Depois do meu primeiro episódio rápido com Wanessa, eu não via a hora me meter meu mastro bem fundo naquela caverna cheirosa, quente e suculenta. Mas nem Eros nem Afrodite me favoreceram: não houve oportunidades naqueles dias e, na semana seguinte, Wanessa começou a namorar um dos meus amigos.
— Ele me leva a sério... e você só tem olhos para a Wanda! — justificou ela, com firmeza, mesmo depois de eu afirmar que a queria.
Eu e o namorado dela jogávamos futebol todas as sextas. Em uma das esticadas pós-jogo, entre cervejas, ele comentou:
— Wanessa me confidenciou que Wanda é garota de programa.
Foi então que a ficha caiu: eu jamais teria a beldade morena apenas por diversão. Mas a revelação, em vez de afastar, aumentou meu tesão. E em uma das festas da turma, sabendo que eu conhecia seu segredo, Wanda finalmente aceitou sair comigo.
Eu não era fã de motéis, mas naquela noite não houve alternativa. Apesar de ela não me cobrar, em troca de manter seu segredo, fiz questão de pagar — e valeu cada centavo, pois a morena era simplesmente sensacional. Estranhamente, estar com ela daquela forma me provocava um tesão ainda mais exacerbado do que quando a conheci.
Um amigo bebeu muito e fiquei com o carro dele. Ao sairmos, eu e Wanda fomos fuzilados pelo olhar de Wanessa — que se amassava com o amorado do lado de fora da casa. Apesar de estar “meio aéreo” por efeito da cerveja, lembro que aquele olhar raivoso me incutiu uma satisfação perversa, ilícita, mas deliciosa.
Sem planejar, saí dirigindo à esmo até parar à sombra de uma frondosa Sibipiruna, em frente ao meu antigo colégio; suas flores formavam um tapete amarelo sobre o asfalto e a calçada. Percebi que o instinto me fez dirigir até ali, pois aquela sombra era testemunha de muitas histórias.
Soltei ambos os cintos e puxei Wanda para mim, cobrindo os lábios cobiçados com um longo beijo. Inicialmente temi ser rechaçado, mas a coragem líquida deu o impulso e, para minha surpresa, ela enlaçou meu pescoço e correspondeu ao beijo com vontade. A língua buscava a minha numa dança frenética e aquilo foi a ignição para meu pau começar a reagir dentro das calças.
O perfume da morena era inebriante, e migrei da boca para o pescoço e os ouvidos, arrancando gemidos baixinhos. Guiei sua mão até meu falo e ela apertou com força, sobre o tecido. Fiz deslizar as alças da blusa e sutiã pelo ombro nu, deixando à mostra o belo seio e o mamilo duro e saliente. Meus lábios tocaram a auréola escura, lambendo e sugando com força; e quão foi minha surpresa ao sentir o leite na boca.
— Rick quase não mama mais no peito, mas ainda tenho um pouco de leite — ela sorriu e tratou logo de explicar, ao notar meu constrangimento.
Fui tomado por uma sensação inusitada, como se estivesse invadindo algo sagrado, proibido. Continuei massageando o seio com uma mão e levei a outra entre as coxas torneadas, sentindo a meia calça e a calcinha. Wanda reagiu, afastando minhas mãos e se recompondo sobre o banco.
— Aqui é muito exposto, podemos ir para outro lugar?
Ela tinha razão. Embora o carro tivesse insulfilme, àquela hora a avenida estava movimentada, inclusive com transeuntes na calçada. Em vez de responder, liguei o carro e acelerei para uma das saídas da cidade, onde ficava o motel mais próximo. O tesão me dominava e, ao parar em um semáforo, abri a braguilha e soltei o cacete duro da sua prisão de tecidos. Wanda arregalou os olhos de propósito e sorriu maliciosa. Debrucei-me, beijei longamente a boca gostosa e em seguida fiz com que se deitasse no banco, tentando ganhar um boquete.
— Você é doido! Vai provocar um acidente! — ela exclamou, fingindo surpresa.
— Sou doido por você, e há muito tempo! — retruquei com veemência.
— Sei… — havia cinismo em sua voz. — E a Wanessa?
— Wanessa é minha amiga.
— Só amiga?
— Só amiga! — afirmei com raiva.
A beldade não quis chupar, mas — talvez para não me frustrar — se inclinou, esticou o braço e começou a me punhetar. Parei em outro sinal de trânsito — era minha pressa ou todos os semáforos estavam fechados naquela noite. O pau estava à seco, com apenas um filete de líquido pré gozo brotando na cabeçorra inchada. Ela percebeu meu incômodo e cuspiu na palma da mão, mas foi insuficiente para lubrificar o colosso exigente.
— Com a boca é mais fácil! — falei com um sorriso.
Esperava outra negativa, mas em vez disso ela se deitou com a cabeça no meu colo e enfiou meu cacete quase todo na boca. Arredei os cabelos sedosos para ter uma visão melhor e fiquei admirado: os lábios englobavam o cacete curvado como uma jiboia engolia em coelho. Pela primeira vez eu senti o que era uma “garganta profunda”. Wanda pareceu engasgar uma duas vezes, mas quando “regurgitou” meu caralho, ele estava todo babado.
Ela se recompôs no banco, liberando a alavanca do cambio — que estivera deitada em cima — e voltei a acelerar, pois já fazia um tempo que o sinal estava aberto. Me punhetava ininterruptamente com grande destreza, revesando as mãos, e eu urrava alto de prazer, já que o carro estava em movimento e não tinha como ninguém nos ouvir. A um quarteirão do motel comecei a gozar. Os esguichos eram fortes, atingindo meu tórax e a direção.
— Mas, já!? — ela disse, com cara de decepcionada.
— Desculpe, mas não aguentei. Não tinha batido nenhuma hoje e estava morrendo de tesão desde que dançamos na festa. Além disso, você tem mãozinhas mágicas, portanto a culpa é sua.
Ela correspondeu ao meu sorriso e limpou a porra da não na minha camisa, que já estava respingada.
— Não tem problema, desde que tenha sobrado leitinho para mim.
— Sobrou… e muito! No mais, foi melhor assim, pois agora demorarei mais a gozar — comentei satisfeito.
A moça da guarita me entregou a chave de número 36, e estacionei o carro próximo à porta com esse número. Ao adentrarmos, mal fechei o porta e ataquei a morena. Eu estava com sede de buceta e, depois de beijar a boca, o pescoço e enfiar a linga nos ouvidos, a joguei de costas sobre a cama. Meu pau, que tinha murchado após a punheta, voltou ao ponto de bala. Ela ficou deitada, observando a pressa com que me livrava das roupas. Ergui sua blusa de malha até os seios e, enquanto ela mesma se livrava da peça, desci beijando e lambendo a barriguinha de seda, com atenção especial ao umbiguinho raso. Meus toques causavam espasmos involuntários e arrepios na beldade, que gemia alto e sem pudor. Aliás, essa é uma das vantagens dos motéis. Caramba, como a filha da puta era linda!!!
Ergui a saia curta com ambas as mãos e passei a lamber o interior das coxas, ela gemia, se contorcia e apertava minha cabeça. A umidade da buceta ultrapassava a calcinha e a meia calça, ambas pretas. Essa última atrapalhava bastante e a rasguei com as unhas e os dentes.
— Ei!!! Isso custa caro!!! — ela protestou.
— Não se preocupe, te darei outra.
Com o tesouro liberado, arredei a calcinha e caí de boca, enfiando a língua fundo na mina e sugando o maná abundante que dela brotava. A potranca ergueu as pernas até mais ou menos a posição “frango assado” e se contorcia como uma serpente. Aproveitei o cuzinho exposto e lambi com força, enquanto dois dedos exploravam a caverna encharcada.
Ela se sentou na cama e me puxou pelo braço, dizendo que queria mamar também. Na ânsia, acabei de rasgar a meia calça e, com ajuda, também a livrei da saia e da calcinha. Deitamos de lado um para o outro; ela ergueu ao máximo uma das pernas, liberando tudo e eu passei a revezar a língua dura e atrevida entre o cuzinho e clítoris, mergulhando fundo na buceta nesse trajeto. Por sua vez, ela abocanhou meu instrumento com voracidade, enquanto brincava com minhas bolas. Às vezes eu parava minha labuta para admirar aquela boquinha delicada engolindo e libertando meu pau todo babado, mas logo também voltava à carga, me lambuzando de mel.
O grelinho era rosa e saliente como um pequeno pinto, contrastando com as bordas escuras dos grandes lábios, como uma mistura de morango e chocolate. Eu o chupava com força, cavando gritinhos de prazer acima dos gemidos. Meu dedo indicador penetrara com dificuldade o rabinho apertado e eu o girava, massageando e tentando relaxar as pregas. Ela se contorcia, gritava e me chupava. Eu gemia, girava o dedo e chupava com força o “pintinho rosa”. Inconscientemente, dava graças por ter gozado no carro, se não já teria enchido a boquinha de porra.
De repente ela soltou a “mamadeira” e se contorceu, pegando a bolsa na beirada da cama. Rasgou o invólucro da camisinha com os dentes e encapou meu pau com alguma dificuldade, creio que devido à curvatura.
— Não aguento mais, quero ele dentro de mim! — a voz era rouca e suplicante.
Deitou-se de costas e ergueu os joelhos, arregaçando ao máximo as pernas torneadas. Ajeitei-me entre elas e forcei o falo teso para baixo, pincelando os grandes lábios da vulva para umedecer o preservativo. Passada a cabeça, enfiei o pau todo de uma só estocada. Ela deu um grito de prazer e fincou as unhas na minha cintura, arranhando como uma gata selvagem. Eu bombava com vigor e nossos gemidos se misturavam.
— Me come, tarado desgraçado! — ela xingava entredentes. — Mete! Rasga minha buceta! Não era isso que você queria!??
Eu me divertia com a raiva dela, mas não retrucava, deixando-a mais possessa. A buceta da mulher é uma incrível obra de engenharia: já tinha se dilatado para parir um filho, como prostituta a usava com frequência, mesmo assim meu tarugo entrava justo. Não diria apertado como uma virgem, ou um cu, mas justa com se feita sob medida. Ela apoiou as panturrilhas nos meus ombros e continuou o xingatório. Eu me deitei sobre ela e passei a chupar os seios com volúpia, saboreando e engolindo todo o leite que brotava dos mamilos duros.
Entre as palavras “enfia tudo”, “cavalão”, “sua égua” e “rasga sua puta”, ouvi “vou gozaaarrr…” e, procurando uma posição melhor, acelerei os movimentos até ela começar a estremecer. Novamente enterrou as unhas nas minhas costas, mas o tesão era maior que a dor. Enfiei o pau até o talo e deixai lá dentro, soltando todo meu peso sobre ela. Quando a fêmea parou de se contorcer e xingar, ergui o corpo novamente e voltei a bombar. Meu suor escorria abundante, pingando e se misturando ao dela.
Tirei o cacete melado e puxei suas ancas, forçando-a a ficar de quatro. Ela colocou um travesseiro sob o ventre e deitou o rosto no colchão, arrebitando a bunda. E que bunda!… redonda e dura como a da mais bela atriz pornô. Lambi o mel que escorria da flor e tentei, sem sucesso, enfiar a ponta da língua no botãozinho. Enfiei o pau na buceta e voltei a bombar. O dedo indicador entrava com dificuldade no cuzinho, mas esse não se abriu para o polegar.
— Aí não, seu tarado gostoso!
— Mas ele é lindo! Eu…
— Sim, mas é lindo porque não dou pra ninguém!
— Mas…
— Mas, coisa nenhuma… — ela baixou as ancas, fazendo meu pinto espirrar para fora. — Acha que porque sou puta, sou obrigada a dar o cu, seu filho da puta?
— Calma amor… não te obrigarei a fazer nada que não queira.
Depois de hesitar por alguns instantes, ela cedeu aos meus carinhos e retomou a posição anterior. Apesar do ar ligado, eu suava em bicas, e guiei meu ferro torto para a caverna fervente. Passei a bombar com muita força e rapidez, tentando castigá-la, minha pélvis batia na bunda morena e minhas bolas nos lábios semiabertos da buceta, provocando o barulho peculiar de “flap”, “flap”, “flap”. Embora minha posição — ajoelhado — fosse confortável, as pernas já começavam a tremer de cansaço.
Enfiei o indicador, meio a seco, no cuzinho cobiçado, mas não soube se o gritinho dela foi de dor ou prazer. Senti que a porra já começava a deixar meus bagos para empreender a corrida pelo canal. Uma última estocada até o útero e minha semente começou a jorrar. A abracei com força e urrei como um animal.
— Goza gostoso, meu amor! Enche a buceta da sua puta de porra!
— Estou usando camisinha — respondi a ela, com voz ressentida. — Se fosse no cuzinho…
— Esqueça essa ideia, cara!… Não vai rolar!
Tomamos banho juntos, mas não rolou mais nada. De volta ao carro, sorríamos um para outro, mas havia algo como um ressentimento mútuo no ar.
— Podemos repetir?
— Sempre que você quiser, desde que pague meu preço.
— E quanto você cobra?
— Eu já te disse… desta vez é de graça. Só não conte a ninguém sobre isso, nem sobre nada da minha vida secreta.
Encostei o carro e tirei uma boa quantia da carteira, deduzindo que seria suficiente para o programa e a meia calça que rasguei. Enfiei a grana delicadamente em seu decote e, antes que dissesse qualquer coisa, acelerei o carro. Deixei-a um quarteirão da sua casa, nos despedimos com um beijo na boca, e fui embora. Em casa, Estela ainda estava acordada, vendo filme — e, provavelmente, fofocando no celular. Lançou-me um olhar cínico, de desconfiança, mas não perguntou nada.
CONTINUA…
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