ROSA FLOR 2 - Capítulo 25 – UM FIM DE SAMANA CHEIO DE BRINCADEIRAS II

Um conto erótico de Armando Pinto
Categoria: Grupal
Contém 10976 palavras
Data: 20/03/2026 18:01:34
Assuntos: Grupal

No capítulo anterior contei as brincadeiras durante a raspagem de pelos íntimos em que a Rosinha raspou a mim e ao tio, e ele a ela. Falei também do desejo dela de outra vez dar a bunda pra ele, mas que ele fosse o primeiro a penetrá-la, e não como ocorreu da primeira vez, quando eu meti antes no cuzinho dela pra abrir o buraquinho e só depois ele a enrabou. Terminei o capítulo contando que eu e o tio estávamos à mesa, pelados, tomando cerveja e esperando minha esposa que foi pra nossa casinha se preparar, fazer higiene interna pra dar outra vez a bunda pra ele.

Pois bem, estávamos eu e o tio apreciando a cerveja gelada, mas ele, embora suspeitasse de que algo bom estava para acontecer, não sabia que minha esposa estava se preparando para dar a bunda pra ele outra vez. Eu queria conversar com ele sobre a tal inversão de papéis, pois fiquei muito curioso após ele admitir que fazia com a esposa.

Eu (muito envergonhado) – Tio, essa brincadeira de inverter os papeis que você e a tia Carmem faziam... me conte, era você quem pedia pra ela usar os consolos ou era ela quem tomava a iniciativa de te comer? A brincadeira era programada, você tinha que fazer alguma preparação anterior ou acontecia ao acaso?

Carvalho (sorrindo) – Na maioria das vezes era a Carmem quem propunha me comer, acho que o tesão dela era maior que o meu quando se tratava de inverter os papeis, mas admito que de vez em quando eu sentia vontade e fazia ela entender que eu estava a fim de dar a bunda pra ela.

Eu tinha muitas perguntas na mente e me preparava pra esclarecer com o tio todas as minhas curiosidades e dúvidas, e queria aproveitar pra falar sobre o assunto quando a Rosinha não estivesse presente pra não aguçar ainda mais o interesse dela, que não escondia seu desejo de me enrabar com aqueles brinquedos. Mas não consegui fazer mais nenhuma pergunta, pois ela voltou toda sorridente e feliz.

Rosinha (tomando um gole da minha cerveja e se dirigindo à ducha) - Voltei, meus amores, vou tomar um banho rápido pra garantir que estarei limpinha pra vocês!

Eu e o tio acompanhamos com o olhar o andar provocante da minha esposinha que seguia peladinha rumo à ducha. Sem qualquer vergonha ele apreciava o belo rabo que rebolava parecendo dizer que desejava uma pica dura entre as nádegas.

Carvalho (sorrindo) – Você é um sujeito sortudo, Fernando, por ter uma mulher como a Rosinha todos os dias ao seu lado. Eu já tive a minha Carmem que me fazia feliz, mas por enquanto só me restaram as lembranças e a saudade.

Eu – Relaxe, tio, você disse outro dia que está se comunicando com a tia e que há esperanças de voltarem a viver juntos, né?

Carvalho (sorrindo) – Sim, acho que a Carmem me perdoou, sinto que voltará pra mim.

Eu (deixando escapar uma frase típica de marido corno e me arrependendo depois) – Tenha paciência, tio, pois até a tia voltar você terá a Rosinha pra te fazer um agrado e gastar suas energias, aproveite, pois ela gosta muito de você e curte ter dois homens!

Carvalho (sorrindo) – E você, Fernando, ainda sente ciúmes ou só tesão quando vê sua esposa comigo?

Eu (me apressando em responder, pois a Rosinha voltava pra mesa) – Sinto as duas coisas, tio, e acho que um sentimento complementa o outro; estou aceitando bem dividir ela com você e, admito, estou aproveitando, pois ela está mais fogosa depois que começou a transar com você!

Ouvimos a ducha ser desligada e vimos minha esposa, ela vinha caminhando provocativa, exibindo um sorriso sapeca no rosto e seu belíssimo corpo nu, seios balançando firmes e, entre as pernas, a rachinha delicada emoldurada pelos lábios raspadinhos. Veio até mim, me fez virar as pernas pro lado, sorriu ao ver meu pinto mole e sentou-se nas minhas coxas me fazendo sentir seu corpo molhado.

Rosinha (após me beijar de forma apaixonada e provocativa, lambendo meus lábios e enfiando a língua na minha boca) – Estou limpinha, amor, prontinha pro que der e vier!

Eu (rindo, sentindo meu pinto endurecer) – Você tá pronta pro que der e vier, e principalmente pra quem vier e der, né, safada!

Rosinha (rindo) – Oh, amor, tô carente, precisando de carinho! (dando uma reboladinha, esfregando o traseiro nas minhas coxas e sentindo nele o toque do meu pinto que levantava) – Acho que você tem o que eu preciso pra satisfazer a minha carência, e está bem aqui embaixo da minha bunda!

Eu (beijando carinhosamente os seios e mamilos, enfiando a mão entre as coxas dela e deslizando o dedo do meio na fenda entre os lábios quentes) – E você acha que eu tenho o suficiente pra te satisfazer?

Rosinha (após abrir as pernas facilitando meus carinhos na sua xaninha e me beijando os lábios) – Não sei se só você será suficiente pra mim hoje, pois estou muito carente. (sorrindo provocativa) - Se eu precisar de mais alguém e algo mais, tudo bem pra você?

Diante do meu sorriso de aprovação, ela se levantou, sorriu ao ver meu pinto duro e foi em direção ao tio Carvalho. Deu a volta na mesa, se aproximou, sorriu pra ele que, sabendo das intenções da minha esposa, se virou de lado oferecendo as pernas pra que ela sentasse nele, igual havia feito comigo. Vi no rosto da minha mulher um largo sorriso quando se abaixou e, embora estivesse fora do meu ângulo de visão, pelos movimentos do braço percebi que ela ajeitava o pinto do tio pra que pudesse sentar nas coxas dele.

Rosinha – Uau, tio, você é muito safado, esse seu pinto sem vergonha já tá duro e grossão!

Carvalho (sorrindo, acariciando a cintura da minha mulher) – Ele ficou duro assim por sua causa, Rosinha; e ele tá grossão pra preencher os seus buraquinhos quando estiver dentro de você!

Rosinha (sorrindo pro tio) – Pauzudo!

Assisti minha amada sentar-se nas pernas do tio Carvalho e não nego que o seu olhar de desejo direcionado ao cacetão dele me provocou um leve ciúme. Quando ela abraçou e beijou o tio de forma mais suave, não tão afoita como fez comigo, isso pareceu acalmar o ciúme que eu sentia. A troca de carinhos entre os dois evoluía rapidamente e, depois dos beijos nos seios e mordidinhas nos mamilos, a mão do tio se aventurou entre as pernas que a minha esposa instintivamente abriu consentindo que ele, outro macho, que não fosse eu, lhe acariciasse entre as coxas.

Carvalho (falando baixinho, mas suficiente pra que eu ouvisse) – Huuummm, que delícia, minha flor; sua florzinha aqui embaixo tá ficando molhadinha!

Rosinha (não conseguindo conter seu tesão, puxando a cabeça do tio em direção aos seus peitos querendo mais carinho neles) – Tô ficando com tesão, tio, e imaginar você e o meu amorzinho Fer comigo lá na sua cama faz a minha florzinha se molhar de vontade! A minha amiguinha aí embaixo tá com fome, quer comer algo gostoso e tá com saudades do seu amigão!

Carvalho (sorrindo pra mim) – Como pode a sua amiguinha estar com saudades do meu amigão se ela o encontrou ontem à noite e comeu ele todinho?

Rosinha (sorrindo pra mim, parecendo meio tímida) – Ela é gulosa, tio, quer comer mais!

Eu não via tudo que acontecia entre eles, pois o tampo da mesa escondia, mas vendo os movimentos do tio, eu soube que ele acariciava a bunda da minha mulher.

Carvalho (beijando os bicos dos peitos da minha esposa e, pelos movimentos do braço, enfiando fundo o dedo na xotinha dela) – Rosinha, você disse que sua bucetinha tá com fome; e o “amiguinho” dela aqui atrás, ele não sente fome? Se ele estiver com fome também, posso dar a ele algo pra comer depois de alimentar sua amiguinha!

Rosinha (sorrindo de olhos fechados curtindo o carinho que o tio lhe fazia nos dois buraquinhos) – Hoje o amiguinho da minha xaninha também tá com fome, tio, mas ele é medroso, ele se contrai todo com medo de não conseguir comer tudo o que você quer dar pra ele.

Carvalho (depois de beijar minha Rosinha nos lábios) – Acho melhor irmos todos pro meu quarto e dar algo pra sua amiguinha e o seu amiguinho comerem!

Minha Rosinha se levantou, fez com que eu e o tio também ficássemos em pé e, segurando em nossos pintos duros, nos puxou em direção ao quarto onde ela, atendendo ao seu instinto de fêmea, se entregaria a dois homens. Caminhávamos devagar, principalmente ao passar pelas portas, pois a minha esposa se recusava a largar qualquer um dos pintos que agarrava firme com suas mãos.

Rosinha (agarrada aos nossos pintos, sorrindo quando tivemos que nos virar de lado para passarmos pela entrada do quarto do tio) – Quero os dois; hoje vou precisar de dois porque estou com muito tesão!

Ao entrarmos no quarto a Rosinha se virou pra mim, me abraçou e me beijou enquanto o tio a encoxava por trás esfregando a pica na sua bunda. Após me beijar, ela se virou e também beijou o tio enquanto eu enfiava o pau entre as pernas dela sentindo a rachinha quente e molhadinha permitindo que meu cacete deslizasse com facilidade entre os lábios vaginais. Minha mulher estava muito excitada e não demorou pra ela ir se abaixando até se agachar entre eu e o tio e outra vez agarrar nossos pintos duros. Beijou cada um deles e abocanhou meu pau enquanto punhetava o tio, depois inverteu e chupava ele ao mesmo tempo em massageava minha pica.

Rosinha (se pondo de pé) – Deite na cama, Fer, quero chupar você enquanto o tio mete na minha bucetinha.

Deitei-me apoiado em travesseiros e, de pernas abertas, ofereci minha pica dura pra minha esposa que veio até mim caminhando de quatro como uma cachorra e exibindo no rosto um sorriso de tarada.

Rosinha (olhando pra trás e provocando o tio) – Vem, tio, vem meter na minha xaninha, quero sentir seu pauzão entrando em mim!

Eu (puxando o rosto dela pra um beijo) – Você é muito safada, quer ser comida por dois ao mesmo tempo, né, putinha!

Rosinha (com o rosto colado ao meu e falando baixo no meu ouvido, me provocando) – Hoje eu preciso gozar muito, quero dois machos, dois pintos duros só pra mim, quero dar tudo, a boca, a xotinha e até o cuzinho! Você vai deixar, amor, eu dar meu cuzinho pro nosso tio pintudo?

Minha mulher falava baixo pra me provocar, mas o tio ouvia cada palavra que ela dizia e isso me fez sentir vergonha. Exibindo o enorme pau duro, que balançava firme, o tio se aproximou da Rosinha por trás me fazendo lembrar o cavalo Mandingo se acercando da égua Kiara e, como um cachorro tarado, se abaixou e cheirou suas intimidades antes de começar a lamber a buceta e o cuzinho da minha esposa causando arrepios por todo o seu corpo.

Rosinha (gemendo) – Ai, Fer, o tio tá muito tarado, ele tá lambendo minha bucetinha, uffff, ele tá enfiando a língua no meu cuzinho também, ai, isso é muito bom!

Eu (falando baixinho) – Acho que ele quer montar em você e meter o pau grosso na sua xota e no seu cuzinho! Você quer que ele te coma?

Rosinha (delirando de tesão com as sensações gostosas que o tio Carvalho lhe provocava com a língua no traseiro dela) – Quero dar pro tio, quero muito sentir o pauzão dele todo enterrado em mim!

Depois de lamber os buraquinhos da minha mulher, o tio se aproximou ainda mais e, segurando pela base o enorme cacete, bateu com ele na bunda dela, primeiro numa nádega, depois na outra e, por fim, no rego sobre as preguinhas fazendo barulho com seu nervo duro e pesado: paf, paf, paf! Em seguida ele agarrou ela por trás e, pelos movimentos que fazia, senti que ele pincelava a racha da minha mulher com a cabeça da pica se preparando pra meter. Percebi nitidamente quando o tio empurrou a vara grossa nas carnes íntimas da Rosinha, pois ela recuou o corpo como que tentando fugir do pauzão e da dor da metida inicial. Após umas poucas metidas ela pareceu aceitar e gostar da invasão.

Rosinha (fechando os olhos e abrindo a boca ao sentir a cacete do tio Carvalho entrando na sua rachinha) – Ufffff, ai, amor, o tio tá metendo o pauzão na minha bucetinha, tá metendo o cacetão em mim, ufffff, que delícia de pica grossa que ele tem!

Eu (cheio de tesão, esfregando meus lábios nos dela, lambendo e chupando a língua que ela punha pra fora da boca) – Tá gostando, minha putinha, gosta de ganhar pica grossa na sua bucetinha?

Rosinha (gemendo) – O cacetão do tio enche minha buceta, sinto minha rachinha esticada e cheia com a pirocona dele, ai, amor, ele já enfiou quase tudo, tô sentindo a cabeça do pau encostando no meu útero, ai, é muito bom dar pro tio, Fer!

Eu (massageando delicadamente meu pau e não deixando que a Rosinha o chupasse, pois estava muito excitado e não queria apressar o meu gozo) – Putinha!

Rosinha (ofegante) – Ufffff, tô sentindo o pauzão do tio empurrando meu útero, ele é muito comprido e não cabe inteiro na minha xotinha...

Eu – Tá doendo? Quer que ele pare?

Rosinha (antes de me beijar enfiando a língua na minha boca) – Dói, amor, o pau do tio é muito comprido e dói um pouco, mas é uma dorzinha gostosa e não quero que ele pare, não. Ai, entrou tudo, Fer, é bom demais sentir o pau do tio todo enterrado na minha bucetinha!

Minha mulher, sendo montada pelo meu tio pauzudo, gemia e expressava um pouco de dor naquela fase inicial da trepada, mas, passados alguns minutos, se acostumou com as investidas profundas que ele dava na sua xaninha. Ela sorriu pra mim e afastou minha mão que protegia meu pinto da sua boca gulosa, se ajeitou e começou a chupar meu pau; e o fazia com uma tara enorme me obrigando, às vezes, a desviar meus pensamentos pra não gozar rápido. Por algum tempo o tio montou e meteu na minha esposa que continuou de quatro até que pediu pra mudar de posição:

Rosinha (olhando pra trás e ordenando ao tio) – Tio, agora quero dar pro Fer e chupar seu pinto outra vez; vamos mudar de posição!

Segundos depois minha esposa, de quatro com o rabo empinado, chupava a pica molhada do tio Carvalho e oferecia pra mim a xota um pouco inchada e visivelmente grande, com o túnel aberto. Empurrei meu pau na sua portinha do paraíso e ele escorregou fácil pra dentro do canal vaginal da minha putinha.

Eu (deixando escapar uma frase típica de corno) – Ufffff, delícia de buceta arrombada!

Rosinha (quase me chamando de corninho) - Mete meu... meu amorzinho, sinta como minha buceta tá aberta pra você! Gosta de meter nela arrombada e sentir seu pau nadando dentro de mim?

A Rosinha gostava de me fazer sentir a diferença entre ser o primeiro a meter ou ser o segundo, entre pegá-la primeiro, antes do tio, fechadinha e apertadinha e depois dele ter metido, aberta e folgada. Senti meu pau entrando fácil e deslizando nas carnes quentes e meladas daquela fruta que por muito tempo foi somente minha e agora eu compartilhava com meu tio dotado. Meti por algum tempo naquela buceta folgada da minha amada, mas muito gostosa enquanto ela se dedicava a chupar o cacete do tio, até que pediu outra vez pra mudar de posição. Deixou de chupar o cacete dele, se virou pra mim desfazendo nossa conexão, me beijou a boca apaixonadamente me fazendo sentir seus lábios molhados e pediu:

Rosinha – Amor, se você deixar, quero tentar dar minha bunda outra vez pro tio Carvalho, mas quero que hoje seja diferente da primeira vez, pois naquele dia ele tentou ser o primeiro a comer meu cuzinho e eu não aguentei o pauzão dele, e foi preciso você meter o seu pinto pra abrir o meu buraquinho, e só depois dele abertinho foi que consegui deixar o tio me enrabar. Desta vez quero que ele seja o primeiro a comer o meu cuzinho e, se eu aguentar o cacetão do tio entrando primeiro na minha bunda e meter até gozar, prometo que depois que ele terminar, deixo você me enrabar do jeito que quiser. Posso tentar, amor!

Eu (sorrindo pra minha esposa safada) – Você quer muito dar a bunda pro tio, né, putinha!

Rosinha (fazendo carinha de safada) – Quero, Fer, mas quero ser enrabada por ele sem a sua ajuda, sem você precisar meter primeiro pra abrir meu cuzinho; hoje eu quero que ele seja o primeiro! Posso tentar, amor?

Eu (provocando) – Claro, o cuzinho é seu!

Rosinha (sorrindo satisfeita) – Não, Fer, meu cuzinho é só seu, mas eu quero emprestar ele um pouquinho pro tio Carvalho comer! Posso, amor?

Eu (sorrindo) – Você é muito putinha! Que posição você quer ser enrabada pelo tio?

Toda essa putaria que eu e a Rosinha dizíamos era ouvida pelo tio Carvalho que, aparentando impaciência, esperava ao nosso lado massageando a piroca gorda e dura, certamente doido de vontade de meter, de enfiar aquele gigante no buraquinho traseiro, quente e apertado da minha esposa.

Rosinha (sorrindo e fingindo dúvida sobre a posição e me provocando) – Huuummm, hoje vou querer em todas as posições, mas quero começar deitada de frango assado pra você poder ver, amor; quero que assista o pauzão do tio entrando no meu cuzinho e, se doer muito e eu precisar de um carinho, quero estar numa posição que você possa me dar uns beijinhos, umas chupadinhas nos peitos e lambidinhas no grelinho!

Meu pau pulsou ao me imaginar lambendo o grelinho da Rosinha enquanto o tio metia no cuzinho dela. Aliás, ele estava impaciente e veio se aproximando, acariciando as costas da minha mulher e, de certa forma, a empurrando com delicadeza pra que ela se deitasse e liberasse o cuzinho que ele tanto queria comer. A Rosinha foi se deitando de costas e eu, marido corno assumido e cheio de tesão, acomodei um travesseiro debaixo dela pra que a bunda, estando um pouco elevada, facilitasse a invasão que eu tanto queria ver e que ela tanto desejava sentir. A cena seguinte foi muito excitante; vi minha amada deitada de costas segurando as pernas pra cima e os joelhos encostados nos seios. Ela sorria lindamente pra mim enquanto o tio, ajoelhado em frente a ela, passava gel no pau e apreciava a bucetinha e o cuzinho que ela, para provocá-lo, contraia como a convidá-lo a entrar naquele buraquinho apertado. Senti no olhar do tio Carvalho o desejo enorme de entrar na minha esposa, de meter o cacete em suas entranhas e nelas extravasar suas energias e depositar seu creme de macho comedor.

Rosinha (ao sentir o dedo do tio Carvalho, melado de gel, deslizando na portinha do seu cuzinho para lubrificá-lo internamente) – Tio, não enfie o dedo no meu cuzinho, não; prefiro que você passe gel nele com o pau.

Carvalho (surpreso olhando pra minha esposa) – Você não quer que eu enfie o dedo no seu buraquinho pra pôr gel e abrir um pouquinho pra facilitar a entrada do pau?

Rosinha (sorrindo tímida pro tio) – Eu quero tentar dar minha bunda pra você sem abrir o buraquinho com o dedo, quero direto com o pau.

Eu (ao lado dela lhe acariciando os seios) – Você acha que vai aguentar engolir o pau do tio pela bunda sem antes lacear o cuzinho?

Rosinha (me encarando) – Não, sei, amor, mas quero muito tentar! (sorrindo pra mim e provocando) – Vai ser um desafio pra mim, vou me sentir muito poderosa se eu conseguir dar a bunda pro tio sem que ele enfie os dedos ou você o seu pau antes! Quero dar direto pro pau do tio!

Eu e o tio trocamos olhares e sorrimos dizendo silenciosamente: “Se ela quer, então vamos em frente!” Vi o tio segurando a vara grossa pela base e encostando a cabeça no grelinho que estava durinho e fora da casinha. Depois de esfregar a ponta da pica no grelinho da Rosinha, desceu um pouco e deslizou entre os lábios vaginais ameaçando entrar pela portinha do paraíso da minha mulher. Eu, que a tudo acompanhava, tanto olhando o pau do tio e o caminho que ele percorria, quanto o rosto da minha esposa, vi ela fechar os olhos e suspirar profundamente confessando o prazer que sentia. Depois de alguns segundos de provocação o tio Carvalho desceu um pouco mais o pinto e pincelou a cabeça nas preguinhas anais da Rosinha que gemeu:

Rosinha (abrindo os olhos e sorrindo pra ele) – É aí, tio, é nesse buraquinho que quero o seu pau, vem devagar, empurre ele pra dentro de mim, mas seja paciente e carinhoso porque ele é muito grande e meu rabinho é muito apertado.

O tio, sorrindo pra mim, carinhosamente empurrava a cabeça da pica no centro das preguinhas justas que mantinham aquele furinho tão apertadinho. Ele forçava um pouco e, ao menor sinal de sofrimento da minha esposa, ele aliviava a pressão e voltava a esfregar suavemente a ponta da pica no buraquinho. Quando a dona do orifício sentia-se disposta a outra vez encarar o desafio, piscava o “olhinho” convidando o invasor a uma nova tentativa de vencer a resistência da portinha. E assim o tio empurrava um pouco mais forte a cada tentativa de abrir a portinha daquele tesouro. Eu via, no rosto da minha mulher, uma mescla de sorriso e dor, dependendo se o tio aliviava a pressão puxando ou pau ou o empurrando rumo ao cuzinho. Assisti com atenção o momento que ele encaixou a cabeça da pica e foi pressionando muito lentamente, mas sempre atento às expressões no rosto da Rosinha que se alternavam entre dor e alívio. Embora ela não se manifestasse pra que o tio diminuísse a pressão do pau no seu cuzinho, era visível no rosto dela que sofria com a dor, mas, valente, resistiu por um bom tempo até que sua mão se movimentou rapidamente e, apoiando na barriga do tio, fez ele perceber que deveria se afastar. Eu acompanhava a cena cheio de tesão, louco pra ver aquela piroca enorme abrir as pregas do cu da minha esposa e encher o rabo dela com todo aquele volume, mas não nego que também estava um pouco tenso por não ter certeza de que ela aguentaria a invasão sem antes dilatar o buraquinho com dedos ou um pau menor, o meu.

Eu (acariciando os seios dela) – Tudo bem, amor?

Rosinha (suada, gemendo de dor) – Dói, Fer, meu cuzinho é muito apertado pro pau grosso do tio, mas quero continuar tentando.

O tio Carvalho, ouvindo isso, afastou a pica do cuzinho da minha mulher e lambuzou com bastante gel, principalmente na cabeça e logo voltou a pressionar nas preguinhas delicadas e apertadinhas. Pressionou e não mais recuou; tanto ele quanto ela não se moviam, pareciam esperar que as preguinhas desistissem de resistir e aceitassem a entrada do enorme e insistente visitante. Fez-se um silêncio no ambiente até que a Rosinha gemeu:

Rosinha (suspirando) – Tá entrando, tô sentindo meu buraquinho se abrindo; não enfie, tio, deixe meu cuzinho se abrir sozinho, aiii, ufffff, tô sentindo as preguinhas deixando seu pau entrar, aiiiii, tá entrando, dói demais!

Eu, ao lado dela, assistia atento e pude ver, junto com o tio Carvalho, quando as preguinhas desistiram de resistir e se abriram deixando passar a cabeça da pica invasora. Meu olhar atento constatou que um anel apertadíssimo se formou ao redor do pau do tio e, de tão apertado e esticado, parecia que iria estrangular o cacete invasor. Seguiu-se um longo gemido de dor da minha esposa:

Rosinha (gemendo) – Aiiiii, puta que pariu, tio, cê tá me rasgando o cu com essa sua pica grossa, aiiii, tire, tio, tire, tire que não tô aguentando!

E o tio recuou o quadril retirando do traseiro da minha amada a cabeça da pica que parecia ainda mais grossa e dura. O clima tenso e a Rosinha muito suada devido ao sofrimento, fez com que eu e o tio pensássemos que ela havia desistido de dar a bunda, mas logo a tensão se desfez quando ela nos presenteou com seu belo sorriso:

Rosinha (sorrindo de olhos abertos pra nós) – Ufaaa! Ser mulher não é fácil, mas acho que vou conseguir! Tio, molhe mais o pau com gel e vamos tentar novamente!

Enquanto o tio punha mais gel no cacete e, também no cuzinho da Rosinha, sem enfiar o dedo, beijei minha esposa e perguntei:

Eu – Se doer muito, eu posso ajudar da mesma forma que fizemos da primeira vez, eu enfio meu pau e abro seu cuzinho pra que você consiga dar ele pro tio!

Rosinha (suada, acariciando meu rosto, parecendo agradecer a minha preocupação e a oferta de ajuda) – Eu vou conseguir, amor, tá doendo, mas vou conseguir, você verá!

E novamente ela puxou os joelhos pra junto dos peitos e arrebitou a bunda convidando o tio a outra vez tentar meter o pau no seu rabinho. O pauzão duro do tio balançava e pulsava nos fazendo lembrar o cavalo Mandingo doido de tesão pela égua Kiara. Sorrindo, o tio não mais segurou aquele poste pela base, pois passou a usar as mãos nos tornozelos da Rosinha e mantê-los pro alto e as pernas bem abertas, aliás, arreganhadas. Que cena, caros leitores! Só quem viu a esposa numa posição assim com outro macho tentando enrabá-la sabe o quanto dá tesão! O tio reiniciou as tentativas de invasão, mas desta vez sem segurar a pica e, estando solta, ela escorregava de um lado a outro, dava cabeçadas ao redor do furinho e não encontrava o caminho pro tesouro. Eu, pra melhor apreciar a cena, me ajoelhei ao lado da cabeça da minha esposa e comecei a massagear provocativamente meu cacete duro a poucos centímetros do rosto dela.

Rosinha (sorrindo pro tio e percebendo que ele estava sacaneando ela) – Tiiiiio, se seu pau continuar solto assim, ele só vai dar cabeçadas na minha bunda e não vai encontrar o caminho, segure ele e tente enfiar no meu cuzinho!

Carvalho (aumentando a ansiedade da minha mulher em ter a pica no cuzinho) – Preciso segurar seus pés, minha linda, e não consigo segurar meu pau!

Rosinha (sorrindo, esticando o braço por debaixo da bunda e agarrando o cacetão do tio Carvalho e o direcionando pro seu cuzinho) – É aqui, tio, que eu quero ele; venha, empurre devagar.

Uau! Ver minha esposa em posição de frango assado, doidinha pra dar o cu e, por vontade própria, agarrando uma pica enorme, apontando pro próprio cu e pedir pra ser enrabada quase me fez gozar! Tive de largar meu pau e não mais tocá-lo.

Rosinha (fechando os olhos e suspirando ao sentir a cabeça da pica encaixar no buraquinho do seu cu) – Isso, tio, é aí no meu cuzinho que quero o seu cacetão. Vem devagar, enfie ele em mim.

Atento ao que acontecia entre a piroca do tio Carvalho e o rabinho da minha esposa, bem com nas expressões no rosto dela, vi minha amada suspirar, abrir e fechar os olhos e a boca e até ameaçar pôr a mão na barriga do tio pra que ele aliviasse a pressão da pica no seu cu e diminuísse a dor, mas confesso que quando a Rosinha me encarou séria, arregalou os olhos, abriu e a boca e prendeu a respiração, eu soube naquele momento que minha mulher sentia dor.

Rosinha (encarando o tio e gemendo) – Ah, ai, tá entrando, tio, tô sentindo seu pauzão entrar no meu cuzinho, puta que pariu, tá me rasgando, aiiiii, como isso dói!

Eu, vendo que a cabeça da pica havia vencido a portinha anal da minha amada e uns poucos centímetros dela desapareceram no canal apertado, tentei aliviar a dor que ela sentia, enfiei a mão entre suas coxas e, molhando o dedo no melzinho que brotava farto da bucetinha, iniciei carícias no grelinho que continuava duro e fora da casinha.

Carvalho (falando carinhosamente) – Aguente, minha linda, logo a dor passará e você sentirá muito prazer!

Rosinha (gemendo e respirando com dificuldade) – Tire um pouco, tio, só um pouquinho, por favor!

Imagino que tirar o pau do rabo da minha mulher era a última coisa que o tio queria, mas atendeu ao pedido dela puxando o cacetão pra fora do buraquinho apertado. Eu, dominado por um tesão enorme e uma louca vontade de ver minha esposa enrabada pelo picão do tio Carvalho, peguei o tubo de gel, tirei a tampa, encaixei a ponta no cuzinho da minha amada e apertei injetando nela uma boa quantidade de lubrificante.

Eu (voltando a dedilhar o grelinho da Rosinha, incentivei meu tio dotado a enrabar minha esposa) – Vai, tio, tente outra vez, vai devagar que ela tá quase conseguindo!

Outra vez o tio encaixou a ponta do cacete no centro das preguinhas e, lenta e carinhosamente, empurrou até que outra vez a cabeça saltou pra dentro do cu da minha mulher.

Rosinha (gemendo e suspirando) – Puta que pariu, que pica grossa!

Carvalho (sorrindo pra mim e falando em seguida pra minha esposa) – Respire, minha flor, relaxe seu cuzinho, deixe de contrair ele, deixe meu pau entrar; você vai gostar!

Rosinha (pondo as mãos nas coxas do tio, porém sem qualquer movimento para afastá-lo ou puxá-lo pra ela) – Espere um pouco, tio, fiquei quieto, deixe eu me acostumar com seu pauzão no meu cuzinho.

O tio era experiente e paciente, mas o tesão dele certamente era maior que o meu e, segundos depois ele começou um lento e curto vai e vem com o pau e, a cada empurrada, enfiava um pouco mais no rabo da minha esposa.

Rosinha (com uma expressão séria no rosto) – Devagaaar, tio!

E assim o pau foi entrando centímetro por centímetro, desaparecendo na bunda da minha mulher que respirava com dificuldade pela tensão do momento. Seu corpo estava banhado de suor e seu sofrimento ainda parecia grande, mesmo deixando que o tio continuasse empurrando aquela enormidade pra dentro do seu corpo, da sua bunda, do seu cuzinho!

E assim o tio foi lentamente empurrando a pica grossa pra dentro do rabo da minha esposa e ela, mesmo sofrendo, nada falou ou fez para impedir. Após um tempo, que creio ter durado uns dois minutos ou mais, o pau parecia estar todo dentro da minha mulher.

Carvalho (cautelosamente encostando seu púbis nas pregas anais da minha esposa e a beijando) – Pronto, minha linda, você conseguiu aguentar todo o meu pau no seu cuzinho, sinta ele inteiro dentro do seu rabinho!

Rosinha (de olhos fechados e um sorriso de felicidade estampado no rosto, agarrou as coxas do tio e o puxou mais pra junto dela engolindo pelo cu os últimos milímetros de pica que ainda restavam de fora do seu cuzinho) – Consegui, tio, engoli pelo cuzinho todo o seu cacetão, tô sentindo ele todo enterrado no meu rabinho! (abrindo os olhos e sorrindo pra mim) – Amor, realizei meu sonho, comi todo o pauzão do tio com meu cuzinho sem que fosse preciso você abrir ele antes; doeu e ainda dói, mas estou feliz!

Eu (sorrindo e acariciando os seios da minha mulher) – Você é muito putinha!

Rosinha (dando uma reboladinha no pau do tio que ainda se mantinha quieto esperando que ela se acostumasse com tamanho volume de pica no rabo) – Veja, Fer, olhe meu cuzinho cheio com a picona grossa do tio Carvalho! E hoje eu consegui engolir tudo sem a sua ajuda, estou muito feliz!

O tio, impaciente e doido de tesão, iniciou lentos movimentos de vai e vem com o pau provocando dor na minha mulher e fazendo desaparecer o sorrido no rosto dela.

Rosinha (encarando ele) – Devagar, tio, ainda sinto dor!

Apesar do pedido da minha esposa, o tio, doido de tesão, além de não diminuir os movimentos que fazia, aumentou o ritmo do entra e sai do pau no rabo da minha mulher. Vi que ela ainda sentia dor, mas, valente, aguentou o macho que a enrabava sem reclamar. Em pouco tempo as expressões de dor foram desaparecendo e sendo substituídas por outra, de prazer. Logo depois ela já gemia de tesão e incentivava o tio a dar-lhe mais pica na bunda:

Rosinha (de olhos fechados e respirando com a boca aberta) – Isso, tio, tá ficando gostoso, já não sinto tanta dor, tô gostando de dar a bunda pra você, tá muito bom sentir o seu cacetão no meu cuzinho, isso, tio, mete gostoso no meu cu, me enraba!

O tio aumentava o ritmo das metidas e começou a estocar forte e profundamente o cu da minha esposa que, vez ou outra, parecia sentir dor quando o pau ia fundo demais, mas a grossura parecia não mais lhe causar dor alguma.

A velocidade e a força das estocadas do tio na bunda da Rosinha aumentavam e achei que ele logo gozaria, mas, experiente e querendo aproveitar bastante da minha esposa, repentinamente puxou o pau pra fora deixando um enorme buraco aberto na bunda da minha mulher.

Carvalho (deitando-se de costas ao lado dela) – Ufa, quase gozei!

Rosinha (se levantando e rapidamente montando o tio Carvalho e outra vez engolindo pelo cu a piroca dura) – Ah, não, tio! Você não vai escapar de mim, quero seu pau na minha bunda!

Minha esposa pressionou a bunda pra baixo e fez desaparecer todo o cacete do tio Carvalho no seu buraquinho traseiro não deixando um só centímetro de pau pra fora do rabo. Sorriu pra mim e iniciou um rebolado forte, pra frente e pra trás e também pros lados; ela parecia querer mostrar a mim o quanto era boa pra comer um pinto com o cu. Ela estava muito tesuda, comia aquela pica com o cu com uma tara que eu nunca havia visto em todo o tempo em que estávamos juntos. Depois de um tempo rebolando ela se apoiou nos pés de forma que podia subir e descer a bunda no pau, subia até restar somente a cabeça da pica no seu cu e descia com força batendo suas nádegas no púbis do tio fazendo barulhos de corpos se chocando: paf, paf, paf. Minha esposa parecia não sentir nenhuma dor e a sua movimentação forte denunciava que estava embriagada de tesão e prazer. O sobe e desce que ela fazia acabou provocando o gozo do tio que, estando por baixo dela e sem conseguir controlar a tara da minha esposa, acabou sucumbindo ao enorme prazer que ela lhe proporcionava e explodiu dentro do rabo da minha Rosinha.

Carvalho (tentando inutilmente segurar o quadril da Rosinha pra que ela não se movimentasse daquela maneira) – Devagar, Rosinha, assim não! Devagar, ai, cê vai me fazer gozar, devagar, pare, pare! Ai, não consegui segurar, vou gozar, tá vindo, vou gozar nesse seu cu gostoso, minha linda! Isso, come meu pau com o cu, come, come, ahhhh, tô gozando, tô gozando, ai, que delícia esporrar no seu rabo, que coisa boaaaa!

Rosinha (não resistindo a tanto prazer, também explodiu de prazer) – Vou gozar também, tio, ai, como é bom dar meu cu pra você! (olhando pra mim) – Fer, vou gozar pelo cu, vou gozar com o pau do tio todo enfiado no meu rabo, veja, amor! Não era isso que você queria ver? Então olhe, veja, Fer, sua esposa puta dando a bunda e gozando com um pauzão enfiado na bunda! Aiiiii, tô gozando, tô gozando, delíciaaaaa!

Deitado de costas, os espasmos do gozo chacoalharam o corpo do tio Carvalho por bastante tempo até que, lentamente, foram diminuindo e ele pareceu se acalmar, embora sua respiração continuasse ofegante. A Rosinha, ainda atingida pelos espasmos, se mexia sobre o tio parecendo estar sofrendo um ataque epiléptico. Eu a tudo assistia, me deliciava ao ver os dois safados engatados, conectados e gozando praticamente juntos. Acompanhei o gozo, vi suas peles se arrepiar, as tremedeiras, as estocadas, os movimentos dos quadris se chocando um contra o outro e, por fim, ir diminuindo lentamente e trazendo aquela moleza típica do pós gozo. Meu desejo era meter na minha esposa e também usufruir dos prazeres que o seu belíssimo corpo me proporcionaria, mas decidi esperar que os dois safados desfizessem o engate, pois o pau do tio ainda continuava duro e dentro do cuzinho da minha mulher. Minha Rosinha, buscando uma posição melhor pra descansar, desmontou o tio e vi, então, que o antes pequenino orifício anal dela não poderia, naquele momento, ser chamado no diminutivo, pois, estava enorme, aberto, ou melhor, arrombado!

Mesmo amando muito aquela mulher e me esforçando sempre pra ser carinhoso com ela, meu tesão era enorme e, ao vê-la deitada no colchão com a bunda pra cima, agi por instinto, fui até ela, me ajeitei entre suas pernas e as abri um pouco mais, me deitei e, sem qualquer escrúpulo, cuidado, carinho ou paciência, meti meu pau duro como pedra de uma só vez, numa só enfiada e enterrei até o último centímetro de pica no cu arrombado da minha amada esposa.

Eu (socando forte e metendo de forma violenta) – Tome pau no cu, puta vadia, você acabou de gozar com o cacete de outro macho nessa sua bunda gostosa e agora é minha vez, tome cacete, puta!

Rosinha (gemendo) – Ai, amor, que delícia sentir o seu pau no meu cuzinho, ai, tá bom demais, mete, Fer, me come, faz de mim o que você quiser, você é o melhor marido do mundo, deixou eu dar pro tio e agora é a sua vez, fode meu cu do jeito que quiser, sou toda sua, meu cuzinho é seu, esporre dentro de mim, junte sua porra com a do tio, goze no meu rabo, amor!

Caros leitores, nem sei quantas bombadas eu dei no rabo da minha mulher, imagino que não foram muitas, pois, no estado de tesão em que eu me encontrava, gozei bem rápido.

Eu (enterrando o pau e gozando o mais fundo que eu conseguia) – Vou gozar, vou gozar, ahhhhh, tô gozaaaaando, ai, como é bom esporrar no seu cu, minha puta vadia!

Depois do êxtase, sai de cima da Rosinha e me deitei ao lado dela; a respiração ofegante e o coração acelerado comprovavam a intensidade do meu orgasmo. Que delícia gozar na minha amada! Descansamos por algum tempo e a Rosinha foi a primeira a despertar alguns minutos depois.

Rosinha (encostando seu corpo quente ao meu) – Amor, vamos tomar banho juntos, quero te dar banho e também que você me lave.

Sonolento, mole e preguiçoso, juntei energias e me coloquei em pé e fui levado pro chuveiro pela minha esposa que me puxava pelo pinto mole. Antes do banho, sentamos e mijamos no vaso, primeiro eu e depois ela também se acomodou na bacia e, preguiçosa, fechou os olhos enquanto se aliviava. Amo tanto minha esposa que fiquei em pé, encostado no batente da porta apreciando minha amada mijando.

Rosinha (abrindo os olhos ao perceber o silêncio e sorrindo ao me ver assistindo ela naquela posição) – Porque você tá me olhando enquanto faço xixi?

Eu (sorrindo) – Você é muito linda, até mijando!

Rosinha (movimentando o dedo da mão me chamando pra perto dela) – Vem cá!

Me aproximei dela e fui surpreendido quando ela pegou minha mão e colocou entre suas coxas que ela abriu e exibiu sua xaninha esguichando um jato forte. Nos beijamos enquanto eu lhe fazia um carinho movimentando o dedo maior entre os lábios vaginais. Pela segunda vez eu lhe acariciava a rachinha enquanto ela mijava, mas, se da primeira vez ela demorou a aceitar a minha carícia, na segunda vez senti que ela desejava e gostava da minha mão na sua xota debaixo do jato quente que ela expelia. Por um bom tempo me deliciei beijando minha amada na boca e sentindo minha mão molhada pelo líquido quente.

Rosinha (contraindo a musculatura da região, esguichando os últimos jatos e tirando minha mão molhada do seu entre coxas e sorrindo ao ver meu pau endurecendo) – Tarado! Nunca ouvi falar de um marido que fica de pau duro quando vê a esposa fazendo xixi! Vá tomar banho, esquente a água que eu já vou também.

Eu nada disse, apenas sorri e fui pro chuveiro. Ela logo veio até mim e juntos iniciamos o banho com água morna, mas, aos poucos, a Rosinha foi regulando as torneiras, diminuindo o fluxo de água quente até restar somente água fria que, mesmo assim, estava muito boa, ideal pra reativar nossas energias.

Rosinha (sorrindo pra mim enquanto lavava meu pinto mole) – A água fria vai nos acordar e dar energia pra brincarmos um pouco mais com o tio Carvalho.

Eu (enfiando minha mão entre as pernas dela pra lavar a xerequinha que, apesar da água fria, estava quentinha) – Você ainda quer dar mais, Rosinha? Pensei que depois dessa enrabada que ganhou do tio, você iria querer dormir e descansar!

Rosinha (me abraçando, puxando minha mão pra sua bunda) – Quero mais, Fer, lave o meu cuzinho bem caprichado que ainda quero tentar fazer uma dupla penetração, você na minha xota e o tio no meu cuzinho. Que tal, você vai gostar?

Eu (fingindo ciúme) – O tio já comeu sua bunda hoje e, se eu e ele vamos comer você outra vez juntos, porque eu na sua xota e o tio outra vez na sua bunda?

Rosinha (fazendo biquinho) – Oh, amor, lembra que daquela vez que vocês dois me comeram ao mesmo tempo, o tio meteu na minha xaninha e você no meu cuzinho? Eu queria inverter hoje, queria testar e saber se eu aguentaria o pau do tio no meu rabinho com o seu na bucetinha, mas se você fizer questão de meter no meu cuzinho, tudo bem pra mim! (sorrindo e me beijando) - Eu farei o que você quiser! Você decide, Fer, afinal, minha xaninha e meu cuzinho são seus, aliás, eu sou todinha, inteirinha sua!

Eu apenas sorri, mas nada disse.

Rosinha (sorrindo) – Ai, que bom que você concordou, amor! Vamos voltar pro quarto, quero acordar o tio pra ele também tomar banho e brincarmos mais um pouco.

Nos enxugamos e, ao entrarmos no quarto, o tio Carvalho ainda dormia pesadamente deitado de barriga pra cima exibindo o pinto mole, dormindo sobre o saco. Minha esposa, após sorrir pra mim, se aproximou da cama, subiu tentando não balançar muito o colchão e foi se abaixando até ficar de cócoras sobre o rosto do tio, ela abaixou-se mais um pouco e encostou levemente sua rachinha no nariz dele.

Carvalho (despertando, acariciando as pernas da minha mulher) – Oh, minha flor, que bom acordar com sua pepekinha cheirosa no meu nariz!

Rosinha (sorrindo pra mim e abaixando um pouco mais a bunda) – Minha pepeka tá limpinha, tio, acabei de tomar banho e o Fer lavou ela com capricho; ele costuma dizer que ela limpinha não tem cheiro nenhum. (levantando e vindo até mim) – Acorde, tio, vá tomar banho que eu e o meu amorzinho estaremos esperando você para um “segundo tempo”!

Preguiçosamente o tio se levantou e se dirigiu ao chuveiro. Antes de se banhar, também mijou, e o barulho do mijo caindo na água do vaso chamou a atenção da minha esposa.

Rosinha (sorrindo pra mim) – O tio fazendo xixi faz um barulhão, parece que é um cavalo mijando! Será que é por ele ter pinto grande que faz barulho assim?

Eu – O tio mija em pé, é por isso que faz tanto barulho! (provocando) – Rosinha, você pensa no pauzão do tio o tempo todo, é?

Rosinha (vindo até mim, pegando no meu pinto mole e me beijando a boca) – Quando ele volta no fim de semana eu penso muito no pintão dele, sim, pois sei que vou comer várias vezes. (massageando meu pau que dava sinais de endurecimento) – Mas o meu pinto preferido é o seu, Fer, é do tamanho exato que eu preciso, cabe certinho na minha xota e no meu cuzinho, seu pau é o meu número!

Ela me puxou pra cama e nos deitamos trocando carícias e beijos. Não demorou muito ela montou em mim e, em posição invertida, sentou na minha cara ao mesmo tempo em que abocanhava meu pau quase totalmente duro. Enfiei a cara entre as coxas quentes e colei meus lábios nos dela enfiando minha língua na rachinha quente. Nos chupamos e nos lambemos até meu pau estar totalmente duro e a bucetinha dela molhadinha, pronta pra agasalhar uma pica. Aproveitei a posição em que eu me encontrava e também lambi o cuzinho que tinha diante dos meus olhos e, ao tentar enfiar a língua, senti o buraquinho menos apertado; lembrei-me que minutos atrás a pirocona do tio estava toda enterrada naquele furinho. Ao imaginar que em breve aquele tunelzinho seria novamente invadido pelo pauzão do tio Carvalho e o meu pau estaria agasalhado na bucetinha, senti meu desejo aumentar. Creio que as mesmas ideias passaram pela mente da minha esposa que, girando o corpo sobre o meu, montou meu quadril procurando, com sua xaninha, a minha pica dura que apontava pro teto. Rebolou, procurou e, ao encontrar, sentou agasalhando todo meu pau na sua bucetinha quente numa só metida.

Vi o tio voltando pro quarto e, enquanto terminava de se enxugar, em pé atrás de nós, ele apreciava minha esposa cavalgando em mim.

Rosinha (com as mãos apoiadas no meu peito e rebolando na minha pica) – Amor, se você deixar, quero dar a bunda outra vez pro tio Carvalho, mas vou querer você e ele juntos me comendo ao mesmo tempo, você na minha bucetinha e ele no meu cuzinho. Pode ser?

Eu (sorrindo, aproveitei que a Rosinha não sabia ainda da presença do tio e apimentei as obscenidades que falávamos) – Putinha! Tá doidinha pra ganhar mais pica, né!

Rosinha (sorrindo) – Oh, amor, adoro pau, faço tudo pra ter um dentro de mim! E com você e o tio juntos, posso ter dois pintos ao mesmo tempo; isso é o sonho de muitas mulheres e não posso perder uma oportunidade dessa! Fer, acho que sou diferente da maioria das mulheres, acho que tenho mais fogo, sinto mais tesão; não sei explicar! (sorrindo tímida) - Não sei porque sou assim!

Eu (provocando) – Imagine que quando meu pau estiver dentro da sua xaninha, ela estará cheia e esticadinha; você acha que vai aguentar o pauzão do tio no seu cuzinho junto com o meu enterrado na sua bucetinha?

Rosinha (sorrindo) – Não sei, Fer, mas quero muito tentar! Fico tesuda só de imaginar você e o tio me prensando, sendo o recheio de um sanduíche entre dois machos me comendo, você metendo na minha bucetinha e o tio no meu cuzinho ao mesmo tempo; ai, tô doidinha pra tentar! Você deixa, amor?

Minha resposta foi silenciosa, agarrei as nádegas da Rosinha e as abri, puxei pros lados e arreganhei a bunda exibindo aos olhos gulosos do tio Carvalho o belíssimo rabo da minha mulher. A cena, digna de um filme pornô de marido corno, certamente foi interpretada pelo tio como uma oferta que eu fazia, como um presente que eu queria dar a ele.

Minha esposa, sentindo eu arreganhando sua bunda e vendo que eu olhava pro lado, também olhou e viu o tio Carvalho em pé, pelado e massageando a pica grande, mas ainda meio mole. Pensei que ela ficaria envergonhada por ter confessado seu desejo de dar o cu pra ele mais uma vez, mas reagiu naturalmente.

Rosinha (sorrindo pro tio) – Vem aqui, tio me dá seu pinto pra eu chupar, quero endurecer ele!

O tio Carvalho subiu na cama e, se posicionando ao nosso lado, deu o pinto pra minha esposa chupar. Ao ver diante dos olhos o objeto do seu desejo, a Rosinha agarrou a picona, puxou a pele botando a cabeça pra fora e abocanhou enfiando tudo que conseguiu agasalhar na boca. Minha mulher, rebolando lentamente no meu pau, chupava com gula e massageava a pica do tio desde a base até a cabeça fazendo aquilo crescer e endurecer em segundos. Quando ela tirava da boca eu via a cabeça brilhante molhada com a saliva da minha mulher. Que cena tesuda! Acho que depois que o pau do tio endureceu a posição ficou incômoda pra Rosinha, pois ela tinha de virar a cabeça pro lado pra continuar chupando e, então, ela pediu pra mudar:

Rosinha (tirando a boca do pau, mas continuando a massagear a estrovenga) – Tio, fique de frente pra mim, pois nessa posição, com você de lado, tá doendo meu pescoço e não consigo te chupar do jeito que quero!

E o tio, como sempre, atendeu ao pedido dela, mas ao se ajoelhar de frente a ela, o pau dele ficou bem acima da minha cabeça, a centímetros do meu rosto. Inicialmente não me senti confortável naquela posição, mas bastou minha esposa recomeçar a cavalgada que fazia em mim com meu pau dentro da sua buceta e voltar a chupar o tio, que esqueci qualquer desconforto e curti o momento. Pra ser sincero, admito que ver minha mulher chupando com gula o pau do tio Carvalho centímetros acima do meu rosto, ver a boca gulosa chupando a piroca grossa e imaginar aquela enormidade enterrada no cuzinho dela, me deu ainda mais tesão! Agindo por instinto de marido corno, peguei sob o travesseiro o tubo de gel lubrificante, abri e comecei a passar no furinho traseiro da minha esposa, pois eu queria lhe fazer um carinho no buraquinho tão cobiçado e deixá-lo lubrificado já que logo o tio iria usufruir dele.

Rosinha (tirando a boca do pau do tio, se abaixando, enfiando sua língua na minha boca e me fazendo sentir seus lábios molhados de baba de pau) – Cê tá doidinho pra ver eu dando o cuzinho de novo, né meu... amorzinho!

Ufa! Mais uma vez ela conseguiu se lembrar e não me chamar de corninho na frente do tio!

Eu – Você é muito putinha e me dá muito tesão!

Rosinha (olhando pra cima, encarando o tio enquanto continuava massageando a pica dele) – Tio, quero dar pra vocês dois ao mesmo tempo, o Fer na minha bucetinha e você no meu cuzinho; não sei se vou aguentar, mas quero tentar!

Carvalho (provocando) – Você é muito fêmea, Rosinha, claro que vai aguentar!

O tio Carvalho se movimentou, foi pra trás da Rosinha e ficou apreciando o rabinho dela enquanto eu continuava passando gel na portinha. Dei o tubo do lubrificante pra ele que, após passar no pau e antes que eu terminasse de lubrificar o cuzinho da minha mulher, começou a esfregar o cacete duro nas preguinhas tocando com a cabeça em meus dedos. Tirei minha mão dali e sorri envergonhado para a minha mulher.

Rosinha (sorrindo pra mim, pois sentiu o que tinha acontecido) – Relaxe, amor!

Logo depois o tio se movimentou e fez sumir do rosto da minha mulher o sorriso lindo que foi substituído por uma expressão de dor, os olhos se arregalaram, a boca se abriu e a respiração foi interrompida; o tio forçava o pau tentando enfiá-lo no cuzinho dela! Meu tesão deu um salto e instintivamente projetei meu quadril pra cima enfiando todo o meu cacete na buceta e empurrando a bunda dela em direção ao pau do tio; e fiz tudo isso ao mesmo tempo em que abri mais as nádegas arreganhando ao máximo o rabo da minha mulher. Eu queria muito ver ela sentindo dois paus, o meu na xota e o do tio no cu!

Rosinha (após a cabeça da pica entrar no seu rabinho, levando uma das mãos até a coxa do tio) – Tire, tio, tire, tire que não tô aguentando vocês dois juntos!

Ao ouvir o longo gemido da minha mulher, imaginei que eu teria sido o causador do sofrimento dela, deduzi que quando eu meti de baixo pra cima fazendo a bunda dela subir, o pau do tio entrou nas preguinhas do cu. Ele aliviou a pressão, tirou o pau do rabinho dela e iniciou carinhos pelas costas pra diminuir a dor que ela sentia.

Rosinha (sorrindo pra mim, mas com expressão de dor) – Putz! Já dei a bunda pro tio hoje e achei que seria fácil dar outra vez, mas acho que vai doer!

Eu (confortando) – Relaxe, amor! (provocando) – Você é muito mulher, muito fêmea, gosta muito de homem e de pinto; você vai conseguir!

Rosinha (percebendo que eu provocava seu instinto de fêmea) – Fer, você é muito safado e tá querendo me ver sofrendo, prensada entre você e o tio, né, cachorro!

Eu (falando baixo, mas suficiente pro tio escutar) – Me dá tesão ver você sofrendo e gemendo de dor quando dá a bunda!

Rosinha (me encarando, pondo a mão na coxa do tio, mas desta vez pra puxá-lo e não empurrá-lo, e falando alto) – Vem, tio, tente outra vez enfiar o pau no meu cuzinho que o meu... maridinho tá doidinho pra me ver sofrer!

Eu (provocando, falando baixo, mas pouco me importando se o tio ouvia) – Duvido que você aguente eu o tio juntos dentro de você, eu na sua buceta e ele no seu cu!

Rosinha (ao sentir a cabeça da piroca do tio abrindo seu cuzinho) – Ah, ah, aiiiii, tire, tio, tire que esse se cacetão grosso tá me rasgando, tire!

Devido a dor sentida, minha Rosinha se movimentou bruscamente e meu pau escapou da sua xaninha. Outra vez o tio Carvalho tirou a pica do cu da minha esposa, apontou o tubo de lubrificante e espremeu um bocado na portinha sensível do rabinho dela. Ela sorria pra mim, sabia que teria pouco tempo pra continuar sorrindo, pois em breve o tio tentaria outra vez empurrar aquele poste grosso pra dentro do cuzinho dela.

Rosinha (sentindo que o tio iria outra vez tentar meter no seu rabo) – Oh, tio, o pau do Fer escapou da minha xaninha, ponha ele de volta dentro de mim antes de você continuar tentando meter no meu rabinho!

Fiquei surpreso com o pedido da minha esposa pra que o tio pegasse no meu pinto e enfiasse de volta na xota dela, certamente ele também se surpreendeu. Depois de uns segundos de silêncio e paralisia, onde nenhum de nós de moveu, senti a mão do tio pegando no meu pau e encaixando na racha da minha esposa que, ao abaixar a bunda, exibiu um sorriso vitorioso e safado no rosto. A minha putinha adorava fazer com que eu e o tio nos tocássemos!

Rosinha (falando baixinho no meu ouvido) – Fer, peça pro tio tentar meter o pau no meu cuzinho outra vez, quero ouvir você pedindo pra ele me enrabar, faça isso por mim, vai me dar muito tesão!

Caros leitores, seria muita cornoagem da minha parte se atendesse ao pedido da minha esposa putinha, mas o meu tesão era tão grande quanto a minha vontade de ver a minha amada sendo enrabada pelo cacetão do tio Carvalho.

Eu (abrindo a bunda da minha mulher com os dedos bem próximos do cuzinho esticando as preguinhas) – Vem, tio, tente meter outra vez seu pau no cuzinho da minha mulher, vem devagarinho que o rabinho dela é pequenino!

Rosinha (sentindo novamente a cabeça da pica atravessar o anelzinho de entrada) – Aiiiii, puta que pariu, que cacete grosso você tem, tio! Parece pau de cavalo! Tire, tire!

Carvalho (obedecendo outra vez) – Oh, minha flor, já tinha passado a cabeça e mais um pouquinho, você tá quase conseguindo!

Rosinha (outra vez murmurando no meu ouvido) – Fer, quero que você segure no pau do tio e ponha ele no meu cuzinho!

Tomei um susto, caros leitores! Não esperava que a minha esposa fizesse um pedido assim e, apesar do meu enorme tesão e do desejo de vê-la enrabada pelo cacetão do tio Carvalho, eu já me preparava pra negar quando ela falou:

Rosinha (sorrindo) – Fer, se você me ajudar, tenho certeza de que vou conseguir aguentar o pauzão do tio no meu cuzinho, me ajude, vai!

Senti meu coração acelerar ainda mais, minha respiração estava ofegante e meu cérebro dava piruetas sem saber como agir.

Rosinha (cochichando no meu ouvido) – Amor, você já chupou minha xaninha cheia de porra do tio; ele pegou no seu pau agora há pouco, segurar o pau dele por uns segundinhos não lhe fará mal algum!

Caros leitores, que situação a minha! Paralisado, sem saber o que fazer, senti a Rosinha segurando meu pulso e empurrando minha mão em direção ao pau do tio. Embriagado de tesão, tentei não pensar nos meus preconceitos e movimentei minha mão procurando aquilo; ao encontrar, segurei aquela enormidade mais ou menos no meio e senti a quentura, a dureza e a grossura, meu coração parecia que sairia pela boca! Não senti prazer em segurar no pau do tio, mas confesso que meu tesão se multiplicou ao imaginar tudo aquilo dentro da minha amada esposa, no cu, fazendo ela gemer de dor e prazer. Tentei ser rápido e puxei a pica em direção ao cu da minha mulher e apontei a cabeça pro centro das preguinhas que emolduravam o furinho traseiro da minha amada.

Rosinha (reclamando de dor ao sentir-se invadida na bunda) – Puta que pariu, que pau grosso, aiiiii, tá me rasgando o cuzinho! (me encarando ao perceber que eu tinha largado o pau do tio e pegando minha mão e empurrando em direção à sua bunda) – Continue segurando, Fer, segure o pau do tio até entrar tudo no meu cuzinho, isso vai me dar mais tesão e ajudar a aguentar tudo no meu rabo!

Carvalho (perguntando, mesmo sabendo que a Rosinha não iria aceitar e que ele só tiraria o pau do cu da minha mulher depois de encher ele de porra) – Quer que eu tire meu pau do seu cuzinho, minha flor?

Rosinha (não escondendo a expressão de dor em seu rosto) – Não, tio, desta vez deixe seu cacetão dentro do meu rabo, não tire, não!

Meu tesão só crescia e ver minha amada com aquela expressão de dor e sofrimento no rosto aumentou ainda mais a minha excitação. Seria isso tesão de corno? À medida que o tio afundava a pica no rabo da minha esposa, fui tirando meus dedos daquela estrovenga até retirar completamente a mão de entre a bunda dela e do púbis dele.

Carvalho (acariciando as costas e a cintura da minha esposa que estava toda suada) – Meu pau tá quase todo dentro do seu cu, minha linda!

Rosinha (de olhos fechados) – Falta muito, tio?

Antes que o tio respondesse, estiquei meus braços, peguei nas coxas dele e me certifiquei de que a Rosinha me olhasse e estivesse ciente do que eu estava disposto a fazer. Ela me encarou com seu rosto suado, me presenteou com seu sorriso lindo, embora de sofrimento, e balançou afirmativamente a cabeça falando baixinho:

Rosinha – Pode, amor, pode fazer, sei que você quer isso e eu também!

Ao ouvir aquilo, puxei o tio fazendo entrar no cu da Rosinha o que ainda restava do pau dele pra fora da bunda dela.

Carvalho (rebolando, mexendo o pau pros lados e respondendo à pergunta da minha esposa) – Não, minha linda, não falta mais nada, agora entrou tudo, todo o meu cacete tá todo enterrado no seu cuzinho!

Rosinha (se deitando sobre mim, me fazendo sentir seu corpo deliciosamente quente e suado) – Uau, Fer, isso doeu, mas eu consegui, seu pau e do tio estão todinhos dentro de mim!

Eu (sorrindo pra ela) – Eu sabia que você aguentaria!

Depois de darmos um tempo pra que a Rosinha se acostumasse com o invasor, eu e o tio começamos a nos movimentar muito lentamente, ir e vir, tirar e meter e, aos poucos, abrindo os buraquinhos da minha amada que suava muito, mas com uma expressão no rosto que mudava gradativamente da dor e sofrimento para o prazer. Eu sentia um tesão especial metendo na Rosinha daquela forma, fazendo dela o recheio do sanduíche entre eu e o tio Carvalho, sentindo o pau dele se esfregando no meu, os dois pintos dentro dela, juntos, porém separados por uma pele fina. Às vezes conseguíamos sincronizar nossos movimentos, eu entrava e ele saia, outras vezes metíamos os dois juntos esticando os buraquinhos da minha esposa, mas o melhor mesmo era manter os dois pintos dentro dela, enterrados e fazendo movimentos curtos. Minha esposa parecia gostar de tudo, um entrando e outro saindo, ou entrando os dois juntos, mas, igual que nós, ela gemia mais quando os dois paus estavam profundamente enterrados nela e fazendo movimentos curtos, enchendo e esticando seus buraquinhos.

Rosinha (de olhos fechados e parecendo delirar) – Vocês dois vão me matar de tesão me comendo desse jeito, isso é bom demais, toda mulher deveria experimentar e sentir o quanto é bom sentir dois pinto ao mesmo tempo; ai, que coisa boa!

Carvalho (falando próximo ao ouvido dela) – Tá gostando, minha flor, tá gostoso ganhar duas picas duras ao mesmo tempo, uma no cu e outra na buceta?

Rosinha (gemendo) – Tô, tio, é muito bom sentir dois pintos dentro de mim!

Eu (provocando e beliscando de leve os mamilos dela) – Rosinha, você é muito putinha, sabia? Tenho a esposa mais putinha do mundo e adoro você por isso. Tá muito gostoso dividir você com o tio, o pau dele enterrado no seu cu faz a sua buceta ficar muito apertada e eu tô adorando meter nela apertadinha desse jeito!

Rosinha (abrindo olhos e sorrindo pra mim) – Não fale assim, Fer, tô com muito tesão e saber que você tá gostando de me dividir com o tio me dá mais tesão ainda, vou acabar gozando se você continuar falando assim!

Eu – (puxando o tio pelas coxas fazendo ele empurrar todo o pau pra dentro do cu da minha mulher enquanto eu fazia o mesmo na buceta) – Sinta, minha putinha, nossos pintos dentro de você, dentro do seu cu e da sua buceta, sinta como é gostoso dar pra dois machos; eu tô adorando saber que o seu cuzinho tá todo esticado, aberto e arrombado pelo cacetão do tio Carvalho, o pau dele enfiado no seu cu faz sua buceta ficar muito apertada, é muito bom sentir o meu pau e o do tio juntos dentro de você...

Rosinha (interrompendo e se arrepiando) –Ai, amor, vou gozar, você vai me fazer gozar, ai que delícia gozar com vocês dois dentro de mim, aiiiii, tô gozando pelo cu e pela buceta, ai, que coisa boaaaaa!

Eu e o tio metíamos profundamente com movimentos curtos e mantendo os buraquinhos da minha mulher cheios o tempo todo, e assim continuamos sentindo as mordidas que o cuzinho e a bucetinha da minha amada davam em nossos pintos enquanto gozava. Quando os espasmos diminuíram, ela se deitou sobre mim colando seu corpo suado, quente e delicioso ao meu. Eu e o tio paramos de nos movimentar e esperamos ela descansar por alguns minutos, porém sem tirar nossos pintos duros dos buraquinhos dela, afinal, nem eu, nem ele havíamos gozado ainda.

Rosinha (depois de alguns minutos descansando deitada sobre mim, abrindo os olhos, me encarando e com um sorriso sapeca no rosto) – Vocês não vão me deixar descansar? Estou toda suada, não querem que eu tome um banho?

Eu (provocando) – Você ainda não cumpriu a sua “missão”! (puxando o tio pelas coxas enterrando fundo o pau dele na bunda dela e também aprofundando meu pau na sua buceta) – Eu e o tio ainda estamos com os pintos duros! Você não vai fazer nada pra resolver essa situação?

Rosinha (sorrindo e dando uma reboladinha sinalizando que estava disposta a continuar) – Claro que vou terminar a minha missão, amor, eu nunca deixaria vocês na mão!

Juntamente com ela, que iniciou um vai e vem com a bunda, eu e o tio também começamos a meter nos buraquinhos dela cada vez mais rápido e profundamente. Minha esposa, mesmo fazendo careta de dor, quando o pinto do tio ia fundo demais, continuava a se mexer e, ao pressentir a proximidade do seu gozo, nos provocou para também nos fazer gozar:

Rosinha (olhando pra mim e provocando) – Ai, é muito bom dar pra dois machos de uma só vez, sentir dois pintos me fodendo no cu e na buceta, ai, tá bom demais! Vai, amor, soca essa piroca dura na minha bucetinha, fode ela, que eu gosto, tô sentindo sua pica socada na minha xaninha apertadinha, vai, mete que eu gosto! (olhando pra trás, pro tio) – Vai tio, me enrabe, arrombe meu cuzinho, eu sei que você gosta de foder meu rabo com esse pauzão grande, vai, soca esse caralhão grosso no meu cu! (de olhos fechados e iniciando um rebolado frenético) – Puta que pariu, vou gozar de novo, tá vindo, vou gozar outra vez pelo cu e pela buceta, ai, que delícia, tô gozaaaaandoo!

Carvalho – Eu também vou gozar, vou explodir dentro do seu cuzinho, minha flor, ai, como é bom esporrar no seu cu, tô gozando gostoso, que coisa boaaa!

Eu (não resistindo a tanto tesão) – Tá vindo, vou gozar também, ohhh, como é bom gozar na sua buceta, Rosinha, ai que tesão gostoso, é muito bom gozar em você!

Rosinha (amolecida, deitada sobre mim, ainda mordendo nossos pintos com o xota e o cu e sentindo nossos pintos pulsando e esguichando porra dentro dela) – Ai, é muito bom sentir vocês dois gozando dentro de mim, tô sentindo os dois pintos esguichando, me enchendo de creminho, me molhando por dentro, putz, é muito bom!

Depois daquela gozada fenomenal, o tio desfez o engate com a minha mulher e se deitou ao lado; ela também saiu de cima de mim e se acomodou entre eu e o tio. Estávamos exaustos, corações acelerados e respiração ofegante. Adormecemos e só acordamos uma hora depois. Sem energia pra mais nada, deixamos o tio tomando banho e fomos, eu e minha amada, pra nossa casinha tomar banho também.

Dormimos saciados e felizes.

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Comentários

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O autor escreve muito bem com muitos detalhes; mas tá na hora do Fernando se dar bem, o sonho de todo homem é ficar com duas mulheres, poderia ser a rosinha e tia carmem ou outra.

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