ROSA FLOR 2 - Capítulo 20 – PRESTES A PERDER MAIS UMA VIRGINDADE

Um conto erótico de Armando Pinto
Categoria: Grupal
Contém 8683 palavras
Data: 28/02/2026 17:43:43

Naquela manhã de sábado acordei cedo sentindo meu pau duro com vontade de mijar. Apreciei minha Rosinha dormindo peladinha e fui ao banheiro, mijei e depois fui espiar na janela da sala pra ver se o tio Carvalho estava se exercitando ou limpando a piscina pelado. E lá estava ele, peladão, fazendo flexões de braço, subindo e descendo o corpo e amassando o pau na toalha quando se abaixava. Imaginar ele em cima da minha esposa, metendo nela, inclusive no cuzinho, foi inevitável e meu pinto endureceu novamente, desta vez de tesão. A excitação me fez lembrar de que a Rosinha havia dito na noite anterior que tentaria dar o cuzinho pro tio e, então, fui até o quarto chamá-la pra vê-lo pelado. Cheguei justamente quando ela se espreguiçava na cama abrindo as pernas e oferecendo aos meus olhos a linda visão da sua frutinha deliciosa que nos últimos dias vinha se cobrindo com uma pelagem linda. A xaninha ainda não estava peluda, pois os pelinhos estavam curtos dando a impressão de um gramado muito bem cuidado e, no centro daquele jardim, estava a mais bela flor criada pela natureza.

Eu (sorrindo pra ela) – O tio tá pelado lá no quintal, fazendo alongamento; quer ver?

Rosinha (olhando meu pau duro e perguntando curiosa) – O pau dele tá duro?

Eu (rindo) – Não! Acho que nenhum homem fica de pau duro enquanto faz atividade física.

Rosinha (bebendo água, lavando a boca e em seguida abrindo as pernas e se oferecendo a mim) – O seu pinto tá duro, então prefiro o seu, venha me fazer um carinho!

Eu até queria levar minha esposa pra espiar o tio, nos excitarmos juntos e talvez dar uma trepadinha rápida, mas diante daquela preferência por mim, me senti envaidecido e me acomodei entre suas pernas me deitando sobre o corpo quente. Trocamos beijos apaixonados enquanto eu tentava encaixar meu pau na sua bucetinha.

Rosinha (fingindo me dar uma bronca) – Oh, Fer, quero um beijinho na minha xaninha antes de você meter, aliás, quero um cheirinho, muitos beijinhos e lambidinhas bem gostosas!

Escorreguei meu corpo até estar com a cabeça entre suas coxas, apreciei a beleza daquela fruta linda, cheirei, beijei muito as laterais internas das coxas e, sentindo o calor que emanava daquela região tão íntima, fui aproximando a boca da fenda que tanto prazer me dá. Beijei muito aquela rachinha, abri os lábios exibindo as carnes rosadas, estiquei a pele tirando o grelinho da casinha e também o beijei. Que coisinha linda que é o grelinho da minha esposa! Desci a boca ao mesmo tempo em que empurrava suas pernas pra cima a colocando na posição de frango assado e também beijei, lambi e enfiei a língua naquele cuzinho lindo e apertado.

Eu (passando o dedinho no cuzinho dela que eu havia molhado de saliva) – Você vai dar esse cuzinho lindo pro tio Carvalho, hoje?

Rosinha (sorrindo e provocando) – Amor, se você deixar, vou tentar dar minha bundinha, mas não sei se vou conseguir. Me diga uma coisa: Você vai deixar eu tentar dar a bunda pro tio, ou você gostaria muito que eu desse meu cuzinho pra ele?

A resposta “menos corna” seria que eu deixaria ela tentar, e não que eu gostaria que ela desse o cuzinho, mas resolvi ser sincero:

Eu (olhando minha esposa nos olhos) – Eu quero ver você dando o seu rabinho pro tio Carvalho, fantasio com isso há bastante tempo e sinto muito tesão quando imagino as cenas, as posições, você gemendo, o tio metendo, vocês dois gozando; sei que meu cacete vai ficar muito duro o tempo todo.

Rosinha (sorrindo) – Fer, agora há pouco você estava espiando o tio Carvalho pelado e veio me chamar pra ver ele também. Você voltou da sala de pau duro porque tava imaginando ele comendo meu cuzinho?

Eu (relaxando e assumindo minha cornitude, encarando minha esposa e falando com meus lábios encostados no seu grelinho) – Vendo o tio pelado, imaginei ele fazendo de tudo com você, te chupando, dando o pau pra você chupar, metendo na sua xotinha e no cuzinho também.

Rosinha (sorrindo pra mim enquanto eu lambia seu grelinho) – Venha fazer um 69 comigo, eu também quero te chupar!

Eu (me posicionando pra meter na xotinha dela) – Que tal uma metidinha?

Rosinha (me beijando os lábios) – Amor, Eu quero brincar um pouquinho com você agora pra ficar bem tesuda pra mais tarde, mas prefiro não meter, pois quero estar bem apertadinha pra quando o tio entrar em mim. Tudo bem pra você?

Eu queria dar uma metidinha rápida e senti uma leve frustração, mas achando razoável a justificativa da minha esposa, me esforcei pra não transparecer.

Eu (me posicionando por cima pra fazermos um 69) – O tio vai gostar de te pegar apertadinha!

Caros leitores, provavelmente eu já tenha dito em algum capítulo desta minha narrativa o quanto eu adoro fazer 69 com uma mulher. Penso que o sexo é todo bom, desde o começo ao fim, com ou sem preliminares, seja uma transa amorosa ou selvagem; todas as posições são boas e prazerosas, mas o 69 é especial para mim! Confesso que prefiro estar por baixo da mulher, pois a visão que se tem do “parque de diversões” feminino é a mais linda entre todas as outras posições! Mas ficar por cima também é ótimo, pois posso pôr as pernas dela atrás dos meus braços e ter acesso total e irrestrito não apenas à xota, mas também ao cuzinho. Oh, delícia! Caí de boca na xaninha da minha esposa enquanto lhe fazia carinho com meu dedo no seu cuzinho, porém sem enfiar pra deixá-lo apertadinho como ela desejava. Lambi tudo por ali dedicando uma atenção especial ao grelinho que logo ficou durinho e saindo da casinha. Lá atrás, em mim, além da boca quente da minha mulher chupando minha pica, e sua língua atrevida molhando de saliva o meu cuzinho, senti também um dedinho curioso deslizando nas pregas do meu cu, girando e dando claras intenções de que desejava entrar. Deixei acontecer!

Eu (depois de um tempo trocando carícias com minha esposa) – Vou acabar gozando se você continuar chupando meu pau e enfiando o dedo no meu cu!

Rosinha (delicadamente me empurrando pra que eu saísse de cima dela) – Amor, já brincamos um pouquinho, agora é melhor pararmos porque hoje é dia de “festinha de sacanagem” com o tio Carvalho.

Não foi fácil pra mim interromper a deliciosa sacanagem que estávamos fazendo, mas pensando que seria melhor guardar energias para mais tarde, vestimos nossas roupas, preparamos o café e convidamos o tio para sentar em nossa mesa. Ele havia terminado os exercícios, limpado a piscina e até se banhado e entrou pela porta enrolado numa toalha que não escondia o volume do pau solto sobre o tecido úmido. Nos sentamos, conversamos, comemos e combinamos de irmos todos ao supermercado, inclusive a Rosinha que quase nunca faz compras. Minutos mais tarde estávamos na bela e antiga caminhonete do tio rumo ao mercado, todos sentados no sofá enorme que acomodava bem três pessoas; a Rosinha ia entre eu e o tio.

Carvalho (provocando minha mulher) – Rosinha, já percebi que você não tá usando sutiã; e calcinha, tá usando?

Rosinha (sorrindo) – Oh, tio, tô sem sutiã porque tá calor! (olhando pros próprios peitos enquanto passava os dedos nos mamilos) – Meus bicos nem estão duros, tá tão evidente assim que não tô usando nada, tio? (levantando a sainha curta que usava exibindo a calcinha branca) – Calcinha eu tô usando, pois esta saia é muito curta e pode mostrar a minha pererequinha quando eu agachar no supermercado.

Carvalho – Um dia você contou que foi ao supermercado sem calcinha, não foi?

Rosinha – Eu fui tio, e naquele dia eu deixei que alguns homens e até mulheres vissem que eu estava peladinha por baixo da roupa, mas houve um homem que me seguiu por uns minutos entre as gôndolas, acho que ele queria apenas conversar, me cantar, talvez, mas por eu estar sozinha me preocupei um pouco. Quando ele percebeu que eu não queria conversa, foi embora!

Carvalho (provocando) – Mas hoje você estará acompanhada, e de dois homens!

Rosinha (rindo) – Tio, você tá sugerindo que eu tire a calcinha antes de entrar no supermercado?

Carvalho (rindo) – Nãaaaaao, eu tô sugerindo que você tire ela agora, já!

Rosinha (sorrindo) – Fer, veja que tio mais safado nós temos, ele tá querendo que eu tire a calcinha aqui no carro e vá ao supermercado peladinha debaixo da saia! O que eu faço agora?

Eu (rindo e gostando da brincadeira) – O que você vai fazer?

A resposta da minha mulher foi silenciosa, mas altamente excitante. Ela se contorceu sobre o banco e puxou a calcinha até que ela saísse pelos pés calçados em sandálias delicadas. E, para surpresa de todos, ela dobrou a calcinha de maneira a evidenciar o forro que estava em contato com a sua xotinha.

Rosinha (esfregando delicadamente a calcinha no nariz do tio Carvalho) – E aí, tio, tem cheiro bom a minha calcinha?

Carvalho (rindo e cheirando o forro da calcinha da minha mulher) – Essa sua calcinha tá limpinha, o único cheiro que tem nela é de sabão em pó!

Rosinha (fingindo estar furiosa e enfiando sua calcinha na boca do tio) – Já que minha calcinha não tá com o cheiro da minha pepekinha, então enfie ela na boca pra você sentir o quanto ela tá quentinha!

Por alguns segundos o tio olhou pros lados desconfiado de que alguém pusesse vê-lo com metade da calcinha da minha esposa na sua boca, metade pra fora, mas mesmo assim lambeu o forro que, segundos atrás, estava em contato direto com a bucetinha da minha Rosinha.

Carvalho (encerrando a brincadeira ao sentir o pau pular dentro da roupa) – Rosinha, tome de volta sua calcinha, vamos parar com essa brincadeira porque meu pau tá endurecendo.

O tom de voz do tio parecia sério e a Rosinha, sorrindo pra mim como uma criança que teve sua brincadeira interrompida, me deu sua calcinha pra eu guardar no bolso. Entramos no supermercado e, caminhando entre as gôndolas, fomos pegando o que precisávamos e, claro, de vez em quando a Rosinha, pra nos provocar, olhava pros lados se certificando não haver crianças ou idosos olhando, e se agachava nos exibindo a rachinha linda que, a cada dia, se cobria com pelos sedosos que mais pareciam um belíssimo “gramado” enfeitando aquele jardim do éden. Durante as compras, tanto eu quanto o tio nos esforçamos pra não ficarmos excitados, já que o local não era adequado. Terminamos, pagamos e retornamos ao carro e foi aí que a brincadeira recomeçou, pois a Rosinha, fingindo estar com calor entre as pernas, pegou o tecido da frente da saia e começou a se abanar e exibir a xotinha.

Carvalho (desavergonhadamente enfiando a mão entre as pernas da minha esposa enquanto dirigia) – Você acordou muito taradinha hoje, Rosinha!

Rosinha (abrindo as pernas, facilitando que o tio encontrasse a sua bucetinha, e também os braços pondo as mãos no meu pau e dele) – Você tem razão, tio, acordei cheia de vontade de transar e experimentar coisas novas!

Carvalho (descendo o zíper, abrindo a bermuda e expondo a pica que começava a engrossar) – Coisas novas? Huuummm, fiquei interessado, me conte o que você tá pensando, minha flor!

Eu (também abrindo a bermuda, pondo meu pau pra fora que já dava sinais de vida e tentando mudar o assunto já que não queria antecipar algo que ainda estava nos planos) – A Rosinha é cheia de fantasias, tio, vive imaginando coisas!

Rosinha (também entendendo que não deveria alimentar esperanças no tio antes da hora, falou sorrindo enquanto massageava nossos pintos que cresciam) – Falei sem pensar, tio; eu só tô querendo transar, gozar e fazer vocês gozarem!

Durante o trajeto minha esposa massageou nossos pintos duros e, quando estávamos a uns dez minutos de casa, se abaixou e chupou um pouco o meu pau, tentou enfiar tudo na boca, deu uma mordidinha até me fazer gemer e finalizou com uma chupada estralada. Enquanto ela me chupava com a bunda virada pro tio, ele seguiu dirigindo e acariciando o belo rabo na minha mulher que se abria exibindo o cuzinho que ele tanto desejava. Depois de tirar sua boca do meu pinto, ela sorriu pra mim e se virou pro lado do tio e, quando pensei que também chuparia o pau dele, ela o surpreendeu com um beijo.

Carvalho (beijando minha esposa rapidamente pra não desviar a atenção do trânsito, mas mesmo assim chupou a língua dela) – Só vou ganhar um beijo? Que tal uma chupadinha no pau?

Rosinha (se abaixando pro lado do tio e exibindo a bunda sem calcinha pra mim) – Você é muito safado, tio!

Por um tempo minha mulher chupou a pica do tio Carvalho até que ele lhe alertou de que estávamos chegando e ela precisava interromper a brincadeira, pois, naquela posição, o porteiro do condomínio iria ver que estávamos fazendo putaria dentro do carro.

Rosinha (interrompendo a mamada que dava no tio, se ajeitando, puxando a saia pra cobrir a xerequinha desprotegida de calcinha, sorrindo pra mim e me beijando com a boca molhada de chupar o cacete do tio) – Te amo, Fer; você é o melhor marido do mundo!

Aceitei o beijo, fechei a bermuda e guardei meu pau enquanto que o tio não conseguiu esconder a picona dentro da roupa e foi obrigado a cobrir o bicho com um chapéu que ele sempre carrega no banco de trás. Passamos pela portaria e seguimos pra nossa casa.

Rosinha (olhando pro chapéu que cobria o pinto do tio e o provocando quando ele desligou o carro na garagem) – Tio, vou ajudar a guardar as compras, mas se você quiser ajuda pra guardar algo mais, peça minha ajuda, tá!

Carvalho (tirando o chapéu e exibindo o pinto quase totalmente mole) – Obrigado, Rosinha, mas dispenso sua ajuda, pois agora eu consigo guardar ele sozinho; melhor você não mexer nele agora, e sugiro que vista sua calcinha e pare de me provocar, pois temos que preparar o almoço.

Rosinha (sorrindo e estendendo a mão pra mim) – Fer, devolva minha calcinha, vou vesti-la e esconder a xaninha pra evitar que o amigão do tio se anime outra vez!

Sem qualquer vergonha, minha Rosinha saiu do carro e vestiu a calcinha sob os olhares de desejo do tio Carvalho que apenas sorriu. Fomos todos cumprir nossas tarefas domésticas e preparar a refeição daquele sábado que prometia ser muito gostoso. Todos participamos, seja fazendo a comida, lavando louças, arrumando mesa e etc.

Como sempre acontecia nas refeições nos finais de semana, saboreamos uma comida simples, porém deliciosa e bastante saudável. A prosa entre nós era agradável e sempre acompanhada de cervejas geladas. Ao terminamos de comer, continuamos bebericando e conversando sobre vários assuntos até que a Rosinha foi lavar louças. Eu e o tio estávamos limpando tudo por ali até que a minha esposa, balançando sua bela bunda ao o ritmo dos movimentos dos braços, pediu ajuda:

Rosinha – Tio, acho que a pia entupiu, por favor, dê uma olhadinha aqui embaixo e veja se tem algum problema!

O tio Carvalho me olhou, franziu a testa e se levantou indo em direção à pia parecendo duvidar de que havia algo errado. A Rosinha abriu as duas portas do armário sob a pedra da pia e se afastou enquanto o tio se deitava de costas no chão pra olhar a tubulação. Logo que ele se deitou, minha esposa sorriu pra mim com cara de safada e piscou indicando que faria uma arte e rapidamente levantou a saia, tirou a calcinha e a jogou pra mim.

Rosinha (indo em direção à pia e ocupando a posição anterior, mas, com o tio deitado ali embaixo, ela precisou abrir as pernas de maneira que ele ficou entre elas) – Tio, vou enxugando os talheres enquanto você olha aí embaixo. Tá vendo algum problema, tio?

Carvalho (percebendo que a minha esposa o estava provocando, se ajeitou pra apreciar a belíssima visão que a minha esposa safada lhe proporcionava exibindo os seus tesouros debaixo da saia curta) – Rosinha, tô olhando tudo aqui e não vejo problema algum, aliás, o que vejo seria a solução para os problemas do mundo se os homens se dedicassem a dar mais atenção à coisas desse tipo e menos ao dinheiro, guerras e etc.

Eu, que tantas vezes fui agraciado com a belíssima paisagem que a minha Rosinha oferece quando se deixa olhar entre as coxas de baixo pra cima, sabia exatamente o que o tio Carvalho estava vendo naquele momento. Minha esposa virou o rosto pro meu lado e sorriu ao ver que eu aprovava a safadeza que ela fazia.

Rosinha – Tio, se não tem nada entupido aí embaixo, você pode sair dai e voltar aqui pra mesa, pois preciso terminar de lavar as louças.

Carvalho (usando frases de duplo sentido, ajeitando o pau que endurecia debaixo da roupa e saindo de entre as pernas da minha esposa, embora parecesse que gostaria de continuar apreciando a bela paisagem) - Creio que não há nada entupido, mas logo que tivermos uma oportunidade, é aconselhável que façamos uma manutenção e usemos um desentupidor pra garantir que tudo continue bem.

Rosinha (sorrindo pra mim e fingindo que falava da pia) – Sim, acho que é uma boa ideia, tio! Quem sabe possamos fazer isso mais tarde, né!

Após tudo arrumado por ali, o tio disse que iria tomar banho pra tirar o suor e, com naturalidade, foi tirando a roupa sob o olhar vigilante da minha esposa. Sorri ao lembrar que ela, quando veio morar aqui, tinha alguma vergonha e usava óculos escuros para apreciar o tio pelado, mas passado algum tempo, se desinibiu de tal forma que, mesmo na minha presença, apreciava descaradamente o pinto dele. Peladão, ele seguiu em direção à ducha do quintal e, ao se lavar, deu atenção especial ao pinto que, apesar de não ter endurecido completamente, ficou enorme e balançando pesado entre as pernas.

Rosinha (apreciando o tio se banhar, falou baixo só pra eu ouvir) – O tio tá me provocando, o jeito dele lavar o pinto mais parece uma punheta; veja como o pau ficou grande!

Eu (sorrindo pra minha mulher) – Ver o pau do tio endurecendo te dá vontade de dar pra ele?

Rosinha (me encarando, pegando minha mão e colocando debaixo da sua saia, entre as coxas, e falando com uma boa dose de excitação na voz) – Muita! Enfie o dedo na minha xaninha e sinta como tô ficando molhadinha!

Eu ainda estava com a mão debaixo da mesa e entre as pernas da minha mulher sentindo a xotinha molhadinha quando o tio voltou pra perto de nós pra se enxugar, pois não havia levado a toalha. Ao secar o corpo, novamente ele se exibia a nós caprichando no pau e no saco, puxando a pele, expondo a cabeça da pica e atraindo os olhares de desejo da minha mulher.

Rosinha (me dando um beijinho) – Fer, preciso fazer algo lá na nossa casinha e vou precisar da sua ajuda; venha comigo que será rapidinho e logo você voltará pra continuar o papo com o tio.

Curioso querendo saber que tipo de ajuda minha mulher queria, a segui de perto apreciando o balançar firme da sua bunda desprotegida de calcinha sob a saia curta. Fui surpreendido quando ela, ao entrar no quarto, colocou em minha mão um pequeno objeto, que me pareceu uma espécie de comprimido e, subindo na cama, se colocou de quatro exibindo as belas nádegas, o cuzinho e a xaninha. Adorei a surpresa, mas ainda não sabia o que fazer.

Eu (sorrindo ao ver minha esposa naquela posição e sua imagem refletida nos espelhos das portas dos armários) – Rosinha, hoje pela manhã você não quis me dar, disse que queria guardar energias; cê tá querendo transar agora?

Rosinha (virando o rosto, sorrindo pra mim) – Não, amor, não quero transar agora, mas preciso que você ponha estes dois supositórios de glicerina em mim, vou fazer a higiene interna e, quem sabe mais tarde, eu crie coragem pra tentar dar a bunda pro tio!

Caros leitores, aquela fala da minha esposa foi impactante demais, pois acelerou meu coração e me causou um calor que percorreu todo meu corpo! Eu, que há muito fantasiava ver minha amada transando nas mais diversas posições, gemendo e gozando na pica de outro macho, agora estava, pouco a pouco, realizando meus sonhos. Exibicionismo, sexo oral e vaginal eu já havia visto entre ela e o tio, mas faltava assistir minha mulher sendo enrabada pelo picão grosso do meu tio dotado. Muitas pessoas devem imaginar que somente um marido corno desejaria ver sua mulher dando pra outro macho, mas, confesso, que a minha cornitude estava me dando um tesão imenso desde que assumi o meu prazer em ver a Rosinha nos braços e na pica do tio Carvalho! Enquanto eu pensava nisso, olhando pro rabo empinado da minha esposa e também para os “comprimidos” que eu tinha na mão, me esqueci de atender ao pedido dela, que reclamou:

Rosinha – Vem, amor, põe os supositórios em mim que eles vão me ajudar a ficar limpinha por dentro!

Rasguei a embalagem e surgiram dois pequenos objetos, medindo uns três centímetros de comprimento e pouco mais grosso que uma caneta, parecendo um pequenino foguete.

Eu (curioso) – Você já usou isso, Rosinha?

Rosinha – Já usei, Fer; durante a semana toda venho testando este e outros produtos que a Lúcia indicou e acho que já aprendi como fazer a higiene interna antes de tentar dar a bunda pro tio Carvalho!

Eu (tentando manter aqueles “torpedinhos” escorregadios entre meus dedos e não deixá-los cair) – É só enfiar no seu cuzinho?

Rosinha (virando o rosto pra mim) – Molhe antes de enfiar pra entrar mais fácil!

Eu (ainda confuso pela novidade) – Devo molhar o “foguetinho”?

Rosinha (fingindo me dar bronca) – Não, Fer, você deve molhar o meu cuzinho, dê uma linguada e molhe com saliva, depois é só enfiar os “foguetinhos”!

Sorri ao ouvir isso e me preparei para a tarefa que me pareceu bastante prazerosa. Me abaixei e lambi a bucetinha da minha esposa que reclamou:

Rosinha (rindo) – Amor, não precisa molhar a xota; você tem que molhar o meu cuzinho, pois é nele que vai enfiar os foguetinhos!

Eu (linguando deliciosamente o cuzinho e molhando com saliva) – É que a sua xota também é tão gostosinha que não resisti!

Depois de dar umas linguadas naquele furinho lindo, sentindo tesão ao imaginá-lo comendo o cacetão do tio Carvalho, peguei um dos foguetinhos e apontei pro cuzinho da minha esposa que, pra me provocar ou facilitar a minha tarefa, deitou-se com o rosto na cama abrindo ainda mais a bunda com as mãos. Que linda visão aquela! Empurrei o primeiro torpedinho e ele pareceu desaparecer dentro do buraquinho, mas logo voltou e tive de empurrá-lo um pouco mais pra dentro. No segundo foguetinho, já experiente, enfiei mais fundo e ele desapareceu dentro da minha esposa.

Rosinha (se deitando na cama, pegando um livro e se ajeitando parecendo que iria ler) – Fer, agora quero que você volte lá pro quintal e não venha mais aqui, vou ler um pouco e esperar que a glicerina faça efeito, e depois ainda vou fazer lavagem com um produto especial; e não quero ninguém aqui dentro, pois precisarei de privacidade, tá!

Eu (sorrindo, abri as pernas dela, dei-lhe um beijinho carinhoso na xotinha e outro nos seus lábios) – Adoro você, minha putinha!

Rosinha (me provocando enquanto eu saia) – Sou sua putinha, mas tô mal intencionada, tô pensando em ser putinha pro tio Carvalho também! Posso, amor?

Eu (sorrindo pra ela) – Pode!

Rosinha (devolvendo o sorriso, me testando) – Vou tentar dar meu cuzinho pra ele! Tudo bem pra você, amor?

Eu (ajeitando meu pau duro dentro da roupa) – Vou adorar assistir o tio enrabando você com aquele cacetão grosso, já tô de pau duro só de imaginar!

Rosinha (abrindo as pernas e fazendo um carinho na bucetinha) – Fer, você é o meu corninho safado que fica de pau duro quando pensa em mim levando uma pirocada de outro macho! Mostre pra mim o seu pau duro, quero ver!

Me aproximei dela ao lado da cama, abri a bermuda e exibi orgulhoso o meu cacete duro!

Rosinha (beijando e chupando minha pica) – Corninho tarado!

Depois do beijo que ganhei no pau, fechei a roupa e voltei pro quintal.

Voltei pro quintal sem me preocupar em esconder do tio a minha bermuda esticada pelo pinto duro, aliás, senti orgulho em mostrar o volume debaixo da roupa.

Carvalho (olhando minha barraca armada e sorrindo pra mim,) – Fernando, você e a Rosinha vivem se pegando; fico muito feliz de ver que vocês combinam tão bem!

Enquanto a minha esposa estava na nossa casinha fazendo a higiene interna pra mais tarde tentar dar a bunda pro tio Carvalho, eu, apesar da euforia pelo que poderia acontecer, consegui conversar com o tio sobre diversos assuntos. Ele perguntou se eu teria interesse num outro trabalho, um mais rentável e com maior disponibilidade de horários que o meu. Diante da minha curiosidade, ele comentou que um amigo, dono de imobiliária, estava precisando de corretores de imóveis e aceitando pessoas sem formação na área, desde que fizessem o curso exigido para atuar no ramo. Disse também que achava que o curso teria duração de alguns meses com aulas noturnas, sendo algumas presenciais e outras pela internet e; se fosse aprovado nas avaliações, me tornaria um profissional autônomo tendo grande possibilidade de ganhar bem mais do que ganho hoje. Diante das minhas dúvidas, algumas perguntas ele soube responder, outras, não; mas percebi o interesse dele em me esclarecer o seguinte:

Carvalho – Fernando, sei pouco sobre o assunto e, se você tiver interesse, terá de falar com o meu amigo, mas tem algo que quero que você saiba com antecedência; é que as aulas presenciais e avaliações acontecem no período noturno, inclusive nas sextas-feiras, justo no dia em que chego de viagem e você não estará em casa por algumas horas.

Eu (rindo) – Já entendi, tio, sua preocupação é porque eu não estarei em casa nas sextas-feiras à noite e você ficará sozinho com a minha amada esposa por algumas horas.

Carvalho (sorrindo tímido) – Fernando, você já foi muito ciumento e não sei se mudou ou se esforça pra controlar o ciúme, mas não quero causar nem um tipo de problema entre você e a Rosinha! Gosto demais dos dois, sou e serei eternamente grato por terem vindo morar comigo me fazendo companhia e ajudando a esquecer a falta que a Carmem faz.

Eu (sorrindo) – Tio, confio em você e na minha esposa, embora saiba que a tentação de fazerem algo sozinhos poderá acontecer. Claro que não quero que vocês façam algo escondido de mim, pois seria traição, mas confio em vocês e o fato de ficarem sozinhos não seria impedimento pra eu fazer o tal curso. (rindo pro tio) – Sei que vocês vão se comportar e esperar até que eu volte pra participar da festinha!

Anotei o telefone do dono de imobiliária, e disse ao tio que ligaria assim que fosse possível. Continuamos a prosa sobre outros assuntos até que a Rosinha, sorridente, voltou ao quintal após ficar ausente por mais de uma hora.

Carvalho (curioso) – Olá, mocinha, eu já estava sentindo sua falta. O que você estava fazendo de tão importante que nos deixou sozinhos?

Rosinha (sorrindo, tirando a roupa como se fosse a coisa mais natural do mundo se despir na frente do tio e do marido) – Eu estava fazendo algo muito importante, tio, mas agora que terminei, vou tomar um banho bem gostoso!

Enquanto ela se desnudava sob nossos olhares atentos, eu imaginava que logo mais eu teria a oportunidade de ver minha mulher outra vez gemendo no picão do meu tio dotado e, talvez, acontecesse algo especial. Ao vê-la indo rumo à ducha, caminhando nua e balançando suas ancas firmes de mulher jovem e bonita, lembrei-me de que o tio Carvalho já havia tido acesso a quase todo o corpo da minha mulher, só faltando aquele rabo maravilhoso para ser explorado por ele. Quando ele pegou no pinto por sobre a roupa e o ajeitou, certamente por estar endurecendo, senti meu pau pulsar ao imaginar que, talvez ainda naquele dia, eu deixasse de ser o único a usufruir das delícias que o bunda da minha esposa proporcionavam. Vendo minha mulher se banhar, também tirei a roupa e fui até ela balançando o pinto meio mole, mas querendo endurecer.

Eu (sorrindo e perguntando baixinho) – E aí, minha esposinha safada, conseguiu fazer a higiene interna, está prontinha pra encarar o pirocão do tio na sua bundinha?

Rosinha (exibindo um sorriso provocante) – Estou limpinha por dentro e depois desse banho estarei cheirosinha, prontinha pra ficar de bruços pro tio Carvalho!

Meu pau começou a endurecer rapidamente e eu pensava em trocar uns carinhos com ela debaixo da água, mas o tio logo se juntou a nós. Veio caminhando pelado, balançando o pinto que endurecia, talvez imaginando que algo especial aconteceria naquele dia.

Carvalho – Posso me juntar a vocês? Também estou precisando de um banho!

Rosinha – Claro, tio, você é sempre bem vindo!

Pra provocar minha mulher, o tio puxou a pele que cobria a ponta do pau até que ela ficasse presa no degrau existente entre o corpo do pinto e o início da cabeça e, parecendo orgulhoso da ferramenta que tinha, expôs aos olhos curiosos e cheios de desejos da minha esposa a pica que ela tanto queria sentir na bunda. A Rosinha já havia finalizado o banho e estava se enxaguando, mas, vendo o meu pinto duro e o do tio que crescia, se ofereceu:

Rosinha (sorrindo pra nós) – Vocês são dois safados, ficam mostrando pra mim esses pintos gostosos e me deixando doidinha de vontade de comer! Querem uma mãozinha pra lavar essas delícias aí?

Eu já havia me lavado, mas não quis perder aquela oportunidade e, como se tivéssemos combinado, tanto eu quanto o tio, curvamos nossos corpos pra frente oferecendo à minha esposa os nossos pintos pra ela lavar.

Rosinha (rindo da nossa competição e pegando meu pinto com as mãos ensaboadas) – Primeiro vou lavar o bilau do meu maridinho porque ele já está terminando o banho. Você, tio, vá se lavando e deixe o seu amigão por último que eu quero lavar ele!

Que delícia sentir as mãos habilidosas da minha esposa lavando o meu cacete que ficou ainda mais duro e sensível. Depois que ela terminou de lavar meu pau e as bolas, deixei que ela se divertisse um pouco com o tio que esperava em pé ao nosso lado sua vez de curtir as mãosinhas da minha mulher. Enquanto eu me enxugava próximo a eles, não perdia um só movimento dos dois safados. O tio, taradão, empurrava o pau tentando tocá-lo nas pernas da minha esposa e a Rosinha, rindo, fingia não querer.

Rosinha (rindo) – Tio, fique quieto e me deixe lavar seu amigo pra que fique bem cheirosinho; agora não é hora de você empurrar essa sua mangueira em mim, espere até mais tarde!

O tio nada dizia, apenas sorria pra mim. Quando voltamos pra varanda, ele não vestiu roupa e sentou-se pelado sobre a toalha como que testando a reação da minha mulher.

Rosinha (olhando o pinto do tio que havia amolecido, mas ainda estava grande, e também olhando pro meu pau) – Acho melhor vocês dois vestirem alguma roupa e esconderem essas coisas gostosas de mim, pois ainda quero conversar mais um pouco!

Sem querer contrariar minha esposa, vestimos shorts esportivos que, por serem semi transparentes e de tecido fininho, pouco escondiam. Nos acomodamos ao redor da mesa, eu e a Rosinha de um lado e o tio na cabeceira. Minha esposinha, diante do nosso olhar de desejo, cobriu seu belo corpo com um camisão comprido e sem mais nada por baixo.

Rosinha (sorrindo e iniciando uma prosa interessante) – Tio, nós sabemos que você, além da tia Carmem, sua esposa, também transava com a tia Júlia, a sua cunhada e mãe adotiva do Fer, e também que o seu irmão comia a tia Carmem. Você falou muita coisa pra nós, mas quero saber como era o sexo anal entre vocês.

Carvalho (rindo) – Rosinha, eu pensei que você sabia, mas mesmo assim vou contar: sexo anal é quando o homem penetra a mulher com o pinto duro no ânus.

Rosinha (rindo e enchendo nossos copos com cerveja gelada) – Tiiio, deixe de ser sacana e me diga como foi a primeira vez que você comeu a bunda da tia Carmem e também da tia Júlia. Você ainda se lembra, tio? Conte pra nós como foi!

Carvalho (sorrindo) – Oh, Rosinha, você quer me castigar, né! Me fazer recordar a Carmem vai despertar a saudade que sinto dela, e me fazer contar a primeira vez que fizemos sexo anal vai...

Rosinha (interrompendo o tio) – Vai despertar o seu amigão aí entre as suas pernas, né tio! (rindo) – Mas pode contar assim mesmo, já vi seu amigão duro outras vezes e não será agora que vou me assustar!

Carvalho (olhando pra mim, sorrindo da safadeza da minha mulher) – Eu e a Carmem transamos logo na primeira noite em que nos conhecemos, ela não era mais virgem, aliás, ela já “tinha estrada”, como diria o nosso saudoso Raul Seixas. O meu tesão de ter aquela mulher gostosa pelada na cama foi tamanho que tentei comer a bundinha dela naquela mesma noite, mas ela negou.

Eu (rindo) – Tio, que sacana você era, tentou enrabar a tia Carmem na primeira transa?

Carvalho (rindo) – A Carmem era muito atraente, aliás, ainda é! Fomos pra um motel e ela estava taradinha, doidinha pra dar, mas somente a xota; a bundinha ela negou! Mas os dias foram passando, a intimidade aumentando e eu suspeitei que ela já tinha dado a bunda antes, pois não somente aceitava, como gostava muito quando eu enfiava o dedo no rabinho, se contorcia toda e gozava rapidinho se eu também a chupasse na xota. Dias depois voltei a insistir e ela, fazendo charminho, fez carinha de inocente e até pensei que iria dizer que era virgem na bunda, mas fez biquinho e disse: “O seu pau é muito grande e dói um pouco até na xota; na bundinha eu não vou aguentar!” Prometi ser carinhoso, ir devagar, sugeri ela vir por cima pra controlar a penetração, falei que se doesse eu pararia...

Rosinha (interrompendo e rindo) – E falou todas essas coisas que os homens dizem quando querem comer o cuzinho de uma mulher, né, tio! Safado!

Carvalho (sorrindo) – Então passei a investir no assunto, pois estava doido de vontade de enrabar minha namoradinha. Toda vez que transávamos, eu lhe fazia um carinho de língua, de dedo e até escorregar o pau entre as polpas da bunda; ela gostava de tudo, mas quando eu empurrava a cabeça do pinto nas preguinhas, ela fugia!

Rosinha (passando a mão no meu pinto que endurecia debaixo do short e sorrindo pro tio)- Tio, a tia Carmem queria dar a bunda, pois a maioria das mulheres sentem essa curiosidade, mas estava com medo desse seu pintão grosso!

Carvalho (sorrindo) – Sim, ela queria, mas continuou negando até que uma noite, quando ela estava de frango assado na beirada da cama e eu metia na xotinha, vendo meu pau entrar e sair todo melado dos nossos lubrificantes, pincelei a cabeça na portinha do cuzinho e ela, depois de uns segundos de silêncio, olhou bem nos meus olhos, sorriu e perguntou: “Se eu tentar dar a bunda e não aguentar, você promete que para?

Rosinha (rindo) – E você prometeu, né, tio! Jurou que seria carinhoso, falou que ela iria gostar, que você pararia caso ela não quisesse, enfim, disse todas essas mentiras que vocês, homens, dizem pra nós mulheres quando querem nos enrabar!

Carvalho (após um gole de cerveja e ajeitando o pinto debaixo do short) – Bem, vocês já sabem como acontece, né? Foi naquela noite a primeira vez que comi a bundinha da minha Carmem! Foi inesquecível!

Rosinha (inquisitiva, percebendo que o tio iria parar de falar) – Só vai nos contar isso, tio? Queremos mais detalhes!

Carvalho (sorrindo) – Rosinha, lembrar da primeira vez que enrabei a Carmem já me deixou de pau duro; e você tá querendo detalhes? Cê quer me castigar, né!

Rosinha (rindo e esticando o pescoço querendo ver se o pau do tio estava mesmo duro debaixo da mesa) – Tio, eu quero saber se a tia Carmem sofreu, se reclamou de dor, se ficou suada, se saíram lágrimas dos olhos... quero saber de tudo! Conte pra nós, vai!

Carvalho – Rosinha, você e o Fernando sabem bem como funciona; homens adoram comer as mulheres na bunda, e muitas delas também querem experimentar, satisfazer suas curiosidades, só que têm medo; mas quando o homem é paciente e carinhoso, acaba acontecendo, o cuzinho se abre, o pau entra e o gozo vem pros dois! É só alegria!

Percebi que a minha mulher investigava se a tia Carmem sentiu dores, se sofreu na primeira vez que fez anal com o tio e, por outro lado, ele tentava não revelar os detalhes sobre as dificuldades enfrentadas pela namoradinha naquela noite.

Rosinha (sorrindo, mas incisiva) – Tio, quero saber se a tia Carmem sofreu na primeira vez que foi enrabada por você!

Carvalho (também sorrindo, tentando satisfazer a curiosidade da minha esposa, porém sem detalhar muito) – Rosinha, a primeira vez da maioria das mulheres é dolorosa, mesmo na xota. E na bunda dói, sim, claro que dói, mas é uma dor que passa, que é substituída pelo prazer e que traz um gozo que compensa todo o sofrimento de ter o cuzinho aberto pela primeira vez!

Rosinha (rindo) – Tio, você falou de um jeito que parece que já experimentou “algo” no seu cuzinho!

Carvalho (rindo) – Rosinha e Fernando, sexo é sempre gostoso e não nego que a Carmem tem uns dedinhos maravilhosos que, quando enterrados no cuzinho e combinados com uma boa chupada no pau, me fazia gozar intensamente! Também não vou negar que já senti algo no meu fiofó, mas não vou falar disso hoje, tá! Não insistam!

Eu (rindo) – Tá bom, tio, mas conte mais um pouco da primeira vez que comeu a bunda da tia Carmem porque depois também vou querer saber da primeira vez com a Júlia, a minha mãe adotiva!

Carvalho (ajeitando o pau e reiniciando a narrativa diante da nossa insistência) – Bem, já que vocês querem me castigar com essas lembranças, vamos lá! A Carmem estava na posição de frango assado na beirada da cama e eu metia na xota pra deixá-la bem tesuda. Depois usei muito lubrificante e os dedos no furinho traseiro e, com bastante carinho fui enfiando o gel no anelzinho apertado e curtindo os gemidos dela. Por fim, depois do buraquinho laceado, sorri amorosamente pra que ela confiasse em mim e tentei com o pau, encostei a cabeça e, com paciência e sem pressa alguma, do jeito que toda mulher precisa pra perder a virgindade da bundinha, empurrei o cacete na portinha. Logo no início, as preguinhas iam se abrindo, mas quando a cabeça começava a entrar, os músculos enrijeciam e fechavam a entrada.

Rosinha (curiosa, encarando o tio) – A tia Carmem sentiu dor?

Carvalho (percebendo que não conseguiria ocultar os detalhes das dificuldades e sofrimentos) – Sentiu, Rosinha, a primeira vez sempre dói um pouco, mas depois que se acostuma, dói menos, né! Você deve saber disso!

Rosinha (sorrindo) – Mas sempre dói, né tio?

Carvalho (sorrindo e fazendo propaganda das suas habilidades para comer um cuzinho) – Sempre dói, Rosinha! Um cuzinho é sempre muito apertado, mas eu, desde jovem, aprendi a comer uma bundinha com paciência e carinho e sempre me preocupando em proporcionar prazer à mulher. Afirmo com segurança que todas as mulheres que deram a bunda pra mim quiseram repetir. O segredo é ir devagar, empurrando o pau com carinho, sentindo a musculatura do anelzinho se abrindo, recuando o pau ao menor sinal de dor da dona do rabinho, aprender o momento certo para empurrar um pouco mais, sentir as preguinhas se abrindo, e assim vai indo e vindo carinhosamente com o pau até que, às vezes, de repente, a portinha se abre e a cabeça entra...

Rosinha (interrompendo) – E a mulher geme e grita, né tio! Safado! Sei bem como é o sofrimento da primeira enrabada! Mas, me conte mais; depois que entrou a cabeça do pau, a tia aguentou e pediu pra enfiar tudo, ou quis que você saísse de dentro dela?

Carvalho (sorrindo) – Tive de tirar várias vezes, pois mesmo depois de ter entrado quase tudo, ela reclamou que tava doendo e tive de recuar, lubrificar, fazer carinhos, convencê-la de que a dor principal havia passado e que dali pra frente tudo iria melhorar...

Rosinha (parecendo conduzir um interrogatório) – Saiu lágrimas dos olhos da tia Carmem, ela ficou suada?

Carvalho (desistindo de tentar omitir os detalhes dolorosos) – Rosinha, você me faz perguntas que eu não deveria responder...

Rosinha (rindo) – Você não quer responder porque tá doidinho pra comer a minha bunda também e não quer entregar os detalhes dolorosos, né, tio!

Carvalho (sorrindo) – Rosinha, acho que não vou escapar da sua curiosidade! A Carmem ficou toda suada a ponto de molhar o lençol; e não nego que naquela noite vi algumas lágrimas nos olhos dela, mas admito com muito orgulho que ela foi muito mulher e o seu instinto de fêmea fez com que ela fosse até o fim e acabamos gozando juntos naquela primeira sessão de sexo anal! Embora ela estivesse banhada de suor, gozou aos gritos se jogando contra mim parecendo que queria muito mais do que eu estava dando. (rindo, alardeando sua habilidade de comedor) – A partir daí a Carmem raramente me negou a bundinha, pois sou extremamente competente pra comer um rabinho, alias, a minha habilidade nunca foi contestada por nenhuma das mulheres que conheci, sempre fui muito elogiado!

Eu (rindo) – Eita! Você não é nada modesto, hein, tio!

Rosinha (curiosa) – Tio, você conseguiu meter tudo no cuzinho da tia Carmem, ela aguentou seu pintão inteiro no rabinho ou naquela primeira vez sobrou pinto pra fora?

Carvalho (fazendo propaganda do quanto a tia Carmem gostou de dar a bunda pra ele) – Siiim, consegui meter tudo na Carmem, não sobrou nem um pedacinho de pau pra fora da bundinha, mas só enfiei tudo porque ela pediu, ela me puxou pra dentro da sua bunda. Mas no início, não enfiei tudo porque ela poderia se assustar e desistir, mas depois que passou a dor inicial eu comecei a meter bem devagar, indo e vindo com só metade do pau dentro do cuzinho e fazendo a Carmem sentir cada centímetro que entrava e saia, mas não demorou muito e ela agarrou minhas nádegas cravando as unhas e foi me puxando mais e mais pra dentro do cuzinho.

Rosinha – Nessas horas de muito tesão geralmente perdemos a cabeça e falamos muita putaria! Conte pra nós, tio, a tia Carmem gemia, reclamava de dor, falava alguma coisa? O que ela falava?

Carvalho – A Carmem sempre gostou de falar e ouvir obscenidades antes e durante a transa e naquele dia ela estava muito tesuda. Apesar da dor inicial, depois de um tempo o buraquinho se abriu e ela começou a gostar e a pedir mais. Ela gemia muito, às vezes falava coisas que eu não entendia, mas algumas frases entraram na minha cabeça de tal forma que não esqueci até hoje. Lembro que eu tinha metido o pau na bunda dela até a metade e fiquei quieto esperando ela reagir, pedir pra tirar ou meter mais. Ela ainda estava se acostumando com a situação, mas parecia orgulhosa de estar conseguindo suportar meu pau no rabo; às vezes sorria de olhos fechados parecendo curtir o volume e a grossura do meu cacete dentro do cuzinho; outras vezes passava a mão por baixo da bunda, pegava no meu pau tentando descobrir se ainda sobrava muito do lado de fora. Nunca esquecerei quando ela abriu os olhos, sorriu pra mim e pediu: “Mete, dê pra mim mais um pedaço do seu pau, vem, enfie bem devagar na minha bunda, guarde mais um pedacinho dele dentro do meu cuzinho!”

Rosinha (rindo) – Tio, a safadeza de você e a tia estão me deixando taradinha, minha pererequinha tá pingando aqui no meio das minhas pernas!

Carvalho (provocando minha mulher) – Sua pererequinha tá com fome, Rosinha?

Rosinha (com a voz carregada de tesão e antecipando o que estava por vir) – Tá, tio, minha amiguinha tá com muita fome, doidinha pra comer algo bem gostoso, mas continue contando sua história que eu quero saber tudo antes de conseguir algo pra minha pepeka comer!

Carvalho (sorrindo e voltando ao assunto) – A Carmem é muito safada e na hora do tesão fala tudo que lhe vem na cabeça, e naquele dia não foi diferente. Eu enfiava lentamente um pouco mais do meu pau no cuzinho e ela reagia de formas diferentes, às vezes sorria, outras vezes gemia não contendo uma expressão de dor. E assim fui enfiando bem devagarinho, indo e vindo e a cada metida, sempre enfiava mais até que consegui encostar meu púbis no rego da bunda dela. Uau, que delícia foi sentir meu pau inteiro enterrado no cuzinho dela! E foi nessa hora que ela fez e disse algo que nunca vou esquecer. Abraçando meu corpo com as pernas e apoiando os pés nas minhas costas, me puxou de encontro a ela e, deixando escapar uma expressão e um gemido de dor, falou: “Aiiiii! Consegui, engoli seu pau inteiro com meu cuzinho! Ufffff, esse seu pauzão grosso tá acabando comigo, nunca senti um cacete tão grande dentro do meu cu, tá doendo pra caralho!” Eu sabia que, apesar da dor, ela estava gostando e resolvi provocar: “Quer que eu tire um pouco?” E ela me encarou, me presenteou com um sorriso lindo e pediu: Quero... quero que você comece a meter esse seu caralho grosso no meu rabo, vem, me fode na bunda bem gostoso!” Bem, meus caros Fernando e Rosinha, a partir daí vocês já sabem como terminou a história, né! Gozamos juntos naquela primeira enrabada que dei na minha namoradinha Carmem, e ela gostou tanto que até pouco tempo atrás, antes de me abandonar, quase todas as semanas me oferecia a bundinha mais gostosa do mundo!

Olhei minha esposa, trocamos sorrisos e, como que combinado, nós três tomamos mais um gole de cerveja.

Rosinha (sorrindo) – Quando comecei a aprender sobre homens, mulheres e sexo, as meninas mais velhas chamavam os rapazes bons comedores de pica doce! Você se acha um pica doce, tio!

Carvalho (enfiando a mão debaixo da mesa, parecendo pôr o pau pra fora do short) – Não serei modesto, sempre agradei as mulheres e todas quiseram repetir a transa comigo!

Rosinha (esticando o pescoço, sorrindo e provocando o tio ao tentar olhar seu pinto que estava sob a mesa) – Seu pinto tá duro, tio?

Carvalho (encarando minha mulher) – Muito duro, prontinho pra entrar num buraquinho quentinho e aconchegante!

Rosinha (sorrindo pra mim, provocando) – Posso ver o seu pintão, tio?

Carvalho (cheio de tesão, se levantando, mostrando o cacetão duro fora do short e, pra provocar minha mulher, puxou lentamente a pele expondo a cabeça brilhante e melada de lubrificante) – Veja como meu cacete tá duro, e a culpa é sua, dona Rosinha; ele ficou assim por sua causa!

Rosinha (encarando a vara do tio) – Eu não tenho culpa nenhuma, seu pinto ficou duro porque você tava lembrando da primeira enrabada na tia Carmem! Nem vem, tio, não tente me responsabilizar por essa dureza toda aí!

Eu (tesudo e curioso) – Tio, conte da minha mãe adotiva, fale como foi a primeira vez que fez anal com a Júlia!

Carvalho (fingindo reclamar) – Ai, ai, ai; vocês querem me castigar mesmo, né! Vou buscar uma cerveja pra molhar a boca.

Rosinha (falando baixinho pra mim ao ver o tio indo até a geladeira exibindo o cacetão duro pra fora do short) – Ver o pauzão do tio e imaginar aquilo na minha bunda me dá muito tesão e uma vontade louca de experimentar, mas também sinto medo de não aguentar!

Eu (sorrindo pra ela e não contando com a possibilidade dela desistir) – Você é muito mulher, vai conseguir!

O tio voltou e, ao encher nossos copos, se aproximou tanto da minha esposa que tocou em seu braço com a picona grossa que ele tanto queria sentir dentro da bundinha dela.

Rosinha (rindo) – Tiiio, deixe de ser safado, pare de me cutucar com essa vara comprida, sente e conte como foi a primeira enrabada que você deu na tia Júlia!

Carvalho (suspirando após um gole de cerveja) – Com a Júlia foi mais difícil, precisei da ajuda do Júlio, e penso que se ele não estivesse por perto naquela primeira tentativa, talvez eu não tivesse conseguido!

Eu (curioso) – Como é que foi, tio? Conte pra nós essa situação do meu pai adotivo ter ajudado você a comer a bunda da própria esposa!

Carvalho – Fernando e Rosinha, maridos liberais adoram ser cornos de vez em quando, sentem enorme prazer em ver a esposinha amada se divertindo, gemendo, sofrendo e gozando na pica de outro. Eu sou assim, sempre fico de pau duro quando fantasio com a Carmem na pica de outro e muitas vezes eu a ajudei a dar pra outro macho. Lembram-se do Luiz ajudando a esposa Lúcia a dar pra mim lá na fazenda? O que o Júlio fez naquela noite que eu enrabei a Júlia, foi ajudar a esposa a dar a bunda pra mim, pois seria a primeira vez que ela daria o rabinho para um pau grande. Há várias formas de ajudar a esposa e cada marido ajuda de uma maneira. Maridos liberais não apenas ajudam a esposa, mas também participam e curtem as delícias do momento, fazem carinhos, põe lubrificantes nos buraquinhos da esposa, fazem 69 para dar mais tesão ou aliviar a dor dela enquanto o outro mete no cuzinho. E é bastante comum o marido pegar no pau do comedor e enfiar na esposa; isso dá muito tesão pro marido e mais ainda para a mulher, pois ela sente que o seu homem também tá curtindo a sacanagem, que tá feliz vendo ela dar pro outro! Na hora do tesão, não deve haver frescuras, tudo é permitido, nada é proibido e não devemos desprezar nenhuma oportunidade de viver intensamente!

Eu (curioso pra saber se o tio fazia o que falava) – Tio, você já pegou no pau de outro homem pra enfiar na tia Carmem?

Carvalho (rindo) – Claro, por várias vezes ajudei não apenas o Júlio, mas também outros caras a comerem a Carmem; até mesmo quando não era preciso nenhuma ajuda! Quando eu via minha mulher tarada, doida pra dar pra outro e desejando uma pica diferente, um tesão enorme me invadia e eu só pensava com a “cabeça de baixo”. Sem frescura eu ajeitava a Carmem na posição certa, abria as pernas ou a bunda dela, às vezes punha lubrificante e ainda pegava no pau do cara e apontava pros buraquinhos da minha mulher; e fazia isso numa boa, pois ver minha esposa gemer em outra vara era muito bom!

Todos nós estávamos cheios de tesão, certamente doidos de vontade pra iniciar logo uma safadeza, principalmente eu que estava ansioso pra ver minha mulher dando a bunda pro tio Carvalho, mas era tão grande a minha curiosidade em saber como o meu pai adotivo ajudou o tio Carvalho a enrabar a minha mãe adotiva, a Júlia, que adiei o início da nossa festinha e insisti para que o tio contasse como aconteceu a enrabada que ele deu na Júlia com a ajuda do meu pai.

Eu – Tio, conte como foi a primeira vez que você comeu a bunda da Júlia na frente do Júlio e o que ele fez pra ajudar a esposa a aguentar no rabo esse seu pintão!

Rosinha (provocando) – Conte como aconteceu, tio, dê detalhes, pois o meu amorzinho Fer tá querendo aprender como um maridinho apaixonado pode ajudar a esposinha tarada se divertir experimentando outra pica!

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