Observei com um sorriso enquanto minha linda esposa entrava devagar na nossa hidromassagem. Seus pés delicados e pernas torneadas deslizaram para dentro da água borbulhante, seguidos logo depois por sua bunda firme e farta, envolta num biquíni cavado, que pousou suavemente no banco submerso. Meus olhos percorreram seus quadris curvos e a cintura fina, apreciando a barriga chapada, até beberem a visão de seus seios naturais, grandes e empinados, apertados pelo top preto do biquíni. Quando ela pegou meu olhar, abriu um sorriso malicioso antes de fechar seus olhos azuis brilhantes e reclinar a cabeça para trás, garantindo que seu cabelo escuro e delicioso não molhasse, preso num coque bagunçado.
Saí da hidro, tomando cuidado para não molhar minha esposa sem necessidade, e dei a volta para lhe dar um beijo carinhoso na testa. Ela respondeu com um ronronar satisfeito e um beijo no ar. Então, mergulhei na piscina para completar uma série de braçadas.
Era um dia quente de verão, na verdade, o primeiro dia de verão em que ambos estávamos de folga para aproveitar nossa piscina recém-instalada e a hidromassagem acoplada. O sol do meio-dia castigava lá fora, mas a água estava perfeita.
Eu tinha um cargo de gerente de projetos numa empresa grande aqui da capital. Minha esposa, Zara, estava fazendo muito sucesso com consultoria para academias e centros de fitness, já que tinha sido personal trainer antes.
Nós nos conhecemos no último ano da faculdade, através de amigos em comum, e já estamos juntos há quase oito anos, casados há cinco. Ficamos na mesma cidade depois de formados, morando juntos num apartamento no centro e curtindo a vida noturna. Dois anos atrás, nos mudamos para um condomínio fechado em expansão na região metropolitana, para uma das duas casas um pouco mais afastadas do resto da rua, garantindo aquela privacidade que a gente tanto preza.
Amávamos nossa casa. Tinha sido construída recentemente, com um pé-direito alto e conceito aberto, bem moderna; sentíamos que podíamos deixá-la com a nossa cara. O quintal espaçoso era o nosso xodó, cercado por um bosque de árvores altas em dois lados, com uma cerca viva e um muro nos separando do nosso único vizinho. A adição da piscina e da hidro foi a realização de um sonho, uma área gourmet particular para nos exercitarmos e relaxarmos juntos, bem ao estilo brasileiro de curtir o fim de semana.
Quando eu estava terminando meu nado, ouvi Zara saindo da hidro. Na minha volta, a encontrei de pé, com as mãos nos quadris de violão, sorrindo para mim lá de cima. Parei logo abaixo para absorver aquela visão gloriosa.
Zara é alta, tem cerca de 1,75m e, na minha humilde opinião, o corpo de uma deusa grega — ou melhor, de uma musa do carnaval. Inclinei-me para trás na água para olhar para seu rosto estonteante e sorri de volta.
— O que você tá rindo aí, hein? — Ela sorriu de canto, brincalhona.
— Nada, só um sorriso de orgulho por manter o recorde atual de voltas nessa piscina. — Acenei com a cabeça em direção à hidro. — O que parece que vai durar um bom tempo, considerando o quanto você parece estar curtindo essa aguinha quente.
O rosto de Zara assumiu um olhar diabólico de determinação.
— Ah, querido... — Ela se inclinou para baixo com confiança, me dando uma visão maravilhosa do seu decote, que parecia prestes a explodir.
— Não vai durar nem uma hora. — Ela piscou para mim e se preparou para mergulhar por cima da minha cabeça na piscina.
— Boa tarde, vizinhos! — Veio um grito animado do outro lado do muro. Zara parou, retocando o rabo de cavalo, e nós dois respondemos alegremente com um "boa tarde".
— Espero que não se importem, mas hoje pareceu um dia ideal para aparar a cerca viva. Mas se quiserem um pouco de privacidade, eu entendo, pode esperar pra mais tarde. — Nosso vizinho, Jorge, era um sujeito muito amigável. Achávamos a companhia dele agradável e ele era um vizinho muito atencioso.
— Imagina, Seu Jorge! — Zara respondeu. — É sempre um prazer ver o senhor.
— Ótimo, vou pegar a escada então. — Jorge estava no final dos seus 50 anos, desacelerando do trabalho na pequena empresa que possuía na região. Ele era um homem grande, meio fora de forma, mas com uma constituição forte, típica de quem trabalhou pesado a vida toda. Vimos por fotos na casa dele que ele estava em ótima forma até os 50, mas parece que se descuidou um pouco desde que a esposa faleceu, há alguns anos.
Nos demos super bem desde que nos mudamos, ele nos recebeu com aquele calor humano típico, e frequentemente nos convidávamos para churrascos, festinhas ou só pra tomar uma cerveja e bater papo.
— Parece que seu "recorde" vai sobreviver mais um pouquinho, vou pegar uma bebida refrescante pra gente. — Zara me disse e caminhou de volta para a casa. Meus olhos não conseguiram evitar seguir as bochechas da bunda dela balançando, dentro do tecido esticado do biquíni fio-dental preto.
Dei uma risada enquanto saía da piscina. Zara não consegue evitar ser uma anfitriã excepcional, mesmo quando o convidado nem está na nossa propriedade!
Voltei para a hidromassagem, sentando de frente para o muro, enquanto ouvia Jorge posicionando a escada. Pouco depois, a cabeça careca dele apareceu acima da cerca viva alta do outro lado.
Acenei para ele e ele acenou de volta.
— Dia bonito pra um mergulho também, né? Cadê sua esposa, sumiu? — Ele olhou em volta numa confusão fingida. — Não tô ficando gagá já, né? Jurei que ouvi a voz dela. — Ele brincou, sorrindo abertamente para mim.
Rí de volta. — Ela só deu um pulinho lá dentro pra pegar umas bebidas.
Jorge assentiu e começou a aparar a cerca enquanto conversávamos sobre o tempo que estava firmando e os planos para o verão e o carnaval que vinha por aí.
Zara voltou com uma bandeja com três caipirinhas de limão bem geladas e desfilou até onde Jorge estava.
— Aqui está, Seu Jorge. — Ela levantou a bandeja até a altura da cabeça dele.
Ele sorriu e agradeceu. Ela se virou e caminhou até mim. Quando ela chegou à hidro, notei o olhar de Jorge distraidamente fixo na retaguarda da minha esposa. Zara então se curvou nos quadris e se inclinou sobre a hidro para me entregar minha bebida. Não pude evitar sentir um leve arrepio me percorrer enquanto imaginava a visão que Jorge estava apreciando; a bunda incrível da minha esposa naquele biquíni revelador enquanto ela se curvava num ângulo de quase 90 graus.
Agradeci também, e enquanto ela se endireitava e colocava a bebida na mesinha ao lado, a atenção de Jorge voltou para a tesoura de poda, enquanto ele apoiava o copo na prateleira da escada.
Zara perguntou educadamente como Jorge estava, enquanto terminava de prender o cabelo de novo, deixando suas mechas escuras e sedosas caírem graciosamente sobre suas costas lisas e bronzeadas.
Trocaram mais algumas gentilezas antes de Jorge elogiar como a piscina e a área da churrasqueira com a hidro tinham ficado ótimas.
— Obrigada, a gente tá amando mesmo. — Zara respondeu alegremente.
Levantei meu copo. — E obrigado de novo pela paciência durante a obra. A gente sabe que é chato quando o vizinho tá em reforma, aquela barulheira toda.
— Ah, que bobagem — Jorge respondeu balançando a tesoura de poda com descaso. — Não foi incômodo nenhum.
Zara completou: — Bom, a gente agradece de qualquer jeito. E claro, o senhor é bem-vindo pra vir usar quando quiser.
— Obrigado, capaz de eu aceitar mesmo. Tô precisando voltar a me exercitar. — Jorge sorriu feliz de volta.
Zara virou a cabeça para mim e perguntou: — Então, qual é o tal "recorde"?
— 100. — Eu disse com um sorriso presunçoso.
— Teu nariz. — Zara respondeu revirando os olhos. Mas então aquele mesmo sorriso diabólico voltou. — Mas vai ser agora. — E mergulhou com confiança.
Eu e Jorge rimos enquanto ela começava a nadar.
Recostei-me e aproveitei o calorzinho gostoso das bolhas, conversando ocasionalmente com Jorge sobre o trabalho e os últimos resultados do Brasileirão, enquanto ele continuava aparando a cerca.
O tempo passou numa boa até que ouvi Zara exclamar sem fôlego: — 101!
Sentei-me e a vi descansando, respirando fundo na outra ponta da piscina. Ela sorriu para mim e eu ri. — Mandou bem, amor! — Gritei para ela.
Jorge parabenizou também. Ela riu vitoriosamente enquanto encostava a cabeça na borda da piscina e deixava o corpo flutuar na água, recuperando o fôlego.
Ela estava hipnotizante, com a água brilhando na pele lisa sob o sol. Seus peitos subiam e desciam ritmicamente com a respiração profunda, parecendo esticar o top do biquíni até o limite. A luz refletia em sua forma sensual e curvilínea e nas linhas de sua barriga tonificada.
Também notei que eu não era o único hipnotizado. Jorge estava claramente encarando, apesar de seus melhores esforços, o corpo encharcado e sexy da minha esposa brilhando ao sol. Senti outro arrepio me percorrer.
Minha esposa quase sempre se vestia de forma meio conservadora em público, exceto em ocasiões especiais como jantares ou festas. Não lhe faltava confiança na aparência, longe disso. Ela só se irritava com os "olhares babões", como ela dizia, sempre que se vestia de forma mais provocante na rua.
Por isso o biquíni especialmente revelador que ela usava hoje. Eu não tinha feito nenhuma tentativa de esconder minha excitação com a possibilidade de ela usar trajes de banho mais ousados na nossa própria piscina. E, apesar das provocações dela, estava claro que ela também estava animada com isso.
Não havia problema em Jorge ou outros amigos que convidássemos a verem assim, pois nos sentíamos confortáveis com eles.
Mas ali estava eu descobrindo outro elemento para a minha excitação; eu sentia um tesão enorme vendo outras pessoas vendo mais da Zara.
Enquanto Jorge se recompunha e focava mais uma vez no trabalho na cerca, fiquei matutando sobre esse novo elemento.
Eu estaria mentindo para mim mesmo se não admitisse que sempre tive muito orgulho de como a Zara era incrível, e acho que era natural querer que a beleza dela fosse um pouco mais exibida.
Mas quando Zara saiu da piscina, flagrei mais uma vez o olhar de Jorge atraído para a figura divina dela. Assistindo a água escorrer por sua bunda magnífica quando seus quadris descansaram brevemente na borda da piscina, antes de ela levantar as pernas atléticas para fora da água. Ela ficou de pé, olhos fechados, e ajeitou o cabelo para trás, levantando levemente os peitos já empinados.
Senti um arrepio ainda mais forte e meu pau endureceu um pouco, quando a ficha caiu de que não era só a visão da minha esposa sexy que causava a reação, mas ver o Jorge curtindo aquilo também.
Zara voltou para a mesa com sua bebida, sorriu calorosamente para mim, depois enrolou a canga na cintura enquanto se sentava e descansava, bebericando sua caipirinha.
Sempre fomos muito abertos e confiantes no nosso relacionamento. Inclusive em assuntos sexuais. Já tínhamos explorado fetiches, RPG e elementos de liberalismo. No início do nosso namoro, na época da faculdade, até tivemos alguns \*ménages\* com outras garotas durante a fase "experimental" da Zara.
Eu sabia que podia confiar nela completamente, então decidi que ia tocar nesse assunto do meu novo "tesão" com ela mais tarde, hoje à noite.
A tarde continuou agradável enquanto Jorge terminava de aparar a cerca, depois devolveu o copo e agradeceu Zara novamente pela bebida, enquanto relaxávamos na beira da piscina.
Naquela noite, enquanto estávamos deitados na cama, Zara me beijou com paixão e olhou fundo nos meus olhos.
— E aí? O biquíni novo rendeu tanto quanto você esperava? — Ela perguntou, mordendo levemente o canto do lábio inferior.
— Ainda mais. — Respondi, puxando-a de volta para encontrar meus lábios.
— \*Mmm...\* — Ela gemeu dentro da minha boca enquanto sua mão descia, acariciando o caminho até meu pau, que já estava acordando.
Zara se afastou um pouco, inclinando-se para sussurrar no meu ouvido:
— Foi excitante pra mim também.
Antes de mordiscar de leve o lóbulo da minha orelha e apertar meu pacote com vontade.
Puxei o corpo dela contra o meu, apertando com firmeza a nádega direita dela, macia e farta. Ela soltou um gemido de prazer contra meu ouvido.
— O Seu Jorge curtiu também. — Eu disse. Não era exatamente como eu planejava tocar no assunto, mas simplesmente escapou sem pensar.
Ela parou e se afastou para me olhar nos olhos, com o cabelo delicioso caindo ao redor do rosto.
— Isso te incomoda? A gente conversou sobre isso, achei que não ligávamos se outras pessoas vissem. — Ela me olhou séria.
— Não, não incomoda. — Respirei fundo. — Na verdade, é o oposto de um problema. Eu fiquei com ainda mais tesão vendo que ele gostou.
Ela ergueu uma sobrancelha.
— É mesmo? — A mão dela se moveu para segurar meu pau através da cueca boxer. — Sério? — Ela disse com um sorriso diabólico.
— É. — Soltei o ar. — Você estava gostosa pra caralho naquele biquíni preto apertado hoje, não admira que o Jorge não conseguia parar de olhar.
Ela manteve a sobrancelha erguida com uma expressão de diversão maliciosa.
— Então você ficou excitado vendo nosso vizinho coroa secando o corpo da sua mulher quase pelada?
Quando ela sentiu meu pau pulsar na mão dela, o sorriso aumentou.
— \*Ohhh\*, isso é um sim. — Ela ronronou. — Então você sentiu um arrepio vendo aquele homem mais velho desfrutar do meu corpo "gostoso pra caralho"?
Enquanto meu pau atingia a dureza máxima, ela riu baixinho e se moveu para montar em mim, abaixando minha cueca e acomodando meu pau entre as bandas da bunda dela.
Eu conseguia sentir, através do fio-dental, o quanto ela estava molhada.
— Eu acho que você pode ter sentido um arrepio com o prazer dele também. — Eu disse, olhando para o rosto lindo dela.
Ela mordeu o canto do lábio de novo antes de sorrir para mim, esfregando a bunda contra minha virilha. Rebolando os quadris redondos em círculos, para cima e para baixo.
— Talvez... — Ela sorriu de canto. — Mas o quanto ele deveria poder ver? — Ela perguntou enquanto as mãos subiam para desabotoar o sutiã. — Ele deveria poder ver isso?
Quando o fecho se soltou, seus peitos fartos e naturais foram libertados, balançando sem nenhuma flacidez enquanto ela rebolava. Os mamilos pequenos estavam visivelmente duros.
Meu pau ficou ainda mais rígido, latejando contra a calcinha encharcada dela.
— \*Ahhh!\* — Nós dois gememos juntos quando ela desceu para me beijar com ferocidade, pressionando os seios firmes contra meu peito.
— Talvez, então? — Ela disse, afastando-se um pouco para olhar nos meus olhos.
Eu assenti e ela sorriu.
A mão dela pegou a minha e a levou para segurar a calcinha dela. Ela levantou os quadris curvilíneos enquanto mantinha o rosto a centímetros do meu.
— Ele também pode ver isso? — Ela disse enquanto movia minha mão para baixo, arrastando a calcinha molhada por suas coxas torneadas até os joelhos, pressionados de cada lado do meu corpo.
Ela agarrou meu pau, que de alguma forma estava ainda mais duro, e gemeu na minha boca enquanto me beijava de novo e se abaixava sobre mim.
— \*Ohhh, porra...\* — Exalamos em prazer quando meu pau, duro como pedra, entrou na buceta lisa e molhada dela de uma só vez.
Ela me cavalgou como um demônio. A bunda dela subindo e descendo, as nádegras grandes tremendo a cada estocada. Agarrei cada globo macio para me impulsionar para dentro dela com ainda mais força.
— \*Ahhh! Mmm... isso, amor!\* — Gemíamos em êxtase um para o outro, nossos prazeres subindo juntos.
Quando ambos nos aproximávamos do clímax, ela olhou de forma penetrante nos meus olhos e exalou com luxúria:
— Eu te amo.
— Eu também te amo. — Respondi sem fôlego enquanto nossos orgasmos chegavam juntos.
Estocando um contra o outro para que eu estivesse o mais fundo possível dentro dela. Ela estremeceu em cima de mim enquanto o orgasmo a percorria e eu me esvaziava dentro dela.
Nos aninhamos debaixo das cobertas enquanto ela acariciava meu peito, sonolenta.
— Então, devo convidar o Jorge para usar nossa piscina amanhã? — Ela perguntou com malícia, olhando para mim. — Enquanto eu uso aquele biquíni?
— Você não precisa usar ele o tempo todo.
Sorrindo diabolicamente de volta para mim, ela disse:
— Vamos ver o que acontece. — Antes de cairmos no sono nos braços um do outro.
O sol brilhava alto no céu da tarde em mais um lindo dia de verão, aquele calor típico que pede água fresca e sombra.
Zara estava sentada na ponta da piscina, balançando as pernas na água enquanto lia seu livro. Ela usava o mesmo biquíni provocante de ontem, mas agora com um chapéu de aba larga e óculos de sol enormes, bem estilo diva.
Eu estava nadando tranquilamente, aproveitando a água, quando Zara me chamou:
— Tô vendo o Seu Jorge no quarto dele, quer que eu chame ele pra vir aqui?
Nadei até a borda e segui o olhar dela, vendo Jorge se movimentando pelo quarto, através da janela grande que dava para o fundo do nosso jardim.
— Claro, amor. Ele foi um vizinho tão bacana durante a instalação da piscina. É mais do que justo.
— Concordo. — Zara disse com um sorriso travesso. Ela se inclinou para me dar um selinho antes de pular para ficar de pé.
— Seu Jorge! Ô, Seu Jorge! — Ela gritou com exuberância, acenando os braços, o que fez seus peitos balançarem perigosamente no top apertado.
Jorge surgiu do quarto na varanda anexa. Ele acenou de volta.
— Desce aí, Seu Jorge! Vem estrear a piscina com a gente!
— Oh, obrigado, Dona Zara, mas tô só dando uma arrumada no quarto aqui! — Ele gritou de volta.
Zara fez um biquinho de tristeza fingida, depois se inclinou para a frente juntando as mãos num gesto exagerado de súplica, pressionando os peitos um contra o outro e criando um decote explosivo, dando a Jorge uma visão direta e privilegiada lá de cima.
— Ah, qual é! O dia tá bonito demais pra ficar trancado aí dentro. Desce logo, vou preparar uns drinques pra gente!
Eu pude ver daqui: os olhos de Jorge quase saltaram das órbitas com a visão. Ele se recompôs rapidamente.
— Tá bom, tá bom! Já desço, só vou me trocar! — E voltou correndo para dentro do quarto.
— Você é terrível. — Eu ri.
Ela sorriu de canto para mim.
— Eu sei. Foi ainda mais divertido do que eu pensei que seria. — Zara então desfilou para dentro de casa para preparar as bebidas.
Pouco tempo depois, Jorge passou pelo corredor lateral que conecta nossas propriedades. Ele usava um short de banho um número menor do que deveria, o que fazia sua barriga saliente criar aqueles "pneuzinhos" laterais acima do elástico.
Ele acenou feliz para mim e agradeceu pelo convite.
— Imagina, Seu Jorge, a casa é sua. — Saí da piscina pelos degraus perto da hidro e fiz sinal para ele se sentar à mesa sob o ombrelone.
Assim que nos sentamos, Zara reapareceu com os copos na mão, caminhando até nós com um rebolado pronunciado de seus quadris curvilíneos.
— Aqui estão, rapazes. — Zara disse, colocando as bebidas na mesa.
Fizemos um brinde e bebemos. Fiquei levemente surpreso com o gosto forte de vodka na limonada e deixei transparecer no rosto, o que fez Zara rir:
— É domingo, querido! Achei que a gente merecia uma coisinha a mais pra relaxar.
Conversamos bobagens por um tempo, aquele papo furado gostoso de vizinho, até que Zara decidiu que era hora de trabalhar no bronzeado. Ela se deitou em uma das espreguiçadeiras perto da piscina, tirando os óculos e o chapéu, deitando-se de bruços com as mãos sob a cabeça.
Jorge anunciou que ia entrar na água e desceu os degraus devagar, começando a nadar lentamente de um lado para o outro.
Zara bateu os cílios para mim.
— Amor, passa mais protetor nas minhas costas?
Sorri com a ousadia dela e sentei ao lado dela com o frasco de protetor. Espalhando o creme nas mãos, comecei a massagear suavemente ao longo da curva da lombar dela. Zara gemeu em aprovação:
— Obrigada, querido.
— Não tem de quê. — Respondi e, baixando a voz, sussurrei: — Tá se divertindo com o Jorge aqui?
Ela gemeu baixinho de novo.
— \*Hmm\*, já peguei ele olhando várias vezes. Toda vez que percebo, sinto aquele arrepio gostoso lá embaixo.
Senti aquele tesão agora familiar percorrer meu corpo. Deslizei minhas mãos até a cordinha que segurava o top do biquíni dela nas costas.
— Você acha que sentiria um arrepio maior se tivesse mais coisa pra ele ver? — Perguntei baixinho, enquanto meus dedos puxavam levemente o laço.
Senti de verdade um leve tremor percorrer as costas dela. Ela virou um pouco o rosto para me olhar nos olhos.
— Tem certeza, amor? — Ela sussurrou.
Com a excitação estampada na minha cara, assenti. Ela mordeu o canto do lábio inferior antes de fechar os olhos e deitar a cabeça de novo.
— Então vai. — E enquanto dizia isso, deu uma reboladinha com aquela bunda deliciosa.
Prendi a respiração enquanto puxava a cordinha, desfazendo o nó do top apertado. As laterais do biquíni escorregaram e caíram sobre a espreguiçadeira, revelando a lateral dos seus peitos, deliciosamente pressionados contra a superfície, expostos para quem quisesse ver.
Terminei de passar o protetor pelas costas e pernas dela, demorando nas coxas, e voltei para a mesa para dar um gole necessário na minha bebida batizada.
Jorge visivelmente diminuiu o ritmo das braçadas, fazendo o possível para disfarçar as olhadas frequentes para o lado do peito exposto da minha esposa e para a bunda dela, empinada e quase engolindo o fio-dental.
Ele olhou para mim logo depois de uma dessas encaradas, pego no flagra. Fizemos contato visual e eu sorri calorosamente para ele, erguendo meu copo num brinde silencioso.
— Aceita mais uma bebida, Seu Jorge? — Tentei perguntar com a maior calma e casualidade do mundo.
Vi ele relaxar visivelmente os ombros na água ao perceber que eu claramente não me importava com os olhares dele para a minha mulher. O sinal estava verde.
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Se o vocês estiverem curtindo comenta aí que eu publico a parte 2 mais rápido!