Dois Pescadores Comeram a Minha Esposa - Parte 1

Um conto erótico de SecretBoy
Categoria: Grupal
Contém 955 palavras
Data: 12/02/2026 10:39:13

Estávamos indo tirar o dia em uma praia de água doce um pouco mais isolada aqui na região. Íamos tirar o dia para relaxar, levamos barraca, alimentos e bebidas.

Chegamos ao local, procuramos um bom lugar, só tínhamos nós dois, bem do jeito que gostamos mesmo. Chegamos por volta de umas 7 da manhã, armei a barraca, enrolei meu beckzinho, preparei uma bebidinha pra gente e fui dar uma caminhada pela praia. Nina preferiu ficar ajeitando as coisas na barraca.

Fui dar minha caminhada quando voltei, ela estava mexendo no celular, batendo uma siririca bem gostosa, não sei o que ela estava vendo, pois fechou os conteúdos e botou o celular de lado, mas nem deu tempo de estranhar pois ela já tirou a parte de baixo do biquíni e nos lençóis, passou a bater uma com o olhar fixo em mim...

Dei uma olhada ao redor pra ver se não vinha ninguém. Tarado que sou, já botei a mão no pau e fui com a cara em direção àquele bocetão maravilhoso dela. Ela não deixou, kkkk. Ela gosta de fazer isso às vezes. Me deixou só olhando, a safada.

Se eu colocasse a mão no pau, ela parava a brincadeira na hora mandando em mim: “TIRA A MÃO DO PAU!”. Eu tirava, e assim ela continuava a siririca na mesma hora. Se contorcendo nos lençóis, alternando entre olhos fechados e umas espiadas pra me monitorar, socando o dedo forte naquele bucetão molhado, tava tão molhado que chegava a espirrar com o movimento forte dos dedos.

Às vezes eu não aguentava e batia uma bem rapidinho ali, meu pau tava babando muito, mas ela, na hora, já me dava bronca e parava a brincadeira. Bem filha da puta mesmo kkkk.

A essa altura, ela já gemia bem alto, tipo perto de gozar. Ela estava mais escandalosa que o normal naquele dia, como se quisesse ser ouvida à distância, como se tivesse armazenado aqueles gritos por algum tempo — (o que de fato acontecia mesmo, pois hoje moramos em prédio) e ela segura um pouco o cio. Eu já quase a ponto de gozar a essa altura sem nem fazer nada, e ela lança um: “VEM ME COMER”.

Porra. Chegou meu momento. Kkkkk.

Ela pediu pra deitar, queria ir por cima. Eu pedi pra ela ir devagar um pouco no começo, pois como eu estava com muito tesão, precisaria dar uma acostumada ali com a textura daquela boceta ensopada. Porra… tava uma delícia, como ela é gostosa!

Ela agora dando uns gemidinhos mais contidos, correspondentes à intensidade da sentada, mas sempre mostrando pra mim a cadelinha que é.

“Vai, sua cadelinha, rebola gostoso na minha rola”, ela gemia mais.

Eu perguntava pra ela se ela era uma cadelinha no cio, ela manhosa respondia que sim. Tava totalmente entregue na pica.

Aos poucos fomos aumentando a intensidade. Ela sentando gostoso. Me sentei com ela no colo pra poder chupar aqueles peitos perfeitos enquanto eu a comia. Eu segurando muuuuito pra não gozar.

Ao longe ouvi alguns barulhos, algo como alguém conversando. A barraca estava aberta então fui dar uma espiada pra ver o que era, ao horizonte vinha vindo um barquinho dois pescadores.

Demos uma pausinha na brincadeira para esperar eles passarem. Ela saiu do colo, mas continuou com a mão no meu pau, batendo uma pra mim e pra ela… tava com muito tesão a cadela...

Os pescadores foram chegando um pouco mais perto da barraca, mas ainda à alguma distância.

Ela disse: “Tô com sede”. Parou as brincadeiras e depois: “Vou sair pelada, hein?”, em um tom de brincadeira, mas ao mesmo tempo provocativo.

Eu disse: “Vai lá, ué”.

E fiquei olhando com cara de safado afim de ver a reação da cadela.

Ela foi!

Saiu da barraca inteiramente pelada. Eu fico imaginando o choque dos caras… Do nada, uma moreninha linda de 1,53, com pele bronzeada, bocetão e peitos de fora… Um verdadeiro espetáculo.

Eu, meio envergonhado mas atiçado com a provocação, fiquei na barraca só olhando.

Ela pegou a água na mochila (fez questão de abaixar com a bunda virada pra eles) e voltou pra barraca. Tomamos uns goles de água e pra minha surpresa ela já veio sentar novamente.

De costas para os pescadores, ela começou sentar, já não contendo os gemidos de novo.

Os pescadores continuaram avançando com o barco até ficarem alinhados com a nossa barraca, onde o show acontecia.

Só pra esclarecer: era a primeira vez que acontecia algo perto disso. Nós sempre fantasiamos várias situações. Já tínhamos feito de tudo só nós dois. Mas nunca voyeur, swing, nem nada do tipo.

Foi bem repentino, mas naquele dia ela estava mais cadela que o normal...

Eu dei uma espiada na situação, os caras estavam andando BEEEEM devagarinho com o barco pra olhar a coisa obviamente, mas continuavam andando mesmo assim. Ela também dava uma espiada às vezes, provocando os caras.

Ela perguntou pra mim: “Será que eles tão gostando?”

Eu disse: “Não sei… pergunta pra eles.”

Foi a deixa.

Ela virou sentando de gostas para mim e olhando fixamente para os caras.

Ela perguntou pra eles: “Cês tão gostando?" Enquanto sentava.

Os caras eram bem jovens. Um mais novinho, devia ter uns 18, 19. O outro devia estar na faixa dos 30. Cara forte, queimadasso de sol, grande, um cara bonito.

Respondendo à pergunta dela, um deles falou: “Ôôôô!”. O outro também confirmou, falando algo que não entendi bem.

Em seguida, ela chamou eles meio tímida:

“Vem cá! Seis não querem brincar?”

Ela já tinha entendido que eu tinha dado esse consentimento. Já tínhamos conversado sobre essas aventuras antes e estávamos mesmo pra ir em um swing, ela decidiu que seria ali...

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