ROSA FLOR 2 - Capítulo 27 – INICIANDO NOVAS EXPERIÊNCIAS

Um conto erótico de Armando Pinto
Categoria: Grupal
Contém 11803 palavras
Data: 27/03/2026 18:02:41

Terminado aquele fim de semana cheio de brincadeiras com o tio Carvalho, amanheceu a segunda-feira, dia de trabalho. Despertei cedo, como de costume, e de pinto duro necessitando mijar. Minha amada esposa dormia peladinha, linda. Admirei por alguns segundos aquela mulher que eu tanto amo e fui pro banheiro, pois precisava iniciar a minha rotina diária de trabalhador. Depois da higiene matinal, fiz o café, chamei a Rosinha, comemos juntos e saí apressado pro trabalho. No caminho me lembrei das estrepolias do final de semana e me perguntei o que mais faltava acontecer entre minha mulher e o tio Carvalho. Pensei um pouco e lembrei da vontade que a Rosinha tinha de me comer usando consolos e da prosa entre ela e o tio, quando ela disse que se eu não desse minha bunda pra ela, iria comer a dele. Lembrei-me de que o tio apenas sorriu e disse que teria vergonha de fazer inversão de papeis com ela se eu estivesse presente, ou seja, ele estava disposto a satisfazer a curiosidade da minha mulher caso eu não estivesse presente. Considerando que ele havia contado das inversões que fazia com a tia Carmem e do prazer que sentia, certamente estava com saudades de sentir novamente o prazer que a sua esposa lhe proporcionava. Imaginei, então, que não seria difícil a Rosinha convencê-lo a dar a bunda pra ela. Admito que senti um leve ciúme ao imaginar minha esposa satisfazendo sua curiosidade com outro homem porque eu ainda não havia aceitado ser penetrado por ela. Caros leitores, cresci com alguns preconceitos, entre eles o de que homem não sentia ou não deveria sentir e, se sentisse, não deveria admitir sentir prazer no cu, mas a minha esposa me fez ver que meu cuzinho era tão sensível quanto o dela quando, durante uma transa, me lambeu o furico e enfiou os dedos nele me provocando um gozo delicioso. Lembrei-me também de que gozei intensamente quando, dias atrás, ela enfiou na minha bunda o consolo menor.

Durante o expediente na empresa, consegui autorização do meu chefe e saí mais cedo indo direto pro curso na esperança de finalizar os estudos e poder trabalhar como corretor de imóveis. Terminada a aula, voltei pra casa um pouco tenso ao imaginar que minha esposa poderia tocar no assunto inversão de papeis, mas não tive nenhuma ideia pra fugir dela, caso me assediasse. No caminho de volta, não mais tive tempo de pensar se eu aceitaria ou resistiria às tentativas da Rosinha de querer comer minha bunda. Ao chegar, ela estava esquentando a comida, dei-lhe um beijo e fui trocar a roupa de trabalho por outra confortável. A Rosinha parecia tranquila, jantamos sem falar sobre os acontecimentos do fim de semana. Terminada a refeição, limpamos tudo na cozinha e fomos pro banco do quintal tomar uma cerveja gelada. Eu continuava tenso esperando que minha mulher tocasse no assunto dos consolos e nem propus ficarmos pelados pra não dar ideias que fizessem ela lembrar de sexo e sacanagens.

Rosinha (sorridente ao sentar-se ao meu lado) – Amor, que tal tirarmos a roupa e tomarmos uma ducha pra refrescar.

Eu (tenso e um pouco distraído, me confundi achando que ela estava sugerindo fazermos sexo) – Oh, amor, transamos tanto no fim de semana, gozei várias vezes e tô bastante satisfeito, além disso, o meu dia de trabalho foi cansativo e não sei se o meu amigo aqui vai acordar.

Rosinha (rindo, fingindo me dar bronca) – Feeeer, eu só sugeri tomarmos banho, nem falei que tô a fim de dar ou pedi pra você me comer! Eu também tô bem satisfeita com o sexo gostoso do fim de semana e, se você quiser, poderei te “dar uma folga” hoje!

Trocamos um beijinho, tiramos as roupas e nos banhamos na ducha. Depois tomamos mais uma cerveja e fomos pro nosso quartinho aconchegante. Nos deitamos nus e a Rosinha me surpreendeu fazendo algo que há muito não fazia, ela pegou um livro e deitou-se pra ler. Desconfiei, pois ela continuava pelada, mas nada falei e também peguei meu livro. Eu ia me ajeitando ao lado dela, apoiado num almofadão quando ela sugeriu:

Rosinha (abrindo as pernas e exibindo a xaninha raspadinha, mas sem qualquer expressão maliciosa no rosto) – Fer, deite-se aqui na minha coxa, será mais confortável pra você, pois esse almofadão é meio duro!

Suspeitei naquela hora que a Rosinha estava querendo algo diferente de uma simples leitura, mas aceitei a sugestão e me deitei apoiando a cabeça numa das coxas dela. Me esforcei pra não me distrair com a belíssima paisagem tão próxima do meu rosto, ajeitei o livro diante dos olhos e tentei me concentrar na leitura. Com o livro tapando a visão da xotinha, eu estava conseguindo ler, mas percebi que ela estava inquieta. Como eu não queria fazer sexo por medo dela tocar no assunto da inversão de papeis, continuei firme com a leitura e assim ficamos por quase uma hora até que, curioso, afastei o livro e olhei pra rachinha mais linda do mundo bem diante dos meus olhos e me surpreendi ao vê-la molhadinha, com os lábios brilhantes de lubrificante natural e uma gotinha escapando da fenda e descendo rumo ao cuzinho. Meu coração acelerou, pois, embora ela tivesse dito antes que estava satisfeita, aquela lubrificação evidenciava que minha esposa queria sexo antes de dormir. Querendo me afastar do assunto consolos, eu nada disse ou fiz e, mesmo incomodado e com a consciência pesada, tentei continuar lendo. Meia hora depois ela acariciou meus cabelos me fazendo imaginar que iria pedir sexo:

Rosinha – Amor, tá ficando tarde, que tal dormirmos?

Saí do meio das pernas dela, dei-lhe um beijinho de boa noite e me acomodei pra dormir, porém sentindo remorsos por não dar sexo e gozo pra minha amada antes dela adormecer. Minutos depois nenhum de nós havia dormido. Consultei o relógio e vi que naquele horário não havia tempo para uma transa longa, mas ainda daria uma rapidinha. Com a intenção de dar prazer a ela e aproveitando que estava deitada de costas, carinhosamente afaguei sua barriga e deslizei lentamente a mão rumo à xaninha. Ela pareceu sentir arrepios e, receptiva aos carinhos dos meus dedos, abriu as pernas antes mesmo que minha mão chegasse ao seu tesouro.

Eu (escorregando o dedo entre os lábios vaginais e os sentindo escorregadios) – Quer uma lambida bem gostosa na xota e gozar na minha boca?

Rosinha (se virando pra mim e pegando meu pinto que ainda estava mole) – Você quer beber o meu melzinho?

A pouca luz que havia no ambiente nos permitia ver nossos vultos, trocamos um beijo rápido e, sem mais palavras, me deitei entre as pernas dela e beijei-lhe as coxas antes de cheirar a fruta que tanto amo e que naquele momento lembrava xaninha limpinha e sabonete: “Ufff, ufff, ufffff!”

Rosinha (acariciando meus cabelos e erguendo o quadril demonstrando estar gostando do meu carinho) – Gosta do cheiro da minha bucetinha limpinha também?

Eu (apreciando o sabor, o aroma e o calor daquela preciosidade) – Huuumm, huumm!

Caros leitores, penso que o fogo da minha esposa é inesgotável e, mesmo depois de tanto sexo e gozo no final de semana, não foi preciso nenhum dedinho no cu para que em menos de cinco minutos ela explodisse em gozo na minha boca:

Rosinha (puxando minha cabeça de encontro à sua buceta) – Ai, amor, vou gozar na sua boca, ohhh, que língua gostosa que você tem, ahhhhh, que delíciaaa!

Dei mais uns beijinhos suaves ao redor da fruta aproveitando pra sentir um pouco mais o perfume delicioso e me deitei com a intenção de dormir.

Rosinha (apesar de estar com o corpo mole, me beijando apaixonadamente, me lambendo a boca e chupando minha língua) – Amor, quer que eu chupe seu pau pra você também gozar na minha boca e dormir feliz?

Eu (brincando com ela depois do beijo apaixonado que ganhei) – Uau, que beijão gostoso! Você ainda tá com tesão?

Rosinha (sorrindo de olhos fechados) – Tô satisfeita, mas sua boca tá com um gosto delicioso de buceta; e ultimamente tenho fantasiado muito em experimentar o cheiro e o sabor de uma xota, mas quero uma diferente da minha, tem que ser de outra mulher!

Eu – (percebendo que ela ainda tinha fogo pra mais uma transa, mas querendo dormir, pois teria que trabalhar na manhã seguinte) - Relaxe e durma, mocinha, aproveite a moleza do gozo e descanse.

Amanheceu a terça-feira e a rotina de um dia de trabalho se repetiu: café da manhã e saída às pressas pra pegar o ônibus. Durante o trajeto, outra vez pensei em como evitar o assédio da minha mulher com relação ao desejo dela de enfiar um consolo na minha bunda. Foi no intervalo do almoço que voltei a pensar no caso e imaginei que talvez naquela mesma noite a Rosinha voltasse ao assunto da inversão de papeis. Embora não fosse costume eu enviar mensagens via zap para assuntos sexuais, mas tentando evitar o assunto inversão e me livrar do assédio que a Rosinha certamente faria, enviei a seguinte mensagem: Olá, minha florzinha! Ontem eu adorei te pegar após o banho e lamber essa coisinha gostosa que você tem aí no meio das pernas, limpinha e cheirando a sabonete; hoje eu quero outra vez, mas tem que ser diferente, quero ela com cheirinho e sabor naturais. Pode ser?

Logo recebi a seguinte resposta da minha mulher: “Tarado! Já que você tá querendo a minha frutinha “in natura”, será assim que você a terá hoje quando voltar pra casa. Beijos no seu pau!” Voltei a trabalhar, porém não deixei de pensar na minha esposa gostosinha me esperando no final da tarde. Estava tão ansioso pra voltar pra casa que consegui que o meu chefe me liberasse uns minutos mais cedo. Fui ao banheiro dar uma mijada antes de sair e senti meu pau sensível, bastou eu fazer uma leve massagem que o bicho ameaçou endurecer. Enviei uma mensagem via zap: “Amor, estou saindo do trabalho, chegarei aí mais cedo!” Quando eu voltava, chacoalhando na última fileira do ônibus, recebi uma mensagem da minha amada: “Volte logo pra casa, estou te esperando com um presentinho que você vai adorar!” Caros leitores, ao passar pelo portão da garagem, comecei a imaginar a minha esposa me esperando, pensei na xaninha quente e suadinha que me esperava e isso foi o suficiente pro meu pinto pulsar dentro da cueca. Entrei e vi minha amada na cozinha pondo os pratos na mesa de jantar. Fui até ela, dei-lhe um beijo gostoso e ia enfiando a mão debaixo do vestido dela quando ela segurou meus pulsos me impedindo:

Rosinha (sorrindo, parecendo estar me sacaneando, porém usando palavras de duplo sentido) – Oh, amor, imagino que você esteja com fome, a sua comidinha foi preparada com carinho e está quentinha! Que tal sentarmos à mesa?

Eu (rindo e lhe fazendo carícias nos peitos por sobre o tecido da roupa) – Voltei mais cedo pra casa, mas não foi pra comer arroz e feijão, nem salada; agora o que eu quero é você e a frutinha gostosa que você tem entre as pernas. Tô imaginando que ela deve tá quentinha!

Rosinha (sabendo exatamente o que o queria, porém continuando a me sacanear) – Oh, amor, acho melhor deixarmos pra mais tarde, pra depois do banho, é melhor eu lavar minha xaninha antes de dar ela pra você. (com um sorriso malicioso nos lábios) - Hoje durante a tarde eu fiquei excitada várias vezes e minha xotinha tá uma meleca, acho melhor lavar ela pra tirar o cheirinho e o gostinho de xota melada!

Eu (tirando rapidamente minha roupa e exibindo meu pau duro) – Não seja maldosa, Rosinha, tô imaginando o cheiro e o sabor da sua xota desde a hora do almoço, veja como meu pau tá duro por sua causa, pegue nele e aperte pra você sentir o quanto ele tá tarado por você!

Rosinha (segurando o riso, pegando e massageando meu cacete) – Mas, Feeer, minha rachinha tá muito melada, vi muita sacanagem na internet hoje e ela tá uma meleca!

Eu (com as mãos debaixo do vestido dela, agarrando, apertando e abrindo as nádegas) – E o que você viu de tão bom que te deixou tesuda a ponto de molhar a xotinha?

Rosinha (massageando meu cacete e fazendo carinha de quem consulta a memória) – Huuumm, eu vi muitos homens pelados, muitos pintos moles, duros, pequenos, grandes, brancos e pretos, vi pintos de todos os modelos e cores; e vi também muitas mulheres, vi muitos peitos, bundas e xotas raspadas, peludas, grandes, pequenas e algumas greludas. Sabe, Fer, ultimamente tenho fantasiado muito com outra mulher, sinto um desejo enorme de transar com outra fêmea.

Eu (procurando entre as pernas a xaninha que eu tanto desejava) – E o que você gostaria de fazer quando estiver na cama com outra mulher?

Rosinha (sorrindo e segurando meus pulsos impedindo que minhas mãos chegassem no seu entre coxas) – No dia em que eu for pra cama com outra mulher vou querer fazer tudo, quero beijar, mamar nos peitos, lamber ela todinha, sentir o cheiro e o sabor de outra buceta; você fala tanto que o cheiro de mulher é bom que eu também quero experimentar. Por enquanto só conheço o cheiro e o gosto da minha xota, mas quero experimentar outra.

Eu (tentando conquistar minha mulher pra que ela me desse o que eu tanto queria) – O cheiro da sua xota é o meu afrodisíaco, gosto dela de qualquer jeito, seja limpinha cheirando a sabonete, ou suadinha, meladinha com cheirinho natural.

Delicadamente a Rosinha me empurrou até que eu apoiasse minha bunda na mesa e se afastou de mim iniciando um jogo de provocações que tanto gostamos.

Rosinha (me encarando com um sorriso malicioso nos lábios, enfiando a mão debaixo do vestido, entre as coxas, porém sem me deixar ver seu tesouro) – Quer me cheirar entre as pernas e sentir o cheiro da minha buceta?

Eu (contraindo os músculos e exibindo meu pau pulsando, pulando e atraindo o olhar atento da minha mulher) – Tô sonhando com o cheiro e o sabor da sua buceta desde a hora do almoço.

Rosinha (tirando a mão debaixo do vestido, levando seu dedo ao nariz e cheirando) – Ufffff, minha xota tá muito melada e com cheiro de buceta de puta! Se eu deixar você cheirar ela, você vai me dar pica até me fazer gozar?

Eu (vendo a Rosinha enfiar outra vez a mão debaixo do vestido e mexer na xereca) - Dou tudo o que você quiser!

Rosinha (com a voz carregada de tesão, estendendo a mão e me dando o dedo pra cheirar) – Vai fazer 69 comigo, chupar bem gostoso minha buceta e deixar eu enfiar meu dedo no seu cu enquanto chupo seu pau?

Eu (tarado, cheirando o dedo dela, sentindo o aroma inebriante e afrodisíaco do sexo da minha amada que fazia meu pau pulsar) – Deixo você fazer o que quiser comigo, mas me deixe cheirar e lamber sua buceta, por favor.

Rosinha (enfiando o dedo na minha boca) – Fiquei tesuda várias vezes hoje, minha buceta tá muito melada e não lavei, ela tá uma meleca. Vai querer ela mesmo assim?

Eu (puxando minha mulher, abraçando seu corpo e beijando sua boca ao mesmo tempo em que enfiava a mão entre suas pernas e finalmente sentindo nos dedos a delícia daquelas carnes quentes, molhadas e escorregadias) – Vamos pra cama que eu vou lavar sua buceta com a minha língua, vou lamber bem gostoso e beber todo o melzinho que tem nela até deixá-la limpinha, vamos, minha putinha gostosa!

Caros leitores, o que era para ser somente alguns comentários a respeito daquela transa deliciosa, está se tornando um relato à parte, mas não consigo omitir as delícias que a minha amada esposa me proporcionou naquela noite.

No quarto, a Rosinha tirou o vestido e nuazinha se jogou na cama apoiando as costas num almofadão e, me encarando com cara de tarada, arreganhou descaradamente as pernas exibindo a buceta brilhante de líquidos lubrificantes. Como se isso não bastasse, abriu a racha com os dedos exibindo a portinha do paraíso e o túnel aconchegante e me convidou:

Rosinha – Vem, meu macho tesudo, quero que você venha cheirar aqui no meio das pernas, vem sentir o cheiro da sua puta, vem cheirar minha buceta que tá toda melada, quero sentir sua língua lambendo a meleca que guardei pra você, vem meu cachorro, vem cheirar e lamber a sua cadela!

Antes de cair de boca naquela fenda que exalava o cheiro característico de fêmea no cio, cheirei muito aquelas carnes quentes e me embriaguei com o delicioso aroma de buceta melada. Depois beijei com paixão as laterais das coxas molhadas e fui beijando até atingir o centro do prazer. Que buceta linda tem a minha mulher! Beijei, senti nos meus lábios os lábios da minha esposa, enfiei profundamente a língua e fui recolhendo o delicioso mel de mulher, o mel da minha fêmea. Senti que a Rosinha estava próxima de gozar e eu estava disposto a levá-la ao prazer naquela posição, mas ela quis mudar:

Rosinha (empurrando minha cabeça, me afastando dela e se posicionando de quatro com o rabo empinado) – Quero ficar de quatro pra você me cheirar, e quero que você me lamba igual os cachorros fazem com as cadelas antes de montar.

Ao ver o belíssimo rabo arrebitado, outra vez caí de boca naquele cu piscante e na buceta arreganhada.

Rosinha (agitando seu corpo) – Isso, meu cachorro, lambe a sua cadela que ela gosta, lambe tudo, enfie a língua na minha buceta e no meu cu que eu tô quase gozando!

Eu lambia com tara os buraquinhos deliciosos da minha Rosinha, mas ao perceber seu corpo se arrepiando, interrompi o carinho para evitar que ela gozasse e me deixasse mão. Me deitei em posição invertida puxando ela pra cima de mim e iniciamos um delicioso 69, boca no pau, boca na buceta e, de surpresa, dedo no cu; no meu cu! Imediatamente após uma linguada molhada no meu buraquinho traseiro, senti um dedo atrevido entrando apressado e se enfiando o mais fundo que pode. Caros leitores, sem qualquer vergonha, confesso que aquela metida de dedo no meu rabo multiplicou o meu tesão. A excitação era tamanha que seria inevitável gozarmos em breve, mas antes disso tive nova surpresa; a minha esposa safada enfiou outro dedo no meu rabo, o segundo, porém da outra mão. Imaginem dois dedos no meu rabo, sendo um de cada mão, situação que deu a ela a possibilidade de forçar os dedos pros lados e abrir meu rabo me causando uma leve dor, mas também um prazer gigantesco. Me vinguei e dei a ela o mesmo tratamento, enfiei o dedo indicador de uma das mãos no cuzinho apertado juntamente com o indicador da outra mão e, puxando pros lados, também abri o cuzinho da minha amada. O delicioso 69 que fazíamos, mais os dedos enfiados nos cus, nos levou ao limite da nossa excitação. Gozamos juntos, enchemos nossas bocas com os líquidos dos nossos prazeres, bebi o mel de buceta que a Rosinha vertia na minha boca enquanto ela engolia a porra que meu pau esguichava fartamente em sua garganta. Que gozada gostosa! Adormecemos por quase uma hora sem que ela saísse de cima de mim. Ao acordar, mesmo tendo a belíssima visão da minha amada ainda em posição de 69, senti um vazio no estômago me lembrando de que não havíamos jantado. Com beijinhos carinhosos naquela região tão íntima da minha fêmea, fiz com que ela despertasse e também ganhei beijinhos no meu pinto mole. Jantamos, nos banhamos e adormecemos felizes.

Eu (minhas últimas palavras antes de adormecer) – Rosinha, adorei cheirar e dar um banho de língua na sua xotinha, você tem a bucetinha mais gostosa do mundo!

Rosinha (pegando meu pinto mole e se ajeitando pra também dormir) – Você é muito safado, amor; acho que gosta mais da minha xerequinha meladinha do que limpinha!

Na quarta-feira acordei atrasado, despertei a Rosinha, tomamos café e saí apressado pro trabalho com a mesma preocupação dos dias anteriores, ou seja, de que ela me assediasse com o assunto inversão de papeis e quisesse usar em mim os consolos da tia Carmem. Mesmo já tendo sentido um vibrador pequeno no rabo e gostado, eu ainda tinha preconceitos de que homem não deve usar o cu pra obter prazer. Na esperança de evitar que minha esposa tocasse no assunto e tentasse enfiar algo na minha bunda, enviei a ela a seguinte mensagem via zap: “Olá, amorzinho! Agora há pouco, enquanto almoçava, lembrei de você e dessa sua bunda linda e gostosa. Que tal você deixar eu entrar pela porta dos fundos hoje?” A mensagem que recebi segundos depois foi: “Fer, você é muito safado!” Como não obtive a resposta que eu queria, insisti: “Posso ficar feliz imaginando como será gostoso eu entrando pela porta dos fundos?” O sinal sonoro do celular anunciou a chegada de outra mensagem: “Amo muito você! Serei todinha sua!” Mandei um coraçãozinho e trabalhei feliz até o final do expediente. Ao entrar no ônibus, enviei um zap assim: “Olá, minha florzinha! Estou voltando pra casa e com muita fome, doido pra comer algo bem gostoso, caso você queira ir preparando minha comidinha desta noite, ficarei muito feliz” Sem receber resposta, minutos depois desci ansioso do ônibus, caminhei apressado rumo à casa do tio, passei pelo portão, cheguei na minha casinha e não encontrei a minha Rosinha, olhei na varanda, procurei na sala e não a encontrei. Mas bastou eu entrar no quarto pra ser presenteado com uma belíssima surpresa: minha amada esposa me esperava na cama, nuazinha, de quatro na beirada do colchão exibindo a bunda maravilhosa todinha oferecida a mim. Que visão, caros leitores, que linda paisagem é a minha esposa nua! Com meus olhos fixos naquela obra de arte esculpida pela natureza, eu tirava minha roupa imaginando as muitas delícias que aquela fêmea iria mais uma vez me proporcionar. E a danada sabia provocar, abria as pernas exibindo a racha linda e piscava o cuzinho me convidando a entrar naquele tunelzinho cuja portinha, adornada com preguinhas, denunciava o quanto aquele furinho era apertado. Me aproximei, beijei aquelas polpas firmes e, sem muita demora, dominado pelo desejo de entrar naquele paraíso, iniciei beijos no início do reguinho e fui descendo lentamente me aproximando do tão precioso orifício anal da minha amada. Beijei, lambi as preguinhas e desci um pouco mais escorregando a língua na fenda quente que vertia seus líquidos lubrificantes, preparando aquela entradinha para ser penetrada. Durante toda a tarde eu pensei nos prazeres que o cuzinho da minha esposa iriam me proporcionar, mas olhando aquela bucetinha linda o meu desejo se dividiu, pois aquela rachinha parecia implorar pelo meu pau. Voltei a lamber o cuzinho, enfiei a língua o mais profundo que consegui fazendo a dona daquela preciosidade gemer:

Rosinha – Ai, que delícia, Fer, sua língua é muito gostosa, adoro ela nos meus buraquinhos!

Meu pau estava duro como pedra, eu estava doido de vontade de meter na minha mulher, entrar naquele cuzinho e sentir no pau o calor e o aperto dos seus músculos anais, mas antes decidi fazer uma visita na xotinha, pois ela estava irresistível, lindinha e toda brilhante dos sucos lubrificantes parecendo me convidar a entrar nela. Me coloquei em pé e nem precisei segurar meu cacete, pois o bicho tava muito duro e logo encontrou a entradinha.

Rosinha (ao sentir a cabeça do meu cacete cutucando sua portinha do paraíso) – Oh, Fer, eu tô doidinha pra dar meu cuzinho pra você, mas também quero sentir seu pau na minha bucetinha. Mete nela primeiro, vem, me dá pau na buceta!

Eu (enfiando numa só metida a pica na racha aconchegante e iniciando um vai e vem) – Ufffff, sua buceta é muito gostosa, quente e apertada! Que delíciaaa!

Agarrei minha mulher pela cintura e a puxei de encontro a mim cravando profundamente minha pica dentro dela, entrei tão fundo que senti a cabeça tocar levemente no seu útero.

Rosinha (ao sentir meu pau tocando delicadamente no seu órgão interno) – Aiii, que gostoso, amor; tô sentindo seu pau tocando meu útero; que delícia!

Aquela metida gostosa aumentava perigosamente o meu prazer me fazendo sentir a proximidade do gozo e, então, decidi mudar de posição. Sai de dentro da minha mulher e deitei de costas na cama exibindo orgulhosamente meu cacete duro como uma rocha.

Eu (pegando a pica pela base, balançando e convidando minha mulher) – Vem, gostosa, vem sentar e rebolar na minha pica dura!

Rosinha (montando em mim e engolindo minha caceta com a buceta) – Ufffff, que piroca dura e gostosa você tem, amor!

Metemos mais um pouco e, para minha surpresa, a Rosinha aumentou o ritmo da cavalgada e anunciou que iria gozar:

Rosinha (apoiando as mãos no meu peito, fechando os olhos e virando o rosto pro teto parecendo delirar de prazer esfregando o grelinho no meu púbis) – Vou gozar, vou gozar nesse seu caralho gostoso, ai, que delícia de caralhooo!

Terminados os espasmos do gozo, ela se deitou sobre mim pra descansar e ficamos abraçados por alguns minutos. Mesmo sem qualquer movimento, meu pau continuou duro dentro da xaninha quente.

Rosinha (sorrindo pra mim após descansar) – Gozei antes de você, amor; fui muito apressadinha e te deixei na mão, né! E agora, o que você vai fazer?

Eu (segurando pra não sorrir, fingi uma bronca tentando ser ríspido com ela) – Você não se comportou bem gozando antes de mim e merece ser castigada!

Rosinha (fazendo carinha de quem pede desculpas por ter feito algo errado) – Oh, amor, concordo que fui má e mereço ser penalizada, mas espero que você não seja rigoroso demais comigo, mas, se for, saberei aceitar o castigo que você me impuser.

Eu (olhando sério pra minha esposa e ordenando) – Levante seu quadril, tire meu pau da sua buceta e enfie no seu outro buraco!

Rosinha (fazendo carinha de piedade) – No cuzinho, amor? Cê quer enfiar seu cacete no meu rabinho? Oh, Fer, seu pau tá duro demais! Vai doer?

Eu (lembrando de algo que o tio disse tempos atrás) – Vai doer, sim, mas só o suficiente pra você sentir que meu pau estará entrando no seu cu, e não na sua buceta!

Caros leitores, lembram-se de que o meu quarto tem espelhos nas portas do armário bem em frente à cama? Pois bem, pelos espelhos eu via minha amada, que continuava montada em mim comendo meu pau com a buceta, enfiar a ponta da bisnaga de gel lubrificante no rabinho e espremer um bom tanto dentro do seu tunelzinho anal. Que cena tesuda! Em seguida ela levantou o quadril e começou a procurar meu pau com o cuzinho. Embora minha pica estivesse extremamente dura, ela escorregava sempre que a Rosinha abaixava a bunda tentando a penetração. Eu, que continuava assistindo tudo através dos espelhos, vi quando ela segurou meu cacete e o apontou pro centro das suas preguinhas anais. Que tesão me deu ver aquilo! Ao sentir a cabeça da minha pica encaixada no furinho traseiro dela, voltei meu olhar pro seu rosto, pois as expressões de dor e prazer que ela sempre faz quando dá a bunda multiplicavam meu tesão.

Rosinha (gemendo ao ir abaixando lentamente a bunda e engolindo com o cu a cabeça do meu cacete) – Putz, que pau grosso e duro você tem, Fer! Uau, tá rasgando as pregas do meu cu! Ufffff, aiii, como isso dói! (sentando um pouco mais e comendo metade do meu pau) – Ai, ai, tá entrando, agora é quando dói mais, é a hora que o meu cuzinho se abre pra agasalhar esse seu pauzão grosso! (descendo mais com a bunda, comendo todo o meu cacete, dando uma reboladinha e tentando sorrir mesmo sentindo dor) – Comi tudo, Fer, doeu e continua doendo, mas meu cuzinho guloso engoliu todo seu pau! Tá sentindo seu cacete todinho enterrado no meu rabo?

Eu (apertando os peitos da Rosinha e beliscando os mamilos) – Seu cu é muito gostoso, muito quente e apertado!

Rosinha (parando de rebolar, sorrindo e contraindo os músculos anais dando mordidas no meu cacete) – Sinta meu cuzinho mordendo seu pau, ele gosta muito do seu cacete dentro dele, ele adora morder essa sua piroca dura!

Depois de me provocar com as mordidas deliciosas no pau, a Rosinha mudou um pouco a posição, curvou o corpo pra trás, apoiou as mãos nos meus joelhos e colocou os pés próximos do meu peito de forma que conseguia levantar e descer a bunda e me presentear com a belíssima visão do seu cuzinho escorregando na minha pica, subindo até restar somente a cabeça dentro dela e, em seguida, descendo e engolindo até o último centímetro de pau.

Rosinha (iniciando um rebolado intenso e me surpreendendo outra vez) – Aiiiii, que delícia de piroca socada no meu cu, não vou aguentar, vou gozar de novo no seu pau, Fer, seu cacete é muito gostoso, vou gozar, ai, que delícia, tô gozandooo!

Imaginando que após duas gozadas a Rosinha poderia não teria mais forças pra um “terceiro tempo”, apenas esperei passarem os espasmos do gozo e delicadamente a empurrei pra que saísse de cima de mim e ordenei:

Eu (com pressa de também gozar) – Fique de quatro, vou te enrabar de quatro e gozar antes que você me deixe na mão.

Minha mulher, mesmo sem forças, obedeceu e se posicionou de quatro. E eu, tarado como um cavalo selvagem, imitei uma cena que sempre me deu tesão quando via em vídeos pornôs. Com os joelhos semiflexionados, e o pau na altura do cuzinho, dei uma metida firme e enterrei todo o meu cacete no rabo da minha mulher.

Rosinha (gemendo de dor) – Ai, devagar, tarado! Meu cu tá aberto, mas ainda dói!

Sem dar atenção aos reclamos da minha esposa, sentei na bunda dela e coloquei meus pés debaixo da sua barriga. Ao olhar nos espelhos vi que eu, naquela posição de montaria, parecia um cowboy montado numa égua, porém uma égua mansa que aceitava submissa o meu cacete profundamente socado no seu cu. Pra completar a enrabada selvagem, segurei os cabelos dela fingindo ser uma rédea e iniciei a cavalgada. Caros leitores, acho que eu nunca havia metido o pau no cu da minha mulher tão profundamente quanto naquela noite, ou, se tinha, aquela foi especial, pois ao me olhar no espelho montado e cavalgando ferozmente daquela forma, meu tesão se multiplicou me levando ao gozo em poucos segundos. Uau, que gozada gostosa! Junto com a porra que eu esguichava no cu da Rosinha, eu sentia sair também toda a minha energia!

Eu (me deitando sobre aquele corpo suado e agarrando os peitos da minha égua) – Tô gozando, puta, sinta meu pau inchando dentro do seu cu, tô mijando minha porra quente no fundo desse seu rabo de égua!

Rosinha (gemendo sem forças e ainda de quatro me suportando montado sobre seu corpo) – Ai, que delícia, amor, tô sentindo seu pau esporrando dentro de mim, goze, meu cavalo tarado, encha meu rabo de porra quente que eu adoro, ufffff, que delícia dar meu cu pra você!

Após alguns segundos a Rosinha foi amolecendo até se deitar de bunda pra cima. Acompanhei seus movimentos e também abaixei meu corpo, mas fiquei por algum tempo sentado sobre as coxas dela, apreciando meu pau ainda dentro do seu rabo e mantendo o buraco bem esticado. Tentando relaxar e recuperar minhas energias, me deitei sobre ela e abracei com paixão o seu corpo quente e deliciosamente suado.

Eu (sussurrando no ouvido dela) – Você tem o cuzinho mais gostoso do mundo, minha flor!

Rosinha (com o rosto virado pro lado, sorrindo) – Já que você gosta tanto dele, deixe seu pau aí dentro até amolecer.

E assim ficamos por algum tempo, eu deitado sobre ela e engatados até meu pau ser expulso pelo cuzinho que lentamente foi se fechando. Depois tomamos uma ducha, jantamos e dormimos felizes.

Amanheceu a quinta-feira e mais uma vez acordei pensando em algo pra distrair a Rosinha de maneira que ela não tocasse no assunto inversão de papeis. Naquela semana havíamos transado todas as noites, fizemos sexo de várias formas, desde o oral, o vaginal e até o anal e, talvez por isso, não me ocorreu nenhuma ideia que pudesse distrair a minha esposa. Relaxei e parei de pensar no assunto. À tardezinha voltei pra nossa casinha, abracei e beijei a minha amada, apalpei e acariciei seu corpo quente e, por alguma razão que não sei explicar, esqueci de enfiar a mão sob o seu vestido curto como eu sempre fazia. Minha esposa safada, sempre pronta pra uma brincadeira erótica, me presenteou com um sorriso malicioso e me fez notar que ela não usava roupa íntima.

Rosinha (pegando minha mão e colocando entre suas pernas ao mesmo tempo em que apalpava meu pau por sobre a roupa fingindo me dar uma bronca) –Amor, você não vai fazer “dizer um oi”pra minha florzinha e fazer um carinho nela?

Sorri um sorriso sem graça devido ao meu esquecimento, enfiei a mão debaixo do vestido e deslizei o dedo na rachinha da Rosinha sentindo o calor e a umidade daquela frutinha deliciosa. Pra me redimir, me ajoelhei em frente a ela que, ao perceber que iria ganhar um beijinho na xaninha, levantou o vestido e apoiou um dos pés sobre a mesa arreganhando as pernas e facilitando meu carinho. Cheirei e beijei a fenda úmida, esfreguei meu rosto naquela fruta e finalizei o carinho com uma enfiadinha de língua na portinha do paraíso.

Rosinha (me fazendo ficar de pé, colando seus lábios aos meus e me beijando de língua) – Adoro quando você volta pra casa pra eu ganhar um carinho! (me encarando e sorrindo maliciosa) – Gostei muito desse cheirinho e gostinho de xota no seu rosto, mas eu iria gostar mais se fosse de outra mulher!

Sorri, fui pro quarto, troquei minha roupa por outra confortável, jantamos e, após limparmos a cozinha, olhei pra Rosinha pensando em convidá-la pra irmos tomar cerveja no quintal e aproveitar o clima ameno, mas ela me convidou primeiro, pois havia tido a mesma ideia.

Rosinha (sorrindo) – Fer, o tempo está bom para tomarmos cerveja no banco do quintal, que tal tirarmos nossas roupas e irmos pelados pra lá tomar uma geladinha?

Eu nada respondi, apenas sorri e comecei a tirar minha roupa sendo acompanhado por ela. Naquele momento eu usava bermuda, camisa e cueca, enquanto a Rosinha, apenas um vestidinho curto que ela levantou e tirou pela cabeça ficando nuazinha. Ahhh, que corpo escultural tem a minha gatinha, que peitos, que bunda, e que xaninha linda! Amo de paixão aquela xota volumosa e lindamente dividida ao meio pela fenda que se perde entre as coxas. Forramos o banco do quintal com toalhas e nos acomodamos pra apreciar a nossa cerveja super gelada. Por algum tempo conversamos apenas sobre nosso dia de trabalho e nenhum de nós estava excitado, meu pau estava completamente mole quando a Rosinha me surpreendeu:

Rosinha (sorrindo pra mim, abrindo as pernas e iniciando uma lenta carícia na fenda entre os lábios vaginais) – Amor, quer tomar o restinho da cerveja na minha xaninha!

Ao ver o meu olhar de surpresa por não saber o que fazer, ela orientou:

Rosinha - Fique de joelhos aqui no chão entre minhas pernas.

Obedeci, me ajoelhei entre as pernas dela, apoiei meus joelhos nos chinelos e aguardei pela próxima ação da minha esposa safada.

Rosinha (sorrindo maliciosamente pra mim e puxando minha cabeça pro meio das suas coxas) – Quero um cheirinho e uns beijinhos na minha xaninha!

Encostei meu nariz na frutinha, aspirei o cheiro íntimo da minha fêmea e iniciei os beijinhos na rachinha úmida. Aquele perfume de fêmea, um verdadeiro afrodisíaco pra mim, fez meu pinto endurecer em segundos. Eu, orgulhoso do meu cacete que se pôs de prontidão, peguei um dos pés dela e apertei contra meu corpo fazendo com que ela sentisse a dureza da minha pica.

Rosinha (esfregando o pé no meu pau duro) – Tarado! Basta sentir meu cheirinho que já fica de pau duro, né, safado!

Em seguida ela despejou um pouquinho de cerveja no início da rachinha e eu me deliciei sorvendo o líquido gelado naquelas carnes quentes. Que delícia! Lambi e bebi cerveja naquela xana por um tempinho e teria ficado ali a noite toda se a Rosinha não tivesse me convidado:

Rosinha – Amor, que tal tomarmos banho e irmos pro nosso quartinho fazer amor?

Caros leitores, naquele dia eu havia acordado preocupado com a possibilidade da minha mulher tocar no assunto inversão de papeis, mas ela parecia ter esquecido os vibradores em forma de pinto da tia Carmem, a calcinha de couro pra acoplar os consolos e até mesmo a prosa do tio Carvalho confessando que a esposa comia a bunda dele. Depois da brincadeira no banco do quintal, fomos pra ducha, lavamos nossos corpos e fomos pro nosso quartinho aconchegante onde não transamos, nem trepamos. Naquela noite o que fizemos foi amor! Ahhh, fizemos um sexo tão gostoso, tão calmo, tão apaixonado como há muito tempo não fazíamos. Nos beijamos muito, nos acariciamos por todo o corpo, sem presa e com muito, muito carinho. Nos amamos como dois recém apaixonados por quase uma hora e, ao final, gozamos abraçados, bocas coladas sentindo e demonstrando todo o amor que sentíamos um pelo outro. Que delícia que é amar a Rosinha! Dormimos felizes... e mais apaixonados!

Amanheceu a sexta-feira e novamente a preocupação de a Rosinha querer inverter os papeis e comer minha bunda me rondou por todo o dia. Saí mais cedo do trabalho, voltei pra casa, tomei banho e segui às pressas pro curso. Ao retornar pra casa após a aula, no final da noite, não fizemos nada de especial na cama, nenhuma estrepolia, mas repetimos o sexo gostoso, calmo, tranquilo e apaixonado como havíamos feito na noite anterior e dormimos felizes.

No sábado, nossos afazeres se alteram de profissionais para domésticos; há que fazer compras, limpar casa e até a piscina, já que o tio Carvalho não voltaria naquele fim de semana. Organizamos nossa vida pessoal, casas, roupas e o dia terminou após o nosso delicioso sexozinho diário, sem nenhuma transa especial que mereça ser relatada. Quando nos deitamos pra dormir, lembrei que mais uma vez a Rosinha não comentou sobre os vibradores, calcinha de couro e consolos. Que alívio!

No domingo saímos pra passear, fomos tomar sorvete na lanchonete onde um dia conhecemos, de vista, o casal Paulo e Ana, cujo relato encontra-se no capítulo 38 do primeiro livro Rosa Flor. Aos leitores que ainda não leram, recomendo que leiam o primeiro volume pra ter um melhor entendimento do que agora relato neste segundo livro. Resumidamente foi o seguinte: fomos eu e a Rosinha numa lanchonete e notamos um casal de idade semelhante à nossa nos olhando insistentemente. Passado um tempo, percebemos que eles flertavam conosco chegando ao ponto da mulher separar um pouco as pernas e discretamente exibir, sob a saia, a calcinha pra nós. Em retribuição, a Rosinha também exibiu sua roupa íntima sob o vestidinho curto. Os olhares de paquera entre nós continuaram e não demorou pra que a Ana e a minha Rosinha fossem ao banheiro e retornassem sem calcinhas, se exibindo nuazinhas por baixo da roupa. Por alguma razão, após atender ao celular, o casal saiu às pressas da lanchonete, mas ao passarem por nós, o Paulo discretamente deixou em minha mão a calcinha da esposa e um cartão com número de telefone e os nomes deles, Paulo e Ana. Resumidamente, conhecemos o casal de vista, mas não nos falamos e nunca mais nos encontramos.

Na lanchonete a Rosinha perguntou se eu me lembrava do casal Paulo e Ana e da paquera entre nós tempos atrás naquele mesmo lugar. Pensei: como eu poderia esquecer aquela gata linda se exibindo pra nós? Mas fui discreto e apenas disse que lembrava vagamente do casal.

Rosinha (provocando) – Amor, ainda temos em casa a calcinha daquela mulher linda, mas não tem nenhum cheirinho nela, pois ela deve ter vestido por muito pouco tempo, e também temos o cartão com o telefone. Caso você queira, podemos tentar um contato e talvez você possa até sentir o cheirinho de uma frutinha diferente da minha. Que tal?

Eu (sorrindo e fingindo dar uma bronca) – Tá me tentando, né, dona Rosinha, tá me oferecendo a possibilidade de experimentar outra xaninha, mas acho que quem mais tá interessada em experimentar outro pinto é você!

Rosinha (rindo) – Fer, nunca escondi de você o meu interesse em experimentar coisas novas, não somente outro pinto, mas admito que recentemente venho fantasiando muito com outra rachinha; só de imaginar nós quatro embolados todos juntos numa cama enorme, minha florzinha se molha toda!

Durante o tempo em que ficamos na lanchonete, também lembramos da amiga da Rosinha, a Rita, com a qual um dia fizemos algumas brincadeiras pelo telefone. A narração está no capítulo 40 do primeiro livro. Comentando nossas lembranças e outros assuntos, eu e a Rosinha demoramos mais que o esperado na lanchonete e decidimos substituir o nosso tradicional jantar pelos deliciosos lanches que serviam ali. Após satisfazermos nossos estômagos, voltamos pra casa, tomamos uma cerveja gelada no banco do quintal e fomos pro nosso quartinho nos preparar pra dormir. A noite de domingo estava pra terminar e eu comecei a estranhar o fato da Rosinha não tocar no assunto dos vibradores e consolos. Fomos pra cama e aquele assunto não saia da minha cabeça. Nos deitamos pelados pra fazer o sexozinho gostoso de todas as noites, mas antes de começarmos, nos deitamos abraçados carinhosamente e iniciamos uma prosa.

Eu – Rosinha, tá sentindo falta do tio Carvalho?

Rosinha – Sim, o tio é muito brincalhão e sinto muita falta dele, aliás, acho que nós dois sentimos, pois quando ele passa o fim de semana aqui, a casa fica mais movimentada e alegre.

Eu (provocando minha mulher, fazendo com as duas mãos separadas uma da outra aquele sinal de quem fala de um pau grande) – Tá sentindo falta do pintão grosso cor de chocolate do tio?

Rosinha (sorrindo e pegando no meu pinto mole) – Amor, cê tá me provocando, né! Então, já que você quer ouvir, vou ser sincera; admito que, sim, que tô sentindo falta do tio, da presença dele, da alegria e, claro, do pintão grosso e cor de chocolate que me “enche de alegria” quando vem passar o fim de semana aqui!

Eu (sentindo meu pinto endurecendo na mãozinha carinhosa) – O que mais te dá prazer quando transa com o tio; chupar, ser chupada, dar a xota ou a bunda?

Rosinha (rindo) – Fer, tenho certeza de que você tá muito a fim de ouvir minhas confissões, então vou responder sua pergunta. Com o tio eu gosto de fazer tudo, chupar e ser lambida, dar a xota e também a bunda, mas admito que o meu gozo é mais intenso quando dou o cuzinho. Eu só não dou mais vezes a bunda pra ele porque preciso de tempo pra me preparar fazendo uma higiene interna e também porque dói muito.

Eu (deixando escapar um sentimento de ciúme) – Pra dar a bunda pro tio, você faz lavagem interna, mas nunca fez pra mim. Por quê?

Rosinha (percebendo meu ciúme) – Amor, eu poderia dar a bunda pro tio sem fazer a higiene interna, mas com ele é melhor que eu esteja vazia por dentro, pois o pau dele, grandão daquele jeito, ocupa um espaço bem maior dentro de mim, e se eu estiver limpa por dentro, não há risco de sujar. O seu pau, amor, sendo menor, posso dar meu rabo pra você sem grandes preocupações com sujeira, basta esvaziar o “ambiente” e estarei prontinha pra ser enrabada, e mais, o seu pinto dói menos e assim consigo dar meu rabinho mais vezes pra você.

Eu (sentindo a maciez da mão dela no meu pau duro) – Rosinha, você sempre diz que o tio Carvalho é muito pauzudo e que o cacetão dele dói no seu cuzinho, mas eu sinto que você gosta de ser enrabada por ele. Se dói tanto o pau do tio enfiado no seu cu, porque você continua dando a bunda pra ele?

Rosinha (falando séria) – Amor, não vou fugir da resposta; gosto, sim de dar a bunda pro tio! Dizem que tudo que é proibido é melhor. Digo isso, mas não acho errado dar a bunda. É que existe na cabeça de muitas pessoas a ideia de que a perereca é o lugar certo pra meter o pau, e não no cu; dizem que o cu não foi feito pra ser penetrado. Tem até piadas dizendo que o cu é uma via de mão única, pois por ele “só deveria sair” e nada deveria entrar. Mas como nós, seres humanos, somos muito criativos, descobrimos no pequenino buraquinho traseiro uma fonte enorme de prazer. Falando por mim, afirmo que dói, sim, dar o cuzinho, mas também garanto que o prazer é muito intenso e compensa toda a dor inicial. A dor maior é quando o pau começa a entrar e alarga o anelzinho da portinha, às vezes parece que tá rasgando tudo, mas aprendi a gostar até mesmo dessa dor. (rindo) - Fer, ter um cacete duro e grosso enfiado na bunda é bom demaaais!

Eu (rindo da falta de vergonha da minha mulher) – Rosinha, considerando que muitas mulheres se recusam a dar a bunda pra os seus companheiros, me fale de você, me conte em detalhes o que sente, o que mais gosta, o que te dá tesão ao dar a bunda.

Rosinha (massageando meu cacete duro e sorrindo, parecendo estar gostando de falar daquele assunto) – Fer, eu dou a bunda pra você não apenas pra te agradar, mas porque me dá muito prazer; só de imaginar que um pinto duro vai entrar no meu cuzinho já faz minha pepeca se molhar. Ver um pinto duro se aproximando do meu rabo me dá muito tesão, mas quando o dono da piroca esfrega a cabeça da pica na portinha do meu cu; ahhh, que coisa gostosa! Depois vem aquela pressão, o pau querendo entrar, a cabeça alargando a entradinha... ohhh, delícia sentir aquela dorzinha! Em seguida, quando o pau tenta ultrapassar o músculo que mantém o buraquinho fechado, o esfíncter, que fica alguns centímetros dentro do canal, aí a dor aumenta bastante. Eu digo que a dor causada por um pau igual ao seu é plenamente suportável, mas também afirmo que quanto mais dar o cuzinho, menos dor vai sentir. Acho que quem gosta de dar a bunda e dá por gosto, a dor fica menor e o prazer é muito maior. Parece estranho dizer que exista uma dor que dá prazer, mas eu digo que a dor de uma enrabada é muito gostosa e prazerosa. E depois, quando o pau alarga a portinha do cu e eu sinto que a dor maior passou, aí eu quero tudo dentro, quero que o macho enterre todo o pau no meu cu e não deixe nem um pedacinho de fora. Quando me acostumo com o volume dentro de mim, gosto do vai e vem do pau, indo e vindo dentro do meu rabo, com bastante lubrificação, putz, que coisa boa! Quanto as posições, gosto de todas, mas prefiro ser dominada, gosto mais quando o macho me pega, me usa e faz de mim o que bem quiser. Gosto de ser submissa na maioria das vezes, mas também gosto de montar, sentar e rebolar numa piroca gostosa enfiada no meu cuzinho! Pra meter no rabo, tem que ir lubrificando durante a metida, pois ele não produz lubrificantes naturais, igual acontece na xota, que fica molhadinha. E se o homem demorar demais na enrabada, aí eu falo umas putarias pra incentivar ele a gozar, pois dar o cu por muito tempo às vezes dói. Oh, Fer, dar o rabo é muito gostoso, e gozar dando o cu, sentindo o macho tarado pela minha bunda, me fodendo com gosto, socando o cacete no meu rabo me faz gozar igual a uma putinha tarada! Resumindo, amor, dar a bunda bom demais!

Eu (rindo e brincando, mas com o coração acelerado devido ao que eu iria dizer) –Ouvir você falando das delícias que sente ao dar a bunda faz parecer que é realmente muito gostoso; tá até me dando vontade de experimentar!

Caros leitores, nas primeiras vezes que a Rosinha quis enfiar um dos brinquedos da tia Carmem no meu rabo, me apavorei, meus preconceitos vieram à tona, principalmente a ideia de que homem não sente ou não deveria sentir prazer no cu, mas confesso que depois que ela enfiou um vibrador pequeno no meu rabo pela primeira vez me fazendo gozar intensamente, o meu interesse em descobrir e aprender sobre o prazer que meu cu pode nos proporcionar aumentou muito.

Rosinha (me olhando desconfiada, falando séria e até meio ríspida) – Cê tá brincando comigo, amor?

Eu (sorrindo pra ela envergonhado do que estava dizendo) – Não tô brincando, não; tô falando sério. Eu provoquei essa conversa porque faz tempo que você não toca mais no assunto e não mais tentou me convencer a brincar com você e os brinquedos.

Rosinha (fazendo biquinho, se fingindo de chateada) – Ahhh, Fer, seria tão bom se você gostasse, ou melhor, se você aceitasse brincar e experimentar dar a bunda pra mim; eu fantasiei tanto com isso, mas senti que você não quer saber do assunto e então desisti de insistir.

Eu (com o coração acelerado diante do que eu iria dizer) – Podemos tentar, se você ainda quiser comer minha bunda.

Os olhos da minha esposa se arregalaram, se iluminaram e ficaram ainda mais lindos e sua boca se abriu num sorriso enorme antes dela me puxar e ficarmos ajoelhados na cama, frente a frente.

Rosinha (colando seu corpo ao meu, encaixando meu pau entre suas coxas, me beijando ao mesmo tempo em que agarrava e abria minhas nádegas e procurava com os dedos o meu cu) – Oh, Fer, tô muito feliz, vou realizar minha fantasia de comer sua bunda; você é o melhor marido do mundo, amo você de montão!

Vendo toda aquela euforia da minha mulher pra enfiar algo na minha bunda, quase me arrependi ao ter cedido aos seus apelos pra que eu aceitasse brincar com ela e os vibradores. Mas tentei relaxar, afinal eu já havia experimentando o vibrador pequeno e gozado intensamente com ele enfiado no meu cu.

Rosinha (saindo apressada da cama e indo rumo ao guarda roupa) – Amor, vá pegando o lubrificante que eu vou buscar a sacola de brinquedos, vamos escolher um que você goste, prometo ser muito paciente e carinhosa, tá!

Em segundos a Rosinha voltou, virou a sacola e despejou todos os brinquedos da tia Carmem sobre a cama e, de tão eufórica, pegou logo o maior consolo, aquele grande que se parecia com o pau do tio Carvalho.

Rosinha (sorridente, segurando o consolo e colocando sobre o seu montinho de Vênus) – Que tal este, amor?

Ela estava me sacaneando, claro que estava, pois eu nunca deixaria que ela enfiasse aquela enormidade no meu rabo, mas tentei ser diplomático:

Eu (bem humorado, apesar de preocupado com as intenções da minha mulher) – Este não, Rosinha, sou quase virgem e não vou aguentar esse pintão, aliás, eu prefiro os vibradores, aqueles que não têm formato de pinto.

Caros leitores, cabe aqui esclarecer algo. Chamo de vibrador aqueles objetos cilíndricos com forma de torpedo, e não os que têm forma de pinto; os da tia Carmem pareciam ter o motorzinho e funcionar também como vibrador, mas ainda não havíamos testado se os tais vibravam. Já, aqueles com formato de pau, com cabeça, veias e demais detalhes, certamente feitos de um molde extraído de uma piroca dura, chamo de consolo.

Eu (tentando orientar a escolha da minha mulher) – Rosinha, tenha paciência comigo, pois, como eu disse, sou quase virgem na bunda. Nem sei se vou gostar, mas prefiro um vibrador, pois não quero que você enfie em mim um desses consolos aí, pois eles são parecidos demais com um pau de verdade e não me sinto à vontade imaginando um deles na minha bunda.

Rosinha (fazendo biquinho e carinha de triste e pegando o vibrador maior) – Oh, amor, que pena que você não quer um consolo hoje; mas como você é quase virgem na bunda, vamos usar este vibrador aqui.

Eu (reclamando) – Este aí, não; ele é maior que o meu pau, e também o maior dos vibradores. (tentando decidir a escolha) – Veja, bem, amor, na primeira vez você usou o vibrador pequeno e eu admito que foi legal, gozei gostoso. Que tal usarmos o médio hoje?

Rosinha (sorrindo e pegando o vibrador médio, cujo tamanho se assemelhava ao meu pau) – Então será do jeito que você quer, Fer, deixaremos o consolo e a cinta de couro para próxima vez. (guardando os brinquedos na sacola) – Hoje vou comer sua bunda com o vibrador médio!

Percebi que a Rosinha, ao guardar os brinquedos eróticos, deixou de fora o vibrador médio, o que iríamos usar, mas também dois consolos, o menor e o médio, além da calcinha de couro e enfiou tudo debaixo do travesseiro. Eu senti que ela tinha “más” intenções, mas resolvi não reclamar e começamos a nos abraçar e beijar com tesão. Iniciava-se, naquele momento, a realização da fantasia da minha mulher e, pra mim, uma nova experiência. Eu sentia um misto de tensão e excitação, imaginar aquele brinquedo em forma de torpedo que estava sobre a cama entrando no meu cu me deixava um pouco nervoso, mas não nego que também me excitava. Nos deitamos, rolamos na cama como dois adolescentes apaixonados e eu teria prolongado aquelas carícias por mais tempo, mas minha mulher parecia ter pressa de realizar sua fantasia.

Rosinha (sentando no meu rosto e pondo a xota na minha boca) – Ufffff, eu tô muito tesuda só de imaginar que vou comer seu cuzinho, Fer; lambe minha buceta pra você sentir ela babando de tesão!

Antes que ela sentasse no meu rosto, segurei seu corpo pelas coxas e interrompi a descida do seu quadril, pois a cena que eu tinha diante dos olhos era muito excitante e merecia ser apreciada; a buceta da Rosinha estava tão molhada que uma gota de mel estava pendurada num fio de lubrificante de uns cinco centímetros que se alongava abaixo da rachinha. Eu queria ter apreciado mais aquela cena, mas ela, no desespero de sentir-se acariciada na fenda íntima, sentou na minha boca. Lambi por alguns segundos a sua flor, mas ela logo tirou o “doce” que eu lambia e se acomodou entre minhas pernas se preparando pra chupar minha pica. Minha esposa parecia ter pressa, pois nem bem se ajoelhou entre minhas coxas, empurrou minhas pernas pra cima me fazendo entender que me queria na posição frango assado. Em seguida ela deu uma linguada no meu cu molhando as pregas preparando-as pro dedinho atrevido que veio em seguida fazendo meu buraquinho arisco se contrair. Simultaneamente senti meu pau entrando em sua boca quente e seu dedo invadindo o meu rabo. Não tenho como negar, caros leitores, que a sensibilidade do meu cu e aquele dedinho curioso me causaram um arrepio de prazer! A partir dali fui relaxando e me entregando à minha esposa e ao prazer que ela me proporcionava. Logo um segundo dedo da Rosinha se juntou ao primeiro e eu senti meu rabinho se abrindo, mas sem nenhuma dor. Ela chupava meu pau e fazia um vai e vem com os dedos comendo meu cu demonstrando uma tara enorme. Meu tesão crescia vertiginosamente, desisti de sentir vergonha e me entreguei aos caprichos e carinhos da minha amada.

Rosinha (interrompendo o carinho que me fazia, mostrando o vibrador médio pra mim, sorrindo e provocando) – Fer, agora vou comer bem gostoso o seu cuzinho, relaxe as preguinhas e deixe meu pau entrar!

Senti a ponta da bisnaga do lubrificante na portinha do rabo e um bom tanto de gel sendo injetado no meu túnel traseiro. Gostoso! Em seguida a Rosinha sinalizou que eu deveria segurar minhas pernas bem pra cima. Obedeci e me arreganhei todo pra ela na posição de frango assado. Apesar de ser a minha amada esposa que estava à minha frente me vendo naquela posição vulnerável, outra vez me senti um pouco envergonhado ao expor meu rabo daquela forma. E mais constrangido fiquei quando ela, apoiando o vibrador em seu montinho de Vênus, aproximou seu corpo do meu e tocou a ponta daquele “torpedo” nas pregas do meu cu. A primeira imagem que surgiu na minha mente foi a de um homem ou um travesti querendo meter em mim. Que situação a minha! Embora envergonhado, deixei que o tesão e a curiosidade de passar por aquela experiência prevalecesse e continuei naquela posição “perigosa”.

Eu (constrangido, mas bem humorado) – Oh, amor, eu deixei você enfiar esse negócio no meu cu, mas seria menos constrangedor pra mim se você apenas segurasse ele com as mãos sem apoiar na sua xota! Essa sua posição tá me deixando com vergonha!

Rosinha (rindo e empurrando seu quadril forçando o “pinto” de plástico no meu rabo) – Oh, amor, relaxe, afrouxe as preguinhas do cu e deixe meu pau entrar no seu rabinho!

Fechei os olhos, respirei fundo e tentei relaxar. Ao sentir a pressão do torpedo forçando a entrada do meu rabo, inevitavelmente as pregas se contraíram tentando impedir a invasão, mas era tarde demais. O objeto cilíndrico era bem liso e, com o caminho lubrificado, a única coisa que fiz foi gemer após a invasão consumada. Acho que nem mesmo a Rosinha havia imaginado que aquela coisa entraria tão rápido no meu cu.

Eu (meio assustado, arregalando os olhos, mas tentando manter o bom humor) – Uffffffffff, devagar, amor, sou quase virgem!

Rosinha (sorrindo lindamente, massageando meu pau duro e empurrando seu corpo contra o meu enfiando no meu cu o todo o vibrador) – Meti tudo, Fer, comi seu cuzinho e a sua virgindade foi pro espaço!

A safada da minha mulher queria meter, tentava fazer os movimentos de vai e vem com o corpo, mas quando se afastava de mim, o torpedo demorava a sair e ela tinha que esperar que ele saísse antes de empurrar ele pra dentro de mim outra vez. Ela até tentou segurar o negócio junto ao seu púbis, mas não funcionou como desejava. Ouve um momento em que ela se deitou sobre mim e a penetração foi bem profunda me causando preocupação daquilo entrar todo no meu cu. Ao imaginar a cena bizarra de ter que ir a um hospital pra retirar um vibrado do cu, entrei em pânico. Empurrei minha esposa afastando-a de mim até que senti que o torpedo escorregava pra fora novamente. Que alívio!

Rosinha (muito tarada, movimentando o corpo igual a um cachorro tarado) – Oh, Fer, não consigo meter em você com esse vibrador solto assim, deixe eu usar o consolo com a calcinha de couro, prometo que farei devagarinho e você vai gostar muito, deixe, amor!

Meu tesão era enorme, até aquele momento eu havia sentido pouquíssima dor e muito prazer, a minha esposa estava doida de vontade de usar em mim a cinta de couro e um consolo; além disso eu me preocupava que ela, tarada daquele jeito, num movimento brusco pudesse atolar no meu cu todo o brinquedo do tia Carmem. Enfim, tudo parecia conspirar pra que eu cedesse à vontade e ao desejo da minha esposa safada.

Eu – Tá bom, eu deixo você comer minha bunda usando a calcinha de couro e um dos consolos, mas terá que ser o menor deles! Concorda?

Rosinha (com uma expressão de felicidade no rosto, pegou sob o travesseiro a cinta de couro e o consolo menor) – Ai, que bom que você concordou, amor; vou comer sua bunda igual você come a minha, vou te fazer sentir o prazer que eu sinto!

Eu mesmo tive que puxar o vibrador e tirá-lo do meu cu, pois a Rosinha, na euforia de vestir a cinta de couro com o consolo menor acoplado a ela, se esqueceu de tirar o brinquedo da tia Carmem da minha bunda. Ao ver minha esposa com dificuldade para fechar a fivela da cinta, fui ajudá-la. Estávamos nós dois ajoelhados no colchão, eu atrás dela puxando as tiras laterais até que afivelei de forma a manter a calcinha bem presa ao corpo. Quando ela se virou de frente pra mim e a vi com aquela coisa balançando firme na horizontal, parecendo brotar naturalmente do seu montinho de Vênus, fui invadido por uma estranha excitação. O pau artificial tinha todos os detalhes de uma pica natural, a cabeça bem definida e as veias se destacando davam a impressão de ser um cacete real, inclusive na cor. Eu estava distraído admirando aquilo quando minha esposa me chamou de volta à realidade:

Rosinha (exibindo na mão uma camisinha ainda na embalagem) – Pegue, amor, vista a camisinha no meu pau.

Alguns leitores devem estar se perguntando o motivo de termos camisinha em casa e, então, esclareço: quando fantasiamos com outro sujeito comendo a Rosinha ou eu metendo em outra mulher, às vezes usamos camisinha pra tornar a fantasia mais emocionante.

Eu (sorrindo, me afastando dela e me deitando) – Oh, Rosinha, cê tá querendo me constranger, né! Não me sinto à vontade pra pegar nesse seu pinto aí, não; mesmo que seja só pra pôr a camisinha nele!

Rosinha (se ajoelhando entre minhas pernas) – Oh, Fer, não seja quadrado, não há mal algum pegar num pau, e este aqui nem é um pinto de verdade, de macho; este aqui é o pau da sua esposa. (vestindo a camisinha no “seu cacete”) - Mas se você não quer pegar nele hoje, deixe que eu mesma ponho a camisinha no meu pauzão, ele vai ficar lisinho e escorregará bem gostoso pra dentro do seu rabo! Enquanto isso, deite-se e ponha uma almofada mais firme debaixo da sua bunda e prepare-se porque vou foder seu cuzinho de um jeito que você nunca vai esquecer, e vai sempre pedir mais.

Obedeci sem contestar e me coloquei na posição de frango assado com a bunda sobre a almofada. Não sei explicar, mas as obscenidades que a Rosinha falava aumentavam ainda mais o meu tesão e a vontade de sentir aquele consolo na bunda.

Rosinha (segurando “sua pica” pela base e balançando pra mim) – Veja, Fer, o que eu tenho aqui pra você, veja como meu cacetão tá grande, duro e grosso, você vai adorar ele todinho enterrado no seu cuzinho!

O “cacete da minha esposa” nem era tão grande quanto ela dizia, aliás, as medidas eram menores que as do meu pinto. A diferença mais marcante entre eles era que o consolo que ela exibia, brotando do seu púbis e parecendo real, tinha a cabeça maior que a do meu pau. Admito que eu estava tesudo com aquela situação, mas ao sentir os dedinhos da Rosinha outra vez entrando no meu cu e colocando lubrificante no meu túnel traseiro me paralisaram por alguns segundos. Em seguida, ao vê-la melando com gel o seu pau, fiquei um pouco tenso, pois percebi que eu estava prestes a ser enrabado. Tentei relaxar, mas inevitavelmente as pregas do meu cu se contraíram ao primeiro toque do “cacete da minha esposa”.

Rosinha (fazendo leve pressão com a cabeça do pinto no meu furinho e segurando meus tornozelos pro alto, já que eu ameaçava baixar as pernas) – Relaxe, amor, não vai doer, não; seu cuzinho deve estar laceado, pois até agora há pouco havia um vibrador enfiado nele.

Eu (tentando parecer calmo e mantendo o bom humor) – Muito difícil relaxar estando próximo de perder a virgindade do cu!

Rosinha - (sorrindo, me encarando e aumentando a pressão que fazia com a sua piroca no meu cu) – Se acalme, relaxe as preguinhas do cu e deixe “a felicidade” entrar em você! Cê vai gostar, amor, tenho certeza de que vai!

A pressão do consolo foi aumentando devagar até que senti meu cu se abrindo e deixando passar a cabeça da “pica da minha mulher” pelo meu buraquinho traseiro. A dor não foi nada absurda, mas a tensão que eu sentia era tamanha que não contive um gemido:

Eu – Aiiiii, devagar, Rosinha! Tire, tire e lubrifique mais!

Rosinha (me obedecendo, tirando o consolo do meu cu e passando mais lubrificante) – Relaxe, Fer, logo, logo meu pinto vai estar todinho dentro da sua bunda e você vai adorar!

Devidamente lubrificados, o consolo da Rosinha e o meu cu, outra vez senti a pressão da cabeça daquela pica nas minhas pregas e em seguida o meu anel se abrindo. A invasão do meu cu me fez gemer e suspirar, mas aguentei firme e não mais pedi pra Rosinha tirar.

Rosinha (segurando meus tornozelos pro alto, sorrindo ao ver meu pau duríssimo e meu cu comendo sua pica, fazendo movimentos lentos de entra e sai e empurrando cada vez mais aquela coisa pra dentro do meu rabo) – Sinta, Fer, sinta a delícia que é ter uma pica entrando no cu, sinta seu rabo se abrindo pra agasalhar meu cacetão; já entrou metade e agora vou meter a outra metade.

Eu (gemendo ao sentir meu cu aberto e, nas beiradas dele, o couro da cinta de couro que segurava o “pau da Rosinha”) – Aiiiii, vagabunda! Cê enfiou tudo no meu cu! Tá doendo!

Rosinha (empurrando tudo pra dentro de mim, pressionando seu corpo no meu, me dando a certeza de que não havia um só centímetro da sua piroca pra fora do meu cu) – Que delícia, Fer, meti meu cacete inteiro no seu rabo; seu cu é muito guloso! Prepare porque agora vou começar a foder seu rabo igual você faz comigo! (me encarando, assistindo as expressões de dor e tesão no meu rosto e iniciando o vai e vem do cacete na minha bunda) - Sinta o que eu sinto quando você me enraba, Fer, sinta minha picona dura e grossa todinha enterrada no seu cu, sinta como é bom dar o rabo!

Minha mulher, apesar do tesão que sentia, conseguia se controlar e metia lenta e carinhosamente me fazendo sentir, nas pregas abertas do cu, o deslizar gostoso daquele consolo indo e vindo, saindo até restar somente a cabeça dentro de mim e em seguida entrar até não sobrar nada de fora. Meu pau doía de duro, mas quando a Rosinha pegou nele e começou a bater punheta, pedi:

Eu (segurando seu pulso, afastando a mão dela do meu pinto extremamente duro e sensível) – Não pegue no meu pau, mantenha suas mãos longe dele que tô quase gozando; se você pegar nele eu gozo!

Rosinha (sorrindo, deitando-se sobre mim, me abraçando e me beijando com carinho) – Oh, Fer, que delícia saber que você tá gostando do meu pau no seu cu, que bom saber que você gosta de dar a bunda pra mim!

Eu (tentando me controlar pra não gozar, empurrando minha mulher pra que voltasse a ficar de joelhos) – Eu não disse nada disso! De onde você tirou essa ideia?

Rosinha (segurando meus tornozelos, rebolando pros lados, esfregando seu púbis na minha bunda e me penetrando profundamente) – Amor, se você não estivesse gostando do meu cacete no seu cu, não iria querer prolongar a enrabada que estou dando em você! Confesse, você tá gostando da metida que estou dando na sua bunda!

Eu (rindo de olhos fechados, curtindo muito aquele carinho que minha mulher fazia no meu túnel anal, mas sem coragem de confessar) – Putinha!

Certamente o tesão da Rosinha era tão grande quanto o meu e em dado momento ela perdeu o controle e começou a me foder de forma selvagem, tirando o pau até sobrar somente a cabeça dentro do meu rabo e em seguida metendo forte fazendo barulhos de corpos se chocando: paf, paf, paf. Não nego que senti alguma dor, mas o meu tesão vinha se multiplicando e estava no limite, eu estava próximo de gozar.

Eu (não mais resistindo a tanta excitação) – Vou gozar, puta que pariu, que tesão no cu, vou gozar!

Rosinha (se deitando sobre mim, movimentando o quadril e socando o pau profundamente no meu rabo) – Goze, amor, goze no meu pau, sinta no seu cu o meu cacete arregaçando suas pregas, isso, Fer, goze bem gostoso pra mim!

Caros leitores, gozei com meu pau prensado entre nossas barrigas; nem foi preciso punhetar, o gozo veio espontâneo, longo e intenso. Que delícia sentir minha pele se arrepiar e correntes elétricas percorrerem meu corpo!

Eu (ao término dos espasmos de gozo, acariciando as costas da minha amada ainda deitada sobre mim) – Você não gozou, né, amor!

Rosinha (sorrindo) – Quase gozei, Fer! Se eu tivesse metido na sua bunda mais alguns segundos, eu teria gozado junto com você. Mas não tem importância, gozarei na próxima vez.

Eu havia gozado e aquele consolo, que tanto prazer havia me dado, ainda enfiado no meu cu, me causou um leve incômodo. Mas eu sempre me preocupei em proporcionar prazer à Rosinha e, olhando pro lado e vendo o vibrador com o qual começamos nossa brincadeira, ao alcance da mão, tive uma ideia. Peguei aquele torpedo, botei nele um tanto de gel lubrificante e, puxando pro lado a tira da cinta que estava no rego da Rosinha, apontei e pressionei o vibrador pra dentro do cu dela que, surpresa, arregalou os olhos, mas nada falou e deixou que eu fizesse com ela o que bem entendesse.

Rosinha (ao sentir o vibrador invadindo seu cu e não contendo um gemido de dor e prazer) – Aiiiii, Fer, seu cachorro, cê enfiou essa coisa dura toda no meu cu; doeu!

Eu (iniciando movimentos de vai e vem, fodendo o rabo da minha mulher) – Quer que eu tire essa coisa dura do seu cu? Quer ir tomar banho e dormir sem gozar?

Rosinha – Quero, Fer... quero que você me foda no rabo até eu gozar, ai, que delícia sentir meu cuzinho aberto, amor; isso, fode meu cu, ai, ai, vou gozar, puta que pariu, vou gozar pelo cuuu!

A minha linda mulher se transforma quando está gozando e fica ainda mais linda! O sorriso, a boca, os movimentos do corpo, tudo denuncia o prazer que ela sente durante o prazer maior. Ahhh, eu adoro fazer a minha amada gozar!

Eu (sentindo sobre meu mim o corpo suado e quente da minha amada) – Rosinha, eu já gozei e você também, saia de cima de mim que esse negócio enfiado no meu cu tá me incomodando.

Rosinha (levantando seu corpo, sorrindo um sorriso malicioso) – Oh, amor, fique quietinho e espere, quando meu pau amolecer dentro de você, ele sairá sozinho!

Delicadamente empurrei minha mulher até que aquela coisa dura saísse do meu cu, tomamos banho e dormimos felizes.

Rosinha (sonolenta, pronunciando suas últimas palavras antes de adormecer) – Fer, adorei meter no seu cuzinho; a partir de hoje vou comer ele sempre!

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Comentários

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Achei que ia dá uma mudada; o Fer iria ficar com rosinha junto com outra mulher; mas pelo jeito, além de corno vai virá viado e dá o rabo para tio dotado.

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