[…]
— Aceito, sim. — Ele disse enquanto subia os degraus da piscina. Juntou-se a mim na mesa e brindamos.
— Pode trazer a minha? — Ouvimos Zara pedir. Virei-me e segurei um engasgo de surpresa. Zara tinha se erguido apoiada em um braço, enquanto o outro cobria os mamilos, mas seus peitos transbordavam ao redor do antebraço.
Virei o resto da minha bebida de um gole só e, quando ia pegar o copo dela, uma ideia me ocorreu.
— Seu Jorge, o senhor se importaria de levar pra ela?
Meu pedido o tirou do transe; ele estava claramente hipnotizado pelos seios quase totalmente revelados da minha esposa. Ele se virou para mim:
— Ah, claro. Se você quiser?
— É, tô curtindo muito descansar aqui. Se não for incômodo...
Ele balançou a cabeça.
— Não, de jeito nenhum.
Sorri em agradecimento enquanto ele pegava o copo da Zara e caminhava até ela.
O olhar diabólico tinha voltado ao rosto dela enquanto ele se aproximava; ela sorriu radiante para mim antes de tirar o braço da frente dos seios para aceitar o copo. Seus peitos gloriosos ficaram totalmente à mostra, com aquele balanço suave bem na cara do Jorge. Uma onda forte de excitação desceu para a minha virilha e senti meu pau endurecer um pouco.
Zara deu um gole profundo na bebida, seus peitos firmes tremendo levemente com os goles. Ela então colocou o copo ao lado da espreguiçadeira e virou de barriga para cima com um suspiro satisfeito.
— Obrigada, Jorge. — Vi ela sorrir para ele, que estava parado ao lado da cadeira, de costas para mim. Então notei o olhar dela se desviar distraidamente para a virilha dele.
— De nada. — Jorge respondeu, surpreendentemente confiante.
Vi uma expressão de choque aparecer no rosto de Zara enquanto ela encarava o short dele. Ela se recompôs rapidamente e sorriu de volta para o rosto dele.
Jorge se virou e voltou para a mesa, e eu vi o que tinha causado tal reação na minha esposa.
O pau do Jorge estava endurecendo dentro do short de banho apertado e parecia que ele estava criando uma terceira perna.
Claramente não estava totalmente duro, mas ainda assim era tão grosso quanto o pulso da Zara e longo o suficiente para descer um bom pedaço pela coxa.
Ergui os olhos rapidamente para olhar para ele quando ele se sentou, e ele murmurou um "Obrigado" para mim.
Rí baixinho e observei enquanto ele agora, abertamente, devorava com os olhos os montes expostos da minha esposa, levemente achatados contra o peito dela.
Senti uma necessidade forte de me refrescar e fui para a piscina. Ao passar por Zara, olhei com luxúria para o corpo sexy dela, estirado na espreguiçadeira.
— Amor, passa o protetor na frente agora? — Ela me pediu.
Sentei na beirada da cadeira e apliquei o creme suavemente ao longo da virilha tonificada, descendo até onde a calcinha do biquíni começava.
— Você viu? — Ela sussurrou para mim. Limpei a garganta confirmando.
Os olhos dela então olharam direto nos meus.
— Tudo bem se eu disser que senti o maior arrepio até agora, lá embaixo, quando vi aquilo? — Ela olhou para a própria calcinha. — E saber que ele ficou assim por minha causa?
Respondi quase sem pensar enquanto meu pau crescia dentro do short. Eu estava de costas para o Jorge, então, discretamente, movi a mão dela para sentir minha excitação.
Ela puxou o ar com força, seguido de um gemido baixo e excitado.
— Você se importaria se eu visse? — Ela perguntou, um sorrisinho no rosto.
Meu pau pulsou na palma dela e ela estremeceu em resposta.
— E se eu... tocasse? — Ela perguntou com uma mordidinha no lábio.
Não consegui evitar um grunhido de tesão enquanto meu pau ficava duro como pedra.
— Acha que ele toparia? — Ela me perguntou.
Olhei para ela, mal contendo meu sorriso.
— Acho que sim.
Ela sorriu para mim antes de me puxar para um beijo apaixonado.
Usando todo meu autocontrole para não me deixar levar e pegá-la ali mesmo, me afastei e mergulhei na piscina.
Nadei como um homem possuído, tentando queimar toda a energia sexual que eu sentia. Numa volta, vi Zara passando loção nos seios de forma sensual. Ela sorriu para mim, fingindo inocência:
— Ué, você deixou o serviço pela metade.
Balancei a cabeça rindo e olhei para o Jorge. Ele continuava na mesa, bebericando seu drinque, com um volume muito grande ao longo da perna direita do short. Ele encarava feliz minha esposa esfregando e acariciando os próprios peitos.
Zara olhou para Jorge, seus olhos foram imediatamente atraídos para o volume enorme.
— Tudo bem aí, Jorge? — Ela perguntou, arrastando brevemente os olhos para cima para olhar para ele. — Queremos que você se sinta confortável com a gente.
Ele sorriu de volta, charmoso.
— Tô ótimo, muito bem, na verdade. Me sinto muito bem-vindo aqui.
— Bom, tô me sentindo uma péssima anfitriã te deixando sozinho enquanto meu marido nada. — Ela se sentou, os seios nus brilhando com o óleo no sol da tarde. Pegando o copo, ela caminhou até Jorge e sentou na cadeira ao lado dele. — Muito melhor. — Zara suspirou.
Não querendo que minha encarada atrapalhasse, voltei a nadar devagar. Embora fosse óbvio que minha atenção ainda estava fixa nos dois.
Não conseguia ouvir a conversa exata enquanto nadava, mas sentia a tensão sexual entre eles do outro lado da piscina. Zara tinha um sorriso travesso quase permanente, rindo com frequência, enquanto Jorge relaxava na cadeira, garantindo que seu volume estivesse facilmente na visão da minha esposa. Um verdadeiro cavalheiro; agora que conversava com ela, mantinha sempre o contato visual, nunca olhando para os seios fartos e brilhantes, mesmo quando balançavam com as risadas dela.
Zara, por outro lado, roubava olhares nada sutis, de olhos arregalados, para o pacote enorme dele. Toda vez que fazia isso, eu via o lábio inferior dela curvar levemente, resistindo àquela mordidinha clássica.
Numa das minhas passagens mais perto deles, ouvi Zara me chamar. Parei e fui até a borda.
— Amor, eu estava dizendo pro Jorge que ele parece meio desconfortável nesse short. Acho que, infelizmente, tá um pouco pequeno pra ele.
Dei a ela um olhar fingido de questionamento.
— Isso não é jeito de falar com o homem! — Nós dois rimos. — Como você se sentiria se o Jorge dissesse que seu biquíni parecia pequeno em você?
— Bom, é exatamente esse o meu ponto. — Ela respondeu com um sorriso. — Eu senti que meu top estava pequeno e tirei. Se o Jorge estiver confortável, acho que devia fazer o mesmo. — Ela travou os olhos nos meus.
— É, você tem um ponto. — Eu disse. — Mas não cabe a mim nem a você decidir o que o Jorge veste. Ele é dono do próprio nariz.
Jorge me agradeceu brincando pelo "apoio".
— Mas concordo com sua esposa. Acho que eu ficaria mais confortável sem ele.
Ele se levantou, agarrou o elástico com as duas mãos e abaixou o short até os tornozelos. Assim que o elástico passou pelo volume enorme que o short escondia, seu pau descomunal foi revelado, duro como rocha, saltando rapidamente para ficar ereto bem na frente dele.
Eu tinha confiança de que estava bem acima da média, mas o pau do Jorge era pelo menos duas vezes mais grosso e bem mais longo que o meu, com bolas grandes e lisas combinando.
Ele agora estava de pé, com o pau diretamente na linha de visão entre mim e minha esposa. Pude ver o queixo dela cair enquanto encarava aquilo. Quando ele se sentou de volta, os olhos da minha esposa seguiram o pau dele, com um olhar óbvio de desejo.
Meu próprio pau voltou à atenção total com a visão da minha esposa de topless encarando com tanta fome aquele caralho gigantesco bem ao lado dela.
Zara se recompôs e me olhou questionadora. Dei meu melhor sorriso amoroso para que ela soubesse que estava tudo bem. Ela suspirou aliviada e fez sinal para eu me juntar a eles.
Saí da piscina e caminhei até eles, imaginando que não havia motivo para esconder minha própria ereção àquela altura.
Zara olhou para a barraca proeminente no meu short e me mandou um beijo quando me sentei. Ela pegou minha mão e deu um aperto carinhoso.
— Tenho que ser honesto, não esperava esse lado exibicionista de vocês dois. — Jorge comentou.
Nós dois paramos de nos olhar e viramos para ele.
— É meio surpresa pra gente também. — Revelei. — Uma novidade que estamos experimentando. Esperamos que esteja tudo bem pro senhor?
Jorge examinou abertamente o corpo maravilhoso da minha esposa da cabeça aos pés.
— Estou ainda mais "ok" com isso do que estava com a piscina e a hidro. — Ele afirmou com um sorriso.
Zara riu e deu um tapinha de flerte no ombro do Jorge.
— Que bom que pôde se juntar a nós pra aproveitar as duas novidades. — Ela manteve a mão provocante no ombro dele enquanto examinava descaradamente o pau dele, ainda ereto.
Acariciei a mão dela com meu polegar para tranquilizá-la. Ela me lançou um olhar, seus olhos azuis penetrantes fazendo uma pergunta silenciosa.
Apertando a mão dela, dei um leve aceno com a cabeça, ao que ela mordeu o lábio inferior e sorriu.
— Acho que tá na hora de todo mundo ir pra hidro. — Zara declarou enquanto se levantava e caminhava até a hidromassagem com um rebolado exagerado, a bunda sexy balançando de um lado para o outro.
Nós dois a seguimos, enquanto ela entrava graciosamente na água. Tomei a iniciativa de sentar de frente para a Zara. Ela sorriu maliciosamente para mim e deu tapinhas no lugar ao lado dela, insistindo:
— Vem, Jorge.
— Se não se importam, já tô com bastante calor, prefiro ficar sentado na borda, pode ser?
Enquanto dizia isso, ele se sentou na borda da hidro, apenas com as canelas na água. Bem ao lado da minha esposa, com o pau enorme erguido a apenas trinta centímetros da cabeça dela.
Zara e eu garantimos que estava tudo bem. Meu estômago revirou de excitação com a visão dos peitos da minha esposa boiando na superfície da água, enquanto uma rola monstruosa balançava em excitação logo ao lado do rosto dela.
Ela olhou para cima, para o Jorge.
— Também tô com um pouco de calor, vou me juntar a você aí em cima.
Erguendo-se da água, ela se apoiou na borda, ombro a ombro com o Jorge. Água pingava da parte de baixo dos seus peitos.
Ela se inclinou levemente para a frente.
— Tenho que dizer, Jorge... é uma ferramenta e tanto que o senhor tem aí. Não consigo tirar os olhos.
O pau dele pulou como se agradecesse o comentário.
— Obrigado, Zara. Já que estamos sendo diretos... seus peitos são divinos. Estou absolutamente hipnotizado por eles.
Eles desviaram o foco do corpo um do outro para se olharem diretamente nos olhos.
— Bom... — Ela sussurrou com voz sensual. — Posso tocar no seu se você tocar no meu?
Os olhos dele se arregalaram em surpresa, e ele assentiu devagar.
Meu pau latejou forte enquanto eu assistia minha esposa esticar o braço mais próximo e passar suavemente os dedos pelo topo da cabeça do pau dele.
Ela ronronou: — É tão duro... — A voz sumindo num suspiro. A mão pressionou para descer a palma ao longo da parte de cima, e Jorge soltou um grunhido de aprovação. Quando a palma dela chegou à base grossa, seus dedos se curvaram delicadamente para segurar. Eu podia ver claramente o espaço que sobrava entre as pontas dos dedos dela e o polegar tentando fechar a volta no tronco.
Zara soltou um gemido de pura luxúria quando sua mão firmou na base. Ela começou a masturbar devagar ao longo do comprimento, arrancando mais grunhidos de aprovação do Jorge.
O movimento cada vez mais apaixonado dela fez seus peitos começarem a balançar e tremer, reconquistando a atenção total do Jorge. Ele esticou o braço oposto cruzando o corpo e agarrou e apertou os globos saltitantes dela.
Zara gemeu alto de prazer enquanto Jorge massageava com experiência seus mamilos sensíveis.
— *Ai, meu Deus, isso é tão bom...*
Ele aumentou o esforço com a resposta dela, virando-se para ela e trazendo a segunda mão para dobrar o ataque aos peitos.
As coxas de Zara se esfregaram uma na outra, olhos agora fechados em êxtase enquanto ela continuava a bater punheta para ele. O pré-gozo vazou da ponta, que ela rapidamente recolheu na palma para usar como lubrificante.
Pareceu que uma eternidade se passou, eu ali embasbacado, enquanto minha linda esposa masturbava o pau maciço do nosso vizinho mais velho enquanto ele brincava com os peitos dela. Provavelmente foram só uns cinco minutos até ficar claro que o clímax do Jorge se aproximava com os carinhos da minha mulher.
— *Porra*, faz muito tempo... eu vou gozar logo. — Jorge anunciou por entre os dentes cerrados.
— Goza. Goza pra mim, Jorge, goza pra mim. — Zara murmurou entre respirações de prazer. Ela se inclinou ainda mais para frente, de modo que seus seios balançavam logo acima do pau latejante dele. A cabeça dela se virou para o rosto dele, e seus olhos azuis brilhantes perfuraram os dele enquanto ele olhava para baixo com desejo descarado.
— Goza nos meus peitos, nesses peitos divinos, cobre eles com a sua porra. — Ela exigiu.
Jorge urrou em êxtase quando o pau dele entrou em erupção, disparando porra por cima de todos os seios da minha esposa. Cordas grossas atingiram a pele dela com um impacto audível. Espirrando sobre os mamilos, no decote e deixando linhas pintadas por cima e por baixo.
Zara cantarolou em deleite até que o pau imponente cessasse a erupção. Ela acariciou a cabeça, recolhendo todo o restante e fazendo Jorge estremecer. Então ela se sentou, os peitos cobertos por um glacê branco que escorria devagar pelo abdômen e pingava das pontas nas coxas dela.
— Esse pau é impressionante em mais de um sentido! — Zara sorriu maliciosa enquanto massageava o gozo na pele como se fosse uma nova camada de loção. — Muito obrigada.
— Não, obrigado a *você*. — Jorge exalou, recostando-se para descansar em sua felicidade. O pau amolecendo, mas apenas voltando a um tamanho um pouco menor, descansando sobre a coxa dele.
Eu não consegui me conter mais, minha excitação e luxúria tinham atingido o limite.
— Isso foi incrível! — Exclamei.
Zara, para minha surpresa, corou e me deu um olhar de puro amor e agradecimento.
— Você não faz ideia. — Jorge disse, e todos nós rimos.
Zara deu um tapinha na coxa do Jorge.
— Desculpa pedir isso tão de repente. Mas eu preciso de um tempo a sós com meu marido, agora mesmo. Você consegue se virar pra sair?
Ele se sentou com um sorriso.
— Claro! Nem precisa falar mais nada! — Ele desceu da borda da hidro e vestiu o short. — Muito obrigado por me convidar. Eu me diverti demais.
Zara riu.
— Imagina. Você pode me agradecer direito na próxima vez.
Foi a deixa. Num flash, eu estava fora da hidro. Segurando o rosto da Zara, a beijei com uma paixão avassaladora. Então a peguei no colo estilo noiva e marchei para dentro de casa, gritando por cima do ombro:
— Foi ótimo ter você aqui, Jorge, a gente marca de novo qualquer dia!
Zara riu e beijou meu pescoço e orelhas enquanto eu subia as escadas correndo para o nosso banheiro. Coloquei os pés dela no piso do box, liguei o chuveiro com ela de frente para o jato, fazendo-a arfar de surpresa e depois gemer de prazer quando enterrei meu pau na buceta encharcada dela numa estocada funda.
Zara se apoiou na parede do box, a água escorrendo pela frente do corpo. Ela gemia e gritava em êxtase com minhas estocadas frenéticas, batendo na traseira deliciosa dela enquanto eu segurava seus quadris.
— Vo... cê... gos... tou... dis... so... tam... bém? — Ela arfou entre as estocadas.
Em resposta, levei as mãos para amassar os seios lavados dela e rosnei no ouvido dela:
— Eu te adoro.
— Eu te amo tanto! — Ela gritou a plenos pulmões quando senti as pernas dela começarem a tremer e um orgasmo poderoso a atravessar, apertando meu pau em ondas de espasmos.
Gozei junto com ela, segurando-a firme contra meu peito, apertando os peitos fantásticos dela enquanto repetíamos um para o outro: "Eu te amo".
Trepamos mais duas vezes naquela noite até cairmos no sono, entrelaçados na nossa cama.
Nos dias seguintes, não conseguíamos tirar as mãos um do outro sempre que estávamos em casa. Ficávamos constantemente nos pegando, parecendo dois adolescentes no cio deixados sozinhos em casa.
Conversamos sobre o que aconteceu e concordamos que foi uma emoção fantástica para nós dois, e que queríamos levar aquilo adiante.
No dia seguinte, mandamos uma mensagem no Zap para o Jorge, agradecendo por ele ter sido tão respeitoso e compreensivo com a nossa exploração desse nosso "lado exibicionista". Ele foi ótimo, como esperávamos, garantindo que tinha se divertido muito e que estava grato por ter sido incluído.
Durante a semana, sempre que um de nós o via, conversávamos normalmente, mas com um entendimento mútuo no olhar que não existia antes.
Na sexta-feira à noite, depois que ambos voltamos do trabalho, concordamos que uns drinques na hidro seriam uma ótima maneira de começar o fim de semana.
— Devemos convidar o Jorge para se juntar a nós? — Perguntei.
Zara olhou para mim e, com um brilho malicioso nos olhos, respondeu:
— Eu pergunto pra ele.
Trocamos de roupa, colocando nossos trajes de banho; Zara vestiu aquele mesmo biquíni preto. Comecei a preparar as bebidas enquanto ela mandava mensagem para o Jorge.
— Ele já vem aí.
A excitação dela estava claramente transbordando; um leve rubor já coloria suas bochechas e o colo.
De braços dados, relaxamos na hidromassagem, nos beijando suavemente.
Jorge apareceu pela lateral da casa, passando pelo corredor que conecta os terrenos.
— Boa noite, vizinhos!
Ele usava um short de banho diferente, ainda um pouco pequeno para ele, provavelmente devido ao aumento de peso nos últimos anos.
Zara e eu o recebemos na hidro e lhe entregamos um Gin Tônica. Ele se sentou de frente para nós, totalmente dentro da água desta vez.
Conversamos e brincamos sobre coisas gerais enquanto o conteúdo dos nossos copos diminuía. Quando o meu acabou, pedi licença para fazer uma nova rodada.
Na cozinha, preparei outra leva de GTs, um pouco mais fortes dessa vez, mas olhando pela janela para o jardim dos fundos, vi que talvez nem fosse necessário.
Eu tinha saído há apenas alguns minutos e Zara já tinha deslizado para se sentar ao lado do Jorge. Ela estava rindo e acariciando o braço e o peito dele de forma sensual, seus olhos ocasionalmente descendo para baixo da linha da água, tentando espiar o pacote prodigioso dele através das bolhas.
Minha onda bateu forte com a visão. Forcei-me, contra todos os meus instintos naturais, a desacelerar o preparo das bebidas para dar a eles um pouco mais de tempo a sós.
Assim que terminei o último drinque, espiei pela janela novamente. Minha esposa agora estava com as duas mãos abaixo da linha da água. O braço mais distante dela cruzava a frente do corpo logo abaixo dos peitos, empurrando-os levemente para cima. Eu podia ver os dois braços se movendo sutilmente para frente e para trás.
Apertei a bandeja com força enquanto a excitação subia em mim. Acalmando-me, saí para levar as bebidas.
Enquanto eu me aproximava, Zara olhou para cima, me deu aquele sorriso diabólico e lambeu os lábios sedutoramente.
Jorge me agradeceu quando lhe entreguei o copo, levantando a cabeça para desviar o olhar da minha esposa enquanto ela o acariciava debaixo d'água.
— Só coloca o meu aqui do meu lado, amor. Minhas mãos já estão ocupadas.
Tossi de surpresa com o comentário da minha esposa, arrancando uma risadinha dela. Coloquei a bebida ao lado dela como pediu e, tentando esconder minha própria excitação crescente, entrei de volta na hidromassagem. De frente para os dois.
Continuamos a conversa de onde parei, todos fingindo que minha esposa não estava atualmente acariciando o pau do nosso vizinho. O que os olhos não veem, o coração não sente, eu acho. Ou sente até demais.
Então Zara anunciou que estava ficando com calor demais. Ela virou as costas para o Jorge e se inclinou um pouco para a frente, tirando o cabelo do caminho para revelar a cordinha do biquíni. Olhando sedutoramente por cima do ombro para ele:
— Você se importa? — Ela pediu.
Jorge apenas assentiu e estendeu a mão, desamarrando o biquíni dela. Zara pegou o top e o colocou ao lado de sua bebida. Então voltou a acariciar Jorge debaixo da água, seus peitos perfeitos levemente pressionados para cima e juntos pelos braços dela.
Eu estava totalmente duro agora; essa noite estava indo num ritmo mais rápido do que eu pensava. Para o meu total deleite.
Jorge esticou uma mão e começou a provocar e brincar com os seios da minha esposa. Ela gemeu em aprovação.
Zara olhou para mim, aquele mesmo olhar questionador do fim de semana passado. Sorri calorosamente de volta e assenti. Tínhamos discutido mais cedo o que queríamos tentar a seguir. Agora parecia que era hora de agir.
Ela me mandou um beijo e se virou para olhar para o Jorge.
— Eu não aguento mais esperar, eu quero ver.
Ele, como se já esperasse esse pedido, simplesmente sorriu de forma charmosa para ela. Então se ergueu para sentar na borda da hidro novamente. Um volume enorme corria ao longo da coxa dele, do comprimento do short. Ele ficou de pé e abaixou o short para revelar seu pau enorme antes de se sentar novamente.
Zara suspirou feliz com a visão. Ela se moveu para se ajoelhar entre as pernas dele. Ela parecia uma deusa, seu cabelo preto delicioso caindo em cascata pelas costas torneadas, levando até sua bunda suntuosa que descansava sobre os pés delicados.
***
Continua…