Tomamos coragem e fomos conhecer a casa de swing.

Um conto erótico de Paulo Pinto
Categoria: Grupal
Contém 4105 palavras
Data: 22/03/2026 10:32:31

Eu sou Gil, casado com Carmem a 20 anos, na época eu tinha 43 anos e ela 44. Meço 1,75, moreno claro, cabelos pretos, corpo normal e tenho um pênis de +- 20cm de comprimento.

Carmem tem 1,71 de altura, morena, cabelos pretos longos, seios grandes, bumbum grande e cintura fina. Temos uma filha de 19 anos.

Eu e Carmem namoramos desde o colégio. Ela foi minha primeira e única mulher e eu o único homem de sua vida. Sexualmente sempre nos demos bem. Somos divertidos, gostamos de dançar, passear e nunca tivemos crises de ciúmes. Falamos de sexo com amigos, sempre com respeito, mas sem frescura. Sei que muitos homens babam quando ela está com seus biquínis nas praias ou cachoeiras. Usamos estes momentos para apimentar nossas transas. Raramente vemos filmes pornôs, mas quando vemos sinto que ela fica mais excitada, principalmente quando é com troca de casais. Perguntava a ela se teria alguma fantasia relacionado a este tema e ela sempre disse que achava legal quem tinha coragem, mas não era o caso dela e nem o meu. Ela sempre disse que não se tratava de ciúmes ou medo de acabar com nosso casamento. Achamos que nosso amor está acima de tudo. O problema é o medo de falas maldosas e isso chegar até nossa filha. Passava um tempo e ela pedia para baixar um filminho de sexo. Ela comprou um consolo de 16cm e usávamos nestas noites. Ela adorava colocar o pau de silicone no seu bumbum enquanto me cavalgava de quatro. Ela chegava a gozar 2, 3 vezes antes que eu gozasse. Claro que eu sabia e nem ela escondia a vontade de experimentar um pau de verdade naquela posição. Ela também sabia o quanto eu era fissurado para experimentar outra xoxota que não fosse a dela. Ela comprava várias fantasias sensuais. Sabíamos que um dia colocaríamos nossas fantasias em prática. Falávamos abertamente dos nossos desejos. Acabávamos sempre dando um passo atrás por causa de nossa filha e família. Falávamos que queríamos primeiro ver outro casal fazer sexo ao nosso lado e quem sabe faríamos sexo ao lado deles. Esta fantasia nos proporcionava grandes noites de sexo quente.

Tudo ia assim até que nossa filha foi convidada a passar 9 meses nos EUA para fazer um curso avançado de TI. Meu irmão mora lá com a família e nos convenceu a deixá-la ir. Sabíamos que sofreríamos muito com a falta dela, mesmo falando com ela quase todos os dias. Quando já tinha um mês que ela estava lá, eu e minha mulher vimos um filme ambientado numa casa de swing. Nesta noite enquanto fazíamos amor Carmem começou a falar que seria uma ótima época para conhecermos uma casa como a que vimos no filme. Disse que era só para conhecermos e realizar nossa vontade de ver outro casal transar em nossa frente. Combinamos de ir, mas era só para vermos, não participaríamos e nem nos envolveríamos com ninguém. Caso encontrássemos alguém conhecido diríamos que era só curiosidade. Tudo combinado e chegou a tal sexta-feira. Saímos para trabalhar normalmente, durante o dia ela me liga e pergunta se iríamos mesmo. Eu disse que sim, a não ser que ela não quisesse. Ela deu uma pausa e disse que iríamos. Deixou claro que estava muito nervosa e que estava sendo um dia improdutivo para ela. Eu a acalmei e disse que poderíamos desistir até a porta da casa e que mesmo depois de entrar poderíamos sair caso ela não se sentisse confortável. Quando cheguei em casa fui recebido por ela com um beijo espetacular. Ela estava de roupão e tinha preparado para nós um lanche. Ela bebeu umas duas taças de vinho e se encostou no sofá, fechou os olhos e ficou quieta como se estivesse dormindo. Fui até ela e acariciei suas coxas. Ela abriu um pouco suas pernas o que me deixou ir com minha mão até sua xoxota. Fui lentamente levando minha mão até sua bucetinha, ela estava muito molhada e lisinha. Chegava a escorrer. Coloquei o dedo no seu grelinho e fui acariciando enquanto beijava o seu pescoço. Ela tremeu inteirinha.

Ela: "Amor de minha vida, estou assim o dia todo. Tive que colocar um protetor diário para trabalhar. Tomando banho eu gozei enquanto lavava minha bucetinha. Estou maluca de tesão."

Eu: "Quer fazer amor para se acalmar um pouco?"

Ela: "Não, vou tomar outro banho. Na volta de lá faremos amor a noite toda."

Descansamos um pouco, tomamos um banho e fomos para a casa de swing. Ela estava linda. Usava um vestido colado ao seu corpo, marcando todas as suas curvas. O decote era generoso e ela não usava sutiã. O vestido era curto e mal cobria suas coxas grossas. A calcinha era muito pequena.

Eu: "Amor, assim não vai ter homem que resista."

Ela: "A minha ideia e a sua é essa. Eles lambam os beiços e você lambe minha xoxota."

Dei um beijo nela e fomos. Quando chegamos lá tanto eu quanto ela estávamos nervosos e suávamos as mãos. Precisamos ficar um pouco no carro até nos acalmarmos um pouco. Entramos e escolhemos uma mesa mais afastada de um pequeno palco. Assim que chegamos ela pediu um drink para ela e um suco para mim. Na mesa ao lado estava um casal muito bonito. Eles deviam estar na faixa de uns 60 anos. Eram pessoas bonitas e com um físico muito bom. Ela era morena clara, bonita e com um decote provocante igualmente a Carmem. Eles acenaram a cabeça num rápido cumprimento. Reparei que eles não tiravam os olhos de nós. Carmem reparava em tudo e olhava especialmente para os casais. Logo começou um show no palco com um casal. Ela não tirava os olhos e claramente estava excitadíssima. Perguntei a ela se queria circular pela casa. Ela disse que ainda não. Uns minutos se passaram e o casal ao nosso lado levantou, veio até nós e perguntou se poderiam sentar por um minuto em nossa mesa. Ficamos meio sem saber o que responder até que eu os convidei a sentar. Eles eram muito simpáticos e começamos a conversar. Ele era Murilo e ela Selma. Ambos com 60 anos. Disseram que notaram o nosso nervosismo. Selma quis saber se era a nossa primeira vez na casa. Dissemos que sim. Falamos que apenas queríamos conhecer. Eles disseram que a 1 ano costumam ir naquela casa. Disseram para ficarmos tranquilos e que por experiência sabiam como estávamos nervosos.

Murilo em tom de brincadeira disse para a Carmem: "Calma querida, aqui ninguém tem a intenção de tirar um pedaço de você. Podem até querer colocar."

Rimos e ele disse a ela que era só uma piada infame para descontrair. Selma: "Não sei se foi eficaz amor. Talvez até tenha a deixado mais nervosa. Carmem querida não repare nas brincadeiras dele e por favor não se incomode com os olhos dele dentro do seu decote. Desde que você chegou, ele se encantou pelo colo de seus seios, que realmente são lindos." Carmem: "Não me incomodo, se estou usando é porque quero que vejam. Mas os seus também são lindos e o Gil também já havia lhe elogiado. Ambos são bonitos e simpáticos. Está sendo bom conversarmos, estávamos muito nervosos."

Selma: "O que procuram aqui?"

Eu: "Faz um tempo que temos o desejo de conhecer este ambiente, mas apenas para apimentar nosso sexo que já é muito bom. Costumamos ver filmes e isto mexi um pouco conosco. Nunca expomos estes desejos para ninguém, até porque ainda estamos amadurecendo as ideias. Primeiro queremos ver de perto algum casal fazendo sexo. Depois pensamos em fazer ao lado deles. Mas isto ainda nos deixa nervosos."

Murilo: "Legal, tudo tem o tempo certo. Já deram um grande passo vindo aqui. Já terão um bom assunto para discutir. Quando quiserem poderemos levar vocês em alguma sala onde terão casais fazendo sexo. Será para nós algo muito excitante participar deste momento de vocês."

Carmem: "Vocês já fazem troca de casais?"

Selma: "Umas 3 vezes, já passamos pelos mesmos estágios de vocês. Quase morri quando vi um casal transar ao nosso lado. Foi um misto de tesão e medo. Depois quis tocar neles. Era a minha primeira vez tocando em outras pessoas. Quando segurei um pau sem ser o do meu marido, que até então só tinha tocado no dele, foi um tesão incontrolável. Daí beijar e chupar aquele pau foi mais fácil. Não era maior nem mais grosso do que o pau do Murilo, mas era diferente. Foi muito gostoso. Depois foi sentir um outro pau dentro de mim. Foi um dia que me lembrou a minha noite de núpcias, pelo nervosismo e pelo prazer. Tomara que sintam o mesmo."

Murilo: "Agora, tem que se entregar, confiar um no outro e não pode haver ciúmes, mas tem que ter cuidado um com outro."

Selma: "Que bom conversarmos já estou mais calma."

Eu: "Tomara que tenhamos uma boa experiência. Embora só desejamos ver." Selma: "Vão ter. Mas com está mulher vestida assim tão deliciosamente, preparem-se para algumas mãos atrevidas. E olhe se não são as nossas."

Rimos.

Carmem: "Vocês ficaram mesmo com vontade de tocar em nós?" Selma: "Quem não ficaria moça? O pau do Murilo deve estar como uma madeira, grosso e muito duro. Por ele já estaria beijando os seus seios e acariciando sua linda bunda. Eu já estaria com minhas mãos apalpando o cacete deste lindo homem. Mas como falamos, nada tem que ser imposto. Mas desejamos e muito. Adoraríamos ser os primeiros, mas sabemos que talvez sejamos velhos para vocês, podem estar procurando pessoas mais na faixa etária de vocês." Carmem: "Que isso, vocês são lindos, o problema é conosco que nem sabemos como começar ou se iremos. Observem os olhos do Gil na Selma. Ele literalmente te come com os olhos."

Eu: "Claro que estou, a conversa, o ambiente vai mexendo conosco. Estou com tesão, mas nem sei como agir. Garanto que Carmem deve estar molhadinha."

Carmem: "Com certeza."

Murilo: "Querem dar uma volta nas Dark room? Querem ver ou conhecer outros casais? Façam o que quiserem."

Eu e Carmem estávamos com muito tesão, mas não sabíamos como agir. Não sabíamos como seria nossas reações.

Carmem: "Nós adoramos, sentimos o clima, mas estou tão nervosa que prefiro ir em outro lugar respirar mais."

Selma: "Olha, entendo perfeitamente o que passa em sua cabeça Carmem. A um ano estava nesta situação. Quando um senhor passou a mão na minha bunda na dark room, eu quase mijei nas calças. Era uma mistura de tesão e medo. Por isso vou lhes fazer um convite. Antes preciso dizer que viemos hoje apenas a passeio, não temos compromisso com ninguém.

Moramos num bairro aqui perto, num edifício de 10 andares. Temos um dúplex no último andar. Eu estou convidando vocês a irem no nosso apartamento. Não precisa rolar nada. Vai ser um final de noite agradável, onde se quiserem falaremos de nossa primeira experiência e quando quiserem vão embora. O compromisso é conversar que eu adoro."

Murilo: "Para se sentirem seguros, iremos com nosso carro na frente, 10 a 20min vocês vão, na portaria peçam para serem anunciado no apartamento do Dr. Murilo André (nomes fictícios) vou passar o endereço e meu número celular. Vamos comer algo e tomar uns drinks. Está feito o convite."

Carmem olhando para mim diz: "E então amor, aqui não quero ficar mais. Estou nervosa."

Eu: "Se prometerem que será uma visita sem compromissos, eu topo. Já está tarde. Tem problema?"

Ele: "De forma alguma, no fim de semana temos hábitos noturnos. Direi na portaria que meu sobrinho e esposa estão a caminho."

Carmem: "Vamos."

Pagamos as contas e saímos.

Conforme combinamos demos um tempinho no carro e fomos. Nos anunciamos e o porteiro após nos identificar nos conduziu até o elevador. Quando chegamos fomos recebidos por Selma. Como a noite estava quente ela nos conduziu até a varanda do apartamento onde tinha dois sofás de dois lugares. Comentamos um pouco sobre o maravilhoso apartamento. Trouxeram a tábua de frios e vinhos. Eu não quis beber, tomei suco. Carmem aceitou para ver se acalmava. Por mais de meia hora conversamos de amenidades. Falaram de filhos e netos. Da empresa dele. Selma era psicóloga e professora universitária, mas já não lecionava mais. Começou a soprar uma brisa fria e resolvemos

Ir para dentro da enorme sala. Coube a Carmem perguntar a Selma quantos encontros tiveram e quantas trocas fizeram. Selma disse que foram na casa de swing a primeira vez apenas para ver. Quando entraram na Dark room e um cara passou a mão nela. Não se sentiu bem. E assim como nos foram embora. Eles fizeram um anúncio na net procurando casais na mesma situação deles. Depois de descartar muitos, apareceu um casal da idade deles que queriam o mesmo que eles. Deste encontro nasceu uma amizade que perdura até hoje. Mas só viram eles se sarrando e eles fizeram o mesmo. Ela disse que não foi bom, só que este casal lhes apresentou outro. E com este outro fizeram sexo no mesmo ambiente na primeira vez. Na segunda, tudo começou igual. Só que ela quis tocar no pau do cara. Assim que tocou ela falou que uma eletricidade percorrer o corpo dela e em segundos já chupava o cara. E o marido dela trocava carícias com a mulher, só que ficaram só nisso. Depois cada um transou com o seu parceiro. Na terceira aí rolou sexo e ela disse que foi perfeito. Encontraram mais duas vezes e o casal voltou para a Inglaterra, eram ingleses. Agora estava sentindo muita falta, por isso foram na casa de swing.

Murilo não tirava os olhos de Carmem.

Carmem: "Então você gostou?"

Selma: "Muito, nem você e nem o Murilo conheceram outros parceiros na vida. Isto hoje é raro. Foi o que aconteceu comigo a 1 ano. Com Murilo não, ele era um mulherengo até casar."

Colocaram músicas e começaram a dançar. Eles se beijavam e se tocavam. Carmem já apertava as coxas de Gil.

Selma: "Vem dançar, é bom para relaxar."

Carmem: "Estou com as pernas trêmulas. Tá bom ver vocês."

Selma: "Ficaria constrangida se eu e Murilo colocar algo mais provocante? Ou preferem que não?"

Eu: "Por mim está tranquilo."

Carmem: "Ele está doido para ver mais de você, eu o conheço. Podem colocar. Me mostre o banheiro, quero retocar a maquiagem."

Selma: "Olha, sei que esta nervosa, mas está com a xoxotinha molhada. Muito molhada. Tem toalhas limpas em uma das suítes aqui de baixo. Vão lá tomem um banho, para refrescar, os dois. Vou ligar o ar central e regular as luzes. Mostro a suíte venham, quando nos descermos continuamos a dança, pode ser? E querida, precisa de calcinha?"

Carmem: "Aceito o banho rápido, acertou em tudo. Vem amor, me faz companhia."

Fomos tomar uma ducha rápida, eu coloquei a mesma roupa. Carmem também, só que a calcinha não dava para usar. Perguntei a Carmem, até onde iríamos."

Ela: "Amor, você viu como minha buceta está escorrendo. Quero ir mais um pouco, vamos vê o que eles vão fazer. Se eu apertar o seu pau, é que quero mais. Aí pode me deixar louca como sempre faz. Gostei deles."

Saímos e em minutos eles apareceram. Ela usava uma mini camisola vinho de renda, com os seios quase a mostra. Ela tinha seios lindos e a bunda era perfeita. Não parecia nunca que tinha 60 anos. Ele usava o pijama de seda em tom de verde. Começaram a dançar novamente, mas já foram para as carícias. Ele desceu uma alça da camisola e começou a beijar suavemente os seios dela. Ela gemia e beijava o pescoço dele. Ele começou a acariciar sua linda bunda. Virou ela para nós e expôs sua bunda só coberta por uma calcinha transparente. Ele segurava as nádegas dela.

Ela com carinha de puta, olha para nós e pergunta, podia ousar mais. Carmem apenas balança a cabeça afirmativamente. Selma segura o pau do marido sobre o calção. Claramente ele estava sem cueca. O pau parecia grande e grosso. A seda só disfarçava. Minha mulher se ajeitou no sofá e apertou o meu pau. Eu a levantei e a apertei contra mim, beijava o seu pescoço e mordia as suas orelhas, virei ela de costas para eles e coloquei minha mão sobre a sua bunda e comecei a acariciar, como ela estava sem calcinha, eles viam a bunda perfeita dela. Ambos ficaram boquiabertos. Ela se esfregava no meu pau o que levantava ainda mais seu vestido. Selma tirou o pau do Murilo para fora. Virei ela de costas para mim deixando ela ver o pauzão do Murilo, vi que ela tremeu toda. Passei a mão na sua xoxota e estava ensopada novamente. Aproveitei para acariciar seu grelo e coloquei 2 dedos dentro de sua xoxota. Ela rebolava. Acabei de levantar seu vestido até a sua cintura. Deixei exposta sua bucetinha lisinha, sem um pelo. Abri o zíper, tirei o meu pau e coloquei entre as pernas dela. Assim eu sentia a xoxota dela toda melada e a cabeça do meu pau aparecia entre as pernas dela. Selma ja estava só com a minúscula calcinha. De repente ela deixou s seu marido no meio da sala e ajoelhou em frente a Carmem. Começou a lamber o meu pau e a xoxota de Carmem. Não sabia qual seria a reação de minha mulher. Ela segurou a cabeça de Selma e esfregava sua xoxota e meu pau na boca da amiga. Murilo deu um passo para frente. Carmem chama ele e lhe da um beijo. Ele começou a acariciar os seios dela sobre o vestido. Eu puxei o vestido dela e a deixei nua. Ele ficou maravilhado com os seios dela. Ele beijava e chupava. Dizia que ela era linda e que era os seios mais lindos do mundo. Ela larga a cabeça da mulher dele e começa a puxar a cabeça de Murilo contra os seus seios. Ele se ajeitou e a segurou substituindo o meu pau pelo dele. Ela rebolava no pauzão dele. Ele beijava os seus seios e apertava a bunda de minha esposa. Eu sabia que ela conheceria em breve outro pau. Carmem já chupava o meu pau e tirava minha roupa. Ela me empurrou no sofá e disse: "Puta que pariu, que pau grande. Porra, o maior que já vi." Começou a mamar no meu pau. Ela o segurava com as duas mãos. Em compensação minha mulher não conseguia contornar com sua mão o pau do Murilo.

Selma: "Um grosso demais e outro grande demais. É Carmem, somos mulheres de sorte. Amores, acho melhor a gente ir para nossa suíte, ela tem tratamento acústico e acho que teremos uma longa noite." Subimos eu e ela e Carmem e Murilo. Lá minha mulher sentou Murilo na cama e tentou de todas as formas chupar aquele pau. Ela custou a chupar a cabeça daquele pau. Ela já tinha dominado a situação e iria ter o que ela tanto esperou nestes últimos anos.

Carmem: “Amor, o pau dele é lindo, cheio de veias e é muito grosso. Será que vou aguentar ele?"

Selma: "Vai amor, vai rebolar gostoso nele. Vai gozar horrores. Eu é que não sei até onde este pau de jumento vai dentro de mim. Quero muito saber." Me deitou na cama, segurou meu pau e apontou para sua buceta melada e foi descendo. Era muito gostoso sentir a buceta de outra mulher, ela era quente, ela ia rebolando e descendo o seu corpo. Ela começou a fazer algo que minha mulher nunca fez, ela mordia o meu pau com a xoxota, que sensação maravilhosa. Ela subia e descia engolindo um pouco mais. Ela estava se deliciando com meu pau.

Ela: "Tá gostando amor, minha bucetinha está engolindo esta serpente. Que pau gostoso. Vai empurrar meu útero. O maior pau da minha vida. Fala meu putinho, está gostando de ter o pau mastigado. Vou ensinar sua mulher a morder um pau. Calma que daqui a pouco engulo este caralho todo."

Ela subia e descia até quase entrar tudo. Ela rebolava esfregava, mordia meu pau com a buceta e gemia na minha vara. Ao lado vi minha mulher deitada e Murilo chupando sua buceta. Ela rebolava e jogava seus quadris para cima. Ele enfiava a sua língua e sugava minha mulher.

Ele: "Selma, que melado, que buceta gostosa e melada. Você foi feita para levar caralho grande e grosso. Meu pau vai entrar fácil nela. Vou te fazer de minha putinha, ainda vai me dar esta bunda maravilhosa." Ele preparou a buceta de minha mulherzinha.

Ele: "Putinha, como vai querer levar meu pau. De quatro, papai e mamãe ou quer sentar nele para seu marido ver você rebolando em outra vara?"

Ela: "Ai que delícia de chupada. Seu corno, faz o meu marido de corno, quero sentar nele. Quero que ele veja."

Murilo deitou ao meu lado e ela sentou sobre ele. Logo ela encaixou aquela cabeçona na entrada de sua buceta e foi forçando para baixo.

Ela: "Olha amor, olha meu corninho sua mulher virando putinha de outro macho. Olha que pauzão entrando na minha xoxota. Já gozei na boca dele, agora vou gozar na rola dele." O cacetão dele foi sumindo dentro da antes bucetinha de minha mulher.

Ela: "Ai que pressão gostosa. Meu grelo está esmagado, vou gozar amor, estou gozando, gozando neste pinto. Pela primeira vez Amor, estou gozando com outro macho."

Quase que junto com minha mulher eu sentia muito líquido escorrendo da buceta de Selma. Chegou a molhar minhas costas. Ver aqueles seios balançando e a cara dela gozando é muito gostoso. Ela gozou gostoso. Ela deitou sobre mim e me beijou.

Ela: "Quer comer meu cu com este pintão quer?"

Eu: "Muito."

Ela tirou o pau da sua buceta, virou de costas para mim, colocou meu pau na entrada de seu cuzinho e foi descendo. Não era difícil, já que dava para o marido. Que visão maravilhosa, aquela bunda enorme engolindo meu pau. Ela subia e descia. Ela era muito experiente. Peguei ela, coloquei ela de quatro, enfiei meu pau no seu cu e bombei. Ela pedia mais e rebolava. Ela gozou. Eu gozei e enchi o reto dela de porra. Murilo também gozou na buceta de minha mulher. Foi maravilhoso.

Minha mulher me abraçou e me beijou e disse: "Obrigado amor, te amo muito."

Descansamos por um tempo e começamos novamente. Comi o cu de minha mulher antes que Murilo o arrebentasse, foi o que aconteceu. Gozei na boca de Selma, Selma ensinou a Carmem como dar prazer para outra mulher. Ela transou com Carmem e as duas gozaram. Nos dois saímos de lá experimentando quase tudo. 15 dias depois viajamos juntos para uma pousada e ficamos em quartos separados com os casais trocados. Eu comi a

Selma de todas as formas, eram dias de muitos passeios pela manhã, dormindo a tarde e sexo a noite. Selma me fez gozar como nunca pensei. Teve uma noite que ela mandou o marido vir ao nosso quarto com Carmem. Ela chupou a xoxota da minha mulher até ela gozar muito na sua boca. Eu fiquei deitado e Carmem sentou no meu pau. Seu rabão ficou exposto, Selma chupou a bunda de minha mulher e deixou o cuzinho dela no jeito para o Murilo que enfiou aquele cacetão no rabo dela. Quase ele expulsa o meu pau da xoxota da minha mulher. Ela deu um gemido que deve ter sido ouvido por toda a pousada, embora os chalés fossem separados. Virada para minha mulher, Selma sentou com sua xoxota melada na minha boca. Ela levantou o corpo de minha mulher que tinha os seus dois buracos preenchidos por mim e Murilo e começou a mamar em nela e também a beijá-la, Carmem gemia, e urrava a cada estocada do Murilo. Ela gozou, Murilo anunciou que ia gozar, Selma saiu de cima de mim e tomou toda porra do marido, eu deitei minha mulher de costas e enfiei meu pau no cuzinho dela que estava completamente arrombado, meti até encher ela de porra. Ela ficou deitada com porra escorrendo de seu enorme buraco.

Depois eu e Murilo fizemos com Selma a mesma coisa.

Minha mulher não voltou com o Murilo para o quarto dele. Ela quis ficar comigo. Fez as refeições no quarto. Ela mal andava. A noite fui para o quarto de Murilo e Selma. Transamos os três. Mais tarde Carmem foi até o quarto deles apenas para ver.

De vez em quando nos encontramos, Carmem adora uma DP. Mas sempre acha que passou do ponto.

Vamos ver onde vai parar.

Bye.

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