Após uma deliciosa noite de sono, acordei naquela manhã com o pau duríssimo, mas era apenas vontade de mijar (risos). Fui ao banheiro, sentei no vaso, pois em pé seria impossível apontar o pinto pra baixo, e esvaziei a bexiga curtindo aquele prazer. Apurei os ouvidos e não escutei o tio fazendo o café, como de costume. Fui até a porta do quarto e o vi ainda dormindo pesadamente. Voltei ao meu quarto, onde a Rosinha ainda cochilava, e a acordei com beijos e carícias por todo o belíssimo corpo de fêmea que tanto orgulho me dá por tê-lo sempre junto a mim.
Eu (falando no ouvido para provocá-la) – O tio Carvalho ainda tá dormindo, pelado, deitado de costas e de pau duro!
Rosinha (abrindo os olhos e me presenteando com o seu belo sorriso) – O tio dormindo pelado e amanhecendo de pinto duro não me surpreende, mas estar na cama até esta hora é uma novidade!
Dei à minha esposa a garrafa de água e, enquanto ela tomava uns goles, como é nosso costume nos hidratar ao acordar e também lavar a boca, provoquei:
Eu – Será que o tio acordaria se sentisse o cheirinho de uma bucetinha gostosa?
Rosinha (sorrindo) – Fer, você é muito safado, já está querendo que eu vá até o tio esfregar minha xaninha na cara dele, né!
Eu (me fazendo de inocente) – Eu não falei nada disso!
Rosinha (me empurrando pra que eu me deitasse na cama) – Não falou, mas pensou! (montando em mim, sorrindo e pondo a xaninha perto do meu rosto) – Dê um cheirinho nela e me diga como está!
Eu (depois de deslizar o nariz na fenda e aspirar o aroma que exalava daquele sexo úmido, provoquei) – Sua frutinha tá com um cheirinho bem suave; eu gosto de qualquer jeito, mas confesso que prefiro o cheirinho dela no final da tarde, com aquele perfume característico de buceta!
Rosinha (sentando e esfregando a xota por todo meu rosto) – Fer, você é muito tarado! Vamos lá no quarto do tio, vou acordar ele com o cheirinho da minha xota!
Rosinha (ao chegar na porta do quarto e ver o pauzão duro do tio Carvalho apontando pro teto, me provocou cochichando no meu ouvido) – Ontem dei pro tio até ficar com a xota dolorida, mas basta eu ver o pau dele duro que me dá vontade de dar mais!
Em silêncio e tentando não fazer movimentos bruscos, minha esposa subiu na cama e se posicionou de forma a colocar a cabeça do tio entre seus pés e foi se agachando até que a xota quase tocasse seu nariz. Nem sei se ele fingia dormir, mas mantinha os olhos fechados.
Carvalho (ainda de olhos fechados e abrindo um largo sorriso) – Ahhh, que cheirinho de fruta gostosa, adoro acordar sentindo esse perfume delicioso de xota!
Rosinha (pegando no pau do tio e fazendo movimentos de punheta ao mesmo tempo em que sentava e esfregava o rachinha no rosto dele) – Acorde, tio, deixe de preguiça e vamos tomar café e arrumar as coisas pra irmos embora. (se levantando e dando um beijo na cabeça do pica dura) – Tio, não se esqueça que vamos voltar para a fazenda do Luiz e que a Lúcia estará esperando por você, sugiro que tome um bom café da manhã, pois acho que o seu dia será duro hoje e irá precisar de muita energia!
Nos deliciamos com o café da manhã, comemos pães, frutas e outras gostosuras, arrumamos toda a casa, levamos pro carro tudo que era nosso e, por último, fomos caminhando pelados até a ducha para um banho e tirar o suor.
Rosinha (sorridente e provocadora) – Atenção, quem quiser fazer xixi no mato antes do banho e precisar de uma mãozinha, fale comigo, mas se precisar de duas mãozinhas também poderei ajudar!
Como nem eu, nem o tio falamos nada, ela se agachou e liberou um jato forte de mijo que fazia barulho ao atingir as folhas secas no chão. Como se tivéssemos combinado, eu e o tio, ao vê-la naquela posição, nos aproximamos e oferecemos nossos pintos moles, porém começando a crescer, pois tanto eu, quanto ele, achamos excitante ver uma mulher de cócoras mijando.
Rosinha (olhando pra cima, sorrindo e pegando nossos pintos que, apesar de ainda em fase de crescimento, eram suficientes pra encher as mãos delicadas da minha esposa) – Vocês não falaram nada quando ofereci ajuda, mas bastou me ver agachada que vieram até mim, né!
Eu (sorrindo pra ela) – Dá tesão ver você mijando!
Rosinha (se pondo de pé e segurando nossos pintos quase duros) – Vocês são dois tarados! Agora que já me viram fazendo xixi, também quero ver vocês mijando!
Eu e o tio tivemos de nos esforçar pra começar a mijar com os pintos quase duros, mas bastou iniciar o jato que o líquido quente foi saindo aos poucos. As mãos delicadas da minha esposa não pararam de massagear nossos cacetes, e quando terminamos, eles estavam completamente duros.
Rosinha (depois de espremer e beijar nossos pintos) – Vocês dois são muitos safados, ficam de pau duro por qualquer motivo, bastou eu segurar eles enquanto faziam xixi que ficaram prontos pra entrar num buraquinho! Acho melhor tomarmos banho e seguirmos viagem, o Luiz e a Lúcia estão nos esperando; já estou imaginando o que poderá acontecer entre o tio e ela!
Carvalho (seguindo em direção à bica d’água e balançando o pau duro) – Rosinha, não alimente fantasias, pois não temos certeza de que vai acontecer algo.
Rosinha (entrando na ducha e sorrindo maliciosa) – Oh, tio, tô doidinha pra ver você em ação, tô imaginando você bem macho, de pau bem duro castigando os buraquinhos da Lúcia igual faz comigo!
Carvalho (sorrindo malicioso) – O único buraquinho seu que eu castigo é a xota, pois o outro você não quer me dar!
Rosinha (rindo) – Oh, tio, tenha paciência, vontade não me falta, mas ainda não me sinto preparada pra aguentar essa sua estrovenga na minha bunda!
Carvalho (rindo) – Melhor tomarmos banho e pararmos de falar bobagens, pois precisarei que meu pinto esteja mole quando for vestir a roupa!
Terminamos o banho e voltamos pra casa e, ao ver minha esposa vestindo calcinha, provoquei:
Eu – Você quase nunca usa calcinha, porque resolveu vestir agora?
Rosinha – Oh, amor, eu nem ia trazer calcinha pra este passeio, mas coloquei umas duas na bolsa antes de vir, e foi bom porque agora vou precisar, afinal não me sentiria à vontade indo na casa de pessoas estranhas vestindo saia curta sem calcinha, né!
Fechamos a casa e seguimos viagem chacoalhando pela estrada de terra rumo à fazenda do Luiz. O tio ia dirigindo, minha esposa sentou-se no meio e eu na lateral direita, já que a caminhonete é antiga e o banco, tipo sofá, acomoda três pessoas. Olhei pro lado apreciando minha bela esposa e vi que a sua camiseta justa, sem mangas, evidenciava os seios livres de sutiã, e além disso, o balanço do carro fez a saia curta subir deixando aparecer a pontinha da calcinha branca. Eu e o tio notamos e trocamos sorrisos.
Rosinha (sorrindo, puxando a saia tentando cobrir a calcinha que teimava em se mostrar e passando rapidamente as mãos nos nossos pintos) – Vocês são dois tarados!
Como saímos cedo do rancho, também chegamos cedo na fazenda onde o casal nos esperava com cervejas geladas e petiscos. Antes de seguir contando, preciso comentar sobre o vestido curto que a Lúcia usava. Um tecido fininho, muitíssimo leve cobria um corpo maduro e de beleza acima da média para as mulheres da idade dela, aproximadamente 45 anos. A ausência de sutiã era claramente visível, pois os peitos grandes, porém firmes, provavelmente siliconados, balançavam pesadamente roçando os mamilos pontiagudos no tecido. Apurei o olhar em busca de roupa íntima inferior e, mesmo com algum esforço, não encontrei nenhum indício de que ela usava calcinha. A Rosinha percebeu o meu interesse na coroa e sorriu maliciosa, mas nada disse. Fomos levados para a sala onde nos acomodamos em grandes sofás, proporcionais ao enorme ambiente típico de casas de fazendas. Eu, sempre prestando atenção na nossa anfitriã, me surpreendi quando ela se sentou e confirmou minha suspeita de que não usava calcinha, pois consegui ver, muito rapidamente entre as coxas, sua xota sem pelos. Logo notei que ela parecia tímida, talvez por eu e a Rosinha estarmos no mesmo sofá que o tio Carvalho em frente a ela e, talvez, ela quisesse mostrar o seu tesouro somente a ele. A Rosinha deve ter pensado o mesmo que eu e me convidou a sentar no sofá ao lado de forma que somente o tio Carvalho ficasse em frente a ela, que estava sentada ao lado do marido. Inicialmente a conversa foi sobre assuntos diversos até que surgiu o assunto que era de interesse geral.
Lúcia (sorrindo e escolhendo as palavras, olhando pro tio, pra mim e pra Rosinha) – E aí, vocês se divertiram lá no rancho, foi aquilo que esperavam?
Rosinha (respondendo antes que eu e o tio falássemos algo) – Foi muito legal, eu havia imaginado que seria bom, mas foi muito melhor do que imaginei!
Lúcia (vendo nossos sorrisos maliciosos) – Coloriram?
Vimos que o Luiz, ao lado da esposa, cutucou discretamente a perna dela, talvez tentando dizer que ela estava querendo saber demais.
Carvalho (esclarecendo a pergunta da Lúcia para mim e a Rosinha, cujas expressões em nossos rostos denunciavam que não havíamos entendido o que ela queria saber) – A Lúcia, quando perguntou se nós colorimos, tá querendo saber se... bem, se nos liberamos dos tabus e fizemos sexo entre nós.
Lúcia (sorrindo) – Sei que o Carvalho contou a vocês que somos liberais e, nesse nosso mundo onde trocamos casais, costumamos dizer que há o relacionamento preto e branco, que é quando só se fez sexo entre casais ou parceiros fixos, e falamos que o sexo colorido é aquele liberal, sem amarras onde há a troca de parceiros e a transa acontece entre todos.
Rosinha (rindo, olhando pra mim e pro tio e me surpreendendo novamente devido à sua falta de vergonha) – Entre nós não foi tão liberal assim, pois entre o tio e o Fer, nada aconteceu; e aí vocês devem imaginar que “sobrou” pra mim, né, ter que atender e satisfazer esses dois tarados não foi fácil, mas estou extremamente feliz, foi um fim de semana maravilhoso.
Todos riram da brincadeira da minha esposa.
Luiz (sorrindo) – Pensei que a Lúcia era desinibida, mas tô vendo que a Rosinha tem a língua solta também!
Rosinha (me encarando e sorrindo) – Sou ótima de língua, né, amor?
Lúcia (se preparando pra se levantar, abrindo as pernas por alguns segundos e oferecendo ao tio a visão do seu entre coxas) – Vou buscar mais petiscos e cervejas pra nós.
Luiz (cauteloso com as palavras) – Carvalho, a Lúcia planejou algo e imagino que você suspeite o que seja; você acha disponível?
Carvalho (olhando pra mim e pra Rosinha) – Eu contei para o Fernando e a Rosinha o que aconteceu entre nós, eles sabem de tudo e a minha sobrinha danada ficou curiosa, disse que gostaria de ver. Vocês se importariam se eles assistissem?
Lúcia (retornando) – Trouxe um pouco mais de petiscos e cervejas, mas não encham muito a barriga pra não dar preguiça, e digo isso especialmente pra você, Carvalho, pois sei que é um excelente comedor!
Rimos da frase de duplo sentido e, acompanhando discretamente os movimentos da Lúcia, outra vez percebi que ela, ao sentar, outra vez abriu as pernas e exibiu ao tio a sua fruta, provavelmente pronta pra ser comida.
Luiz (falando calmamente) – Lúcia, eu estava contando ao Carvalho sobre o seu plano e ele perguntou se o Fernando e a Rosinha podem assistir.
Lúcia (desinibida) – Claro, agora que todos nós somos coloridos, vai ser legal, aliás, vai ser melhor ainda ter uma plateia nos assistindo! Concorda, Carvalho?
Rosinha (sorrindo, parecendo tímida) – Eu e o Fer somos novatos, mas imagino que poderemos aprender muito com vocês!
Eu (afastando qualquer hipótese de participarmos) – Só queremos assistir, tá, prometemos ficar quietinhos e não torcer pra ninguém!
Todos rimos.
Lúcia (olhando pro tio Carvalho) – Carvalho, o Luiz quer filmar tudo desde o início e fazer um filminho pornô bem legal pra assistirmos depois, pode ser?
Carvalho (sorrindo) – Claro!
A Lúcia olhou pro marido e, sem nada dizer, o fez entender que desejava iniciar a putaria. Ele se levantou e saiu, voltando em seguida com uma filmadora ligada e se aproximando da esposa. Trouxe, também um colchonete pequeno que colocou sobre a mesinha de centro. Pra que vocês, leitores, possam imaginar o ambiente, tentarei descrevê-lo. A sala era enorme, teto muito alto e janelas grandes de vidro com cortinas semi transparentes iluminavam todo o ambiente. No centro, sobre um tapete, uma mesa de centro, baixinha, e que agora estava coberta com um colchonete de mesmo tamanho parecendo ter sido confeccionado sob encomenda. Ao redor da mesa, quatro grandes sofás de couro, sendo dois de quatro lugares posicionados frente a frente e, nas laterais, mais dois de três lugares, também frente a frente. A mesinha de centro, coberta com o colchonete, parecia estar ali para “algo mais” além de colocar comidas e bebidas.
Luiz (filmando o tio Carvalho) – Carvalho, a minha mulher tá fogosa desde ontem, mas não quis dar pra mim dizendo que precisava guardar energias pra estar bem tesuda pra você, hoje! (filmando o rosto da esposa) – E você, minha querida esposa, vai dar pra outro macho agora, vai comer uma pica diferente da minha?
Lúcia (sorrindo pro marido) – Amor, cê sabe que eu amo muito você, mas de vez em quando preciso experimentar um pau diferente, sentir outro macho em cima de mim, um outro cheiro, uma pica diferente. (passando a mão no pinto do marido por sobre a roupa) - Posso dar pro Carvalho, amor?
Caros leitores, eu sabia que assistiria uma transa especial, mas não esperava que seria tão excitante; o meu pau estava duro e incomodando dentro da roupa e eu me preparava pra ajeitá-lo quando a Rosinha tomou a iniciativa.
Rosinha (percebendo meu incômodo e enfiando a mão dentro da minha bermuda) – Deixe que eu ajeito ele pra você, amor! (ao pegar meu pau dentro da cueca) – Ufff, seu pau tá muito duro!
Dei um beijo na minha esposa ao sentir sua mão delicada agarrando e colocando meu pinto apontado pro meu umbigo. Trocamos sorrisos com o tio Carvalho, que estava sentado no outro sofá, e também ajeitava o pau dentro da roupa enquanto assistia a cena entre o Luiz e a esposa.
Luiz (filmando e provocando a esposa) – Estou em dúvida, não sei se devo deixar a minha esposinha dar pro Carvalho que tem um pau bem maior que o meu!
Lúcia (apertando o pau do marido por cima da roupa) – Porque, não, amor? Será só hoje e depois que ele for embora serei todinha sua outra vez, prometo!
Luiz (sorrindo) – O pau do Carvalho é muito grande e você ficará toda larga depois da trepada; a além do mais ele vai gozar e te deixar toda melada de porra!
Lúcia (abrindo o zíper do marido, enfiando a mão dentro da bermuda e pondo o pau pra fora) – Oh, amor, talvez eu fique um pouco folgada depois que o Carvalho me comer, mas eu sei que você adora me pegar logo após outro macho meter e gozar em mim! Prometo que deixo você me comer também depois que ele terminar, e aí você poderá sentir minha bucetinha arrombada e cheia de porra de um macho pauzudo!
Luiz - Você gosta do pau do Carvalho? Conte pra mim porque você quer dar pra ele.
Lúcia (sorrindo) – Gosto de experimentar pintos diferentes e o do Carvalho é especial!
Luiz (querendo ouvir putarias da esposa) – Porque o pau dele é especial, o que ele tem que faz você querer tanto dar pra ele?
Lúcia (beijando, lambendo e chupando o pau do marido) – Gosto do pau do Carvalho porque é comprido e grossão, entra fundo até o meu umbigo e me faz sentir a xota cheia, apertada e esticada!
Luiz (provocando a esposa enquanto continuava filmando) – Você gosta de chupar o pau dele também?
Lúcia (esfregando o pau do marido no rosto e o provocando) – Gosto do cheiro e do sabor da baba do pau, mas é tão grosso que só consigo enfiar na boca um pouco mais que a cabeça, e também não aguento chupar por muito tempo porque tenho que abrir muito a boca e sinto dor; prefiro ele dentro de mim, dentro dos meus buraquinhos!
Luiz (apreciando o boquete que a esposa lhe fazia) – Dentro dos seus buraquinhos? Além da xota, você pretende dar algo mais pra ele?
Lúcia (se levantando, lambendo a boca e o rosto do marido) – Vou tentar dar a bunda pra ele, sei que será difícil, mas quero tentar porque sei que você vai gostar de me ver sofrendo com o picão dele no meu rabo!
Luiz – Você vai aguentar o pauzão do Carvalho no seu cuzinho?
Lúcia – Já dei uma vez e, apesar de doer muito, gozei gostoso! Quero de novo o cacetão dele no meu cu! Você vai deixar, amor, eu dar meu cuzinho pro Carvalho?
Luiz (sorrindo e provocando a esposa) – Vou adorar ver minha esposa putinha dando pra um pauzão, especialmente quando ele entrar no seu cuzinho, abrindo, rasgando e arrebentando suas preguinhas; tô até imaginando você gemendo de dor no começo e gozar de prazer no final!
Caros leitores, naquela altura dos acontecimentos, todos nós vendo e ouvindo o que se passava com o casal Luiz e Lúcia e imaginando o que estava por acontecer, o clima na sala esquentava e parecia sair do controle. A Rosinha, sem qualquer vergonha, se levantou e, enfiando as mãos debaixo da saia, puxou a calcinha pra baixo até tirá-la pelos pés. Em seguida voltou a se sentar ao meu lado, abriu minha bermuda, baixou o zíper e botou meu pau pra fora e, como se não bastasse, sentou-se com as pernas abertas enfiando a mão entre as coxas e iniciando carícias na xota sem se importar que, além do tio Carvalho, o Luiz e a Lúcia também viam sua rachinha.
Rosinha (agarrando meu pinto) – Tô pegando fogo vendo esses dois safados!
Eu (cheio de tesão por ver outras pessoas apreciando o entre coxas da minha esposa) – Você não tem vergonha de mostrar a xota pra eles?
Rosinha (pegando sua calcinha, dobrando de forma a deixar em evidência o forro melado com o caldo da sua xota e enfiando na minha boca me fazendo sentir o tecido molhado, e falando no meu ouvido) – Me dá tesão ver outras pessoas olhando minha xota, e pelo tanto que o seu pau tá duro, você tá adorando ver sua esposa putinha mostrando a bucetinha, né!
Enquanto isso a putaria rolava quente entre o casal:
Luiz (segurando a câmera com uma mão e enfiando a outra debaixo do vestido da esposa, entre as coxas) – Huuummm, você tá tão molhadinha! É vontade de dar pro Carvalho e comer o cacetão dele?
Lúcia (sorrindo pro marido) – Faz tempo que não como uma pica diferente, mas hoje vou comer um cacetão enorme, bem comprido e grossão! Você vai gostar de assistir sua esposinha dando pra outro macho de pau grande?
Luiz (sorrindo e se afastando da esposa) – Vou, minha putinha gostosa, vou adorar ver você gemendo e gozando igual a uma puta rampeira numa pica maior que a minha! Vai, aproveite essa oportunidade e dê bem gostoso pro Carvalho!
Depois de largar o pau do marido, a Lúcia sorriu pro tio Carvalho e foi em direção a ele. Ao passar em frente a nós, nos encarou e sorriu ao ver que a minha Rosinha, retribuindo o sorriso, apoiou os pés no sofá, arreganhou as pernas e continuou a se acariciar na xota sem deixar de massagear o meu pau. O Luiz acompanhava a esposa com a câmera e circulava próximo a ela filmando cada movimento, especialmente quando ela se ajoelhou no tapete, entre as pernas abertas do tio Carvalho.
Lúcia (acariciando com as duas mãos o volume que o pau duro do tio fazia sob a bermuda) – Sempre que quero me lembrar do seu pau, assisto ao vídeo daquela nossa transa, mas hoje vou poder matar a saudade e ter ele todo pra mim!
Carvalho (sorrindo e acariciando os cabelos castanhos da Lúcia que descaradamente se oferecia a ele) – Também sinto saudades de você, do seu corpo gostoso, faz tanto tempo que nem me lembro mais do seu cheirinho!
Lúcia (com expressão de muito tesão) – Daqui a pouco vou deixar você me cheirar, sei que adora o cheiro de uma bucetinha! Tarado!
A cena a seguir chamou muito a minha atenção e também da Rosinha. O Luiz se aproximou por trás da Lúcia e, sem parar de filmar, soltou as alças do vestido desnudando a esposa e a entregou ao tio Carvalho pra que ele a comesse. Aquela cena, típica de marido corno, multiplicou o tesão que eu sentia, principalmente por me lembrar de que fiz algo parecido lá no rancho na primeira vez que entreguei minha Rosinha ao tio Carvalho. Os peitos grandes, cheios e pesados, porém firmes, foram os primeiros a se exibir, cujos mamilos pontiagudos e duros, pareciam antecipar o prazer que estava por vir. Em seguida, com a descida do vestido, tivemos a visão da bunda, grande, porém proporcional ao corpo, cujas marquinhas de biquíni fio dental tornavam aquele traseiro ainda mais atraente. Como a Lúcia estava de lado pra nós, não pudemos ver a xota de frente, mas conseguimos visualizar uma moita de pelos enfeitando o montinho de Vênus, acima da rachinha. Depois de ver a xana daquela mulher madura, mesmo que rapidamente debaixo da roupa quando ela se levantou do sofá minutos atrás, eu estava muito curioso pra apreciá-la novamente. Não foi preciso que eu esperasse muito pra ver a maravilha de buceta que aquela mulher tinha entre as coxas, pois bastou que ela se ajoelhasse empinando propositalmente a bunda e abrindo as pernas, que tivemos a belíssima visão daquele rabo, cujo cuzinho lindo, pequenino e piscante, chamava tanto a atenção quanto a buceta volumosa dividida por uma racha profunda e emoldurada por lábios grossos. Como se tanta beleza não fosse suficiente, também vimos um grelinho que, sinceramente, não poderia ser chamado no diminutivo! O grelinho da minha Rosinha é bastante semelhante ao da maioria das mulheres, mas, quando jovem, tive uma namoradinha greludinha, cujo centro do prazer feminino era bem maior que o comum; já, o grelo da Lúcia, duro e “fora da casinha”, se destacava entre os lábios daquela xana. Fora da internet, o grelo da esposa do Luiz era seguramente o maior que eu já havia visto. Que belezura de grelo tinha aquela mulher!
Lúcia (sorrindo pro tio enquanto abria sua bermuda, descia o zíper e a puxava pra baixo fazendo surgir o pauzão enorme que, naquele fim de semana, esteve tão próximo a mim e tão dentro da minha esposa) – Tô desejando esse seu pauzão desde ontem!
Carvalho (sorrindo) – Hoje ele será todinho seu, inteirinho, até o último centímetro!
Lúcia (sorrindo e agarrando a pica do tio com as duas mãos) – Será que eu vou aguentar tudo isso dentro de mim?
Carvalho (desafiando a esposa do Luiz) – Você é muito mulher, aguenta qualquer homem por maior que seja o pau!
Lúcia (puxando a pele da pica pra baixo fazendo a cabeça brilhar ainda mais e encostando o nariz sem parar de olhar pro tio) – Ufff, ufff, ufffff! O seu pau tem um cheiro muito tesudo, minha xota tá pingando aqui embaixo de tanta vontade!
Carvalho – Vem, sobe aqui no sofá que eu quero cheirar essa sua buceta gostosa!
Lúcia (se pondo de pé e puxando o tio pela mão) – Vamos pra mesinha, lá você poderá me cheirar antes de eu sentar na sua cara.
Vi o tio e a Lúcia irem em direção à mesinha de centro que, coberta com um colchonete do mesmo tamanho, aguardava pelos dois. O Luiz, com a filmadora, não perdia um só movimento da sua esposa e do macho que a estava comendo. O tio se deitou de costas e a Lúcia se posicionou sobre ele, em posição invertida, colocando a xana a poucos centímetros do seu rosto e aguardou algum tempo pra que ele pudesse cheirá-la entre as pernas e se deliciar com o perfume de fêmea no cio. Depois de se embriagar com o perfume daquela buceta linda o tio, não resistindo à vontade de também provar do mel da racha que tinha diante dos olhos, puxou a Lúcia fazendo ela se sentar na sua cara. Cheia de tesão, a esposa do Luiz se abaixou e abocanhou o cacete que pulsava próximo ao seu rosto, agarrou com as duas mãos e se esforçou pra enfiar na boca alguns centímetros além da cabeça que já era suficiente pra encher sua boca. O Luiz andava ao redor dos amantes captando cada detalhe, cada gemido, cada chupada estralada que os dois safados não conseguiam evitar. Eu e a Rosinha seguíamos nos acariciando, ela no meu pau e eu na xaninha que ela fazia questão de exibir entre as pernas arreganhadas. Minha vontade era de tirar a roupa e comer a minha esposa enquanto assistia o tio Carvalho e a Lúcia naquela safadeza, mas me contive, talvez por vergonha de ficar pelado na casa de estranhos.
Lúcia (tirando da boca o pau do tio Carvalho e gemendo de olhos fechados enquanto o seu marido filmava de perto o seu rosto) – Ai, eu vou gozar, tá vindo, ai, que delícia! (sentando na cara do tio e rebolando, esfregando a xana por todo o rosto dele) – Puta que pariu, vou gozar, vou gozar, aiiiii, tô gozando, que delíciaaaaa!
Eu e a Rosinha interrompemos nossas carícias, pois, apesar de não estarmos próximos de gozar, nosso tesão estava enorme. Nos acomodamos melhor no sofá e tentamos relaxar, pois certamente a Lúcia precisaria de um tempo pra se recuperar do prazer sentido com a língua safada do tio Carvalho vasculhando suas carnes íntimas e bebendo do seu caldo vaginal. Lentamente ela se levantou e sentou-se no sofá em frente a nós e, talvez por estar embriagada de prazer, nem se lembrou de fechar as pernas e as manteve arreganhadas exibindo a racha volumosa pra mim, pra Rosinha e para todos os demais.
Rosinha (aproveitando que o Luiz estava filmando de perto a xana da esposa, sussurrou no meu ouvido) – Eu adoraria ver você enfiando a cara entre as pernas dela, ou de qualquer outra mulher; vou sentir muito tesão no dia em que ver você lambendo outra buceta!
Eu (falando baixinho e provocando minha esposa) – Corninha!
Rosinha (sorrindo) – Ainda não sou corninha, mas tô doidinha pra ser!
O tio Carvalho, enquanto apreciava a mulher que havia gozado na sua boca minutos atrás, e que descansava de pernas abertas, tomava uns goles de água e, não intencionalmente, exibia o cacete duro para a minha esposa que estava a um metro dele.
Rosinha (cochichando no meu ouvido) – Comi muito esse cacetão do tio durante todo o fim de semana, agora é justo que a Lúcia também coma, né?
A Lúcia, continuava inerte no sofá, com os olhos fechados e a respiração acelerada, sorria o sorriso de mulher feliz e bem comida! O Luiz se aproximou do tio e filmou o enorme cacete bem de perto e, em seguida, fez o mesmo na xota da esposa; ele parecia imaginar o cacetão do tio enchendo e esticando a xana da sua amada! Vendo que a Lúcia continuava amolecida no sofá, o Luiz desligou a filmadora, buscou mais cervejas e distribuiu nos copos de todos. O tio sentou-se e relaxou enquanto apreciava a cerveja gelada e, depois de um tempo, seu pau começou a amolecer. Eu e a Rosinha também nos recompomos, ela fechando as pernas e cobrindo a xana com a saia e eu cobrindo o pinto com a camisa. O clima de silêncio fez com que alguém puxasse uma conversa e foi neste momento que a Lúcia despertou:
Lúcia (abrindo os olhos, sorrindo, enfiando a mão entre as pernas e fazendo um carinho na xota) – Carvalho, eu quero mais!
Luiz (botando o copo na mesinha ao lado e ligando a filmadora) – A putaria vai recomeçar!
Rosinha (sorrindo para mim, puxando minha camisa e descobrindo meu pau que havia amolecido, mas ainda estava grande) – Vai começar a segunda sessão de A Bela e a Fera!
O tio Carvalho se levantou e foi em direção à Lúcia que arreganhou ainda mais as pernas o convidando pra se acomodar entre elas. No curto espaço que os separava, a piroca amolecida, mas ainda grande, balançava pesada. Ele olhou para a buceta que iria comer, sorriu para a esposa do Luiz e se ajoelhou entre as pernas abertas e caiu de boca na fruta madura daquela fêmea que não tinha qualquer vergonha de sentir prazer. Naquela posição o tio exibia a bunda pra todos e, de tempos em tempos, talvez pelo esforço ou nas mudanças de posições, o seu cu piscava, mas ele continuava dando prazer para a Lúcia sem se importar que todos nós víssemos seu traseiro.
Luiz (sorrindo pra esposa e filmando seu rosto de perto) – E aí, putinha, tá gostando de dar pra outro macho?
Lúcia (sorrindo) – Oh, amor, eu estava precisando tanto disso, sentir outra língua na minha buceta, me lambendo e me fazendo gozar.
Luiz – Vai querer o pau dele na sua buceta também?
Lúcia (com a voz carregada de tesão, encarando o marido e curtindo a língua experiente do tio Carvalho na sua racha) – Vou, amor, me preparei a manhã toda pra ficar bem gostosa pro Carvalho, raspei os pelinhos da portinha da xota pra você ver o pau dele escorregar bem gostoso pra dentro de mim, ufffff, tô doidinha pra sentir o cacetão dele entrando na minha bucetinha, alargando ela, me fazendo sentir a xota cheia de pau! Você vai gostar de assistir eu dando pra um pauzão maior que o seu?
Luiz – Vou, minha putinha!
Lúcia (provocando o marido enquanto acariciava os cabelos do tio Carvalho e curtia o carinho que ele lhe fazia na xota) – E você gosta da sua putinha bem tarada, doidinha pra dar pra outro, vai gostar de me ver espetada no cacetão do Carvalho?
Luiz – Vou adorar ouvir você gemendo e gozando num pau maior que o meu!
Caros leitores, desde os tempos em que eu apenas fantasiava ver minha esposinha nos braços e na pica de outro macho, e mesmo depois que os sonhos começaram a se realizar e senti o quanto isso me dá tesão, eu achava que eu era muito corno, mas vendo e ouvindo o casal Luiz e Lúcia naquela sacanagem com o tio Carvalho, entendi que, iguais a mim, existem outros maridos que se excitam ao ver a esposinha amada espetada por outra pica.
Lúcia (empurrando com carinho a cabeça do tio pra que ele a tirasse do seu entre coxas) – Vamos pra mesinha, Carvalho, deite-se de costas que vou montar você!
Carvalho (se levantando, exibindo a piroca agigantada e oferecendo a mão para a Lúcia se levantar também) – Quero pegar você de quatro!
Lúcia (sorrindo e ficando de pé) – Primeiro eu vou por cima, preciso me acostumar com o seu cacete empurrando meu útero, mas fique sossegado que depois eu deixo você meter em mim de quatro!
Ao dizer isso a Lúcia agarrou o cacetão do tio e o puxou até a mesinha de centro, onde ele se deitou de costas com o pau apontando pro teto chamando a atenção do Luiz, que fez questão de filmar a estrovenga na qual sua esposa iria se sentar.
Lúcia (sorrindo pro marido e montando o tio Carvalho, de frente pra ele) – Venha, amor, venha ver o pauzão do Carvalho entrando na buceta da sua putinha; filme tudo que depois vou querer assistir o vídeo e ficar bem tesuda pra você!
A Rosinha, cheia de tesão, outra vez apoiou os pés no sofá se arreganhando toda pra quem quisesse ver sua bucetinha sendo acariciada pelos meus dedos, parecia que se exibir daquela forma lhe causava um tesão ainda maior. Meu pau estava duríssimo, tanto quanto o do Luiz que, apesar de ainda vestindo a bermuda, mantinha parte do pau visível pra fora da abertura. De vez em quando ele acariciava a pica, mas sua atenção maior era a Lúcia e o tio e, para não perder nenhum movimento dos dois, girava ao redor da mesa onde sua esposa estava prestes a comer a caceta grossa do tio Carvalho. A Lúcia, vendo o cacete do tio apontando pro alto, se pôs de pé sobre a mesinha encaixando, entre seus pés, o corpo do macho que a esperava. Sorriu pro tio e pro marido e, lentamente, muito lentamente, foi se agachando causando uma enorme expectativa em todos nós que assistíamos atentos cada movimento. Ela foi se abaixando até encaixar a cabeça da pica entre seus lábios vaginais, na portinha da buceta que ansiava por comer a rola grossa.
Lúcia (procurando o marido) – Filme, amor, não perca esse momento, quero eternizar esta cena!
Luiz (filmando bem de perto) – Sente, amor, sinta essa piroca grossa entrando na sua buceta, sente e coma essa pica inteira que vou adorar ver sua buceta cheia com um pau maior que o meu!
Lúcia (abaixando lentamente a bunda, curtindo cada centímetro de pica que alargava a porta da sua buceta e invadia seu canal vaginal) – Ai, essa picona grossa tá me rasgando, que delícia sentir tudo isso entrando na minha buceta!
Luiz (filmando, ora pela frente, ora por trás, sempre procurando o melhor ângulo) – Ufffff, que delícia ver minha esposinha comendo um picão grosso assim! Tá gostando, amor, de comer o cacetão do Carvalho?
Lúcia (sentindo a pica do tio empurrando seu útero, sentando com cuidado e tentando engolir o pau inteiro) – Putz, que pau grande, além de grossão é comprido pra caralho!
Luiz (incentivando a esposa a engolir todo o cacete) – Abaixe a bunda, amor, enterre o pau inteiro na sua buceta, quero ver tudo dentro de você!
Lúcia (abaixando a bunda, satisfazendo o desejo do marido) – Aiiiii, que pau gigante, tá empurrando meu útero!
Luiz (não tendo mais pau aparecendo fora da buceta da esposa pra filmar, apontou a câmera pro rosto dela) – Oh, amor, meu pau tá muito duro de tesão vendo você com um cacetão todo enterrado na buceta! Tá gostoso meter com o Carvalho, tá doendo, tá sentindo a diferença entre o pau dele e o meu?
Lúcia (pressionando a xota no púbis do tio, não deixando um só centímetro de pau pra fora da buceta e rebolando na pica que empurrava seu útero) – Tô sentindo minha buceta cheia, amor, dói um pouco aqui perto do umbigo porque o pau é comprido demais, mas é uma dor gostosa!
Luiz (acariciando rapidamente sua pica enquanto filmava) – Adoro ver minha putinha rebolando num pau maior que a meu!
Lúcia (interrompendo o rebolado e olhando o pau do marido com desejo) – Vem aqui, amor, deixe eu pegar no seu pau, quero sentir ele duro de tesão por eu estar dando pra outro.
Caros leitores, quanto mais eu assistia aquela trepada e via o tesão do Luiz ao assistir a esposa sendo comida por outro macho, mais eu me convencia de que a minha cornitude era normal (risos)!
Lúcia (rebolando e tentando massagear o pinto do marido, mas não conseguindo pegá-lo por inteiro porque a bermuda atrapalhava) – Luiz, tire a bermuda, fique pelado!
Luiz – Tô filmando, amor, não posso parar!
Lúcia (olhando pra minha Rosinha) – Rosinha, meu bem, tire a bermuda do Luiz, por favor; quero ver meu marido pelado enquanto me filma.
A Rosinha olhou pra mim e, mesmo não dizendo nada, seu silêncio demonstrava que ela estava em dúvida se deveria ou não atender ao pedido da Lúcia. Minha esposa me olhava como a me perguntar silenciosamente o que fazer. Eu pensei rapidamente e não vi nenhum problema dela despir o Luiz, pois foi um pedido da própria esposa dele e, além disso, pensei que recusar seria uma ofensa aos nossos anfitriões.
Eu (sorrindo pra minha mulher, autorizando que ela tirasse a roupa de um homem que mal conhecíamos) – Vai, tire a bermuda do Luiz, ele tá filmando e não pode parar!
Vi minha esposa fechar as pernas, se levantar e timidamente ir em direção ao Luiz. A Lúcia voltou a rebolar no pauzão do tio enquanto acompanhava com o olhar a minha mulher que, parecendo insegura, praticamente abraçou o Luiz por trás enquanto procurava o botão da bermuda. Eu, tanto quanto a Lúcia, acompanhava atento os movimentos da minha mulher encostada no marido dela que, procurando o botão da roupa sem estar olhando pra ele, acabou tocando seus dedos no pau duro do Luiz. Até hoje não tenho certeza se aquele toque foi proposital ou não, mas lembro de que o meu sentimento foi um misto de ciúme carregado de muito tesão! Ao abrir o botão, minha Rosinha puxou a roupa pra baixo e desnudou por completo o marido da Lúcia, já que ele não usava camisa. Percebi no sorriso da nossa anfitriã que ela parecia se divertir com a situação, principalmente por ver minha esposa tímida depois de ter tocado no pinto do seu marido.
Lúcia (desmontando o tio) – Quero mudar de posição, vou ficar de costas pra você, Carvalho!
Novamente vi aquela mulher madura montar o tio, desta vez com a bunda virada pra ele que, apreciando o cuzinho lindo, certamente imaginava as delícias que aquele pequeno orifício iria lhe proporcionar mais tarde. A Lúcia outra vez se acoplou com o tio e, sem reclamar de dor, sentou até o fundo fazendo desaparecer dentro de si toda a piroca grossa e comprida do tio Carvalho. Em seguida curvou o corpo pra trás, apoiou as mãos no peito dele e arreganhou muito as pernas exibindo ao marido sua racha esticada e pediu:
Lúcia – Luiz, venha aqui no meio das minhas pernas cheirar minha xota, ela deve tá com cheirinho de foda; veja como ela tá toda melada, venha lamber o caldinho de buceta e pica e sentir o gosto da minha xaninha metida!
Vi o Luiz olhando pro meio das coxas da Lúcia onde acontecia o espetáculo mais desejado por um marido corno, que é assistir a pica dura e grossa de outro macho invadindo e preenchendo a xota da esposa. Em seguida ele olhou pra mim e ofereceu a câmera me pedindo silenciosamente que continuasse filmando. Me levantei sem qualquer vergonha de exibir meu cacete duro e assumi a filmagem. Caros leitores, tanto eu, quanto o tio já havíamos lambido a xota da Rosinha com o pau do outro dentro dela, mas sempre tivemos o cuidado de tocar o mínimo possível no cacete alheio, mas o Luiz foi muito mais ousado que nós! Vi aquele homem se agachar e cair de boca no grelo duro da Lúcia, lamber e chupar com tesão aquele pequeno órgão que talvez medisse uns dois centímetros e, logo em seguida, baixar a boca e lamber os lábios esticados da buceta gulosa da sua esposa. Sem qualquer vergonha, e com “fome” de buceta, ele tentava alcançar com a língua toda a xota da sua mulher, inclusive a parte que estava atrás do pau do tio e também o cuzinho. Claro que para lamber aquela região, acabou também lambendo o pouco de pau que restava de fora da racha da sua esposa. Depois de vasculhar com a língua aquele engate entre a xota da sua mulher e a pica do tio Carvalho, ele voltou ao grelo duro que pulsava brilhante fora da casinha.
Lúcia (sentindo as chupadas gostosas que seu marido dava no seu grelo duro) – Oh, amor, assim eu não resisto, é bom demais ter a pica do Carvalho dentro da minha buceta e sua boca chupando meu grelinho, ai, que delícia, vocês dois vão me fazer gozar outra vez, ai, tô sentindo meu gozo chegando, ai, que coisa boa, vou gozar, vou gozar, ai, que delíciaaaaa, tô gozando, amor!
Depois de se deliciar com o prazer maior, a Lúcia afastou a cabeça do marido do seu entre coxas já que, se dependesse dele, certamente chuparia aquele grelo lindo por toda a tarde; também desfez o engate com o tio indo se sentar no sofá com aquela cara de mulher satisfeita que acabou de gozar. Devolvi a câmera ao Luiz que a desligou para que sua esposa descansasse e recuperasse energias. Enquanto o Luiz foi até a cozinha buscar mais cervejas, notei que a Rosinha olhava insistentemente pro tio que se levantou e sorriu pra nós.
Rosinha (mantendo os pés apoiados no sofá e as pernas abertas, encarou o pinto duro do tio) – Tio, seu pinto tá todo melado, deve tá com gosto de buceta!
Carvalho (se aproximando da minha esposa com um sorriso safado nos lábios e oferecendo a pica dura pra ela) – Dê um cheirinho e uma chupada no meu cacete pra você sentir o quanto a buceta da Lúcia é saborosa!
Minha esposa sorriu pra mim, olhou pra Lúcia que continuava de olhos fechados e pernas abertas no sofá, certificou-se de que o Luiz não estava voltando e agarrou a picona do tio pela base.
Rosinha (esfregando o nariz no pau do tio, cheirando desde a base até a cabeça) – Seu pau tá com cheiro de buceta metida, tio! (depois de lamber o corpo do pau e chupar a cabeça) – E o sabor também é de xota! (dando um beijo na cabeça da pica, sorrindo pro tio e o afastando para que o Luiz não a visse naquela safadeza) – Gostei tanto do cheiro quanto do sabor!
O Luiz voltou e colocou cerveja nos copos de todos, inclusive para a esposa que certamente estava com sede. Ao aceitar o copo, a Lúcia teve de se acomodar melhor no sofá e pareceu despertar.
Lúcia (sorrindo pra todos e olhando diretamente para a Rosinha) – Rosinha, preciso de um favor seu; mantenha o pinto do Carvalho em pé que assim que eu terminar este copo de cerveja, vou precisar dele bem duro!
Eu e a Rosinha fomos pegos de surpresa, pois não tínhamos ideia do que a Lúcia queria que a minha esposa fizesse; já, o tio e o Luiz, pareciam saber do que se tratava.
Lúcia (olhando pro tio Carvalho) – Carvalho, sente ao lado da Rosinha!
O tio, sorridente, veio até o nosso sofá e sentou-se encostado na minha esposa, sorriu pra ela, pegou sua mão delicada e a colocou no seu cacete que balançava devido à contração dos músculos da região.
Carvalho (não conseguindo esconder o tesão que sentia) – A Lúcia quer que você massageie meu cacete e mantenha ele duro, porque daqui a pouco ela vai ficar de quatro pra mim e vou pegar ela igual o Mandingo pegou a Kiara naquele dia que passamos aqui.
Rosinha (primeiro pegou no pau do tio, depois olhou pro Luiz, pra Lúcia e, por último, pra mim) – Posso pegar no pau do tio, amor?
Eu (rindo) – Você já pegou, já está com ele na mão!
Rosinha (rindo) – Oh, Fer, eu fico tão nervosa diante de tanta gente me olhando que nem sei bem o que estou fazendo!
Todos rimos. Minha esposa, embora parecesse tímida, continuou massageando o picão do tio Carvalho sob os olhares de todos naquela sala que pareciam admirar a cena daquela mãozinha delicada agarrando o pau grosso do meu tio dotado. Logo a atenção de todos se voltou para a Lúcia que, ao colocar o copo num balcão próximo, sinalizou ao marido que, entendendo que ela queria mais sexo, imediatamente ligou a filmadora.
Lúcia (sorrindo, se posicionando de quatro sobre a mesinha de centro, balançando o belo traseiro e provocando a todos) – Numa orgia normal eu perguntaria: “Quem de vocês três vai me comer?” Mas hoje é um dia especial e eu só quero o Carvalho metendo em mim, gozando e me fazendo gozar! (olhando pro tio) – Venha, meu cavalão, venha me pegar de quatro que a sua égua tá te esperando!
A frase “quem de vocês três vai me comer?” me causou um arrepio pelo corpo e me fez imaginar as delícias que seria comer aquela mulher madura, mas não tive tempo pra fantasiar, pois, o tio se levantou balançado a piroca dura, se aproximou da Lúcia por trás e começou a bater na bunda dela com o pau, inclusive no cuzinho que piscava a cada paulada que levava. Sorrindo pra nós, o tio largou o cacetão e começou a cutucar a região da buceta, mas sem encaixar o pau na portinha; ele errava o alvo de propósito!
Lúcia (ansiosa pela penetração) – Luiz, amor, venha até aqui e me ajude a ganhar o pauzão do Carvalho, ajude ele a encontrar o caminho da minha bucetinha que eu tô muito querendo dar ela pra ele!
Caros leitores, a cena a seguir quase me faz gozar, tentei até tirar a mão da Rosinha do meu pau, mas ela, tão tesuda quanto eu, agarrava com tanta força que tive de segurar a mão dela pra que parasse de me punhetar. Vimos o Luiz se aproximar da esposa que não escondia a enorme vontade de ganhar a pica do tio na xota e, sem qualquer vergonha, ele agarrou o cacete grosso do macho que sua mulher tanto desejava e o direcionou pra entrada da buceta da sua fêmea. Que cena tesuda foi aquela! Meu coração acelerou ainda mais! O tio começou a enfiar a caceta dura na xota da Lúcia e só parou quando pressionou seu púbis nos lábios da buceta gulosa.
Carvalho (agarrando a fêmea pelo quadril, pressionando o pau profundamente e dando uma reboladinha pros lados pra ter certeza de que havia enterrado tudo) – Pronto, se você queria meu pau inteiro dentro da sua buceta, aí está ele todo enterrado dentro de você, minha putinha!
Lúcia (respirando fundo e com os dentes apertados não escondendo a dor que sentia) – Puta que pariu, que pauzão! Você é um cavalo, Carvalho, o seu caralho é o mais comprido que já comi! (rebolando e com a voz carregada de tesão) - Já me enfiou tudo, agora mete, me fode com força, seja o meu Mandingo e faça de mim a sua Kiara!
Não sei se a Lúcia se arrependeu de ter dito aquilo, pois o que se seguiu a seguir foi uma foda violenta na qual o tio socava o pau profundamente na buceta da mulher do seu amigo. Ela gemia e gritava as dores e as delícias que sentia enquanto o seu marido filmava tudo não perdendo um só movimento que faziam. Trepada violenta daquele jeito eu só havia visto em filmes pornôs e cheguei a imaginar o tio fazendo o mesmo com a minha Rosinha. Me deu um calafrio de tesão e também de medo dela não aguentar tanta violência! Vendo aquela foda forte imaginei que, naquele ritmo a trepada não duraria muito. E acertei!
Lúcia (falando com dificuldade já que as investidas do tio balançavam seu corpo) – Luiz, venha, deite-se por baixo de mim que eu quero que você veja o pau do Carvalho fodendo minha buceta, venha rápido que logo vou gozar!
Outra vez o Luiz entregou-me a câmera e foi se acomodar debaixo da esposa em posição de 69. A cada cena aqueles três safados, especialmente o Luiz e a Lúcia, me surpreendiam mais e mais. Claro que o marido da Lúcia, chupando o grelinho dela e lambendo a buceta, passou a sentir na sua testa o contado com o pau e o saco do tio, mas ele não se importava com nada disso, ele apenas curtia o prazer da sua esposa gemendo e gritando as delícias de ser espetada pela vara do tio, e também o seu próprio prazer de ver e ouvir sua mulher se deliciando em outra pica.
Carvalho (aumentando a força das metidas, batendo seu corpo contra o da Lúcia e fazendo aquele barulho característico de corpos se chocando) – Vocês dois estão me deixando maluco, não consigo mais segurar, vou gozar, vou gozar! (socando fundo e mexendo o pau pros lados esfregando a cabeça da pica no útero da Lúcia) – Tô gozando, tô gozaaaaando!
O tio deu mais algumas estocadas fortes terminando de esguichar seu creme de macho dentro da esposa do amigo e, parecendo não ter mais forças nas pernas, saiu de dentro dela fazendo aparecer a piroca pingando porra, exatamente como fez o Mandingo depois de gozar dentro da Kiara. Com as pernas bambas, ele foi se sentar no sofá mais próximo, já que a festa parecia ter acabado pra ele, embora continuasse pro casal Luiz e Lúcia, que continuou sobre a mesa em posição de 69 e se chupando nos sexos. O Luiz lambia a buceta da esposa e recolhia toda a porra que o tio havia esguichado dentro dela e que agora, forçando os músculos da região, ela fazia sair diretamente da buceta para a boca do marido.
Lúcia (sentando, rebolando e esfregando a buceta na cara do marido) – Ai, amor, vou gozar de novo, que delícia sentir você bebendo porra de outro macho na minha buceta, ai, isso é muito bom, vou gozar, tá vindo meu gozo, ai, que delíciaaaa, tô gozandooooo!
A Rosinha agarrou minha mão e me fez tirá-la da sua buceta, pois estava na iminência de gozar; aproveitei e também tirei a mão dela do meu pau, pois estava difícil me controlar pra não gozar.
Lúcia (depois de gozar e com a xota sensível, saiu de cima do marido e, se ajoelhando no chão ao lado dele, o beijou na boca lambendo rosto todo melado de porra) – Amo muito você, amor! Você é o melhor marido do mundo, me deixa trepar e gozar com outros machos e bebe a porra quentinha deles na minha buceta! Toda mulher queria sentir esse prazer! Te amo!
Aquela frase da Lúcia me arrepiou, pois pensei que a Rosinha poderia querer o mesmo de mim no futuro.
Lúcia (acariciando o rosto do marido) – Amor, quer gozar em mim? Escolha onde que eu deixo você fazer o que quiser comigo!
Luiz (se levantando e começando a bater punheta com o pau apontado pro rosto da esposa) – Vou gozar na sua cara, minha putinha gostosa!
Lúcia (sorrindo pro marido) – Goze, amor, lambuze o rosto da sua putinha com porra que eu vou ficar ainda mais feliz! Venha, me dê sua porra quentinha no meu rosto, goze na minha cara!
Eu e a Rosinha, e o tio Carvalho com o pau amolecendo, assistíamos atentos às safadezas do casal. O tesão do Luiz era tal que logo anunciou o prazer maior:
Luiz (segurando a cabeça da esposa como se tivesse medo dela fugir) – Vou gozar, minha puta, vou esporrar nessa sua cara de puta rampeira que gosta de comer outras picas, tome minha porra, tome porra nessa sua cara de puta!
Que cena deliciosa de assistir! Não somente por ver os esguichos de porra saindo do pau do Luiz e molhando o rosto da esposa, que recebia cada jato como se fosse o melhor dos manjares, mas também por ver e sentir a cumplicidade daquele casal!
Luiz (esfregando o pau no rosto da esposa depois do último jato) – Ai, que gostoso gozar na minha putinha!
Lúcia (lambendo o pau do marido e recolhendo com os dedos a porra espirrada no seu rosto e a trazendo para a boca) – Oh, amor, sua porra é muito gostosa, adoro quando você goza pra eu engolir! (beijando a cabeça da pica) – Adoro seu creminho, amor!
Outra vez nos recompusemos, cobrimos nossos sexos com a roupa enquanto esperávamos os gozadores descansarem. Sim, caros leitores, com exceção de mim e da Rosinha, todos já haviam gozado; só nós dois continuávamos com o tesão reprimido (risos)! Mais uns copos de cervejas geladas pra refrescar e um tempo maior pra descansar, pois eu imaginava que a próxima trepada seria especial, já que o cuzinho da Lúcia continuava “virgem”!
Luiz (olhando pra esposa e pro tio Carvalho) – Que tal tomarem banho pra renovar as energias para a próxima sessão de sacanagem, pois será a melhor de todas!
Lúcia (bem humorada, colocando a mão pra debaixo da sua bunda, na altura do cuzinho e olhando o pau mole do tio Carvalho) – Ai, meu pobre cuzinho! Tá chegando a hora dele sofrer!
Carvalho (rindo) – Sofrer, nada, ele vai gostar!
Lúcia (provocando) – Carvalho, você fala assim porque não é no seu cu que vai entrar um cacetão grosso, pois se fosse no seu, você saberia o quanto dói!
Carvalho (rindo) – Pau no cu só dói no começo, depois fica gostoso e o gozo vem forte!
Caros leitores, confesso que aquela conversa entre a Lúcia e o tio me intrigou, especialmente esta última frase do tio Carvalho. Mas não tive tempo de pensar no assunto, pois logo ele e a Lúcia foram tomar banho e o Luiz foi atrás pra filmar os dois safados. Eu e a Rosinha ficamos sozinhos na sala e, sem ter o que fazer, bebemos mais uns goles de cervejas. Eu pensava que iríamos esperar que a sacanagem entre o tio e a Lúcia recomeçasse, mas a minha esposa safada, sempre ela, sugeriu:
Rosinha (sorrindo pra mim, pegando meu pau duro e colocando minha mão entre suas pernas) – Fer, deite lá na mesinha, quero ver você na mesma posição em que o tio estava!
Apesar de preocupado com o que minha esposa safada planejava, mas com o tesão a mil e esquecendo a possibilidade de sermos flagrados, fui até a mesinha de centro e me deitei de costas com o pau pra fora da roupa e apontando pro teto à espera das safadezas que a minha mulher planejava. Ao me ver naquela posição, a Rosinha subiu no móvel, sorriu pra mim e, sem qualquer preliminar, se agachou e sentou na minha pica engolindo até o último centímetro com a sua buceta gulosa.
Rosinha (gemendo de olhos fechados) – Ai, Fer, que delícia de cacete você tem, eu tava muito precisando de um pau duro na buceta, já não aguentava mais ver as picas do tio e do Luiz e não poder comer nenhuma delas!
Eu (curioso) – A pica do Luiz, mesmo sendo de tamanho normal, te dá tesão?
Rosinha (apoiando as mãos no meu peito, rebolando, sorrindo e me provocando) – Fer, eu adoro pinto, não importa se é comprido ou curto, grosso ou fino, branco ou preto, pau é tudo de bom e se eu pudesse comeria todos os cacetes do mundo!
Eu (à beira do gozo) – Putinha, falando assim você vai me fazer gozar!
Rosinha (falando baixinho pra que só eu ouvisse) – Você não pode gozar ainda, meu corninho, tem que esperar eu gozar antes. Se gozar primeiro que eu, vou sentar na sua cara e fazer você beber toda a porra que esguichou na minha buceta!
Eu (não resistindo a tanta provocação por estar há muito tempo segurando o gozo) – Ai, putinha, assim eu não aguento, vou gozar, ai, tá vindo, não vai dar pra segurar, vou esporrar dentro de você, minha putinha gostosa!
Rosinha (rebolando) – Goze, meu corninho, encha minha buceta com a sua porra que depois vou sentar e rebolar na sua cara até eu gozar também; isso, me dá porra, tô sentindo seu pau esguichando dentro de mim, ufffff, que delícia!
Meu corpo tremeu, meu coração acelerou e senti os bicos dos meus peitos duros devido às ondas de arrepio que percorriam meu corpo. Que delícia que é gozar! Eu ainda viajava nas ondas do prazer quando a Rosinha se levantou, veio até próximo da minha cabeça, virou a bunda pra mim e sentou-se na minha cara com a xota pingando a porra quente e grudenta que vazava do seu canal vaginal. Eu estava mole de tanto gozar, mas ainda suficientemente alerta pra enfiar a língua naquela fenda que despejava na minha boca o creme que eu havia injetado nas entranhas da minha mulher, e que agora ela me devolvia. Lambi, enfiei a língua, suguei e engoli o creme que a minha esposa me entregava de volta. Caros leitores, eu não diria que gostava daquele caldo, mas já havia me acostumado com o sabor, o cheiro e a consistência daquele líquido pegajoso e, sabendo que agradaria minha amada, continuei lambendo e lhe dando prazer até que ela anunciou o gozo.
Rosinha (esfregando a buceta na minha cara) – Vou gozar, amor, que delícia gozar esfregando minha buceta gozada na sua cara, ai, vou gozar, vou gozar, que delíciaaaaa!
Em um momento de lucidez imaginei que alguém poderia voltar pra sala e nos flagrar naquela situação e, então fiz com que a Rosinha se levantasse, pois eu pensava que deveríamos nos recompor antes que o pessoal voltasse. Tarde demais! Quando a Rosinha saiu de cima de mim e eu pude olhar ao nosso redor, vi que tínhamos plateia nos assistindo. Todos eles, o tio, a Lúcia e o Luiz nos aplaudiram e elogiaram nossa atuação (risos)! Que vergonha senti, caros leitores, ao saber que enquanto a minha mulher gozava rebolando a xota melada na minha cara, eles nos assistiam! Já, a Rosinha, sentou-se tranquilamente no sofá e nem se deu ao trabalho de fechar as pernas.
Rosinha (de olhos fechados e um sorriso largo no rosto, sinal claro de mulher bem gozada) – Ufaaaaa! Que gozada gostosa, eu tava precisando disso!
O pessoal nos elogiou e nos deram cerveja gelada pra matar a sede. O líquido gelado, depois daquela gozada gostosa, descia redondo, mas nem havíamos terminado de beber, a putaria recomeçava naquela sala. Existia uma cumplicidade tão grande entre o Luiz e a Lúcia que bastou que ela olhasse pro marido que ele ligou a câmera reiniciando a filmagem.
Lúcia (se ajoelhando no tapete, entre as pernas do tio Carvalho e dando um só beijinho carinhoso no pinto mole) – Vamos acordar este dorminhoco? Eu ainda quero mais!
Carvalho (sorrindo e provocando a mulher do Luiz) – Então tente acordá-lo com uma boa chupada, pois eu já gozei e não sei se vou aguentar mais uma trepada!
Lúcia (sorrindo, afastando as mãos e o rosto do pinto do tio sinalizando que não iria tocá-lo) – Ahhhhh, eu quero mais! A metida que você deu na minha xota foi muito deliciosa, encheu ela com seu leitinho quente e me fez gozar tão gostoso que eu quero dar mais! Tô precisando gozar outra vez!
Carvalho (sorrindo e provocando a mulher do Luiz) – Acho que não vou aguentar; tô satisfeito!
Lúcia (encarando o tio com um sorriso de tesão e provocou) – Agora vou querer seu pau na minha bunda! Quer me enrabar?
Carvalho (sorrindo pra Lúcia e também pro Luiz que filmava a conversa dos dois de perto) – Você quer dar o cuzinho pra mim?
Lúcia (com a voz carregada de tesão e sorrindo ao ver o pinto mole do tio pulsar e começar a crescer) – Quero! Sei que vai doer, mas quero muito sentir seu cacete entrando no meu cuzinho, abrindo, rasgando as preguinhas e me fazendo sentir a dor gostosa de ter sua pica grossa no meu cu!
Carvalho (com um sorriso safado olhando pra ela e pro Luiz) – O Luiz vai deixar você dar o rabinho pra mim?
Lúcia (olhando o pau do tio que continuava crescendo e depois sorrindo pro marido) – Vai, o Luiz é o melhor marido do mundo, ele gosta de me ver com outros machos, experimentando outras picas; ele quase goza sozinho quando me vê dando a bunda e gemendo de dor numa pica maior que a dele.
Carvalho (sorrindo) – Vocês dois são muito safados!
Lúcia (sorrindo ao ver o pau do tio bem grande e começando a levantar) – Você disse que estava cansado e que seu pau não iria endurecer, mas ele tá ficando duro outra vez! Duro e grossão, ufffff, ai, que delícia!
Carvalho (encarando a Lúcia) – Meu pau ficou feliz ao saber que vai entrar no seu cuzinho apertado, abrir suas preguinhas, meter no seu buraquinho quente, gozar e deixar seu rabo bem largo!
Lúcia (encarando o pau pulsante do tio, puxando a pele e expondo a cabeça brilhante) – Vai doer?
Carvalho (sorrindo) – Vai, mas só o suficiente pra você sentir que meu pau estará entrando no seu cuzinho, e não na sua buceta!
Lúcia (encarando o tio) - Meu cuzinho vai ficar arrombado depois que você gozar nele!
Em seguida a Lúcia se levantou, puxou o tio pela mão e o levou até a mesinha de centro onde se pôs de quatro, arrebitou o rabo, balançou a bunda e, piscando o cuzinho, ofereceu seu buraquinho mais apertado ao macho tesudo que massageava a pica dura. Ao meu lado a Rosinha, cheia de tesão outra vez, voltou a apoiar os pés no sofá se arreganhando toda e mostrando a xota raspadinha pra quem quisesse ver. Sorriu pra mim e enfiou a mão dentro da minha bermuda pondo meu pau pra fora.
Lúcia (olhando diretamente pra mim) – Fernando, por favor, pegue a câmera e continue filmando, pois o Luiz vai preparar meu cuzinho pro Carvalho comer!
Apesar de surpreso com o pedido da Lúcia, encarei numa boa, me levantei exibindo orgulhoso o meu pau duro pra fora da roupa, peguei a filmadora e continuei filmando a esposa do Luiz que, empinando a bunda, esperava que o marido a preparasse pra ser enrabada pelo meu tio dotado. O Luiz se aproximou da mesinha, também exibindo seu pau que brilhava de tão duro e, com um frasco de óleo na mão, esguichou um tanto no rego da esposa e iniciou carícias espalhando o lubrificante naquele traseiro que em breve seria usufruído por outro homem. Que marido é esse, caros leitores, que prepara o cuzinho da esposa pra outro macho comer? O ambiente estava carregado de tesão, eu e a Rosinha olhávamos pro cuzinho minúsculo da Lúcia e pro pau gigante do tio Carvalho e parecia que nós dois tínhamos na mente uma grande dúvida: aquele pauzão grosso e duro caberia naquele furinho tão apertadinho? O cacetão que o tio exibia duro, comprido e grossão, pulsava, parecia pular de felicidade por saber que em breve entraria no túnel quente e apertado entre as nádegas da esposa do seu amigo! Vimos o Luiz encostar o frasco de óleo no cuzinho na esposa, pressionar um pouco fazendo com que a ponta se acomodasse apertada entre as pregas e, em seguida, apertar a embalagem esguichando uma boa quantidade dentro do ânus da sua mulher.
Lúcia (sorrindo) – Ufffff, delícia!
Depois de injetar um pouco de óleo no cuzinho da esposa, o Luiz pressionou o dedo indicador sinalizando que iria enfiá-lo no buraquinho que vez ou outra piscava.
Lúcia (segurando a mão do marido) – Não enfia o dedo, não, amor! Deixe meu cuzinho bem apertadinho; quero sentir meu rabinho se abrindo quando o pauzão do Carvalho estiver entrando nele!
Eu devia ter me acostumado a surpresas, mas, não! Sempre que acontecia um fato novo, eu me surpreendia.
Lúcia (sorrindo pro marido) – Amor, passe óleo no pau do Carvalho também, deixe ele bem melado pra que ele escorregue pra dentro de mim e eu não sinta muita dor!
Ufaaaaa! Por mais aquela surpresa eu não esperava! Atendendo aos caprichos da esposa, o Luiz fez cair algumas gotas de lubrificante no pintão do tio Carvalho e em seguida massageou e espalhou deixando o cacetão grosso, que em breve estaria dentro da bunda da sua esposa, todo brilhante de óleo. Mas tenho que admitir que em nenhum momento percebi que o Luiz sentia tesão por pinto, aliás, penso que ele fazia aquilo por não ter preconceito de tocar outro pau e, principalmente pra agradar sua esposa. Quando pensei que o Luiz, tendo terminado de preparar o cuzinho da esposa para o cacetão do tio, reassumiria a filmagem, tive nova surpresa.
Lúcia (rebolando o rabo, sorrindo um sorriso de puta e parecendo testar até onde o marido atenderia seus caprichos) – Luiz, ajude o pau do Carvalho a encontrar o meu cuzinho, ele tem um olhinho só e não enxerga bem!
Naquele momento, considerando que o tio Carvalho, a Lúcia e o Luiz estavam reunidos no centro da sala, voltei a me sentar ao lado da minha esposa e continuei segurando a filmadora com uma das mãos ao mesmo tempo em que enfiei a outra entre as pernas da Rosinha. Senti o quanto ela estava molhadinha na xaninha, sorri pra ela e baixei o meu dedo, que brincava na portinha da buceta, e o levei até o seu cuzinho pressionando a entradinha, enfiando somente a pontinha no furinho traseiro da minha amada. Enquanto isso eu não perdia um só movimento dos três safados na mesinha de centro. Vi o Luiz pegar o pau do tio pela base e o puxar em direção da bunda da sua esposa, diretamente pro cuzinho que piscou forte ao primeiro contato da cabeça da pica com as preguinhas apertadas. Neste momento o cuzinho da minha esposa também piscou, provavelmente por imaginar o pau do tio tentando entrar no seu furinho apertado! O tio empurrava o corpo pra frente, devagar e com cuidado, e mesmo assim seu pau desviava do buraquinho fechadinho da Lúcia. Depois de algumas tentativas, o Luiz segurou a estrovenga do tio pelo meio e aí, sim, a cabeça se encaixou no orifício entre as preguinhas que mantinham aquele buraquinho apertadinho. Nesse momento, senti a mão da minha Rosinha apertando meu pau com força e aproveitei pra enfiar um pouco mais meu dedo no rabinho dela que parecia adorar a carícia que eu lhe fazia naquele precioso anelzinho.
Rosinha (abrindo mais as pernas, levantando a bunda facilitando que meu dedo entrasse mais fundo no seu rabo e falando baixinho próximo ao meu ouvido) – Será que a Lúcia vai aguentar o pauzão do tio no cuzinho?
Nada respondi, pois estava concentrado em filmar o que acontecia entre os três amigos e também nas mordidinhas que o cuzinho da minha esposa dava no meu dedo.
Lúcia (levando uma das mãos até a coxa do tio Carvalho ao sentir que a cabeça da pica começava a abrir as preguinhas do seu cu) – Ai, ai, ai, pare, que tá doendo!
O tio recuou o corpo e as preguinhas anais da Lúcia se contraíram fechando a entradinha daquele tunelzinho apertado.
Lúcia (fechando os olhos e respirando fundo) – Ufa! Passou-se tanto tempo depois da primeira vez que esqueci o quanto dói dar a bunda pra você, Carvalho!
Depois de deixar a esposa respirar por alguns segundos, outra vez o Luiz, não conseguindo esconder seu desejo de ver a picona do tio Carvalho enterrada no cu da sua esposa, puxou o pau do tio em direção ao cuzinho dela pressionando a cabeça da pica no furinho lindo que brilhava melado de óleo lubrificante.
Lúcia (ao sentir a cabeça abrindo a pregas do seu cuzinho) – Devagar, sem pressa, não judie de mim!
Luiz (acariciando as costas da esposa e sorrindo ao ver a cabeça da pica grossa desaparecendo no anelzinho da portinha que se esticava, abraçava e apertava o pau do tio) - Você tá conseguindo, amor, o pau do Carvalho tá entrando no seu cu!
Lúcia (gemendo, apertando os dentes e não conseguindo esconder a dor que sentia) – Ai, tô sentindo que tá entrando, e por isso tá doendo tanto, ai, como dói! Tire, Carvalho, por favor, tire que eu não tô aguentando essa sua rola grossa no meu cu!
O tio atendeu as suplicas da Lúcia, tirou o pau do cuzinho dela e esperou o Luiz lambuzar o furinho com mais óleo. Em seguida ele empurrou o pinto pra frente e o Luiz o apontou pro rabo da esposa mais uma vez. A cabeça pressionou e desapareceu entre as preguinhas que abraçaram o pau do tio formando um anel esticado ao redor da pica, cujas veias saltadas denunciavam o quanto aquele cacete estava duro.
Luiz (soltando o pau do tio ao perceber que, com a cabeça dentro da bunda da sua esposa, não mais escaparia) - Já entrou a cabeça, amor! O Carvalho pode enfiar o resto no seu cuzinho, você quer que ele enfie tudo?
Lúcia (gemendo e exibindo expressões de dor no rosto) – Ai, amor, o pau do Carvalho é muito grosso e tá muito duro, tá doendo demais e não sei se vou aguentar tudo!
Luiz (se ajoelhando em frente à esposa e lambendo seu rosto) – Vai, aguentar, sim, amor, você é muito mulher e nunca fugiu de pau nenhum! Deixe ele meter tudo, quero ver o pau dele todo enterrado no seu rabo!
Lúcia (oferecendo as orelhas e o pescoço para o seu marido beijar e lamber) – Eu nunca fugi de pau nenhum, mas o do Carvalho é o maior que já experimentei e tá fazendo meu cuzinho doer.
Luiz (se levantando) – Vou por mais óleo em vocês dois e o pau dele vai escorregar inteirinho pra dentro do seu cuzinho!
O tio recuou o corpo tirando o pau do buraquinho e facilitando que o Luiz pingasse mais óleo no cuzinho da esposa. Ao tirar o cacete o cuzinho da Lúcia se contraiu e se fechou rapidamente. Depois de pingar óleo no cu da esposa e também no cacete do tio, o Luiz pegou a pica e a puxou pro cu da esposa e, desta vez, a cabeça logo se acomodou entre as pregas e foi entrando pelo túnel que abria sua portinha pro invasor. O tio enfiou o cacete na bunda da Lúcia até a metade e parou quando ela gemeu:
Lúcia (pondo uma das mãos na coxa do tio sinalizando que ele deveria parar) – Pare, Carvalho, me dê um tempo, deixe meu cuzinho se acostumar com o seu pau grosso dentro dele!
O Luiz foi se posicionou em frente à sua esposa e lhe deu o pau pra que ela chupasse. Quando ela abocanhou a pica do marido, ele foi empurrando o cacete pra dentro da boca da esposa e forçando ela a recuar o bunda de encontro ao tio Carvalho de forma que o pau do tio entrou mais um pouco.
Lúcia (delicadamente empurrando o marido e tirando a boca do pau) – Ai, Luiz, você é muito safado, tá me empurrando pra trás e fazendo o pau do Carvalho entrar no meu cu, né!
Luiz (exibindo a caceta dura próxima ao rosto da esposa) – Ver você dando a bunda pra outro macho de pau maior que o meu me dá muito tesão!
Lúcia (falando pro marido com a voz carregada de tesão) – Vai lá atrás ver, Luiz, vou tentar comer o pau do Carvalho inteiro! (vendo que o marido olhava o que acontecia na portinha do seu cu, rebolou a bunda e ordenou ao tio) – Vem, Carvalho, agora eu quero tudo, enfie seu pau no meu cu bem devagar, quero sentir seu saco na minha buceta!
Me levantei e fui filmar de pertinho e vi aquilo que acreditava não ser possível, vi o poste do tio Carvalho entrando devagar no rabo da Lúcia até que não sobrou um só centímetro do lado de fora. Que tesão me deu ao ver o tio pressionando seu púbis no rego da Lúcia e o marido dela abrindo ainda mais as nádegas da esposa parecendo desejar que houvesse mais alguns centímetros de pica pra invadir sua mulher.
Lúcia (gemendo de dor, mas rebolando pra sentir a penetração total da pica do tio no seu cu) – Puta que pariu! Esse cacetão enfiado no meu rabo tá doendo demais, parece que tá chegando no meu estômago!
O tio começou um vai e vem lento e carinhoso tirando a pica do buraquinho até a metade e depois metendo tudo, sempre cuidando pra não causar mais dor na dona daquele orifício tão lindo! O Luiz veio até mim e pegou a câmera continuando a filmagem. Eu voltei pro sofá e sentei ao lado da minha Rosinha que, doidinha de tesão, enfiava dois dedos na xaninha e voltou a agarrar e massagear meu pau que continuava duro.
Luiz (girando ao redor da mesa, filmando e gravando em todos os ângulos o cuzinho da sua esposa que engolia com valentia a pica grossa do tio Carvalho) – Vai, Carvalho, mete esse pica grossa no rabo da minha puta que ela gosta, enraba ela com força, faça ela gemer, enterre fundo esse caralho no cu dela!
O tio, diante do incentivo do marido da Lúcia, foi aumentando o ritmo da metida e intensificando o vai e vem do pau no cu dela; enfiava fundo e, quando saia, cada vez mais puxava o pau pra fora de forma que sobrava só a cabeça dentro do buraquinho. Me dava o maior tesão ver aquela mulher que resistia bravamente às investidas do macho que se tornava mais e mais afoito e, por que não dizer, violento ao tratar um buraquinho tão apertado com tanta força. Confesso, caros leitores, que naquele momento desejei muito ver a minha Rosinha “sofrendo” com o cacete grosso e comprido do tio Carvalho entrando e saindo do seu cuzinho!
Lúcia (de olhos fechados, suspirando e gemendo aparentando sentir um misto de dor e prazer) – Puta que pariu, Carvalho! Você tá acabando comigo me enrabando desse jeito, tô sentindo seu pau batendo no meu estômago!
Luiz (filmando ao mesmo tempo em que enfiava a mão por baixo da esposa pra lhe acariciar a bucetinha entre as pernas) – Aguente, minha putinha! Você queria tanto o pau do Carvalho no seu cu, agora prove que você é muito mulher e aguente ele te enrabando até encher seu rabo de porra quente!
Carvalho (dando sinais de que não demoraria pra gozar, às vezes tirava o pau até a cabeça, esperava alguns segundos para, em seguida, meter tudo de uma só enfiada até o talo da pica no rabo da esposa do seu amigo) – Tome pau no cu, putinha gostosa! Sinta meu caralho dentro do seu rabo, aproveite bem que logo vou gozar!
Lúcia (pondo a mão na coxa do tio, mas não pra pedir pra ele diminuir o ritmo, e sim pra sinalizar que estava próxima de gozar) - Mete, seu puto do cacete grosso, fode o cu da sua puta vagabunda, soca essa piroca comprida no meu rabo, arregaça meu cu que eu gosto e o meu maridinho vai gostar mais ainda quando meter na minha bunda arrombada depois que você gozar nela!
O Luiz tirou a mão do entre coxas da esposa e se concentrou na filmagem, pois sabia que sua esposa e o seu amigo Carvalho estavam prestes a gozar.
Lúcia (anunciando o gozo) – Ai, que enrabada gostooooosa! Vou gozar, ai, vou gozar pelo cu, que delícia essa sua pirocona na minha bunda, vou gozar, tá vindo, tá vindo, ai, que delíciiiiia, tô gozandooooo!
Vi naquela hora que o tio Carvalho se aproveitou que a Lúcia estava gozando e abusou ainda mais dela. Olhando pra nós e para o Luiz, ele começou a meter com mais força, tirava o pau todo pra fora e, numa só enfiada, socava tudo pra dentro outra vez. Quando o pau saia por inteiro, via-se o buraco enorme, largo, aberto e totalmente arrombado, tão grande ou maior que uma buceta muito metida. Naquele momento, aquele buraquinho, que antes era tão pequenino e delicado, não mais poderia ser chamado de cuzinho, no diminutivo.
Carvalho (depois de castigar muito o cu da esposa do seu amigo, tirou o pau pela última vez, mostrou a todos o estado em que estava o buraquinho da Lúcia e socou tudo pra dentro gozando bem fundo naquele rabo gostoso) – Ai, vou gozar, vou esporrar nesse cuzão gostoso e arrombado, ai, que delícia de cu, tô gozando, tô gozaaaaandooo!
A Lúcia, com o corpo amolecido pelo gozo, se deitou na mesinha com a bunda pra cima e o tio, ofegante, saiu de dentro dela e jogou-se no sofá. Eu e a Rosinha estávamos doidos de tesão e precisando gozar outra vez, mas não nos atrevemos a tomar nenhuma atitude por estarmos na casa de estranhos. O Luiz, de pau duro e segurando a filmadora, aproximou-se da esposa por trás, entortou o pau pra baixo e sentou-se nas coxas dela enfiando a pica no cuzinho castigado.
Lúcia (sorrindo de olhos fechados, aceitou a invasão no seu cuzinho sem esboçar nenhuma expressão de dor) – Ai, que delícia, amor, adoro quando você mete no meu cuzinho gozado e arrombado por outro macho; mete gostoso e goze dentro da minha bunda, quero também a sua porra quentinha dentro de mim!
Luiz (com o tesão reprimido há bastante tempo, gozou segundos após enfiar o pau no cu da esposa) – Ufffff, que delícia, vou gozar nesse seu cuzão arrombado de puta, vou gozar, vou gozaaaaar!
Depois do gozar, o Luiz desligou a filmadora e deitou sobre a esposa; por alguns segundos o casal pareceu adormecer sobre a mesinha de centro.
Carvalho (chamando o casal pro chuveiro) – Que tal nós três irmos pro chuveiro e deixarmos o Fernando e a Rosinha sozinhos pra que possam se aliviar?
Eu estava tesudo demais pra sentir vergonha e, logo que vi os três deixando a sala, sorri pra minha amada que, entendendo o que eu queria e também desejando muito gozar, foi pra mesinha, levantou a roupa e se posicionou de quatro me oferecendo o belíssimo traseiro. Caros leitores, não entrarei em detalhes, pois foi uma trepadinha muito rápida; bastou uns poucos movimentos de vai e vem e gozamos juntos em menos de um minuto, tal era nosso tesão acumulado.
Logo que o tio, o Luiz e a Lúcia voltaram pra sala, fomos eu e a Rosinha pro chuveiro. A safadeza daquela tarde havia terminado para todos e, após a ducha refrescante, vestimos nossas roupas e fomos almoçar. Durante a refeição, saboreamos a comida simples, típica de fazendas; pouco conversamos, pois parecia que todos estavam satisfeitos e cansados de tanto fazer sexo. Após a sobremesa, quando nos preparávamos para retomar a viagem, a Lúcia nos convidou a ir até o pomar colher frutas pra levar. Assim que teve oportunidade, ela se aproximou da Rosinha e iniciou uma conversa em tom baixo sem saber que eu estava próximo a ouvia o que falavam.
Lúcia (sorrindo) – E aí, Rosinha, gostou do que viu hoje?
Rosinha (sorrindo) – Gostei demais, se você e o tio fizessem um filme pornô, certamente fariam sucesso! Estou impressionada com você, não sei como aguentou o tio Carvalho te pegando por trás, na bunda!
Lúcia (sorrindo) – Ouvindo você falando assim, imagino que você e ele ainda não fizeram atrás! Você nunca deu o cuzinho pra ele?
Rosinha (parecendo envergonhada devido ao palavreado direto da Lúcia) – Ainda, não! Vontade não me faltou, mas tive medo de não aguentar!
Lúcia (entregando pra Rosinha um cartão com um telefone anotado) - Ligue pra mim pra conversarmos e eu te darei umas dicas, afinal, se você ainda não deu sua bundinha pro Carvalho, provavelmente vai dar! (sorrindo) – Certamente ele tá doidinho pra te pegar por trás e imagino que não será difícil te convencer, pois sinto que você tá bastante curiosa pra experimentar o pintão dele na sua bunda!
Rosinha (sorrindo e pegando o cartão) – Obrigada! Talvez eu ligue pra você, quero aprender com se faz pra aguentar tudo aquilo por trás!
Colocamos as frutas no carro, nos despedimos de todos e seguimos viagem de volta para nossas casas.
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