Meu nome é Rafaela, nome fictício, por que Rafaela ? Não sei. Resolvi escrever por incentivo do meu marido Paulo, ele fala que as pessoas precisam saber da minha versão dos fatos, de como chegamos até aqui e onde isso nos levará .
Sou de uma cidade pequena do interior de SP, na minha infância e início da adolescência eu era uma menina acima do peso . Quando cheguei por volta dos meus 12 anos decidi fazer uma dieta por conta própria e exercícios indo quase todos os dias na academia modesta da minha cidade natal, também corria e fazia natação. Minha mudança de hábitos deu tanto resultado que os meninos começaram a se aproximar de mim e arrumei meu primeiro namoradinho, isso com 13 anos. Sempre me considerei uma mulher bonita de rosto, nós mulheres percebemos isso e com meu corpo em forma. os meninos começaram a se aproximar mais, sempre me tiravam pra dançar nas festinhas e no colégio eu sempre era paquerada pelos meninos mais bonitos e alguns nem tanto. Cresci, tive alguns namorados, me mudei para a cidade grande, me tornei professora e me casei com Paulo, eu não era virgem mais eu tinha tido apenas um homem na minha vida antes dele. Paulo é um homem maravilhoso, o amor da minha vida, nos conhecemos na faculdade, é protetor, me trata como uma princesa. No início tinha ciúmes de tudo e de todos inclusive das minhas roupas que não eram provocantes mas para a cabeça dele sim e com o tempo esse ciúme foi diminuindo começando até a me incentivar usar roupas mais curtas e sexy que eu detestava, uma mudança de comportamento que na época não entendi bem mas que hoje entendo perfeitamente o motivo. Nosso sexo era maravilhoso pelo menos para mim, muitos papais e mamães que eu adorava e ainda adoro, eu chupava seu pênis de vez enquando mesmo eu não gostando, forçava sexo anal comigo falando que minha bunda era muito bonita e redondinha que isso o deixava maluco, que uma mulher com uma bunda igual a minha todo homem iria querer, mas eu desconversava e dizia que ele era meu único homem e que sexo anal estava fora dos meus planos, um pouco por crença religiosa e outro motivo porque deveria doer e até machucar. No início do casamento fazíamos amor uma vez por semana e com o passar do tempo como acontece com todo casal, penso eu, nosso “fogo” foi diminuindo mas meu amor por Paulo se mantinha inabalável e aumentava mais. Hoje tenho 33 anos, sou loira com o cabelo quase até a cintura, branca, tenho 55 kg, nado, malho todos os dias, coloquei silicone e fiz lipo aspiração, gasto horrores com cremes e fórmulas milagrosas. Minhas fotos estão nos contos que meu marido escreve para quem quiser dar uma olhadinha. Paulo trabalha numa grande empresa na área contábil e eu sou professora de matemática em duas escolas particulares e nossas rotinas eram e são puxadas chegando ao ponto da gente se encontrar somente duas vezes por semana na parte da manhã, geralmente eu ou Paulo chega em casa tarde da noite e um já esta dormindo. Vamos ao que interessa para essa história não ficar muito grande , de uns tempos para cá, Paulo ao chegar em casa, conversava pouco comigo e ia direto para nosso quartinho da bagunça onde ficava nosso escritório, passava ali horas e horas mexendo em seu computador, eu o chamava para deitar mas dizia que tinha muito trabalho para terminar e eu não poderia criticá-lo porque eu sempre trazia provas para serem corrigidas e também ficava até tarde da noite. Numa noite eu acordei com sede e raramente acordo de madrugada, fui indo em direção à cozinha e ao passar pelo quartinho vi que Paulo olhava o computador e com uma mão apertava seu pênis, pau, pinto ou sei lá como devo chamar aqui, não chegando a se masturbar, mas era visível sua excitação com o que via. Fiquei alguns minutos observando , voltei pra cama furiosa e curiosa , meu marido deixava de se deitar comigo para ficar assistido pornografia, então dormi pois estava exausta. No dia seguinte acordei tarde já que era minha folga no colégio, Paulo já tinha saído pra trabalhar, desci, tomei um café e comecei a vasculhas sites de notícias e fofoca pelo meu celular, quando me lembrei na noite anterior quando vi Paulo mexendo no PC apertando seu pênis por cima do pijama. Eu nunca fui de vasculhar nada do Paulo, nunca me deu motivos e eu achava isso uma invasão de privacidade, mas a minha curiosidade feminina e de esposa foi mais forte, então subi, liguei o PC, coloquei a senha que ele tinha me passado para acessar nossa conta bancária pelo pc . Vasculhei pastas, arquivos e nada e já estava achando que tudo era invenção da minha cabeça quando resolvo pesquisar no histórico de navegação. Havia sites comuns, mas tinha um termo que eu estranhei, “cuckold porn”. Porn em inglês eu sabia que vinha de pornô já “cuckold” eu realmente nunca tinha ouvido falar. Pesquisei na internet e vi que significava “corno”, pensei: “será que Paulo acha que eu estou o traindo?”, mas eu nunca faria isso com ele, nunca demostrei nada para ele, então abri um site. Apertei num link no histórico , demorou um pouco pra carregar, uma mulher loira bem bonita conversava com o marido em inglês, depois aparecia um outro cara, negro, bem alto e forte, então o cara colocou seu pênis pra fora, minha nossa, era descomunal, eu nem sabia que existia algo assim, então a mulher começa a chupa o pênis do ator negro enquanto o marido assiste e se masturba, a mulher nem consegui por tudo em sua boca e ela tinha que pegar o pênis do amante com as duas mãos. O marido era humilhado pela esposa e ele tinha muito tesão nisso, o negro mandava a mulher chupar com vontade, mandava chupar as bolas e mandava o marido observar bem sua mulher puta mamando a rola do negão, que palavreado horrível, a mulher se engasgava chegando quase a vomitar com o tamanho e grossura do pênis . Percebi que minha calcinha começou a ficar molhada, achei que fosse apenas o calor, no final o ator negro gozou na boca da esposa do rapaz, que nojo, parecia um mingau cremoso e espesso e a mulher parecia gostar e o marido com uma cara de felicidade como se fosse ele que tivesse transado com a esposa . Teclei em outro link e mais filmes pornos cuckold, tinha um que a esposa transava com 3 caras enquanto o marido tirava fotos pelo seu telefone, por fim os todos gozaram em seu rosto, eu senti nojo mas ao mesmo tempo curiosidade, eu nunca tinha chupado até o fim, nunca nenhum homem tinha gozado em minha boca. Desliguei o Pc, deixei tudo como estava para Paulo não saber que eu estive ali, fiquei pensando, será que meu marido tinha tara por esse tipo da fantasia ? Mas nós nunca falamos sobre isso, como que ele chegou a esse tipo pornografia ? Isso é muito pesado Fui para o quarto , deitei na cama, peguei meu celular e coloquei significado de cuckold , “fetiche sexual que envolve o prazer de ver o parceiro se relacionando sexualmente com outra pessoa, desde que haja consentimento entre todos os envolvidos”. Consentimento ? Mas como um marido iria aceitar uma coisa assim?
Li muitas coisas sobre o assunto, relatos, artigos de psicólogas, dizendo que estudos sobre a prática estão mais ligados ao BDSM, uma vez que o cuckold é uma derivação de uma relação de submissão e poder. Até que abri um pequeno vídeo pelo celular, do estilo cuckold, comecei a passar os dedos pelo meu clítoris revezando entre meus seios, eu estava com um tesão que não sentia a muito tempo, ou melhor, que nunca tinha sentido, por fim o cara gozou no rosto da mulher sendo que dessa vez o marido beijou seu rosto melecado de sêmen do amante, dessa vez eu não senti nojo então fechei os olhos e gozei como nunca.
Paulo chegou em casa bem tarde, eu o aguardava na cama assistindo TV, trocamos meia dúzia de palavra e ele falou que faria um trabalho no escritório.
-Você vai se masturbar assistindo filmes de cornos ou melhor “cuckold”? só peço que tome um banho ao terminar.. ( eu disse sem olhar para o rosto dele).
Ele deu meia volta, senti ele chegando mais perto de mim, - O que você disse, não entendi direito ? (ele falou baixo quase imperceptível).
- Isso mesmo que você ouviu, ontem a noite eu acordei e você estava se masturbando olhando o pc, hoje de manhã vasculhei seu PC, e não me venha com esse papo de privacidade, e achei aqueles sites nojentos que você assisti, que espécie de marido tem esse desejo por sua mulher, me fala Paulo ? ( eu disse já com vontade de chorar ).
Ele sentou na beira da cama, parecia escolher as palavras certas para serem usadas.
- Não vou negar, mas antes de continuar, quero que saiba que te amo, que nunca te trai, mas eu não sei explicar, você é linda, maravilhosa, tem um charme incrível, não usa roupas provocantes mas os homens sempre estão olhando pra você, até na escola você me falou que foi eleita pelos alunos a mais bonita do colégio, na verdade depois, eu soube através de um pai de um aluno que não sabia que você era minha esposa, que a professora Rafaela tinha sido eleita pelos meninos como a mais gostosa da escola.
Eu dei uma risada sarcástica não acreditando no que estava ouvindo.
Ele deu uma pausa, ficou em silêncio.
- Eu sabia dessa eleição boba de meninos adolescentes com seus hormônios aflorados, e daí Paulo, não te contei porque achei que não era importante, me diga, como você chegou a isso, essa fantasia?.
- Não sei, numa noite, estava vendo sites pornôs, e me deparei com esse tipo de conteúdo, já tinha lido em alguns sites de contos eróticos alguns relatos de maridos e esposas, sei que muitos são mentiras, mas é real, acontece, e isso me dá tesão.
- E você fica vendo aquelas mulheres bonitas transando com homens, isso é quase uma traição sabia ? ( eu disse cruzando os braços ).
- Na verdade, eu imagino você ali com aqueles caras, então tecnicamente não é uma traição ( ele disse me olhando ).
(eu sorri )
- Nossa, é pior do que eu pensava, poderia ter conversado comigo a respeito, pra gente debater juntos, sério que você me imagina com outros cara, outros gozando na minha cara ? Isso é doentio. (eu falei pra ele tentando entender ).
- Eu tinha medo de te perder, achando que sou um doente pervertido, vejo você , sendo assediada me deixa com ciúmes e ao mesmo tempo com tesão, não sei explicar, até aqui no condomínio tem esses olhares ( ele disse querendo me contar mais ).
- O que tem aqui nesse condomínio Paulo, sou muito respeitada, nunca fiz nada que desabonasse minha conduta. ( eu disse incrédula ).
- O zelador seu Antônio falou umas coisas pra mim…
- O que aquele velho falou ? ( eu estava assustada ).
- Os meninos ficam te observando tomar banho de piscina, eles ficam das janela te filmando com seus celulares para depois se masturbarem, o sr Antônio me falou que ouviu eles conversando a respeito, inclusive alguns são seus alunos.
Eu me levantei da cama abismada com tal história, um bando de moleque me filmando enquanto eu tomo sol, e olha que uso maiô aqui no prédio, eu tinha que tomar providências.
- Eu apenas nado na piscina e de maiô, raramente fico na espreguiçadeira, amanhã vou conversar com seu Antônio, quero nomes, vou falar com seus pais, vou falar na escola, esses moleques não me conhecem. (eu disse andando de um lado pro outro).
- Mas você acabou de falar com são adolescente com seus hormônios aflorados . ( ele disse ).
- Eu disse mas agora é diferente, esta acontecendo comigo.
- Também né, são adolescentes, eles não tem culpa, você fica na espreguiçadeira de costas, por mais que use maiô, sua bunda engole uma parte dele, os moleques veem aquilo e sabe como é né, eles não fariam isso se você fosse feia ou gorda, você realmente é gostosa e chama atenção. (Paulo estava tentando passar que a situação era normal ).
Eu me olhei no espelho, estava com uma camisola curtinha, nada sexy, mas curta, me virei no espelho, eu sabia que era atraente, não era um mulherão mas devido a academia, silicone, drenagem e várias coisas que meu dinheiro suado poderia comprar eu comprei e melhorei.
- Tá bom Paulo, vou ficar feia e gorda pros moleques pararem de me olhar, são moleques tarados, eu vou parar de ir na piscina aqui, isso que vou fazer.
- Tem mais .. ( ele olhou pro chão ).
- Tem mais o que Paulo, hoje é seu dia de revelações, fala mais. ( eu já estava assustada ).
- Na academia do condomínio você também faz sucesso, vejo muita gente falando de você, mulheres ,homens e os adolescentes tarados , como vou pouco, a maioria não sabe que sou seu marido, então pesco uma coisa ou outra. (ele disse já mais calmo ).
- Não seja tolo , isso é invenção sua, vamos dormir que estou cansada, amanhã a gente termina essa conversa.
Deitei na cama, e fiquei pensativa sobre essas coisas, é claro que eu reparava algumas coisas, mas não a esse ponto de me filmarem, de comentarem do meu corpo na academia, pensei nos adolescentes e achei até engraçado e agora sei porque Paulo me incentiva usar roupas mais sexy e curtas, comprava cada short e biquini que nunca usaria de tão pequeno que eram, então peguei no sono e adormeci.
No dia seguinte acordei cedinho para malhar na academia no condomínio, queria aproveitar o dia porque seria corrido, coloquei uma calça legging preta, um top , uma camisa e tênis .Fui pensando na conversa que tive ontem, peguei a estradinha que dava pra academia, de repente ouço chamar pelo nome “professora” achei estranho porque eram 6 da manha e raramente alguém circulava naquele horário, era o Augusto, um dos meus alunos, provavelmente um dos pervertidos que fica me observando.
- Bom dia professora Rafaela, esta indo malhar ? (ele me perguntou ).
- Bom dia Augusto, sim. ( me mantive seca com ele apertando os passos ).
Augusto era um adolescente de 17 anos que parecia ter mais, era atlético, alto ,branco loiro, com seu topete que tampava parte do rosto com algumas espinhas, era realmente um garoto bonito.
- Estou indo também, hoje vou malhar perna, as minhas são finas, homem não gosta de malhar perna né. ( ele falou sorrindo tentando puxar assunto ).
Eu só falei um sim, não queria dar bola pra aquele moleque tarado ainda mais no condomínio.
- Mulheres já não precisam muito, veja o caso da senhora, sua perna deve ter o dobro da minha e é musculosa. (ele disse olhando para minha perna ).
Não sei o que me deu mas senti um calor, um garoto de 17 anos bonito, me elogiando, coisa que toda mulher gosta, um garoto que poderia ter todas as menininhas de sua idade aos seus pés, resolvi então não ser tão seco com ele, afinal era só um adolescente.
- A genética ajuda, tenho facilidade em ganhar perna .
- Então a minhã genética não ajudou em nada. (ele sorriu , um sorriso lindo ).
- Chegamos, bom treino para você Augusto.
- Pra sra também professora .
Havia mais duas ou três pessoas somente.
Peguei um colchonete e comecei fazendo meus exercícios de mobilidade, o Augusto ficou um pouco afastado fazendo abdominais, eu senti que ele olhava pra mim, antes da conversa que tive com Paulo eu não percebia mas agora percebia claramente o moleque me olhando.
Terminei e fui para a cadeira extensora, fiz quatro séries de 10, terminei, e fui para o agachamento livre que fica nos fundos da academia. Augusto estava no supino.
- você vai pro sofrimento né, agachamento, eu não faço de jeito nenhum ( ele novamente querendo puxar conversa ).
- pois é Augusto , mas a mulher tem que fazer, não dá pra fugir, ainda mais na minha idade. (eu disse dando um pequeno sorrido ).
- sua idade, o que tem sua idade? Posso te chamar de você ? na escola te chamo de senhora pelo respeito, mas me sinto mal te chamando de senhora, você é tão bonita, não tem nada a ver com senhora, muitas meninas não tem o corpo que a sra tem, ops, você tem.
- São seus olhos, mas agradeço pelo elogio ( fui pegando uma anilha de 10 kg para colocar na barra livre ).
-Deixa que eu monto pra você, sem problemas, quero cursar educação física, já vou treinando, quem sabe um dia posso ser seu Personal. ( ele deu um sorriso ).
Ele era muito bonito, era forte e charmoso e sua cantada teen poderia convencer qualquer menina de sua idade pois não era ruim. Eu olhei em volta da academia como procurando algo, me sentia fazendo algo errado, me senti uma pecadora, mesmo não fazendo nada e novamente senti meu corpo quente, a mesma sensação quando vi aquela cena de filme pornô. Eu queria fazer algo, me sentir viva, algo que não me expusesse explicitamente, algo sutil.
- O professor Carlos ainda não chegou, você pode ver se estou agachando direito?. ( eu disse sem acreditar nas minhas próprias palavras ).
- cla-claro professora, vou verificar se a senhora está fazendo certo, opa senhora não, você , me desculpe. ( ele até gaguejou então decidi continuar na brincadeira ).
Então comecei o exercício, eu começo com 20 kg mas com 10 kg eu poderia abaixar mais, cansaria menos, e se a minha intenção era brincar com o garoto, com menos quilos seria melhor. Eu agachei o máximo que pude, empinando a bunda ao máximo, ele estava do meu lado, senti minha calcinha se enterrar na minha bunda, eu fiz as 10 repetições e coloquei a barra de volta. Olhei pra ele, ele estava com uma cara de bobo.
- E ai , professor, fiz certinho ? ( perguntei sorrindo ).
Demorou uns milésimos para responder .- Faz o que certo ? Ah sim, o exercício, sim, você fez maravilhosamente bem, uma excelente amplitude, nem precisa de professor mas se precisar pode me chamar, agora vejo porque a senhora ter esse corpão, senhora não, desculpe, você.
O garoto estava alucinado literalmente, e essa brincadeira nova estava me deixando mais viva. Logo a academia encheria, então precisaria ser rápida com meu plano.
- Augusto, fica atrás de mim, me observa porque acho que estou abrindo muito os joelhos.
Ele parece que não acreditou no pedido, ele falou um simples claro e se posicionou atrás de mim a poucos centímetros de distância. Então comecei o exercício dessa vez bem lentamente, não queria que terminasse logo, empinei meu bumbum o máximo que pude, minha camisa subiu até a cintura, tenho certeza que a marca da minha calcinha asa delta ficou bem a mostra, fiz 14 repetições, 4 a mais do que faço, 4 a mais para o meu apreciador. Terminei o exercício, olhei pra trás e tomei um susto, Augusto estava de barraca armada, nossos olhares se cruzaram, ele pediu desculpas dizendo que tinha esquecido algo e seguiu em direção a saída, antes de sair falei pra ele.
-Professor, amanhã no mesmo horário, vou querer sua ajuda novamente, de hoje em diante você é meu personal. (falei sorrindo ).
Ele olhou pra mim e sorriu, eu sorri por dentro e por fora, o garoto que estava me fotografando tomando banho de piscina tinha tomado seu troco e saiu correndo.
Cheguei em casa após a academia, estava exausta, naquele dia eu treinava na academia do condomínio e a tarde numa rede de academia do meu bairro que era mais completa. Enquanto preparava minha alimentação pós treino treino fiquei pensando no Augusto, tanto hormônio e tanta insegurança. Depois disso fui corrigir umas provas. No almoço pensei de como eu iria amanhã na academia do prédio, então abri meu armário e joguei um cesto de roupas de academia na cama, até que no canto quase caída no chão , vi um macaquinho vermelho que Paulo tinha comprado pra mim ano passado. Lembro que ele chegou em casa todo feliz e me deu de presente, quando eu abri falei que era curto demais, muito decotado, e com certeza ao agachar ficaria mais curto ainda, não ao ponto de mostrar minhas popinhas, eu disse que jamais usaria aquilo e iria trocar. Posso imaginar hoje como foi sua frustração já que agora eu sei que sua intenção fosse que os outros me desejassem com aquela roupa.
Naquele dia não deu para treinar devido à quantidade de provas, Paulo chegou bem tarde da noite e eu já estava quase dormindo, senti ele me dando um beijo na nuca depois virou para dormir.
Na manha seguinte, acordei 5:00, sai da cama com cuidado para não acordar o Paulo, tomei um banho gostoso, usei meus cremes que nunca usava de manhã antes de malhar, me troquei no banheiro mesmo, o macaquinho modelava meu corpo, o decote não era exagerado mas mostrava mais do que deveria, as costas ficavam expostas, na parte do bumbum não era tão curto mas eu precisaria tomar cuidado, não era transparente então coloquei uma calcinha pequena que não marcava o tecido, me senti gostosa, poderosa, não uma panicat , mas toda certinha de corpo. Abri a porta do banheiro devagar e dei de cara com Paulo me dando até um susto.
Ele me olhou como se fosse a primeira vez, me analisou de cima a baixo, sorriu, deu um bom dia, eu passei por ele, e senti me olhando pelas costas.
- Você está linda com essa roupa, ou melhor, maravilhosa, eu até pensei que tinha ido a loja trocar . (ele falou entrando no banheiro ).
- Minhas roupas de academia estão lavando, algumas rasgando, vou ter que usar essa hoje, fazer o que ? ( menti descaradamente, estava me sentindo uma criminosa ).
- Sua pele está brilhosa, passou creme antes de ir malhar ? Você nunca faz isso. ( falava isso enquanto passava pasta em sua escova ).
- Quero acabar logo com esse creme, não gosto dele, ai vou comprar um que soube ser muito melhor que esse . ( duas mentiras pela manhã ).
-Estou atrasada, vou preparar seu café e depois vou treinar, temos que conversar sobre aquele assunto ainda, eu não esqueci, você me deve ainda algumas explicações, bom dia. ( eu disse me dirigindo a porta do quarto ).
- Pois é, estou vendo que não esqueceu mesmo, bom treino amor, não agache muito com essa roupa. (ele falou entrando no banheiro).
Droga, ele não poderia ter me visto com essa roupa, mas e daí, foi ele mesmo que me deu , não foi eu que comprei porque sei que me deixa muito chamativa, foi meu marido que me deu, então quem deveria estar preocupado com a roupa seria ele e não eu. Minha cabeça estava a mil, minhas crenças e convicções estavam em atrito, o que eu estava fazendo? Vou dar meia volta, tirar essa roupa e ficar em casa. Mas não, peguei um casaquinho, vesti e sai, já era 5:55. Fui indo em direção a academia, apesar de o casaco estar amarrado a cintura eu me sentia nua naquela roupa. Já estava quase entrando na academia quando ouço alguém me chamar, me viro e era o Sr Antônio, o zelador.
-Dona Rafaela, veio malhar mais cedo, hoje está um lindo dia, vai fazer um sol de rachar, a piscina está limpa, caso a senhora queira se refrescar.
- Hoje não posso Sr Antônio, tenho aulas para dar, quem me dera desse pra ficar na piscina. (eu disse meio secamente).
- Uma pena, aquela piscina fica mais bonita com a sra, e quando a sra for pode me avisar com antecedência que limpo rapidinho pra sra., não faço isso pra qualquer uma mas tenho muito gosto pela sra ( ele disse com um leve sorrisinho ).
- Agradeço a gentiliza. ( eu falei sem olhar em seu rosto ).
Não acreditava naquilo, além de ser assediada por adolescentes será que também estava por um velho babão? mas em vez de me sentir ofendida me senti valorizada, eu gostava do Sr Antônio, era prestativo e educado. Chegamos na entrada na academia.
- Bom treino pra sra, não que eu ache que precise. (ele falou na maior cara de pau ).
Propositalmente entrei mais devagar, mais empinada, mexendo levemente os quadris porque sabia que o velho babão estaria me observando depois pensei que aquela brincadeira estivesse indo longe demais.
Atravessei a porta de vidro que dava para a academia, não tinha ninguém, somente meu “professor teen me aguardando”.
- Bom dia Augusto, me atrasei ?. ( eu disse sorrindo ).
- Não Rafaela, cheguei agora também.
Ele me entendeu a mão, eu peguei , me puxou e beijou meu rosto, um beijo sutil mas que me deixou arrepiada.
- Vou começar logo que hoje tenho que dar aulas cedo, alias você também tem aula. ( eu disse pra ele ),
- Sim, a sua aula é a melhor que tem, não tem ninguém que explique matemática melhor que você.
- vou me alongar um pouco . (fui indo em direção a parte de alongamentos, e para seu desapontamento eu não tirei meu casaco da cintura.
Encostei na parede , então abaixei até encostar a ponta dos dedos no chão e fiquei por alguns instantes, nessa hora eu senti toda a minha calcinha entrar e não adiantava retirar porque faria várias posições assim.
- Você tem uma excelente mobilidade, eu sou meio travado. ( ele disse sorrindo ).
- Vem aqui que vou te ajudar, encosta na parede e tenta descer o máximo que puder, sem forçar para não machucar.
-Mas ai não vale, eu sou seu aprendiz de personal. ( ele disse ).
- Para de bobeira garoto, precisa alongar, além de que não estou te pagando. ( eu disse o empurrando para a parede ).
-Não quero seu dinheiro, a sua companhia aqui já é o suficiente, a mulher mais bonita do condomínio sendo minha aluna.
Dessa vez eu corei com seu elogio, parecia que eu tinha voltado a minha adolescência mas a minha cabeça “poluída” dizia que aquilo estava além de adolescência.
Ele desceu não conseguindo por os dedos no chão, ele era realmente atlético pela idade, já tinhas as costas largas, pernas que ele dizia serem finas mas não eram , braços fortes, era realmente um belo exemplo de um macho . Meu deu um choque ao pensar nessa expressão “ belo exemplo de um macho”, o que está acontecendo comigo, estou me comportando como uma devoradora de homens, meu tesão estava aflorado, pensei que talvez Paulo ainda estivesse em casa, poderia ir lá e me satisfazer com ele, meu marido que era o certo a se fazer. Por fim ele se levantou e me olhou nos olhos, seus olhos eram verdes claros.
- Nossa, acho que amanha acordo com deres na coluna, mas valeu a pena. (ele disse).
- Viu como foi fácil Augusto, eu te falei, você tem que fazer mais mobilidade.
- Vou malhar posterior com a você professora, podemos começar pela mesa flexora?.
- tudo bem. ( eu disse ).
Nos dirigimos para a mesa flexora que fica nos fundos da academia virada para a parede, pelo fato de ser um grande constrangimento para algumas mulheres se deitar de costas para fazer esse exercício. Falei pra ele começar, ele se deitou, colocou uma carga elevada e começou o exercício, seu bumbum também não era nada mal, usava um short largo cinza e camiseta branca.
- Isso mata qualquer homem, prefiro malhar mil vezes peito e costas que pernas . ( ele disse já se levantando já suado ).
- Para de reclamar, o resultado que importa, agora sou eu. (eu falei ) (diminui o peso e me deitei sem retirar o casaco da cintura ).
- Nossa isso tá pesado, será que estou fazendo certo ? . (eu disse com uma expressão de dor ).
- Eu não sei, você está com esse casaco na cintura e não estou podendo analisar o exercício, é pra trabalhar somente a posterior, sei que mulheres não se sentem bem nesse aparelho mas não tem mais ninguém aqui.( ele disse tentando passar um ar de profissionalismo ).
Que moleque safado e esperto, ele realmente sabia como me convencer.
Ele fez sua série e terminou.
- Bem, vou tirar esse casaco pra você ver melhor, e me diz que estou fazendo certo, não quero ficar com dores lombares. (falei isso retirando o casaco da cintura, seus olhos brilharam, ele fazia movimentos tolos para não olhar ).
Me deitei na mesa e comecei o exercício.
-Você está elevando muito o bumbum com o quadril, vou baixar um pouco o peso (ele falou baixando para diminuiu a carga dando uma boa secada em minha bunda ).
Então recomecei o exercício agora de um jeito mais certo, ele colocou a mão no meu cóccix acima do meu bumbum, fazendo compressão.
-É pra você não subir o quadril, prometo. (ele disse sorrindo ).
Eu senti um calafrio, olhei ao redor da academia para ver se alguém olhava, eu sabia que estava fazendo algo de errado, havia umas três pessoas somente, mas nenhuma prestava atenção na gente, eu acho. Fiz mais três repetições e em todas, Augusto fazia questão de tocar em mim sob o pretexto que estava auxiliando. Resolvi fazer mais uma, queria experimentar algo diferente. Me deitei e comecei .
- Augusto, aperta minha posterior de coxas para ver se estão durinhas?.
- Claro Rafaela.
Quando eu comecei ele não perdeu tempo, foi logo apalpando sua mão na minha coxa, nessa hora eu estava muito molhada e arrepiada, eu via que ele as vezes olhava para os lados também com medo de alguém no ver assim com essa tamanha intimidade. Olhei para o seu short, tinha um volume considerado mas nada de anormal. Terminei o exercício e sai logo do aparelho como se quisesse fugir de um flagrante.
- Ufa , essa última repetição cansou.
- A sua posterior está bem rígida, está trabalhando bem, meu parabéns .
Enquanto estávamos indo em direção ao bebedouro ele virou-se pra mim e perguntou:
- Posso te fazer uma pergunta meio pessoal ?.
- Depende, se forem as questões da prova pode tirar seu cavalinho da chuva.
Ele sorriu e disse :
- Não é isso, bem que eu queria, mas é uma bem mais simples, por que você toma banho de piscina de maiô em vez de biquine ?
Aquela pergunta me pegou desprevenida.
- Não sei, acho um ambiente muito familiar para ficar de biquíni, eu vejo as mulheres de biquíni na piscina e acho que fica meio indecente, além de que sou uma mulher casada, não tenho mais idade pra isso. ( eu disse pra ele com um ar de reflexão ).
Ele sorriu .
- Você não tem mais idade, qual é Rafaela, você está com tudo em cima, você da de 10 em todas aquelas meninas que ficam na piscina, eu pensava que seu marido que não deixava…
Marido ?..eu ri por dentro, mal sabia ele que se dependesse do Paulo eu tomaria banho nua na piscina para todos me comerem com os olhos.
- Não é por causa dele, mas fiquei curiosa, você fica me observando na piscina ?
Ele se assustou um pouco com a pergunta, mas não ao ponto de tremer ou gaguejar, eu pensei que ele negaria.
- Na verdade sim, eu fico te observando nadando com aquele maiô que com certeza não foi projetado para o seu corpo, mas que mesmo assim você o deixa lindo.
Eu já não tinha domínio pelas minhas palavra e muito menos pelo meu corpo, então fiz uma pergunta que talvez a resposta seria forte demais.
- O que tem meu corpo, Augusto, acho tão normal. ( eu falei me olhando e olhando pra ele ).
- É que você tem um corpo lindo, o que quero falar que a senhora é a mulher mais maravilhosa desse condomínio e da escola.
- Assim você me deixa sem graça, não sabia que pensava isso de mim.
- Na verdade eu penso em você todos os dias. ( ele disse mostrando uma sinceridade adulta ).
- Augusto você está misturando as coisas, sou sua professora e sou casada, vamos por stiff e vamos esquecer esse assunto.
Ele baixou a cabeça é nós fomos para o fundo da academia fazer o stiff, que é um exercício que faço com barras, onde se inicia com o corpo reto e vai abaixando a barra até o chão, sem dobrar os joelhos.
Augusto preparou as barras sem falar comigo, eu olhava pra ele porém ele não olhava pra mim.
- Quanto a Sra coloca de peso ? . (ele disse secamente pra mim ).
- Sra ? Agora voltou a me chamar de Sra., já que se sente melhor assim. pode por 20kg de cada lado por favor.
Comecei a fazer o Stiff que é um exercício que as vezes constrange a mulher pela posicionalmente que ficamos. Vi que ele não olhava pra mim e mexia no celular. Aquela falta de atenção do meu “professor” me incomodou.
-Não vai ver se estou fazendo certinho ? E se eu estiver fazendo errado , vou ficar dolorida e a culpa será sua. ( eu disse sorrindo ).
O sorriso finalmente voltou ao seu rosto, ele se posicionou atrás de mim a uma pequena distância.
- você está curvando um pouco a lombar, ao descer não olhe pra frente, mantenha o rosto virado para o chão.
-Ta bom assim professor.
- melhorou.
Acabei a primeira série e coloquei o peso no chão.
- Agora é sua vez. (eu disse ).
- Não faço stiff , me deixa com dores, vou ficar só observando você fazer . (ele disse ).
- Agora voltou a me tratar de “você” ( eu disse sorrindo me aproximando dele ).
- Não tem como eu ficar bravo com você, você está certa, foi errado o que falei, me desculpa, eu deveria ter me colocado no meu lugar, você é muita areia pro meu caminhão mesmo.
Tudo poderia ter terminado ali, a brincadeira já estava feita, mas algo dentro de mim queria continuar, eu observei a academia, ainda estava vazia e estávamos no fundo.
Peguei a barra me posicionou, e comecei a agachar.
- Se posiciona atrás de mim , só que dessa vez mais pertinho, pra ver direito se faço algo errado. (eu falei com ele com um cara de séria).
Acho que ele não entendeu muito bem, mas fez o que mandei.
Quando me agachei pra terceira vez, joguei meu tronco pra traz e minha bunda bateu no seu pênis. Olhei pra ele e perguntei.
- Fiz o exercício certo professor ?
- Sim, está ótimo, é a melhor execução de todas, pode continuar (ele falou isso olhando ao redor pra ver se tinha alguém próximo.
Então fiz mais 12 repetições assim, e em cada decida eu forçava e esfregava minha bunda contra seu pau. Eu sentia a dureza dele na minha bunda, numa das decidas ele passou a mão levemente na minha bunda me deixando arrepiada, eu não acreditava que tinha feito algo tão imoral e obsceno.
Então começou a chegar mais gente e paramos nossos “exercícios”.
- Tenho que trabalhar agora professor, obrigado pela aula (olhei pro short dele e falei ), e não vai sair assim, todos vão perceber.
Ele ia falar algo mas estava apressada para chegar em casa, acelerei os passos pensando na merda que eu tinha feito, e se alguém viu ? Será que tem câmeras lá ?. Abri a porta, fechei todas as janelas como se eu estivesse em perigo, tirei toda a minha roupa, peguei uma escova de cabelo com um cabo bem grosso e comecei a me masturbar …….
Esse é meu lado da história, semanas se passaram, eu e Paulo conversamos sobre o assunto cuckold, a nossa fantasia com o Bruno, chefe do Paulo começou, transei com o Bruno na nossa casa, mas eu nunca comentei com o Paulo sobre o Augusto. Até agora rsrsrs.
