O convite inesperado: Lai, G e eu.

Um conto erótico de jl.casal
Categoria: Grupal
Contém 3160 palavras
Data: 03/02/2026 08:01:59

Alguns dias após nossa primeira aventura na casa de swing, Lai encontrou-se com G em um barzinho. Entre drinques e risadas, o álcool começou a soltar as inibições e Lai, com um brilho malicioso nos olhos, passou a narrar os detalhes daquela noite. G escutava, visivelmente surpresa, mas com um interesse crescente que mal conseguia esconder. Em um impulso de audácia, Lai, já bastante ousada pela bebida, sugeriu que ela nos acompanhasse em uma próxima oportunidade; a resposta foi um "sim" imediato, para o espanto positivo da minha parceira.

Quando Lai me contou sobre o ocorrido, minha primeira reação foi de hesitação. G e eu tínhamos um relacionamento complicado por inúmeros fatores, e a ideia de compartilhar aquele espaço íntimo com ela era, no mínimo, um desafio. Mas o desejo nos olhos de Lai e a promessa de um fetiche que eu tanto desejava — vê-la com outra mulher — me fizeram ceder. Combinamos os detalhes, estabelecemos os limites e, na noite marcada, os três seguimos rumo àquele universo de liberdade.

Ao chegarmos, a atmosfera eletrizante da casa envolveu G de imediato. Seus olhos curiosos varriam o salão, absorvendo cada detalhe: casais em abraços apertados, beijos profundos trocados sem pudor e o murmúrio constante de excitação. O papel de guias nos coube; apresentamos cada ambiente para G, que parecia oscilar entre o fascínio e o nervosismo. Enquanto a conduzíamos pelos corredores, paramos em um dos quartos onde a luz baixa convidava à ousadia. Ali, os primeiros olhares cúmplices entre Lai e G surgiram. Observamos um casal desinibido em um sofá, onde a mulher rebolava no colo do homem, e foi nesse momento que a mão de G escorregou para a coxa de Lai, que sorriu ao aceitar o toque. O clima entre elas começava a incendiar.

Seguimos para outro ambiente, onde a movimentação era maior e os gemidos abafados indicavam a força do prazer. Em um dos espaços, vários corpos se entrelaçavam sob a penumbra. Lai me puxou para um canto e começou a me beijar com vontade. Enquanto nossos lábios se tocavam, minha mão desceu por seu corpo, encontrando a barra do vestido vermelho curto e subindo até a calcinha, provocando um arrepio que eu conhecia bem. O beijo se aprofundou enquanto assistíamos a uma mulher ser vigorosamente penetrada à nossa frente.

G, deixando-se levar pelo ambiente, aproximou-se de um casal ao lado. Em poucos segundos, os três estavam unidos em um beijo triplo ardente, com as mãos do casal explorando o corpo dela enquanto ela se entregava àquela nova interação. Lai, aproveitando que meu olhar estava fixo na cena, deslizou a mão pelo meu corpo até alcançar meu pau duro, acariciando-o com firmeza por cima do tecido da calça. Com um sorriso cúmplice, ela abriu o zíper lentamente, iniciando uma masturbação rítmica que me fez perder o fôlego.

Mesmo envolvida entre os braços do casal ao lado, G não conteve os olhos, que buscaram os da Lai. O contato visual foi imediato e carregado de eletricidade; G assistia, paralisada, ao movimento das mãos da amiga em meu pau endurecido. Estimulada por aquela visão, G se aproximou e parou ao nosso lado com a respiração pesada. Lai, sem interromper o movimento firme, estendeu a mão livre e a puxou pela nuca para um beijo profundo. As duas se entregaram a um encontro de línguas cheio de desejo, enquanto eu assistia ao meu fetiche se materializar com uma intensidade superior a qualquer fantasia que já havíamos escrito.

Naquele momento, G passou a beijar o pescoço de Lai por trás, enquanto minhas mãos subiam pelo corpo de minha parceira, levantando o vestido vermelho até que ele se acumulasse em sua cintura. A nudez de Lai, revelada sob a luz tênue, era um convite que G não recusou: ela ajoelhou-se ali mesmo e passou a beijar as coxas da amiga com uma entrega inesperada. Ao redor, o ambiente pulsava. Outros casais paravam para assistir à cena; um casal se aproximou silencioso, observando G. Lai, sentindo o público aumentar, empinou-se e soltou um gemido mais alto, excitada pelo exibicionismo. Ela olhou para mim com olhos brilhantes e sussurrou: "Eu quero que todos vejam o que você e ela estão fazendo comigo."

As palavras de Lai, sussurradas com a voz embargada pelo desejo, foram a centelha que acendeu o meu comando. Com um gesto firme, fiz G se levantar. Em seguida, virei Lai de costas para mim e a posicionei de frente para a amiga, criando um triângulo de olhares e vontades. Seus olhos se encontraram em uma cumplicidade inegável. Com agilidade, deslizou a calcinha de Lai para o lado, expondo sua bucetinha. Meu pau, já pulsante, encontrou sua entrada e a penetrei lentamente, sentindo o calor e a maciez que eu tanto conhecia.

G não hesitou. No mesmo instante em que meu corpo invadia o de Lai, ela a beijou novamente, um beijo profundo e faminto. Suas mãos ágeis foram até os seios de Lai, deixando-os livres e expostos. G então começou a acariciá-los com uma delicadeza possessiva, seus dedos explorando a pele sensível enquanto sua boca se dedicava a um dos mamilos, sugando-o com avidez. Eu aumentei o ritmo, penetrando Lai cada vez com mais força, cada estocada ecoando nos gemidos que escapavam de seus lábios e se misturavam aos sons do beijo das duas. Segurava-a firme pela cintura, do jeito que ela amava, sentindo cada centímetro do meu pau a penetrar.

Enquanto eu a fodia com força, G percebeu exatamente o que precisava fazer. Ela interrompeu o beijo por um instante, descendo sua mão livre até encontrar o clitóris de Lai, que já pulsava de excitação. O toque de G era preciso e rápido, criando um contraste perfeito com a força da minha penetração por trás. Lai estava entregue a um turbilhão de estímulos; ela jogou a cabeça para trás, apoiando-se em meus ombros, enquanto seus gemidos se tornavam súplicas desconexas de puro prazer.

O ritmo da mão da G e o impacto do meu corpo contra o dela levou Lai ao limite absoluto. Senti as paredes de sua bucetinha se contraírem violentamente ao redor do meu pau, o corpo todo dela tremendo enquanto ela gozava pesado. Ver e sentir aquilo foi o suficiente para eu chegar no meu limite também; não segurei e gozei fundo dentro dela, sentindo tudo pulsar. Ficamos os três ali, ofegantes e unidos naquele canto do quarto, enquanto o resto do mundo ao redor parecia ter desaparecido.

Após aquele clímax intenso, decidimos dar uma pausa para recuperar o fôlego. Voltamos ao salão principal, onde o som ambiente e o movimento constante nos ajudaram a 'voltar à realidade' por um instante. Eu e G ainda evitávamos o contato visual direto; havia um silêncio carregado entre nós, um misto de timidez e a lembrança do que tínhamos acabado de viver. Mas a Lai, percebendo tudo, ia conduzindo a situação com maestria, puxava conversas leves e distribuía carícias em nós dois, garantindo que o clima continuasse agradável e que ninguém se sentisse deslocado.

Fomos ao banheiro e aproveitamos para renovar as bebidas. Eu já as aguardava sentado em uma mesinha de bistrô, observando o movimento, quando as duas surgiram caminhando em minha direção. A Lai vinha na frente, com aquele olhar de travessura que eu conhecia bem, enquanto a G a seguia logo atrás, com um sorriso contido e o rosto levemente corado. Ao chegarem perto, a Lai não disse uma palavra; apenas pegou a minha mão por baixo do bistrô e depositou nela dois pedaços de renda macia: a sua calcinha e, para minha surpresa, a da G também. Sentir o tecido das duas na palma da minha mão me deixou com o pau rígido instantaneamente. Antes que eu pudesse reagir, a Lai me puxou para um beijo intenso e profundo, marcando território, enquanto a G observava tudo de perto, os olhos fixos na nossa entrega. Com os copos cheios e a mente já leve pelo álcool e pelo prazer, trocamos um olhar de cumplicidade. Sem precisar dizer nada, decidimos que era hora de explorar o que a casa ainda tinha a oferecer.

Caminhamos pelo corredor estreito, o som de gemidos e o cheiro de sexo ficavam mais fortes à medida que nos aproximávamos da área das cabines. Entramos e fechamos a porta, transformando aquele pequeno espaço em nosso mundo particular. O espaço era pequeno, o que nos forçava a um contato constante. Lai, com um tom de audácia, olhou para a amiga e sugeriu que ela tirasse o vestido. G obedeceu, deixando o tecido escorregar pelo corpo até ficar totalmente nua na nossa frente, usando apenas seus saltos altos. Lai soltou uma risadinha maliciosa e comentou em forma de brincadeira: “esqueci que sua calcinha ficou com ele, agora não tem mais como esconder nada”. O comentário fez G corar, mas o desejo em seus olhos era maior que a vergonha. Logo em seguida, Lai começou a desabotoar minha camisa enquanto eu deslizava o vestido dela para baixo, deixando-a também apenas de salto.

Lai sentou-se em um banco posicionado bem na minha frente. Com movimentos lentos e provocantes, ela abriu minha calça e libertou meu pau duro, que pulsava pronto para a ação. Naquele instante, uma mão masculina surgiu por um dos buracos na parede da cabine. Sem hesitar, eu peguei aquela mão desconhecida e a guiei diretamente até os seios da Lai. Ela fechou os olhos por um segundo, sentindo o toque do estranho, e começou a me masturbar com vontade. Ela me encarava com aquela cara de putinha safada, uma expressão de pura provocação que misturava o prazer de me ter ali com a excitação de ser tocada por alguém que ela sequer via.

Enquanto o clima esquentava, um pau grande e duro apareceu em outro buraco, logo ao lado de G. Lai, percebendo a hesitação da amiga, pegou a mão dela e a levou até aquele pau desconhecido. G, ainda um pouco tímida mas visivelmente excitada pela visão de nós dois, começou uma punheta ritmada no estranho, sem conseguir tirar os olhos do que a Lai fazia comigo.

Posicionei a Lai no banco de forma que suas pernas ficassem bem abertas, oferecendo sua bucetinha úmida para o toque da mão estranha. O desconhecido entendeu o recado descendo a mão de seus seios até encontrar o calor da bucetinha da Lai, começando a explorar toda ela com leves toques. Eu me posicionei ao lado dela e Lai, sem perder um segundo, envolveu meu pau com a boca, começando a me chupar deliciosamente. Ela alternava entre chupadas profundas e gemidos abafados, causados pela masturbação da mão estranha, me olhando nos olhos entre uma succção e outra com uma expressão de puro êxtase.

Enquanto isso, o clima para G também mudava. Uma outra mão desconhecida apareceu pelo buraco e começou a acariciar sua bunda, apertando com força, enquanto ela ainda segurava aquele pau grande e pulsante. Sentindo a pressão daquela mão em seu corpo e o calor do pau desconhecido à sua frente, G perdeu o resto de timidez que lhe restava e se inclinou, começando a chupá-lo com vontade, entregando-se ao ritmo da cabine. Éramos agora um redemoinho de bocas, mãos e gemidos.

O clima na cabine ficou ainda mais de tensão quando o rapaz que masturbava a Lai retirou a mão e, em seu lugar, empurrou um pau grande e grosso pelo buraco. Lai me olhou profundamente, como se estivesse buscando minha aprovação. Eu me inclinei, segurei seu rosto e lhe dei um beijo delicioso e cúmplice, sentindo o sabor da nossa entrega mútua. Logo em seguida, voltei a posicionar meu pau em sua boca para que ela continuasse me chupando, enquanto pegava sua mão e a guiava até o pau do estranho no buraco, fazendo-a iniciar um vai e vem, o masturbando com vontade.

Do outro lado, a cena era igualmente intensa. O homem que acariciava a bunda da G também retirou o braço para dar lugar ao seu próprio pau, que surgiu pulsante pela parede. G, agora totalmente dominada pelo prazer, não hesitou: ela se pôs de joelhos entre os dois buracos, ficando no centro de dois paus desconhecidos. Ela começou a se revezar, dando atenção total aos dois; enquanto chupava um, punhetava o outro com a mão, perdida naquele ritmo frenético.

Logo, outra mão apareceu em um buraco próximo à Lai. Ela estava agora cercada: de um lado, sua mão trabalhava no pau do primeiro estranho; à sua frente, ela me chupava com uma dedicação de tirar o fôlego; e a nova mão que surgia, eu a guiei novamente até os seus seios, deixando que os dedos do desconhecido a apertassem e provocassem enquanto ela se desmanchava em prazer.

Aproximei-me novamente de Lai, sentindo o calor que emanava de seu corpo, e lhe dei um beijo carregado de desejo. Encostei meus lábios em seu ouvido e sussurrei: 'Fique à vontade para fazer o que quiser com eles'. A frase pareceu dar o choque final de eletricidade que ela precisava. Comecei a descer minha boca pelo seu pescoço, mordiscando levemente, até alcançar seus seios, onde me demorei antes de me ajoelhar entre suas pernas. Abri bem suas coxas, expondo sua bucetinha já ensopada, e comecei a chupá-la deliciosamente, com a língua firme e movimentos lentos que a faziam tremer.

Lai, sentindo-se totalmente livre, entregou-se ao caos da cabine. Ela segurou com força o pau do estranho que punhetava, enquanto se agarrava ao braço do outro desconhecido, que apertava seus seios com vigor. Ela estava em êxtase, dividida entre o prazer da minha boca e a presença dos homens do outro lado da parede.

G, assistindo a tudo e queimando de desejo, escolheu um dos paus que surgiam pelos buracos e se posicionou de costas. Ela se inclinou, apoiando-se em uma das pernas da Lai para ter firmeza, e, com um movimento decidido, encaixou o pau do estranho em sua bucetinha. Soltou um gemido profundo quando sentiu o pau desconhecido penetrá-la por completo, preenchendo-a enquanto ela se mantinha ali, conectada a nós e entregue ao desconhecido ao mesmo tempo.

Enquanto eu me dedicava à Lai, decidi elevar a temperatura. Com a língua ainda trabalhando em seu clitóris, deslizei dois dedos para dentro de sua bucetinha bem devagar, sentindo como ela estava quente e molhada. Eu sabia o quanto ela amava esse toque, e o modo como ela arqueou as costas confirmou isso. Com a intenção de saborear sua expressão de prazer, levantei o olhar, mas o que vi me deixou ainda mais excitado: Lai não estava apenas gemendo; ela havia se inclinado para o lado e levado a boca de encontro ao pau do estranho, iniciando nele uma chupada deliciosa e profunda.

Olhei para o outro lado e o rapaz que antes a acariciava a Lai já havia colocado seu pau duro pelo buraco também. G estava com um braço esticado segurando firme esse segundo pau, tentando masturbá-lo, enquanto o outro rapaz a fodia por trás com estocadas brutas. Ela usava a perna da Lai como apoio, gemendo sem qualquer pudor. Eu permaneci ali, ajoelhado, mantendo meus dois dedos fazendo o movimento de vai e vem dentro da Lai, mas parei de chupa-la apenas para ter o privilégio de assistir àquela imagem: minha mulher, entregue à luxúria, chupando com maestria o pau enorme de um desconhecido enquanto a amiga era possuída bem ao nosso lado.

E eu já não aguentava mais apenas observar. Com o desejo no limite, posicionei a Lai de quatro sobre o banco, de um jeito que ela ainda conseguia manter o pau do estranho dentro da boca, sem interromper a chupada. Me posicionei atrás dela, admirando a visão privilegiada, e desci minha boca até o seu cuzinho. Comecei a chupá-lo com vontade, deixando-o bem babado e relaxado, sentindo Lai estremecer por completo a cada toque da minha língua. Ela gemia abafado, entregue ao prazer duplo que recebia.

Quando senti que ela estava pronta, me levantei e posicionei meu pau na entrada do seu cuzinho. Fui encaixando e penetrando lentamente, Lai parecia delirar; ela apertava e sugava o pau do estranho com ainda mais força à medida que eu a preenchia por trás. Ao nosso lado, G continuava gemendo alto, sendo fodida com força, enquanto eu aumentava o ritmo das minhas estocadas dentro da Lai, possuindo minha mulher enquanto ela servia a outro, sentindo cada centímetro dela pulsar junto comigo.

No auge daquela situação, Lai retirou o pau do estranho da boca e passou a masturbá-lo com uma vontade frenética, acompanhando a mesma intensidade com que eu a fodia pelo cuzinho. O clima estava insuportável de tão quente; sentindo que o pau do desconhecido pulsava e estava prestes a explodir, ela o mirou em direção aos seus próprios seios. Em um instante, ele jorrou toda a sua porra quente sobre a pele dela, cobrindo-a de branco sob a luz fraca da cabine. Aquela visão, somada à pressão do meu pau fodendo seu cuzinho, fez com que Lai perdesse totalmente as forças. Ela desabou em um orgasmo violento, gritando de prazer enquanto eu também atingia o meu limite, a enchendo com meu leitinho quente em estocadas finais e profundas. G, que assistia a tudo aquilo enquanto ainda era fodida com força pelo outro estranho, não resistiu à carga erótica da cena e gozou rapidamente, soltando um gemido gostoso e se entregando por completo ao prazer. Ficamos ali, os três conectados e cobertos de suor e gozo, enquanto os estranhos retiravam seus paus dos buracos, deixando-nos sozinhos com o silêncio ofegante das nossas respirações.

Com os corpos ainda trêmulos e cobertos pelo suor da entrega, puxei Lai para que ficasse em pé na minha frente. Segurei seu rosto e a beijei com uma vontade avassaladora, um beijo que misturava a luxúria que tínhamos acabado de viver com todo o desejo e amor que nos unia. Lai me abraçou com força, enterrando o rosto no meu pescoço enquanto tentava recuperar o fôlego, e esticou a mão para o lado, buscando e segurando firme a mão da G. A G já tinha se levantado também, meio bamba depois do orgasmo que teve, e se juntou a nós. Ficamos os três ali um instante, sentindo a adrenalina baixar. Aos poucos, começamos a nos vestir, ajeitando as roupas e limpando o que precisava. Sem falar muita coisa, só aproveitando a sensação do momento, saímos da cabine e resolvemos voltar para o salão principal.

Fomos até o balcão, fechamos a conta e seguimos para a saída. Quando a porta da casa de swing se fechou atrás de nós e o ar fresco da rua bateu no rosto, o silêncio do estacionamento pareceu confirmar que aquela tinha sido uma das noites mais loucas das nossas vidas. Entramos no carro e, enquanto eu dava a partida, olhei de lado e vi as duas trocando um olhar cúmplice. Eu ainda sentia o peso das duas calcinhas no meu bolso e, com a mente já projetando o banho que tomaríamos no apartamento, acelerei o carro com a certeza de que ela ficaria marcada para sempre.

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