Fazendo a amiga calar a boca

Um conto erótico de Ariel
Categoria: Grupal
Contém 1430 palavras
Data: 24/03/2026 11:11:08
Última revisão: 24/03/2026 11:21:49
Assuntos: Cuckold, Grupal, Milf, Swing

Era um desses dias quentes, e tudo que queria fazer era me refrescar. Solange, amiga de longa data, me liga para irmos ao clube, banhar na piscina e jogar conversa fora. Sabia que havia mais coisa, pois ela, definitivamente, nunca foi alguém dada a papo furado. Pelo contrário, era capaz de tornar um dia leve em tenebroso, com assuntos que iam do trabalho à família, rapidamente. Mas ela era minha amiga.

Ainda por cima, desde que contei que era do meio liberal, Solange vivia me fazendo perguntas. E não passei incólume: uma vez ela falou a um grupo de colegas que eu tinha um relacionamento aberto com meu marido, o que era distante da realidade. Ela não entendia bem, mas ficava fascinada. Principalmente quando eu falava algum detalhe que lhe fazia brilhar os olhos. Como da primeira vez que fui a uma casa de swing, dos ambientes, das roupas (e falta delas)... Enfim, havia um interesse além da curiosidade, pois eu mesma passei por isso e sabia como era — com o agravante de que fui muito mais puritana que minha amiga.

Pois bem, já no clube, Solange chegou atrasada e falando muito. Ela, mais morena que eu, com o cabelo castanho-escuro alisado, biquíni marcando bem o corpo. Assim como eu, passava dos 40 anos e estava em plena forma. Nunca a convidei para algo a mais, pensando na amizade e, também, na política que tenho com meu marido, que é a de não ter ninguém fixo participando da nossa vida. Isso confundia as coisas, ele dizia. E tinha lá sua razão, mesmo que todos os nossos acordos envolvam respeito mútuo e, principalmente, participar o outro.

Solange tomava um drink, o canudo entre os dedos, quando avistou dois rapazes conhecidos dela. Prontamente sentaram, sem sequer pedir licença, o que me desagradou de início. Definitivamente, não estava em uma fase de ouvir jovem "pavão". Confesso que a experiência com o meio liberal virou uma chave em minha cabeça, na qual me sentia um pouco distante de flertes em cenários usuais. O clube certamente era um desses cenários.

A conversa avançava. Os dois eram jovens, atléticos, cheios de energia e conversa fiada (quem diria). Estavam fitando Solange, "marcando território". E ela, envaidecida. Já eu estava no celular, falando com meu marido por mensagens. Comentei que Solange havia colocado dois rapazes na mesa conosco, que estava constrangida pela falta de assunto.

"Ora, por que não trocar uma conversa?", disse ele. "Tá tão ruim assim o dia hoje?" Eu li rindo, pois fazia um dia lindo e quente. A bateria do telefone estava quase acabando e precisaria carregar. Resolvi encerrar o bate-papo com meu amado e dar uma chance para o que o dia apresentava. Foi aí que começou...

Subitamente, Solange começou a falar de sexo, como se estivéssemos em um happy hour íntimo. Suspeitei que ela já havia dito algo a meu respeito, pela naturalidade com que o assunto chegou.

— A Ariel e o marido dela têm uma relação aberta, por exemplo — soltou ela.

Fiquei brava pela exposição, mas nem um pouco constrangida, a ponto de corrigi-la:

— Não, Solange, é uma relação liberal. Somos monogâmicos, muito bem casados. Gostamos de nos divertir e realizar fantasias juntos.

Os rapazes riram, em um esforço para entender, para em seguida mostrarem-se surpreendidos.

— Se eu fosse seu marido, não repartiria você com ninguém, não — falou um deles.

— Pois ele se dá muito bem, também. Ninguém reparte ninguém, aí é que está. É difícil de entender — respondi.

Notei que o assunto já os havia deixado excitados, pois estavam todo o tempo se ajeitando nas cadeiras. Achei engraçado e resolvi provocar os três:

— Ora, quer dizer então que vocês se conversam aqui sem nenhum interesse? São amigos de tempos? Nunca os vi com a Solange. Esse interesse não pode ser porque os dois querem ter uma boa foda com ela?

Solange ficou com vergonha, finalmente. Se situou. E eu tomava as rédeas da conversa. Um deles foi sincero:

- Sim, existe interesse. Mas não declaramos, certo? Quem é que faz isso de primeira hoje em dia?

- E tudo que vocês têm a oferecer à Solange é papo? Sem aventura, sem brincadeira... Os três são solteiros! E eu que sou provocada o tempo todo... Francamente! Se eu fosse vocês três, sairia daqui e iria resolver isso.

Solange tremeu:

— Nós três?

Agora, eles tinham algo de verdade para falar. Finalmente, peguei o telefone para atualizar meu marido. Ele já havia mandado muitas outras mensagens, e uma delas dizia: "Faz o seguinte: mostra para a Solange como você é vadia comigo. Ensina essa turma a ser feliz, putinha." Olhei para Solange, desafiadora:

— Nós quatro.

Quando disse isso, subitamente os rapazes mudaram o semblante. O medo parecia ter ido embora de seus rostos. Peguei Solange pela mão.

— Tem o vestiário masculino lá de trás. Fica mais vazio esse horário, pois é do pessoal que pratica artes marciais — sugeri.

Quando chegamos, entramos por um pequeno corredor, onde finalmente encontramos um banco sem apoio. Peguei Solange pelos ombros e passei a mão em seu corpo. Os rapazes vieram, cada um de um lado, suavemente. Um me beijou no pescoço, enquanto o outro fazia o mesmo em nossa amiga, fazendo com que nos juntássemos ainda mais. Finalmente, beijei Solange, que retribuiu suavemente, ainda tímida. Já sentia o pau duro atrás de mim e, enquanto minha mão se aproximava daquele volume todo, sentia um arrepio percorrer meu corpo. A adrenalina era maior do que eu imaginava. Enquanto nos beijávamos, eu punhetava aquele pau, até sentir ele estourando na calça dele. O outro pegava nos seios dela, com vontade. Tiramos a roupa e nos abaixamos, as duas. Naturalmente, eles colocaram seus cacetes enormes para fora. Deixei ela chupar primeiro, os dois, enquanto eu segurava seu cabelo, puxando levemente.

— Era isso que queria, né? Você é uma puta e tanto, amiga! — eu falava, enquanto ela gemia com um de cada vez na boca.

Para mim, não era suficiente. Peguei os dois e coloquei na cara dela, para que engolisse os dois ao mesmo tempo. Fui colocando-a em cima do banco e comecei a lamber sua boceta por trás. Nesse mesmo momento, pensei ter ouvido um barulho, mas não dei atenção.

Lambia e sentia a excitação de minha amiga cada vez maior. Os dois em sua boca, ora esfregando em seu rosto, ora lhe dando tapas na bunda, enquanto também pegavam meu cabelo. Não demorou muito para que ela gozasse bem na minha boca, tremendo o corpo em prazer.

Quando me dei por satisfeita, eu trouxe um deles para perto. Chupei e conduzi o cacete para dentro da bocetinha de Solange, enquanto o outro seguiu lá na frente. Coloquei-me entre os dois e beijei a boca dela de novo. Sem rodeios, senti o outro pau entrando em mim. As duas de quatro, recebendo aquelas estocadas uma de frente para a outra. Não os enxerguei nessa hora, mas certamente eles estavam com olhar satisfeito.

Depois de uma comida bem dada, trocamos. E, dessa vez, pude sentir que o pau era ainda maior. Não demorou muito para que gozássemos quase juntas. Mas eu queria mais! Sentei por cima e trouxe a boca de Solange para perto da minha xoxota. Ela pareceu gostar muito, pois lambeu e chupou com vontade, enquanto eles entravam e saíam de nós duas. Uma conexão inesperada para duas amigas de tanto tempo! Gemi alto até gozar intensamente. Enquanto eu ficava com a bunda para cima, os dois ergueram Sol, de modo que um ficou atrás e outro na frente, encostados na parede. Ver minha amiga recebendo vara no cuzinho também me deixou satisfeita. Juntei-me a eles e masturbei a mim e a ela.

Em seguida, os dois nos colocaram de joelhos para chupar mais uma vez, a definitiva. Fiquei pensando em meu marido, que adoraria ver uma foto daquilo, como eu mandava nas raras vezes em que ele não esteve. Mas, de repente, aqueles jatos já chegavam em minha boca e, simplesmente, não resisti. Cheia de tesão, beijei a boca da minha amiga, também cheia com a porra daqueles dois, coadjuvantes de um momento muito nosso.

Assim que nos recompomos, nos despedimos dos rapazes e fomos ao vestiário feminino tomar um banho, onde prolongamos as sensações. Solange finalmente estava quieta, e eu, feliz por ela. Após a ducha, fui mandar uma mensagem para meu esposo, contando como foi, pois ele adora ler e ouvir. Qual não foi a surpresa quando tinha mais uma mensagem dele: justamente uma foto de nós quatro transando gostoso no vestiário. Aquele barulho que eu ouvira era ele, escondido.

Sempre um passo à frente, o tarado!

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