Era setembro de 2025 e o calor de Belo Horizonte já castigava logo pela manhã, mesmo com o ar-condicionado do hotel tentando lutar contra ele. Eu tinha 22 anos, era trainee na área de auditoria de uma multinacional, e aquela seria minha primeira grande alocação fora de São Paulo. Duas semanas inteiras no cliente, uma mineradora gigante no coração da capital mineira. No plano original o gerente que me acompanharia seria o mesmo que atuava como meu conselheiro de carreira na firma, um cara de quase 40 anos, sério, metódico, que eu já conhecia há meses e com quem me sentia seguro para o projeto que definiria meu início de carreira.
No dia da viagem, tudo mudou. Ele foi puxado de última hora para um projeto emergencial em Brasília. No lugar dele chegou Jéssica.
Ela apareceu no saguão do hotel na manhã do check-in com uma mala pequena de rodinhas e o passo firme de quem não perde tempo. Loira, cabelo Chanel impecável, reto, na altura do queixo, com franja reta que emoldurava um rosto de traços afiados e expressão sempre séria, 28 anos recém-completados, corpo esguio e tonificado que o conjunto social cinza-escuro (blazer justo, camisa de seda branca abotoada até o penúltimo botão, saia na altura do joelho e salto alto) valorizava sem esforço. Ela era gerente jovem, mas já tinha reputação de ser implacável.
Três meses antes, durante a dinâmica de grupo do meu processo seletivo, ela havia sido uma das avaliadoras, sentada no canto da sala, anotando tudo com caneta preta, olhar penetrante que me fez suar frio quando respondi uma das perguntas.
“Oi, Henrique. Lembra de mim? Vamos fazer essas duas semanas valerem a pena.”
Ela estendeu a mão, o aperto firme, a palma quente e seca. O perfume dela, algo cítrico e amadeirado, sutil mas marcante.
No avião, a agência de viagens nos colocou em assentos juntos. Eu fiquei na janela e ela no assento do meio.
Ofereci trocar de lugar para ela ficar mais confortável mas ela agradeceu com um aceno breve e disse que estava bem ali. Durante a decolagem o avião balançou um pouco e ela fechou os olhos apertados. Pouco depois do sinal de cintos liberado ela adormeceu. A cabeça dela escorregou devagar e acabou apoiada no meu ombro. O cabelo roçou minha camisa e o perfume subiu quente direto do couro cabeludo dela algo cítrico misturado com um fundo amadeirado que me deixou imóvel. Fiquei olhando pela janela sem ousar mexer para não acordá-la.
Uns quarenta minutos depois ela acordou de repente, se endireitou no assento e piscou confusa.
"Ah, meu Deus... Desculpa", murmurou ela, a voz baixa e rouca de sono.
"Tranquilo", respondi, tentando soar casual.
"Eu tava exausta. Voltei de outra viagem na semana passada e o fuso ainda tá me matando."
Ela corou um pouco, passou a mão no cabelo chanel como se precisasse se recompor, mesmo que estivesse perfeito.
"Não foi nada. Dorme de novo se quiser."
"Não, já acordei de vez. Obrigada mesmo."
O resto do voo seguiu em silêncio. No aeroporto pegamos um táxi direto para Belo Horizonte.
A viagem de uma hora até o hotel foi tranquila o trânsito fluía e o sol da tarde batia forte no vidro. Ela olhava pela janela de vez em quando e eu tentava não encarar o perfil dela refletido no vidro escurecido.
Chegamos no hotel por volta das cinco da tarde. Entregamos as malas na recepção, subimos rápido para os quartos só para deixar as coisas e tomar um banho gelado. Quinze minutos depois já estávamos no táxi de novo rumo à sede do cliente. A partir daquele dia a rotina engoliu tudo.
A semana passou num piscar de olhos, quase sem que a gente percebesse. Acordávamos às seis, tomávamos café na correria, entrávamos na mineradora às sete e meia e só saíamos depois das onze da noite, às vezes meia-noite. Dezesseis, dezessete horas por dia sentados na sala de reunião, revisando planilhas, discutindo ajustes, respondendo questionamentos da diretoria.
Chegávamos no hotel destruídos. O elevador subia em silêncio, os dois com os olhos vermelhos e a postura curvada de tanto tempo sentados. Dávamos boa-noite com um aceno cansado, cada um ia pro seu quarto, tomava um banho rápido e caía na cama.
Finalmente chegou a primeira sexta-feira. Depois de uma semana inteira engolida pelo trabalho, terminamos o dia mais cedo, às seis da tarde. A sala de reunião esvaziou rápido, os consultores do cliente já iam embora com pressa de fim de semana, e só restamos nós dois arrumando as últimas anotações no laptop.
Jéssica fechou o notebook com um clique seco, esticou os braços para cima e soltou um suspiro longo que parecia carregar toda a exaustão acumulada. Olhou para mim e disse, com a voz mais leve do que eu já tinha ouvido dela:
"Hoje deu. Vamos tomar uma cerveja na Savassi? Tem um bar ali perto que é bom, e eu preciso de ar fresco antes de enlouquecer de vez."
Fiquei surpreso. Ela, sempre tão séria, com aquela postura impecável e o olhar que não dava brecha, me convidando assim, casual. Respondi quase automático:
"Boa ideia. Eu topo."
Ela sorriu de lado, um sorriso pequeno mas genuíno, que fez os olhos dela parecerem menos frios.
"Ótimo. Vamos passar o fim de semana aqui mesmo em BH. Eu tenho reuniões sábado de manhã com a diretoria, mas você está livre, né? Pode relaxar um pouco."
"É, eu não tenho nada marcado."
"Então aproveita. Vamos descer, pegar um táxi e esquecer planilha por umas horas."
Ela pegou a bolsa, jogou o blazer no ombro e saiu andando na frente, o salto batendo firme no piso. Mas o jeito dela estava diferente, os ombros mais soltos, o passo menos rígido. Parecia que, fora do ambiente do cliente, uma versão mais divertida dela começava a aparecer.
No táxi rumo à Savassi o trânsito lento dava tempo demais para olhar.
Jéssica cruzou as pernas devagar, a saia subindo um pouco na coxa firme, a meia de nylon preta fina esticada sobre a pele, brilhando sob as luzes que passavam. O salto alto balançava no pé pendurado, o arco marcado, convidativo.
Ela estava incrível ali, blazer aberto revelando a camisa de seda colada aos seios, o corpo esguio parecendo feito para ser tocado. Que gerente gostosa, pensei, o pau dando sinal de vida enquanto eu tentava não devorar com os olhos o contorno da coxa, o perfume dela enchendo o carro quente e fechado.
Sentamos num barzinho lotado na Savassi, daqueles com mesas na calçada e música ao fundo que misturava MPB com eletrônica baixa. Jéssica pediu uma cerveja gelada, cruzou as pernas de novo sob a mesa e pediu a minha também com um gesto rápido para o garçom. Ela atraía olhares de todos os lados, mas não parecia notar, ou fingia não notar.
A conversa começou leve sobre o projeto, depois derivou para carreira. Ela falou rápido sobre como entrou na firma aos 25, subiu depressa, e perguntou o que eu queria de verdade no longo prazo. Respondi que queria crescer, aprender, talvez virar gerente um dia. Ela assentiu, tomou um gole e virou o olhar direto para mim.
"E você, Henrique? De onde veio antes de São Paulo?"
"Do interior do estado mesmo. Fui para São Paulo só pelo trabalho”.
"Ah, interiorano migrante. E namorada? Alguém esperando no interior?"
"Não. Deixei ela na cidade natal quando vim. Decidimos que era melhor assim por enquanto."
Ela ergueu uma sobrancelha, tomou outro gole devagar.
"Namorar à distância não dá certo. Eu já tentei. Acaba sempre em despedida ou em traição. Melhor nem começar se não for pra estar perto."
Ela disse isso sem drama, quase como fato, mas o olhar dela ficou um segundo a mais no meu, como se testasse a reação. O bar ao redor parecia mais barulhento de repente, e eu senti o frio da cerveja gelada misturado com outra coisa subindo pelo peito.
As horas voaram na mesa da calçada. Já estávamos na quinta garrafa de cerveja, as garrafas vazias acumuladas no centro como troféus de uma noite que ninguém planejou estender tanto. Jéssica ria mais fácil agora, o corpo inclinado para frente na cadeira, os cotovelos na mesa, o blazer jogado no encosto.
Ela gesticulava ao contar uma história de um projeto antigo que deu errado de forma épica, e quando terminou tocou de leve no meu braço para enfatizar o final. O toque durou um segundo a mais do que precisava, quente contra a manga da minha camisa.
O ar entre nós parecia mais denso, carregado de algo que a semana inteira de trabalho tinha mantido trancado.
Jéssica desviou o olhar para a garrafa na mão, girou o gargalo devagar entre os dedos e soltou um suspiro curto.
"Ai, queria um cigarro agora", disse ela de repente, a voz mais baixa, quase conspiratória.
"Você fuma?"
"Não sempre. Só quando bebo e estou em viagem. Dá uma vontade idiota, sabe?"
Ela riu de leve, balançando a cabeça como se achasse graça de si mesma.
O movimento fez o cabelo Chanel balançar um pouco, e ela passou a língua nos lábios secos antes de continuar.
"Quer ir lá no fumódromo comigo? Prometo que não demoro."
Os olhos dela voltaram para os meus, diretos, mas com um brilho novo, como se o assunto do cigarro fosse só uma desculpa. Eu assenti sem pensar duas vezes.
"Vamos."
Lá a conversa fluiu mais mole, as palavras saindo sem filtro, a cerveja ajudando a soltar tudo. Eu olhei para ela direto nos olhos e disse:
"Sabe, Jéssica, eu admiro muito você. Gerente com 28 anos, mandando em projeto pesado desse jeito. É impressionante."
Ela inclinou a cabeça de lado, um sorriso lento se abrindo.
"Obrigada, Henrique. Mas pra mulher jovem é difícil, viu? Tem que provar o dobro, trabalhar o triplo, e ainda sorrir pra não chamarem de arrogante. Cansa."
"Mas você faz parecer fácil. E... linda também. Tipo, sério, você é incrível de todo jeito."
Ela riu alto dessa vez, jogou a cabeça para trás e o som saiu genuíno, rouco de quem não ri assim há tempos. Depois baixou o olhar para mim, os olhos brilhando mais do que antes.
"Menos tímido no bar do que na empresa, hein? Gostei disso."
Voltamos para a mesa depois do cigarro, o ar da rua ainda grudado na pele. Jéssica caminhava na frente, o salto batendo firme na calçada irregular, mas no último degrau da entrada do bar o pé dela torceu levemente. Ela tropeçou, o corpo inclinou para frente e o copo de cerveja que carregava na mão voou direto na minha camisa. O líquido gelado escorreu pelo peito, encharcando o tecido em segundos.
"Ah, merda! Desculpa, Henrique", disse ela, rindo meio sem graça enquanto colocava a mão aberta no meu peito para tentar secar, os dedos pressionando o pano molhado contra a pele.
O toque era quente, demorado demais para ser só acidente, e ela percebeu na hora. Retirou a mão devagar, os olhos subindo para os meus com um brilho culpado e divertido ao mesmo tempo.
"Eu acho que já deu por hoje. Vamos voltar pro hotel antes que eu destrua mais alguma coisa sua."
Ela pegou a bolsa da cadeira, jogou o blazer no ombro de novo e acenou para o garçom pedindo a conta com um gesto rápido.
O jeito dela era decidido, mas a voz saiu mais baixa, quase rouca, como se a sugestão carregasse algo além de cansaço. Eu assenti, sentindo o coração bater forte sob a camisa grudada, e acompanhei ela para fora do bar, o cheiro de cerveja misturado ao perfume dela no ar quente da noite.
Voltamos caminhando para o hotel. A noite estava quente. Dei o braço para ela se apoiar. Ela aceitou sem hesitar. O corpo dela roçava no meu a cada passo. O salto batia devagar na calçada. Chegamos no lobby. Entramos no elevador.
Apertei o botão do meu andar. Ela apertou dois acima. Subimos em silêncio. As portas abriram. Eu saí. Ela saiu atrás de mim. Olhou ao redor com cara de surpresa fingida. Sorriu maliciosa.
"Ops. Acho que desci errado."
A voz saiu baixa. Divertida. Os olhos fixos nos meus. O corredor vazio.
"Errou agora, não tem o que fazer."
Puxei ela pela cintura com firmeza. Nossos corpos colaram no corredor vazio. Beijei ela devagar no começo, lábios macios se abrindo aos poucos.
A boca dela cedeu quente, língua encontrando a minha num movimento lento e guloso. O beijo virou lascivo rápido, línguas se enroscando fundo, respiração pesada misturada. As mãos dela subiram pelas minhas costas, unhas arranhando leve por cima da camisa molhada de cerveja. Depois desceram, apertaram minha bunda com força, puxando meu quadril contra o dela.
Senti o corpo esguio dela se moldando no meu, os seios pressionados contra meu peito, o perfume subindo forte do pescoço.
Não acreditava no que estava acontecendo. A gerente séria da firma, a que me avaliou no processo seletivo, agora me devorando a boca no corredor do hotel.
Ela se afastou um pouco, lábios inchados e brilhantes, sorriso malicioso nos olhos.
"Vou ter que entrar no quarto errado também, né?"
"Quarto certo. Vem."
Abri a porta do quarto apressado e puxei ela para dentro.
A porta bateu atrás de nós com um clique seco. Jéssica mal cruzou o limiar e já atacou os botões da minha camisa molhada, abrindo um a um com dedos rápidos e firmes, as unhas arranhando leve o peito exposto.
Eu respondi na mesma urgência, abrindo o blazer dela e jogando no chão, depois os botões da camisa de seda branca, revelando o sutiã preto de renda fina que mal continha os seios pequenos e firmes.
Ela não parou de me beijar nem por um segundo, a boca faminta na minha, língua profunda e molhada, gemidos baixos escapando entre os dentes. Enquanto me beijava, ela chutou a camisa para o lado, mas manteve o salto alto preto nos pés, o couro brilhante refletindo a luz fraca do abajur.
As pernas longas e esguias ficaram ainda mais destacadas quando ela se inclinou para frente, a saia lápis subindo pelas coxas.
Eu desci o zíper da saia com as mãos trêmulas e a deixei cair no chão, revelando a calcinha preta combinando, minúscula, e as meias de nylon finas que subiam até o meio da coxa, presas por ligas discretas. O tecido transparente abraçava a pele clara, marcando cada curva, cada músculo sutil da perna.
Eu tinha um certo fetiche nisso desde sempre, meias de nylon e salto alto, e ver Jéssica assim, seminua, me deixou mais duro do que já estava.
Ela percebeu, roçou a coxa entre as minhas pernas enquanto me beijava mais fundo, as mãos agora nas minhas costas nuas, unhas cravando. Ficou só de calcinha, meia, salto alto e sutiã, o corpo colado no meu, as pernas entrelaçadas nas minhas, o salto batendo leve no carpete quando ela se movia.
O perfume misturado ao cheiro quente da pele dela me deixava louco. Ela mordeu meu lábio inferior devagar e sussurrou contra a minha boca:
"Você gosta disso, né? Das meias... do salto..."
Eu só consegui gemer em resposta, as mãos descendo pelas coxas dela, sentindo o nylon liso e quente sob os dedos.
As mãos dela desceram rápidas pela minha barriga, abriram o cinto com um puxão seco e desceram o zíper devagar, provocante. Ela enfiou a mão dentro da cueca, envolveu meu pau duro com dedos quentes e firmes, tirou para fora e começou a masturbar devagar, o polegar circulando a cabeça enquanto a outra mão apertava a base. O movimento era ritmado, apertado na medida certa, me fazendo gemer contra a boca dela.
Ela colou os lábios no meu ouvido, a respiração quente e entrecortada roçando a pele.
"Estou louca pra te sentir dentro de mim, Henrique... louca pra sentir esse pau me abrindo toda."
O sussurro saiu rouco, urgente, enquanto a mão acelerava um pouco, o nylon das meias roçando na minha coxa nua. Eu mal conseguia respirar, o corpo inteiro tenso de tesão.
Ela se ajoelhou devagar no carpete do quarto, os saltos ainda nos pés, as meias de nylon esticadas nas coxas enquanto se posicionava entre minhas pernas. Olhou para cima com aquele olhar sério que agora era puro fogo, os lábios entreabertos, antes de envolver a cabeça do meu pau com a boca quente e úmida.
Começou devagar, língua circulando a glande, depois desceu mais fundo, chupando com pressão firme, a mão na base masturbando o que não cabia na boca. O som molhado enchia o quarto, misturado aos meus gemidos baixos. Ficou assim alguns minutos, acelerando o ritmo aos poucos, a cabeça loira subindo e descendo ritmada, o cabelo Chanel balançando levemente a cada movimento.
Eu segurei a cabeça dela com as duas mãos, dedos enfiados nos fios loiros, guiando sem forçar, sentindo a garganta dela relaxar e me engolir mais fundo. O prazer subia rápido demais, o corpo inteiro tenso, as pernas tremendo. Não disse nada, só puxei devagar para trás, parando ela antes que eu gozasse ali mesmo na boca dela. Ela saiu devagar, saliva brilhando nos lábios inchados, e olhou para cima com um sorriso safado, lambendo o canto da boca.
"Quase, né?", sussurrou rouca, ainda de joelhos, as mãos nas minhas coxas.
Volto a beijá-la com fome, língua profunda na boca dela enquanto a empurro devagar contra a parede.
Minha mão desce pela barriga lisa, entra por dentro da calcinha preta. Está encharcada, o tecido grudado na pele quente e inchada.
Dedos deslizam devagar entre os lábios, sentindo o clitóris duro e sensível. Ela solta um gemido rouco na minha boca.
Abaixo a calcinha pelas coxas, deixando-a cair nos tornozelos, ainda presa nas meias de nylon. A buceta dela aparece, rosinha, lisinha, lábios inchados e brilhando de tesão.
Ajoelho na frente dela, os saltos altos ainda nos pés, as coxas abertas. Enfio a língua devagar, lambendo da entrada até o clitóris, provando o gosto doce e salgado.
Chupo forte, língua girando no clitóris, sugando os lábios molhados. Ela geme alto, as mãos agarrando meu cabelo.
"Porra... assim... não para..."
As coxas dela apertam minha cabeça com força, me prendendo ali enquanto o corpo treme. Chupo mais fundo, língua entrando na entrada apertada, depois voltando ao clitóris ritmado.
Ela arqueia as costas contra a parede, geme mais forte, os quadris rebolando na minha boca. O nylon das meias roça minhas orelhas, o salto batendo leve no chão.
As coxas dela apertam mais forte minha. O corpo inteiro dela treme, começa devagar, depois vira onda.
Ela arqueia as costas contra a parede, os saltos batendo no carpete em espasmos rápidos. "Porra... Henrique... vou gozar...", geme rouco, a voz quebrando no final.
Chupo o clitóris mais forte, língua girando sem parar, sugando os lábios inchados e molhados. Ela solta um grito abafado, as mãos puxando meu cabelo com desespero, unhas cravando no couro cabeludo.
O orgasmo explode nela de uma vez. As coxas se fecham como torno, me prendendo ali enquanto o corpo convulsiona. A buceta rosinha pulsando contra minha língua em contrações rápidas e fortes.
Ela joga a cabeça para trás, bate na parede com um baque surdo, geme alto e longo, o som ecoando no quarto. "Caralho... assim... não para... ahhh!"
As pernas tremem violentas, os músculos das coxas contraídos, o abdômen se contraindo em ondas visíveis. Demora uns vinte segundos inteiros de espasmos, gemidos cada vez mais fracos até virarem suspiros entrecortados.
Ela não fala nada. Só me empurra devagar para a cama, o corpo ainda tremendo leve do orgasmo. Me vira de costas, me deita no colchão e sobe em cima, as coxas abertas nas minhas laterais. As meias de nylon roçam minha pele, os saltos ainda nos pés batendo leve no estrado.
Ela segura meu pau pela base, posiciona na entrada molhada e começa a roçar devagar, só a cabeça deslizando entre os lábios inchados, sem entrar. O calor dela me envolve, escorregadio, apertado.
"Vamos devagarinho agora", murmura rouca no meu ouvido. "Apertou tudo depois de gozar... quero sentir cada centímetro."
Tiro o sutiã dela com um puxão, os fechos abrindo fácil. Os peitos surgem pequenos, durinhos, pontudos, mamilos claros e rosados, eretos como pedrinhas. Deliciosa. Aperto leve, sinto a firmeza sob os dedos, ela solta um gemido baixo.
Ela continua roçando, o clitóris roçando na glande a cada vai e vem lento. O tesão sobe de novo, devagar, torturante.
"Ué, não ia esperar?", pergunto, voz rouca.
"Estou esperando", responde ela, sorrindo safada.
De repente senta de vez, devagar, o pau entrando centímetro por centímetro na buceta apertada e quente. Ela solta um suspiro longo quando chega ao fundo, as paredes pulsando ao redor.
Começa a rebolar devagarinho, quadris girando em círculos preguiçosos, o pau todo dentro dela, sem pressa. Os peitos balançam levemente a cada movimento, mamilos roçando meu peito. Ela apoia as mãos nos meus ombros, unhas cravando suave, e mantém o ritmo lento, me olhando nos olhos o tempo todo.
Ela acelera o rebolado devagar no começo, depois mais forte. Os quadris sobem e descem ritmados, o pau entrando fundo a cada sentada.
Arqueia as costas, joga a cabeça para trás, os peitos durinhos apontando para o teto. Se inclina para frente e me beija com fome, língua enroscada na minha, gemidos abafados na boca.
Minha mão desce pela bunda firme dela, aperta a carne macia, acompanha o ritmo das sentadas. O dedo médio escorrega devagar entre as nádegas, roça a porta apertada do cuzinho, pressiona leve sem entrar.
Ela para o beijo de repente, respira pesado contra meu rosto.
"Não vou te dar o cu hoje...", murmura rouca, os olhos semicerrados.
"Hoje...", respondo baixo, o dedo ainda ali, circulando devagar.
Ela ri curto, safada, e aumenta o ritmo de uma vez. Os quadris batem mais forte, o som molhado ecoando no quarto.
Levanta o corpo um pouco, quase saindo todo, depois senta de novo com força. A mão dela desce entre as pernas, dedos no clitóris inchado, se masturbando rápido enquanto continua sentando no meu pau.
"Porra... assim... me fode...", geme alto, rebolando mais fundo, os músculos da buceta apertando ao redor de mim a cada movimento.
O ritmo vira frenético, ela se tocando com urgência, os peitos balançando, as meias roçando minhas coxas, os saltos batendo no colchão.
"Porra... de novo... vou gozar...", geme alto, a voz quebrando.
Arqueia as costas forte, joga a cabeça para trás, os peitos durinhos balançando no ar. O orgasmo explode nela como uma onda, a buceta apertando meu pau em pulsos rápidos e fortes, contraindo sem parar.
O prazer sobe rápido demais, incontrolável. Sinto o pau pulsar forte dentro dela, as paredes apertadas contraindo ao redor enquanto ela ainda goza.
Gozo junto, forte, jorrando lá dentro em espasmos quentes e grossos. O sêmen escorre devagar, misturado ao molhado dela, pingando pelas coxas dela e pelas minhas bolas.
Ela não para. Continua sentando, rebolando devagar agora, prolongando o próprio clímax. Os gemidos dela viram suspiros longos e trêmulos, o corpo tremendo em ondas menores, mas ainda pulsando.
"Assim... fica aí dentro... goza tudo...", murmura rouca contra meu pescoço, as unhas cravadas nos meus ombros.
O pau ainda duro dentro dela, sensível demais, sente cada contração final da buceta. Ela desacelera aos poucos, os quadris girando preguiçosos, espremendo as últimas gotas.
Finalmente para, cai pesada sobre mim, o peito subindo e descendo rápido, suor escorrendo entre os seios durinhos. O pau ainda dentro, meia bomba agora, mas ela não sai. Fica ali, me apertando devagar com as paredes internas, como se quisesse guardar tudo.
Respira fundo, beija meu pescoço devagar, um sorriso satisfeito nos lábios inchados. O quarto cheira a sexo, suor e perfume. Nenhum de nós fala por um minuto inteiro, só o som da respiração pesada e o ar-condicionado baixo.
Minutos depois ela se levanta devagar, o corpo ainda quente e suado. Não fala nada. Pega a calcinha do chão, veste rápido, depois a saia lápis, a camisa de seda abotoada às pressas, o blazer jogado no ombro. Os saltos batem firme no carpete enquanto caminha até a porta. Abre, sai sem olhar para trás. A porta fecha com um clique seco.
Fico ali deitado na cama, o pau mole ainda brilhando de nós dois, o quarto cheirando a sexo e perfume. O que foi isso? A mente gira confusa, o corpo exausto, o coração ainda acelerado. Quase adormeço ali mesmo, nu, lençol embolado nos pés.
O celular vibra na mesinha de cabeceira. Pego devagar, a tela ilumina o quarto escuro.
Mensagem dela: "Amanhã almoçamos juntos depois das minhas reuniões da manhã."
Só isso. Sem emoji, sem mais nada. O coração dá um pulo forte de novo. Fecho os olhos, sorrio sozinho no escuro, e finalmente apago.