a cada dez piadas, uma tirava sorrisos das mulheres ou dos adolescentes e eles se animavam para continuar.
A primeira parte era de um monte de degraus irregulares, que terminava no meio do morro, onde tinha a cachoeira, os caras da cerveja, chegamos na cachoeira e o trilheiro contou uma historia qualquer sobre as mais belas índias da região tomavam banho ali, e estavam todas as mulheres de biquini na agua, para o banho de beleza das índias, os dois cara se cutucavam e olhavam para a inquilina e para a esposa de um dos caras que era uma loira bem bonita, e ficavam fazendo suas piadas e tomando sua cerveja, a inquilina estava no meu colo na agua praticamente com a bunda aberta transando as pernas pela minha cintura ela colocou a boca no meu ouvido
- Acho que ganhei um fã - ela tirou o rosto da minha frente e um dos adolescentes estava sentado numa pedra, bem de frente para nós levantando e abaixando o celular - Quase um paparazi - e me beijou. Fui com a boca até seu ouvido vendo o movimento do adolescente.
- Acho que três fans e se continuar rebolando feliz com isso, vai cativar a todos - ela me deu um tapa rindo - to mentindo que tá gostando - ela balançou a cabeça confirmando o que falei e deu um risinho no meu ouvido continuando a rebolar de leve. Soltei ela na agua e ela saiu me batendo e rindo antes de me beijar de novo, ela se secou e se vestiu eu abracei ela e enrolei a parte de tras do seu biquini transformando sua calcinha num fui dental bem
O trilheiro perguntou se todos iriam para segunda etapa, subir o resto do morro e ter uma vista de cima do resort e das praias aos dois lados do morro, um casal os pais da adolescente, disseram que esperariam na cachoeira, mas ele explicou como descia caso resolvessem voltar. A adolescente disse que iria subir, e fomos subindo dessa vez tinha partes que precisavam se ajudar para subir, mas nada de mais alem do suficiente para quem estivesse atras ver ângulos mais indiscretos de quem estava na frente, e a inquilina com a calcinha o do biquini enrolada virou o centro das atenções por coincidência dos dois beberrões e os adolescentes, que sempre se propunham a ajudar as mulheres a escalarem as pedras ou pequenos morros. A inquilina se divertia com aquilo, mas fingia não saber porque ganhava mais mãos e atenção. A adolescente percebeu e chamou ela de canto quando chegamos em um mirante, para falar e a inquilina para disfarçar acabou com a graça dos 4 que devem ter visto sua buceta e até seu cu, durante a subida até ali. Ela começou a andar com a adolescente, e eu fui na frente delas, fingindo não ouvir uma conversa que rapidamente foi de sobre o resort e família para falar dos meninos e homens do resort e a adolescente foi se soltando.
Chegamos no topo realmente a vista era bonita, no horizonte a imensidão do mar, de um lado a praia do resort e a vista por cima das piscinas e das construções que compunham o resort, e do outro lado uma vila com vários barcos de pescador, casas e barcos simples e coloridos, a inquilina segura meu braço e ficamos todos olhando um tempo, e depois das fotos o trilheiro explicou um caminho de volta por uma trilha direta que não precisava ser a mesma, mas que não tinha pontos de ver praia era mais pelo meio do mato, ou a mesma que era mais rápida, que ele faria a volta por essa outra trilha, os casais e os adolescentes disseram que.o seguiriam pelo caminho mais facil. Eu perguntei se dava para descer para a vila de pescadores, ele disse que sim e mostrou o caminho e que depois poderíamos voltar de van que o hotel tinham uma e passou o numero para avisarmos, todos saíram, os dois que bebiam pelo caminho anterior o resto do pessoal pelo caminho com o trilheiro e eu e a inquilina seguimos sentindo Vila de pescadores.
Quando andamos uns 200 m, sai um pouco da trilha, estávamos dentro da mata, encostei ela numa arvore e comecei a beijar ela, ela correspondeu com vontade, jeu esfreguei meu pau na bermuda contra ela, pretendo ela na arvore e fazendo seus peitos se apertarem com contra o meu.
- Gostou de se exibir para eles foi, você não tem vergonha, ainda bem que aquela menina salvou sua dignidade - ela riu tirando a calcinha do biquini sozinha enquanto me beijava.
- Primeiro foi você que enrolou meu biquini daquela forma, seu safado, e segundo que mais 10 minutos andando comigo ela ia enrolar o dela também - soltou uma gargalhada, e terminou de tirar a calcinha do biquini e jogou no chão ao lado de onde estávamos, eu tirei meu pau para fora e ela envolveu os braços pelo meu pescoço e montou em mim, eu pressionei ela contra a arvore e comecei a meter nela, ela gemia baixinho com a cabeça baixa, e a boca no meu ombro, eu prensava ela contra a arvore, coloquei ela no chão e ela se agachou com as pernas abertas e os pés juntos e começou a me chupar, colocou ele todo na boca, e depois começou a chupar mais dedicada a cabeça, ela acelerou um pouco a chupada, batendo o pau contra a garganta, eu segurava em seu cabelo e fazia os movimentos serem mais firmes, me olhou sorrindo - Quero mais dentro, amor - ela apoiou as mão s na arvore ficando de quatro para mim, eu segurei em sua cintura e comecei a meter, ela gemia baixo colocando a boca no braço que estava esticado apoiado na arvore, ouvimos um barulho, tipo passos, onde era a trilha, ela ficou mais rigida e mais apertada, eu só diminui os movimentos sem parar completamente.
- Será que seus observares vieram ver seu show? - ela sorriu me olhando, e começou a rebolar bem devagar sem fazer barulho - Com certeza eles perceberam que ia acontecer algo, e que não foi sem querer seu biquini enrolado - a buceta dela me apertava mais cada vez que eu falava - você que provocou eles. E se eles aparecerem? Vai pedir desculpa? - ela sorria com cara de safada apertando a boca contra o braço para não gemer alto, e rebolava devagar os passos que tinham parado voltaram, ela riu abaixando a cabeça e arrebitando mais a bunda - agora quer que eles te peguem assim, de quatro novato, como uma vadia qualquer, que vergonha. - ela olhou por cima do ombro com um sorriso de safada e moveu os lábios sustando com todo o carinho “ vai se fuder “ eu dei uma estocada mais forte, ela sorriu e rebolou em resposta eu comecei a estocar um pouco mais rápido e forte, os passos se distanciaram e sumiram, e eu eu dei um tapa na sua bunda, ela soltou um gemido o que fez som de pássaros aumentarem no meio da mata e se misturarem com seus gemidos gozando apertando as mãos contra a arvore com mais força, eu mantive as estocadas fortes, só acelerei e antes dela conseguir falar algo eu gozei dentro dela. Ela me olhou balançando a cabeça.
- Ia falar para você gozar fora - apontou para a calcinha do biquini com formigas, eu abracei ela, e demos um beijo rápido, eu bati a calcinha do seu biquini na arvore, mas não adiantou, ela se agachou e fez força para expelir o máximo de porra que tinha dentro dela, ajustou a saia, e me olhou rindo - eu não vou colocar isso, coloquei a calcinha do biquini dela no bolso da bermuda e começamos andar sentido pela trilha mais fácil, sentido ao resort, no meio do caminho ouvimos passos vindos de trás, os dois beberrões e o adolescente nos alcançaram, eles estavam sujos de barro.
- Ué, vocês não estavam indo para a vila? - eu sorri olhando eles sujos.
- Sim, mas estava sem minha carteira a ideia era ver a vila e beber uma cerveja ou algo assim, então voltamos - a inquilina andava meio dura, mas mesmo assim tinha evidencias em suas coxas e eles olharam mas não falaram nada - e o que houve não iam pelo caminho difícil? - Eles riram os três juntos.
- Claro que nos erramos o caminho e tivemos que sentar no chão para descer um barranco, e acabamos desistindo. - eu ri, - mas no fim foi bom desistira a vista parecia melhor na segunda vez. - eu sorri para ele, continuamos andando até sair na lateral do resort e eu dava uma puxadas na saia da inquilina o que permitia que eles andando atras vissem a mancha de gozo e o vermelho entre suas pernas, alem de ficar claro que ela não vestia nada, quando chegamos no quanto ela estava vermelha mas sorridente. Eu deixei ela no quarto e levantei sua saia e dei um tapa na sua bunda.
- Nossa, eles ficaram olhando o tempo todo, e estava escorrendo um pouco ainda, que vergonha, preciso de um banho e me vestir direito - eu sai para pegar o menino para almoçarmos. Parei na porta rindo.
- Você sabe que eu poderia ter te dado minha sunga para você não voltar assim né, porque eu ainda estaria de bermuda - ela fez uma cara e arremessou um travesseiro em mim. Eu sai rindo ouvindo ela me xingar e dizer que me amava.