Terminava o segundo dia em que eu e a minha Rosinha estávamos no rancho, na companhia do tio Carvalho, transformando em realidade muitas das nossas fantasias sexuais. Depois de um dia gostoso de muitas provocações e brincadeiras, a noite de domingo chegava ao fim, mas, conforme prometido a mim pela minha esposa sapeca, ela estava disposta a dar mais uma vez pra nós dois juntos antes de dormirmos.
Depois que a Rosinha reclamou do frio, deixamos a varanda e entramos na casa pra terminar o restante do vinho, nos acomodamos, me sentei apoiado no braço direito do sofá e a Rosinha sentou-se entre minhas pernas prensando meu pau duro entre suas costas e minha barriga e se cobrindo com a toalha escondendo os peitos e a xota dos olhos safados do tio. Mesmo assim ela mantinha as pernas abertas e juntou as solas dos pés pondo um joelho pra fora do sofá e o outro apoiado no encosto. O tio apoiou-se no outro braço do sofá, em frente a nós, e também cobriu o pau com a toalha fingindo querer esconder da minha esposa aquilo que ele próprio fazia questão de mostrar. Ele continuava de pau duro e cheio de tesão e, querendo comer minha esposa outra vez, a provocava contraindo os músculos fazendo o pau balançar movimentando a toalha que o cobria.
Rosinha (fingindo reclamar) – Nem adianta me provocar mexendo o pauzão debaixo da toalha, tio; agora vou te castigar, igual você fez comigo durante o dia todo, não vou deixar você gozar!
Carvalho (rindo e balançando o pau debaixo da toalha) – A culpa não é minha, Rosinha, meu pinto tem vontade própria!
Rosinha (sorrindo e olhando pro pau do tio) – Deixe de safadeza, tio; trate de baixar este circo armado aí que quero terminar este vinho gostoso enquanto conversamos.
Quando saímos da varanda e entramos na casa, eu achei que iríamos transar, mas a Rosinha parecia não ter pressa.
Rosinha – Tio, você tem notícias da tia Carmem, tem conversado com ela por telefone?
Carvalho (sorrindo timidamente) – Há algum tempo eu e a Carmem estamos trocando mensagens e recentemente começamos a nos falar por telefone. Ela está bem na companhia da irmã Júlia e do meu irmão Júlio, elas até arranjaram empregos temporários enquanto esperam o Júlio terminar os estudos dele.
Eu não imaginava que a Rosinha tocaria no assunto da tia Carmem naquele momento, mas esperei pra ver onde ia dar aquilo. Houve um silêncio momentâneo no qual a Rosinha e eu esperávamos que o tio continuasse a falar.
Carvalho – Eu e ela conversamos sobre a nossa separação, admiti meu erro quando me deixei seduzir por outra mulher que ela sequer conhecia, mas ela também confessou que foi precipitada ao me deixar e viajar com a irmã e meu irmão. Estamos nos entendendo e o último contato foi bastante promissor, ela perguntou se o meu coração ainda é dela e aproveitei a oportunidade para jurar meu amor e dizer o quanto a amo e a falta que ela faz na minha vida. Eu disse que me faz falta o contato com um corpo feminino pra gastar minhas energias. Ela riu e disse que entende as minhas necessidades e que estou liberado pra comer outra, desde que conte a ela, mas não quis saber quem seria a mulher.
Eu (sentindo meu pinto amolecer e também vendo que o pau do tio diminuía de tamanho e a toalha que o cobria baixando) – Tio, você e a tia Carmem falaram sobre a possibilidade de reatar o relacionamento?
Carvalho (esboçando um sorriso) – Siiiiim! Depois que eu jurei que ainda a amo muito e que ela é a única dona do meu coração, ela brincou e provocou: “E do seu pintão, ainda sou a dona dele?”
Rosinha – Uau, tio, a tia Carmem tá com saudade de você e do seu pintão, deve tá doidinha pra sentar, rebolar e sentir você dentro dela!
Carvalho (rindo e ajeitando a toalha sobre o pinto amolecido) – Também senti que ela sente a minha falta. Durante a conversa falei a ela que meu pinto sente saudades do calorzinho e do apertadinho da xota dela e que ele sempre fica duro quando lembra do “pote de mel” dela. Ao final, pra provocar, perguntei se eu poderia mesmo emprestar o pintão dela pra outra mulher.
Rosinha (rindo) – Uau, tio, chamar a xaninha da tia Carmem de pote de mel foi uma jogada de mestre, você jogou o ego dela lá nas alturas. Qual mulher não se sente envaidecida ao ouvir isso? Tio, eu sabia que você é muito safado e comedor, mas agora sei que é galanteador, também! A tia deve tá doidinha pra voltar e abrir as pernas pra você!
Carvalho (rindo) – Sabe que eu senti isso também, Rosinha? Mas o retorno dela deve demorar alguns meses, ela deve esperar que o Júlio e a Júlia voltem também.
Eu – Tio, o que a tia disse quando você perguntou se pode emprestar o pintão pra outra mulher?
Carvalho – Ela já havia sugerido que eu poderia comer outra, mas quando percebeu que eu falava sério, ficou em silêncio por alguns segundos, provavelmente pensando no assunto, e achei que eu tinha “pisado da bola”, mas logo ela disse que entende que eu não posso ficar vivendo de punheta e pediu que eu tome cuidado pra não me envolver emocionalmente e também pra escolher “amigas” saudáveis pra não correr o risco de contrair uma doença sexualmente transmissível. Eu disse que ela pode ficar tranquila que, quando ela voltasse, eu a estarei esperando de coração aberto e a pica dura!
Rosinha (rindo) – Tio, você é muito tarado!
Carvalho – Ao final da conversa, pra me provocar, ela disse que está bem, que nada está faltando porque o Júlio está firme e forte e, além de dar tudo que a esposa Júlia precisa pra se manter calma, também tem dado “atenção” a ela, a cunhada. Por fim, pra me deixar curioso, ou pra se vingar da minha traição, perguntou se, caso ela sinta curiosidade de experimentar “algo novo”, se eu me importaria.
Eu (sorrindo) – E aí, tio, qual foi sua resposta diante dessa pergunta?
Rosinha (curiosa) – O que você respondeu para a tia Carmem, tio? Conte pra nós!
Carvalho (rindo) – Considerando que eu fui o culpado da nossa separação por não ter resistido a uma xotinha diferente, como eu poderia negar à Carmem que ela experimentasse um pinto diferente também? Mas, da mesma forma que ela disse ao me liberar pra comer outra, acrescentei que, caso ela experimente um pinto diferente, que escolha alguém saudável, que não se envolva emocionalmente e que grave na memória cada detalhe da trepada pra me contar tudinho quando ela voltar pra mim!
Rosinha – Tio, você e a tia Carmem são muito safados! (virando o rosto pra trás, me encarando e provocando) – Amor, você vai ser assim comigo também, vai me deixar trepar com outros homens? Se você permitir, eu prometo contar tudo pra você, falarei do pau, do cheiro, do tamanho, e se você quiser eu posso até medir o pinto pra te contar depois! Vai ficar de pau duro quando ouvir eu contando a minha trepada com outro?
Eu (fingindo dar bronca nela) – Rosiiiiinha, comporte-se, já estou permitindo que você dê pro tio Carvalho! Isso não é suficiente?
Rosinha (fazendo biquinho) – Por enquanto é, amor, mas um dia a tia Carmem vai voltar e o tio será somente dela, e quando isso acontecer, talvez eu sinta falta de experimentar “algo diferente”!
Eu – Por enquanto está bom demais só nós três, dona Rosinha!
Rosinha (após me dar um beijinho nos lábios) – Tio, eu e o Fer estamos torcendo pra que a tia retorne pra você e sejam outra vez muito felizes, que voltem a ser aquele casal trepador que sempre foram!
Carvalho (sorrindo) – Assim será, Rosinha, assim será!
Aquela conversa sobre a separação entre o tio Carvalho e a tia Carmem desviou nossa atenção, nosso tesão diminuiu e meu pau e o do tio amoleceram. O assunto da tia Carmem pareceu terminado, mas vendo a Rosinha pôr o restante de vinho nas taças, percebi que ainda demoraríamos mais um pouco pra partirmos pra putaria.
Caros leitores, eu sabia do grande amor existente entre os tios Carvalho e Carmem, mas confesso que aquela prosa me deu mais certeza do quanto eles se queriam e, de certa forma, mais segurança pra liberar a minha amada esposa pra transar com o tio Carvalho.
Eu (apesar de ansioso pra trepar com a Rosinha e vê-la metendo com o tio, resolvi satisfazer minha curiosidade) – Tio, fale mais sobre esse negócio de transar e não gozar. Qual o tempo máximo que você conseguiu ficar com alguém, transando e segurando o gozo?
Carvalho (dando um gole no vinho e sorrindo) – Fernando, tempos atrás estudei um pouco o assunto e li que algumas pessoas conseguem transar e segurar o gozo por semanas, alguns até mais de mês. Eu tentei várias vezes prolongar o tempo sem gozar, mas o máximo que consegui foram três dias e, ao final, me conformei e me convenci que transar durante o dia e gozar no final da noite é o ideal pra mim, pois uma boa noite de sono é suficiente pra eu repor as energias.
Rosinha (sorrindo) – E recomeçar a sacanagem na manhã seguinte, né, tio?
Carvalho – Pois, é, Rosinha! Adoro mulher, perco o juízo diante de uma fêmea fogosa, mas que culpa eu tenho se vocês, mulheres, têm entre as pernas a frutinha mais deliciosa do mundo?
Rosinha – (sorrindo e fingindo dar uma bronca) - Deixe de ser tarado, tio! Aliás, tenho outra pergunta a você, uma vez o Fer disse que pra segurar o gozo, ele tem que pensar em outras coisas diferentes do sexo que tá fazendo, ele pensa no trabalho, algum problema a resolver e outras coisas. E você, como faz pra não gozar?
Carvalho (sorrindo) – Basicamente é a mesma coisa, tenho que distrair a mente, levar o pensamento pra longe do sexo e, principalmente parar de olhar meu pau entrando e saindo do buraquinho da mulher, coisa que eu adoro e que apressa meu prazer final!
Rosinha (rindo) – Vocês, homens, são todos iguais, todos safados!
Carvalho (sorrindo) – E vocês dois, já haviam lido sobre o assunto de transar evitando o prazer final? O que estão achando, estão gostando?
Eu – Tio, quando você falou em transar sem gozar, não dei muita importância por não acreditar que você conseguiria, mas quando você transou com a Rosinha e não gozou, resolvi tentar; e quando percebi que segurar o gozo me deixa com tesão o dia todo, me esforcei pra conseguir fazer o mesmo que você. Confesso que estou gostando!
Rosinha (parecendo tímida) – Bem, quanto a mim, não posso dizer o mesmo que vocês quanto a transar sem sentir o prazer final, afinal gozei várias vezes hoje. Admito que eu ficava brava quando vocês paravam de me comer justo quando eu estava próxima de “ver estrelinhas”, por outro lado vocês dois estiveram dispostos o dia todo, sempre duros e eu fui comida várias vezes. (sorrindo) – Estou adorando, tio, me dei bem o dia todo!
Carvalho – Rosinha, você tá dizendo que se deu bem o dia todo, mas acho que você ainda vai dar bem mais um pouco esta noite!
Rosinha (olhando pra mim e sorrindo) – Fer, veja que tio mais sem vergonha nós temos, ele tá dizendo que ainda vou dar mais antes de dormir, acho que ele tá querendo me comer outra vez! Você vai deixar, amor?
Eu (sorrindo) – Ela tá querendo te comer outra vez porque você vive provocando ele!
Rosinha (se virando pra me beijar) – E você tá adorando me ver espetada e gemendo na pirocona dele, né amor!
Eu, que estava doido pra comer a Rosinha junto com o tio outra vez, aproveitei a oportunidade que as taças de vinho estavam quase vazias e, durante o beijo que trocamos, puxei a toalha da Rosinha pra baixo desnudando os seios dela. Ao terminarmos o beijo vimos que o tio acompanhava nossos movimentos com atenção e apreciava minhas mãos acariciando os peitos e beliscando os mamilos durinhos da minha esposa.
Rosinha (encarando o tio) – Tio, eu e o Fer vamos namorar um pouquinho e deixarei que você nos assista, mas tem que prometer que não mexerá no seu pinto, concorda?
O tio acenou positivamente e afastou suas mãos do pau. A Rosinha, sorrindo pra ele, moveu as pernas sem mostrar a xota e, com os dedos dos pés, puxou a toalha dele expondo o pau mole que repousava pesadamente sobre o saco de bolas grandes apoiadas no sofá. Tenho que admitir, caros leitores, o tio era realmente bem dotado naquela região, tudo ali era maior que na maioria dos homens. Olhei aquilo e entendi perfeitamente a atração que aquela pica, mesmo mole, e o sacão pesado exerciam na minha esposa. A Rosinha olhou por alguns segundos o sexo do tio Carvalho, sorriu pra ele e virou-se pra me beijar. Iniciamos um apaixonado beijo de língua, soltei os peitos da Rosinha e, enfiando as mãos debaixo da toalha, iniciei carícias na frutinha quente entre as pernas dela.
Rosinha (lambendo minha boca e provocando) – Amor, cê tá mostrando meus peitos pro tio; e se ele ficar tesudo e quiser me comer?
Eu (com o canto dos olhos olhei o pinto do tio que começava a crescer e falei no ouvido da Rosinha) – O pau do tio tá crescendo por sua causa, você vai dar pra ele?
Rosinha (de olhos fechados, se arrepiando enquanto eu enfiava a língua na sua orelha) – Fer, eu já tô com vontade de dar, e se eu ver o pau do tio duro, não vou resistir; você vai deixar eu dar pra ele, amor?
Embora a xota da Rosinha estivesse coberta com a toalha, ela se exibia ao tio com as pernas bem abertas, as solas dos pés coladas, um joelho apoiado no encosto do sofá e o outro pra fora do assento dando a ela a bela imagem de uma puta esperando macho. Sorrindo para o tio Carvalho, lentamente comecei a puxar a toalha demonstrando à minha esposa e ao tio, que nos assistia atento enquanto o seu pau engrossava, a minha intenção de exibir a xota da minha mulher entre suas pernas arreganhadas.
Naquele momento o tio, sorrindo e olhando atendo a toalha deslizando, mas ainda cobrindo a rachinha da minha esposa, contraiu os músculos e fez o pau pulsar e balançar; parecia me avisar que, se eu continuasse a oferecer a frutinha da minha mulher, ele a comeria com aquele cacete que não parava de crescer.
Lentamente eu puxava a toalha fazendo a Rosinha sentir na pele o tecido deslizando e prestes a revelar sua racha raspadinha. Ao perceber a respiração ofegante e o coração acelerado da minha amada, puxei a toalha e presenteei o tio Carvalho com a belíssima paisagem que era a minha mulher de pernas abertas.
Rosinha (de olhos fechados, oferecendo a orelha aos meus beijos, cobrindo a xana com a mão e escondendo do olhar tarado do meu tio aquela fruta tão deliciosa) – Fer, cê tá oferecendo minha bucetinha pro tio, é? Tem certeza que ver ele me comendo outra vez com aquele pauzão grosso?
Eu (com vergonha de confirmar que eu queria vê-la dando pro tio outra vez, mas sendo denunciado pelo meu pinto que crescia rapidamente prensado em suas costas) - Veja o pau do tio crescendo pra você!
A Rosinha ainda me deu um beijo rápido antes de abrir os olhos e encarar o pinto do tio Carvalho que levantava deixando pra baixo o saco onde se apoiava. Ao ver o cacete engrossando, ela sorriu pro tio e, agindo por instinto, tirou a mão da xota e exibiu a sua linda fruta, lisinha, caprichosamente raspada por mim para aquele fim de semana com o tio Carvalho. Minha mulher assistia atenta cada pulsação do cacete que engrossava e se levantava diante dos seus olhos. O tio contraia os músculos fazendo o pau balançar e a minha esposa sorrir. O tesão da Rosinha foi crescendo até que, não resistindo, admitiu seu tesão ao levar uma das mãos entre as coxas e iniciou carícias na rachinha. Vi seu dedo maior deslizar entre os lábios, os abrindo e revelando suas carnes rosadas e o melzinho que brotava de suas entranhas preparando a sua toquinha pra receber visitas. Minha mulher ensaiava tocar com o pés o cacetão que crescia à sua frente, mas resistia e esperava que aquilo atingisse a dureza total. Quando o pintão parecia ter atingido o tamanho máximo, o tio fez aquilo pulsar e, a cada contração da musculatura, mais sangue irrigava aquele poste até que a pele que cobria a ponta tornou-se curta e a cabeça brilhante foi aparecendo lentamente diante dos olhos maravilhados da minha mulher. Aquela imagem foi o ápice do tesão para a minha esposa que, usando as duas mãos, abriu a buceta e enfiou um dedinho no tunelzinho. Nenhum som saiu de sua boca, mas em silêncio, apenas com os olhos e os gestos, ela disse ao tio Carvalho: “É aqui dentro de mim que eu quero esse seu cacetão grosso!”
O meu pau prensado pelas costas da Rosinha estava tão duro quanto o do tio e tive que empurrá-la um pouco pra frente pra ajeitá-lo melhor, ocasião em que ela aproveitou pra levar os dois pés ao pauzão que tanto desejava. Assisti minha amada prensando o pau do tio entre as solas dos pés e brincando de puxar a pele pra cima e pra baixo, mostrando e escondendo a cabeça e fazendo o tio gemer de tesão. Por uns minutos eles se provocaram, ele exibindo orgulhosamente o pau e ela dedilhando a xaninha molhada até que, cheia de tesão e vontade de dar, enfiou fundo o dedinho na xota. Sorrindo pro tio, minha mulher movimentou o dedinho dentro do canal da buceta e em seguida o ofereceu a ele que, devolveu o sorrido, aproximou o nariz do dedo que ela lhe oferecia e cheirou antes de enfiar na boca e chupar exibindo no rosto o enorme tesão que sentia. Com a excitação no limite, o tio se levantou, se ajoelhou ao lado do sofá e enfiou a cara entre as coxas da Rosinha.
Carvalho (cheirando a buceta da minha mulher) – Ufff, ufff, ufffff!
Rosinha (acariciando os cabelos dele) – Tarado! Gosta do cheirinho da minha xota, tio!
A resposta dele foi colar seus lábios nos dela e fazer minha esposa gemer:
Rosinha (fechando os olhos e me oferecendo o pescoço) – Ai, Fer, o tio tem um língua muito gostosa!
Por alguns minutos o tio lambeu a xotinha da minha mulher até que ela mesma empurrou a cabeça dele o tirando de entre suas coxas.
Rosinha – Vamos pro colchãozinho, quero dar pros dois ao mesmo tempo!
Os colchõeszinhos com lençóis colocados por mim na primeira noite, pra que o tio “desvirginasse” minha esposa, ainda estavam ajeitados no chão da sala prensados entre o sofá e as poltronas.
Rosinha (se ajoelhando e sorrindo pra nós) – Venham quero chupar os dois juntos.
Um convite desse não se recusa, mesmo que a mulher que se ofereça a tal putaria seja a tão adorada e amada esposa. Eu e o tio nos postamos ao lado da Rosinha, eu na direita, ele na esquerda e oferecemos as picas duras e babando pra minha mulher.
Rosinha (agarrando nossos pintos, parecendo tímida, nos presenteando com o último sorriso antes de abocanhar meu pau) – Nunca fiz isso, tô morrendo de vergonha, mas vou fazer!
E fez! Que delícia, caros leitores, ter a boca da minha amada esposa agasalhando meu cacete duro e vendo o pau de outro macho na outra mão dela esperando pra ser chupado também. Notei que quando ela soltou meu pau e em seguida abocanhou o do tio, teve que abrir um pouco mais a boca pra agasalhar aquilo devido à diferença de grossura das picas. Confesso que, ao invés de me sentir inferiorizado, o meu sentimento foi de um tesão ainda maior e, cheio de amor pela minha amada, que me proporcionava mais aquele prazer, iniciei carícias em seus cabelos enquanto assistia ela agradando o tio Carvalho com a sua boca quente e molhada.
Caros leitores, não tenho palavras pra descrever a beleza da cena que se desenrolava diante dos meus olhos. Somente quem já teve a oportunidade de assistir a esposa chupando a pica de outro macho saberá o quanto isso é prazeroso. Minha mulher começou a alternar as mamadas em nossas picas, enquanto punhetava o tio, enfiava tudo que conseguia do meu cacete na boca, depois abocanhava a piroca do tio, cuja cabeça era suficiente pra lhe encher a boca. À vezes ela me encarava e, sem tirar da boca a pica grossa do meu tio dotado, sorria com os olhos parecendo perguntar: “Tá gostando de ver sua putinha mamando outro caralho?” Outras vezes ela enfiava meu pau tão fundo que eu sentia a cabeça tocando sua garganta, momento em que ela tirava evitando engasgar. Devido ao enorme tesão que sentia, às vezes ela também mordia nossos pintos, o do tio ela mordia com mais dificuldade devido à grossura exagerada e, no meu, mais fácil pra ela, a mordida era um pouco dolorida, mas extremamente prazerosa pra mim! Às vezes ela apenas batia punheta nos dois pintos, admirava um e outro, parecia maravilhada por ter duas picas à sua disposição; beijava a cabeça de uma e outra, sorria pra nós e me surpreendeu quando tomou a iniciativa de bater com nossos pintos em suas bochechas, batia e sorria. Houve um momento em que ela demorou um pouco mais com meu pau na sua boca e o tio, impaciente e querendo sentir as delícias da boca da Rosinha, empurrou o cacete tentando enfiar o dele junto com o meu na boca da minha mulher. Levei um choque ao sentir o contato do pau do tio no meu, mas acho que somente eu me incomodei com o toque, pois ele não esboçou nenhuma reação. Acho que pra me testar, a Rosinha puxou nossos pintos encostando uma cabeça na outra e tentou enfiar os dois juntos na boca, porém foi impossível! Acho que ela gostou de tentar chupar duas picas juntas e, por algum tempo, manteve as cabeças dos nossos pintos encostadas e se esfregando enquanto movimentava a língua entre elas. Meu incômodo devido ao contado do meu pinto com o do tio foi passando e logo depois, vendo o tesão da minha esposa, eu curtia o carinho dividido da minha mulher. Era possível ver o tesão que ela sentia nos movimentos que fazia, pois houve um momento que largou a pica que chupava pra levar a mão entre as pernas e acariciar a bucetinha. Ela estava tão empolgada naquela chupação que acho que teria nos chupado por horas, mas a posição em que se encontrava parecia estar incômoda.
Rosinha (batendo com nossos pintos nas bochechas, nos encarando e sorrindo) – Tô amando chupar dois cacetes ao mesmo tempo, se eu pudesse chuparia essas picas deliciosas por toda a noite, mas a posição tá cansando minhas pernas e agora quero meter, quero que vocês dois me comam!
Sem largar nossos paus, ela se pôs de pé, beijou minha boca com os lábios molhados e em seguida também beijou o tio. Eu e ele acariciávamos minha esposa e constantemente nossas mãos, viajando pelo corpo quente da minha amada, se tocavam. Deixando que ela comandasse a putaria, a vi se deitar de costas e abrir as pernas como faz uma puta esperando pelo macho. Enquanto eu bebia água o tio, doido de vontade de comer minha mulher, foi logo se apresentando, se ajoelhando entre as pernas dela, segurando a piroca pela base, balançando e oferecendo o poste que ela tanto desejava.
Rosinha (falando carinhosamente) – Tio, deixe o Fer meter primeiro, quero que ele aproveite de mim agora enquanto tô apertadinha, porque depois que você meter, minha xaninha vai ficar folgada!
O tio Carvalho não conseguiu esconder a expressão de frustração, mas logo se recuperou e, sorrindo, talvez envaidecido pelo que ouviu da Rosinha, sentou-se na poltrona ao lado pra nos assistir. Apreciando a belíssima fêmea, a minha amada esposa que me aguardava deitada de costas, se oferecendo de pernas abertas e exibindo a xota raspadinha, me ajeitei entre suas coxas e trocamos sorrisos ao mesmo tempo em que encaixei a cabeça da pica entre os lábios da xotinha molhada.
Rosinha (agarrando minhas nádegas e me puxando pra dentro dela) – Vem meu macho, come a sua putinha que ela tá doidinha pra dar bem gostoso pra você!
Meti, enfiei o pau e o senti abrindo aquelas carnes quentes e acolhedoras entre as coxas da minha mulher e me senti no paraíso. Ah, quanto prazer eu sinto quando entro nela, quanto prazer me dá a bucetinha apertada da minha esposa se abrindo e comendo minha pica! Caros leitores, neste mundo há muitos prazeres, mas confesso que eu nunca trocaria nenhum deles pela deliciosa sensação de entrar, de meter na minha Rosinha! Se existe um paraíso, ele está entre as pernas da minha mulher!
Enquanto metíamos lentamente, eu apreciando as delícias da xota da Rosinha comendo minha pica e ela sentindo o prazer de ter meu pau duro dentro da buceta, o tio nos assistia sorrindo e acariciando lentamente o picão duro e, quando também sorrimos pra ele, se levantou e veio em nossa direção. Se aproximou e se ajoelhou próximo da cabeça da Rosinha enquanto eu entrava e saia da bucetinha mais gostosa desse mundo. Ele sorriu pra nós e lentamente aproximou o cacete do rosto dela que sorriu tímida pra mim enquanto o aguardava. O tio tocou com a ponta da pica na bochecha da Rosinha testando as reações dela que sorria pra mim parecendo tímida. Ele continuou esfregando a glande no rosto dela deixando um rastro de caldinho de pica por onde passava até que apoiou a cabeça nos lábios dela como a pedir que chupasse.
Carvalho – Meu pau tá querendo um beijinho seu, Rosinha!
Rosinha (pegando no picão do tio e sorrindo tímida pra mim) – Amor, tô doida de vontade de transar com vocês dois juntos, mas tô com vergonha, acredita?
Eu (sorrindo pra ela e esticando meus braços, afastando meu corpo e me distanciando do pau do tio que estava a poucos centímetros do meu rosto) – Aproveite que não é toda mulher que tem uma oportunidade assim!
Enquanto me encarava, primeiro ela beijou a cabeça do cacete do meu tio pauzudo, depois lambeu desde o saco até a ponta do pau e, em seguida, abocanhou abrigando em sua boca tudo que conseguiu daquele cacete grosso; e tudo isso, caros leitores, a trinta centímetros do meu rosto!
Rosinha (tirando da boca o pau do tio e sorrindo pra mim) – Ai, amor, é muito bom transar com dois machos ao mesmo tempo!
Eu (sorrindo pra ela e a vendo abocanhar a pica do tio outra vez) – Putinha!
Rosinha (tirando a pica da boca e me provocando com a voz carregada de tesão) – Tô sentindo seu pinto muito duro dentro da minha buceta, ele tá te denunciando, tá me dizendo que você tá gostando de me ver putinha assim!
Dei uma estocada forte, soquei fundo meu pau castigando minha mulher pra ela não mais falar na presença do tio do meu tesão em vê-la dando pra ele, mas ela provocou ainda mais:
Rosinha (tirando a pica do tio da boca) – Isso, amor, me fode bem gostoso, aproveite que a minha xaninha ainda tá apertadinha, porque depois que o tio meter, ela vai ficar muito folgada. Você quer ver o tio metendo o pauzão em mim e me deixando com a xotinha larga?
A minha mulher estava tesuda demais, aumentava as provocações e revelava ao tio o prazer que eu sentia em vê-la trepando com ele. Apesar do enorme tesão que me dominava, eu sentia vergonha vendo ela me entregar ao tio daquela forma, então me limitei a meter e a apreciar a mamada que ela dava no pauzão grosso. O meu tesão crescia, não somente por estar metendo na minha mulher, mas também por vê-la se deliciando com o cacetão do tio; eu pensava em sair de dentro dela, pois não queria gozar, mas antes que eu tomasse qualquer atitude, ela resolveu o meu “problema”.
Rosinha (tirando o pau do tio da boca e olhando pra mim) – Amor, agora quero dar pro tio também, venha aqui pra eu chupar seu pau e deixe ele meter em mim.
Olhei pro tio Carvalho e vi o sorriso largo estampado no rosto dele; outra vez ele iria comer a minha mulher, e mais que isso, a pedido dela! Ele logo saiu da posição em que se encontrava e a Rosinha, antes que eu tirasse o pau da sua buceta, puxou minha cabeça e me beijou com os lábios molhados. Ela enfiava a língua na minha boca e parecia sentir um prazer especial ao me fazer sentir em sua boca o sabor do pau do tio. Eu já estava me acostumando e quase não me importava mais com essa tara da minha mulher, já que ela fazia o mesmo com ele. Depois que beijei demoradamente a minha esposa, cedi o lugar que mais gosto neste mundo, o entre coxas dela, ao tio Carvalho que esperava ansioso massageando o pauzão.
Rosinha (abrindo um pouco mais as pernas, sorrindo e convidando o tio Carvalho) – Agora é a sua vez, tio, vem meter esse cacetão na minha xotinha, venha!
Me surpreendi ao ouvir aquilo da Rosinha e percebi o quanto ela estava tesuda e desejando o cacetão do tio. Vi ele se acomodando entre as pernas dela e fiquei atento, pois queria ver aquela pica grossa invadindo a toquinha da minha mulher, mas fui outra vez surpreendido, desta vez por ele que, ao invés de meter, encaixou o corpo do pau entre os lábios da racha da minha amada, sem enfiar, e começou a deslizar todos aqueles centímetros, indo e vindo como se ela fosse uma virgenzinha e provocou:
Carvalho (encarando e sorrindo pra minha esposa) – Lembra, Rosinha, quando você era novinha e virgem e os garotos faziam assim em você?
Rosinha (rindo, pegando no pauzão e tentando encaixar a cabeça na sua portinha do paraíso) – Lembro, tio, mas isso foi há muito tempo e não sou mais novinha e muito menos virgem, hoje gosto de tudo dentro de mim, portanto pode meter, venha!
Eu estava ajoelhado ao lado da cabeça da minha esposa, massageando o pau e atento ao que estava por acontecer entre suas coxas. O tio a encarava e sorria provocativamente, se ajeitou de forma que ela não conseguia direcionar a pica pra dentro da xota e continuou a esfregar a picona entre os lábios da xotinha ansiosa por pau.
Rosinha (querendo pica) – Ai, tio, dá pra mim essa picona, vai, tô com saudade de sentir ela dentro de mim outra vez!
Carvalho (provocando) – Quer minha pica na sua buceta, Rosinha?
Rosinha (se entregando) – Quero, tio, me dá essa picona grossa, mete ela na minha bucetinha que ela tá com muita fome!
Carvalho – Vai querer meu pau todinho dentro de você, sem deixar nada de fora?
Rosinha (com a voz carregada de tesão e perdendo totalmente a vergonha de implorar pelo cacete) – Quero, tio, quero seu pau inteiro dentro de mim, sei que vai doer, mas eu quero, venha, mete na minha buceta!
O tio se movimentou, pensei que ele ia meter, mas não, ele se ajeitou apoiando a base do pau sobre o montinho de Vênus da minha esposa e com a mão pressionou a cabeça contra a barriga da Rosinha. Naquele momento senti um calafrio, pois a cabeça da pica, naquela posição, do lado de fora da buceta, cobria o umbigo da minha mulher, ou seja, quando o pau estivesse todo enterrado dentro da xota, a cabeça chegaria até o umbigo da minha esposa. Vi o quanto o tio Carvalho era safado, pois fez questão de que tanto eu, quanto a Rosinha, víssemos aquilo.
Carvalho – Veja, minha linda, quando meu pau estiver todinho dentro de você, enterrado na sua bucetinha, a cabeça vai chegar até seu umbigo; é isso que você quer?
Rosinha (olhando e acariciando o pau do tio sobre sua barriga, sorrindo tímida e parecendo se dar conta do quanto profundo aquele cacete chegaria dentro dela) – Ai, tio, eu quero tentar, mas não sei se vou conseguir aguentar seu pau inteiro dentro de mim!
Percebi que tanto o tio Carvalho, quanto a minha esposa, brincavam de excitar um ao outro, pois não seria a primeira vez que ele meteria nela toda aquela estrovenga, sendo que nas outras vezes, ela sempre aguentou, embora tenha reclamado um pouco.
Carvalho (encaixando a cabeça da pica na portinha do paraíso da minha mulher) – Você quer o meu cacete dentro de você, minha flor?
A resposta da minha esposa foi silenciosa, mas decidida; cansada de esperar e ansiosa por ter aquele pauzão dentro da xota, ela levantou o quadril e o empurrou pra frente fazendo com que metade da vara do tio desaparecesse numa só enfiada dentro da xaninha.
Rosinha (apertando os dentes e exibindo uma expressão de dor no rosto) – Ai, tio, puta que pariu, já dei pra você várias vezes e ainda não me acostumei com a grossura do seu pau! Não tire e nem enfie mais, fique quietinho um pouco, deixe eu me acostumar com esse pauzão grosso.
Carvalho (sorrindo pra mim e em seguida provocando minha esposa) – Eu não fiz nada minha, linda, foi você e essa sua bucetinha gulosa quem comeu o meu pau! Além do mais o Fernando já meteu antes de mim e não era pra sua xaninha estar tão apertadinha.
Rosinha (sorrindo, rebolando e empurrando o quadril pra frente em busca de mais pau) – Tio, pra você a minha xota vai estar sempre apertada, não importa se o Fer meteu primeiro; agora venha devagar, enfie tudo, já que meteu a metade, dê pra mim a outra metade também!
Surpreso e maravilhado, vi todo o cacetão do tio Carvalho desaparecendo lentamente dentro da minha esposa; ele enfiava devagar pra que eu pudesse ver, olhava pra ela vendo as reações da minha amada e também sorria pra mim parecendo dizer: “Veja, Fernando, o meu pau desaparecendo dentro da bucetinha da sua mulher!” Depois de tudo dentro, ele ainda se ajeitou, colou seu púbis na buceta da Rosinha e deu uma mexidinha pros lados pra ter certeza de que não havia sobrado nenhum centímetro de pau pra fora da rachinha.
Carvalho (sorrindo pra ela e também pra mim) – Pronto, tá tudinho dentro de você, minha flor, não sobrou nem um pedacinho do meu pau pra fora da sua xaninha!
Rosinha (reclamando e acariciando a barriga) – Ai, tio, me dá um puta tesão ter seu pau inteiro dentro de mim, mas admito que tá doendo, tá empurrando tudo aqui dentro!
O tio sentou-se sobre os calcanhares e puxou a Rosinha pra junto dele de forma que ela continuou deitada na cama, mas apoiando as nádegas nas coxas dele; em seguida ele começou a apalpar a barriga da minha mulher como faz um médico ao examinar a paciente, parecia procurar por algo dentro dela.
Carvalho (apalpando a barriga da Rosinha, sorrindo ao encontrar “algo” na região do umbigo) – Achei, aqui está meu pau, minha linda, aperte aqui pra você sentir também!
Rosinha (sorrindo ao tatear com o dedo próximo ao umbigo) – Uau, tio, se eu não estivesse sentindo seu pinto na ponta do meu dedo eu não acreditaria que ele chegou até aqui, e custo a acreditar que eu esteja aguentando. (olhando pra mim e puxando minha mão) – Me dê a sua mão, Fer, vem sentir o pau do tio aqui dentro de mim, isso aperte aqui no umbigo, tá sentido?
Sem poder optar se eu tocaria o pau do tio, ou não, apalpei e senti a vara comprida dentro da barriga da minha esposa, na altura do umbigo; apertei o dedo e senti “algo” duro dentro da minha amada. Normalmente um marido teria vergonha de tocar o pau de outro macho, mas aquela situação era diferente, afinal o pau estava dentro dela e, entre ele e meu dedo, havia a barriga da minha esposa (risos)!
Caros leitores, difícil descrever a cena e os meus sentimentos enquanto eu apalpava a região do umbigo da minha amada sentindo dentro dela o cacetão grosso e comprido do meu tio Carvalho.
Rosinha (sorrindo pra mim e acariciando minha mão com a sua) – Tá sentindo, amor, o pauzão do tio aqui dentro de mim?
Eu apenas sorri e nada respondi com vergonha de admitir o tesão que aquilo estava me causando. O tio deu leves metidas tentando enfiar um pouco mais do picão na minha mulher e ela se manifestou:
Rosinha – Ai, chega, tio, tire um pouco esse pauzão de dentro de mim que tá doendo, não aguento ficar muito tempo com essa vara comprida socada na bucetinha, não!
O tio, antes de tirar o pau, fez alguns movimentou pra frente e pra trás me fazendo sentir nas pontas dos dedos o vai e vem da picona dentro da minha mulher. Minha excitação era enorme ao presenciar aquilo e teria gozado se a Rosinha estivesse me chupando. Atendendo ao pedido da Rosinha o tio tirou um pouco do pau e começou a meter, porém sem enfiar tudo.
Rosinha (sorrindo de olhos fechados curtindo as delícias que o picão do tio Carvalho lhe proporcionava) – Isso, tio, que delícia sentir seu pau entrando e saindo da minha bucetinha, isso, mete, mas sem enfiar tudo, assim tá gostoso!
A Rosinha voltou a agarrar meu pinto e enfiá-lo na boca, às vezes mordia de leve testando a dureza. Eu adoro sentir os dentes da minha mulher apertando meu pau, me dá um puta tesão, embora às vezes ela fique tão tesuda que morde com força e me causa dor, mas até isso eu gosto. Não sei por quanto tempo ficamos naquela sacanagem a três, eu e o tio trocávamos sorrisos e eu estava adorando ver minha mulher dando pra nós dois, era a realização de uma das muitas fantasias que eu tinha.
Rosinha (tirando meu pau da boca) – Agora quero dar de quatro um pouco pra você, Fer, me pega por trás enquanto eu chupo o pau do tio.
Sempre atendendo aos desejos da minha esposa, eu e o tio mais uma vez obedecemos; ele sentou-se no colchão com as costas apoiadas no sofá exibindo o pauzão a espera da boca quente da minha mulher. Eu, ao vê-la se posicionando de quatro pra chupar o picão que o tio lhe oferecia, fui por trás dela pra meter, mas ao vê-la naquela posição tão oferecida, não resisti e me abaixei pra beijar a xaninha linda que me esperava com os lábios abertos. Ao encostar o nariz naquela fenda e sentir o cheiro de xota recém metida, toda melada dos seus lubrificantes íntimos e do tio, não resisti e colei minha boca naquela entrada molhada, enfiei a língua o mais fundo que consegui recolhendo no túnel aberto o creme da trepada que ela deu com o tio segundos antes. Ao esticar a língua tentando alcançar as profundezas daquele túnel, meu nariz era pressionado nas preguinhas anais e a ponta entrava no cuzinho fazendo ela gemer:
Rosinha (tirando o pau do tio da boca e virando o rosto pra mim) – Ai, Fer, que delícia de língua você tem, adoro ela lambendo minha xaninha!
Ao me levantar pra meter na minha esposa, vi o tio segurando a cabeça dela e a puxando de encontro ao seu pau:
Carvalho – Chupa, minha flor, me faz sentir as delícias dessa sua boca quente no meu cacete!
Vendo minha mulher chupando a pica grossa do tio, meti meu cacete na bucetinha que sempre foi tão apertadinha, mas que naquele momento eu a sentia folgada. Confesso, caros leitores, que sentir a buceta da minha esposa laceada pelo cacetão do tio Carvalho meu deu um tesão extra e achei aquela rachinha ainda mais deliciosa! Eu metia devagar, me deliciava com o vai e vem do meu pinto na xaninha da minha amada enquanto assistia o sobe e desce da cabeça dela no pau do tio.
Carvalho – Morde meu pau, minha linda, faça comigo igual você fez com o Fernando, quero sentir seus dentes no meu cacete.
Ao ouvir tal pedido do tio, ela parou os movimentos de chupação que fazia e ficou imóvel me fazendo imaginar que começaria a apertar lentamente os dentes no pau dele, como fazia comigo.
Carvalho (me dando a certeza da mordida gostosa que a minha esposa dava em seu pau) – Ei, cachorra, tá doendo!
Rosinha (tirando a boca do pau e rindo) – Tio, eu apertei os dentes só um pouquinho, só doeu porque seu pau é muito grosso!
Ela voltou a chupar o pau e eu tive que parar de meter, pois sentia que meu prazer maior se aproximava. Enfiei meu pau bem fundo, pressionei meu púbis na xota tentando tocar seu útero com a cabeça e senti um leve contato; mas diferente de quando o tio metia fundo, ela não reclamou, pois o meu pau não era suficiente pra empurrar seu útero. Fiquei quieto enquanto assistia ela chupar o pauzão, pois precisava segurar o gozo e aproveitar ao máximo da minha mulher junto com o tio Carvalho. Quando parei de meter, ela percebeu que eu segurava o gozo e, pra me provocar, deu uma rebolada lateral ao mesmo tempo em que olhava pra mim:
Rosinha (sorrindo pra mim) – Quer trocar com o tio, amor? Quer vir aqui pra eu te chupar e deixar o tio me pegar de quatro um pouquinho?
Disposto a atendê-la, apenas sorri e nada respondi.
Rosinha (ao sentir meu pau saindo da xota) – Tio, quero dar de quatro pra você também, vai lá atrás de mim que vou chupar meu maridinho.
O tio sorriu pra mim e veio ocupar o meu lugar. Eu, ao invés de ir pra frente da Rosinha pra ela me chupar, continuei ajoelhado ao lado deles, pois queria ver o cacetão do tio entrando na xotinha da minha mulher. Ele percebeu a minha curiosidade e orgulhosamente se exibiu, pegou o cacete pela base, apertou fazendo as veias estufarem e a cabeça inchar ainda mais e, sorrindo pra mim, começou a pincelar a glande entre os lábios da xana, se preparando pra meter. Ele nada disse, mas os gestos e o olhar pareciam dizer: “Veja o meu pauzão entrando na buceta da sua mulher, ouça o gemido dela!” E assim aconteceu quando a cabeça da piroca entrou levando com ela metade da pica para as profundezas acolhedoras da xota da minha esposa.
Rosinha (gemendo) – Ai, tio, minha buceta já foi muito metida, mas o seu pau ainda parece grosso; e apesar de eu sentir que ele tá me abrindo todinha, é muito gostoso! Vem, tio, me dá seu pau, mas mete devagar pra eu não sentir dor.
Sob o meu olhar curioso o tio foi metendo a estrovenga na racha da minha esposa até que não sobrou nem um só centímetro de pica fora da buceta.
Rosinha (levando uma mão pra trás e cravando as unhas curtas na coxa do tio) – Devagar, tio, tira um pouco que tá doendo.
O tio obedeceu, tirou alguns centímetros de pica da buceta da minha mulher e começou a meter bem lentamente enquanto eu, envergonhado de continuar ali ao lado assistindo minha esposa sendo fodida por uma pica maior que a minha, me sentei em frente e dei meu pau pra ela chupar.
Rosinha (pegando meu pau e me provocando antes de abocanhá-lo) – Gostou, amor, de ver o pauzão do tio entrando da bucetinha da sua esposa?
Nada respondi, apenas sorri.
Rosinha (mordendo meu pau antes de me provocar) – Seu pau tá muito duro, ele tá me contando que você gostou de ver minha xaninha cheia com o pau do tio!
Ficamos naquela sacanagem por alguns minutos, nos movimentando devagar, pois todos pareciam estar segurando o gozo.
Rosinha (tirando meu pau da boca e sorrindo pra mim) – Amor, vai lá atrás de mim junto com o tio, quero sentir você metendo na minha xota junto com ele.
Eu (sorrindo e duvidando do que ela pedia) – Nós dois juntos?
Rosinha (rindo) – Não, seo bobo, eu não aguentaria os dois pintos juntos da minha xota, mas quero sentir vocês dois se revezando, um pouquinho cada um. Vai!
Ao imaginar o que estaria por acontecer, meu coração acelerou ainda mais, principalmente quando me ajoelhei ao lado do tio Carvalho vendo os lábios vaginais da minha esposa esticados pela pica gorda que o tio metia nela.
Carvalho (tirando o pau da buceta da minha mulher) – Vai, Fernando, mete um pouco na sua esposa, come essa buceta gostosa que ela tem!
A Rosinha, que estava apoiada nas mãos, mudou de posição e se apoiou nos cotovelos empinando ainda mais a bunda. Olhando aquela paisagem maravilhosa que é o belíssimo rabo da minha mulher, apreciei o cuzinho piscante e a buceta aberta imaginando as delícias que me esperavam. Pincelei a cabeça da pica e meti, soquei meu pau todo pra dentro da minha mulher e outra vez senti o túnel vaginal alargado o que me deu um tesão ainda maior. Enfiei fundo e comecei a meter devagar pra não gozar, mas o tesão crescia perigosamente e logo tive que sair de dentro dela.
Rosinha (virando a cabeça pra trás) – Agora você, tio, mete que eu quero sentir você também, quero os dois me comendo bem gostoso!
Ao dizer isso a minha mulher movimentou a bunda pro lado do tio Carvalho oferecendo desavergonhadamente o rabo a ele, igual faz uma cadela no cio apontando o traseiro para o macho. O tio me substituiu e outra vez enfiou a pica na xana da minha esposa, deu umas dez bombadas e cedeu o lugar a mim.
Carvalho (dando uma leve palmada na bunda da Rosinha) – Vai, Fernando, sua vez!
Minha esposa, se sentindo a fêmea de dois machos, direcionou a bunda pra mim num pedido silencioso pra que eu metesse na sua xota. Apreciei o belo rabo e meti, fiz meu pau desaparecer dentro da xota cremosa e a cada vez que eu enfiava meu pau no túnel alargado da minha mulher, mais prazer eu sentia. Seria isso prazer de corno, caros leitores (risos)? E assim eu e o tio nos revezamos na minha mulher por algum tempo, eu saia, ele entrava e vice-versa até que a Rosinha pediu:
Rosinha (me encarando) – Fer, venha por baixo de mim, quero ser o recheio do sanduíche entre vocês dois! (olhando para o tio) – Tio, fique aqui ao lado nos assistindo que já vou dar atenção a você, tá!
Pego de surpresa, obedeci sem saber exatamente o que minha mulher pretendia quando disse querer ser o recheio de um sanduíche. Me deitei de costas, pau apontando o teto e a Rosinha, desfazendo o engate com o tio, montou em mim encaixando a xota no meu pinto.
Rosinha (rebolando na minha pica e sorrindo pra mim) – Tá gostando, amor, de me comer junto com o tio?
Eu (sorrindo) – Eu tô adorando, e você?
Rosinha (deitando-se sobre mim e arrebitando o rabo) – Tô amando ser a fêmea de dois machos! Todas as mulheres do mundo deveriam experimentar isso pelo menos uma vez na vida pra saber o quanto é bom!
Senti um calafrio quando vi minha mulher empinando a bunda, lembrei que segundos atrás ela falou em ser o recheio de um sanduíche e tive receio de que ela quisesse ser enrabada pelo tio Carvalho, que esperava ali ao nosso lado assistindo nossa trepada e acariciando o cacetão.
Rosinha (me encarando, se deitando sobre mim, amassando seus peitos no meu peito) – Agora vou querer sentir o pau do tio metendo outra vez em mim, pode ser amor?
Eu (sorrindo pra ela sem ter outra resposta a dar) – Pode!
Rosinha (me beijando os lábios, levantando o quadril desfazendo nossa conexão e olhando pro tio Carvalho) – Vem, tio, quero sentir seu pau metendo um mim mais um pouquinho!
O tio, ao lado nos assistindo, sorriu ao ouvir minha esposa pedindo sua pica.
Vi o tio se movimentando, indo para trás da minha esposa e se ajeitando entre nossas pernas. Senti os toques das pernas dele nas minhas, mas não me incomodei, pois eu olhava atentamente pro rosto da minha mulher e, pelo gemido que ela não conseguiu segurar, percebi quando a buceta dela comeu o pauzão do tio.
Rosinha (de olhos fechados curtindo a penetração) – Putz, quando será que eu vou me acostumar com esse pauzão grosso?
O tio começou a meter fazendo o corpo da Rosinha se mexer sobre o meu e, naquele movimento todo, foi inevitável os toques entre eu e ele, lá atrás, entre as pernas da minha mulher. Senti o saco do tio batendo no meu pau, no meu saco, mas estranhamente não me importei, pois o tesão era demais ao ver minha mulher se deliciando daquela forma cujo prazer estava estampado em seu rosto.
Rosinha (depois de ganhar umas bombadas do cacete do tio) – Tire o pau da minha xota, tio, agora quero sentir o do Fer outra vez!
Imediatamente após o tio liberar a buceta da minha esposa, ela levantou o quadril e procurou meu pau encaixando a racha molhada nele.
Rosinha (provocando, falando alto o suficiente pro tio ouvir) – Gosta, amor, da minha buceta arrombada pelo pauzão do tio Carvalho? Sinta como ela tá larga! Gosta de sentir ela assim, arregaçada?
Eu estava adorando tudo aquilo, mas por vergonha de admitir, nada respondi e levei minha mão até a bunda dela com a intenção de enfiar o dedo no seu cu pra castigá-la por estar me expondo daquela forma ao tio Carvalho. Apalpando a bunda e procurando o cuzinho, me assustei ao encontrar e tocar o pau do tio que estava no rego entre as nádegas da minha mulher, provavelmente se esfregando no furinho. Tirei imediatamente a mão e sorri envergonhado pra minha esposa. O tio, percebendo meu susto, também se afastou um pouco de nós.
Rosinha (rindo pra mim e falando baixinho no meu ouvido) – Oh, amor, esqueci de dizer pra você que o tio tá esfregando o pau no meu cuzinho desde que virei o recheio desse sanduíche entre vocês.
Apesar do susto ao tocar com a mão o pau do tio, pouco me importei, pois o tesão que eu sentia era enorme e continuei me deliciando com a xota da Rosinha comendo o meu pinto. Imaginando o que acontecia no rego da minha mulher, agarrei as nádegas dela e as abri exibindo ainda mais o cuzinho que eu tanto gostava e que o tio tanto desejava. Quando arreganhei a bunda dela ele deve ter entendido que eu estava oferecendo a ele o botãozinho delicado da minha esposa e logo se aproximou outra vez de nós. Apesar de imaginar, eu não sabia exatamente o que ele fazia na bunda da minha amada, mas a Rosinha, sorridente, me contou:
Rosinha (falando alto pra que o tio ouvisse também) – Fer, o tio Carvalho é muito safado, ele tá esfregando a cabeça do pau no meu cuzinho. O que você acha que ele tá querendo?
Eu (perdendo a vergonha e doido de tesão ao ouvir aquilo e imaginar minha esposa sendo duplamente penetrada) – Ele tá doido de vontade de comer seu cuzinho!
Rosinha (sorrindo safada) – E você vai deixar o tio meter o pauzão enorme na minha bunda, amor?
Eu (me entregando de vez) – Se você quiser dar a bunda pra ele, eu deixo!
O tio, apesar de concentrado em esfregar a cabeça da pica nas preguinhas anais da minha mulher, estava atento ao que eu e a Rosinha conversávamos e, ao sentir o clima favorável, pressionou a cabeça da pica no furinho traseiro da minha mulher que reclamou:
Rosinha (levando uma mão pra trás e apertando a coxa do tio) – Ai, tio, no cu, não! (olhando pra ele e fazendo biquinho) - Doeu!
Carvalho (querendo se desculpar, abraçou a Rosinha por trás pra beijar suas costas e acabou cutucando meu saco com o pau duro) - Desculpe, minha linda, tô tão tesudo que me empolguei e perdi a cabeça.
Rosinha (rindo) – Tudo bem, tio, não precisa se desculpar porque não doeu tanto assim, foi só uma dorzinha leve, mas fique atento pra não mais perder a cabeça, especialmente se você estiver com a intenção de perder a cabeça do pau no meu cuzinho!
Carvalho (rindo) – Oh, minha flor, tenho tanta vontade de sentir meu pau dentro desse seu cuzinho lindo!
Rosinha (sorrindo pra mim) – Hoje, não, tio! Quem sabe um outro dia em que eu esteja preparada pra dar a bunda, mas hoje, não! (levantando o quadril, desfazendo nosso encaixe e empinando a bunda pro tio) – Mete na xota, tio! No cuzinho não pode, mas na bucetinha, pode!
E assim ficamos por um tempo, eu e o tio nos revezando na xota da minha mulher, ora eu, ora ele metia nos deliciando e dando prazer à minha amada esposa. Às vezes nossos paus se tocavam, pois o tesão era tal que ele fez algumas tentativas de enfiar o pau na xota da Rosinha sem que eu tirasse o meu. Normalmente o pau dele escorregava e não entrava, mas houve um momento em que ele quase conseguiu.
Rosinha (reclamando quando o tio quase conseguiu enfiar o pau dele na xota dela junto com o meu) – Os dois pintos na minha xota não pode, tio!
Carvalho – Vamos tentar, minha linda, você vai gostar de ter dois paus dentro de você!
Rosinha – De maneira alguma, tio! Eu não aguentaria vocês dois juntos dentro da minha xaninha, e mesmo que eu aguentasse, não quero, não; dois pintos vão me deixar toda larga e o meu amorzinho Fer não sentirá mais o pau dele dentro de mim!
Continuamos a brincadeira e passou a ser normal o tio tocar o cacete dele no meu, pois, pra provocar, eu demorava a tirar o pau da buceta da Rosinha e ele, querendo meter, brincando tentava enfiar o pau junto com o meu não me dando outra saída que não tirar meu pinto e deixá-lo meter na minha esposa. Mas o tesão estava se tornando insuportável e estávamos próximos de gozar. A Rosinha, percebendo que tanto eu quanto o tio estávamos metendo devagar pra segurar o gozo, tomou uma atitude e inesperadamente se movimentou, desfez a conexão que tinha comigo, saiu de cima de mim e se livrou do tio que a abraçava por trás, se colocou de pé enfiando as duas mãos entre as coxas trêmulas e gemeu:
Rosinha (de olhos fechados com a cabeça voltada pro teto) – Puta que pariu, eu queria brincar mais, mas tô muito tesuda e não tô aguentando segurar o gozo, preciso urgentemente “ver estrelinhas”! Quem de vocês dois vai me fazer gozar bem gostoso?
Carvalho (apressadamente se oferecendo) – Em que posição você quer gozar, minha linda?
Rosinha (olhando pra mim, sorrindo) – Tio, o Fer tem preferência sobre mim, ele será o primeiro a gozar e me fazer gozar, a não ser que ele concorde em ser o segundo e deixar que você seja o primeiro!
O tio Carvalho, segurando o cacetão duro, pareceu momentaneamente decepcionado, mas logo sorriu se conformando de que talvez fosse o segundo a gozar na minha esposa. Eu, envaidecido porque a Rosinha me deu a preferência sobre ela, ia escolher ser o primeiro, mas ao vê-la pegando um almofadão e o cobrindo com uma toalha, imaginei a posição em que ela queria gozar e então decidi ser o segundo. Explico, caros leitores, a minha mulher adora se deitar de costas, gozar e ser gozada com a bunda sobre um almofadão de forma que, após o gozo, ela possa continuar com as pernas pro alto evitando que a porra saia da buceta; ela diz que é muito gostoso continuar com o creminho masculino dentro dela por mais tempo. Imaginando o tio Carvalho gozando na minha mulher e a deixando de pernas pro alto, com a buceta arrombada e cheia de porra pra eu também gozar dentro dela, me deu ainda mais tesão e decidi ser o segundo.
Eu (sorrindo pra minha esposa) – Vai, putinha, goze com o tio, depois eu como você!
Rosinha (sorrindo pro tio) – Tio, você vai gozar primeiro em mim, mas quero que o Fer me coma um pouquinho antes de você me pegar, tá!
Minha esposa se deitou de costas no colchãozinho com a bunda apoiada sobre o almofadão de forma que ficava com a xota bem alta e, para nos provocar, levantou as pernas pro alto e as abriu ao máximo exibindo a xota com os lábios abertos e bastante vermelhinha de tanto levar pau.
Rosinha (sorrindo pra mim) – Vem, Fer, mete um pouquinho na minha buceta antes do tio gozar nela. (olhando pro tio) – Tio, por favor, busque um pouco de água pra mim, tô com sede!
Enquanto o tio se afastava, entrei entre as pernas da minha mulher e meti meu cacete que entrou fácil na fenda já bastante castigada e laceada de tanto levar pau.
Rosinha (provocando, falando baixo pro tio não ouvir lá na cozinha) – Tô adorando você ser o segundo a gozar em mim, meu corninho, tô imaginando seu pau entrando na minha xota logo depois do tio me foder com aquela pirocona grossa e deixar minha buceta toda arrombada, larga e esporrada pra você também gozar dentro dela! Imagine seu pau nadando dentro da minha buceta arregaçada e cheia de porra de outro macho! Imagine você gozando e esguichando seu leitinho quente dentro de mim, misturando seu creminho com o do tio! Vai gostar, meu corninho?
Eu (tirando o pau da buceta, me pondo de pé e fugindo da minha esposa putinha) – Putz, Rosinha, assim você vai me fazer gozar antes da hora!
Rosinha (rindo de mim por eu ter fugido dela e abrindo as pernas pro tio Carvalho que voltava com uma garrafa de água) – Tio, o Fer tirou o pinto da minha xotinha e fugiu deixando ela com fome! (olhando pro picão dele que balançava pesado, deu um tapinha na xota e provocou) – Já que o meu maridinho fugiu de mim, venha você, tio, dê esse pintão gostoso pra minha xaninha comer que ela tá com fome!
O tio Carvalho se abaixou, ajudou a Rosinha se sentar e deu um pouco de água pra ela que, enquanto bebia, acariciava o pauzão dele. Tão logo ela se deitou, ele apressadamente se acomodou por cima da minha putinha que o aguardava com as pernas abertas, tal qual uma vadia a espera do comedor. Caros leitores, eu deveria sentir ciúme vendo minha esposa arreganhando as pernas pra outro macho e pedindo pica na buceta, mas naquele momento, vendo o quanto ela estava tesuda e feliz por estarmos realizando nossas fantasias, desejei muito ver o tio meter o pauzão na minha mulher. Pra se exibir e me provocar, ele se colocou na posição de quem faz flexões, com os braços esticados deixando o cacetão grosso pendurado com a cabeça roçando a fenda da minha esposa e sorriu pra mim. Ela, também sorrindo pra mim e se fingindo de tímida, agarrou a vara comprida com as duas mãos e apontou a cabeça para a sua portinha do paraíso. O tio queria que tanto eu quanto ela víssemos a penetração daquela estrovenga na bucetinha e lentamente foi baixando o quadril fazendo desaparecer nas entranhas da minha mulher todo aquele volume cujo comprimento parecia não ter fim.
Rosinha (com a cabeça erguida assistindo a penetração da vara comprida em sua fenda) – Ufffff, putz, tio, o seu pau, além de grosso é comprido, também! (apoiando as mãos no peito do tio Carvalho ao sentir que a cabeça da pica empurrava seu útero) – Chega, tio, minha bucetinha já comeu tudo que podia, não precisa meter mais, não!
Carvalho (interrompendo a penetração e sorrindo pra ela) – Falta só mais alguns centímetros, minha linda, deixe eu enfiar bem devagarinho pra eu sentir meu pau todinho dentro de você. (olhando pra ela) - Posso meter?
Rosinha (sorrindo pra ele parecendo se concentrar no que acontecia no interior da sua barriga, próximo ao umbigo) – Tá, bom, tio, pode meter, mas bem devagar, tá!
Os dois se encaravam e sorriam; a Rosinha parecia apreensiva, pois sabia que o pau era bem maior que a profundidade da sua toquinha e ele, cuidadoso, não querendo causar dor nela, acompanhava as expressões no rosto da minha mulher. Enquanto se olhavam, ele foi abaixando o corpo lentamente e enfiando na xotinha dela os últimos centímetros da estrovenga.
Rosinha (concentrada no que acontecia dentro do seu corpo) – Devagar, tio, seu pau tá empurrando meu útero.
Carvalho – Tá doendo, minha flor?
Rosinha (colocando as mãos no peito dele, parecia se preparar para empurrá-lo) - Um pouco, mas ainda dá pra aguentar.
O tio tirou um pouquinho do pau da buceta e começou a mexer o quadril pros lados, igual eu faço quando tento tocar o útero dela, só que no meu caso eu tenho que enfiar tudo e entortar o pau dentro da xota tentando alcançar seus órgãos internos, enquanto que no caso dele, não pode enfiar tudo pra não causar dor a ela.
Carvalho – Gosta me eu mexa assim?
Rosinha (sorrindo de olhos fechados curtindo o carinho que sentia em suas entranhas) – Assim tá gostoso, tô sentindo a cabeça do seu pau se esfregando no meu útero!
O tesão da Rosinha crescia e o tio Carvalho, experiente, continuou aquele movimento de entortar o pau dentro da xota que tanto prazer dava à minha esposa e, à medida que sentia que o prazer dela se sobrepunha à dor, ia lentamente enfiando a vara comprida na bucetinha gulosa até que seu púbis tocou levemente os lábios vaginais da minha mulher. Olhei bem aquela cena e percebi que ainda sobrava um pedacinho do pau pra fora dela. Confesso, caros leitores, que o meu tesão era tal que torci pra que o tio pressionasse seu corpo ao da Rosinha e enterrasse de vez o cacetão na xaninha que há muito era só minha e que agora eu dividia com ele.
Carvalho (contando uma pequena mentirinha pra minha esposa) – Pronto, minha linda, você conseguiu, meu pau tá todinho dentro dessa sua bucetinha gostosa!
Rosinha (abrindo os olhos, olhando entre suas pernas e sorrindo ao ver que o cacetão havia desaparecido dentro dela, porém sentindo que sobrava um pedacinho de pica pra fora da sua buceta) – Ainda tem um pedacinho pra fora, tio; vem se encoste em mim, enfie tudo que eu quero sentir seu saco no meu cuzinho.
Carvalho (olhando as expressões no rosto da Rosinha pressionou seu púbis na entrada da xota enterrando de vez o cacete na buceta da minha mulher) – Se você quer, então tome meu pau inteiro nessa sua buceta gostosa!
Rosinha (com uma leve expressão de dor no rosto, mas também de felicidade) - Ufffff, uau, tio, comi todinho o seu pauzão! Mexe devagarinho que eu tô quase gozando. Vem, mexe que vou gozar no seu cacete!
Carvalho (reiniciando os movimentos com o quadril e entortando o pau dentro da minha mulher) – Eu também tô quase gozando, minha flor, tá muito gostoso sentir a cabeça do meu pau no seu útero, mas vamos devagar pra eu poder aproveitar bastante de você.
Eu, sentado no sofá, assistia a putaria dos dois quase gozando sem me tocar.
Rosinha (fechando os olhos, tirando as mãos do peito do tio, agarrando as nádegas dele e o puxando de encontro a ela ao mesmo tempo em que o abraçava com as pernas cruzando os pés nas costas dele e empurrando pra dentro da buceta os últimos milímetros da pica que ainda sobravam de fora) – Tô gozando, tio, tô gozando, ai que delícia gozar com sua pirocona todinha enterrada na minha buceta!
Minha mulher, doida de tesão, movimentava o quadril pra cima e pra baixo esfregando a buceta no púbis do tio Carvalho demonstrando claramente o prazer que sentia naquela gozada e, considerando o sorriso de felicidade, nenhuma dor sentia naquele momento.
Carvalho (enterrando, forçando o pau pra dentro da minha mulher) – Ai, minha putinha, eu também vou gozar, não aguentei segurar mais. (se livrando das pernas dela que o agarravam e dando estocadas profundas na minha mulher, se esquecendo completamente que a pica dele era comprida demais pra ela) – Toma porra nessa buceta gostosa, minha puta, sente meu pau esporrando dentro de você!
Rosinha (sorrindo de olhos fechados) – Isso, tio, goze bem gostoso, esporre dentro da minha buceta e me encha com seu leitinho quente, ai, que delícia sentir você gozando dentro de mim!
O tio se deitou sobre a Rosinha mantendo a pica enterrada nela por um tempinho, mas a posição era desconfortável já que ela estava com um almofadão debaixo da bunda.
Carvalho (se movimentou, tirou o pau da minha esposa e segurou as pernas dela abertas me mostrando a buceta larga, arrombada e vermelha de tanto ganhar pica) – Vem Fernando, sua vez de gozar nessa putinha gostosa!
Rosinha (sorrindo pra mim enquanto eu me ajeitava entre suas pernas abertas) – Tio, vá tomar banho que eu quero ficar sozinha com o meu amorzinho, agora chegou a vez dele e quero fazer ele gozar bem gostoso!
O tio foi cambaleando pro chuveiro deixando eu e a minha esposa putinha sozinhos na sala. Havia chegado a minha vez de gozar e aliviar o tesão reprimido.
Rosinha (sorrindo pra mim me vendo olhar fixamente pra sua buceta) – Te dá tesão ver minha buceta arrombada assim?
Eu – Ela tá vermelha!
Rosinha – Tadinha dela, tá vermelha e um pouquinho dolorida de tanto levar pica! (com um sorriso safado no rosto) – Ela foi muito castigada hoje, dê um beijinho nela que ela tá precisando de um carinho!
Eu (sorrindo e provocando) – Eu, não vou beijar, não, ela tá toda gozada, o tio encheu ela de porra!
Rosinha (rindo e massageando com os dedos a região do umbigo) – Deixe de nojo, o tio gozou aqui perto do umbigo e a porra dele ainda tá aqui no fundo, bem aqui em cima. Vem, deixe de nojo e dê um beijinho nela!
Sorri meio contrariado e abaixei meu rosto em direção àquela racha aberta e, ao encostar o nariz no grelinho, senti aquele cheiro característico de buceta metida e gozada; cheiro de porra (risos)! Dei uns beijinhos rápidos na entrada da toquinha, porém sem enfiar a língua, lambi os lábios abertos e avermelhados e também o grelinho duro.
Rosinha (percebendo que eu não iria lamber sua fruta do jeito que ela queria, me puxou pra cima dela) – Vem me comer, me dá pau na buceta, enfia esse cacete gostoso em mim que eu quero que você goze também!
Me acomodei entre suas pernas e meti minha pica que entrou fácil naquela caverna molhada e bastante laceada.
Rosinha (sorrindo, segurando minhas nádegas e me puxando de encontro a ela) – Isso, amor, enfie bem fundo e fique quietinho dentro de mim que vou fazer você gozar bem gostoso!
Eu queria meter, mas obedeci minha mulher, enfiei bem fundo meu pau e me aquietei dentro dela enquanto ela me abraçava com as pernas e cruzando os pés na minhas costas praticamente me imobilizando.
Rosinha (olhando em direção ao banheiro pra se certificar de que o tio não estava por perto e em seguida me encarando) – Hoje você foi muito corninho, o meu corninho gostoso. E eu, que sempre fui sua putinha, hoje também fui putinha pro tio Carvalho. Comi aquela piroca grossa e comprida todinha, aguentei tudo dentro de mim; doeu muito, mas eu gostei, e gostei tanto que gozei muito gostoso sentindo aquela vara enchendo minha buceta e empurrando meu útero. Enquanto ele metia e gozava dentro de mim, me enchendo de porra quente, vi que você nos assistia lá do sofá e que gostou muito de me ver dando pra ele, ver ele me foder e esporrar aqui no fundo da minha buceta; a porra dele ainda tá todinha dentro de mim, tá sentindo? (rebolando) – Sinta, meu corninho, minha buceta cheia de porra de outro macho e o seu pau folgado dentro de mim, sinta seu pau nadando na porra do caralhão do tio! Tá gostando da minha buceta larga, gosta da buceta arrombada da sua puta?
Eu (não resistindo a tanta putaria falada pela minha esposa) – Você é muito puta, você vai me fazer gozar sem meter, não tô aguentando mais segurar, ai, vou gozar, vou gozar, ufffff, que delícia, tô gozando, tô gozaaaaando!
Rosinha – Isso, meu corninho, goze dentro da sua puta, me dê a sua porra, misture ela com a do tio Carvalho dentro de mim, ai, que delícia sentir meu corninho gozando na minha buceta arrombada por outro macho, ai, tô sentindo seu pau mijando porra dentro de mim! Ai, que delíciaaa!
Senti meu coração acelerar ainda mais, minhas vistas escureceram e “vi estrelinhas”, muitas estrelinhas, como costuma dizer a Rosinha. Me deitei sobre o corpo dela e ficaria ali a noite toda, mas a posição era desconfortável e logo me acomodei no colchão pra descansar, momento em que ela aproveitou pra fechar as pernas que há muito tempo estavam abertas (risos).
Rosinha (vendo o tio voltar pra sala) – Tio, por favor, traga papel higiênico pra mim que logo, logo o seu creminho e o do Fer vão escapar da minha xota e vazar aqui na toalha.
No minuto seguinte o tio retornou com um bocado de papel higiênico, mas antes que ele entregasse para a Rosinha, ela abriu as pernas apontando os pés pra cima mostrando descaradamente a rachinha e provocou:
Rosinha (sorrindo maliciosa pra mim) – Tio, hoje não vou transar mais, estou satisfeita e muito cansada e a minha xaninha tá dolorida de tanto que você e o Fer meteram nela, que tal você dar um beijinho de boa noite na minha amiguinha?
O tio Carvalho sorriu, nada disse, mas seu olhar parecia dizer: “Fernando, sua mulher é muito safada!” Em seguida ele se abaixou e, sem mostrar qualquer nojo, carinhosamente beijou os lábios abertos, inchados e vermelhos da xaninha da minha esposa.
Rosinha (sorrindo pra mim, aparentando satisfação porque o tio beijava sua xota melada) – Huuuuum, que bom ganhar um carinho; minha xaninha “trabalhou” tanto hoje, tá tão sensível que fica feliz com uns beijinhos assim! (rindo e empurrando com a mão a cabeça do tio quando ele beijou seu grelinho) – No grelinho, não, tio, ele tá sensível ainda!
Depois de dar mais um beijinho entre os lábios da xotinha o tio tentou dar o papel higiênico na mão dela, mas ela recusou e reclamou:
Rosinha (sorrindo) – Tio, seja carinhoso comigo e com a minha xotinha, já que hoje você comeu tanto ela, gozou e a deixou dolorida, agora cuide bem dela e ajeite o papel com carinho na entradinha do paraíso!
Carvalho (sorrindo pra nós e carinhosamente ajeitando o papel na fenda molhada da minha esposa) – Que tal se dormíssemos todos no mesmo quarto? Posso ajeitar as camas pra dormirmos juntos?
Rosinha – Tio, eu tô bastante satisfeita e cansada, prefiro dormir só com o meu amorzinho, Fer; quero recuperar energias para amanhã e acho que se dormirmos todos no mesmo quarto, desconfio que você não me deixará descansar!
Carvalho (sorrindo, aceitando a recusa da minha esposa e se levantando) – Pois que seja assim, afinal eu também preciso descansar. Boa noite pra vocês!
Rosinha (de pernas abertas, pressionando o papel higiênico na xota, provocou) – Tio, a minha amiguinha tá me dizendo que apesar de estar dolorida, adorou brincar com o seu amigão e mais o amigo do Fer juntos!
O tio sorriu sem nada responder e se foi pro seu quarto. Eu e a Rosinha fomos tomar banho e, apesar de entrarmos no box juntos, apenas nos lavamos sem qualquer brincadeira que lembrasse sexo, tal era a nossa satisfação e cansaço.
Naquela noite, de tão esgotados fisicamente, nem conversamos antes de dormir, como era costume; trocamos beijinhos carinhosos, nos abraçamos de conchinha e dormimos felizes.
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