Ana Paula conseguiu se soltar de mim e foi para a sala, arrumando a minissaia para que não deixasse sua nudez exposta. Eu estava simplesmente transtornado de tesão e tentei agarrá-la, mas a mesma me cortou, dizendo:
-Espera, precisamos conversar, não é assim!
Eu ainda zonzo só olhando para o corpão dela perguntei com a voz embargada:
-Conversar o quê?
Ela se sentou no sofá e disse:
-Não vim aqui para uma simples transinha...
Nessa hora, deixei meu fascínio e tesão por aquela morena e voltei à realidade:
-O que você veio fazer aqui, então? Não vai me dizer que foi só trazer um papel para eu assinar, mas sem querer, acabou se exibindo. Detesto joguinhos.
Ana Paula pediu que eu me sentasse, concordei, mas já achando que tinha feito papel de bobo, só não sabia o motivo. Notei que por um momento, ela abandonou o jeito segura com que se exibiu sem nenhum pudor e ficou um pouco sem graça.
-Sei que vai parecer bem maluco, mas o jeito é te contar antes. É assim, você sabe que sou casada com o Giuliani, antes de mim, ele teve vários casinhos, mas quando ficamos juntos a primeira vez, o homem gamou, largou casamento e toda uma vida para trás. Não vou negar que também amo meu italiano gordinho, mas vamos combinar, em certas partes, ele não dá conta. Mas o próprio Giuliani, desde o começo do nosso envolvimento entendeu isso e me deixou das umas escapadas para me sentir mulher plenamente, porque com ele, só consigo chegar lá sendo chupada. Mas o mais interessante e que talvez você ache estranho é que meu marido simples ama, mas ama com todas as forças ser corno e mais: humilhado, por isso, não preciso esconder nada dele.
Nessa hora, achei que tinha entendido o que Ana Paula queria, uma boa trepada ali, mas deixando claro que Giuliani não ligaria. Porém, havia bem mais.
-Nesses dois anos e pouco tive alguns casos, não muitos e apenas dois foram fixos e até frequentaram o nosso apartamento, mas um começou a ser indiscreto no dia a dia, chegou a aparecer na loja, imagina a situação. Já o outro, eu mesma não quis, pois apesar de bonito, era bem mais ou menos na cama e após umas vezes, começou a ficar ruim.
-Ok. Já entendi, vocês levam o que chamam de vida liberal, acho bacana, muito melhor do que trair o marido (nessa hora me lembrei de Jessica) ou viver com sexo insatisfatório, mas por que veio aqui para me contar isso? Quer que a gente transe, mas já deixando claro que o Giuliani sabe e que devo ser discreto?
-Não é exatamente isso. Sou muito seletiva para escolher um cara porque o que tanto ele quanto eu queremos, é um amante fixo, que venha ao nosso apartamento e o deixe assistir, mas sem participar. Após um bom tempo sem encontrar um que me interessasse para esse digamos “cargo”, passei a notá-lo. Te achei lindo, sexy e culto, homenzão da porra como está na moda dizer. Comentei com o Giuliani, logo quando começou o rolo do armário, mas ele ficou com um pé atrás, disse que você até poderia ser bom de cama, mas parecia ser muito certinho e não era exatamente o que esperávamos.
Aquele papo era surreal, mas fiquei curioso com o julgamento do mini Kojak e decidi perguntar:
-O que ele quer dizer com muito certinho?
-Acho que pelo fato de você ser professor, todo culto, talvez não tivesse o jeito que ele quer. Mas isso mudou depois de ontem. O Giuliani quer que meu futuro amante fixo, além de bom de cama, claro, que o trate com desdém, o humilhe, fale do pinto pequeno dele, de sua forma física ou tipo chegar em nosso apartamento como se fosse o dono, o meu marido, e ele, um nada, transar comigo e xingá-lo, dar umas ordens, enfim se apoderar de mim e debochar dele, isso o deixa com um tesão de louco. E ontem, após o esfrega que você deu nele, o homem ficou doido, falando no carro que finalmente achava que tinha encontrado a pessoa ideal e como sabia que eu tinha me interessado por você, me mandou vir aqui hoje.
Demorei para assimilar tanta informação. Já tinha ouvido e lido muito sobre casais liberais, mas aquilo que Ana Paula me contou por alto, era realmente doideira. Externei que estava confuso e precisaria entender melhor, levantei e disse se ela queria uma cerveja ou suco, ela aceitou uma cerveja, também peguei uma e voltei.
Momentaneamente, mudamos de assunto, contei, sem muitos detalhes, de que havia me separado recentemente e ido para aquele apartamento. Ana Paula me falou sobre sua vida, era de Minas, mas há muitos anos, morava em São Paulo. Até que após tomar toda a cerveja, ela voltou a carga:
-E então, o que achou do que falei e da proposta?
-Nunca vivi nada nem perto disso para falar a verdade, você me deixou louco de tesão há pouco, mas essa história do Giuliani assistir e ainda querer ser humilhado, me parece bem estranha, não sei se conseguirei.
Ana Paula decidiu jogar na base do “se quiser bem, se não quiser, ok, também”, se levantou e disse:
-Faz assim, pensa uns dias e depois arruma um jeito de me avisar. – Em seguida, se encaminhou para a porta,
Levantei-me rapidamente e a segurei pelo braço e disse com a voz embargada:
-Você não pode vir aqui me provocar, me mostrando essa bocetona linda e essa bunda incrível e agora me deixar assim. Fica um pouco mais, vamos amadurecer essa ideia. -Disse já a virando de frente para mim e quase que a imprensando contra a porta.
-Só se você aceitar e com o Giuliani junto.
-Aceito, mas vamos nos conhecer melhor, agora, assim você já saberá se estou a altura ou não de ser o amante que procuram. - Disse já beijando de leve o pescoço dela. Ana Paula fez charme, mas senti que gostou.
-Não posso, sem o Giuliani, além disso, ele vai notar a minha demora.
Não falei nada, apenas a beijei e fui correspondido. Apalpei seus seios, ainda por cima da blusinha. Trocamos beijos bem fortes e enquanto isso, já comecei a alisar sua bunda enorme, primeiro por cima da minissaia, mas depois a ergui um pouco e apalpei suas nádegas.
Puxei-a para o sofá, o mesmo que seu marido me vendera, pelo menos isso, ele entregou. Ela não era de fazer tipo, tirou as rasteirinhas e simplesmente se sentou de pernas escancaradas, ainda de minissaia e passou a alisar sua bocetona, se mostrando para mim. Era uma cena extremamente excitante, sua xana morena que tinha o clitóris e os pequenos lábios médios. Fiquei estático por um tempo apenas apreciando, cheguei a ficar de joelhos bem próximo. A morena tocava uma siririca suave e ao ver meu olhar de fascínio e insanidade, deve ter ficado orgulhosa e excitada. Enfiou dois dedos dentro dela e depois de um tempo os tirou, segurei sua mão rapidamente, os cheirei e coloquei em minha boca.
A partir daí, me soltei de vez. Arranquei sua blusinha e vi seus seios grandes, com aréolas marrons de médias para grandes e marcas de biquíni, saltarem. Mamei-os desesperadamente, que morena espetacular era aquela e que situação surreal estava rolando num antes, tedioso sábado à tarde.
Ana Paula se sentou no sofá, fiquei em pé e tirei a roupa, quando viu meu dote de 19cm e de uma grossura fora do normal, deu uma bela risada:
-Além de bonito, tem um pau de verdade. Faz tempo que não sinto um desses.
A morena começou a me fazer um boquete maravilhoso, meu tesão que por meses andou tão em baixa, agora voltava com tudo ali. Estava fascinado por aquela mulher, aquele corpo de pele tão linda e ainda tinha aquela bunda, puta que pariu! Era grande, dura e perfeita, sem estrias e também com marca de biquíni.
Após um boquete fantástico e de elogiar o gosto do meu pau, Ana Paula se deitou no sofá, mas decidi levá-la para cama, onde a coloquei de pernas abertas e passei a chupar uma senhora boceta. Que cheiro e que gosto maravilhoso senti ali. A morena gemeu alto, mas num dado momento, puxou-me pelos cabelos, fazendo com que a olhasse e me disse:
-Você chupa gostoso para caralho, mas tô precisando ser comida, porque o meu corno só sabe chupar, então enfia essa pica enorme em mim e acaba com a minha seca de meses, me faz me sentir mulher, me arregaça!
Ana Paula disse isso e jogou as pernas para cima, bem abertas e dobradas. Em um átimo de seguindo, encaminhei meu pau em direção a sua bocetona e comecei a enfiar naquele vulcão. Passei a estocar com muita vontade, não dava para acreditar que pelo puro acaso tinha pegado um “peixão” daqueles.
A morena realmente estava carente de pica e já no começo passou a gemer alto, dava uns gritos desesperados de AIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII! Quase intermináveis. Incrível como a boceta dela escorria uma quantidade enorme de líquidos, já tinha visto e sentindo mulheres bem molhadas, mas aquilo era um absurdo. Logo aquele mel todo, começou a espalhar seu cheiro pelo quarto, o que me deixou alucinado, pois é uma das minhas taras. Quase que instintivamente passei a fodê-la com mais força e seus berros aumentaram. A cavalona era escandalosa e avisou que estava quase gozando. Por estar com muito tesão, decidi não segurar, acelerei ao máximo as “macetadas” fazendo meus 19cm entraram e saírem com fúria dela, e junto gozamos em meios a gritos e gemidos. Há muito, mas muito tempo mesmo, não dava uma gozada como aquela, parecia que eu tinha voltado à vida. Para ela também foi intenso, pois há tempos não trepava com outro sem ser o Giuliani.
Ana Paula disse que precisava ir embora, pois tinha dito ao marido que só me provocaria e faria a proposta. Perguntou se podia tomar um banho, eu lhe dei uma toalha e mostrei o caminho. Porém, alguns minutos depois, fui atrás dela e ao vê-la debaixo do chuveiro, de costas para a porta exibindo aquela bunda imensa, fiquei excitado novamente e já fui entrando no box de pau duro e a encoxando. A morena riu e disse que não dava para fazermos com calma naquela tarde, mas me prometeu que teríamos outros encontros sem pressa para aproveitar bastante, desde que o marido pudesse ver. No meio da empolgação, disse que aceitava o trato, porém não me dei por satisfeito de já deixa-la ir, e após lhe dar uns beijos, colocar meu pau entre suas coxas e alisar seus seios, a morena bocetuda não resistiu, apoiou suas mãos nos azulejos, empinou a bunda e disse:
-Vai me come, seu professor gostoso e tarado.
Trepamos, agora de maneira mais demorada, a safada chegou a gozar duas vezes, lambi e soquei dois dedos em seu cu que era grande e marrom. Após um bom tempo, gozei dentro dela mais uma vez, urrando.
Vendo que a essa altura, mesmo estando na loja, o marido já tinha deduzido que ela acabou transando comigo, Ana Paula lhe mandou um whats com a seguinte mensagem:
“Tenho duas notícias, amor, uma boa e uma não tão boa para você”
“A boa é que o professor topou ser meu amante e te deixar assistir”
“A ruim é que não resisti e já levei pica dele amor, desculpa, mas além de gostoso, ele tem um pauzão e me pegou de jeito”.
Giuliani demorou alguns minutos a responder, pois devia estar enrolando alguns clientes, mas depois mandou uma mensagem fazendo um monte de perguntas. Ana Paula disse que à noite contaria quando ele estivesse chupando a boceta dela.
Já de banho tomados e trocados, perguntei mais sobre esse acordo deles e Ana Paula explicou melhor.
-Assim, o Giuliani sempre foi da gandaia, nunca respeitou a 1ª esposa, teve amantes fixas e muitas de uma transa apenas, isso por quase 20 anos, inclusive, traçava as vendedoras. Como ele tem grana, todas as mulheres diziam que tinham gostado que ele era o máximo e tal. Até que fui trabalhar para na loja, e o safado veio me cantar, demorei muito a ceder, mas, falei, quer saber, vamos ver qual é a desse coroa, e putz, na hora que ele tirou a roupa, fiquei chocada, já tinha visto homem com pau que deixava a desejar, mas o dele, nossa é muito pequeno, uma coisinha minúscula e fica parecendo ainda menor porque a barriga dele vai até perto do pinto, então ficou aquele contraste entre a pança e a pitoquinha pequena e fina. Meu queixo caiu, aí ele veio com um papinho para eu não reparar porque não era bem dotado, como se precisasse dizer. Fomos transar, o italiano até que sabia chupar bem, melhor que a maioria, verdade seja dita, mas na hora de enfiar, olha além de parecer um dedo, o homem gozou em menos de 20 segundos. A 2ª trepada da noite foi a mesma coisa, ou seja, além de pauzinho, tinha ejaculação precoce.
-Puta que pariu, mas e você ainda aceitou sair novamente com ele, sabendo que o coroa era uma negação na cama.
-Foi aí que veio a virada na minha e na vida dele. Uns dias depois o Giuliani me chamou de canto e me convidou para irmos a um motel quando fechássemos a loja. Eu tinha ficado tão decepcionada, que ninguém liguei em perder o emprego e falei tudo: disse para me desculpar, mas que já tinha dado para homem ruim de cama, só que ele era o pior disparado, que devia e se tocar e sossegar o facho, pois com pinto que parece de pré-adolescente e gozando em poucos segundos, só ia aborrecer as mulheres. Falei que se fosse a esposa dele já teria arrumado um homem e o feito assistir o que é foder de verdade e mais um monte de coisas o diminuindo. Achei que fosse ser demitida na hora, mas sabe o que ocorreu? O doido gamou em mim. Passou a me dar presentes, chocolates caros, flores, mesmo sem transar com ele, só precisava xingá-lo quando estivéssemos a sós, falar do pinto dele, da pança. Resumindo, uns tempos depois, passamos a ter um caso, mas com a condição de que o chifraria sempre e ele assistiria. O Giuliani passou a gozar tocando punhetinha ou até sem se tocar enquanto eu dava para outro e pedia para eu xingá-lo. Em pouco tempo, se apaixonou por mim, largou a mulher e fomos viver juntos. Só que hoje, eu digo, eu amo meu italianinho do pinto pequeno e não o troco pelo melhor comedor do mundo, desde que possa dar meus pulos. A gente é feliz do nosso jeito sabe?
-Mas se ele aceita de boa, por que você disse que faz tempo que não transava com outro?
-É porque assim, tenho muito desejo, fogo mesmo, mas não para dar para qualquer um. Casa de swing, por exemplo, uma amiga minha disse que numa noite deu para 7, eu não conseguiria fazer isso, o máximo que rolou comigo quando era solteira ainda, foi transar com 2 de uma vez e não gostei. Preciso sentir atração pelo cara e focar só nele, e trabalhando direto na loja, não pinta assim com facilidade, é por isso que queremos um fixo e discreto.
Entendi e disse que topava, só externei meu receio de não conseguir fazer o papel do humilhador, pois nunca tinha vivido algo assim, mas Ana Paula respondeu:
-Relaxa, na 1ª vez, você vê como eu trato o meu corno e depois vai pegando o jeito, já te adianto que quando maior a humilhação, mais prazer ele tem, sem contar que ontem, adorou o jeito que o tratou, dizendo que ia chutar a bande dele pelo bairro todo e que eu precisava de um homem de verdade.
Nos despedimos e na porta, trocamos mais uns amassos e passadas de mão, mas Ana Paula fugiu, pois disse que acabaríamos transando novamente. Combinamos de que marcaríamos um dia para eu ir ao apartamento deles e transar com a morena na frente de seu marido.
Naquele sábado, não fiquei com Gustavo, pois ele ia a um aniversário na casa de um primo. No dia seguinte, o busquei e passamos o domingo juntos. Já na volta, após me despedir dele na porta da casa de seus avós, Jessica me surpreendeu, entrou em meu carro e disse que precisávamos conversar. Desde que fomos morar separados, trocávamos poucas palavras e geralmente sobre nosso filho. De cara amarrada, respondi:
-Fala logo.
-Aqui não. Vamos para outro lugar.
-Não vejo motivo para bancar teu motorista, se tem algo para dizer, fala logo.
Jessica se decepcionou, talvez tivesse pensado que minha raiva tivesse diminuído e que a trataria melhor, mesmo assim, criou coragem e falou:
-Depois desses 2 meses que estamos separados, fora os outros 2 que ficamos na mesma casa, mas sem conversar, você nunca chegou a considerar a possibilidade de uma volta. Da gente esquecer o que ocorreu, fazer terapia e seguirmos juntos?
-Mas é claro que não! Tá maluca? Ainda tá nesse sonho de uma noite de verão de que vou dizer a você: “Olha, pensei melhor, você chupou a rola de outro 2 vezes, deixou ele te chupar e dedar, gozou, depois, combinou de trepar com o cara durante uma viagem nossa, enquanto pensava que eu estava dormindo, gozou de novo com ele, ele gozou dentro de você, mas tudo bem, vamos esquecer”. Ah! Vá tomar no cu, vai!
Jessica começou a chorar, uma cena que cansei de ver desde o dia que chutei o balde. Não tive pena nem a tranquilizei, só pedi que me deixasse ir logo.
-Tem muitos casais que conseguem viver felizes depois de uma traição. Claro, que quem foi traído fica machucado, mas o tempo é capaz de curar isso, se tivesse sido um caso de meses, anos ou se houvesse sentimento, mas foi uma burrada que demorou alguns minutos, isso não pode jogar os anos que fomos felizes fora assim, é muito injusto, ainda sou a mesma que se apaixonou quando era sua aluna, que se casou com você, com quem teve um filho, um erro não pode apagar tudo... – Disse minha ex, o que me fez explodir e berrei apontando-lhe o dedo, indicador
-Pensasse nisso antes! Pensasse nisso antes! Pensasse nisso antes! Acha que não tive um monte de tentações quando já estava com você? Alunas, mulheres no dia a dia, mas nunca cogitei ir em frente. Vou pedir pela última vez, não me venha mais com esse disco riscado de pedir para voltarmos, nosso casamento acabou, arruma outro, vê se o Ronaldo voltou da puta que o pariu ou tenta conhecer um cara legal e vai levar a sua vida, a minha está muito boa.
Enxugando as lágrimas, Jessica me perguntou:
-Você já está com outra?
-Não que seja da sua conta, mas já estou me envolvendo com outra, só sexo, mas tem sido muito bom e ontem então, foi sensacional.
Jessica abriu a porta do carro e disse resignada:
-Eu te amo, Wagner, e acho que não vou conseguir te esquecer nunca, mas vou seguir teus conselhos, te deixar em paz e tentar seguir em frente.
-Ótimo. – Respondi já dando partida no carro.
De fato, muitos casos de infidelidade acabam sendo perdoados e o casal consegue continuar juntos e felizes por décadas. Já vi muitos filmes americanos em que o marido ao descobrir que a esposa teve ou está tendo um affair, pergunta “Você acha que isso pode ser tornar sério?”, ou seja, sua preocupação, não é com ela ter dado para outro, mas se aquilo pode terminar com o casamento deles. Sei que isso é verdade, pois um amigo americano me contou que muitos lá agem assim, tentam ser racionais e analisar se um ato de infidelidade é imperdoável ou não. claro, que não são todos, há os passionais, os que pedem o divórcio sem pensar duas vezes. Na nossa cultura latina as coisas são mais tensas, porém, a verdade é muitos continuam juntos.
Eu sentia que Jessica me amava e estava de fato arrependida, mas dentro de mim criou-se um muro sólido, onde o perdão não conseguiria passar. Só não tinha certeza de como me sentiria quando minha ex-esposa aparecesse com um companheiro novo.
Voltei para casa naquele começo de noite de domingo, não chateado com o que houve, mas já pensando na cavalona da Ana Paula. Queria fodê-la logo, mas não daria para ser naquela noite. Conversamos por whats e marcamos para quarta-feira à noite no apartamento deles. Seria uma noite inesquecível, onde além de foder por horas aquela morena, veria quase todo tipo de loucura entre uma hotwife e um cuckold. Entretanto, no futuro, meus caminhos e o de Jessica se cruzariam.
