Minha Colega do trabalho (visitando a casa de swing)

Um conto erótico de Singlebruno
Categoria: Heterossexual
Contém 1760 palavras
Data: 17/02/2026 06:10:15

Essa é uma continuação do conto anterior. Se você chegou aqui e não leu os anteriores, recomendo que dê uma lida nos contos anteriores.

Só um breve resumo.

Um antigo amigo da época da faculdade assumiu um projeto grandioso com uma equipe de alto nível e precisava de uma equipe multidisciplinar. Neste projeto tive a oportunidade de conhecer e trabalhar com Patrícia, uma morena clara, de 1,62 mais ou menos, com cerca de 52kg, cabelos castanhos escuros, na altura dos ombros, olhos pretos penetrantes, boca carnuda, com lábios naturalmente mais grossos, contrastando com os traços finos do rosto, coxas e pernas definidas, glúteo redondinhos, perfeitos e proporcionais, seios com auréolas mais claras, biquinho saliente, bucetinha (no primeiro dia que transamos estava com um bigodinho, depois ela tirou tudo) pequenininha, apertadinha e com os grandes lábios mais grossos. Jeitinho meio nerd, com óculos de grau de armação grande e leve, meiga, meio tímida, com postura firme e porém doce e leve.

Reparei que em momento algum me apresentei. Eu sou moreno claro, tenho 1,78, 82kg, porte atlético, com coxas grossas, dote de porte médio, uso barba sempre aparada, cabelo curto estilo degradê disfarçado com olhos e cabelos castanhos escuros. Tbm uso aparelho ortodôntico.

Ufa! Agora sim, vamos para o que interessa!

Tínhamos finalizado nosso trabalho e como a folga era mais curta, não valia a pena pegar estrada e viajarmos par nossas cidades, lembrando que eu moro a 280km de distância e Patrícia a 180km, ficando a quase uma hora e meia da minha cidade.

Seria a primeira vez que passaríamos o final de semana juntos. Estávamos sempre nos encontramos durante o trabalho, seja em reuniões com toda equipe ou apenas nós dois para tratarmos algumas questões pontuais dos atletas. Por conta de apenas nós dois sermos de lugares mais distantes, éramos os únicos que ficávamos em hotel e isso fazia com que sempre após o trabalho, mesmo antes de imaginar que algo poderia acontecer, saíssemos pra jantar juntos antes de voltar pro hotel. Além de tomar café juntos e tudo mais. Tudo isso, até agora faz com que o que tenhamos seja algo mais íntimo e que naturalmente as coisas corram mais rápido, embora eu ainda não sei dizer pra vocês o status da nossa relação.

Voltando ao final de semana. Iniciamos uma conversa sobre fetiches, que no último conto eu mencionei. Acordamos no final de semana, tomamos café juntos e propus irmos a praia, mas ela propôs primeiro irmos a academia. Ela venceu, fomos na academia e depois fomos pra praia, porém antes fomos comprar biquíni e sunga, pois não tínhamos. Tentei chamar ela pro provador mas ela não deixou e me cortou logo. Vê-la experimentando os biquínis me deixavam com muito tesão. Ela escolheu um ao gosto dela. Queria algo mais cavado, fio dental, mas ela não gostou e disse ficar muito vulgar. Tentei justificar que estamos num lugar onde ninguém nos conhece, que poderíamos ser um pouco mais ousados, mas nada convenceu.

Na praia eu não conseguia não ficar excitado observando Patrícia com suas curvas e seu corpo perfeito sob o biquíni, que ainda comportado, ainda assim chamava atenção. Demos um mergulho juntos, ficamos algumas horas pegando sol. Fomos almoçar, de lá fomos pro hotel. Tomamos um banho juntos, no box da suite dela nossos corpos molhados, beijos intensos, carícias, ela me fez um oral, abaixada engolindo todo meu pau, me levando a loucura. De frente pro box, empinou a bunda pra mim, penetrei com facilidade, estoquei forte segurando sua cintura, enquanto seu gemido me alucinava. Fomos pro quarto, ela sentou sobre mim, de costas pra mim. Sua bunda quicando, a visão é incrível, apreciando, dando tapas na sua bunda, ouvindo seus gemidos. Pediu pra comer ela de 4. Confesso que a visão dela de 4, seus gemidos, a socada forte fez meu pau inchar, pulsar cada vez mais até que ela anunciou o gozo e gozamos juntos. Ela caiu de bruços na cama e eu sobre ela. Apagamos e quando acordamos ficamos trocando carícias. Tomei coragem e chamei Patrícia pra irmos juntos numa casa de swing. Ela relutou, falou que não iria gostar. Falei que era uma balada normal. Ela perguntou se já tinha ido. Confirmei que já tinha ido algumas vezes. Senti uma ponta de ciúmes diante da minha afirmação. Com muita conversa consegui convencer.

Nos arrumamos, Patrícia estava linda. Com um vestido preto, no meio da coxa, com as costas toda de fora, com um scarpin. Sua bunda ficava mais evidente, seu decote generoso valorizando ainda mais seus seios, eu me segurei pra não atacar ela antes de sair de casa.

Eu estava de calça jeans, camisa polo, sapato.

Pedi pra Patrícia não usar calcinha. Ela relutou muito mais aceitou. Antes de sair, falei que queria brincar com ela no Uber. Ela ficou ansiosa e com medo, pedi pra confiar em mim e tratamos que caso algo estivesse indo além da conta pra ela, pra ela apertar meu braço e eu iria entender e interromper na mesma hora, assim como eu faria o mesmo.

Entramos no Uber e ela sentou no meio, entre os bancos da frente. O vestido subiu um pouco. Puxei sua perna abrindo um pouco mais. O Uber parecia ter uns trinta e poucos anos. Perguntou se íamos em algum show, pois estávamos muito elegantes. Disse que íamos pra uma casa de swing. Ele se interessou e perguntou se a gente curtia. Falei que estávamos empolgados. Pedi pra ele regular o retrovisor e vê se gostava da visão. Patrícia abaixou a cabeça enquanto eu afastei seus joelhos. O Uber ficou maravilhado, pediu se podia tocar. Perguntei a Patrícia, que assentiu. Ele jogou o braço pra trás alcançando a parte interna da sua coxa. Pedi pra Patrícia chegar o corpo pra frente. Ela sussurrou, "você é louco!". Perguntei se estava tudo bem, ela afirmou balançando a cabeça. Os dedos do Uber tocaram sua bucetinha, ela gemeu baixinho. O Uber pediu se podia chegar mais perto, Patrícia apertou forte meu braço e falei que era apenas um mimo pra ela. Ele sorriu e agradeceu, disse que estava molhada. Ela apertou meu pau e me chamou de louco no meu pé do ouvido. Chegamos na boate, o Uber agradeceu e nos desejou boa noite. Saímos e ao entrar na boate, fomos recepcionados por uma morena muito linda e simpática, que nos apresentou a casa, falou sobre as regras e fomos até o bar. Ela pediu um kir Royal e eu um moscow Mule. Patrícia ficou encantada com o local. Entramos e tinham poucos casais. Um pole dance no palco, um DJ tocando. A música não tava no nosso gosto mas o funk dava o ritmo. O segundo andar ainda não estava liberado. Chegou um grupo, parecia ser um happy hour, duas mulheres de calça jeans e camisa social subiram no palco e dançaram no pole dance, estavam se divertindo. Isso fez Patrícia relaxa mais. Voltamos pro bar, bebemos mais. Voltamos e a pista estava mais cheia. Um casal dançava ao nosso lado. Uma mulher loira puxou assunto com Patrícia, perguntou se era a primeira vez dela lá. Ela confirmou que sim, falaram mais algumas coisas e quando percebi Patrícia estava embolada beijando a loira. O cara que estava com a loira tentou passar a mão em Patrícia, que apertou meu braço. Toquei o braço dele, que entendeu que ela não queria. A loira chamou pra subir pra trocar, mas Patrícia não se interessou. Subimos e todos os quartos privativos estavam ocupados. Fomos até um ambiente que tinha uma cama enorme e vários casais. Encostamos na parede assistindo os casais transando. Patrícia apertou meu pau por cima da calça, puxei seu vestido pra cima e na mesma hora Patrícia puxou pra baixo de volta. Falei que estava com muito tesão e saímos dali. Os quartos privativos estavam todos fechados, fomos pro dark Room, era impossível enxergar alguma coisa. Os gemidos, o barulho do choque dos corpos, o cheiro de sexo era incrível. Sentei puxei Patrícia sobre mim, abaixei minas calças subi o vestido e Patrícia gemendo muito sentava forte sobre mim. Ela gemia e rebolava alucinadamente. Com uma velocidade incrível Patrícia anunciou que estava gozando, sem conseguir controlar, gozei dentro da sua buceta. Saímos de lá e no corredor, próximo da escada, tinha um poltrona cavalinho. Deitei Patrícia na poltrona, vários casais passando olhando, coloquei meu rosto no meio de suas pernas e chupei com muita intensidade sua buceta, as pessoas passando, olhando, Patrícia gemendo como eu nunca tinha visto, gozou na minha boca. Abaixei minhas calças e poucas socadas depois eu tava gozando dentro dela novamente, com alguns casais assistindo.

Descemos, bebemos mais um pouco. Patrícia tava muito carinhosa. O clima de cumplicidade era incrível. Subimos novamente no quarto com uma cama enorme, passei a mão na buceta de Patrícia, perguntei se ela queria transar ali. Ela falou que estava com muito tesão, mas o quarto era muito claro. Um casal lindo parou ao nosso lado, mas não interagiu. Pouco tempo depois a mulher ficou de quatro, e o cara começou a penetrar ela. Patrícia me puxou e ficou ao lado da menina. A menina parecia ser mais nova que Patricia e tinha mais corpo. O cara era mais forte e mais alto que eu. O sexo deles era lindo. Patrícia estava muito excitada. Soquei forte e rápido em Patrícia que logo gozou e eu tbm, não dando nem cinco minutos de sexo. Descemos, bebemos mais um pouco, fomos pra pista. Na pista tinha uma mulher aparentando ter uns 45 anos, siliconada, somente de calcinha, dançando no pole dance, estilo cavalona. Ficamos dançando. Patrícia falou que estava com tesão. Na pista não podia transar, mas Patrícia, pra minha surpresa, me puxou e fomos para um canto escuro. Apoiou a mão na parede, subi seu vestido e penetrei forte Patrícia enquanto outros casais observavam, Patrícia gozou rápido e forte. Segurei ela pra ela não cair e gozei na sequência. Estávamos exaustos de tanto gozar. Pedimos um Uber e fomos conversando sobre as experiências. Patrícia perguntou pq somente um casal abordou a gente e não vimos nenhuma mulher querendo fazer a três com a gente. Seus questionamentos me chamaram atenção. Falei que na próxima vez estaríamos mais enturmados, que estava tudo bem, mas fiquei admirado pelos questionamentos de Patrícia.

Chegamos no hotel, tomamos um banho e fizemos um amor bem gostoso antes de dormir. Diferente das outras vezes, Patrícia dormiu nua. Acordamos no dia seguinte cada vez mais unidos e cúmplices.

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