Quando olhei Jaqueline com aquele short eu perdi totalmente a noção. A sorte que logo em seguida a Juliana entrou para tomarmos café. Ela dá um beijo no rosto da Jaque e um no meu, mas bem demorado.
- Bom dia gente. Tem café?
- Tem sim, Ju.
Tomando café, a Jaque diz que passará o natal com o Felipe porque depois ele passaria o ano novo com a família dele em Maresias. E também informou que não iria com ele, pois como a Ju estava em casa, não queria deixar ela sozinha nas duas datas.
A tarde Jaque foi para a casa do seu namorado deixando minha sobrinha a sós comigo. Mas assim que ela saiu, minha irmã Yara a chama para ficar na casa dela, e o plano de me aproximar de Jú vai por água abaixo.
Passamos o natal em família: Eu, Juliana, Yara e Carlos. Naquela noite liguei para a Letícia e Jaque, e a última enfatiza: Não estraga o plano, pai.
E dia 25 chega. Fico sozinha até as 18h quando Yara desce com a Juliana pedindo para que eu levasse o Carlos até a rodoviária, pois o seu marido iria para a casa da sua mãe e ficaria até dia 01 de janeiro. Me troquei e levei eles até a rodoviária do Tietê.
Voltamos para a casa e a Jaque já estava em casa. Nós 4 ficamos conversando até que a Yara subiu com Juliana deixando eu e minha filha sozinhos. Mas infelizmente não aconteceu nada, pois Jaque estava exausta.
E chega dia 26. Acordo e é bem cedo. Não era nem 6h da manhã. Vou para a cozinha fazer café. Por volta das 7h à Jaque acorda e me dá um beijo. Ela se senta e 15 minutos depois desce a Juliana e a Yara para tomar café. Nesse dia eu noto que a Jaque estava usando uma roupa normal. Mas seu olhar fixo em Yara deixava muito a minha irmã sem graça. Tanto eu como a Juliana percebiam a forma de como ela a olhava, uma forma vibrada.
E Jaque avisa: - Pai, eu vou para a casa do meu namorado e vou levar a Juliana. Vamos em uma festa e devo chegar só de manhãzinha.
Eita, que festa longa.
É do pessoal da faculdade dele.
Ah, sem problemas, Jaque.
Depois que elas saíram eu subi para a casa da Yara. Bati na porta da casa dela e a Yara atende.
— Oi... é você? — Ela perguntou ao abrir.
— Posso entrar?
— Pode.
Yara voltou para o sofá, cobrindo-se com o edredom enquanto assistia a um filme. Sentei-me ao lado dela, tentando achar as palavras certas para entender o que estava acontecendo entre ela e minha filha, mas o clima era outro. Na tela, um casal se beijava intensamente. Eu a olhei fixamente, deixando o desejo transparecer.
— Você não vale nada, né Paulo? — Ela sorriu de lado.
— Eu? Jamais.
— As meninas voltam hoje?
— Não. Só amanhã.
— Entendi...
Eu vou sair daqui a pouco para fazer as unhas. Deixa a porta aberta na madrugada.
O tempo passou devagar. Por volta das duas da manhã, eu estava quase cochilando no sofá quando a porta se abriu silenciosamente. Yara entrou usando um micro short e um top que deixava pouco para a imaginação. Ela estava deslumbrante.
Ela caminhou em minha direção e eu me sentei. Sem dizer uma palavra, ela montou no meu colo, ficando de frente para mim, com as pernas entrelaçadas na minha cintura.
— O que você está assistindo? — Perguntou com a voz rouca.
— Avatar.
— Ah... eu não gosto desse filme.
— Podemos fazer outra coisa então? — Sugeri, sentindo o calor do corpo dela.
— Como o quê?
Não respondi com palavras. Avancei em direção à sua boca em um beijo profundo e faminto. Minhas mãos deslizaram por suas coxas até alcançarem sua bunda, apertando-a com força, sentindo que, naquela noite, Yara seria minha novamente.
Enquanto nos beijávamos ela falou:
— Você precisa falar com a sua filha.
— Qual delas?
— A Jaque.
— Aconteceu alguma coisa?
— Ela está dando em cima de mim. E com certeza você já percebeu.
— Não, não percebi nada.
— Sei.... Mas preciso que você fale com ela. Não sei o que que deu na cabeça dela, mas nos últimos dois meses ela está forçando uma situação que infelizmente não vai rolar.
— Vou falar com ela. Deve ser a fase das descobertas.
— Descobertas aos 26 anos?
— A gente não descobriu um ao outro depois dos 40?
— É... Bom, fala com ela, por favor. Você se comporta, ela não.
— Ah, então se ela não se comportasse você ficaria com ela?
— Não. Mas ela é uma mulher atraente e ela sabe disso. E ela sabe que eu tenho desejo de experimentar uma mulher. Deve ser por isso que ela está em cima.
— Ah, deixa as coisas acontecerem. Já já passa.
— E se não passar? E se acontecer? Não tem mais volta.
— Tudo é consequência. Deixa as coisas acontecerem.
— Sei, to achando que você quer que eu fique com uma mulher...
— Curiosidade não me falta, viu?
— Que cara safado. Bom, não é o momento, mas depois vamos conversar sobre isso e colocar um ponto final.
Ela começou a rebolar devagar, e a reação do meu corpo foi imediata.
— Tô sentindo algo ficando bem firme aqui embaixo... — ela sussurrou com um sorriso provocante.
— Você vai me pegar do jeito que eu gosto?
— Vou.
— Delícia...
Nossos lábios se encontraram em um beijo novamente. Minhas mãos, agindo por conta própria, apertaram sua cintura e desceram para sua bunda, sentindo as curvas dela. De fato, Yara era irresistível.
— Vamos para o quarto?
— Vamos.
Ela se levantou e eu a acompanhei, o coração batendo na garganta. No quarto, o clima esquentou rapidamente. Yara se despiu com calma, revelando um conjunto de renda vermelha que realçava cada curva de seu corpo. Eu também tirei a roupa, ficando apenas de cueca, admirando a mulher à minha frente. Ela apagou a luz, deixando apenas a penumbra, e voltou para a cama, subindo sobre mim.
— Gosta assim? — Ela sussurrou, voltando a rebolar.
— Gosto.
— Bom menino.
E ela dá um chupão em meu pescoço.
— Para Yara, não deixa marca.
— Desculpa
E voltamos a nós beijar. Nesse momento eu começo a passar a minha mão em seus seios.
— Eu sei que isso é errado, mas é tão gostoso. - Diz Yara.
Nesse momento eu tiro seu sutiã que cai em meu peito. E Yara diz:
— Você merece uma teta. Chupa gostoso, chupa?
E eu caio de boca neles. Começo a passar a língua na aréola esquerda revezando com alguns chupões, e depois o da direita, na qual faço a mesma coisa. E ela começa a rebolar bem devagar no meu pau. Eu fico me deliciando com aqueles seios por mais de 5 minutos, até que ela me beija novamente. Em seguida, com sua língua vai descendo pelo meu peito, barriga, até que ela baixa a minha cueca e meu pau estava tão duro que ao liberar bate eu seu rosto.
— Nossa, como seu pau tá tão duro. Delícia.
Ela dá um beijo na glândula e sobe novamente e volta a me beijar. Sua boceta está em cima do meu pau novamente, e ela com a mão direita coloca a sua calcinha de lado fazendo eu sentir o seu grelinho enquanto ela roça a sua boceta.
Yara continua até eu perceber que a sua boceta está molhada e meu pau vai escorrendo para dentro, mesmo com a sua calcinha de lado. Sinto até o calor do seu canal quando meu membro foi explorando seu útero.
Ela começa a subir e descer bem lentamente.
— Safado, tá gostando da minha boceta engolindo seu pau?
— Estou safada.
E o barulho de plaft plaft plaft começa a aparecer.
— Quero seu cuzinho?
— Ah é? Meu cuzinho?
— Quero. Você vai me dar?
— Se você arrombar ele bem gostoso eu te dou.
— Gostosa safada!
E ela ficou cavalgando por mais de 5 minutos. Depois Yara desce e vai diretamente no meu pau. Ele já estava ensopado devido ao mel que a Yara tinha liberado. Ela o abocanha e começa a fazer um boquete que nunca tinha sentido antes. Ela o engole toda fazendo sentir até a sua garganta na cabeça do meu pau. Começa a subir e descer e aos poucos foi aumentando a velocidade. Uma grande babá escorria e batia na minha virilha.
— Delícia de rola.
E ela aproveita cada centímetro do meu membro, até que começa um parafuso que só ela sabe fazer.
O barulho de glop glop glop ecoa por aquele quarto escuro. Ela fica mais de 5 minutos assim até que ela se levanta e volta a ficar em cima de mim e diz:
— Nossa que tesão de rola que você tem!
— Você vai deixar eu cair de boca na sua bocetinha?
— Deixo.
— Fica de 4 para mim então....
— E a Yara fica.
Aquele rabo gostoso era todo meu. Já caio de boca em sua boceta e começo a brincar com seu grelinho. Yara estava muito molhada e com tesão. Começo a passar a língua por todo o seu lábio vaginal, depois brinco com seu grelinho e de vez em quando dou pequenas metidas com a minha língua. Em seguida, eu caio de boca em seu cuzinho e começo a passar a língua em suas pregas.
— Aiiiiiinnnn, que delícia
Percebo que suas pernas começam a tremer, e eu acelero os movimentos. Fico a chupando por mais de 10 minutos até que ela pede:
— Me fode gostoso.
Levanto da cama, trago ela para mais perto de mim, deixando bem na ponta, e levo meu pau para dentro daquela boceta ensopada. Começo a bombar a minha irmã. O barulho de plaft, plaft, plaft, aparece no quarto.
— Aiiiinnnn! Isso tarado, fode a sua irmã, fode. Tarado roludo1
Seguro bem o seu quadril para ter mais firmeza e começo a bombar com muita força. A minha cama começa até a se mexer: um barulho de "nhac", "nhac", "nhac" emerge dos parafusos enferrujados. Percebo que ela coloca o travesseiro na boca e grita de prazer.
Depois de um tempo Yara levanta, pega na minha mão e vamos até a sala. Ela encosta na parede, de frente para mim, e vou em seu encontro e volto a penetra-la. Ficamos de frente um ao outro e começamos a nós beijar enquanto meu pau escorre por aquela boceta. Nossos corpos estão suados, mas o tesão estava alto.
— Isso, fode assim. Fode?
— Ainnnn!
Começo a fazer movimentos bem devagar para aproveitar cada centímetro daquele buraco quente e molhado. O cheiro de sexo impregna pela sala. E ela começa a falar:
— Adoro esse pau gostoso.
— Ah é, gosta? Cachorra.
Yara se vira, escora com as duas mãos na parede, deixando aquela bundinha bem arrebitada pra mim. Pego o meu pau com a mão direita e levo novamente até a sua boceta e começo a bombar a vadia. O barulho de plaft plaft plaft fica muito alto na sala.
— Awwwnn delícia. Desse jeito vou gozar bem no seu pau.
— Goza pra mim, goza.
E eu aumento as bombadas até eu percebo que suas pernas estão tremendo e Yara diz:
— Vou gozaaaar.
E ela goza.
— Awwwwwwwwwnnn
Eu tiro o meu pau e vou até o sofá e me jogo. Para a minha surpresa, a Yara veio na minha direção e sentou no meu colo. A gente começou a se beijar igual a dois namorados, até que o tesão dela foi voltando e meu pau acaba sendo engolido novamente por sua boceta. E ela começa a subir e descer no meu pau.
— Desse jeito vou gozar, mas eu quero comer seu cuzinho antes!
— Goza dentro, goza? Deixa eu sentir seu leitinho quente? Depois dou o meu cuzinho para você!
— Safada
E ela começa a subir e descer bem lentamente, e a vontade de gozar começa a aparecer. Nossos corpos estão escorregadios, até que sinto meu gozo sair e a alerto:
— Vou gozar.
E ela aumenta a velocidade até que eu jogo toda a minha porra em seu útero. Ficamos olhando um para a cara do outro até que eu deito no sofá, desfalecido, morto no sofá. Yara me acompanha, deita no sofá e começo a fazer um cafuné nela. Ficamos em silêncio até que ela pergunta:
— Você conversa com a Jaque?
— Converso.
No dia 27, por volta das 9h, minha filha e minha sobrinha voltaram. Dessa vez eu não estava de samba-canção; vestia um short e regata, já tendo limpado a casa para apagar qualquer rastro da noite com a Yara. Quando a Ju me viu, brincou:
— Tio de short e regata? Vai chover. O senhor vive quase pelado!
Fiquei vermelho e a Jaque soltou a indireta: — Eu prefiro meu pai só de samba-canção.
— Eu também — completou a Ju.
A Juliana subiu para ver a Yara e a Jaque sussurrou para mim: - Agora é com você, pai. Eu tinha cinco dias para conquistar minha sobrinha. Quando as duas desceram, disseram que a Yara ainda estava dormindo, o que era estranho para elas. E avisou que o plano do dia era irmos todos para uma balada de rock na Rua Augusta, pois o Felipe, namorado da Jaque, iria para a casa da sua tia naquela noite.
À tarde, Jaque me deu o aviso final: — Pai, meu plano está dando certo. Só não force nada com a Ju. Não estraga a situação. Deixa ela vir até você e pedir. Está com você toda a situação, mas deixa as coisas acontecerem no seu tempo.
Concordei com ela. A noite chega e nos arrumamos. Juliana usa um vestido preto que ia até o joelho deixando qualquer homem louco. Jaque não fica para trás e usa uma calça jeans e uma camiseta colada que realçava seus seios. Yara estava toda menininha, com uma saia preta e uma camiseta branca que deixava a sua barriga deliciosa a mostra. Eu estava de calça jeans e uma camiseta velha do Guns N' Roses.
E fomos para a Outs. Como era open bar e eu não queria fazer besteira, fiquei só no suco e na água. Por volta das 2h30, a Yara, cansada, encostou na parede. A Jaque foi até ela e as duas ficaram abraçadas, conversando baixo, parecendo namoradas.
Juliana se aproximou de mim e falou no meu ouvido: — Acho que elas beberam demais... ou o senhor não reparou?
— No quê? — Fingi demência.
— Tá na cara que a Jaque está dando em cima da tia, tio! Como um homem de 40 anos não enxerga isso?
Eu ri e disse que não ia proibir nada, que elas eram maiores de idade. A Ju me abraçou forte, com aquele cheiro de morango que me deixava louco, e falou:
— Por isso que a Jaque ama tanto o senhor. Sempre passa os panos para ela. Se fosse meu pai, não deixaria e ainda por cima a família inteira saberia no outro dia.
— Mas você não teria esse problema, né? Ninguém da família te interessa...
— Será que não?
Minhas pernas tremeram na hora quando ouvi aquilo. Mantive a compostura para não estragar o plano da Jaque. E não respondi. E Juliana pede:
— Volta a usar sua samba-canção. Você fica muito bem com ela.
— E o que eu ganho em troca? — Perguntei.
— O que você quer?
— Ah, se eu vou ficar de samba canção.... Nada mais justo você ficar mais à vontade. É uma troca justa, não acha?
— Hum, sim. Bom, vamos ver tio. Prometo nada. A única coisa que prometo é que vou pensar.
— Tá bom Ju.
E ela me dá um abraço bem forte. Seu cheiro de morango estava acabando comigo. Ficamos abraçados por mais de 5 minutos, mas não tentei nada, sempre imaginando as palavras da Jaque:
— Não tentei nada com ela!
Depois ficamos conversando até que a Yara se solta da minha filha e volta até onde estávamos. E diz:
— Que horas são?
— São 3h da manhã. - Responde Juliana.
— Nossa, já? Daqui a pouco vamos embora. Tô morrendo de sono.
— Claro tia. Quando você quiser.
Logo em seguida a Jaque volta com um sorriso de ponta a ponta dizendo: — Oi gente. Vamos voltar a beber?
E todos nós bebemos mais um drink e ficamos conversando. Jaque não tirava o olho da Yara, e a Ju via aquela cena e me olhava para ver a minha reação, e fingia que não ligava, embora tivesse um pouco incomodada que minha filha queria muito aquela mulher, na qual também desejo quando a vejo.
Voltamos para a casa e como a Yara e a Ju pegaram o Uber primeiro, chegaram antes de nós. Fui com a Jaque, e no Uber ela diz:
— E aí pai, deu certos meus conselhos?
— Não sei.
— Deu sim. Te conheço e eu vi a cena! Mas depois conversamos sobre isso.
Chegamos em casa e a Ju estava se preparando para ir ao banho. E a Jaque pergunta:
— Cadê a tia?
— Subiu. Foi tomar banho e dormir.
Eu vi uma cara de decepcionada em seu semblante. Depois que todos nós tomamos banho, fomos dormir. Fiquei pensando a noite toda sobre o que a Juliana me disse.
Acordo por volta das 11h no domingo, dia 28. Coloco a samba canção, ficando apenas com a peça e o chinelo. Saio para a cozinha para preparar o café. Enquanto eu faço ninguém acorda. Tomo sozinho, coloco um short e vou para a casa da Yara. Estava ela com o cabelo bagunçado e cara de ressaca.
— Você tá bem?
— Estou, só de ressaca.
— Quer que eu faço um chá?
— Quero. Puta que pariu, que dor de cabeça
E eu fiz. Logo depois as meninas subiram e ficaram com a tia até a tarde. Logo depois Jaque foi para a casa do namorado enquanto Juliana continuou lá. Não aconteceu nada demais nesse dia.
E chega dia 29 de dezembro. O tempo estava correndo. Percebi que meu "pó mágico" para ereção tinha acabado e liguei para o meu irmão em Barretos pedindo mais pelo Sedex, já que consultando a internet, ele despachando naquele dia, chegaria no outro para mim. Perto das 8h da manhã, enquanto eu lavava a louça de samba-canção, a Juliana apareceu. — Gosto assim, tio! — Ela disse, me abraçando por trás.
Eu me viro e a abraço novamente sentindo a respiração ofegante dela em meu pescoço. O corpo dela encostado no meu fez meu pau subir na hora. Como tínhamos a mesma altura, ele encaixou perfeitamente na pepeka dela, marcando o tecido da calça de lycra. Lembrei do aviso da Jaque e não avancei.
— Tio, você quer um pão GOSTOSO? — Ela sussurrou.
— Já tomei café, Ju.
Ela me soltou, olhou para o volume na minha cueca, mordeu o lábio e saiu para buscar o pão para a Yara.
Naquele dia eu precisei sair para visitar um amigo que não via faz tempo. Saí às 11h e voltei só às 19h. Quando entrei, achei estranho o silêncio, já que as meninas não tinham dito que iam sair. Vi que o quarto da Jaque estava vazio e a cama arrumada, mas no quarto da Letícia, vi a Juliana dormindo pesado e fechei a porta para não incomodar. Me deu um estralo e resolvi subir até a casa da Yara para ver como ela estava. Subi bem devagar, vi a porta aberta e ouvi:
— Só um selinho, tia! — Pedia a Jaque.
— Não, Jaque. Eu sou casada.
— Um só, tia!
— Não Jaque.
— Vai tia. Tô louca para beijar a sua boca.
— Para menina!
— Tá bom, só um selinho vai?
— Você é foda hein!
— Vai tia.
— Tá bom, mas você promete que vai embora?
— Da sua vida? Jamais
— E a Yara dá risada bem baixinho: — Você é tonta mesmo viu?
— Vou ganhar? - Pergunta Jaque
— Apenas um selinho e você desce.
— Oba.
— E ouço um estralo.
— Mais uma tia!
— Não Jaque. Nem poderia te dar beijo. Sou casada.
— Só mais um, vai? Tô louca para sentir a sua boca na minha
— Que menina chata. Tão chata como o pai. Ta bom, a última!
E ouço um barulho de beijos. Mas não foi um selinho, é sim de língua. Ficaram por volta de um minuto até que a Jaque diz:
— Isso sim é um beijo.
— Agora desce. A Ju pode aparecer.
Na mesma hora eu desço e entro em casa. Alguns segundos depois a Jaque entra e diz:
— Já chegou pai?
— Já filha. Acabei de entrar.