As mulheres da família - O Box - Parte 13

Um conto erótico de Dr. Prazer
Categoria: Heterossexual
Contém 1338 palavras
Data: 03/02/2026 16:57:15
Última revisão: 03/02/2026 18:14:53

​A vida havia mudado drasticamente desde que eu transado com minhas filhas. Quatro meses se passaram e já estávamos em novembro. Minha rotina com Letícia era quase conjugal; transávamos praticamente todos os dias. O sexo era simples, mas carregado de um afeto que começou a me preocupar. Letícia estava se apaixonando. O capricho com minhas coisas, o modo como me olhava e o fato de dormir comigo em seis das sete noites da semana deixavam claro: ela me queria só para ela. Por precaução, passei a usar preservativos, tentando manter uma barreira emocional que o corpo insistia em derrubar.

​ Com Jaqueline, o jogo era outro. Ela continuava com o Felipe, e tínhamos nos encontrado apenas duas vezes desde o motel. Foram encontros selvagens, regados a tapas e insultos sussurrados, o oposto da doçura de Letícia. Eu ansiava por ter as duas juntas novamente, mas Letícia se tornava possessiva. O clima entre elas começou a azedar, e as discussões frequentes acabaram me afastando de Jaque por um tempo.

​Enquanto isso, Yara permanecia como um desejo latente, sufocado pelo cerco fechado de Letícia. Vanessa também se tornou uma lembrança distante; ela sumiu de repente, provavelmente reatando com o ex-namorado.

​Em uma terça-feira, consegui levar Jaque para um motel em Santo André, longe dos olhares da família. Enquanto ela cavalgava com vigor, soltou a bomba:

— Pai, o que acha de chamarmos uma terceira pessoa?

— A Letícia? Esquece, Jaque. Ela não topa.

— Não ela... a tia Yara!

​Fiquei estático.

- Yara?

Parecia loucura. Mas Jaque não desistiu. Após o sexo, enquanto recuperávamos o fôlego, ela revelou seu plano.

— Eu estou louca para transar com uma mulher, pai. Desde os beijos na Letícia, isso não sai da minha cabeça. O Felipe é careta, diz que estragaria o namoro. Mas com você é diferente. E a tia... eu vi como ela olhou para você naquele dia do banho. Ela quer. Ela só precisa do empurrão certo. ​Jaque já tinha tudo calculado.

— Daqui a três semanas, a Letícia vai viajar para a casa da madrinha, a Tia Sônia. Ela vai ficar fora de 05 de dezembro a 04 de janeiro. O tio Carlos vai trabalhar em vários finais de semana no mês de dezembro. Vai ser a nossa chance.

- Não Jaque. Arranja outra pessoa. Sua tia não!

- Mas pai...

- Não Jaque, e não quero falar mais disso. Já passamos dos limites e não quero mais envolver ninguém que esteja em volta.

- Ta bom, pai!

E na mesma hora ela fecha a cara e volta a colocar a sua roupa.

- Já vamos embora, filha?

- Sim, pai. Tenho compromisso já já.

​Os dias que se seguiram foram estranhos. Letícia chegou a sugerir que fugíssemos para viver como marido e mulher em uma cidade pequena. Tentei dar um choque de realidade nela, reforçando meu papel de pai, mas ela recuou apenas para manter o território. Ela continuava agindo como a dona da casa, sentindo-se a própria "esposa".

​ Em dezembro, a chegada de Juliana, filha da minha irmã Beth e minha sobrinha, trouxe uma nova energia. Juliana era o retrato da mãe: corpo escultural, 1.80m, 70kg, cabelos e olhos pretos. Quando a olhava lembrava de Beth e o que aconteceu em sua última visita. E dessa vez ela veio sozinha, já que estava de férias da faculdade. E ela chegou no dia 02 e ficaria até dia 01 de janeiro, quando voltaria para o interior do Rio Grande do Sul. E para não levantar suspeitas, estabelecemos uma regra em casa: roupas comportadas, e sempre. Mas como Letícia iria viajar, a regra ficou valendo apenas para Jaque e eu.

​No dia 04 de dezembro, véspera da viagem de Letícia, a casa estava silenciosa. Não tinha ninguém. Subo até a casa de Yara e vejo que as meinas estavam na mesa tomando café, na qual o assunto era a tentativa de desistência da viagem de Letícia. A minha filha não queria ir mais viajar, pois a Juliana estava passando as férias. Mas tanto Yara como Jaqueline insistia para que ela fosse ver a sua tia, irmã por parte de mãe, que estava em sua espera. Ela me olhou com uma cara de tristeza que até partiu o meu coração. Mas no fim concordou em ir e combinaram que em junho Letícia iria para o Rio Grande do Sul passar as férias que ela tinha para tirar do trabalho e da faculdade.

No dia 05 levo Letícia até o aeroporto e antes de embarcar, ela me deu um abraço tão forte que antes de me soltar acaba dizendo:

- Te amo pai, em breve estou de volta.

Letícia embarcada, tanto eu como Jaque, Felipe e Juliana acaba voltando para a casa. E tinha passado uma semana e estávamos no segundo final de semana de dezembro. Nesse período a Jaque dormia mais na casa do Felipe, e quando o fazia, Juliana dormia na casa da Yara. Porém no domingo de noite aconteceu uma situação que moldou toda a história.

Eu caminhava pelo corredor quando ouvi risadas abafadas vindas do quarto de Jaque. Reconheci as vozes dela e de Juliana. Algo no tom da conversa me fez parar. Encostei o ouvido na madeira da porta, e comecei a tentar entender qual era a conversa, e para a minha surpresa...

​— Prima, você não tem noção — dizia Juliana, em um sussurro excitado.

— Em setembro na faculdade, eu me meti em uma loucura. Fomos para a casa de um carinha e acabou virando uma orgia. Três garotas e dois caras. Foi a coisa mais intensa que já fiz.

​Ouvi o suspiro de surpresa de Jaque.

— Meu Deus, Ju! Que inveja. Como foi isso?

Então, a gente foi em uma festa e tinha ido com um "guri" e a sua namorada. Eles são da minha sala. Ficamos conversando até que um casal de amigos deles se aproximaram e ficamos em uma rodinha bebendo e conversando. Por volta das 3h da manhã, muito louca, saímos e quando me deparei estava em um motel chupando a boceta dessa menina que estuda comigo enquanto o seu namorado me arrombava. Depois estava de marmita para o outro casal. Tirando os guris, até as meninas se pegaram.

- Eita Juliana. Que loucura é essa?

- Sim, nem eu acredito que tive coragem de fazer isso!

- Eu sou louca para fazer algo assim, mas o Felipe é um travado. Se eu pudesse, queria a putaria rolando solta. Mas ele é contra, dizendo que nosso relacionamento acabaria logo em seguida, pois ele não aguentaria ver outro pau me foder.

- Que safadinha você, hein. To achando que isso é mal de família.

- Sim, até a tia tem vontade de fazer algo assim!

- A Yara?

- Sim. — Jaque riu.

— Aquela ali é a maior vagabunda na cama, só não conta para ninguém. Ela já me confessou que tem vontade de experimentar mulher, mas só se for em um ménage. O problema é que o "tio" nunca aceitaria, e ela não faria com estranhos.

​Minhas mãos suaram. Comecei a assimilar a proposta que ela fez para mim com o que a Jaque sabia de sua tia.

E começo a suspeitar que a Jaque estava plantando as sementes, testando o terreno com a prima e expondo os desejos ocultos da tia. A narrativa dela era audaciosa, misturando verdades e provavelmente algumas invenções para normalizar o que estava por vir. Por volta das 20h Jaque entra em meu quarto e diz:

— A partir de amanhã, volte a usar aquela sua samba-canção mais solta. Tenho um plano e você vai gostar do resultado.

​Naquela noite, Yara desceu para jantar. Entre uma conversa e outra, mencionou que o marido passaria a semana de 26 de dezembro a 01 de janeiro fora, na casa da mãe dele.

— Dessa vez eu tenho que ficar, tenho que trabalhar dois dias — disse ela, bebendo um gole de refrigerante.

— Então teremos que organizar nosso Ano Novo por aqui mesmo. - Complementa.

​Jaque me lançou o olhar mais safado que já vi na vida. O tabuleiro estava montado. Na segunda-feira, a primeira peça se moveu: vesti a samba-canção e deixei o jogo começar.

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Foto de perfil genéricaDoutor do Prazer Contos: 16Seguidores: 74Seguindo: 0Mensagem O tesão acumulado fez eu começar a fazer loucuras. Hoje vivo em uma situação que não é normal para a maioria. E nela mais 4 pessoas convive comigo essas experiências. Então decidi compartilhar aqui para ver se eu acho mais pessoas que tiveram essa experiência.

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