As duas continuavam naquela dança erótica fazendo suas bucetas se esfregarem, cada respiração ofegante era um livro que elas queriam falar uma pra outra, as duas se olhavam fixamente, as bocas entre abertas soltando e puxando o ar perto demais uma da outra, cada toque no rosto fazendo com que continuassem aquele monento, era so as duas, não existia empecilhos, os movimentos aumentaram aos poucos, as respirações que antes eram ofegantes começaram a virar gemidos de prazer intensos, Maya cobria a boca de Nathalia com a mão enquanto segurava o maximo que podia seus sons de prazer, não demorou muito para ambas gozaren juntas, fazendo o corpo de ambas tremer em êxtase, quase como se uma corrente eletrica estivesse triscando as duas.
Maya se deitou na cama de barriga para cima puxando o maximo que ar que conseguia, ja Nathalia se sentou na beira da cama com o cabelo na frente do rosto, as duas não trocaram nenhuma palavra, mas aquele silêncio não era de vergonha, era um silêncio de conquista de ambas, um silêncio que mesmo calado dizia mais que muitas canções.
Depois de uma boa respirada Nathalia finalmente quebra o gelo e fala
N: Você ta bem?
M: To sim....Só estou....Puxando o ar —Maya respirava fundo—
N: Entendi —Nathalia botou uma mão na coxa de Maya— Então, quer ajuda?
As mãos de Nathalia foram subindo aos poucos ate chegar na buceta de Maya que naquele ponto ja estava novamente molhada
M: Nathalia....
Ela começou a dedilhar o clitoris de Maya, fazendo movimentos circulares, mas logo mudou a abordagem, ela virou a bunda para cara de Maya e encaixou sua buceta na boca dela, logo depois começou a lamber a buceta de Maya tambem em um 69.
Maya apertava firme a bunda grande de Nathalia, era um monumento, ja Nathalia lambia o que podia, pois a lingua de Maya a invadia inteira, as duas rebolavam na lingua uma da outra, Nathalia tirou a boca da buceta de Maya e se sentou na cara dela, começou a rebolar enquanto aquela boca a lambia a entradinha da sua buceta na ida e enquanto o nariz curvado dela roçava o seu clitóris na volta, aquilo deixava Nathalia doida, que apertava com força seus peitos e sentia seu climax chegar.
As duas continuaram a noite com muitas posições, saindo dessa Maya botou Nathalia de quatro na cama, com as duas se abraçando coladas na parede, no chão do quarto, chegaram ate e abrir um pouco a porta e ir no corredor.
Depois de tanto sexo e orgarmos foram q elas perceberam que ja estava dando quase 4 da manhã, ambas precisavam dormir. Nathalia se arrumou enquanto Maya olhava para ela, ja não existia vergonha das duas, ja não existia culpa, estavam la apenas duas amigas que gostam de fuder, Nathalia de despede de Maya dando um selinho nela, que devolve um outro e volta para sua cama.
Na volta para sala Nathalia via Lédio dormindo, não se sentia feliz, sabia que tinha feito uma decisão péssima. Mas mesmo com esse pensamento ela se deitou ao lado do marido.
Logo de manhã ela se acordou com as risadas de Maya na cozinha enquanto Lédio falava alguma coisa, ela se lembrou que os dois trabalhavam na mesma empresa, Nathalia acordou aos poucos com dificuldade de abrir os olhos, ela se sentou e finalmente levantou com muita dificuldade, esfregou os olhos enquanto se aproximava da cozinha, tentando disfarçar o rubor que subia pelo rosto ao ouvir a voz de Maya
N: Bom dia… — respondeu, a voz ainda rouca de sono.
Ela puxou uma cadeira e se sentou à mesa, sentindo as pernas ainda um pouco trêmulas. A lembrança da madrugada vinha em flashes: os sussurros, o calor da pele de Maya, a mão forte na boca dela para não fazer barulho enquanto Lédio dormia na sala. Só de pensar, seu coração acelerava outra vez, e sua buceta piscava novamente.
Maya apoiou os cotovelos na bancada, segurando a xícara de café com um sorriso que misturava inocência e desafio.
M: Dormiu bem? — repetiu, inclinando levemente a cabeça.
Nathalia sustentou o olhar por um segundo a mais do que deveria.
N: Mais ou menos…
Lédio riu, completamente alheio à tensão que atravessava o ar.
L: Eu apaguei assim que deitei, aqui é mais tranquilo que o nosso apartamento parece— comentou, pegando uma torrada.
Maya e Nathalia trocaram um olhar rápido. Um silêncio carregado de significados. Um segredo compartilhado que tornava tudo mais elétrico.
M: Que sorte a sua, eu demorei bastante para dormir — murmurou Maya, antes de levar a xícara aos lábios.
Nathalia respirou fundo, tentando recuperar o controle. Parte dela se sentia culpada; outra parte, perigosamente viva. O jeito como Maya a provocava em plena luz do dia fazia seu estômago revirar — de nervosismo e desejo.
N: Acho que preciso de café — Nathalia disse, levantando-se para pegar a cafeteira, tentando fugir da intensidade daquele momento.
Ao passar por Maya, seus braços quase se tocaram. Um contato mínimo, mas suficiente para reacender a memória da madrugada.
Maya sorriu de canto.
M: A gente pode conversar depois… sobre a sua “noite mal dormida” tenho o numero de um excelente massagista
O olhar dizia muito mais do que as palavras.
Lédio terminou o café apressado, olhando o relógio no pulso.
L: Vou indo, ja, se eu demorar mais um pouco eu pego trânsito — ele comentou, pegando a mochila.
Maya se levantou junto, encostando na bancada com naturalidade.
M: Verdade, inclusive, hoje vou fazer uma call com o pessoal de Seoul. Deram duas peças com defeito pra Hyundai e eles cobraram explicações. Parece que o problema foi sério. Vamos falar com você la, so te avisando para não ser pego de surpresa.
Lédio bufou, como quem já esperava.
L: Eu sabia. Falei desde o começo que a culpa tinha sido da prensa hidráulica. Aquela máquina já era um exagero. Mas ninguém quis me ouvir.
Ele passou a mão pelos cabelos, indignado.
L: Vou falar com o Fred assim que chegar. Tenho certeza que foi aquilo. Eu avisei.
Maya observava, agora em silêncio, tentando manter a expressão neutra e seria enquanto Nathalia fazia pequenos gestos cotidianos — arrumar a camisa dele, ajeitar a alça da mochila — tudo com uma naturalidade quase doméstica demais.
N: Tá bom, amor, ja entendemos — Nathalia respondeu. — Depois me manda mensagem quando resolver isso.
Lédio caminhou até a porta ainda resmungando:
L: Eu sabia que tinha razão… prensa hidráulica… vou falar com o Fred.
A porta se fechou com um clique seco.
O apartamento ficou em silêncio.
Um silêncio diferente.
Sem o som da voz dele. Sem a presença dele preenchendo o espaço.
O coração batia mais forte do que deveria para uma manhã comum.
Maya permaneceu parada por alguns segundos, olhando fixamente para a porta fechada. Como se confirmasse que ele realmente tinha ido.
Maya respirou fundo, como se estivesse retomando o controle.
N: Eu preciso trabalhar — disse, mas o tom não tinha nada de distante.
Ela se aproximou de Nathalia devagar, erguendo a mão até tocar o queixo dela. Seus dedos deslizaram com firmeza suficiente para guiá-la, obrigando-a a sustentar o olhar.
M: Você fica muito nervosa… — murmurou, quase divertida.
Antes que Nathalia respondesse, Maya inclinou o rosto e a beijou. Não foi um beijo apressado. Foi lento, calculado, cheio de intenção — como se estivesse marcando território sem precisar dizer uma palavra.
Quando se afastou, não houve pressa. Apenas um meio sorriso.
Maya se virou e começou a caminhar em direção ao quarto. Cada passo parecia pensado: postura ereta, movimentos suaves, o tecido da roupa acompanhando o balanço do corpo. Ela não olhou para trás — como se soubesse exatamente o efeito que causava.
Nathalia permaneceu imóvel na cozinha, sentindo o coração bater e sua vagina baterem da mesma forma.
Maya parou na porta do quarto, apoiando a mão no batente. Só então virou o rosto por cima do ombro.
M: Eu tenho intervalo de meia hora às 10 — disse, com naturalidade quase cruel. — Se você ainda estiver aqui… passa no meu quarto.
E entrou, fechando a porta sem fazer barulho.
Nathalia engoliu seco a saliva que estava abundante em sua boca.
O apartamento voltou ao silêncio.
Mas agora não era o silêncio de antes.
Era contagem regressiva