Oi gente…bom…
Minha esposa, a Carol, viajou para uma reunião importante em São Paulo na segunda-feira. Ela trabalha remoto quase 100%, mas de vez em quando precisa aparecer presencial. Ficaria fora até sexta. Eu, home office full time como sempre, fiquei sozinho com o cachorro e a rotina de Zoom e relatórios.
Na terça à tarde, minha mulher me manda mensagem falando que a Gabi, sua melhor amiga, precisava de minha ajuda. uma hora depois mais ou menos, recebo uma mensagem da Gabi, ela é a melhor amiga da Carol desde a faculdade. Elas se falam todo dia no WhatsApp, saem juntas, contam tudo uma pra outra. Gabi é divorciada há uns dois anos, 32 anos, corpo malhado de quem faz crossfit, cabelo cacheado castanho, pele morena clara e um sorriso que sempre me deixa meio sem graça quando ela vem aqui em casa.
Gabi: Oi, Dan! Tudo bem? A Carol me contou que tá sozinho aí. Tô precisando de uma ajuda com o Excel pro meu relatório do trampo. Você manja, né? Posso passar aí rapidinho? Levo café e um docinho pra compensar o incômodo kkk
Eu respondi sem pensar muito:
Eu: Claro Gabi, vem sim. Tô aqui o dia todo mesmo. Quando quiser aparece.
Ela chegou por volta das 16h30. Vestia uma legging preta colada, cropped branco soltinho (mas que marcava os peitinhos firmes) e tênis branco. Cheiro de perfume doce misturado com shampoo. Trouxe um café gelado e um brownie de pote.
— Oi, cunhado! — ela brincou, me dando um abraço demorado e colado. O corpo dela encostou no meu bem firme, e eu senti o calor da pele dela através da roupa fina.
— Obrigada por me salvar. Meu chefe tá me enchendo o saco com essa planilha.
Entramos na sala. Eu sentei na cadeira do escritório (a mesa virada pra janela, notebook aberto), e ela puxou uma cadeira ao meu lado. Bem pertinho. Começamos a mexer no arquivo. Ela explicava o problema, eu ia ajustando as fórmulas, mas o papo desviava rápido.
— Você tá bem sozinho, né? A Carol disse que você fica quietinho aqui, mas que com certeza sente falta dela — ela comentou, olhando de lado com um sorrisinho timido.
— Ah, normal. A gente se acostuma. Mas é chato as vezes, E você? Como tá a vida de solteira?
— Cansativa. Alguns namoros virtuais, mas nada que preste. Os caras somem depois de duas semanas. — Ela riu, jogando o cabelo pra trás. O movimento fez o cropped subir um pouquinho, mostrando a barriga definida. — Às vezes penso em chamar alguém pra “ajudar” em casa, tipo você faz com a Carol.
Eu ri nervoso.
— Tipo consertar cano?
— Tipo consertar outras coisas… — Ela piscou, mas logo mudou de assunto. — Me mostra de novo essa função VLOOKUP?
A gente continuou trabalhando. Aos poucos, o joelho dela encostava no meu. “Acidental”. Ela se inclinava pra ver a tela, e o decote do cropped ficava mais aberto. Eu tentava não olhar, mas era impossível. Os mamilos marcavam de leve no tecido fino — sem sutiã, com certeza. Depois de uns 40 minutos, terminamos a planilha.
— Pronto! Salva aí. Você é o cara dan, nossa, — ela disse, batendo palmas. E me dando um meio abraço mesmos sentados e me enchendo de beijos pelo rosto. — Agora relaxa dan, Quer um café?
Ela foi pra cozinha pegar copos. Quando voltou, ela me serviu e ficou olhando as fotos na parede: eu e Carol no casamento, na praia, etc.
— Vocês são tão fofos juntos…
Posso perguntar algo bem pessoal dan? você já fantasiou com outra mulher enquanto ela tá fora?
A pergunta veio do nada. Eu congelei.
— Todo mundo fantasia, Gabi. Mas fantasia é fantasia.
Ela se aproximou devagar.
— E se não fosse só fantasia? Tipo… eu tô aqui, você tá aqui, ninguém vai saber. A Carol confia em mim cegamente. Eu fico toda molhada de tesao quando ela me conta as fodas de voces… eu conheço voce bem mais do que voce imagina… — Ela tocou meu braço de leve. — Eu sempre achei você gato, sabia? Desde a festa de formatura dela quando te conheci, Você olhando pra mim no bar… voce tambem me deseja né.
Meu pau começou a endurecer na calça de moletom. Eu não disse nada. Ela continuou:
— Relaxa. Se não quiser, eu vou embora agora. Mas se quiser… posso te ajudar a relaxar de verdade.
Ela se encostou na mesa, abrindo as pernas de leve. A legging marcava tudo: a bucetinha delineada, sem calcinha aparente.
— Quer ver? — sussurrou com a voz bem dengosa.
Eu assenti, sem voz.
Ela deslizou a mão pela barriga, enfiou os dedos por dentro da legging e puxou devagar pra baixo. A buceta apareceu: lisinha, lábios rosados inchados, já brilhando de umidade.
— Olha como ela tá molhadinha só de pensar em você… —
Ela tirou a legging até o chao, abriu mais as pernas, passando o dedo médio na entrada da bucetinha,
Quer provar?
Porra, quero muito..
Eu me ajoelhei ali mesmo, no chão do escritório. O cheiro dela era doce, excitante. Lambi devagar, da entrada até o clitóris. Ela gemia baixo, dengosa, segurando minha cabeça fazendo um carinho.
— Isso… lambe a bucetinha da amiga da sua mulher… isso, devagar, sem pressa amor…
Eu chupava o clitóris, enfiava a língua fundo. Ela tremia, pingando melzinho no meu queixo.
— Carol nunca vai saber… mas você vai lembrar disso toda vez que olhar pra ela. Ela ja te contou qual é o tamanho do meu pau? O que mais ela te conta que nao sei.
- tudo, eu sei tudo, o que voce gosta, como gosta, preferencias, fetiches, fantasias. Sei o tamanho dele, 21cm né? Do tamanho que eu gosto. Magrinho, safado na cama, uma pena que minha amiga chegou primeiro rsrsrs…. Sei até que na base do seu pau tem uma manchinha pequena de nascença. A gente sabe tudo da vida um da outra. Dos nossos parceiros… das nossas fodas. Eu sei que ela antes de viajar te deu o cuzinho. E ela ainda viajou com o cu cheio de porra. Que safada kkkk adoro a intimidade de voces. E consequencia é que eu desde entao tenho muito tesao em voce.
Levantei, tirei a calça. Meu pau tava duro, pulsando.
Isso… que delicia, até que enfim to vendo esse pau gostoso de pertinho. Ela se abaixou, e de joelhos, pegou no meu pau, cheiro bastante, cheirava o saco, subia no pau, depois ela beijou a cabeça, beijou varias vezes ( nao acredito que to com ele prestes a por na minha boca, vou te dar muito prazer amor) depois de mais um beijo ela foi lambendo e chupando, até mamar bem gostoso e lento por uns 4 minutos… depois Ela se virou de costas, apoiou as mãos na mesa, empinando a bunda.
— Me come assim… devagar, pra eu sentir cada centímetro do seu pau na minha bucetinha.
Entrei na buceta dela de uma vez. Quente, apertada, molhada pra caralho. Ela gemeu alto:
— Ai, porra… que pau gostoso… mete fundo, vai…
Comecei devagar, sentindo ela apertar em volta de mim. Depois acelerei, batendo forte. A mesa balançava.
— Isso… fode a bucetinha da sua Gabi… me arromba enquanto minha amiga tá viajando…
Ela virou o rosto, me beijou de língua. A mao dela bem delicada no meu saco, apertando.
— Quer gozar dentro? Ainnnn safado… Pode… pode gozar… eu tomo anticoncepcional. Goza tudo na amiga safada da sua esposa…
Não aguentei. Enfiei até o talo,e gozei forte dentro dela, jatos quentes enchendo sua buceta. Ela gozou junto, tremendo, molhando um pouco no chão.
Ficamos ali ofegantes uns segundos. Ela se virou, me beijou de novo.
— Isso fica entre nós, tá? Mas… se a Carol viajar de novo… me avisa. Posso “ajudar” mais vezes.
Ela vestiu a legging, limpou o gozo escorrendo pela coxa com o dedo e lambeu.
— Beijo pra Carol quando ela voltar. Diz que eu mandei um abraço. E obrigado pela ajuda, me promete que vamos fazer mais??
Porra Gabi, tem como rejeitar? Claro que quero mais vezes.
Ela saiu sorrindo, como se nada tivesse acontecido.
A noite eu estava deitado, ai recebo uma notificaçao no whatsapp, era a Gabi… a mensagem era uma foto.
Ela sentada, a cintura fina, coxas torneadas e pernas longas, sentada no chão em posição de borboleta, usando regatinha branca florida justa que realça seios médios firmes e calcinha rosa rendada tipo tanga, uma delicia.
Eu tava só de cueca boxer, com a foto dela meu pau ficou duro, entao me ajeitei e tirei uma foto e mandei pra ela… uns minutos depois ela manda um audio bem dengoso, falando que ja tava com saudade do meu pau, gemendo, falando que queria ele dentro da bucetinha dela, perguntando se eu ia comer o cuzinho apertado dela, gemia mais, e mais, até que o gemido ficou forte e intenso. Safada… tava gravando o audio enquanto tava tocando uma siririca gostosa… gozou olhando minha foto. Safada…
Desde então, toda vez que vejo a Gabi no grupo do WhatsApp das meninas, ou quando ela vem aqui em casa com a Carol, eu sinto o pau endurecer lembrando daquela tarde. E ela sempre me olha de canto, com aquele sorrisinho cúmplice.
Fim.