Olá caros leitores, essa é a parte 6 da história, já contei nas partes anteriores como iniciamos ela e como rolou tudo. Se você não leu as partes anteriores, sugiro voltar e ler antes de prosseguir.
Lúcia ainda estava em pé, na frente da cama, contemplando toda a nudez da Fer. As roupas estavam cada uma jogada e em um canto. Eu olhava bem aquela cena que o tesão apenas aumentava. Lúcia com uma calcinha fio dental minúscula, enterrada na rua bunda com marquinhas de bronzeado e tatuagem.
Ela foi subindo em cima e retomou os beijos e carícias no corpo da Fer. Sua boca beijava e explorava cada centímetro do seu corpo, iniciando na barriga, próximo ao umbigo e foi subindo lentamente.
Ao chegar na curva dos peitos da Fer, parou um longo momento ali, chupando, mordiscando e acariciando os dois seios enormes dela. A Lúcia esfregava seus próximos seios no corpo da Fer, que aproveitava como podia e onde sua mão alcançava, já que estava debaixo dela. Os beijos alcançaram o pescoço e a boca da Fer. Lúcia mordiscava seus lábios e sugava sua língua, com uma vontade inigualável.
Montada sobre a Fer, ela fazia movimentos de vai e vem, fazendo questão da bucetinha ficar colada no corpo da amiga. Lúcia ergueu um pouco o corpo e pediu que Fer mamasse ela, nem precisou falar duas vezes, Fer já abocanhou novamente seus peitos e sugava com fome e vontade. Leves mordidas arrancou gritinhos da Lúcia, que gemia e dizia:
- Vai gostosa, mama com vontade, estava com saudades da sua boca!
- Vadia, estava planejando tudo né, queria me comer novamente
- Claro, pensei em você por vários dias!
- Ah é? E foi dar para o Marcos, cachorra!
- Você não me quis, tive que me contentar com o que tinha.
Lúcia gemia e rebolava em cima da Fer, logo percebi que uma das mãos dela estava entre as pernas da Lúcia. Os gemidinhos eram os dedos ágeis da Fer estimulando o grelinho da Lucia.
O calor do quarto de motel barato só aumentava, fazendo o corpo das duas transpirar. O suor tomava conta do corpo delas, confesso que por um momento achei que o ar estava quebrado, mas era apenas o tesão delas exalando por todos os poros.
Lúcia saiu um pouco de cima da Fer, abriu mais as pernas dela e passou a chupar a sua buceta, agora tirando vários gemidos da Fer, que rebolava de erguia corpo dela contra a boca da amiga.
- Ai sua puta, aprendeu a chupar né!
- Tive uma boa professora, respondeu rapidamente e voltou a língua a Fer.
Ouvi um tapa estalado no rosto da Lúcia.
- Mentirosa, deve ter comido outras putinhas por ai!
- Nunca, minha única mulher até hoje foi você.
- Prova então, me chupa com vontade cachorra.
Fer às vezes tinha esse sentimento de posse sobre as mulheres que ela pegava, e se soubesse que ela havia saído com outras, perdia o encanto na hora. Sempre gostou de ter prioridade e exclusividade nas suas peguetes. Eu achava graça ficava chamando as peguetes de suas namoradas.
A bunda empinada da Lúcia estava me deixando doido já, punhetava o pau levemente. Tive que levantar e me aproximar, apesar de não ter sido convocado ainda, não fui repreendido. Aproximei e passei a alisar a bunda da Lúcia e dar uns tapinhas enquanto a Fer alcançou meu pau e passou a fazer movimentos lentos e ritmados.
Lúcia notou o pau duro e pulsando muito perto do seu rosto e não resistiu, segurou também, junto com a Fer e deu uma bela chupada, engolindo quase todo. Ela voltou a se dedicar a Fer e para não ficar só na punheta, a Fer passou a mamar gostosamente meu Membro, engolindo e sugando inteiro.
Meu membro pulsava na sua boca e ela chegava a engasgar com meu pau inteiro, achava isso delicioso. Vi que se continuasse assim iria logo encher a boca da Fer de porra, por isso sai um pouco da boca dela e fui chupar os peitos dela, mamando ela.
- Me come logo também Rafa, quero os dois me fodendo igual aquele dia.
- Safada, quer meu macho em você também
- Quero, manda ele me comer logo!
- Vai Rafa, mete nessa puta vai!
Levantei e me encaixei atrás dela, que empinou mais sua bunda, tirei a calcinha de lado um pouco e passei a pincelar o pau na sua entradinha. Ela ficou doidinha e pediu:
- Para de me torturar, me fode vai!
Fui penetrando e sua buceta estava tão encharcada que meu pau deslizou com certa facilidade. Os movimentos foram aumentando e cadenciando com seu rebolar. Meu membro já estava inteiro nela. Lúcia jogava o corpo para trás e rebolava, sem deixar de sugar a buceta da Fer. Segurei firme em suas ancas e passei a aumentar os movimentos.
Ficamos grudados nesse vai e vem gostoso, eu segurando ela por trás, vendo sua calcinha fio dental enterrada naquele rabão e meu pau a fodendo deliciosamente. Ela toda empinada com a bunda pra cima, mamando e sugando cada gotinha da Fer.
- Ai seu puto, me fode vai, fode gostoso… Gemia a Lúcia entre as estocadas que recebia.
- Isso vagabunda, não era o que queria?
- Sim, me come vai! Arrebenta sua puta.
Eu sentia sua buceta se contrair com meu pau enterrado ali e a Fer gemia e se contorcia na língua dela. Quando Lúcia anunciou que iria gozar, eu cravei as duas mãos na bunda dela, segurando a calcinha como rédeas. Eu que estava de joelhos na cama, me posicionei melhor, ficando montando em cima dela, fodendo com toda a força que tinha.
- Aiiiii, caaarraaalhooo, me fodeeee… aiiiiiii
O corpo dela todo estremecia e sentia o peso do meu sobre ela. Nesse momento ela já não controlava mais seu corpo, só gozava e abraçou como pode a Fer. Eu continuei a bombar até ela começar a soltar o corpo. Não havia gozado ainda, mas vi que ela já não tinha forças para continuar, tamanha foi a explosão que sentiu. Fui deixando o membro sair lentamente dela, que caiu do lado da Fer, mole.
- Porra, fiquei até com as pernas bambas…
- Ainda não gozei, não vai terminar o que começou? Disse encarando ela, punhetando o pau levemente, melado do seu gozo.
- Ai Rafa, deixa eu ver você comendo a Fer, pode ser?
Fer estava abraçada com Lúcia deitada em seu peito. Ambas sorriram, trocaram beijinhos Fer disse:
- Vem amor, vamos mostrar para ela como se fode.
Eu já bem sabia o que ela queria, quando a vi saindo dos braços da amiga e ficando de quatro. Subiu sua bunda o máximo que pode, deitada sobre a cama e com as mãos livres, abriu as duas bandas de seu traseiro.
- Me fode seu safado! Vai me foder depois de comer minha amiga.
Não resisti e dei um tapa em sua bunda, ouvi só um gritinho e logo outro tapa acertou seu rabão empinado. Segurei o pau na entrada da buceta, só para sentir sua lubrificação, deu umas pinceladas. Ainda estava melado da Lúcia, por isso só abaixei um pouco e comecei a chupar o seu cuzinho. Ela piscava o anelzinho e rebolava na minha língua. Passou a me xingar e gemer. “Fode sua puta vai, seu corno!”, “Eu quero que você me castigue!”. “Eu sou sua puta, me usa vai, me fode…”
Aquilo me despertava ainda mais tesão, introduzi tudo em sua buceta só para sentir ela gritar.
- Seu puto, me arromba vai, puto, cachorro, vagabundo.
Dei algumas estocadas para ela relaxar, tirei do pau de sua buceta e direcionei para seu cuzinho todo babado. Fui forçando cada vez mais até romper a resistência inicial.
- Isso, fode meu cu vai, me arrebenta.
Foi pressionando e metendo cada hora mais até sentir meu pau inteiro dentro dela. Apesar da Fer adorar sexo anal, não faziamos com tanta frequência, o que a deixava sempre muito apertada.
- Ai caralho, me fode vai
Aumentei o ritmo quando senti ela mais relaxada. Eu amo comer ela nessa posição e as coisas que ela ficava falando só me estimulam ainda mais. Estava sentindo que não iria durar muito e nem precisava, a Fer já começava a gozar.
- Vai, goza em mim! Enche meu Cu de porra seu safado.
Meti ainda mais forte nela, cravando minhas mãos e bombando. Senti o pau inchar dentro dela e seu cuzinho pressionar meu pau forte. Seu corpo se contorcia e ela gemia. Com uma força descomunal, os jatos invadiram ela, enchendo-a. Várias golfadas preencheram seu interior até meu membro começar a amolecer. Naturalmente foi expulso e vi um pouco do líquido branco escorrer para fora.
- Foi incrível, adorei ver vocês dois! Por isso o Rafa adora olhar, dá muito tesão! Disse a Lúcia sorrindo.
- Mas hoje foram vocês que me usaram, fui abusada de todas as formas, tomei no cu, literalmente! Protestou a Fer.
- Pra você ver amiga, como é bom!
Elas sorriam juntas, com cumplicidade.
Tomamos banho rapidamente e nos vestimos. Saímos os três satisfeitos dali, novamente com o sol raiando.
Na volta o silêncio tomou conta do carro, até deixarmos Lúcia em casa. Antes de entrar, ela fez apenas um pedido:
- Por favor, não contem nada para o Marcos sobre hoje, tá?
Apenas concordamos e fomos embora, afinal todo casal liberal que se preze, precisa cultivar bem suas marmitinhas para elas voltarem.