Perdi minha esposa linda e delicada para um canalha (2ª parte)

Um conto erótico de Lael
Categoria: Heterossexual
Contém 3756 palavras
Data: 26/03/2026 13:34:43

Minha primeira sensação ao vê-los do lado de fora da janela lateral e ouvi-los foi de irritação, teria o filho da puta se aproveitado da minha ausência para ir até ao nosso chalé e cantar minha esposa? Porém, a conversa era outra e muito mais impactante. Encostei-me de tal forma que não poderiam me ver.

Jessica disse:

-Você só pode estar louco, Ronaldo, não vou transar com você, muito menos aqui, correndo o risco do meu marido descobrir. Pela última vez, vai embora, o Wagner deve estar voltando da pescaria e aí como explicaremos?

-Pô, Jessica, só estou pedindo para fazermos essa loucura porque não teremos mais tempo, estou às vésperas de ir para a Itália passar 3, 4 meses lá, depois, talvez dê uma esticada pelo Leste Europeu e nem sei quanto tempo ficarei fora, vamos matar essa vontade que é minha, mas também sua. Aquela noite, no carro, foi tão bom.

Nessa hora meu coração quase saiu pela boca. Quer dizer que os dois já haviam tido um encontro e dentro de um carro? Jessica respondeu:

-Aquela noite foi um erro, você ficou mais de um mês me mandando mensagens, disse que era só um bate-papo depois do meu trabalho e dentro do carro, deu no que deu, mas não chegamos a transar.

Com a voz embargada e sedutora, Ronaldo respondeu:

-É, não transamos, mas de resto fizemos tudo. Como foi bom você ter mamado meu pau, me fez gozar duas vezes, duas! E até hoje não esqueço da tua bocetinha ruiva, gozando gostoso na minha língua. Vai negar que não foi bom?

-Não se trata de ser bom ou não. Fiquei mal para caramba depois. Meu marido não merecia aquilo.

-Jessica, todo mundo, mesmo que bem casado, tem que ter uma aventura de vez em quando. A rotina é uma merda que mata o casamento, mas uma escapada, vez ou outra, ajuda a recarregar as baterias. Você me disse naquela noite que queria muito dar para mim só uma vez, então, essa é a chance. O Wagner nunca vai saber e depois disso, vou embora, vocês não me verão mais e seguirão com a vida de sempre. Não se prive de viver algo que será bom e repito, não vai estragar seu casamento.

-Você já falou isso umas 10 vezes, mas aqui é totalmente arriscado.

-Arriscado nada. Essa noite estará quente, você espera ele dormir e vai para o meu chalé, se ele acordar, diz que perdeu o sono e foi dar uma volta, olhar a lua. E para facilitar, vou fazer uns drinques bem fortes e socar nele, teu marido vai dormir como um bebê e aí a gente vai poder matar nossa vontade, porque desde aquela noite no carro não paro de pensar em você.

-Não sei...

-Vai por mim, do jeito que falei, não tem como ele descobrir, o trouxa nem vai acordar, mas se acordar diga que não perdeu o sono e preferiu dar uma volta.

-Não chama ele de trouxa!

-Desculpa, Wagner.

Minha esposa começou a ceder:

-Não sei...vou pensar...não garanto nada...vai depender dele dormir mesmo e eu ter coragem...mas ninguém pode saber.

-Fique tranquilo, minha linda.

Pouco depois, ficaram em silêncio e ouvi um som que parecia ser de beijo. Já totalmente arrebentado, olhei pela janela e vi os dois se pegando em pé entre a sala e a cozinha, o filho da puta encheu a mão na bunda da minha esposa, que estava com um shortinho preto colado, e ela o beijava com gosto. Tive vontade de vomitar.

Claro que muitos dirão: “Eu já entrava pondo tudo abaixo”. Talvez, eu também dissesse isso numa situação hipotética, mas quando se está envolvido, a reação é totalmente imprevisível. Naquele momento, o sentimento maior não foi de ódio ou vingança, mas de luto, é como se eu acabasse de receber a notícia que uma pessoa muito querida tinha falecido. Eu simplesmente, desci, cambaleante em direção a outro deque, mais afastado e me sentei, deixando as pernas dentro da água, com olhar para o nada e a boca entreaberta.

Sempre detestei me vitimizar. Apesar de ter perdido o pai cedo que tanta falta me fez em diversas fases da vida; minha mãe ter praticamente me trocado por outra família e de meus avós terem falecido quando eu começava a melhorar de vida e sonhava em mostrar a eles, mesmo com tudo isso, nunca fui de reclamar, mas essa pancada foi pesada demais. Descobrir que a mulher que eu amava e admirava, tinha feito o que fez comigo e ainda estava acertando de me chifrar durante um passeio nosso? Era mais uma perda em minha vida. E ainda tinha o Gustavo, como seria tudo a partir dali? Chorei por um bom tempo e só parei quando me dei conta que já estava escurecendo e a essa altura já deveriam ter dado pela minha falta.

Minha cabeça estava um trevo, não sabia se chegava já contando tudo o que ouvi e vi, se simplesmente entrava no carro e voltava para São Paulo e deixava para quebrar o pau lá ou se deixava os dois canalhas se encontrarem e dava um belo flagrante. Por mais louca que fosse a 3ª opção, a escolhi, porém, para isso, teria que bancar um belo ator nas próximas horas.

Inventei uma desculpa, que após a pescaria decidi caminhar. Jessica estava tão tensa com o que havia acertado que nem desconfiou. Tomei um banho demorado e voltei a chorar novamente. Ficamos um tempo na varanda e para disfarçar melhor, passei a fingir que lia um livro.

Jantamos e fiz de conta que estava tudo bem. Mais tarde, nos juntamos aos outros. Como já esperava, após um tempo, Ronaldo começou a contar suas histórias mirabolantes de viagens à Islândia, Índia e o caralho a quatro. Inegavelmente, ele tinha um magnetismo, mas desde a primeira vez, senti que era loroteiro e agora, sabia que era um canalha. Um tempo depois, ele começou a preparar drinques para todos e como eu também já esperava, tratou de encher meu copo algumas vezes. Notei que Oscar e ele trocaram um olhar cúmplice de riso e até piadinhas de corno fizeram, ali mais uma ficha caiu, o filho da puta, a quem por muitos anos considerei como amigo, do Oscar sabia de tudo o que rolaria mais tarde e até do que havia ocorrido meses antes dentro do carro do primo.

Só que eu estava um passo à frente deles e fingia que dava um gole, mas depois me levantava, ia até a ponta da varanda e quando ninguém estava olhando, jogava toda a bebida fora e depois voltava a me sentar.

Lá por volta das 23h30, disse:

-Pessoal, acho que a piscina, a pescaria e para completar, esses drinques, me pegaram de jeito. Vou descansar, boa noite para quem fica.

Todos responderam boa noite, alguns disseram que logo iriam também. Ao me levantar, dei um olhar demorado para a minha esposa, se aquele olhar pudesse dizer algo, revelaria o quanto eu estava decepcionado com ela. Jessica disse:

-Daqui 5 minutos, eu vou também, amor.

Fui para o quarto e fingi apagar. Pouco depois, ela entrou, foi me olhar e em seguida entrou no banheiro, onde tomou um longo banho para poder ir se encontrar com seu amante. Jessica colocou um vestido vermelho solto de alcinha e se deitou ao meu lado, mas como eu já esperava, o que minha esposa queria era se certificar que eu estava dormindo. Ficou um bom tempo ali, inquieta, talvez em dúvida. Se levantou uma vez, foi até a porta do chalé, provavelmente, para ver se já dava para ir. Voltou se deitou de novo, ficou mais um tempo, foi novamente olhar, dessa vez estava tudo calmo, todos já tinham se recolhido.

Jessica se deitou mais uma vez ao meu lado, fiz que roncava suavemente, ele me cutucou na perna e ao ter certeza de que eu dormia, respirou fundo e se levantou. Nessa hora, senti uma dor tremenda, meu coração foi a mil. De ponta de pé, ela deixou nosso chalé e se encaminhou até o de Ronaldo.

Esperei alguns minutos, estávamos no chalé 7 e ele no 9, então era bem perto, apesar deles não ficarem lado a lado. Fiquei mais um tempo na varanda sem saber o que fazer, o nervosismo era tanto que me impedia de raciocinar direito.

Finalmente, fui até lá, a filha da putice ou tesão dos dois, chamem como quiser, era tanto que sequer se deram ao trabalho de fechar as cortinas da grande janela lateral da sala. Quando olhei para dentro, o que vi foram eles em pé se beijando, tinham começado a alguns minutos, pois minha esposa já estava sem o vestido, usava apenas calcinha e sutiã brancos de renda e bem sensuais, certamente, escolhidos a dedo. Ronaldo, que estava sem camisa, ostentando seu físico e o tanquinho, alisava a bunda dela.

Pouco depois, ele arrancou o sutiã dela e passou a mamar em seus seios alternadamente o que fez Jessica fechar os olhos, acariciar os cabelos dele e fechar os olhos. Um tempo depois, Ronaldo colocou-a com os braços apoiados no sofá, curvando-a para que ficasse com a bunda arrebitada, arrancou sua calcinha com força e enfiou o rosto entre as pernas de minha esposa passando a chupá-la. Creio que estava apenas chupando sua boceta, mas pode ser que também tenha sido o cuzinho.

O tesão que Jessica sentia pelo cara e a sensação de perigo pelo que estavam fazendo, a deixaram mais excitada e além de gemer, passou a esfregar a bunda na cara de Ronaldo com uma naturalidade chocante. Eu assistia a tudo sem acreditar no modo como que minha esposa agia, talvez, sei lá, pensei que fosse ficar um pouco travada por ser com outro, mas que nada, estava fazendo sem remorso e sem vergonha, porque era exatamente o que ela era: uma sem-vergonha.

Um tempo, depois Ronaldo se deitou no sofá e passaram a fazer um 69, seu pau era um pouco mais fino que o meu, mas ainda assim, bem mais grosso que o da média, e o tamanho talvez fosse o mesmo ou 1cm a mais ou 1 a menos, enfim, era dotado, e tinha pica morena com a cabeça roxa. Quando vi minha esposa colocando os lábios suavemente naquela rola, e lembrei dela me beijando e também beijando o nosso filho, tive vontade de meter o pé na porta e acabar com tudo aquilo, mas não sei se a vergonha de amigos tão próximos descobrirem que eu estava tomando um baita chifre durante um passeio ou mesmo o choque de estar vendo aquilo, simplesmente me paralisaram.

Jessica passou a mamar com vontade o pau dele, jogava os cabelos para o lado para não caírem em seu rosto, comigo, ela gostava de prendê-los, mas ali não tinha como. Enquanto isso, Ronaldo devia estar chupando-a muito bem, pois de vez em quando, a mesma tirava a boca da pica, erguia a cabeça e dava um gemido alto.

Os dois nem quiseram ir para o quarto e após o 69 caprichado. Ronaldo, demonstrando estar louco de tesão, colocou minha esposa numa poltrona de apenas um lugar, mas com os joelhos dela apoiados no assento, os seios e os braços encostados na parte onde as costas repousam. Ele veio por trás e sem cerimônias socou o pau de uma vez só nela, arrancando um grito de minha esposa e a fazendo se segurar na parte de trás dessa poltrona.

A partir dali, Ronaldo começou a socar na boceta,dela alternando movimentos rápidos e outros mais cadenciados. Quando ele passou a puxar os lindos cabelos ruivos dela, metendo um pouco mais forte, minha esposa, novamente me surpreendeu, e disse como uma verdadeira puta, rangendo os dentes:

-Isso...bem bruto...soca fundo e sem dó...tava doida para sentir essa pica dentro de mim. Como é gostoso sentir um pau diferente após tantos anos.

-Sabia que você queria me dar desde aquela noite na casa do meu primo e eu fiquei doido para te comer também, foder essa bocetinha ruivinha e cheirosa. A melhor coisa do mundo é comer uma casada delicadinha e gostosa.

Após um tempo, Ronaldo fez Jessica se deitar no espaçoso sofá e começou a fodê-la num papai-mamãe. Nesse momento, praticamente só o vi de costas, subindo e descendo. De minha esposa, o que conseguia ver eram suas panturrilhas e pés jogados para o alto e balançando freneticamente como se estivesse me acenando, devido ao ritmo das estocas; suas mãos nas costas dele; e seu rosto vermelho que exprimia todo o tesão que estava sentindo por estar sendo empalada até o talo por uma nova pica.

Depois de alguns minutos assim, trocaram de posição e Ronaldo se deitou no sofá, Jessica foi por cima dele, ajeitou a tora do cara na entrada de sua bocetinha e desceu de uma vez, passando a cavalgar com vontade. Nesse momento, conseguia ver bem sua xana engolindo o pau e também o cuzinho dela. Os dois traidores gemiam, se elogiam, ela dizia que pica dele era maravilhosa e ele a chamava de gostosa. Ronaldo chegou a enfiar o dedo médio no cuzinho rosa dela.

Minutos depois, minha esposa gozou quicando furiosamente na pica dele e ele também gozou dentro dela, enchendo-a de porra, os dois berraram tanto que tive receio de alguém ouvir e querer bisbilhotar. Ficaram deitados e ofegantes, ela por cima dele.

Eu estava destroçado, mas queria saber sobre o que conversariam depois da transa. Ficaram um tempo em silêncio, até que Ronaldo se levantou nu e foi até a cozinha pegar uma cerveja. Nesse momento, minha esposa começou a caçar suas roupas íntimas pelo chão. Ao vê-la fazendo isso, o canalha disse todo cheio de marra:

-O que é isso, minha linda? Mal começamos, relaxa, toma alguma coisa e já, já recomeçamos.

Jessica, talvez começando a perceber a gravidade do que fez, respondeu séria:

-Foi tudo muito errado isso...isso e o que fizemos no carro aquela noite, se ter te chupado e deixado me chupar e me dedar já tinha sido uma canalhice, o que fizemos agora, nem nome deve ter.

Novamente, cheio de marra, Ronaldo se sentou nu no sofá com uma long neck nas mãos e disse:

-O que fizemos aqui foi uma deliciosa aventura, você queria e eu também. Amei gozar 2 vezes no seu rosto e na sua boquinha dentro do carro, sem contar, poder te chupar, mas hoje, foi sensacional, já fiz amor com mulheres de vários países, mas você é especial. Vem aqui, vem?

Jéssica, já pondo o vestido, disse:

-Sem chance, Ronaldo, vou correndo voltar para o meu chalé, torcendo para que o Wagner não tenha acordado.

-Só mais uma vez, rapidinho. – insistiu se levantando e a abraçando, mas Jessica o empurrou e disse:

-Me deixa, cacete! Só espero que seja homem de verdade e não conte nada ao teu primo e nem faça piadinhas como as de hoje, pois se o Wagner perceber, pode ter certeza que a coisa irá engrossar para o seu lado.

Fazendo um gesto de medo com as mãos abertas, Ronaldo respondeu:

-Uhhhhhhh! O touro vai querer me chifrar.

Jessica o olhou com raiva e disse:

-Você é patético! Pena que eu só tenha percebido isso agora.

Ela se encaminhou em direção à porta e eu, mais que depressa, tratei de voltar com tudo para o meu chalé e me deitar. O correto era confrontá-la ali mesmo, ainda com a porra do macho escorrendo de sua boceta e com o cheiro de sexo que a adúltera trazia, mas eu não sabia como agir e temi por minha reação

Jessica veio de ponta de pé, me olhou na cama para ter certeza de que o otário estava dormindo e após isso, tomou um banho para se livrar dos vestígios de sua traição.

Certa de que eu estava dormindo, a vagabunda se deitou e dormiu logo, sua respiração forte denotava cansaço. Já eu, não iria pregar os olhos e decidi ir para a sala, onde meditei por muito tempo, chorei e decidi que o casamento tinha acabado. Quando me dei conta, já passavam das 5h, o céu estava escuro, mas um pouco menos, pois logo o dia iria surgir. Ao contrário da noite e começo de madrugada que tinham sido quentes, estava um friozinho chato. Mesmo assim, saí apenas de camiseta e calça de moletom para caminhar sem rumo.

Creio que perto das 6h, já estava de volta, sentei-me na varanda e fiquei olhando para o lago e as montanhas, vendo a neblina pairando. Creio que uns 40 minutos depois, vi Ronaldo abrindo a porta de seu chalé, estava com uma xícara vermelha grande nas mãos e ao me ver, exibiu um sorriso debochado. Fiz de conta que não o vi e fiquei olhando para a parte de cima.

Pouco depois, vejo que o mesmo começa a caminhar em direção ao meu chalé, segui fingindo que não o vi, ele subiu na varanda e veio com seu gesto típico e irritante de dar uns tapinhas nas minhas costas, porém, esses foram mais perto do ombro esquerdo.

-O que houve, Wagner, caiu da cama ou é como eu que gosta de acordar cedo para aproveitar a vida? Ehehehehe.

Num gesto puramente instintivo, na hora que sua mão direita, tocou em meu ombro esquerdo para dar os famosos tapinhas, fiz um gesto rápido com a mão direita acabei segurando seus dedos médio e indicador, levantei-me rapidamente e os torci com toda a minha força como que querendo que eles fossem em sentindo contrário. Tudo isso não deve ter demorado nem 4 segundos e somado ao fator surpresa e força que coloquei, Ronaldo mal teve tempo de reagir até sentir dois fortes estalos, um som feio demais, seus dedos tinham quebrado e o canalha apenas conseguiu dar um grito pavoroso que rompeu o silêncio do lugar, e caiu de joelhos olhando para a mão.

Antes que o mesmo perguntasse o porquê daquilo ou desse mais um berro, dei-lhe um chute violento na cara, que o fez cair para trás. Em seguida, subi nele e passei a lhe dar murros na cara. Creio que pelo grito de Ronaldo, Alice acabou abrindo a porta do chalé onde estava e ao ver a confusão, gritou:

-Eiiiiiiiiii! O que é isso? Acudam, gente!! Gente, o Wagner e o Ronaldo estão brigando.

Em um minuto apareceram algumas pessoas. Oscar e Rubens me tiraram, com muito custo de cima dele e passaram a berrar o que estava ocorrendo. Ronaldo estava com sua carinha linda bem estragada e urrando de dores. Nesse momento, Jessica surgiu com um roupão e ao ver o amante no chão e eu sendo contido pelos dois amigos, deduziu que eu descobrira tudo e se desesperou, dando um grito de medo e simplesmente correndo em direção ao lago. Porém, ela teve tempo de me ouvir dizendo alto:

-O Ronaldo está comendo a Jessica, me chifraram no chalé dele. Agora, me soltem, caralho, já fiz o que tinha que fazer aqui.

Todos ficaram espantados, até Oscar que, já sabia do rolo do seu primo com minha esposa, mas não que eu descobrira.

Alice gritou:

-Vamos atrás da Jessica, ela pode fazer uma besteira ou se machucar.

Eu respondi:

-Seria bom se ela se jogasse na parte funda do lago e morresse afogada.

Fui para dentro do meu chalé, começaram a ajudar Ronaldo que berrava de dor. Peguei minha carteira e as chaves para ir embora. Rubens tentou me acalmar, mas disse que só precisava ir embora dali.

Ao passar pela varanda, vi que havia um casal de um dos chalés próximos olhando tudo e o cara estava filmando. Com a calma digna do protagonista do filme Onde os Fracos não Têm Vez, aproximei-me dele e disse educadamente:

-Prefere me dar o celular ou que te faça um estrago 10 vezes maior do que fiz naquele camarada ali?

O cara simplesmente me passou o celular com os olhos arregalados. Apaguei o vídeo e em seguida destruí o aparelho na frente do casal:

-Vou dar um conselho para os dois. Evitem filmar as pessoas sem que as mesmas autorizem, algumas podem não gostar.

Recolhi os pedaços do caríssimo aparelho e depois me afastei dele.

Minha vida estava destruída e como bônus, algumas das pessoas mais próximas tinham descoberto que eu era um corno. Entretanto, antes de ir, deixei um recadinho para um “querido” amigo:

-Te prepare, Oscar, conheço teus podres e em breve tua mulher também conhecerá.

Ele engoliu seco e Daniela começou a pedir explicações, mas a essa altura, eu já estava entrando no carro. Dirigi por quase uma hora, 120km, 140km, numa estrada sinuosa, nem sei como não me fodi, pois fiz muita merda. Cheguei em casa e me joguei no sofá com a cabeça a mil.

As porradas que dei na cara de Ronaldo e os dois dedos que lhe quebrei não me trouxeram nenhum alívio, pois a dor de saber que meu casamento tinha acabado não diminuiria por causa de uma tola vingança, aquilo tinha sido totalmente por acaso, não tinha planejado porra nenhuma, apenas rolou. Entretanto, tempos depois, tomei conhecimento de que o nosso amigo teve que adiar sua viagem para a Itália por uns tempos, pois além dos dedos detonados, ficou com cara deformada, teve que implantar alguns dentes e ganhou uma baita cicatriz na altura da sobrancelha direita. Mas do jeito que era contador de histórias, não duvidei de que num futuro próximo, ele mostrasse essa cicatriz e dissesse que foi adquirida num safári na África ao enfrentar um leão.

Naquele dia, Jessica não deu sinal de vida, nem mesmo uma mensagem, mas notei que esteve online várias vezes. No dia seguinte, era o último do feriado e ela apareceu em casa no meio da tarde. Evidentemente, estava um pouco mais calmo, mas ainda arrasado. Assim que entrou e me viu sentado no sofá, minha esposa disse:

-Wagner, você precisa me deixar explicar o que houve.

-Ótimo! Explique, mas te adianto que já conheço partes do roteiro, sei que há algum tempo, os dois fizeram uma bela putaria dentro do carro e que ontem, deram uma bela trepada, onde o Ronaldo gozou dentro da sua boceta e depois na sua boca. Só quero entender como as coisas chegaram a isso.

Jessica gaguejou e ficou pálida, certamente, por eu saber de tantos detalhes. Ela levou a mão na testa aflita, andou pela sala e depois se sentou:

Começaria então uma grande discussão, nossos destinos seriam selados, mas muita dor, confusões e reviravoltas viriam.

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Foto de perfil de Lael Lael Contos: 318Seguidores: 847Seguindo: 12Mensagem Aviso: o site está infestado de contos produzidos por IA e/ou copiados de sites gringos. Mais grave: a maioria desses contos está sendo postada apenas por UMA OU DUAS PESSOAS, porém com nicks diferentes. Resta saber o que e se será feito algo realmente enérgico para que o site volte a ter apenas contos produzidos por autores de verdade. Aos leitores atentos e decepcionados que vêm falar comigo, quero dizer que entendo a frustração, mas o que poderia fazer, já fiz: informar e mostrar provas ao dono do site. Se algo será feito, já não depende mais de mim.

Comentários

Foto de perfil de Majases ♠️♥️♠️

O comedor levou a surra que mereceu e a hotwife vai tentar seduzir o corno e convece-lo a aderir aos novos velhos tempos que facilitaria o retorno do novo casal.

Vida que segue néeee

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E espero que o Wagner Chigurh foda com a vida do FDP do Oscar. Quem tem um amigo desse não precisa de inimigo.

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Excelente começo, como o traido, não direi corno, pois assim que descobriu ele tomou uma atitude à meu ver sensata.

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Só de ler que o safado quebrou os dedos e tomou uns sopapos ja valeu a pena o conto .

Cara conto do lael é foda demais .

Prendeu a respiração.

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Meu grande amigo Doda.

Cara, Fiquei refletindo sobre o título da série agora:

minha esposa linda e DELICADA

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Boa Carlão meu Irmão

Saudades meu Mano .

Mano sobre o título eu estou com medo da palavra "Perdi" .

Tb as tags me preocupam , ja foi a infidelidade , agora falta o cuckold e swing .

Aqui com o Lael podemos palpitar e meu palpite é que depois da traição o marido aceitou ser cuckold e no final perdeu a mulher ,

Mas o Lael é escritor otimo e fora da curva q podemos esperar de tudo

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O relato é uma lembrança do Wagner Chigurh cerca de 1 ano depois dos acontecimentos envolvendo Jessica e Ronaldo.

Ele conta, também, que está separado faz 4 meses. Há um intervalo de 8 meses que pode ter acontecido muita coisa, inclusive eles tentando se acertar com ele sendo cuckold e ela, hotwife.

O "perdi" pode ser que, de fato, depois de um tempo numa noa dinâmica de relacionamento, a Jessica escolheu Ronaldo. O divórcio pode ter sido devido a essa decisão dela, de preferir o Ronaldo.

Outra hipótese é que essas tags sejam do momento atual da lembrança para frente. E o "perdi", quem sabe, possa ser lido de forma simbólica. Wagner perdeu a Jessica como ele a conhecida. Perdeu ela para Ronaldo, o talarico. E de "agora" em diante, seria uma nova Jessica, uma hotwife.

Vamos ver o que o terceiro cap nos mostra.

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Que capítulo maravilhoso. De lavar a alma. Vibrei com a reação do corno tomando atitude, frio e calculista. A cena do celular foi épica. Espero que, mesmo com toda dor, ele mantenha a postura firme e digna.

Infelizmente, ele não pode cortar a adúltera para sempre pois eles têm um filho e isso cria um vínculo para sempre.

E me preocupa as tags cuckold e hotwife. Espero que eles cheguem nessa situação sem que o meu mano Wagner Chigurh perca a dignidade.

Nota 10, três estrelas. WOW! Ansioso pelo próximo...

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Agora se coloquem na situação do cara.

Será que a esposa passou o dia cuidando do amante ? É foda né...

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Ela pirou o cabeção, né? Saiu correndo pro lago. Acho que ela precisou se acalmar... mas nada justifica o que ela fez. Ela precisa ser muito convincente no cap 3, mas quanto mais penso, mais tenho certeza de que não há justificativa que não seja falha de carater.

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O primeiro capítulo inicia com ele separado a 04 meses relembrando os fatos.

As tags não fazem qualquer tipo de referência a conciliação ou superação...

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Eu gosto quando o traído toma atitude.

Durante o capitulo passei a acreditar que ele se calaria para manter o casamento.

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anton "WAGNER" chigurh

Eu tinha certeza que ele ia ser um frouxo. Um amarelão. Principalmente quando ele não quis confrontar de imediato e preferir atuar e depois flagrar com os próprios olhos.

Até pensei: "mais um corno manso".

Aí o cara dá um 180º na vida dele e toma atitude. Foi digno demais. Vibrei com cada reação dele. Muito bom mesmo.

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Não é o estilo do Lael escrever sobre personagens "mansos", mas do jeito que anda as coisas nesse site vai que né...

Carlos, e o seu conto, tem alguma previsão?

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Ainda não conheço o estilo do Lael. Tá na minha lista para ler vários contos dele quando eu terminar o meu. Só me preocupa as tags cuckold e hotwife depois da reação digna e honrada que o Wagner teve nesse capítula.

Sobre o meu conto, segunda-feira que vem. Eu tive que reescrever porque não tinha gostado do que tinha feito. Acho que foi um crise de inspiração, sei lá. Enfim, ele será terminado logo logo.

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Excelente reagiu no descontrole mas as consequências veremos a seguir

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Lael sabe como deixar o leitor agoniado e ao mesmo tempo querendo a continuação kkkkkkk

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