Naquela tarde do terceiro dia de passeio, nos deitamos após o almoço pra um cochilo gostoso. Quando acordei, minha Rosinha ainda dormia junto a mim e, ao lado dela, o tio Carvalho também estava em sono profundo. Me chamou a atenção que um dos seios da minha esposa escapava da camiseta sem mangas que usava, e a xotinha também parecia querer se libertar do shortinho curto e largo que mal cobria sua região íntima. Ao olhar para o tio Carvalho, notei que, embora dormindo, seu pau estava duro e estufando o short de tecido fino e semitransparente que usava. Me virei pra Rosinha e comecei a despertá-la com beijinhos no rosto e carinhos nos seios e, à medida que ela ia acordando, desci a mão e enfiei pela perna do shortinho largo pra lhe fazer uma carícia na xaninha raspadinha que naquele fim de semana tanto prazer estava dando a mim e ao tio Carvalho.
Rosinha (sorrindo de olhos fechados, abrindo as pernas e facilitando que meus dedos escorregassem pela fenda sempre úmida) – Oh, amor, adoro quando você me acorda com carinhos assim! Sentir seus beijos no meu corpo e seus dedos na minha xaninha me dá vontade de dar!
Eu (enfiando o dedo na toquinha quente e despertando a curiosidade dela) – Você vai sentir mais vontade de dar quando ver que o pau do tio Carvalho tá duro e estufando o short.
Rosinha (abrindo os olhos, procurando pelo tio e sorrindo ao ver o short dele esticado parecendo uma barraca armada) – Uau, o tio é tão safado que fica de pau duro até dormindo!
Eu – E você bem que tá gostando de passar o fim de semana com ele taradão desse jeito, né! Já deu pra ele várias vezes!
Rosinha (se virando pra mim, puxando meu short pelas pernas e sorrindo ao me ver pelado e meu pinto mole) – Eu já dei bastante pro tio e ainda vou dar mais, mas você também me comeu várias vezes, minha xotinha tá sensível de tanto dar pra vocês!
Minha esposa se levantou, levou o dedo até a boca fazendo sinal pra que eu ficasse em silêncio, se aproximou do tio Carvalho e delicadamente, pra não acordá-lo, puxou o tecido descobrindo o picão grosso que apontava pro teto e sorriu pra mim.
Rosinha (montando em minhas coxas sem tocar meu pinto e falando baixinho pra não despertar o tio) – Veja o tamanho da piroca do tio, amor! Além de comprida é grossona!
Tentei pegar no meu pinto pra massagear, mas ela me impediu segurando minha mão me fazendo perceber que queria ver ele endurecer só com as provocações que fazia.
Eu (sentindo meu pinto pulsar e começando a crescer) – Você tá gostando de comer o cacetão do tio?
Rosinha (ao ver meu pinto crescer e falando baixinho) – Tô adorando, nunca comi um pau tão comprido e grossão igual ao dele!
Eu (fazendo pergunta de corno) – E o que você sente quando o pauzão dele tá dentro de você?
Rosinha (sentando no meu pinto semi duro, encaixando a cabeça entre os lábios vaginais, porém sem penetrar porque ele não estava duro o suficiente) – Sinto minha xota cheia, a entradinha esticada de tão grosso que é o pau, e quando ele enfia tudo em mim, sinto a cabeçona empurrando meu útero.
Eu (sentindo meu pau crescendo, endurecendo e procurando a portinha do paraíso entre as pernas da minha mulher) – Você sente dor quando ele mete tudo?
Rosinha (dando uma reboladinha facilitando que meu pau, à medida que crescia e endurecia, entrasse na sua toquinha) – A grossura do pau dói um pouco no início, depois me acostumo, mas o comprimento dói mais e não aguento o pau do tio enterrado em mim durante muito tempo. Quando estou pra gozar, aí quero tudo dentro, gosto que ele enfie até o saco, me dá um puta tesão e aguento a pirocona todinha e, apesar de sentir ela aqui no meu umbigo (pondo o dedo logo abaixo do umbigo), sinto necessidade de sentar com vontade, afundar a bunda com força e rebolar no cacetão até gozar bem gostoso!
Quando ouvi isso da minha esposa, meu tesão aumentou, meu pau endureceu totalmente e começou a entrar na xaninha dela.
Rosinha (rebolando, completando e encaixe do pau na sua buceta e se abaixando pra falar baixinho no meu ouvido) – Oh, amor, é uma delícia sentir seu pau endurecer e entrar na minha xaninha! Ele cresceu assim porque eu disse que gosto de gozar no pauzão do tio Carvalho enterrado na minha bucetinha?
Eu (sentindo ela me chupar o pescoço) – Você me deixa tesudo quando fala que o cacetão do tio enche sua buceta e empurra seu útero. Você é muito puta, sabia?
Rosinha (rebolando lentamente na minha pica e sussurrando no meu ouvido) – Maridinho que fica tesudo ao saber que a esposa putinha gosta de dar pra outro macho é corninho, sabia? (me encarando) - Você é meu corninho?
Eu (com vergonha de responder, olhei pro lado e ao ver que o tio continuava dormindo, falei o que minha esposa queria ouvir) – Sou o seu corninho, sim! E você é minha putinha gostosa e tarada por pica?
Rosinha (roçando seus lábios nos meus e lambendo minha boca) – Ai, amor, não sei porque eu sou assim, mas eu confesso que gosto muito de pau, se eu pudesse iria experimentar um cacete diferente todos os dias.
Senti um arrepio ao ouvir aquilo e imediatamente imaginei minha esposa pelada numa cama, transando, e uma fila de machos pelados com os paus duros esperando a vez pra meter. Minha mulher levantou o tronco e ficamos naquela sacanagem deliciosa, ela rebolando lentamente e sentindo nossos sexos encaixados até que falou:
Rosinha (sorrindo pra mim e desfazendo nossa conexão) – Vou acordar o tio sentando na cara dele!
Eu – Sua xota tá meladinha!
Rosinha (sorrindo com cara de sapeca) – Ela tá bem cremosinha do caldinho da minha xaninha e do seu pau; o tio vai adorar sentir o gostinho e o cheirinho de xota metida!
Às vezes eu me sentia confuso, pois em algumas ocasiões passadas a Rosinha reclamou de mim por sentir nojo de lamber a xota dela quando estava gozada ou de beijá-la após ela ter chupado o tio. Ela dizia que os fluídos que se formam durante o sexo são naturais e não devemos ter nojo; ela achava natural me beijar ou o tio com a boca babada da pica do outro. Em outras vezes eu pensava que fazer um sentir o creme do outro era uma tara dela que parecia lhe dar muito prazer.
Me acomodei apoiado num almofadão e assisti a minha mulher, com um sorriso safado no rosto, se posicionar com os pés ao lado da cabeça do tio Carvalho que ainda dormia. Lentamente ela foi se agachando até tocar levemente a pontinha dos lábios vaginais no nariz dele que, também devagar, sentindo o cheiro da fêmea, sorriu e aspirou o ar ruidosamente levando pra dentro do pulmões o perfume que exalava daquela fruta recém degustada por mim, e que agora ele também teria o prazer de provar, mais uma vez!
Carvalho (abrindo os olhos e sorrindo ao se deparar com a xota aberta da minha mulher roçando levemente seu nariz) – Ufff, ufff, ufffff! Que delícia esse cheirinho de buceta! (esticando a língua e lambendo a fenda cremosa) – Huuuuummm, e tá cremosinha! Que delícia!
Minha esposa sorriu pra mim, parecia dizer silenciosamente que o tio não sentia nojo de lamber sua xota melada, e sentou se acomodando sobre seu rosto pra que ele pudesse se deliciar com o suco da fruta que ela lhe oferecia. Em seguida ela o ajudou a tirar o short, agarrou a piroca grossa e sorriu pra mim antes de abocanhar a cabeça e tentar enfiar o máximo que conseguia na boca. Caros leitores, ver a esposa montada em outro macho, esfregando a buceta na cara dele ao mesmo tempo em que chupava com tara a pica dura que dizia lhe dar muito prazer e gozo, me fez sentir um misto de ciúme e tesão!
Meu pau começou a latejar de tão duro, peguei ele pela base e iniciei uma punheta lenta enquanto assistia minha esposa se deliciando com um cacete maior que o meu. Lembrei-me, naquele momento, daqueles maridos cornos que eu via em vídeos na internet batendo punheta e gozando enquanto apreciavam suas mulheres gemendo e gozando em outras picas. Oh, caros leitores, que delícia assistir minha amada esposa com a boca cheia de pica de outro macho!
Aquele 69 que faziam durou uns poucos minutos até que a Rosinha se levantou da cara do tio e, de costas pra ele, foi sentar no pau, cuja cabeça brilhava de tão inchada. De cócoras sobre o obelisco, ela procurou com a buceta a pica que tanto desejava até encaixar a cabeça na portinha do paraíso e iniciar a decida da bunda.
Rosinha (de olhos fechados, concentrada no cacete que entrava em sua xota) – Putz, tio, seu pau é muito grosso!
Minha esposa foi baixando a bunda lentamente parecendo disposta a sentar por completo no tio, mas parou ao sentir a tora comprida empurrando seu útero.
Rosinha (gemendo e apertando o cuzinho) – Ai, além de grosso, é comprido também!
Ainda sobravam alguns centímetros de pica pra fora da buceta quando ela se ajeitou apoiando as mãos nos joelhos do tio e, na tentativa de engolir todo o cacete, rebolou como se aquele movimento pudesse fazer a pica comprida desaparecer por completo dentro dela sem causar incômodo. Percebi claramente que ela queria comer tudo aquilo, mas parecia sentir dor. Vi ela respirar fundo, fechar os olhos e, num esforço maior, baixar o quadril até encostar seus lábios vaginais no púbis do tio e finalmente engolir todo o cacete por alguns segundos, mas logo levantou a bunda, pois não conseguia manter tudo aquilo dentro dela por muito tempo.
Rosinha (olhando pro tio e sorrindo como se tivesse vencido um desafio) – Ufffff, dói pra caralho, mas eu consegui comer seu pau todinho!
Carvalho (acariciando as nádegas da minha mulher) – Não tenha pressa, minha linda, com o tempo você vai se acostumar e gostar muito de ter meu pau inteiro dentro de você!
Me surpreendi ao ouvir o tio falar “com o tempo você vai se acostumar”! Ao que tudo indicava, ele tinha pretensões de continuar comendo minha esposa. E mais surpreso fiquei ao ouvir minha mulher:
Rosinha (descendo a bunda, comendo mais uma vez todo o cacetão do tio, sorrindo pra mim e provocando, embora não conseguisse disfarçar uma leve expressão de dor) – Não sei se vou me acostumar não, tio, seu pau é comprido demais pra mim; vamos ter que fazer muitas vezes pra eu aguentar ele todinho dentro de mim!
Vendo e ouvindo aquelas putarias todas, decidi ser mais ativo, me levantei e, em pé, dei meu pau pra Rosinha chupar; talvez com a boca cheia, ela parasse de me provocar. Ao ver meu cacete duro diante dos olhos, ela o agarrou e abocanhou como se fosse o último do mundo. Deixou de rebolar no pinto do tio Carvalho pra se dedicar ao meu, chupou, lambeu e mordeu com tara. Adorei ver o tesão da minha mulher pelo meu pau! Não demorou muito e ela mudou a posição, se levantou desfazendo o encaixe com o tio, virou a bunda pra mim, empinou bem o rabo e pediu, antes de abocanhar outra vez o cacete do tio:
Rosinha (olhando rapidamente pra mim) – Me come, amor, mete seu pau gostoso na minha buceta, sinta como o tio deixou ela bem larga!
Meti e, apesar do meu pau entrar fácil, adorei aquela sensação de meter na buceta da minha esposa logo após um pau mais grosso sair de dentro dela.
Rosinha (tirando o pau do tio da boca, outra vez olhando pra mim, provocou) – Gosta da minha buceta arrombada assim, amor!
Eu (tirando o pau da xota, batendo ele no cuzinho dela e aproveitando pra provocar) – Sua buceta tá toda larga, meu pau tá folgado dentro dela!
Caros leitores, não sei se a Rosinha sentiu a provocação, ou se quis me agradar, ou se realmente estava a fim quando me ofereceu a bunda. Além da oferta verbal, ela também levou a mão até atrás me dando a certeza de que eu não havia ouvido errado.
Rosinha (pegando no meu pau e o direcionando pro cuzinho que fez questão de exibir contraindo a musculatura pra dentro e pra fora, apertando e relaxando o buraquinho) – Mete na minha bunda, amor, enfie seu pau no meu cuzinho que ele tá bem apertadinho, do jeito que você gosta!
Caros leitores, minha esposa já havia oferecido o rabinho pra mim outras vezes, mas sempre na intimidade do nosso quarto, e nunca na presença de ninguém. Quando ouvi aquela oferta, dei um jeito de olhar pro tio e o vi sorrindo, parecia tão feliz quanto eu. Lambi o cuzinho da minha mulher, enfiei a língua molhada e deixei nele uma boa quantidade de saliva. Em seguida também molhei meu pau e apontei a cabeça para o centro onde as preguinhas se encontravam. Fui devagar, muito lentamente pra não causar dor na minha amada, mas ela, daquela vez, parecia ter pressa e, pegando na minha coxa, me puxou pra dentro dela. Mas bastou que a cabeça do pau entrasse pra ela recuar o corpo e gemer:
Rosinha – Ai, amor, devagar, seu pau tá muito duro!
Eu (brincando) – Eu estava indo devagar, foi você quem me puxou e meu pau entrou!
Rosinha (rindo) – Mesmo que eu puxar você, vem devagar, pois quando eu tô tarada quero tudo rapidinho e na bunda tem que ser bem devagarinho!
Ela parou de chupar o pau do tio e ele aproveitou pra puxar um almofadão e apoiar as costas se acomodando meio sentado. Enquanto eu enfiava lentamente meu pau no cuzinho apertado da minha esposa, ele lhe fazia carinhos nos seios e tentava confortá-la pela dor sentida.
Carvalho – Isso, minha flor, faz força com o cuzinho pra fora que ele se abre e a dor diminui, sinta seu rabinho se abrindo pra comer o pau do Fer, sinta como é gostoso um pau entrando no seu cu!
Rosinha (rindo, mesmo não conseguindo disfarçar a dor que sentia) – Cê fala que é gostoso um pau entrando no cu porque não é no seu, tio! Tá doendo pra caralho, sempre dói quando tá entrando!
Carvalho (enfiando a mão por baixo dela e lhe fazendo um carinho na bucetinha) – Você gosta, minha linda, eu sei que você gosta de sentir um pau no cuzinho, deixe entrar que depois que o buraquinho se abrir e o pau entrar todo, a dor se transforma em prazer e você vai gostar!
Quando consegui enfiar todo o cacete no cu da minha mulher, senti meu saco tocando nos dedos do tio, um pouco mais abaixo, que acariciavam a xaninha dela, mas ele pareceu não se importar e continuou excitando minha fêmea ainda mais.
Eu (pressionando meu púbis no rego traseiro da Rosinha dando a ela a certeza da penetração total) – Entrou tudo, amor, meu pau tá todinho enterrado no seu cu!
Rosinha (dando uma reboladinha) – Tô sentindo, Fer! Meu cuzinho tá cheio com o seu pau; agora tá ficando gostoso!
O tio se desfez do almofadão e se deitou novamente e minha esposa voltou a chupar o cacetão que ele lhe oferecia. A tara da minha mulher aumentava e a chupada que ela dava no pauzão era digna de um filme pornô; enfiava tudo que aguentava na boca, tirava, lambia desde as bolas do saco até retornar à cabeça da picona e, por vezes, sorria pro tio enquanto batia com o picão na sua cara.
Rosinha (batendo o cacetão do tio no próprio rosto) – Ufffff, delícia de picão grosso e comprido você tem, tio!
Carvalho (sorrindo pra minha mulher e lhe acariciando os cabelos) – Se você gosta tanto do meu pau, que tal você sentar e comer ele com essa sua bucetinha gostosa?
Rosinha (sorrindo pro tio) – Agora não dá, tio, tô dando a bunda pro Fer!
Carvalho (despertando a curiosidade da minha esposa) – Você tem dois buraquinhos gostosos aí atrás, enquanto dá o cuzinho pro Fernando, pode dar a bucetinha pra mim; que tal?
Caros leitores, ao ouvir a proposta que o tio fez à minha esposa, me vieram na mente as cenas de duplas penetrações que eu via na internet e, ao imaginar minha amada ensanduichada por mim e o tio, senti um calafrio e o coração acelerar.
Rosinha (depois de uns segundos de silêncio, olhou pra trás, me encarou, sorriu e sua expressão facial dizia que ela desejava uma aventura sexual mais ousada) – Quer tentar, amor?
Eu (interrompendo o vai e vem do meu pau no cuzinho, sorrindo, mas com vergonha de responder que eu desejava fazer uma dupla penetração com ela, pra não parecer muito corno) – Você quer?
Rosinha (sorrindo pra mim) – Meu maridinho gostoso, cê tá doidinho pra me fazer sofrer com duas picas enterradas em mim e tá com vergonha de admitir, né!
Me assustei quando ela começou a frase achando que iria me chamar de corninho na presença do tio, mas apesar do tesão que sentia, ela conseguiu se controlar. Ufa (risos)!
Rosinha (largando o pau do tio e abrindo um pouco mais as pernas, o convidou) – Vem, tio, venha mais pra baixo pra que eu possa montar em você, vamos tentar, mas não sei se vou aguentar ser o recheio do sanduiche entre vocês dois!
O tio se arrastou e foi entrando entre as pernas da minha mulher enquanto ela, tentando facilitar, empinava a bunda pra que ele se acomodasse entre as coxas, mas sem que eu precisasse tirar meu pau do cuzinho dela. Por fim, quando o cacete do tio Carvalho estava posicionado na altura da xota, minha esposa agarrou a mangueira grossa e apontou pra entradinha da buceta e sentou tentando engolir a piroca, mas a xaninha estava tão apertada que não entrava.
Rosinha (depois de algumas tentativas sem sucesso) – Ai, Fer, o seu pau no meu cuzinho esticou tanto a pele aqui embaixo que a minha xaninha tá muito apertadinha, acho que você vai ter que tirar o pinto da minha bunda pro tio enfiar o dele na xota; tire um pouquinho e depois você tenta enfiar de volta no meu cuzinho.
Fiz o que a Rosinha sugeriu e lentamente tirei o pinto do cuzinho dela que se fechou, mas vi que as preguinhas não estavam tão apertadinhas como antes de meter o pau naquele furinho lindo. Minha esposa agarrou o pau do tio e o apontou para a bucetinha que, sem grande esforço, engoliu a piroca grossa quase até o fim. Ela desceu a bunda comendo a picona com a xaninha, porém deixou alguns centímetros pra fora, provavelmente por sentir o toque da cabeça no seu útero. Eu, curioso, acompanhei a descida do traseiro dela e me encantei com o tamanho da buceta da minha mulher quando o pau do tio entrou nela. Pra engolir aquela estrovenga, a portinha daquela preciosidade esticou-se bastante formando um anel de pele ao redor e revelando a capacidade de uma mulher para aguentar picas grossas na xota. Caros leitores, sem querer ser muito corno, admito que ver a buceta da minha amada esposa esticada daquele jeito, com um piroca enorme dentro dela, me pareceu a imagem mais tesuda do mundo. Queria uma foto daquela imagem pra pôr na página inicial do meu computador (risos)!
Rosinha (sorrindo pra mim e rebolando a bunda) – Agora sua vez de novo, amor! Vamos tentar, mas não sei se vou aguentar vocês dois juntos dentro de mim; vem, tente meter bem devagarinho no meu cuzinho!
O tio Carvalho agarrou as nádegas da minha mulher abrindo ainda mais aquela bunda deliciosa e me oferecendo o cuzinho que já me pertencia. Apontei meu pau no anelzinho que parecia bem mais apertado, provavelmente porque o pau do tio, enterrado na buceta e esticando a entradinha, tornava o cuzinho ainda menor. Segurei meu pau pela base e tentei acomodar a cabeça no centro das preguinhas anais da minha esposa e empurrei com cuidado, mas a cabeça escorregava para as laterais e não entrava. O cuzinho parecia estar recusando meu pau (risos)! Depois de várias tentativas sem sucesso, a própria Rosinha levou a mão pra trás e segurou meu pinto, mas não pela base, e sim ao redor da cabeça e a apontou pro seu buraquinho traseiro. Empurrei o pau novamente e tentei meter, porém imaginando que ele escorregaria pra longe da portinha; mas, pra minha surpresa, a cabeça se acomodou no centro do furinho e entrou com uma velocidade bem acima do que eu desejava.
Rosinha (reclamando, recuando o corpo e fugindo de mim) – Ai, amor, assim com força dói, vem devagar!
Cheio de tesão, outra vez me preparei pra meter e a própria Rosinha segurou novamente meu pau apontado pro seu rabinho. O tio Carvalho abriu as nádegas dela arreganhando a bunda e de novo oferecendo o buraquinho que eu tanto desejava. Empurrei bem devagar e senti a cabeça se acomodando na entradinha do cu. Dei um tempinho pra minha mulher se acostumar e forcei um pouquinho mais pra dentro e vi maravilhado alguns centímetros do meu cacete desaparecerem dentro da bunda da minha fêmea.
Rosinha (gemendo e empurrando minha coxa) – Ai, amor, tire, tire que tá doendo!
Obedeci, esperei alguns segundos até que ela mesma pediu:
Rosinha (levantando a bunda fazendo com que o pau do tio saísse da sua buceta) – Vem, amor, vamos tentar de novo, mas sem o pau do tio na xota; enfie o seu no meu cuzinho!
Enfiei a cabeça e, percebendo a receptividade do cuzinho, fui metendo devagar até atolar por completo meu pau naquele cu quentinho. Assim que iniciei os movimentos de vai e vem, a Rosinha pediu que eu tirasse:
Rosinha – Tire, amor, tire seu pau da minha bunda e deixe o tio meter na xota um pouquinho!
Eu, que tanto queria fazer da minha esposa o recheio de um sanduíche entre eu e o meu tio dotado, percebendo que ela desejava fazer revezamento, ora eu na bunda, ora o tio na xota, já estava me conformando que não daria pra fazer uma dupla penetração. Mas logo depois me enchi de esperanças novamente quando ela, sentada no cacete do tio Carvalho, pediu:
Rosinha – Amor, acho que meus buraquinhos estão abertos agora, tente meter novamente no meu cuzinho, vamos tentar sem tirar o pau do tio da minha xota!
Outra vez segurei meu pau apertando os dedos ao redor da cabeça pra que ela não escorregasse e perdesse a entrada do furinho e lentamente fui empurrando. Minha esposa começava a suar, parecia tensa, provavelmente pela dor que havia sentido e talvez imaginando a dor que ainda estava por vir. Forcei o pau pra dentro daquele cu que parecia recusar o invasor. Devagar, bem devagar fui empurrando até que a minha esposa colocou a mão na minha coxa, mas numa posição indicando que eu deveria parar, e não tirar o pau cuja cabeça já estava acomodada, porém apertada pelos músculos que fecham a entrada daquela caverna. Dei um tempinho até que a Rosinha tirou a mão da minha coxa me fazendo imaginar que eu poderia continuar enfiando o pau naquele cu que tanto me enfeitiçava. Empurrei mais um pouco o cacete até que metade dele desapareceu naquele buraco quente e apertado. Outra vez ela colocou a mão na minha coxa, mas não pra me empurrar pra longe dela, nem pra que eu interrompesse a metida, mas sim pra me puxar ainda mais pra dentro da sua bunda. Além de satisfazer o desejo de enterrar minha pica naquele cu e de sentir a minha amada esposa pressionada entre eu e o tio Carvalho com nossos pintos enterrados nos seus dois buraquinhos deliciosos, também agradei a minha amada que ansiava pela penetração total. Afundei meu pau e provoquei:
Eu (pressionando meu púbis nas preguinhas anais da minha esposa, segurando ela pelos ombros e a puxando pra baixo a obrigando a se sentar e comer toda a pica do tio) – Pronto, tá tudo dentro de você, meu pau e o do tio, no seu cu e na sua buceta, minha putinha!
Rosinha (sentindo a dor da dupla penetração, principalmente porque o pau do tio entrou até o talo na sua bucetinha) – Ai, amor, tá doendo pra caralho! Vocês vão acabar comigo assim, putz, como dói ter dois cacetes socados em mim!
Eu (apesar do enorme tesão que sentia, me dei conta de que talvez estivesse submetendo minha amada esposa a um sofrimento e tirei metade do meu pau do seu cu, além de empurrar ela um pouco pra cima pra que um pedaço do pau do tio saísse da sua buceta) – Oh, amor, desculpe, me empolguei, desculpe, desculpe!
Rosinha (levantando o tronco, sentando fundo outra vez na pica do tio e, com as mãos pra trás, me puxando pra dentro do seu cuzinho) – Dói, amor, dói muito, mas é a dor mais gostosa do mundo! Putz, sempre sonhei com isso e achava que eu não aguentaria, mas é bom demais ter duas picas dentro de mim!
A partir daí eu e o tio começamos a meter, a princípio devagar e, à medida que a Rosinha demonstrava mais prazer que dor, íamos aumentando o ritmo e a profundidade das metidas. Ora eu empurrava e o tio puxava, ora nós dois afundávamos nossas picas nos buracos da minha mulher que gemia e gritava como uma puta:
Rosinha – Puta que pariu, vocês vão acabar comigo! Vocês estão rasgando minha buceta e meu cu, aiiiii, tô sentindo seus cacetes me fodendo, ai, que coisa boa ter duas picas dentro de mim!
Eu e o tio Carvalho, vendo o tesão e o prazer da minha esposa putinha que, falando tantas putarias, também estava nos levando ao ápice do prazer. Aceleramos nossas investidas naqueles buraquinhos e acho que até nos esquecemos que aquela mulher que ali estava entre nós, agasalhando no cu e na buceta nossas picas duras, era minha esposa e sobrinha dele. Começamos a meter com força e profundamente e eu outra vez a segurei pelos ombros e a fiz sentar e comer toda a pica comprida do tio.
Carvalho (provocando minha mulher) – Sinta, minha putinha, o quanto é bom dar pra dois ao mesmo tempo e ter duas picas enterradas em você, uma no cu e outra na buceta! Tô cheio de tesão te fodendo junto com o Fernando, tô sentindo meu pau apertado dentro da sua buceta e o dele, enterrado no seu cu, se esfregando apertado no meu! Ahhh, como é bom meter nos seus buraquinhos apertados, minha linda!
Eu (montando na bunda e socando forte meu pau no cu da Rosinha) – Tá gostando, minha putinha de ter dois cacetes dentro de você? Lembra de quando a gente fantasiava com isso e gozava gostoso imaginando duas picas dentro de você, abrindo seus buraquinhos e gozando dentro, te enchendo de porra quente, lembra? A nossa fantasia virou realidade e logo eu e o tio vamos esporrar no seu rabo e na sua buceta! Quer sentir nossas porras dentro de você, quer?
Rosinha (rebolando e sentando com força, comendo toda a picona do tio e empurrando o rabo pra trás buscando também uma penetração profunda do meu pau no seu cu) – Ai, vocês estão de matando de prazer, não vou aguentar mais, ai, como é bom dar pra dois ao mesmo tempo, como é bom ser metida por duas picas, ai, que tesão do caralho, não tô aguentando mais, vou gozar, vou gozar, ai que delícia, me fode, me fode, acabem comigo que eu sou a puta de vocês, ai, eu tô gozando, tô gozaaaaandooooo!
Eu e o tio, imaginando que após gozar a Rosinha precisasse descansar e não aguentasse continuar dando pra nós, aceleramos nossas metidas, socamos fundo sem nos importar se ela aguentaria ou não nossas investidas e usamos o corpo da minha amada para o nosso prazer; metemos com força até despejarmos dentro dela, eu na bunda e o tio na xota, nossas porras quentes recheando de caldo masculino o interior da minha esposa.
Eu - Ai, tá vindo, vou gozar, minha putinha, vou encher seu cu de porra! Vai você também, tio, goze e encha a buceta da minha puta de porra quente que ela gosta, vai, tio, dá porra pra essa vagabunda que ela sempre sonhou em ser a puta de dois; ai, tô gozando, que delícia esporrar no seu cu, minha putinha, sentindo outro pau enterrado na sua buceta, vou gozar, delíciiiiiaaa!
Carvalho – Goze, minha linda, goze bem gostoso pra nós, você gozando fica ainda mais linda, sinta nossos cacetes enterrados em você, ai, como é bom sentir sua buceta apertando meu pau, tô sentindo o pau do Fernando encostado no meu e gozando dentro de você, ai, eu não tô aguentando mais me segurar, vou gozar, minha flor, tome, tome minha porra dentro dessa sua buceta quentinha, ai, que delícia gozar dentro da minha putinha, ohhh, bucetinha gostooooosa!
Meu coração se acelerou de tal modo que temi sofrer um ataque cardíaco. O tio, debaixo da minha mulher, emudeceu, ele curtia a deliciosa sensação que somente o prazer do gozo nos proporciona. A Rosinha, ainda prensada entre eu e o tio, parecia não encontrar forças pra se livrar dos pintos ainda duros que permaneciam enterrados nos seus buraquinhos. A minha posição depois do gozo se tornou um pouco incômoda e, então, bem lentamente comecei a tirar o pau do cuzinho da minha mulher que, ao se livrar do invasor, se fechou quase que totalmente, mas ainda aparentando que foi duramente castigado. Deitei-me no colchão ao lado deles, porém guardando um espaço para a Rosinha.
Rosinha (desmontando o tio e se deixando cair pesadamente no colchão entre eu e ele, murmurou) – Vocês acabaram comigo, nunca gozei tão gostoso como agora! (acariciando nossas barrigas e sorrindo de olhos fechados) – Adorei dar pra vocês dois juntos! Tô me sentindo uma mulher especial, muito feliz!
Não resistimos à moleza do gozo e dormimos por quase uma hora ali nos colchõeszinhos. Acordamos com fome e o tio foi tomar banho enquanto eu e a Rosinha continuamos deitados esperando e passando o tempo pra podermos entrar no chuveiro juntos.
Eu (acariciando minha amada esposa) – E, aí, como foi realizar sua fantasia de dar pra dois ao mesmo tempo, gostou?
Rosinha (se virando pra mim, sorrindo e provocando) – Tô acabada, amor, você castigou meu cuzinho e ele tá bastante dolorido; e o tio me arrombou a xota com aquele pauzão grosso, mas adorei! Agora que experimentei dois machos só pra mim e gostei, vou querer sempre!
Eu (rindo) – Nem pense nisso, o que aconteceu aqui hoje foi uma situação especial e isso não vai mais se repetir!
Rosinha (fazendo biquinho) – Ahhh, amor, foi tão gostoso, gozei como nunca antes, e aposto que você e o tio gozaram bem gostoso, também!
O tio Carvalho voltou pelado e molhado pra sala, usava apenas chinelos e o pau mole balançava ao ritmo dos movimentos que fazia pra se enxugar. Pra provocar minha esposa, sabendo que chamaria a atenção dela, havia puxado a pele do pau e exibia a cabeça descoberta.
Rosinha (olhando pra ele e em seguida sorrindo pra mim) – Fer, esse nosso tio é muito safado, gozou há poucos minutos e já tá me provocando outra vez!
Eu (me fingindo de inocente) – Ele apenas tá pelado se enxugando, não acho que esteja provocando você!
Rosinha (rindo) – Tá, sim, amor, ele botou a cabeça do pinto pra fora e veio se enxugar aqui na sala só pra mostrar a cabeçona pra mim!
Eu (rindo, me levantando e puxando ela pela mão) – Vem tomar banho, dona Rosinha, você já deu muito hoje e, pelo jeito, continua com vontade de dar mais!
Fomos pro banho enquanto o tio esquentava o jantar; satisfeitos de tanto gozar, apenas lavamos nossos corpos e nos ajudamos na hora de lavar as costas, momento em que um ajudou o outro.
Rosinha (bem humorada, de cócoras lavando o cuzinho) – Uau, amor, tô sentindo que você fez um estrago no meu furinho, ele tá tão aberto que preciso ter cuidado pra não perder o sabonete nele!
Como eu já tinha me lavado, aproveitei que ela estava agachada e dei meu pinto pra ela chupar, mesmo estando mole. Ela, que nunca recusou uma pica, abocanhou e engoliu todinho, mordeu de leve, chupou e finalizou dando um beijinho na cabeça.
Rosinha (sorrindo pra mim) – Adoro seu pinto, amor, mesmo estando molinho!
Terminamos o banho e fomos ajudar o tio Carvalho com o jantar. Nos vestimos com roupas leves, ela com um camisão comprido sem sutiã ou calcinha, e eu com um short esportivo sem forro. Ao chegarmos na cozinha, o tio estava com a toalha enrolada na cintura e picava verdura pra salada.
Carvalho (provocando minha esposa) – Rosinha, você gosta de verdura, quer verdura minha?
Rosinha (esperta e captando a brincadeira de duplo sentido do tio) – Gosto muito de ver dura a sua, tio, e também a do meu amorzinho Fer e a de quem mais aparecer, mas no momento, satisfeita como estou, e com fome, tô querendo uma comidinha bem quentinha, aliás, tio, antes que você pense bobagem, eu tô querendo uma refeição bem quentinha pra encher minha barriga que tá roncando de fome!
Eu (brincando) – Oh, amor, você comeu tanta “coisa” hoje que não deveria estar com fome, não!
Rosinha (sorrindo) – As “coisas” que comi hoje não matam a fome, Fer; aliás, as “coisas” que comi durante o dia me deram ainda mais fome e estou precisando de uma refeição bem gostosinha!
Nos sentamos à mesa e apreciamos a comida simples, porém quente, saborosa e ainda mais gostosa porque estávamos em paz, satisfeitos, felizes e na companhia de quem gostamos. Ah, caros leitores, como é bom transar e gozar; que sensação gostosa sentimos após um sexo bem feito!
Após o jantar fomos pra varanda na porta da casa beber um pouco mais de vinho e conversar apreciando a paisagem, o céu estrelado e o clima ameno. Nos sentamos num banco de madeira, eu e o tio nas laterais e a minha Rosinha entre nós. O clima era de calma, estávamos satisfeitos de tanto fazer sexo e parecia que a noite terminaria numa boa prosa. Entre uma e outra taça de vinho, conversamos por quase uma hora até que o tio falou:
Carvalho (se levantando, soltando a toalha que tinha na cintura e se desnudando) – Tô sentindo calor, vou me refrescar na água da represa.
Eu e a Rosinha acompanhamos com o olhar o tio caminhando pelado rumo à água sem ver naquela atitude nenhuma intenção de provocar, mas ao retornar, o pinto, apesar de mole, estava grande e vinha balançando e batendo numa coxa e outra e com a cabeça exposta, coisa que ele sempre faz quando quer provocar minha mulher. E conseguiu chamar a atenção dela:
Rosinha (atraída pela visão do pau grande com a cabeçona exposta) – Tio, em que você estava pensando lá na água que fez o seu pinto ficar grandão assim? E porque você botou a cabeça pra fora, tá querendo me provocar, é?
Carvalho (se enxugando com um sorriso safado no rosto) – Oh, Rosinha, eu só estava me refrescando na represa, e eu botei a cabeça pra fora porque é costume meu sempre dar uma lavadinha no pinto quando estou na água!
Rosinha (pondo a mão sobre meu short e pegando no meu pinto mole) – Veja, Fer, que tio safado nós temos, aposto que ele tava batendo punheta lá na água pro pau ficar grande e ainda botou a cabeça pra fora pra eu sentir vontade!
Eu (provocando) – Ah, mas você se divertiu bastante hoje, já deu e comeu muito e acho que não vai querer mais nada além de dormir!
Enquanto eu e a Rosinha conversávamos, o tio Carvalho se sentou ao lado dela, pelado e com as pernas abertas exibindo e, de certa forma, oferecendo descaradamente a estrovenga meio mole, meio dura para a minha esposa.
Rosinha (sorrindo pra mim) – Você tem razão, Fer, já dei muito hoje, minha xaninha está sensível e meu furinho traseiro está dolorido, melhor parar, descansar e guardar energias.
Ao ouvir aquilo, achei que a minha mulher, sempre bem humorada, estava brincando, mas fiquei em dúvida quando ela, olhando pro tio, pediu:
Rosinha (olhando pro pinto do tio)– Tio, hoje eu transei muito, estou cansada e minha frutinha está bastante sensível, portanto peço que você vá vestir um short e esconda de mim essa sua coisa gostosa porque por hoje não quero mais sexo!
O tio Carvalho olhou pra mim parecendo não acreditar no que ouvia, mas, como de costume, não contestou e entrou na casa retornando logo em seguida vestindo um short esportivo que, por não ter forro, denunciava que ali embaixo havia um pinto solto.
Voltamos a beber vinho e conversar amenidades até que minha Rosinha desviou o assunto:
Rosinha (após um gole de vinho e encarando o tio Carvalho) – Tio, alguma vez você pensou em ser ator pornô?
Carvalho (sorrindo) – Eu, não! Mas porque você tá perguntando isso?
Rosinha – Perguntei porque estava imaginando que você se daria bem atuando em filmes eróticos, afinal você tem um pintão e este é o principal atributo dos atores que fazem pornô!
Carvalho (rindo) – Ser bem dotado não é suficiente, Rosinha, é preciso ser desinibido também, e só de imaginar várias pessoas no estúdio, câmeras, luzes e alguém dando ordens pra fazer isso ou aquilo, acho que eu não conseguiria.
Rosinha – Tio, às vezes eu sinto que você sente tesão em se exibir! Quando você me come, sinto que gosta de mostrar ao Fer o seu pauzão dentro de mim e o quanto faz sexo gostoso! Você já transou na presença de outras pessoas, tio?
Carvalho (com uma expressão de quem vasculha a memória e sorrindo ao ouvir as obscenidades que a Rosinha falava com naturalidade) – Já transei com pessoas me assistindo, sim, mas não foi um filme.
Rosinha (sorrindo) – Conte pra nós, tio!
Carvalho (sorrindo e buscando no cérebro as suas lembranças) – Bem, eu gosto de assistir alguém transando e não tenho vergonha de admitir, inclusive já assisti, junto com a Júlia, a Carmem transando com o Júlio, mas também gosto de me exibir, desde que não tenha muitas pessoas olhando. Já transei com a Júlia na presença do Júlio e da Carmem, que somente assistiram e foi bem legal. Nessas duas vezes havia somente duas pessoas olhando, mas houve uma situação em que quatro pessoas me assistiram transando com uma mulher.
Rosinha (sorrindo com expressão de curiosidade) – Conte pra nós, tio, onde e com quem que você transou tendo quatro pessoas assistindo você!
Carvalho (parecendo escolher as palavras) – Uma vez eu, a Carmem, o Júlio e a Júlia passamos um fim de semana na fazenda do Luiz e da Lúcia e aconteceram muitas coisas gostosas entre nós. Primeiramente transamos todos juntos na cama enorme do casal, mas cada qual com a sua esposa, na segunda vez trocamos as esposas e transamos em quartos separados, e na terceira transa nos juntamos todos outra vez na cama do casal e aí fizemos uma verdadeira suruba onde os homens experimentaram todas as mulheres na presença dos maridos. Mas foi no dia seguinte, durante o almoço, que o Luiz e a Lúcia fizeram uma proposta inusitada, ele perguntou se eu toparia transar com a Lúcia enquanto ele filmava, e os dois disseram que tinham a fantasia de filmar pra depois assistirem juntos. Fiquei em dúvida, mas ao olhar pra Carmem, ela sorriu e respondeu: “Vou adorar assistir você comendo a Lúcia!”. Aquele incentivo da minha esposa fez desaparecer muitas das inseguranças que eu sentia. O Júlio e a Júlia também sorriram pra mim me incentivando a aceitar a proposta e a Júlia brincou: “Já tô ficando molhadinha só de imaginar!” Eu ia dizer pro Luiz e pra Lúcia que iria aceitar quando a própria Lúcia, percebendo que eu responderia positivamente, falou: “Vou querer tudo a que tenho direito, quero um passeio completo, de proa a popa!” Fernando e Rosinha, quando me imaginei comendo a Lúcia na presença do marido, e também do Júlio e da Júlia e principalmente da minha Carmem, não tive como recusar! Quando eu disse que toparia, eu havia até me esquecido que o Luiz iria filmar e só me lembrei disso mais tarde, no final da noite, quando nos reunimos no quarto do casal para a grande putaria.
Rosinha (curiosa) – E aí, tio, o seu pintão cresceu e mostrou competência diante das pessoas que assistiam? Apesar de eu imaginar o que seja, confirme o que significa “de proa a popa.” A Lúcia gostou, ela gozou? E quem tava assistindo, participou? O pessoal transou junto com você e a Lúcia, ou transaram entre eles enquanto assistiam? Conte, tio!
Carvalho (rindo) – Devagar com tantas perguntas, Rosinha, se acalme que tentarei responder tudo. (se aproveitando da empolgação da minha esposa, puxou a perna do short e botou pra fora o pauzão meio mole, meio duro) - O pintão aqui foi um excelente trabalhador, cumpriu com sua missão do começo ao fim e só finalizou o trabalho depois que a Lúcia gozou muito e disse que não aguentava mais. A expressão de proa a popa, Rosinha, refere-se aos barcos onde a proa é a dianteira e a popa, a traseira...
Rosinha (interrompendo, rindo de espanto, pondo a mão esquerda sobre o meu pinto que endurecia e a direita cobrindo sua boca ao mesmo tempo em que olhava diretamente pro pinto do tio que começava a se levantar) – Uau, tadinha da Lúcia, tio, você meteu essa sua estrovenga na bunda dela?
Carvalho (rindo) – Sim, mas foi a pedido dela e devidamente autorizado pelo Luiz, o marido! A Lúcia gostou muito, pois mais tarde disse que perdeu a conta de quantas vezes gozou. (outra vez aproveitando a animação da minha mulher, pegando a mão dela e pondo no seu pau) - E antes que você me interrompa de novo, Rosinha, informo que quem estava assistindo, continuou atento ao que acontecia entre eu e a Lúcia, embora mãozinhas safadas passeavam de um peito a outro e de um pau a outro. Somente ao final, depois que eu e ela terminamos, é que o pessoal foi pra cama e finalizaram a putaria, se comeram de todas as formas com os casais trocados!
Rosinha (sem largar o pauzão do tio e também tirando meu pau duro pela perna do short) – Tio, você é muito safado, aliás, a tia Carmem, o Júlio e a Júlia, o Luiz e a Lúcia também! Quanta putaria deve ter acontecido naquele fim de semana!
Carvalho (sentando-se mais perto da minha esposa e olhando o próprio pau que a minha esposa massageava) – O meu amigão foi um excelente trabalhador, funcionou direitinho mesmo diante da plateia e até do marido da Lúcia que filmou tudo.
Rosinha – Tio, eu gostaria de saber dos detalhes, mas imagino que são muitos e, então, peço que qualquer dia desses você me conte tudo, tá! Mas uma coisa eu quero saber hoje; me diga, tio, a Lúcia aguentou bem o seu pintão na bunda? (olhando diretamente pro pau do tio que ela apertava) - Ela reclamou de dor? Tentou desistir? Como ficou o cuzinho dela depois que você terminou o “serviço”?
Carvalho (rindo) – Quantas perguntas, minha linda! Apesar da Lúcia fazer sexo anal frequentemente com o marido, ela diz que sempre dói, mas também diz que a dor é algo com que se acostuma e vai ficando suportável com a prática. Claro que ela reclamou no início, ficou toda suada, igual a você ontem quando tava dando a bunda pro Fernando. Assim como você, a Lúcia não desistiu e foi até o fim, aliás, foi no cuzinho dela que terminei o “serviço”, gozei deliciosamente naquele buraquinho apertado que ficou bem aberto depois que tirei o pau. Mas cuzinho arrombado fecha rapidinho (risos)!
Rosinha (rindo e apertando o pau do tio) – Ah, não sei se fecha rápido, não; o meu furinho tá sensível até agora e sinto que tá meio abertinho! O Fer, que tem o pau de grossura normal, já me deixou arrombadinha, quando imagino o seu, grossão desse jeito, acho que o meu rabinho vai ficar largo por vários dias!
Carvalho (enfiando a mão esquerda entre as pernas da minha mulher procurando a xotinha) – Fico feliz, minha flor, que você imagina o meu pau no seu rabinho, tô imaginando o quanto será gostoso sentir o meu pau apertando dentro do seu cuzinho! (encarando minha esposa) - Quando é que você vai me dar essa sua bundinha linda!
Rosinha (se fingindo de tímida, mas olhando e punhetando levemente o meu pau e o do tio) – Não sei, tio, tenho medo de não aguentar e desistir. Se isso acontecer, vou me sentir frustrada por não ter conseguido dar a bunda pra você, depois vou ficar com vontade e imaginando como seria se eu tivesse conseguido e, além disso, vou te deixar “chupando o dedo!” Vamos ter paciência, tio, talvez um dia você, eu e o Fer realizemos essa nossa fantasia! Mas vamos mudar de assunto! Que tal passarmos na fazenda do Luiz e da Lúcia quando estivermos voltando pra casa? Quem sabe eles não façam outra proposta indecente, eu gostaria muito de assistir você em ação, tio!
Caros leitores, quanta vergonha senti ao ouvir minha esposa dizendo que eu também fantasiava vê-la dando a bunda pro tio Carvalho! Houve um silêncio momentâneo, o tio parecia pensar no assunto.
Carvalho – Quanto a você dar a bunda pra mim, quero que saiba que sonho todos os dias em comer esse seu traseiro lindo, mas terei paciência e esperarei o quanto for preciso até que você se sinta confiante e preparada; quanto a você querer me assistir transando com a Lúcia, eu posso ligar e perguntar se estão a fim de uma putariazinha! Quer que eu ligue?
Rosinha (sorrindo) – Quero, tio, ligue pra eles, talvez a Lúcia esteja com saudade de dar a bunda pra você outra vez e aí aproveito pra aprender algo, talvez eu pergunte a ela qual a melhor maneira de dar a bunda para um homem bem dotado sem sentir muita dor!
Caros leitores, a Rosinha sempre me surpreende, mas nunca me acostumo com as suas surpresas. Tomei um choque ao ouvir aquilo, pois ela demonstrava nítida intenção de aprender a dar a bunda, além do que já sabia, pra satisfazer o seu desejo de sentir no rabo o cacetão grosso que ela segurava e que nem conseguia fechar os dedos ao redor. Embora fosse uma das minhas fantasias, senti um calafrio ao imaginar a minha amada esposa dando o seu rabinho pro tio, aliás, o meu rabinho e que agora ela desejava dar pra ele também.
Rosinha (largando o pau do tio) – Vai buscar o telefone, tio, liga pro Luiz e a Lúcia e diga que poderemos passar lá amanhã na hora do almoço, pergunte pra Lúcia se ela teria alguma coisa gostosa pra você comer!
Carvalho (rindo e saindo) – Vou dizer a eles que tô muito a fim de comer um cuzinho apertadinho e que apesar de passar o fim de semana com você, não consegui!
Rosinha (rindo) – Ah, tio, pare com isso, eu já falei que ainda não me sinto preparada pra dar a bunda pra você; talvez um dia, quem sabe!
Aquele papo de a minha esposa dar a bunda pro tio estava dominando as nossas conversas e, de certa forma, ela praticamente estava prometendo que, um dia, ele a enrabaria. O que fazer com uma mulher safada assim (risos)? Logo que o tio se foi, a Rosinha se levantou, virou as costas pra mim e baixou a bunda procurando meu pau com a xota. Ao encontrá-lo, sentou-se me dando o prazer de sentir meu cacete ser engolido pela xota quente.
Eu (agarrando os peitos dela) – Oh, delícia, sua xota tá molhadinha!
Rosinha (afundando a bunda e rebolando no meu cacete) – É tesão, amor, tô tesuda de novo e acho que vocês terão de me comer outra vez hoje ou não conseguirei dormir.
Eu (advertindo ela) – Se o tio for transar com a Lúcia amanhã, melhor ele se poupar pra ter energia, aquela mulher parece muito fogosa!
Rosinha (rebolando forte no meu cacete e fingindo me dar uma bronca) – Ahhh, pelo que tô percebendo o meu maridinho safado prestou bastante atenção na Lúcia, tá até imaginando o quanto ela é fogosa!
Eu ia responder algo, mas o tio Carvalho retornou com o telefone na mão e se surpreendeu ao ver minha esposa sentada em mim e rebolando.
Rosinha (ao ver o tio voltando, abriu mais as pernas e apoiou os pés nos meus joelhos) – Tio, tô imaginando o quanto seria gostoso um beijinho seu aqui na minha periquita, que tal?
O tio já havia lambido a xota da Rosinha com o meu pau dentro em outra ocasião, mas mesmo assim fiquei na expectativa se ele a beijaria outra vez na bucetinha cheia com o meu cacete. Para minha surpresa ele, sem hesitar, se ajoelhou entre nossas pernas abertas e enfiou a cara entre as coxas da minha esposa e, em seguida, não apenas beijou, mas lambeu a região do grelinho com bastante dedicação e me fazendo sentir, vez ou outra, uns leves toques da sua língua no meu pau.
Rosinha (afastando o tio depois de ser lambida por algum tempo) – Chega de me lamber, tio; ligue pro Luiz e dê um jeito de ser convidado pra ir lá amanhã comer a esposa dele!
O tio sentou-se ao nosso lado e a Rosinha parou de rebolar no meu cacete, mas continuou sentada com meu pinto dentro da xota enquanto a ligação não completava. O tio colocou o telefone no viva-voz e, depois de algumas chamadas, o Luiz atendeu e iniciaram uma conversa animada sobre assuntos diversos até que o papo mudou e o tio teve a oportunidade de dizer que voltaríamos pra casa na manhã seguinte, ultimo dia do feriadão. O Luiz, talvez entendendo o recado e imaginando que poderia servir ao tio Carvalho muito mais que um almoço, perguntou:
Luiz – Carvalho, lembra daquela vez que você com a Carmem, o Júlio e a Júlia estiveram aqui e filmei você com a Lúcia?
Carvalho (rindo) – Claro que me lembro, nunca vou esquecer daquilo, você e a Lúcia são dois tarados!
Luiz – (rindo) – A Lúcia lembrou de você pelos dois dias seguintes, toda vez que sentava, deixava escapar um gemido!
O tio Carvalho olhou pra nós e sorriu, parecia analisar a nossa reação quando o Luiz disse que a Lúcia ficou com o cuzinho dolorido por dois dias. E o meu pau, que estava amolecendo dentro da xota da Rosinha porque que ela havia parado de se mexer, e também porque a conversa do tio sobre assuntos diversos não tinha nada de interessante, começava a endurecer novamente com aquela nova prosa sobre a transa do tio com a Lúcia.
Carvalho (sorrindo pra nós) – Oh, tadinha da Lúcia, peço que diga a ela que eu não tive a intenção de deixá-la dolorida; naquela noite ela estava muito tarada e me dava o cuzinho tão gostoso que eu me empolguei e não fui delicado com ela.
Luiz (rindo) – Não sinta dó, Carvalho, pois a danada gostou, e muito! Inclusive na noite do dia em que você e os seus sobrinhos passaram aqui, eu e a Lúcia transamos e relembramos a transa entre vocês dois e perguntei se ela faria outra vez, e você sabe o que a safada falou? Ela disse que faria tudo de novo, e mais, também disse que se você estivesse sozinho quando passou aqui, ela teria dado pra você!
Carvalho (rindo) – E você deixaria a Lúcia dar pra mim outra vez, Luiz?
Luiz (rindo) – Carvalho, eu, você, o Júlio e outros tantos por aí, apesar de adorarmos comer uma buceta alheia, também gostamos de ver a esposinha amada gemendo e gozando na pica de outro macho! É bom demais, é tão bom que de vez em quando eu e a Lúcia assistimos o filminho da putaria que vocês fizeram naquela noite e o tesão de relembrar tudo aquilo é tanto que sempre transamos no final!
Rosinha (dando uma reboladinha, sorrindo pra mim ao sentir meu pau outra vez duro dentro da sua xota e sussurrando no meu ouvido) – Tarado!
Luiz – Aquele fim de semana que passamos juntos foi bom demais, Carvalho! Além de ver minha mulher dando pro Júlio e pra você, também me diverti muito com a Júlia e a Carmem; a sua esposa é muito gostosa, trepa deliciosamente, tem uma xota molhadinha e um cuzinho que é um paraíso!
Carvalho (sorrindo pra nós) – Fico feliz de saber que você gostou de ver a Lúcia comigo, e principalmente que ela gostou de mim, apesar de ficar dolorida por dois dias!
Luiz (parecendo cuidadoso com as palavras) – Carvalho, e como estão você e os seus sobrinhos aí no rancho? Imagino que estejam se divertindo!
Carvalho (também cauteloso, escolhendo as palavras) – Sim, tá muito gostoso aqui, estamos aproveitando bem e iniciando uma amizade mais colorida, com mais liberdade e intimidade. Era uma fantasia deles e queriam realizar comigo!
Luiz – Realizaram as fantasias?
Carvalho – Sim, realizamos algumas! (olhando pra nós, alisando o pau semi duro e nos provocando, dando uma indireta quanto a comer o cuzinho da minha esposa) - Mas ainda temos outras a realizar que talvez com o tempo se tornem realidade. (mudando o rumo da conversa, evitando falar que estava comendo a sobrinha) – Inclusive contei a eles sobre o relacionamento liberal que sempre tive com a Carmem, a Júlia e o Júlio, e também falei daquele fim de semana que passamos juntos aí com você e a Lúcia e das nossas putarias.
Luiz – Legal saber que eles também curtem um relacionamento aberto! Mas, mudando de assunto, até quando vocês vão ficar aí no rancho?
Carvalho (olhando pra nós) – Bem, amanhã será o último dia de folga pra todos nós, voltaremos pra casa na hora do almoço.
Luiz – Perguntei isso a pedido da Lúcia, que está aqui ao meu lado, ela tá dizendo que se quiserem passar aqui e almoçar, serão bem vindos!
Carvalho (sorrindo pra nós) – Luiz, não queremos incomodar!
Luiz – A Lúcia tá dizendo que não será incômodo algum e que será um prazer recebê-los pro almoço.
Carvalho (sorrindo pra nós) – Bem, já que insistem, então iremos almoçar com vocês amanhã!
O tio agradeceu o convite e, após desligar o telefone, sua atenção se voltou pra nós, ou melhor, para o meio das pernas da minha mulher que, o provocando, as abriu ainda mais exibindo a xaninha gulosa comendo o meu pau.
Carvalho (olhando diretamente pra xotinha da minha esposa e massageando o pau duro, puxando a pele pra cima e pra baixo, expondo e escondendo a cabeça da pica) – Rosinha, você é muito bonita, mas fica ainda mais linda sentada de pernas abertas com um pau enterrado na xota!
Rosinha (fechando as pernas e sorrindo pra ele) – Tio, nem adianta ficar olhando com essa cara de tarado que hoje não vou te dar mais nada, você deve descansar e dormir porque tem que reservar suas energias para a Lúcia, acho que hoje ela vai dormir sonhando com o seu pauzão!
Carvalho (se levantando, vindo até nós e oferecendo o picão pra minha esposa chupar) – Tenho energia suficiente pra você hoje e também terei pra Lúcia amanhã, e tô vendo que você tá doidinha pra chupar meu pau! Não está?
Rosinha (pegando o cacetão do tio pela base, beijando a cabeça e falando quase num gemido) – Tio, você é muito safado, fica exibindo seu pauzão pra mim só pra eu sentir vontade de comer ele, né!
Sentada de costas pra mim, com meu pau dentro da xota, minha esposa agarrou o cacete do tio Carvalho com as duas mãos e abocanhou a cabeça enfiando tudo que conseguia na boca. Depois de chupar a pica e massagear o saco por algum tempo, virou-se pra mim e perguntou:
Rosinha – Amor, posso dar pro tio um pouquinho?
Eu (sorrindo e imaginando o quanto minha esposa é safada) – Pode, cê tá doidinha pra dar pra ele outra vez, né!
Como forma de agradecimento por eu ter permitido que ela desse outra vez pro tio Carvalho, ela me deu um beijo apaixonado com a boca molhada da baba do pau que acabara de tirar da boca. Enquanto a Rosinha me beijava enfiando a língua na minha boca, o tio se ajoelhou entre as nossas pernas e outra vez lambeu o grelinho da minha mulher sem se importar com os leves toques da sua língua no meu pau enterrado na rachinha. Em seguida ele se sentou no banco com o pau duríssimo apontando pra cima e, contraindo os músculos da região, fez o pau balançar convidando minha esposa a montar naquilo.
Rosinha (se levando, desfazendo nossa conexão) – Amor, vou comer o pau do tio um pouquinho, tá!
Caros leitores, ver a esposa amada montando outro homem e procurando com a buceta uma pica maior que a minha é algo que me causava ciúme, mas também muito tesão. Vi minha mulher montando o tio e descendo a bunda fazendo desaparecer na sua xota a pica grossa do meu tio dotado. Que cena linda! Depois de uma breve cavalgada ela o desmontou e, virando as costas pra ele, novamente sentou no caralho duro.
Rosinha (olhando pra mim e gemendo ao comer toda a pica do tio ao mesmo tempo em que massageava a região do umbigo) – Putz, Fer, o tio é muito pintudo, tô sentindo a pica dele aqui no meu umbigo! (apoiando a bunda no tio, os pés nos joelhos e abrindo exageradamente as pernas exibindo pra mim a buceta gulosa cheia de pau) – Amor, vem lamber meu grelinho um pouquinho, tô doidinha pra sentir sua língua nele!
Caros leitores, não vou dizer que o pedido dela me constrangia, porque não seria verdade. Eu sorri da safadeza da minha mulher e teria me ajoelhado e enfiado a cara entre as pernas dela caindo de boca naquela xana, cujos lábios estavam esticados pros lados denunciando que o pau que estava enterrado entre eles era excessivamente volumoso, mas eu quis provocá-la:
Eu (rindo) – Eu não vou lamber seu grelinho, não; sua xota tá cheia de pau e não quero pôr a boca nela!
Rosinha (rindo, percebendo que eu estava brincando) – Tio, veja como o meu maridinho é ruim, não quer lamber minha xaninha só porque o seu pau tá dentro dela!
Carvalho (segurando a Rosinha pela parte de trás dos joelhos, se levantando e trazendo minha esposa até mim, toda sorridente com as pernas abertas e a xota cheia de pica) – Fernando, não deixe passar uma oportunidade dessas, a xota da Rosinha é muito gostosa e, com um pau dentro, fica ainda mais deliciosa!
Imaginem, leitores, a visão que eu tinha diante dos olhos e se aproximando rapidamente do meu rosto: o tio Carvalho em pé segurando minha esposa de pernas abertas e a xota esticada devido ao grande volume dentro dela.
Rosinha (rindo quando o tio esfregou sua xota no meu rosto) – Lambe, amor, deixe de frescura e me dê um carinho bem gostoso no grelinho!
Lambi deslizando a língua na região onde nascia o grelinho, aquela coisinha linda que parecia a ponta de um pinto pequenino, e não me importei quando minha esposa empurrou minha cabeça pra baixo me forçando a tocar o pau do tio com a língua. Tal brincadeira durou pouco, pois era uma posição incômoda pro tio continuar sustentando a Rosinha e logo os dois se ajeitaram de pé e desfizeram o engate.
Rosinha (me fazendo levantar, agarrando meu pau e o do tio e nos puxando pra dentro da casa) – Vamos entrar que tô sentindo frio aqui fora, quero ir pra cama do tio que ainda não transei lá!
A Rosinha foi a primeira a entrar no quarto e se posicionou de quatro na beirada da cama oferecendo, desavergonhadamente, o rabo empinado ao tio Carvalho:
Rosinha - Vem tio, me pegue de quatro um pouquinho, mas você não pode gozar, tá!
A minha excitação aumentou ainda mais ao ver minha esposa se pondo de quatro na beirada do colchão, apoiando os peitos e o rosto no lençol e pedido pica pro tio Carvalho. Ao se aproximar da cama, o tio veio balançando o cacete duro apontado pro rabo empinado da minha mulher, me fazendo lembrar o cavalo Mandingo e a égua Kiara naquele dia na fazenda. Sentei-me ao lado da minha mulher lhe acariciando as costas e atento ao que estava por acontecer no seu traseiro.
Carvalho (batendo o pau com força no rego entre as nádegas da minha esposa e molhando a cabeça na racha para em seguida pressionar levemente no cuzinho) – Oh, minha linda, quando que esse cuzinho lindo será meu?
Rosinha (enfiando a mão entre as próprias pernas, agarrando o pau do tio e o direcionando para a sua buceta) – Oh, tio, eu morro de vontade de experimentar seu pauzão no meu cuzinho, mas ainda não tô preparada pra isso. Agora quero ele na xota; vem, meu tio cavalão, mete esse cacetão gostoso na minha xaninha, faz comigo igual o Mandingo fez com a Kiara!
Carvalho (encaixando a cabeça da pica entre os lábios vaginais da minha mulher, bem na portinha do paraíso) – Huuummm, que delícia ouvir isso! Quer o meu cacetão, minha linda, quer dar pra mim igual a Kiara deu pro Mandingo?
Rosinha (empurrando o rabo pra trás, comendo quase toda a pica do tio e só parando ao sentir seu útero ser empurrado) – Ai, tio, é muito bom sentir o seu cacetão dentro de mim, quero ser a sua Kiara e que você seja o meu Mandingo! Mete!
O tio empurrou a bunda da Rosinha um pouco pro meu lado pra que eu tivesse uma visão privilegiada da penetração e, ao sorrir pra mim, imaginei que ele tentaria enfiar na minha esposa o que restava de pau ainda fora da buceta. Lentamente ele foi forçando, empurrando o cacete pra dentro da xota da minha mulher até que a expressão no rosto dela mudou de prazer para apreensão, pois ela sabia das intenções do tio Carvalho. Imóvel, ela aguardou a penetração total até que ele encostasse seu púbis nas nádegas dela e escondesse dentro do seu túnel vaginal aquele enorme cacete grosso.
Rosinha (com os dentes apertados não escondendo que sentia um pouco de dor) – Puta que pariu, tio, será que um dia eu vou me acostumar com esse seu pauzão de cavalo?
Carvalho (rebolando, mexendo o pau pros lados abrindo ainda mais o buraquinho da minha esposa) – Oh, minha linda, se você continuar dando bastante pra mim, vai se acostumar, e vai gostar tanto que sempre pedirá mais!
O tio tirou um pouco de pau de dentro da minha esposa e iniciou movimentos de vai e vem, mas tomando o cuidado pra não socar seus órgãos internos. Ela sorria de olhos fechados curtindo o carinho profundo que recebia no túnel do amor, mas não demorou muito, pois, ao perceber que o tesão do tio aumentava, desfez o engate e fugiu dele.
Rosinha (de joelhos na cama, frente a frente com o tio e deslizando a mão no cacetão melado) – Tio, não quero que goze em mim hoje, pois amanhã vou querer você bem macho e com o pinto muito duro pra castigar a Lúcia igual você faz comigo!
Carvalho (não escondendo a decepção) – Não seja, má, minha flor! Se eu não gozar, não vou conseguir dormir, além do mais eu posso gozar hoje em você e amanhã na Lúcia; eu aguentarei! Me deixe terminar, vai!
Rosinha (apenas sorrindo e sem responder) – Tio, eu e o meu amorzinho, Fer, vamos transar um pouquinho também. Fique aqui assistindo nós dois que vai me dar tesão!
Minha esposa se deitou de costas abrindo as pernas pra mim que, sem perder tempo, me encaixei entre elas e enfiei o pau na buceta melada e escorregadia.
Rosinha (me abraçando com braços e pernas e me encarando) – Tá sentindo, amor, minha bucetinha larga e toda arrombada pelo cacetão do tio, tá sentindo seu pau nadando dentro de mim, gosta de me pegar assim?
Eu (envergonhado por ela dizer aquilo na presença do tio que, ajoelhado ao nosso lado, punhetava o pauzão exibindo ele para a minha esposa) – Putinha!
O tio, não resistindo a tanto tesão, aproximou o pau do rosto da Rosinha sugerindo silenciosamente que ela o chupasse. Ela, ao ver o obelisco duro de cabeça brilhante tão próximo ao seu rosto, não resistiu e abocanhou a piroca grossa que o tio lhe oferecia. Tentei afastar meu rosto do dela, pois não queria aquele pinto tão próximo a mim, mas quando tentei me afastar, ela tirou o pau da boca e me puxou pra um beijo apaixonado. Aceitei e deixei que ela enfiasse a língua na minha boca e nos beijamos com muito tesão. Ao terminar o beijo, ela outra vez abocanhou a pica do tio, chupou por alguns segundos e voltou a me beijar; e assim fez por algum tempo até que o tio anunciou o gozo:
Carvalho – Ai, vocês dois estão me deixando doido de tesão, não tô aguentando mais, vou gozar, ai, que delícia, vou esporrar!
Rosinha (interrompendo nosso beijo) – Goze na minha boca, tio, quero seu caldo na boca e na cara, quero sentir seu creminho de macho quentinho no meu rosto!
O tio iniciou uma punheta e, ao sentir o primeiro jato se aproximando, apontou o pauzão pro rosto da minha esposa que, embaixo de mim, com meu pau dentro da xota, contraia os músculos vaginais me fazendo sentir que a buceta, mesmo alargada pelo pauzão, ainda mordia deliciosamente minha pica. Saiu o primeiro jato que atingiu o nariz e a bochecha da minha Rosinha provocando nela um sorriso de satisfação. A partir do segundo esguicho, ela abria a boca recebendo boa parte do creme diretamente na língua e nos dentes, sendo que outra parte ia grudando na pele do seu lindo rosto. Ao final, após o último jato, ela pôs a língua pra fora e lambeu a gotinha que o tio, massageando a pica, fez sair pela uretra.
Rosinha (ao perceber que o tio ia se deitar na cama junto a nós) – Tio, não era pra você ter gozado, mas já que aconteceu, agora quero que você vá tomar banho pra recuperar suas energias e deixe eu e o meu amorzinho sozinhos que vou fazer ele gozar bem gostoso; e também quero gozar pra conseguir dormir. Vá pro chuveiro, tio!
Preguiçosamente o tio se foi, e bastou ele desaparecer da nossa vista que a minha Rosinha agarrou meu rosto e me beijou, desta vez forçadamente. Tentei resistir, mas ao perceber o tesão dela naquele beijo no qual ela me obrigava a provar em sua boca e rosto o gosto da porra do tio, relaxei e a beijei satisfazendo aquela tara que eu não conseguia explicar, mas que já estava aceitando. Ela, ao envolver meu corpo com braços e pernas, me mantinha imóvel como se tivesse receio que eu escapasse, mas quando percebeu que eu não somente aceitava, mas correspondia ao seu beijo, me soltou, esfregou seu rosto ao meu e murmurou:
Rosinha – Te amo muito, Fer; a cada dia que passa me sinto mais apaixonada por você!
Eu (sorrindo ao ver a felicidade dela depois que a beijei com o rosto e a boca grudentos da porra do tio Carvalho) – Também te amo muito, minha putinha!
Rosinha (agarrando minhas nádegas e me incentivando a meter) – Sou a sua putinha e esse foi o beijo mais gostoso que já ganhei de você, mas agora quero pau! Vem, me fode, me dá essa sua piroca dura, soca ela na buceta da sua puta que eu quero gozar também!
Nosso tesão crescia vertiginosamente e bastaram umas poucas investidas naquela buceta molhada pra eu sentir o meu gozo se aproximando. Eu me preparava pra tentar segurar, pois queria esperar que ela gozasse antes ou junto comigo, mas não foi preciso retardar meu prazer maior.
Rosinha (apoiando as solas dos pés no colchão e empurrando o quadril pra cima buscando uma penetração total do meu pau na sua buceta) – Fode, fode a sua puta, me dá esse caralho gostoso na minha buceta, esguiche sua porra dentro de mim, me dê esse prazer, ai, que delícia, tô gozando, amor, tô gozaaaaandooooo!
Ver minha esposa naquele transe, recebendo descargas do prazer extremo que só o sexo pode nos proporcionar, foi demais pra mim e também esvaziei meu saco dentro a buceta da minha amada putinha.
Eu (metendo fundo e mexendo meu pau pros lados dentro dela, às vezes sentindo na cabeça alguns leves toques em seu útero) – Ai, minha putinha gostosa, que delícia gozar dentro de você, tô sentindo a porra saindo do meu pau e molhando você por dentro, ai, isso é muito booom!
Rosinha (sorrindo de olhos fechados e curtindo as contrações do meu pau esguichando em seu interior) – Ai, amor, tô sentindo seu pau mijando porra quentinha dentro de mim; ohhh, como é bom gozar com você!
Sentindo meu corpo em espasmos, minha pele arrepiada e meu coração acelerado, saí de dentro da Rosinha e me deitei ao lado pensando em curtir uma preguiça e descansar. Ao senti-la se mexendo na cama, abri os olhos ainda a tempo de vê-la montando em mim, em posição de 69 e colocando a xota sobre minha boca justamente quando a minha porra começava a vazar em gotas enormes de um caldo grosso e esbranquiçado. Fiquei em dúvida do que fazer, se tentava fugir daquela descarga do meu próprio esperma que eu havia injetado na minha esposa e que agora ela me devolvia, ou se colava meus lábios naquela entrada de xota e deixasse acontecer o que ela tanto queria. A própria Rosinha tomou a decisão por mim e sentou no meu rosto pressionando a xota na minha boca. Caros leitores, não vou aqui descrever os detalhes, mas garanto que, apesar de ter gozado segundos antes, colar meu lábios nos lábios da xota gozada da minha esposa me deu prazer, não tanto por estar recebendo de volta a minha porra, mas principalmente por estar proporcionando a ela um carinho que tanto lhe dava prazer.
Minutos mais tarde, quando escutamos o tio entrando no quarto, acordamos na mesma posição, a Rosinha em cima de mim com o rosto sobre o meu pau amolecido, e eu com a cara entre suas coxas molhadas dos fluídos formados de tanto fazer sexo. Nos levantamos, tomamos banho e dormimos embriagados e felizes pela enorme paz que só o sexo nos proporciona.
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