Olá a todos, após anos sem escrever, fui incentivado por uma grande amiga a publicar uma nova história aqui no site. Gostaria de aproveitar esse primeiro parágrafo para agradecer por sua amizade e incentivo!
Este conto vai contar sobre uma nova aventura, e, para que todos entendam bem o contexto, sugiro que vão a minha página ler o conto "M", pois este conto relata uma nova aventura vivida com essa pessoa maravilhosa, não deixe de ler... então... vamos ao relato.
Me identifico neste site por T, tenho 28 anos e ainda moro em SP. Como os contos são verídicos, utilizo sempre somente as iniciais dos nomes para manter a privacidade das pessoas envolvidas, sendo assim, o nome de cada pessoa após a inicial cabe à imaginação do leitor.
Então vamos lá... anos se passaram desde o meu encontro com M, e, como mencionado no texto anterior, mantivemos a nossa amizade, porém sem novos encontros, sem sequer mencionarmos daquele dia, mas eu sempre o recordava com muito gosto.
Sempre gostei muito de conversar com M, ela é bem humorada, inteligente, trabalhadora e dedicada. Nossas áreas de atuação são bem distintas então sempre conversamos sobre isso e explicamos um ao outro como certas coisas funcionam e suas implicações... Também falamos brevemente sobre política, cultura pop e nossas vidas pessoais, e, tanto eu quanto M agora estávamos em um relacionamento e morando junto com nossos respectivos companheiros.
É bem interessante que sempre torcemos pelo bem do relacionamento um do outro, ela é uma amiga incrível e quero que ela seja sempre muito feliz, e acredito que ela também pense algo semelhante ao meu respeito... Tendo isso dito, por estarmos em um relacionamento, nossas conversas nunca sairam do que seria algo aceitável entre uma amizade de pessoas do sexo oposto que se gostam e se respeitam.
A gente sempre comenta os posts e stories um do outro nas redes sociais e sempre é uma conversa leve e inteligente, até que um dia, depois de trabalhar bastante, entro no meu instagram e vejo um stories de M em pose de anjo, aquela pose que a pessoa fica deitada de barriga para baixo, com as pernas pra cima, deixando assim as solas dos pés a mostra e tomando uma taça de vinho, deixando claro que provavelmente teve um dia bem difícil. Quando vi isso, rapidamente meus dedos digitaram um comentário do tipo: "nossa, como vc está linda", nunca tinha dito nada parecido desde que tinha começado o meu relacionamento, mas, por ver aqueles pés daquele jeito, foi quase como um instinto, e M educadamente respondeu que estava pensando se postaria essa foto ou não, pois não tinha certeza se teria gostado. Obviamente a incentivei a postar:
- Ah, a foto ficou ótima M, sem contar que o mundo merece ver esses pezinhos, rs
- Rsrsrs, eles precisam é de uma massagem...
- Sorte é de quem pode massagea-los, rs...
- Olha, é bem raro viu, não recebo muita massagem nos pés...
- Isso é uma heresia!!!
É claro que M levou essa conversa com muita levesa e bom humor, porém, eu estava agindo por puro impulso, achando tudo muito estranho, pois nunca tinha visto M daquela maneira desde a última vez que nos vimos pessoalmente, à anos e anos atrás... minha mente começou a entrar em uma espiral de pensamentos sobre o dia do nosso encontro e, por mais que tentasse fugir disso, minha cabeça sempre me puxava pra esse mesmo pensamento. Me peguei ativamente tentando fazer M se lembrar daquela aventura que tivemos, na esperança que algum assunto derivado surgisse daquilo, já nem sabia mais quais eram minhas intenções reais e apenas agi por instinto.
- Poxa, M, se soubesse disso teria caprichado mais ainda na massagem naquele dia que passamos juntos à anos atrás...
- Rsrs, ahh, mas aquele dia a massagem já foi muito boa!
- Com direito a "creme" natural, rs
- Hahahaha, sim, o creme estava quentinho, foi uma delícia...
Nessa hora a minha cabeça explodiu, não podia acreditar que ela realmente tinha falado aquilo, e minha mente que já estava a mil, passou a dois mil, e, na hora minha cabeça começou a recriar a cena daquele dia nos seus mais mínimos detalhes e também imaginar várias outras possibilidades, e comecei a me contestar sobre o que estava pensando. As coisas não eram mais como antes, agora nós dois tinhamos um relacionamento, sempre torcemos um pelo outro, torcemos pelo relacionamento um do outro, e agora estou aqui pensando um milhão de coisas... sabia que não deveria continuar com isso, mas, com o comentário de M dizendo que "foi uma delícia", a curiosidade estava latejando na minha mente, não deixando mais espaço para um pensamento racional e moral.
Então, continuei:
- Que bom que gostou, M, eu se pudesse, te faria aquela massagem sempre!
- Ai, olha, bem que eu queria, viu, rs
A cada mensagem que eu enviava e recebia de M, mais rápido o meu coração batia, mais forte minhas mãos e dedos tremiam, e mais rápido a minha mente só conseguia pensar no dia em que gozei um monte naqueles pés lindos e espalhei a minha porra por eles, passando em cada vão entre cada dedinho, lembrando o quanto eu me arrependi por não ter chupado os dedinhos dela naquele dia. Já que estava nesse assunto, sendo menos racional a cada segundo, resolvi jogar tudo pra cima:
- Seria um prazer faze-la de novo...
- Eu iria amar...
Depois disso, com o coração quase saindo pela boca, fiquei pensando no que poderia mandar em seguida, mas nada me vinha à cabeça, não conseguia pensar em nada além disso, mas não queria escalar isso para algo que pudesse parecer rude, e também, não sabia se M realmente estava falando aquilo de maneira séria e consciente. Sei que depois disso, ela ficou offline e o assunto meio que se encerrou por ai, aproveitei que ela provavelmente havia ido dormir e também fui, ainda assim, com a cabeça cheia de pensamentos ligados a M, e, pra ser sincero, nessa altura do campeonato, nem estava mais pensando só nos pés dela, mas ela por inteiro, e precisei me aliviar no chuveiro antes de ir pra cama...
Lembro que no dia seguinte à essa conversa, tive um dia muito corrido no trabalho, não consegui acessar nenhuma rede social e nem mandar mensagem para M, mas pensei nela o dia todo, tarde da noite, quando finalizei o meu expediente, corri para as redes sociais com esperança de que ela tivesse enviado algo, porém, não havia nada. Como uma boa mente pertencente a um ansioso, comecei a pensar um monte de coisas também: Será que M se arrependeu daquela conversa? Será que, depois de passado o efeito do vinho, ela tivesse percebido o teor da conversa e ficaro horrorizada? Será que ainda estavamos bem? Não teria como saber isso a menos que a perguntasse, mas, com o medo da reação dela, acabei também não mandando mensagem nenhuma.
Passaram-se dias até que nos falamos de novo, mas, pra minha surpresa, foi apenas aquele papo normal que tinhamos sempre, nem M e nem eu tocamos mais naquele assunto comprometedor e seguimos a vida normalmente. Bom, pelo menos enquanto eu estava sóbrio, uma ou duas semanas depois, fui pra uma festa na casa de um amigo no final de semana e quando menos percebi, estava eu escrevendo um texto para mandar pra M dizendo que amei saber o pensamento dela sobre o "creme para massagem". Não pensei muito e mandei a mensagem, claro que iria me arrepender depois de ler isso quando estivesse sóbrio, então, pra não ter mais volta, apaguei a conversa... eis que recebo uma resposta de M que me deixou mais uma vez de queixo caido...
- Sim, eu amei, se pudesse teria essa massagem mais vezes... rs
- Olha, M, o dia que você quiser... por mim, faria essa massagem em você todos os dias...
- Por mim, quando você quiser também...
- Então vamos marcar para a próxima semana?
- Vamos...
Nem acreditei que aquilo realmente estava acontecendo, cara, que loucura! M era uma amiga maravilhosa, sempre tivemos uma conexão incrível, mas aquilo? Estavamos mesmo falando sobre gozar nos pézinhos dela e fazer uma massagem descaradamente, mesmo tendo nossos respectivos relacionamentos? Que loucura! Estava tentando assimilar tudo aquilo, quando decidi parar de falar com ela naquele momento, pra evitar que o meu eu bêbado estragasse tudo por falar de mais...
Alguns dias se passaram (mas não muitos), e quis voltar a esse assunto com ela, agora sóbrio, então mandei uma DM no instagram dela dizendo algo do tipo "M, foi mal por te falar aquele monte de coisa... estava extremamente bêbado, rs, por mais que parte de mim ainda estivesse sendo sincero", e ela me respondeu algo do tipo "relaxa, rs... eu também estava sendo sincera". Aproveitei essa resposta dela e perguntei se realmente ela queria marcar um dia para fazermos aquela ""massagem"". M com a maior tranquilidade do mundo me respondeu que sim, que poderíamos nos encontrar na casa dela nessa semana, pois na sexta-feira ela iria trabalhar de casa e o seu companheiro estaria viajando. Novamente, meu coração acelerou com a possibilidade, não conseguia nem acreditar que aquilo estava acontecendo, e, ainda mais, que estavamos realmente fazendo aquela loucura, isso era totalmente novidade pra mim, jamais havia saido da linha no meu relacionamento... Mas era a M... e ela me fazia sentir como um garoto que faria qualquer coisa para ter essa aventura com ela novamente.
Enfim, os dias passaram como séculos, mas a sexta-feira chegou, eu fui para o trabalho extremamente bem vestido aquele dia, alguns colegas de equipe até brincaram comigo que provavelmente iria fazer uma entrevista de emprego após o expediente. Mal conseguia me concentrar no trabalho e nas conversas com os meus colegas, só conseguia pensar em como seria o encontro com M, estava tão nervoso que as minhas mãos chegavam a tremer, passei o dia todo olhando para o relógio e as horas simplesmente não passavam, mas, finalmente, a hora chegou, terminei de trabalhar, fui ao banheiro retocar o perfume e dar um tapa no visual, havia comprado umas balas na hora do almoço para garantir um hálito rasoável e nessa hora lembro de enfiar umas 5 na boca de uma vez... Mais uma vez, estava me sentindo um adolescente, e assim segui para a casa dela...
Cheguei na casa dela! Estava tão nervoso que estava até difícil de respirar, mãos tremendo, dentes batendo, coração acelerado... mas finalmente havia chego o momento que passei a semana inteira esperando. Toquei o interfone do prédio dela e ela logo me liberou pra subir, entrei com todo o cuidado do mundo pois com o nervosismo que estava, era muito fácil de tropeçar e cair igual a um idiota. Finalmente, eu finalmente estava na porta do apartamento dela tocando a campainha, e M logo abriu a porta, com um sorriso lindo, um babydoll que me deixou de queixo caido, descalça, com aqueles pés preciosos à vista, e me disse com aquela voz doce: "Oii, que bom que você chegou, T, pode ficar a vontade, minha casa é sua...". M era muito cuidadosa, deu pra reparar que sua casa era extremamente aconchegante e que tinha a sua cara, e, cuidadosa que era, havia pedido salgados pra gente ter o que comer, a mesa estava posta e tinha uma garrafa de champagne e duas taças em cima da mesa, estava tudo perfeito, e meu coração acelerou ainda mais em perceber todo o carinho que ela teve para montar aquele ambiente pra nós.
M, aparentemente calma e decidida, me convidou pra sentar no sofá e escolher um filme, disse que confiava no meu bom gosto para cinema e que era para escolher algo para surpreendê-la. Pra ser sincero, nem lembro qual filme escolhi, mas lembro de escolher algo de ação, um filme que já tivesse visto, pra garantir que seria algo bom. Depois de um tempo, M veio para o sofá com a champagne e com as taças, colocou-as na mesa de apoio em frente ao sofá, encheu as duas taças, me deu uma, e brindamos, ela deu um gole no champagne e se aconchegou no sofá, colocando os pés no meu colo, e me perguntando:
- Que filme você escolheu?
- Ah, escolhi esse, ouvi dizer que era muito bom (-- uma mentira descarada)
- Certo, alguém uma vez me prometeu uma massagem... vou amar assistir esse filme ganhando massagem...
Não precisou falar duas vezes, deixei a taça em cima da mesa de apoio e já comecei a massageá-la, apertando seus pés, passando a mão e fazendo carinho pelo seu calcanhar, tornozelo e panturrilhas. Não preciso nem dizer que, em poucos segundos eu já estava completamente excitado, latejando por aqueles pés, apertava, fazia carinho, eu não largava aqueles pés nem por meio segundo, os apertava como se minha vida dependesse disso, comecei a observar M, e dependendo de como eu apertasse, ela fechava os olhos e dava uns suspiros bem sutis, o que me deixava ainda mais louco por ela e por aquele momento. Depois de um certo tempo, não tinha como disfarçar a minha excitação e por um descuido (ou não), sem querer (ou não) deixei os pés dela encostarem no meu membro, o que obviamente foi notado por ela na mesma hora.
Ao sentir o meu pau duro encostar em seus pés, M olhou bem no fundo dos meus olhos, sorriu e mordeu os lábios... aquilo acabou comigo e eu despenquei, perdi o controle e o meu instinto foi de fazer tudo o que estava segurando para fazer, na mesma hora, esfreguei o pé dela ainda mais forte no meu pau, enquanto peguei o outro e levei até o meu rosto, colocando todos os seus dedos na boca, comecei a chupar e lamber cada dedinho dela, nisso M suspirava ainda mais forte, percebi que ela relaxava ainda mais no sofá, e estava começando a se contorcer e esfregar os pés ainda mais forte em mim, alternando entre qual pé estaria se esfregando no meu corpo e qual estaria com os dedos na minha boca. Eu estava quase explodindo de tesão quando reparei que M estava se acariciando e passando a mão nos seus peitos, tomei um pouco de coragem, subi o baby doll dela e comecei a chupar os seus peitos.
Nisso M começou a soltar alguns gemidinhos bem gostosos, passou a mão pelos meus cabelos e começou a coordenar os movimentos da minha cabeça, e, assim como da outra vez, no meio dos nossos beijos e lambidas nos peitos, ela me pediu "morde eles, vai". Não pensei duas vezes e mordi muito aquele biquinho. M chegava a rebolar e se contorcer de tanto tesão, gemia, puxava os meus cabelos, quando tive uma excelente ideia... "você tem pregador de roupas?" perguntei, e M na hora sorriu, só pelo sorriso já deu pra perceber que ela sacou a minha ideia, levantou, correu pra área de serviço, pegou dois pregadores e me deu, sentando no meu colo. Eu chupei e mordi cada biquinho dos peitos dela antes de colocar os pregadores, o que deixou ela extremamente molhada, continuamos nos beijando e eu sentia a bucetinha molhada dela na minha perna e aquilo me dava ainda mais tesão.
Depois de um certo momento, eu estava com água na boca para sentir o gosto de M, não havia provado o gosto dela da outra vez que nos encontramos, então eu me levantei e a ajeitei de 4 no sofá, ela ficou de 4, empirou muito bem a bunda, eu me sentei no chão de frente para o sofá e comecei a chupar os pés dela, subi para as panturrilhas, coxa, bunda, e, finalmente, cai de boca naquela bucetinha molhada, estava uma delícia, quente, molhada, com aquele melzinho escorrendo... me dá água na boca só de lembrar... Eu chupei tanto aquela buceta, M rebolou tanto na minha boca, que chegava até a me faltar ar. Mas em dado momento, outra coisa chamou a minha atenção enquanto eu chupava a sua buceta, quando eu enfiava a língua bem fundo lá dentro, o cuzinho de M piscava, e aquilo também foi me enchendo de água na boca, eu não sabia se M gostava, não tinha certeza e fiquei com medo de desrespeitá-la ou parecer precipitado perguntando sobre isso, então não fiz nada, só continuei chupando.
Aquele mel realmente estava delicioso, fiquei um tempo a chupando enquanto ela rebolava na minha cara, com aqueles pregadores apertando seus bicos dos peitos, estava uma cena realmente muito excitante, quando M se levantou e pediu para me chupar. Finalmente foi minha vez de tirar toda a roupa e me deitar no sofá, de barriga pra cima, mas M já veio logo sentando na minha cara e fazendo um belo de um 69, ela abocanhava o meu pau com tanta vontade que dava pra ouvir ela sugando toda a saliva que passava pelo meu membro, e eu comecei a chupa-la com ainda mais vontade, aquilo estava me deixando louco, quando de repente, M tira o meu pau da boca e bate com ele várias vezes na cara, sem dizer nada, aquilo quase me matou de tesão, puta que pariu, não dava pra acreditar que aquela menina meiga e carinhosa estava batendo meu pau na cara e lambendo meu pau de ponta a ponta enquanto rebolava e esfregava a buceta na minha cara, foi então que tomei a decisão, cara, preciso sentir ainda mais o gosto dela, então comecei a passar um dedo em volta do cuzinho dela enquanto a chupava, e percebi que quando fazia isso, M rebolava ainda mais forte e batia minha rola ainda mais forte na sua cara, então comecei a enfiar o dedo no cuzinho dela, comecei com um, bem devagarinho e quando coloquei a pontinha, M deu um gemido maravilhoso... então tomei coragem e enfiei ainda mais fundo, M rebolava e dava suspiros ainda mais fortes, nessa situação eu já não estava aguentando, a cada suspiro que ela dava, era um controle inacreditável para não gozar, até que, depois de enfiar o dedo bem fundo no cuzinho dela, ela gemeu bem alto enquanto passava a língua pela cabeça do meu pau, nesse momento não aguentei, gozei muito, muito mesmo, e M fez questão de engolir tudinho...
Depois de gozar quase um litro, não tive dúvida sobre o que fazer, era hora de sentir gosto daquele rabinho que piscava tanto pra mim, novamente me levantei, coloquei M novamente de quatro no sofá, ela olhou pra mim com uma cara de safada, de quem estava morrendo de tesão e me deu um sorriso, eu sentei na cama, coloquei os pés dela no meu colo de modo que eles ficassem se esfregando no meu pau, me virei pra ela e comecei a passar a língua naquele cuzinho, o gosto era simplesmente maravilhoso, eu chupava aquele rabinho com intervalos entre língua e lábios, como se estivesse beijando na boca, mas era muito melhor, muito mais gostoso, fazia muito tempo em que não chupava um rabo e o da M era ainda mais delicioso do que me lembrava. Eu chupava, lambia, e M gemia, rebolava, sua buceta jorrava, e o tesão naquela sala ia crescendo ainda mais, com toda a situação meu membro já estava novamente ficando duro como pedra, aqueles pézinhos deliciosos esfregando nele também estavam ajudando muito... só de lembrar da cena me dá água na boca... puta merda!
Em dado momento M começou a tremer, rebolar e gemer muito alto, percebi que ela estava quase gozando, foi quando decidi ajudar um pouquinho mais, me levantei, M estava de quatro virada de lado, esticada no sofá então eu virei seu corpo de modo que ela ficasse com a bunda virada para frente do sofá, comecei a pincelar o meu pau entre os lábios de sua bucetinha, era incrível como só de fazer isso, M se tremia inteira, isso estava me dando muito tesão, então finalmente coloquei o meu membro todo dentro dela, M gemeu muito forte e eu percebi que se continuasse nessa situação, não demoraria para gozar de novo, mas lá nos fomos, metendo bem forte, eu suspirando, M suspirando, o calor e o tesão aumentando, estava louco de vontade dela... E ela louca por mim, aparentemente, quando lembrei dos pregadores nos peitos dela, logo pensei que ela provavelmente também adoraria ter o cabelo puxado, ser enforcada ou até apanhar na cara, e foi isso que fiz, dei um tapa na cara dela e disse que ela seria toda minha aquela noite, que estava louco por ela e que queria sentir o melzinho dela escorrendo por mim. M começou a gemer ainda mais e rebolar, comecei a aumentar a força e o ritmo das estocadas, ela rebolava e empinava ainda mais a bunda, quando instintivamente enfiei o meu polegar no cu dela, enquanto com a outra mão puxei o cabelo dela pra trás... M começou a tremer, gemendo muito, logo percebi que ela estava gozando, então tirei o meu pau daquela buceta, me levantei e comecei a esfregar a cabeça do meu pau nos pés dela, dei uma leve acariciada e logo comecei a gozar também, como da última vez que nos vimos.
E assim gozamos praticamente juntos, ela de quatro no sofá, eu em pé, ela com dois pregadores nos peitos, eu com a cabeça do meu pinto nas solas dos pézinhos dela, ela com um sorriso safado na cara, eu com o polegar dentro do cuzinho dela. O sofá de M ficou todo molhado, fizemos uma verdadeira bagunça, depois disso, ficamos o resto da noite abraçados no sofá e nos acariciando, transamos mais uma vez antes de eu ir embora, nos beijamos muito, e, no final, acho que a gente num chegou a prestar atenção nem no primeiro minuto do filme, rs.
Voltei pra casa e só conseguia pensar em como tinha sorte por te-la na minha vida, ela é uma amiga realmente especial, e aquele dia foi mais especial ainda...