Eu nunca imaginei que minha vida ia virar isso.
Meu nome é Clara, tenho 42 anos, e até uns meses atrás eu era só uma mãe solteira tentando manter a casa em ordem, o emprego estável e a filha adolescente feliz. Luíza tem 19 agora, corpo de bailarina, cabelos longos que parecem tinta preta escorrendo pelas costas, e um jeito de sorrir que sempre me fez sentir que tudo valia a pena.
Começamos o TikTok por pura zoeira.
“Dia a dia de mãe e filha”, eu falava pra câmera enquanto ela me ajudava a escolher roupa ou brigava comigo por causa do último pedaço de bolo. Coisas banais. Views razoáveis, uns risinhos nos comentários. Nada demais.
Até aquele dia.
Eu estava no fogão mexendo o almoço. Luíza passou por trás de mim, colocou a mão nas minhas costas — um toque leve, só pra me avisar que ia pegar algo na geladeira. Foi rápido, inocente. Mas quando postamos o vídeo, os comentários explodiram.
“essa mão demorou demais”
“química absurda”
“continuem assim, por favor”
Naquela noite, deitadas no sofá vendo os números subirem, Luíza riu e disse:
“Gente é louca, né mãe? Foi só um toquinho.”
Eu sorri, mas senti um calor estranho subindo pelo peito.
“Se é pra crescer o perfil… a gente pode dar um pouquinho mais de carinho, né?”
E demos.
No vídeo seguinte eu a abracei por trás enquanto ela fazia café. Meu queixo no ombro dela, minha mão descendo devagar pelas costelas antes de soltar. Ela não se mexeu. Só respirou mais fundo.
+400 mil views em poucas horas.
Começamos a ensaiar.
Beijinho na bochecha que ficava um segundo a mais, lábios roçando de leve.
Ela deitando a cabeça no meu colo enquanto eu fazia cafuné.
Eu passando creme nas pernas dela depois do banho, dedos subindo um pouco mais alto a cada take.
Cada movimento era calculado pra câmera… mas cada vez que eu tocava nela, algo dentro de mim mudava. O toque deixava de ser só encenação.
Fora das câmeras, o ar ficou diferente.
Uma noite, depois de gravarmos ela dançando coladinha em mim num funk lento, as câmeras desligaram… e ela não se afastou. Ficou ali, quadril encostado no meu, respiração quente no meu pescoço.
Eu segurei a cintura dela com as duas mãos.
“Você quer parar?” perguntei, voz rouca.
Ela balançou a cabeça devagar. “Não, mãe.”
O primeiro beijo de verdade aconteceu na cozinha, luz apagada.
Ela estava testando um gloss novo, pediu pra eu ver se tinha ficado bom. Segurei o queixo dela com dois dedos, passei o polegar no lábio inferior… e então minha boca foi atrás.
Foi lento, molhado, errado e certo ao mesmo tempo. Ela gemeu baixinho na minha boca. Eu senti meu corpo inteiro acordar.
Depois disso, os vídeos viraram “carinhos matinais”.
Ela acordando e subindo no meu colo na cama, camisolas finas subindo nas coxas, corpos colados do peito ao ventre.
Eu fazendo massagem nas costas dela, mas minhas mãos descendo até apertar as nádegas de leve enquanto a câmera gravava.
E então veio a ideia que mudou tudo: dança no colo.
Ela tinha visto vídeos no TikTok.
“Vamos tentar um lap dance, mãe? Eu dançando pra você, você reagindo. Vai ser sensual, mas ainda fofo pro público.”
Eu hesitei. Meu coração batia forte só de imaginar. Mas concordei.
Primeiro take: ela de lingerie preta simples, eu sentada na cadeira da sala, pernas abertas. Música lenta, grave.
Luíza girou devagar, aproximou-se, roçou as coxas nas minhas, sentou de frente. O quadril dela começou a ondular em círculos lentos, pressionando exatamente onde eu mais sentia. Minhas mãos subiram pelas costas dela, apertando firme.
No último take ela “errou” de propósito: desceu mais fundo, encaixou o monte de Vênus contra o meu, pressionou e rebolou uma vez mais forte.
Nós duas congelamos. Ofegantes. Olhos travados.
Naquela mesma noite, sem câmera, sem luz acesa, eu a puxei pro meu colo de novo.
Dessa vez sem nada por cima. Só calcinha fina uma na outra.
Ela sentou de frente, pernas abertas ao redor da minha cintura. Começamos a nos mover — devagar no começo, só sentindo o calor através do tecido.
Depois mais firme.
Eu segurava os quadris dela, guiando o rebolado. Ela jogava a cabeça pra trás, gemia baixo, cravava as unhas nos meus ombros.
O movimento virou instinto: quadril subindo e descendo, clitóris roçando clitóris por cima da calcinha encharcada, lábios se abrindo e se colando no vai e vem. Tribbing puro, suado, ritmado como a dança que a gente tinha ensaiado — mas sem parar, sem fingir.
O prazer era mais forte quando eu mantinha os olhos abertos nos dela.
Quando eu sussurrava “minha menina… rebola mais pra mamãe”.
Quando ela respondia “tô sentindo você, mãe… toda molhada por mim”.
Quando os gemidos viravam choramingos e nossos corpos tremiam colados, clitóris pulsando um contra o outro até gozarmos juntas, apertadas, pernas travadas, molhadas escorrendo pelas coxas.
No dia seguinte postamos um vídeo “leve”: eu na cadeira, ela no meu colo, reboladas suaves, sorrisos maliciosos pra câmera.
Ela mordeu o lábio e disse:
“Hoje a gente ensina um pouquinho de dança no colo… quer aprender com a gente?”
Os comentários pegaram fogo.
Mas eu nem li.
Estava ocupada demais no quarto ao lado, com ela de novo no meu colo, calcinhas jogadas no chão, corpos encontrando o mesmo ritmo de sempre:
ondulação, pressão, deslize, pausa… e explosão molhada.
O perfil continua crescendo.
E eu não sei mais onde termina a encenação e começa o que realmente somos.
Eu mal conseguia respirar direito quando a porta do quarto se fechou atrás de nós.
O vídeo ainda estava fresco na minha cabeça — ela no meu colo, rebolando devagar pra câmera, mordendo o lábio daquele jeito que fazia os comentários enlouquecerem. Mas agora não tinha lente, não tinha luz de ring, não tinha plateia. Só nós duas.
Luíza nem esperou eu falar nada.
Ela me empurrou de leve contra a parede, as mãos pequenas subindo pelo meu pescoço, dedos enroscando nos meus cabelos. Seus lábios encontraram os meus antes que eu pudesse processar. O beijo veio faminto, língua invadindo devagar, como se ela estivesse provando algo que já conhecia de cor. Eu gemi na boca dela, as mãos descendo automaticamente pelas costas nuas, sentindo a pele quente, a curva da espinha, até apertar as nádegas com força.
Ela se afastou só o suficiente pra sussurrar contra meus lábios:
“Mãe… tira tudo.”
Minhas mãos tremiam um pouco enquanto puxava a camisola dela por cima da cabeça. A dela fez o mesmo comigo, jogando as peças no chão sem cerimônia. Ficamos ali, só de calcinha, peitos colados, barrigas se tocando a cada respiração acelerada.
Eu a levantei de leve — ela envolveu as pernas na minha cintura como se fosse a coisa mais natural do mundo — e caminhei até a cama. Quando deitei com ela por cima, senti o peso delicioso do corpo dela me pressionando contra o colchão.
Luíza começou a se mover primeiro.
Devagar, como nos ensaios da dança no colo, mas sem a música pra ditar o ritmo. Só o som da nossa respiração, dos gemidos baixos, do tecido molhado roçando. Ela rebolava em círculos lentos, o monte de Vênus encaixado perfeitamente no meu, clitóris inchado roçando o meu através das calcinhas finas. Cada volta fazia um choque subir pela minha espinha.
“Mais forte, mãe… por favor…”
Eu segurei os quadris dela com as duas mãos, dedos cravando na carne macia, e comecei a guiar. Empurrava pra cima enquanto ela descia, criando uma pressão ritmada, profunda. O tecido das calcinhas já estava encharcado, escorregadio, facilitando o deslize.
Ela jogou a cabeça pra trás, cabelos caindo como uma cortina preta sobre os ombros. Os gemidos dela viraram choramingos ritmados, cada descida acompanhada de um “ah… mãe… assim…”.
Eu não aguentei mais.
Puxei a calcinha dela pro lado com um dedo, depois a minha. Pele contra pele. Molhada, quente, escorregadia.
Quando nos encaixamos de verdade — clitóris colado no clitóris, lábios se abrindo um no outro —, o mundo sumiu.
Começamos a tribbar com força agora, sem fingir delicadeza.
Eu subia os quadris pra encontrar cada rebolada dela. Ela cravava as unhas nos meus ombros, marcando vermelho, pedindo mais. O som era obsceno: pele molhada batendo, respirações entrecortadas, gemidos que ecoavam no quarto.
“Você é minha… toda minha…” eu conseguia sussurrar entre um gemido e outro.
“Tua… só tua, mãe… me faz gozar… por favor…”
Eu acelerei o ritmo, segurando ela firme pelos quadris, ditando a velocidade. Ela tremia inteira, coxas apertando minha cintura, corpo arqueando pra trás. Senti o meu próprio orgasmo subindo como uma onda, quente, inevitável.
“Goza comigo, minha menina… goza na mamãe…”
Foi o que bastou.
Ela travou, corpo inteiro rígido por um segundo, depois explodiu em tremores violentos. O gemido dela saiu alto, rouco, quase um grito abafado contra meu pescoço. Senti o calor dela escorrendo, molhando minhas coxas, meu ventre.
E eu fui junto.
O prazer me atravessou como um raio, contraindo tudo — abdômen, pernas, útero. Gozei apertando ela contra mim, clitóris pulsando contra o dela, ondas e mais ondas até eu não conseguir mais me mexer.
Ficamos ali, coladas, suadas, ofegantes.
Ela deitou o rosto no meu peito, ainda tremendo de leve. Eu acariciei as costas dela devagar, sentindo o coração dela bater louco contra o meu.
Depois de um tempo, ela levantou a cabeça, olhos brilhando, sorriso preguiçoso.
“Amanhã a gente grava mais um vídeo de dança no colo?”
Eu ri baixinho, ainda sem fôlego.
“Se você prometer que vai ‘errar’ o passo de novo…”
Ela mordeu o lábio, aquele mesmo jeito que enlouquecia a internet.
“Prometo que vou errar bem direitinho.”
E eu soube que a gente nunca mais ia voltar atrás.
O perfil continuava crescendo lá fora.
Mas aqui dentro, o que realmente importava era o que a gente tinha acabado de se tornar.