O novo gerente chegou no time e queria mostrar trabalho, ficou sabendo de um problema contábil em uma filial no interior de São Paulo, a empresa era da Capital, colocou na sala a coordenadora da conta que e ela resolveu envolver Maria e Roberto para ajudarem com a questão. Maria tinha 30 anos, era uma baixinha linda do interior que cativava fácil as pessoas por ser simpática e gostosa, tinha seios pequenos mas uma bunda grande e perfeita, era noiva e não deixava nenhum gracejo sem uma resposta de corte automático. Roberto tinha 42, casado, era o homem de confiança da coordenadora, acham até que eles poderiam ter um caso pela proximidade o que não era uma verdade, práticava esportes todos os dias, então estava muito em forma, mas sempre tinha o ar sério, e seus fios de cabelo branco nos cabelos e barba davam esse ar, era de certa forma o confidente de todos da equipe o parceiro e o amigo.
Foram na terça para o interior no meio da tarde os quatro, avião ruim e o gerente se inturmando e tentando entender tudo do trabalho, no hotel deixamos as coisas no quarto e saímos para ir a filial conhecemos as pessoas pessoalmente, Maria tomou alguns chavecos e deu umas cortadas e Roberto e a coordenadora administravam e introduzidam o novo Gerente ao processo, o pessoal da filial chamou a gente para beber, após o final do dia e fomos para não sermos desagradáveis, estávam cansados queríamos descansar. Quando eram dez da noite todos de volta para o hotel, todos beberam bem, então foi cada um para seu andar e para seu quarto.
As dez e quarenta, Roberto recebe uma mensagem de Mari, " Está dormindo? Preciso de uma ajuda" ele sorriu e respondeu a mensagem " Claro? Que ouve? Precisa de remédio para ressaca?" eu emoji de gargalhada. Ela respondeu com o mesmo emoji, e um emoji triste " A senha da minha mala não está entrando" ele explicou para ela que com uma caneta conseguiria violar o zipper e depois correndo o zipper por cima ela fechava, mas que aí poderia testar senha a senha no dia seguinte. Ela ficou em silêncio e depois de vinte minutos chegou a mensagem "não consegui, nem entendi direito", ele respondeu " Vou aí, qual seu quarto? ", ele estava com um pijama leve, cabelo molhado do banho gelado, interior de São Paulo calor infernal, e sem cueca, mas nem lembrou desse fato, bateu na porta e ela abriu enrolada em uma toalha.
- tomei banho quando você me explicou, parecia tão fácil - riu nervosa - mas no final não consegui abrir e fiquei com medo de estragar a mala. - sorriu para ela e entrou no quarto andando atrás dela, ao passar pelo banheiro no chão a roupa dela, inclusive a calcinha e o sutiã, o reflexo foi automático e o desconforto de lembrar estar sem cueca, agachou do lado da mala tentando esconder fingindo analisar só para ganhar tempo mas o cheiro de banho tomado é ela agachada a seu lado estavam realmente dificultando de esquecer e até piorando. Ele queria se livrar daquela situação rápido, então pediu para ela a caneta, ela foi até a escrianha do quarto e abriu uma gaveta, deixou um bloco cair quando pegou a caneta, e então abaixou meio de quatro para pegar o bloco o pau de Roberto já poderia ser visível mesmo com ele agachado, o desconforto fez ele ajoelhar e ficar curvado. Ela parou do outro lado mala, agachada de braços cruzados, mas de frente com Roberto que já estava suando olhando as coxas dela com a toalha tão alta na posição que ela estava que se um. Movimento fosse diferente ele veria mais do que deveria. Tentou ser rápido, a caneta pulou nas duas primeira vezes ela, desceu ou os braços e segurou a mala, abrindo levemente as pernas sem perceber, mas ele percebeu, e conseguia ver exatamente sua buceta, lsiinha sem pelos, rosada com um grelho alto e vistoso e úmida provavelmente pelo banho, ele fechou os olhos e voltou a focar na mala, colocou a caneta entre uma das emendas do zipper,estava suando com toda aquela situação, ela ria dizendo que era uma vergonha, um pouco bêbada e discontraida diferente do trabalho, ele sorriu de volta quando a caneta finalmente entrou.
- Tudo bem nos vamos dois vamos lembrar disso e rir. - Ele fez o movimento e o zipper foi se abrindo ela olhava como se estivessem abrindo um baú de tesouro. Quando ela puxou a parte de cima da mala para abri caiu, sentada rindo, levantou olhar para para Roberto, ele estava sério olhou para baixo onde seu olho estava e percebeu que caiu de pernas abertas os lábios da sua buceta separados de uma maneira sexy, parou de rir, e voltou o olho para ele, mas percebeu o volume no short do pijama, ficou com o olho ali parado antes de levantar até seus olhos de novo e fechar as pernas abraçando o corpo todo, se escondendo. Os dois ficaram vermelhos olhando para o chão. Apesar de segundos na cabeça bêbada de Maria, passou um filme de como Roberto sempre a ajudou e sempre fez questão dela se sobressair no trabalho e na vida pessoal, e a vida pessoal dela faltava algo, a relação com o noivo era ótima, quando o crivo de ótimo é sem aventuras e sem histórias para contar e então num movimento que ela sabia que não conseguiria explicar se não fosse retribuído Maria, se projetou para frente e beijou Roberto, fazendo ele cair no chão e caindo sobre ele. Roberto ficou assustado mas sua boca retribuiu o beijo sem nenhuma cerimônia, aquela mulher, que ele tratava como uma menina a ser protegida, que todos os homens na equipe e também de outras equipes falavam que queriam fazer obscenidades e ele repreendia por ser ela, estava agora sobre ele, só de toalhas e o beijando como se fosse a coisa mais importante do mundo para ela, e tinha acabado de virar para ele quando em um único movimento sua mão estava dentro da toalha alisando a pele daquela bunda tão desejada por tantos e por ele no seu subconsciente. Ela soltava pequenos gemidos com seu apertão e se esfregava em seu pau duro ainda dentro do short do pijama, Maria não falava só gemia e beijava e Roberto se sentia estranhamente a vontade em alisar o corpo da jovem, dedicando o maior tempo a sua bunda, alisou entre suas nádegas e não ouve protestos, pelo contrário um beijo mais intenso quando a ponta de seus dedos alisaram seu cu, e chegaram até sua buceta, Maria até abriu um pouco mais as pernas fazendo com que os dedos de Roberto tivessem acesso mais livre dentro dela, os dedos de Roberto invadiram Maria e ela retribuiu com um gemido e uma leve mordida na orelha de Roberto, pensando que queria que ele fosse alem, mas nem sabia o que seria, não conseguia mais pensar quando o segundo dedo a invadido e seu clitóris começando a ser precionando, Maria soltou um gemido desesperado e apenas rolou para o lado, assim poderia tocar nele também, então Maria encheu a mão entre as pernas de Roberto, apertou seu pau e a mão não fechou, ela era pequena mas aquilo realmente era maior do que qualquer um que tinha visto, principalmente do seu noivo, ela ficou ansiosa queria ver aquele pau fora da roupa, mas não queria parar de ser tocada, estava quase gozando com todo esse conflito e então ficou de quatro ao lado dela projetando sua cabeça para outro lado, só não esperava que Roberto sem aviso entrasse entre suas pernas com a cabeça dele e começa-se a lamber sua buceta e seu clitóris, Maria soltou quase um urro, e puxou o short de Roberto, revelando um pau com veias e uma cabeça bem avermelhada, a mão de Maria, nem bem o agarrou, já o trouxe para boca, ela beijou e lambeu e se desafiou a colocar ele o mais dentro de sua boca que conseguia, mas passou pouco da metade, mesmo assim sentia Roberto gemendo e aprovando com um carinho, o dedos habilidosos de Roberto começaram a explorar mais, esse mais foi uma língua em seu cu, e a quanto tempo não tinha aquela sensação, ela sabia que sua bunda era o que mais chamava atenção dos homens e já tinha feito anal algumas vezes, mas quando ele trocou a língua e estava com seu pau fundo na boca que seus olhos lacrimejaram ficou pensnaos se ele ia querer fazer isso, com aquele pau tão fora dos padrões do que ela conhecia, e nesses pensamentos ela começou a gemer mais forte, mais alto, mais intenso e gozou, apertando o rosto dele entre as pernas, tremendo desncontroladamente com dois dedos no seu cu e seu clitóris sendo chupando com uma firmeza que parecia que ele fazia aquilo todos os dias com ela. Quando ele parou e ela tinha pequenos choques que eram estamos gemidos, sentiu apenas Roberto empurrando sua bunda para frente fazendo com que ela fosse até seu pau com seu quadril, e Maria ergueu seu corpo e deixou que ele me encaixasse o pau e desceu, ela nunca se sentiu tão apertada parecia que cada pedaço dele estava abrindo ela, mas a sensação era boa, de estar sendo preenchida mais do que cabia, ela desceu o quando conseguiu e começou a rebolar sabendo que ele estava olhando para sua bunda, sentiu uma vergonha momentânea, que passou quando tomou um tapinha na bunda e ganhou um carinho sobre o local do tapa, e isso a estimulou a rebolar mais a deixar ele ir mais, e quando os dedos dele tocaram seu cu novamente deu uma travada, Roberto percebeu, e apenas alisou estava disposto a trocar a sua vontade de realizar aquilo que seria perfeito porque percebeu que Maria travou, quando começou vou a tirar os dedos Maria segurou seu pulso.
- Eu quero - ela disse sussurrando gemendo, sem olhar para trás com as mãos apoiadas em suas coxas ainda com o pau dele preenchendo cada centímetro da sua buceta, a mala aberta aí lado pegou um creme, e deu a Roberto - só que - rebolou no pau dele, - vai devagar. - Roberto quase gozou com o ela falando daquela forma e se entregando a ele. Roberto untou os dedos com aquele creme e ela subia e descia menos, rebolava menos, e gemia mais, ainda mais quando ele enfiou o terceiro dedo. - Puta que pariu. - ela falou antes de tremer sendo preenchida com o pau dele na buceta e os três dedos em seu cu ela, ela apenas foi com o corpo para frente fazendo escapar de sua buceta e ficou de quatro.
Roberto contemplou aquela imagem maravilhosa de Maria de quatro e a imagem ficou mais perfeita quando ela olhou sobre o ombro e disse quase sem sair sons dos seus lábios " Devagar, voce é grande" - ele encaixou o pau no seu cu ela respondeu com um gemido em expectativa, e ele forçou pouco para que a cabeça entrasse e ela pedisse calma apoiando uma das mãos na cintura dele, Roberto sabia que aquela imagem nunca mais sairia da sua mente, e quando ela tirou a mão permitindo que ele fosse um pouco mais ele não esperou, a ansiedade era dele, estava quase gozando e nem tinha começado, o aperto em volta do seu pau, as pequenas olhadas sobre o ombro e os gemidos de prazer dela estavam enlouquecendo ele, Roberto afundou inteiro e Maria desceu seu rosto até ao chão deixando a bunda completamente exposta, Roberto pegou na sua cintura e deu um pouco de ritmo e o seu pau entrava e saia apertado de dentro de Maria e seu gemido eram mais pequenos gritos, Roberto já estava no limite e sem falar nada gozou, tirando um urro novamente de Maria, Roberto deu duas esparradas dentro a terceira foi no seu rego e nádega esquerda pegando o início das costas e a quarta fazendo escorrer pelo rego e buceta, pingando no chão. Roberto ali ajoelhado com a visão de Maria de quatro ainda, ambos com respiração ofegante e ambos com o rosto vermelho, a bebedeira tinha passado, o silêncio foi cortado pelo movimento de Maria deitando sua bunda de lado no chão e o som parecido com um peido que empurrou, a porra e o creme para fora da sua bunda, Maria deu um riso com gemido de vergonha e satisfação. Roberto se levantou e sem colocou seu short, ela olhava para o chão, ambos não sabiam o que falar, ele deu dois passos em direção a porta, mas voltou, beijou a testa de Maria que olhou de olhos arregalados e em seguida lhe beijou a boca.
- Maria, sei que foi um erro mas nunca foi esquecer, foi incrível. - Deu mais um beijo correspondido por ela e saiu indo pra seu quarto.
No dia seguinte trabalharam normalmente durante o dia, a noite beberam com a corredenadora, o gerente e alguns funcionários da filial, e quando estavam. No quarto ambos após voltar, ambos pensaram demais e nada fizeram além de se masturbarem, Maria na banheira e Roberto na cama, sabendo o que queriam mas não deveriam. A vida de ambos correu normal, um ano e pouco depois Maria se casou, Roberto foi com a esposa e os dois deram um sorriso cúmplice na hora dos cumprimentos.
Ele somente se levantou e andava em direção a porta, ela não sabia o que dizer, não fez de propósito, mas já tinha feito, ele só foi até a porta, abriu e parou, Falou sem olhar para trás:
- Tem gente no corredor. - fechou devagar.
- Tudo bem, não tem problema. - ela nem sabia porque disse isso. Ele olhou para trás e ela estava sentada no chão ainda, so que de comportada. Ele sentiu um alívio.
- O problema é o que vão pensar de você. Se não eu teria saído - ela tá vê um choque as palavras dele, mesmo com toda aquela situação a preocupação dele era com ela. - aquilo mexeu com ela de maneira estranho, estava acostumada a se defender e a defender a imagem do que os outros iam falar das pessoas a sua volta e não de ser protegida, o seu noivo não a protegia não dá forma que ela se sentiu naquele momento.