Ele é novinho e magrinho, mas tem 25cm de marra

Um conto erótico de André Martins
Categoria: Gay
Contém 2354 palavras
Data: 10/02/2026 17:12:55

Depois que me aproximei do Eric Bruno e comecei a trocar ideia com ele todas as tardes no portão, meus amigos Afonso, Danilo e Tadeu não entenderam o motivo de eu ter feito amizade logo com o moleque mais marrento e egocêntrico de Rocha Miranda.

A verdade é que eles não tinham paciência pro complexo de superioridade do Eric, tampouco perdiam tempo servindo de plateia pros delírios de grandeza dele, mas eu achava ele bonitão, apesar de prepotente, e gostoso demais, embora se achasse a última Coca-Cola do deserto. Nem quero entrar no detalhe dos 25cm, tá?

Não é todo dia que você dá a sorte de ter um vizinho dotadão que nem Eric Bruno, o famoso Bruninho, que de “inho” não tinha nada. Magro definido, tanquinho, pele marrom chocolate, pernas meio curvadas que nem jogador de futebol, cara de príncipe e sorriso de covinha, mas jeito de playboy com síndrome de protagonista. O típico hétero narcisista que acha que tudo é sobre ele, é o que mais tem no subúrbio carioca.

Até o que não era sobre ele, Eric fazia ser, e olha que mal havia chegado aos 19. Era como se sua personalidade e seu corpo exercessem uma força de gravidade que puxava meus olhos, drenava minha atenção e me fazia orbitá-lo todas as tardes, quando o novinho voltava ensopado do futebol da praça, sentava no muro lá de casa pra trocar uma ideia e abria as pernas na minha frente.

- Qual vai ser, Juliano? Fortalece a água pro teu brother?

- Claro, entra aí. – chamei.

- Vou entrar não, espero aqui fora.

- Beleza, já volto.

Fui dentro de casa buscar a garrafa, voltei e me deparei com a cena do Eric de pé na calçada, de frente pro poste e de costas pra mim. A perna do calção levantada quase na cintura, a tromba marrom segurada tal qual um charuto entre os dedos indicador e médio, suas nádegas contraídas no short e ele expelindo um imenso jato de urina quente e dourada no paralelepípedo.

- Tá de sacanagem, Eric? – reclamei.

- Qual foi, mano? Tava apertadão, pô, tive que tirar água do joelho.

- Vai deixar cheiro de mijo no meu portão, cara.

- É bom que marca o território. Hehehehe! – ele debochou.

Do portão, não consegui ver exatamente o tamanho da verdura, mas notei o caule grosso e logo vi que ele não gostava de usar cueca por baixo, seu negócio era criar o bichão solto.

- Da próxima vez, pede pra usar o banheiro. Custa nada.

- Que nada, moleque, tá de boa. Deu pra esvaziar, tamo junto. – ele pegou o copo, encheu e tomou tudo numa golada só. – Tá ligado que um copo d’água e uma mamada não se nega a ninguém, né? UEHUEH!

Aí deu um tapa na minha nuca, apertou a mão no volumão da pica e ficou me zoando, pois sabia que eu era doido pra cair de boca naquele minhocão gordo.

- Vai brincando. Já mandei você parar com essas zoações. – falei.

- Heheheh! Segura a onda, mano. Só tô brincando, pô. – ele sempre se justificava depois de me gastar.

Eu reclamava das piadinhas, mas não nego que adorava passar as tardes de zoação com o Eric, porque ele só andava sem cueca, coçava o saco o tempo todo e adorava se patolar na minha frente. O moleque era um dotado exibicionista, sabia que eu manjava e se amarrava em receber atenção, então também gostava de ficar um tempo do meu lado, sendo bajulado e tendo o ego inflado por seu pela-saco preferido.

- Aff, cara! Você nunca usa cueca, não? – eu sempre dava um jeito de fazer o assunto escorregar pro tamanho do dote dele.

- Cueca é mó ruim, moleque. Me sinto apertado, prende meus ovo. Tá pensando que ser o mais pirocudo da rua é tarefa fácil? Vai nessa. Tehehe! – bastava falar de si próprio que o pivetão já coçava a virilha, largava a mão na montanha de piru e não parava de se alisar, na maior intimidade.

- E não tem medo de ficar de pau durão na rua? Essa porra parece um fuzil, daqui a pouco tão dizendo que você anda armado.

- UHEUEHE! Mas eu ando mesmo, ó. – Eric segurou o volume peso pesado, bateu com a mala na própria mão e achou graça.

- TÁ DOIDO! Não dá pra acreditar que isso tudo é rola!

- Tudo e mais um pouco.

- P-Posso? – toquei na coxa dele, ameacei subir o dedo em direção à virilha e esperei pelo esporro certo.

O bonitão se equilibrou no muro, olhou pros lados e se certificou de que não vinha ninguém, daí me encarou, fez cara de desconfiado e concordou.

- Só um pouco, moleque. – avisou.

- Só quero sentir o peso. E o cheiro. – toquei de leve por cima do relevo da pica, senti ela no calção e mais uma vez me bateu aquela famosa sensação de excesso de poder nas mãos.

Porque você sabe, não é todo dia que a gente desfruta da luxúria de ter uma senhora caralha grossa e cabeçuda nos dedos, não é verdade? Aqueles segundos no quintal da minha casa foram curtos, mas impactantes o suficiente pra permanecerem na minha memória até os dias de hoje, não posso negar.

- Acabei de voltar do fute, Juliano, tô nojentão de suor.

- Assim que é bom. Cheiro de homem, eu gosto.

- Ah, gosta? – Eric pôs a mão dentro do calção, esfregou na pica, alisou os pentelhos e em seguida abriu ela na minha cara, pra temperar meu rosto em testosterona.

Eu respirei fundo, o perfume de ferrugem masculina me dominou e a língua encheu d’água mais uma vez. Se dependesse de mim, cairia de boca ali mesmo, mas me controlei e achei melhor não ultrapassar o bom limite que ele já me dava. Não é todo cara que permite toques e brincadeiras tipo as nossas, então me policiei, andei na linha e não extrapolei.

- Vacilão do caralho. Hehehe! Tu gosta, né? – ele me zoou.

- Eu peço pra você não fazer essas brincadeiras, mas cê não acredita.

- Se controla, mano. Hehehe.

As tardes de papo furado eram boas, mas gostosas mesmo eram as madrugadas em Rocha Miranda. Depois que meus pais e meu irmão deitavam pra dormir, às vezes eu aparecia na varanda, me debruçava no muro de casa e avistava o molecão de amasso com alguma novinha safada no portão dele. Não era sempre, mas vira e mexe acontecia da moça ir embora, deixar Eric Bruno na mão e ele terminar a noite sozinho na calçada, de pau durão, meias nos pés e a samba-canção torta pro lado.

Foi numa dessas vezes que eu apareci.

- Vish... Morreu na punheta, bonitão? Falou merda e ela meteu o pé, foi isso? – puxei assunto.

- Ainda tá acordado, mano? Falei nada, ela que ficou com medo quando viu o tamanho do problema. – o sem vergonha apertou a marreta, sacudiu ela no pijama e riu. – Tu sabe que eu sou bom de pica, não preciso mentir.

- Pior que eu sei, você é dotado. – tive que concordar.

Vi que não tinha ninguém na rua àquela hora da noite, cheguei perto dele e deixei a mão esbarrar de leve no volume do caralho.

- Posso? – perguntei, antes de iniciar.

- Melhor não, moleque. Do jeito que eu tô, vou acabar me empolgando contigo.

- O que é que tem? Pode se empolgar, tô aqui pra ajudar.

- Pô, Juliano... – ele olhou ao redor, teve certeza de que estávamos a sós e me puxou para além do portão do prédio.

Subir as escadas do segundo pro terceiro andar e sentar no mesmo degrau onde várias piranhas sentaram antes me deixou de cuzinho piscando, eu encarnei o perfil completo de putinha do Eric Bruno. Dessa vez ele ficou de pé na minha frente pra ganhar a punheta, eu pus a mão dentro da samba-canção e durei poucos segundos acumulando coragem pra fazer o que tanto queria. Quando me senti pronto, desci o short de dormir do molecão na altura dos joelhos, fiquei frente a frente com a giromba e foi a primeira vez que a vi ao vivo, nítida e em cores.

- MISERICÓRDIA, ERIC!

- Até parece que nunca pegou nela antes, cuzão. – ele riu.

- Já peguei, mas nunca tinha visto cara a cara, olho no olho. Tomar no cu, cara! Olha só pra isso! – tentei juntar os dedos em volta do porrete, mas eles não se conectaram ao redor do talo grosso.

Tem noção do que é uma pica ultrapassar um palmo e meio de comprimento por quase quatro dedos de largura? Que pavor! A primeira sensação que tive ao segurar naquele mastro foi de terror, só depois veio o tesão e a imponência. Aquilo ali facilmente rasgava buceta no meio, não foi à toa que a moça fugiu e deixou Eric na mão. Mas ele não caiu em qualquer mão, caiu na minha. Fechei os dedos na trolha, senti o cheiro dela de perto e ele não se importou com a minha aproximação.

- Tá meladinha, viu? – falou.

- Tô vendo. Pelo visto, a pegação com a novinha tava boa.

- Tava mesmo, pena que ela correu.

- Óbvio! Quem aguenta uma tora dessa sem correr?

- Ah, para! Nem é tão grossa assim, pô.

- CLARO QUE É, VAI TOMAR NO CU! BAHAHAH! Você só pode tá brincando! – não acreditei naquela afronta.

- Zoeira, eheheh! Tô ligado que eu sou grande. Eu falo e teus amigos não acreditam. Ó o tamanho do problema. – ele balançou a cintura pro lado, a viga apontou pro teto e se curvou na direção do meu rosto, mirada na minha boca.

Devido à ereção, o prepúcio arregaçou sozinho, recuou e liberou aquela parte mais carnosa que antecede a cabeçona roxa. As bordas dela eram massivas, curvadas, recheadas de glândulas de Tyson e puxadas pra uma coloração próxima do rosa, enquanto o couro da pica era delgado, denso, enxertado de pele grossa e tão marrom quanto o restante do corpo melaninado do Eric. A flora selvagem dominava a parte de cima, o sacão pelancudo se pendurava na parte de baixo e eu quase fiquei bisonho, perdido, sem saber pra onde olhar.

- Vem cá, já mediu esse pau alguma vez? – fiquei curioso.

- Já. 25cm de pura valentia, moleque. Gostou?

- Cacete! 25cm contados?! Agora eu entendi de onde vem essa sua marra. Hahahah.

- Tô dizendo, pô. Eu falo e nego não acredita. Pirocão, né não? – ele quis escutar elogios e enaltecer o próprio ego.

- Pirocaço, isso sim! – tratei de bajular, afinal ele merecia.

E sabe o melhor de tudo? Não era só meu toque que engrandecia o caralho, meus cumprimentos e elogios também fizeram ele tremer e a ponta da cabeça encharcar de babão. Quanto mais devotei atenção e foquei em detalhar as dimensões da vara do Eric, mais o garotão ficou à vontade na minha frente, livre pra eu masturba-lo e explorar cada parte de sua ereção. E que ereção, viu?

- Como pode você ter 19 anos e 25cm de rola sendo magro desse jeito? – isso não entrou na minha cabeça por nada.

- Sei lá, mano. Já dei o papo, herdei do meu pai. Puxei meu coroa, pirocão é de família. Hehehe!

- Ele também é dotado que nem você? – meu cu piscou.

- Meu pai é o bicho. Ele esculacha, pô. Se tu me acha roludo, tem que ver ele. Bagulho doido. – ele encheu a boca pra falar do coroa e minha curiosidade foi nas alturas, fiquei só na imaginação.

A jeba parecia um cogumelo envergado pro alto, torto em si mesmo e pronto pra enguiçar xoxota. Não sei o que mais me deixou assustado, se foi o formato inflado da glande pulsando ou se foi a textura vertiginosa da uretra na parte inferior do trabuco, pesada toda vida. Nem os testículos do novinho ficavam pra trás, até eles competiam com a bengala pra ver quem era maior.

- As minas conseguem engolir sua pica inteira? – tive que segurar com as duas mãos pra dar conta da ferramenta.

- Quem dera, mano. Elas chupam a cabeça e olhe lá, eu nem insisto.

- Tadinho de você... – cheguei com o rosto cada vez mais perto.

- Tadinho mesmo. Meu sonho ganhar uma garganta profunda igual às que eu vejo no Twitter, papo reto. Um dia ainda vou arregaçar uma puta, tu vai ver. Heheheh!

Qualquer pessoa que visse a genitália do Eric pensaria se tratar de um paizão de família, porque o caralho tinha aparência de experiente e super combinava com a cara de fudedor dele. O foda é que eu precisava de mais do que uma mão amiga pra matar a vontade de tudo que queria fazer com ele e, tendo um pedregulho de quase 26cm em mãos, é óbvio que não consegui me controlar.

- Tem dia que eu acordo todo gozado, só de imaginar a sensação de uma boquinha engolindo minha vara. É foda, mano. – ele lamentou e pulsou na minha mão, cuspiu babão fora.

Quem aguenta ver um molecão com cara de pidão implorando por uma goela e não fazer nada? Tive que reagir, o impulso foi mais forte que eu. Quando dei por mim, já estava de beiços arreganhados, a língua no freio da pica e o céu da boca escorregando na glande, suando e me esforçando pra fazer a piroca caber além das amídalas.

- QUAL FOI, MOLEQUE!? ASSIM É COVARDIA, PÔ! SSSS! Tô de guarda arriada, me pegou desprevenido! FFFF! – ele mordeu o lábio inferior, fechou os olhos e automaticamente ficou na ponta dos pés, meio que tentando não fuder minha boca.

Mas não adiantou. Respirei fundo, tomei fôlego, abri a mandíbula ao máximo e me atraquei na pica do Eric com todas as minhas forças, cheguei a abraçar a cintura dele pra dar conta de cada centímetro do mastro.

- AAARGH, SSSS! PORRA, JULIANO, BAGULHO BOM! –sentiu meu gargarejo.

Foi difícil não engasgar, mas dei meu melhor, engoli o cabeçote e traguei polegada por polegada, até minha língua envolver a giromba, as papilas salgarem no gosto da ferrugem e o nariz sumir na pentelhada dele. Nesse momento, meus beiços tocaram no talo da jeba, ela pulsou e despejou baba no fundo da minha garganta, aí sim eu soube que havia engolido tudão.

Continuação no Privacy.

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