Olá caros leitores, neste breve relato irei contar como tudo começou entre eu a Fer, como acabamos entrando no meio liberal e passamos a nos entregar aos nossos desejos.
Antes de tudo, eu tive uma criação muito regrada, dentro da igreja com todos os dogmas e preceitos que um frequentador pode ter. Após me casar pela primeira vez, com o tempo me vi em um casamento frio, sem sentimentos e o que vejo hoje ser o maior problema, sem sexo. A minha ex havia sido também minha primeira namorada, por isso acabei me acostumando a uma rotina mais fria e engessada no relacionamento.
Hoje vejo que aquilo tudo foi uma providência superior, pois descobri que estava sendo traído e ainda pior, o cara era de dentro da igreja. Passado os instantes de raiva e decepção, optei por terminar o casamento. Não haveria como continuar e eu precisava evoluir, buscar conhecer novas pessoas, novos ares. Aquilo tudo foi uma libertação e optei por literalmente me jogar no mundo, viver tudo o que não tinha vivido até então.
Foi com esse pensamento que um dia conheci a Fer, após meses de separação, em um aplicativo de relacionamento. No começo apenas trocamos mensagens e raras fotos, sem nenhum teor sexual ou erótico. Ela me contava o seu dia, eu falava do meu e assim íamos conversando cada dia mais.
Ela sempre me dizia que não queria nenhum relacionamento, pois estava farta de ter homens a controlando e ditando regras. Me confidenciou que havia sido traída também e que o ex dela era um cínico, que negava tudo na maior cara de pau. Nisso pelo menos tínhamos algo em comum.
A virada de chave foi num belo dia que, por ocasião do destino, eu estava indo bem próximo a região que ela havia dito que morava. Perguntei se podia passar e conhecê-la pessoalmente, e após um certa insistência minha, ela aceitou. Não quis em hipótese nenhuma que eu fosse até a casa dela e marcamos numa praça próxima.
A noite já havia caído e eu aguardava, sentado em um banco. A luz do poste próximo iluminava apenas uma parte de onde eu estava e os galhos da árvore faziam uma certa sombra. Meu celular vibrou, olhei e vi sua mensagem:
“Cheguei, onde você está?”
Vi uma bela mulher caminhar pela pista de corrida próxima, olhando para os lados. De longe notei que era a Fer e fui ao seu encontro.
- Oi, tudo bem?
- Rafael? Perguntou ela.
- Sim, você com certeza é a Fernanda.
- Desculpa a demora, estava terminando umas coisas. Na pressa até esqueci os óculos, estou quase cega. Disse ela sorrindo.
- Sem problemas.
Sentamos novamente no banco e conversamos por muito tempo, de todos os assuntos possíveis. Desde o meu casamento frustrado, ser traído, até sobre planos de carreira. Neste dia fiquei sabendo que ela estava na faculdade, ela havia decidido voltar a estudar após a sua separação.
- Rafa, posso te chamar assim né?
- Claro, sem problemas.
- Vou ter que ir, está ficando tarde já, mas foi um prazer enorme te conhecer.
- Claro, foi um prazer também te conhecer. E preciso te dizer que você é mais bonita pessoalmente.
- Para, nem me arrumei, só vim aqui do jeito que estava.
- Mas está linda.
- Obrigada, disse a Fer sorrindo.
- Queria te pedir apenas uma coisa antes de ir…
- Sim, pode pedir, se estiver ao meu alcance…
- Eu apenas quero um beijo seu, de boa noite.
Ela sorriu e fez um certo charme, dizendo que éramos amigos. Peguei em suas mãos e fui me aproximando mais. Ela olhou dentro dos meus olhos e eu disse mais um vez:
Apenas um beijo e seguimos amigos.
- Só um, está bem?
A praça já estava ficando quase deserta e a sombra da árvore nos ocultava um pouco dos olhares curiosos de quem estivesse passando na rua. Sem perder tempo, a segurei pela cintura e colei os lábios nos dela. Um leve arrepio passou pela espinha, encaixei ainda mais meu corpo ao dela, segurando-a pela cintura e acariciando seu rosto. O beijo passou a ficar mais quente e já sugamos os lábios e a língua um do outro. Aproveitando a penumbra da praça, e fui explorando as curvas do seu corpo. Ela correspondia e às vezes sussurrava:
- Meu Deus menino, você parece ter 10 braços, disse sorrindo.
- Você é irresistível.
Não consigo afirmar quanto tempo se passou enquanto ficamos ali, mas foi um bom tempo. Infelizmente naquele dia não rolou nada além disso. Após isso passamos a nos ver com mais frequência, e sempre rolando uns amassos.
Nossa primeira transa já teve um ar de aventura, ela me mandou mensagem para buscá-la na faculdade. Era quase 22h quando finalmente ela chegou me encontrou no estacionamento. Estava vestida para matar. Usava um vestido preto curtinho e bem acinturado, salto alto e perfumadíssima. Quando a vi exclamei:
- Uau, está linda. Não sabia que era assim que você vinha estudar, rsrsrs.
- Hoje é um dia especial, entrega de prêmios aqui no curso e minha equipe ficou em segundo lugar.
- Imagina se fosse a primeira, brinquei.
- Para seu bobo, e também caprichei porque queria te ver.
Entramos no carro e fui dirigindo a caminho da sua casa. No trajeto ela me interrompe e diz:
- Hoje sou eu que quero te pedir uma coisa.
- Claro, pode pedir.
- Vamos parar numa rua deserta?
- Si-imm, disse meio gaguejando, já pensando no que estava na cabeça dela.
Sai do perímetro central e encontrei uma rua escura, sob umas árvores e bem deserta. Passamos a nos pegar dentro do carro mesmo. Só então tive a certeza do que ela queria. Após o beijo esquentar um pouco, ela já foi abrindo meu zíper e libertando meu membro. Sua boca quente e carnuda abocanhou tudo que podia e senti meu pau endurecer como nunca havia ficado antes. Ela lambia, chupava e engolia num generoso boquete. Eu, com a pouca experiência que tinha naquela época, delirava de prazer e até esqueci que estávamos em uma via pública.
- Esse banco seu deita mais? Perguntou ainda segurando meu pau com uma das mãos.
- Sim, disse puxando tudo que podia para trás e deitando-se junto.
- Ela olhou rapidamente para os lados, confirmando que não havia ninguém por perto, ergueu o seu vestido e tirou a calcinha me entregando nas mãos.
- Essa é presente, pra nunca me esquecer.
Peguei e rapidamente guardei no bolso. Ela veio mais para cima e montou por cima do meu tronco, buscando um espaço. Pude sentir a entrada da sua buceta roçar meu pau. Ela ficou se esfregando um pouco enquanto me beijava. Acredito que por nervosismo ou falta de experiência mesmo, estava demorando para encaixar o movimento com o dela, só então ela parou um pouco, direcionou o meu pau para sua entrada e passou a soltar o corpo, deixando-se penetrar.
Fiquei alucinado com aquilo e tentava já iniciar as bombadas, ela sorriu e disse: “Calma, deixa que eu controlo”. Parei e aguardei, ela fazia pequenos movimentos e rebolava lentamente, até entrar boa parte do pau na sua buceta.
Passado esse nervosismo inicial, já a penetrava com mais facilidade e comecei a ouvir os seus gemidinhos.
- ahhh, ai ai, aihhhh
- Isso, que delicia.
Tudo estava ficando muito bom, mas fomos interrompidos por uma forte luz que iluminou todo o interior do carro. Tão rápido quanto podia ela saiu de cima de mim e voltou ao banco do passageiro, e eu me arrumei como podia. O coração estava a mil, mas felizmente a distância que a moto estava não permitiu que muita coisa fosse vista. Era um guarda noturno da vizinhança que viu movimentos suspeitos no carro e havia ido em nossa direção. Sai dali o mais rápido que pude, sem olhar nem para os lados.
- Meu deus, quase fomos pegos, e se fosse a polícia. Falei preocupado.
- Que susto, ela sorriu, você nunca teve uma fantasia não?
- Dessa forma não.
- Mas foi gostoso né?
- Adorei, mas da próxima vez vamos para um quarto.
A Fer sorriu e concordou com a cabeça, e passou o trajeto inteiro rindo da minha cara e dizendo que eu fiquei pálido igual a um fantasma. Após esse dia, ela passou a frequentar mais a minha casa e tivemos muitas noites e tardes com muito sexo.
Após a separação, eu fui morar em um lugar bem barato, para não pesar no bolso. Era várias casas de duas ou três peças num terreno, que para economizar espaço, foram construídas bem próximas, que na nossa região chamamos de kitnet. A janela do meu quarto, quando aberta, era praticamente de frente para a janela da cozinha do meu vizinho, um Veneluelano grande e magro.
Foi em um desses sábados que a Fer foi para casa que tudo aconteceu. Já namoravamos oficialmente e a presença dela nos finais de semana em casa já era costume. À tarde, após um cochilo, a Fer foi tomar um banho e retornou para a cama apenas de lingerie, com a toalha enrolada nos cabelos e se deitou ao meu lado.
A janela estava meio aberta, o que dava uma visão perfeita da cama, se meu vizinho aparecesse na sua janela da cozinha.
- Vou fechar essa janela, disse para ela.
- Não, está muito calor está batendo um ventinho bom
Sob uma certa desconfiança, deixei a janela aberta. Ela deitou de bruços e ficou com suas belas bundas pra cima. A calcinha desenhava suas curvas, valorizada pela sua cintura. Ela parecia que estava adivinhando que o vizinho apareceria na janela.
Olhei para fora e vi sua silhueta na janela da sua cozinha, oculto por uma leve cortina, lavando algumas louças. A Fer também notou e se posicionou um pouco mais para cima e virou levemente a bunda para a janela.
- Rafa, vamos provocar ele?
- O que você está pensando hein, sua doidinha?
- Só relaxa…
Ela levantou e foi novamente ao banheiro apenas fingindo que não tinha o visto ainda, ao retornar para a cama, abriu um pouco mais a janela, para permitir a melhor visão do espectador. Voltou a se deitar, e sua lingerie agora estava mais cravada na sua bunda. Eu estava apenas de shorts.
Ela tirou calmamente meu pau para fora e passou a fazer um boquete que me deixava doido. Lambia, chupava e sugava. Parecia caprichar mais por ter um espectador.
Sempre virando seu belo rabo para fora, ela mamava com vontade. Eu olhei em direção a janela e o vizinho já nem disfarçava mais, parou tudo o que estava fazendo e assistia atentamente tudo que rolava.
Ela resolveu ir mais longe e tirou a parte de cima da lingerie, exibindo seus dois peitos. Fez questão de que ele visse, erguendo o corpo ao tirar o sutiam. Ela estava apoiada com os joelhos na cama, entre minhas pernas, o que deixava sua bunda mais proeminente. Notei que provavelmente o vizinho batia uma punheta olhando a Fer, o que deixou ela ainda instigada e provocava ainda mais.
O sol começava a se pôr e a penumbra ocultava nosso ato no quarto. A Fer subiu em cima de mim, puxou a calcinha de ladinho e sentou no meu pau. Entrou facilmente, tanto que ela estava molhada e aqui só aumentava meu tesão. Ela passou a rebolar, numa cavalgada deliciosa.
Meu vizinho agora já tinha aberto as cortinas para olhar melhor e fazia questão de fingir que estava tirando o lixo ou arrumando algo, para poder passar o mais perto que podia da nossa janela, sem que sua esposa também desconfiasse.
Os gemidos da Fer aumentaram e ela disse:
- Vai safado, me come gostoso vai!
- Ai delícia, você é muito louca. sussurrei em seu ouvido.
- Não te estimula? Saber que ele está olhando e tocando uma punheta para sua namorada?
Era uma pergunta retórica, já que meu pau estava trincado, pulsava e latejava dentro dela. Olhei para o lado e ele olhava atentamente, talvez se pudesse entraria ali para participar da festa.
Anunciei que estava para gozar e ela aumentou o ritmo, implorando para encher ela de porra.
- Vai safado, goza em mim! Enche minha buceta de porra vai..
- Aiiii gostosa
Explodi dentro dela em vários jatos, que a imundou de porra. Ela gozou junto comigo e soltou um grito um pouco mais alto e caiu mole sobre meu peito. Eu a abracei e ficamos colado por tempino, até o meu membro sair naturalmente de dentro dela. Todo meu pau, bolas e parte da barriga estava melados, devido ao volume de porra que havia despejado dentro dela e vazava de sua buceta.
- Quantos litros você jogou em mim?, disse sorrindo.
- Nem preciso falar que adorei, né.
- Rafa, pela primeira vez na vida não estou fingindo ser que eu não sou. Sempre tive que fazer o papel de filha comportada, depois esposa recatada e decente, mulher respeitada. Se você me quiser ainda, essa sou eu. Quero experimentar muitas coisas, sem se preocupar em ser julgada.
- Eu estou adorando o seu jeito e por mim, você nunca precisará esconder ou fingir ser quem não é.
Ela me beijou apaixonadamente e agradeceu. Após um bom banho e nos deitarmos novamente, com a janela fechada dessa vez. Ouvimos barulhos de discussão e vozes alteradas. Os gemidos da Fer haviam denunciado nosso vizinho voyeur, que tentava se justificar. Rimos muito pela situação.
Após aquele dia, sempre que a Fer chegava em casa, as mulheres da pequena vila olhavam torto e muitas obrigavam seus maridos e namorados a entrar e fechar as portas e janelas. Aquilo me divertia e me despertava tesão como nunca pensei que seria possível, saber que minha namorada, era vista como safada, piriguete ou puta.
Nos tornarmos um casal liberal foi questão de tempo apenas e hoje somos muito felizes, nos amamos e somos cúmplices um do outro em tudo. As aventuras continuam, mesmo após anos de casados.
Comentem aqui se vocês querem que eu relate outras aventuras.