Acordei às nove e quarenta e sete com o corpo ainda pesado de prazer e o quarto carregado do cheiro forte da noite anterior. A camisa molhada de cerveja jogada no chão. Lençol embolado nos pés da cama. Arranhões frescos ardendo nos ombros e nas costas. Peguei o celular na mesinha e reli a mensagem dela da madrugada. “Amanhã almoçamos juntos depois das minhas reuniões da manhã”. Seca, direta sem emoji, sem saudação.
Estava ainda deitado olhando para o teto, o corpo relaxado, mas a mente acelerada revivendo flashes da noite, a boca dela no meu pau, o gosto da buceta, o jeito que ela rebolou devagar até gozar, quando o celular vibrou de novo na mesinha.
Peguei rápido, o coração dando um pulo.
Era ela outra vez. “Oi, estou no restaurante do hotel, vamos almoçar?”
A mensagem simples, sem firula, mas com um “Oi” no começo que já parecia mais suave que a da madrugada.
Sorri sozinho, sentindo um calor subir pela barriga. Respondi na hora “Desço em 5”. Levantei devagar, o pau semi-duro só de lembrar dela, e entrei no chuveiro gelado para tentar me recompor antes de descer.
Cheguei no restaurante do hotel por volta das dez e meia, o lugar ainda tranquilo. Vi ela logo, sentada junto à janela, de perfil. Quando me aproximei, virou o rosto e abriu um sorriso simpático, daqueles que suavizam o olhar sério de sempre.
Estava mais casual, camisa branca fina com os primeiros botões abertos, decote discreto mostrando o colo dourado, calça jeans justa nas pernas cruzadas. O cabelo Chanel loiro um pouco mais solto, alguns fios caindo no rosto. O perfume cítrico dela já chegava sutil.
“Oi, senta aqui”, disse ela com voz calma e acolhedora. “Pedi uma salada caprese pra mim. E um suco de laranja pra você, achei que ia precisar.”
Sentei-me na frente dela, sorrindo de volta.
“Vou no arroz e bife. Preciso repor energia.”
Ela riu baixo, inclinou um pouco para frente, o decote se abrindo levemente com o movimento.
“Boa escolha. Depois do almoço a tarde é nossa… sem reunião, sem planilha.”
O garçom trouxe os sucos, e ela me olhou nos olhos por um segundo a mais, o sorriso ainda ali, safado.
O garçom trouxe os pratos e nós começamos a comer em silêncio por um minuto, só trocando olhares rápidos. Eu quebrei o gelo primeiro, baixando a voz um pouco.
“Sabe… ainda sinto o gosto da sua boca na minha. E o jeito que você...”
“Eu?” Disse ela. “Eu o que, Henrique?”.
Tomei coragem e soltei: “...tremia quando gozou na minha língua ontem.”
Ela parou com o garfo no ar, os olhos se arregalaram por um segundo, depois baixou o olhar para o prato e riu baixo, as bochechas corando de leve. Passou a língua nos lábios devagar, como se lembrasse do mesmo gosto.
“Você não perde tempo, hein?”, disse ela, a voz mais rouca que antes, inclinando-se um pouco para frente. O decote se abriu sutilmente com o movimento. “Mas confesso que também não consigo parar de pensar. Foi bom demais.”
Eu sorri, sentindo o pau pulsar de leve dentro da calça só de ouvir aquilo.
“Foi mais que bom. Eu adoraria repetir agora mesmo… sentir você e te ver me olhando nos olhos enquanto chega lá.”
Ela mordeu o lábio inferior por um instante, o rubor subindo mais forte no rosto, mas os olhos brilharam com desejo. Colocou o garfo no prato, cruzou as pernas debaixo da mesa e roçou o pé descalço na minha panturrilha, devagar.
“Se continuar falando assim… a gente nem termina o almoço direito. Mas quem sabe a sobremesa não vem no meu quarto?”
O tom dela saiu provocante, como um convite que ela já sabia que eu aceitaria.
Ela sustentou meu olhar por mais um segundo, o pé ainda roçando devagar na minha panturrilha, mas de repente piscou devagar, como se tivesse mudado de ideia no meio do pensamento. Retirou o pé com calma, endireitou a postura na cadeira e sorriu de um jeito mais leve, quase brincalhão.
“Sabe… tem piscina no hotel. E um bar molhado bem gostoso, daqueles com cadeiras dentro da água. Faz tempo que não relaxo de verdade numa tarde livre.”
Ela pegou o copo de suco, tomou um gole lento, os lábios úmidos brilhando por um instante.
“Que tal a gente aproveitar um pouco a tarde juntos? Nadar, tomar um drink gelado, conversar sem pressa… e ver no que dá depois.”
O tom saiu doce, mas com um brilho nos olhos que deixava claro que o convite não era só inocente. Ela inclinou a cabeça de leve, esperando minha resposta, o decote se movendo sutil com a respiração.
“Ou você prefere subir direto pro quarto e pular a parte divertida da espera?”
Ri baixo, sentindo o tesão ainda ali, mas agora misturado com uma expectativa diferente.
“Piscina e bar molhado parece perfeito. Vamos aproveitar o dia antes de… aproveitar a noite.”
Ela sorriu mais largo, satisfeita, e chamou o garçom com um gesto discreto para pedir a conta.
“Então combinado. Encontro você na piscina em meia hora? Leva sunga… ou não precisa, se quiser nadar pelado.”
A última frase saiu em voz baixa, provocante, mas ela riu logo em seguida, como se estivesse testando até onde eu iria na brincadeira.
Ela sorriu e levantou, foi para o quarto se trocar. Eu fiz o mesmo.
Cheguei na piscina do terraço e o sol de BH estava batendo forte, refletindo na água azul clara e no piso claro do deck. O lugar era alto, vista aberta da cidade ao redor, vento quente soprando leve. Poucas pessoas: um casal distante e um funcionário arrumando o bar.
Logo a vi. Estava deitada de bruços numa espreguiçadeira na borda, óculos de sol escuros no rosto, cabelo Chanel molhado e penteado para trás como se tivesse acabado de sair da água. Biquíni preto minúsculo, daqueles que mal cobrem o essencial: o top triangular preso por tiras finas nas costas e no pescoço, deixando a maior parte das costas nuas, a pele dourada brilhando de protetor solar ou suor.
A parte de baixo era fio dental discreto, as laterais subindo alto nas coxas, marcando a curva perfeita da bunda firme e arredondada. As pernas longas esticadas, musculosas mas delicadas, com pelinhos dourados finos nas coxas e panturrilhas captando a luz do sol como se fossem fios de ouro. O corpo todo tonificado, sem excesso, parecia esculpido: abdômen marcado de leve, cintura fina, seios pequenos mas cheios apertados contra o tecido do top, mamilos marcando sutilmente quando ela respirava.
Parecia uma atriz de filme, daquelas que saem da tela e deixam todo mundo sem ar. Quando me aproximei, ela ergueu o rosto, tirou os óculos devagar e sorriu, aquele sorriso lento e cúmplice que já conhecia bem.
“Chegou. Demorou pra escolher a sunga?”, brincou ela, virando de lado na espreguiçadeira, o corpo se movendo com graça natural. O biquíni se ajustou ainda mais, revelando a linha fina da virilha e o contorno dos quadris.
Sentei na espreguiçadeira ao lado, sentindo o pau dar sinal de vida só de olhar para ela assim, exposta ao sol, relaxada e confiante.
“Valeu a vinda. Você tá… impressionante.”
Ela riu baixo, esticou os braços para cima numa espreguiçada lenta, os seios se erguendo com o movimento, a pele brilhando.
“Obrigada. Vem, entra na água comigo. A gente pode conversar… ou não falar nada.”
Ela se levantou devagar, o biquíni marcando cada curva, os pelinhos dourados nas coxas reluzindo ao sol, e caminhou até a borda da piscina, olhando para trás com um olhar que dizia tudo sem precisar de palavras.
Entramos na piscina juntos, a água morna do sol envolvendo o corpo num abraço imediato. Nadamos devagar até o bar molhado na ponta rasa, onde os banquinhos altos ficam semi-submersos.
Sentei primeiro, ela veio logo depois, sentando ao meu lado com as pernas roçando nas minhas debaixo d’água. O biquíni preto grudava na pele molhada, o tecido fino marcando cada curva, os pelinhos dourados nas coxas brilhando com gotas.
O funcionário apareceu atrás do balcão flutuante, sorrindo profissional.
“Boa tarde. O que vão querer?”
“Duas caipirinhas, por favor”, disse ela antes que eu pudesse abrir a boca, olhando para mim. “De Vodka.”
Os drinks vieram rápido, gelados, o limão fresco cortando, o doce e o gosto do álcool, perfeitos. Tomamos um gole juntos, o álcool subindo quente pela garganta.
Eu olhei para ela, ainda meio atordoado com tudo.
“Sabe… ainda tô surpreso com ontem à noite. Você sempre tão séria no trabalho, tão dedicada, focada. Nunca imaginei que a gente ia acabar assim.”
Ela riu baixo, girando o copo na mão, os olhos fixos nos meus.
“Eu também tenho direito, Henrique. E hora de me divertir. Não sou só planilha e reunião. Quando a oportunidade aparece… eu aproveito. E ontem foi bom demais pra deixar passar.”
Ela colocou a mão na minha coxa por cima da água primeiro, dedos leves, depois desceu devagar por baixo da superfície. A palma quente roçou a parte interna da perna, subindo lenta até encontrar o pau já duro dentro da sunga. Começou a alisar devagar, o polegar circulando a cabeça por cima do tecido, o movimento ritmado e discreto, escondido pela água turva.
Senti o pau pulsar forte na mão dela, inchando mais, a sunga apertando desconfortável.
“Porra… tô com uma situação aqui”, murmurei, voz rouca. “Não vou conseguir sair da água desse jeito.”
Ela se aproximou mais, o corpo colando no meu, os seios roçando meu braço. Ninguém olhando - o terraço vazio, o casal distante de costas, o funcionário ocupado no outro lado do bar. Ela inclinou o rosto, beijou minha boca devagar, língua encontrando a minha num toque molhado e gelado da bebida, o gosto de limão e vodka misturado.
Se afastou só o suficiente para colar os lábios no meu ouvido, a respiração quente roçando a pele.
“Queria te chupar aqui mesmo, agora… enfiar você na minha boca debaixo d’água, sentir você pulsar na minha língua enquanto eu engulo tudo.”
Enlouqueci na hora. O pau latejou forte na mão dela, o corpo inteiro tenso, o tesão subindo como uma onda. Agarrei a cintura dela por baixo da água, puxando ela mais perto, gemendo baixo contra o pescoço dela.
“Você vai me matar assim… continua falando.”
Ela riu rouco no meu ouvido, apertando mais firme, o polegar acelerando o movimento.
“Então fica quietinho… e deixa eu te deixar louco mais um pouco.”
Aqui vai o próximo parágrafo continuando exatamente do ponto onde parou (ela sussurrando a safadeza no ouvido no bar molhado), agora adicionando elementos de risco público: o risco de serem vistos, o lugar semi-público, a adrenalina de quase ser pego, o tesão aumentando pela possibilidade de exposição, mas mantendo tudo consensual, sutil e sem exagerar na vulgaridade. O foco fica na tensão erótica do "quase" e no perigo controlado.
Ela continuou sussurrando no meu ouvido, a voz baixa e rouca quase inaudível por causa da música ambiente e do barulho da água batendo nas bordas da piscina.
“Imagina se eu mergulhasse agora… e ninguém visse minha cebeça subindo e descendo em você debaixo d’água. Só a gente sabendo.”
O pau latejou forte na mão dela, que apertava devagar por cima da sunga, o movimento escondido pela água, mas ainda assim perigoso. O terraço não estava lotado, mas tinha gente, o casal do outro lado da piscina, agora mais perto, conversando alto, um hóspede novo chegando com toalha no ombro, olhando para o bar, o funcionário limpando copos a poucos metros, de costas mas perto o suficiente para virar a qualquer momento.
O risco subiu como um choque elétrico pela espinha.
Qualquer movimento errado, qualquer gemido mais alto, e alguém podia perceber. Ela sabia disso, dava para ver no brilho dos olhos, na forma como mordia o lábio inferior enquanto acelerava o alisar sutil, o polegar circulando a cabeça do pau com mais pressão.
“Você tá louco de tesão com isso, né?”, murmurou ela, colando o corpo mais no meu, os seios roçando meu braço molhado. “Saber que a qualquer segundo alguém pode olhar pra cá e ver minha mão mexendo em você… mas ninguém vê.”
Eu agarrei a borda do balcão com força, as pernas tremendo debaixo d’água, tentando controlar a respiração.
“Porra, Jéssica… se o cara virar agora…”
Ela riu baixinho contra meu pescoço, o hálito quente misturado ao cheiro de limão da caipirinha.
“Então fica quietinho. Ou eu paro… mas acho que você não quer que eu pare.”
A mão dela desceu mais, enfiando os dedos por dentro da sunga devagar, pele com pele agora, alisando a pele quente e inchada. O risco era real, o funcionário virou de lado, olhando para o lado da piscina, a uns cinco metros. O casal riu alto de algo, virando na nossa direção por um segundo. Meu coração disparou, o pau pulsando na mão dela como se quisesse explodir.
Ela apertou mais firme, o movimento lento e deliberado, olhando nos meus olhos com um sorriso safado.
“Quero sentir você gozar aqui mesmo, quietinho, sem ninguém saber. Só eu sentindo o pau pulsar na minha mão enquanto o mundo continua ali fora.”
Enlouqueci de vez. Agarrei a coxa dela por baixo da água, apertando forte, o corpo inteiro tenso, o orgasmo subindo rápido demais com a adrenalina do risco. Gememos baixo juntos, bocas coladas no ouvido um do outro, escondendo o som.
O funcionário voltou a limpar o balcão. O casal se distraiu de novo. Ela acelerou o ritmo só o suficiente, sussurrando:
“Vai… goza pra mim. Aqui. Agora.”
O prazer explodiu em ondas quentes, o sêmen jorrando na mão dela debaixo d’água, o corpo tremendo em espasmos controlados. Ela não parou de alisar devagar, prolongando, até eu parar de pulsar. Depois tirou a mão devagar, lambeu os dedos discretamente como se fosse só água da piscina, e me deu um beijo leve na boca.
“Pronto. Agora a gente pode sair da água sem problema.”
Ela piscou, rindo baixo, e nadou devagar para a borda, o corpo brilhando ao sol, como se nada tivesse acontecido.
Dei um tempo, respirando fundo para me recompor, o corpo ainda tremendo leve dos espasmos debaixo d’água. Olhei para ela, o rosto corado mas com aquele sorriso satisfeito, e falei baixo, quase sem voz.
“Vamos pro quarto. Agora.”
Ela assentiu devagar, sem discutir, como se já esperasse isso. Saímos da piscina juntos, pegando as toalhas na borda, o sol batendo quente na pele molhada. Caminhamos pelo deck em silêncio, o biquíni dela grudado no corpo, gotas escorrendo pelas coxas, os pelinhos dourados brilhando. Eu sentia o pau ainda sensível dentro da sunga, mas o tesão não tinha ido embora — só mudado de forma.
Entramos no elevador vazio. As portas se fecharam com um clique suave. Apertei o botão do andar dela. O espelho refletia nós dois, corpos molhados, toalhas na cintura, cabelo dela bagunçado de água e sol.
Virei para ela, ainda ofegante.
“Você é louca.”
Ela riu alto, genuíno, jogando a cabeça para trás, o som ecoando no espaço pequeno. O riso era rouco, divertido, sem vergonha nenhuma.
“Sou mesmo. Mas você gostou, né? Gostou de quase ser pego enquanto eu te fazia gozar na mão.”
Ela se aproximou devagar, colando o corpo molhado no meu, os seios pressionando contra meu peito por cima da toalha. O cheiro de cloro misturado ao perfume dela subiu forte. Passou a mão pelo meu abdômen, dedos frios da água roçando a pele quente.
“E eu também gostei. De te ver tentando se controlar… e falhando lindamente.”
As portas do elevador abriram. Saímos rápido, o corredor vazio. Ela foi na frente, o quadril balançando sutil, a toalha baixa na cintura revelando a curva da bunda. Abriu a porta do quarto com o cartão, puxou-me para dentro sem acender a luz principal, só o abajur lateral ficou ligado, luz amarelada e suave.
Direto para o banheiro. Ela ligou o chuveiro, a água caindo quente e forte no box amplo. Tirou o top do biquíni primeiro, os seios pequenos e firmes livres, mamilos rosados endurecidos pelo contraste do ar-condicionado e da excitação. Depois a parte de baixo, deslizando devagar pelas coxas, revelando a buceta rosinha, lisinha, ainda inchada do tesão anterior.
Entrou debaixo da água, virou para mim e estendeu a mão.
“Vem. Vamos tirar o cloro… e o resto.”
Tirei a sunga rápido, o pau já semi-duro de novo só de olhar para ela ali, molhada, esperando. Entrei no box, a água quente nos envolvendo. Ela me puxou para perto, beijou minha boca devagar, língua quente e lenta, as mãos descendo pelas minhas costas, unhas arranhando leve onde os arranhões da noite anterior ainda ardiam.
A água escorria entre nós, lavando o suor, o cloro, o sêmen que sobrou. Ela colou o corpo no meu, a buceta roçando na minha coxa, o pau endurecendo contra a barriga dela.
“Agora sem risco de ninguém ver… só nós dois”, murmurou contra meus lábios. “Me mostra o que você queria fazer lá embaixo, mas não pôde.”
A água quente caía em cascata sobre nós, vapor subindo no box amplo, o som abafando qualquer ruído do corredor. Ela se virou de costas para mim devagar, encostando as palmas das mãos na parede azulejada, arqueando levemente as costas, a bunda firme se projetando para trás. O corpo molhado brilhava sob a luz fraca, gotas escorrendo pela coluna, pela curva da cintura, pelas coxas longas.
Comecei devagar. Minha mão direita desceu pela barriga dela, dedos deslizando pela pele quente e lisa, até chegar entre as pernas. Encontrei a buceta já encharcada, não só da água do chuveiro,a lubrificação era forte, grossa, escorregadia, os lábios inchados e quentes se abrindo sozinhos ao toque. O clitóris duro pulsava sob meu dedo médio, que circulei devagar, sentindo o corpo dela tremer e o quadril empinar mais. Ela soltou um gemido baixo, rouco, a cabeça caindo para trás contra meu ombro.
“Assim… continua…”, murmurou, a voz entrecortada pela água.
Virei ela de frente para a parede com cuidado, mas firme. A altura era perfeita, o corpo dela se encaixava exatamente no meu, como se tivesse sido feito para isso.
A bunda dela colou na minha virilha, o pau duro roçando entre as nádegas, depois descendo devagar até encaixar na entrada molhada.
Rocei a cabeça nos lábios inchados, subindo e descendo devagar, sentindo o calor apertado dela me envolver só na ponta, sem entrar ainda.
O atrito era lento, torturante, o pau escorregando na lubrificação abundante, misturada com a água quente.
Ela virou o rosto de lado, os lábios entreabertos, olhos semicerrados de tesão.
“Me come, Henrique… coloca forte. Estou doida pra te dar tudo… pra sentir você me abrindo inteira, me enchendo até o fundo.”
A voz saiu rouca, urgente, safada. Agarrei os quadris dela com as duas mãos, os dedos cravando na carne macia, e empurrei devagar no começo.
A cabeça do pau abriu caminho centímetro por centímetro, as paredes quentes e molhadas se moldando ao redor, apertando como se quisessem me sugar para dentro. Ela gemeu alto, as unhas arranhando o azulejo, o corpo tremendo inteiro quando cheguei ao fundo, o pau todo enterrado, pulsando dentro dela.
A sensação era perfeita, quente, apertada, escorregadia, cada contração dela me envolvendo como um punho de veludo molhado. Comecei a sair devagar, quase todo, só para entrar de novo com mais força, o som molhado ecoando no box junto com os gemidos dela. A cada estocada, os seios balançavam contra a parede, os mamilos roçando o azulejo frio, o quadril dela rebolando para trás para encontrar o meu ritmo.
“Assim… mais forte… me fode fundo… quero sentir você batendo lá no fundo, me fazendo gozar de novo…”, ela sussurrou, a voz quebrando em gemidos, o corpo se arqueando mais, oferecendo tudo.
Aumentei o ritmo, as mãos subindo pelas costas dela, uma segurando o ombro, a outra descendo para apertar o clitóris inchado enquanto eu entrava e saía com força, sentindo as paredes dela pulsarem ao redor do pau a cada movimento.
Ela gozou forte, sem freio. As paredes da buceta apertaram meu pau em espasmos rápidos e violentos, pulsando como se quisessem me espremer até a última gota.
O corpo inteiro dela convulsionou contra a parede, as coxas tremendo descontroladas, os joelhos cedendo de uma vez. Gritou rouco, alto demais para o quarto de hotel: “Ahhh… porra… gozando… gozando no teu pau… caralhoooo!”
O som ecoou no banheiro, misturado ao barulho da água caindo. As unhas arranharam o azulejo com força, o quadril empurrando para trás em estocadas descoordenadas, querendo mais fundo enquanto o orgasmo a atravessava em ondas longas e brutas. A lubrificação quente escorreu pelas minhas bolas, grossa e abundante, pingando no chão junto com a água do chuveiro. Ela arqueou as costas tanto que quase escorregou, as pernas bambas virando gelatina, o corpo amolecendo inteiro.
Segurei firme pela cintura, impedindo que caísse, o pau ainda enterrado até o talo, sentindo cada contração final me apertar como um punho molhado. Ela ofegava pesado, o peito subindo e descendo rápido, os seios colados no azulejo frio, um sorriso trêmulo e safado nos lábios entreabertos.
“Meu Deus… que gozada… não consigo nem ficar de pé…”, murmurou rouca, rindo fraco entre suspiros, o corpo ainda tremendo em réplicas menores.
Eu continuei devagar, entrando e saindo com calma, prolongando o prazer dela enquanto meu próprio orgasmo demorava a chegar, a punheta forte na piscina mais cedo tinha deixado tudo mais sensível, o pau inchado e latejando, mas resistindo, querendo sentir cada segundo dela se recuperando ao meu redor.
Ela virou o rosto de lado, beijou minha boca devagar, língua quente e preguiçosa, gemendo baixo contra meus lábios.
“Continua assim… devagar… me deixa te apertar até você não aguentar mais… quero sentir você gozar fundo, enchendo tudo…”
Ela me olhou nos olhos, ainda ofegante do próprio orgasmo, as pernas tremendo, mas o desejo intacto. A água quente escorria pelo rosto dela, pingando dos cílios, dos lábios inchados.
“Quero gozar na sua boca”, falei, a voz quase sumindo no barulho do chuveiro.
Ela sorriu devagar, safada, sem dizer nada. Deslizou devagar para baixo, as mãos descendo pelo meu peito, pela barriga, até envolver a base do pau com os dedos quentes e firmes. Ajoelhou no piso molhado do box.
Não perdeu tempo. Envolveu a cabeça com a boca quente e úmida de uma vez, chupando forte logo de cara, sem preliminares. A língua pressionava a parte de baixo da glande, circulando rápido, enquanto a boca descia fundo, engolindo quase tudo. O som molhado e ritmado enchia o banheiro, misturado aos meus gemidos baixos e aos dela, abafados ao redor do pau.
A sucção era intensa, apertada, a garganta relaxando para me receber mais fundo a cada descida. Uma mão dela apertava a base, masturbando o que não cabia na boca, a outra subia pela minha coxa, unhas cravando leve na pele molhada. Olhava para cima o tempo todo, olhos semicerrados brilhando de tesão, como se quisesse ver exatamente o momento em que eu perdia o controle.
O prazer subiu rápido demais. O pau pulsou forte na boca dela, inchado, sensível depois de tudo. Tentei segurar, mas não deu.
“Porra… vou gozar… na tua boca…”, avisei entre dentes, as mãos enfiadas no cabelo dela, guiando sem forçar.
Ela acelerou, chupando mais fundo, mais forte, a língua girando sem parar. O orgasmo veio violento, jorrando quente e grosso direto na garganta dela. Gozei em espasmos longos, o corpo inteiro tenso, gemendo rouco enquanto sentia ela engolir tudo, sem soltar, sem desperdiçar uma gota. A boca continuou sugando devagar, prolongando, limpando cada centímetro com a língua até eu parar de pulsar.
Só então ela saiu devagar, lábios inchados e brilhantes, um fio fino de saliva e sêmen ligando a cabeça do pau à boca dela por um segundo antes de romper. Engoliu o resto com um movimento lento e deliberado, olhando nos meus olhos, depois lambeu os lábios e sorriu, satisfeita.
“Delícia… tudo pra mim”, murmurou rouca, a voz ainda carregada de tesão. Levantou devagar, o corpo colando no meu de novo, beijando minha boca com gosto de nós dois misturados.
A água continuava caindo, lavando o suor, o prazer, o resto. Ficamos ali abraçados um instante, respirando pesado, sem pressa de sair.
Saímos do banho enrolados nas toalhas, ainda molhados e cheirando a sabonete e sexo. Caímos na cama sem cerimônia, nus de novo, pernas entrelaçadas, rindo baixo.
Passamos o resto do fim de semana assim. namoradinhos, transando. Domingo à noite ela montou em mim no sofá da varanda, rebolando devagar olhando a cidade, gozando baixinho enquanto eu apertava a bunda dela e enchia tudo lá dentro.
Segunda voltamos ao projeto no cliente, sorrisos profissionais, pernas roçando debaixo da mesa. Todas as noites ela batia na minha porta, por vezes sem nada por baixo. Transávamos a noite toda, todas as noites.
Na sexta de manhã, pegamos o mesmo voo de volta pra São Paulo. Sentamos lado a lado, pernas roçando disfarçadamente debaixo da mesinha, mãos se tocando escondidas quando a aeromoça passava.
No desembarque do Congonhas, demos um abraço rápido no saguão, daqueles que parecem profissionais mas carregam o cheiro um do outro ainda na pele. “Se cuida, Henrique”, ela murmurou no meu ouvido. “E quem sabe na próxima viagem…”. Virou as costas, o quadril balançando sutil no vestido leve, e sumiu na multidão. Eu fui pro táxi, direto pro escritório, já abrindo o laptop pra ver a agenda de projetos. Torcendo, no fundo, pra que o próximo projeto dela como gerente caísse exatamente no meu caminho de novo.
Seria difícil, mas não custava sonhar.