ROSA FLOR 2 - Capítulo 19 – O GRANDE DIA SE APROXIMA

Um conto erótico de Armando Pinto
Categoria: Grupal
Contém 10395 palavras
Data: 24/02/2026 17:28:11

Naquela noite de sexta-feira o tio chegou por volta da 19 horas, todo alegre e sorridente, apesar do cansaço da viagem. Eu ele nos cumprimentamos com apertos de mão e abraço, ele e a Rosinha se beijaram no rosto e também se abraçaram juntando seus corpos de forma provocadora parecendo antecipar o que poderia acontecer naquela noite.

Tivemos um jantar gostoso, pizza regada a vinho e boa prosa, como sempre acontece quando o tio está na mesa. A conversa se iniciou com assuntos triviais e lentamente foi entrando no campo em que esperávamos, o sexual

Carvalho (sorrindo pra minha esposa) – E a florzinha, como passou a semana?

Rosinha (sorrindo pro tio e descaradamente o provocando) – Tá perguntando de mim, Rosinha, ou da minha florzinha aqui em baixo, a xaninha?

Carvalho (respondendo à provocação) – Você eu tô vendo que tá bem e bonita! Mas a florzinha aí embaixo não vejo há bastante tempo; como ela está, o Fer tá cuidando bem, tá dando de comer a ela?

Eu – Tio, a florzinha da minha esposa é comilona, tem uma fooooome! Tem dias que não sei se darei conta de satisfazer o apetite voraz dela!

Rosinha – Tio, o meu amorzinho Fer cuida muito bem da minha florzinha, alimenta ela todos os dias e, apesar dela ser comilona, ele não deixa faltar comida e mantém ela bem feliz!

Carvalho (malicioso) – Nos finais de semana sempre comemos mais e, se a sua florzinha comilona também for assim e quiser comer um pouco mais neste final de semana, estou à disposição pra ajudar a alimentar ela e fazê-la ainda mais feliz!

Rosinha (sorrindo pra mim) – Fer, o nosso tio safado tá se oferecendo pra dar de comer pra minha florzinha! Tudo bem pra você?

Eu (sentindo meu pau pulsar e provocando minha mulher) – Como está o apetite da sua florzinha? Se ela estiver esfomeada, concordo que o tio me ajude a dar de comer a ela; afinal eu cuidei dela a semana toda e aceitarei ajuda nestes dois dias nos quais o tio estará aqui!

Rosinha (rindo pra nós e se levantando pra tirar os pratos da mesa) – Ai, ai, ai; tô prevendo que na segunda-feira a minha florzinha estará toda despetalada!

Eu e o tio, rindo, nos levantamos para ajudar a arrumar o ambiente quando o vi, após pôr os pratos sobre a pia, dar uma palmada na bunda da minha mulher e, em seguida, iniciar carícias atrás dos joelhos e ir lentamente subindo a mão até se perder sob o vestidinho curto e encontrar os tesouros da minha esposa. Como uma fêmea no cio, que facilita as investidas do macho disposta a ser conquistada, a Rosinha abriu as pernas e arrebitou a bunda permitindo que o tio encontrasse o que procurava.

Carvalho – Huuummm, que delícia, minha linda, você tá sem calcinha! E essa sua florzinha tá quentinha e molhadinha, prontinha pra brincar!

Rosinha (sorrindo e dando uma reboladinha sem parar de lavar louças) – Tá calor pra usar calcinha, tio! Prefiro não usar nada debaixo do vestido pra que a minha piriquita possa respirar; e mesmo sem calcinha, você deve tá sentindo que ela tá bem quentinha!

Prestando atenção nos movimentos do braço do tio, deduzi que ele tirava melzinho da xota e melava o cuzinho, pois minha esposa “reclamou”!

Rosinha – Tio, você é muito sem vergonha, bastou eu deixar você mexer na xaninha que já quer enfiar o dedo no cuzinho! Tire já esse dedo safado do meu furinho, tio!

A safadeza da minha esposa e do tio Carvalho despertaram o meu ciúme, mas também fizeram meu pau endurecer e tive que enfiar a mão dentro da bermuda pra ajeitá-lo melhor.

Rosinha (sorrindo pra mim ao me ver ajeitando o pinto) – Tio, deixe de ser tarado, pois essa sua safadeza comigo tá deixando o meu amorzinho Fer de pinto duro! (arranjando um jeito do tio deixá-la em paz) – Tio, venha terminar de lavar as louças que tenho outras coisas a fazer, talvez assim você pare de me provocar!

E assim aconteceu, o tio passou a lavar as louças e a Rosinha fingiu que arrumava outras coisas enquanto eu limpava a mesa. Minha esposa sorriu pra mim e silenciosamente sinalizou que faria uma arte.

Rosinha (abraçando o tio por trás e enfiando a mão dentro da calça, debaixo da cueca, e massageando o pinto) – E como está esse seu amigão, tio! Você bateu punheta durante a semana pra acalmar o bicho ou ele está nervoso?

Carvalho (sorrindo sem poder reagir por estar com as mãos ensaboadas) – Pare de me provocar, Rosinha, pois se o meu amigo ficar nervoso vai incomodar dentro da roupa!

Rosinha (rindo pra mim, ajeitando o pau do tio pro lado e tirando a mão de dentro da roupa) – Hiii, tio, pelo jeito você não fez nada durante a semana pra acalmar o seu amigão, pois ele tá endurecendo. Tô imaginando que “vai sobrar pra mim”!

Carvalho (rindo e se virando de lado) – Rosinha, você me provocou e agora o bicho endureceu e tá doendo apertado dentro da roupa, volte aqui e ponha ele pra fora!

Minha esposa sorriu pra mim como quem diz “vou dar uma ajuda ao tio”, e foi até ele, soltou o cinto, abriu o botão, desceu o zíper e, depois de acomodar o pinto duro pra fora, voltou a fechar a calça e o cinto deixando aquele obelisco à mostra.

Rosinha (encarando o pau do tio, puxando a pele e pondo a cabeça da pica pra fora) - Tio, vou deixar ele pra fora da roupa até amolecer, mas acho melhor terminarmos de limpar a cozinha, você se banhar e irmos pro quintal tomarmos cerveja!

Minutos depois o pau do tio havia amolecido e foi guardado dentro da cueca e fomos todos pro quintal. Eu e a Rosinha nos sentamos no banco, eu na lateral direita e ela no centro enquanto o tio, em pé próximo a nós, tirava a roupa.

Carvalho (se desnudando completamente e exibindo a caceta meio mole, meio dura) – Vou tomar uma ducha que estou suado!

Rosinha – Tome uma geladinha primeiro, tio, se refresque e relaxe, depois você se lava! (provocando) - Se você deixar pra depois, talvez eu te ajude a lavar as costas!

O tio sorriu pra mim e se acomodou ao lado esquerdo da minha esposa sentando de forma relaxada, na beirada do banco, pernas abertas exibindo a pica grande sem estar totalmente dura apontada pra minha mulher e, como se todo esse oferecimento não bastasse, ainda puxou a pele do pau botando a cabeça pra fora, pois sabia o quanto isso mexia com a minha esposa.

Rosinha (tocando com a ponta do dedo indicador o pinto do tio) – Tio, porque o seu pinto tá grande?

Carvalho (sorrindo malicioso pra nós) – Acho que ele sentiu o cheirinho da sua florzinha e tá querendo brincar com ela.

Rosinha (em tom de protesto) – Tio, nem vem com esse papo de que a minha xota tá com cheiro de xota porque eu tomei banho antes de você chegar e a minha perseguida tá cheirosinha! Quer dar uma cheiradinha nela pra comprovar?

Carvalho (rindo) – Nem precisava lavar a perseguida, Rosinha, gosto dela de qualquer jeito! Porque você lavou ela?

Eu (entrando na conversa) – Quem limpa a casa, é porque tá esperando visitas!

Rosinha (dando um tapinha leve no meu pinto duro, estufando a bermuda, como forma de me repreender pelo que eu disse) - Tio, você é tão tarado por cheirinho de xota quanto o Fer.

Carvalho (sorrindo e dando um gole na cerveja ao mesmo tempo em que massageava o pau quase totalmente duro) – Xota é a melhor coisa do mundo, Rosinha! Me diga uma coisa, você já experimentou uma xaninha?

Rosinha (sorrindo quando o tio pegou sua mão e a colocou no pau) – Quando eu era novinha, troquei uns carinhos com uma amiga da escola, mas foram só umas brincadeirinhas e nada mais. Mas não nego que já fantasiei e sinto curiosidade de conhecer e brincar com uma xana!

Senti meu pau pulsar ao ver minha esposa massageando a estrovenga do tio e seus dedos apertando sem conseguirem se fechar em torno daquele poste grosso.

Rosinha (me encarando e sorrindo ao mesmo tempo em que punhetava o pau duro do tio Carvalho) – Fer, veja que tio mais safado nós temos, ele tá mostrando o pintão pra mim e me provocando ! Você não vai fazer nada, amor?

Eu (sorrindo pra ela) – E você bem que tá gostando, né! Safada do jeito que é, deve tá doidinha pra matar a saudade do pintão do tio!

Rosinha (rindo) – Ohhh, amor, você deveria me proteger, e não me denunciar assim!

Em seguida vi minha esposa se curvar pro lado esquerdo, beijar e abocanhar a pica do tio Carvalho. Aproveitei a posição em que ela se encontrava e lhe fiz um carinho na bunda que a fez levantar a perna me oferecendo os tesouros que tem entre as coxas. Ficamos naquela sacanagem por alguns minutos, eu lhe fazendo um carinho no traseiro e o tio sendo chupado pela Rosinha enquanto tomava cerveja.

Carvalho (empurrando carinhosamente a cabeça da Rosinha pra que ela parasse de chupar seu pau) – Essa sua chupada tá muito gostosa, minha flor, mas preciso tomar banho!

Rosinha (vendo o tio se afastando) – Vai lá, tio, lave esse pintão gostoso que mais tarde vou comer ele todinho!

Eu (enfiando a mão entre as pernas da minha mulher e lhe fazendo um carinho na rachinha) – Você tá muito tarada, hoje!

Rosinha (me encarando) – Oh, Fer, tô com uma vontade enorme de dar, sentir outra vez o pintão do tio dentro de mim! Posso tomar banho com ele?

Eu (beijando os lábios da minha mulher) – Vai lá dar banho no tio, minha putinha, sei que você tá doidinha de vontade de comer a picona dele!

Minha mulher me beijou, se levantou, tirou o vestidinho que usava e saiu nuazinha rebolando o belo rabo em direção à ducha onde o tio Carvalho estava de olhos fechados lavando os cabelos. Vi minha esposa se aproximar e suas mãos irem direto pro pinto que havia amolecido, mas ainda grande.

Rosinha – Quer uma mãozinha pra se lavar, tio?

Vendo aqueles dois safados sob a ducha se lavando e se provocando, tive que pôr meu pau pra fora da bermuda, pois, duro como estava, começava a incomodar dentro da roupa. Terminaram o banho depois de alguns minutos, o tio buscou mais cervejas e sentaram-se ao meu lado completamente pelados. Sendo eu o único vestido, resolvi tomar uma ducha rápida e usar esse motivo pra também ficar pelado. Quando voltei da ducha, a Rosinha e o tio, sentados lado a lado, estavam apenas conversando, mas o tio exibia a pica duríssima apontado pro alto.

Eu (desconfiado que os dois estavam de sacanagem enquanto eu me refrescava na ducha) – O que os dois safados estavam aprontando?

Rosinha (sorrindo pra mim) – Fer, o nosso tio safado tá convidando nós dois pra irmos pro quarto dele; ele tá dizendo que lá tem ar condicionado, tem televisão e que será bem gostoso, mas tô desconfiada que ele tá querendo me comer! O que você acha, amor?

Eu (fingindo protestar) – Ele tá convidando nós dois, mas acho que só vocês dois vão se divertir!

Rosinha (pegando meu pinto que endurecia) – Fer, se você concordar de irmos pro quarto do tio, prometo que depois que eu e ele terminarmos, serei todinha sua!

Eu nada respondi, mas o meu sorriso foi suficiente pra Rosinha perceber que eu concordava em aceitar o convite do tio.

Rosinha (sorrindo pra mim, mas falando pro tio) – Tio, eu e o Fer vamos até a nossa casinha escovar os dentes e depois nos encontraremos no seu quarto.

O tio sorriu e se levantou dizendo que também precisava escovar os dentes e fomos cada qual pra sua casa. Em nosso banheiro, eu terminei de escovar os dentes e cedi a pia pra que a Rosinha também terminasse sua escovação.

Para provocar minha esposa, aproveitei que ela estava encostada na pia e me agachei atrás, abri sua bunda, dei-lhe um beijinho carinhoso e uma linguadinha no cuzinho e me levantei.

Eu (abraçando minha mulher pela lateral do corpo e lhe fazendo um carinho com o dedo no seu cuzinho) – E, aí, vai dar esse cuzinho lindo pro tio Carvalho hoje?

Rosinha (me abraçando e acariciando meu pau) – Oh, Fer, sei que você tá doidinho pra me ver dando o cuzinho pro tio, e eu também tô querendo muito, mas ainda não estou pronta! Tenha paciência que não demorará muito e vou satisfazer esse seu desejo, meu corninho!

Me sentindo muito corno ao ter perguntado aquilo, apenas sorri; afinal, que tipo de marido sou eu que, além de desejar, incentiva a esposa amada a dar a bunda pra outro macho de pau grande?

Rosinha (com o vestidinho curto na mão e abrindo a gaveta de calcinhas e sutiãs) – Amor, escolha uma calcinha pra eu usar!

Estranhei o fato da Rosinha querer se vestir, principalmente porque estávamos de saída para a casa do tio onde ela transaria com ele, mas eu nada disse e escolhi uma das calcinhas sexys que ela ganhou do tio tempos atrás. Apreciei minha esposa cobrir o corpo e a xotinha com o pequeno vestido e calcinha e saímos, mas antes, vendo minha esposa vestida, também vesti um short esportivo.

Eu (não resistindo à curiosidade) – Porque você se vestiu, inclusive com calcinha? Daqui a pouco o tio vai tirar sua calcinha pra te comer!

Rosinha (parando no caminho entre nossa casinha e a do tio, me abraçando, colando seu corpo ao meu e se esfregando em mim) – Eu quero que você tire a minha roupa e me entregue ao tio, igual fez o Luiz ao entregar a Lúcia pra ele!

Eu (sorrindo) – Cachorra! Te dá tesão me fazer de corninho, é?

Rosinha (pegando minha mão e a levando pro meio das suas coxas) – Já estou molhadinha só de imaginar o meu corninho me dando de presente pra outro macho me comer! Ufffff, delícia!

Entramos na casa do tio, chamamos por ele e fomos andando rumo ao quarto onde o encontramos na cama, bebendo vinho, pelado, com as costas apoiadas num almofadão, pernas abertas e exibindo o pau mole descansando pesadamente sobre o saco, tudo bem raspado dando àquele sexo a impressão de ser ainda maior devido à ausência de pelos. Ele sorriu pra nós e apontou duas taças de vinho numa mesinha próxima. Eu e a Rosinha nos sentamos num pequeno sofá posicionado em frente à cama parecendo estar ali para que um observador pudesse assistir a putaria que estava por começar na grande cama do tio.

Rosinha (sorrindo) – Tio, cubra o seu amigão e pare de me provocar, pois quero saborear este vinho antes de começarmos nossa festinha!

O tio pegou um travesseiro ao lado e, sorrindo pra nós, cobriu o pinto. Eu e a Rosinha, sentados no sofazinho, iniciamos uma prosa com o tio sobre qualquer coisa, mas não demoramos descobrir que aquela nossa conversa não tinha “pé, nem cabeça”, pois não queríamos conversar; o que a gente queria, de verdade, era iniciar logo a putaria que tanto desejávamos. Vendo a Rosinha inquieta, cruzando e descruzando as pernas, mostrando a calcinha pro tio, perdi a vergonha e pedi:

Eu – Rosinha, que tal você fazer um strip-tease pra nós? Eu e o tio vamos adorar!

Rosinha (parecendo surpresa, sorrindo pra mim) – Oh, amor, eu até poderia tentar dançar pra vocês, mas sem música não dá?

Imediatamente o tio Carvalho, pegando o celular, fez tocar na caixinha sobre o criado mudo, uma música árabe, pois sabia que a Rosinha havia frequentado uma academia de dança do ventre anos atrás. Minha esposa, mesmo parecendo tímida, se levantou e iniciou um rebolado meio desajeitado no início e que, ao final da música, havia melhorado um pouco. Ela se adaptou melhor ao ritmo da segunda música e parecia estar gostando da brincadeira, mas eu, doido de vontade de vê-la novamente nos braços e na pica do tio Carvalho, me levantei, me aproximei por trás e, lenta e delicadamente, comecei a lhe acariciar o corpo todo fazendo com que ela parasse de dançar pra se concentrar nos carinhos que eu lhe fazia. Estávamos em frente à cama do tio, eu atrás da Rosinha, ela de frente pra ele que, jogando pro lado o travesseiro, voltou a exibir o cacete mole, porém bastante grande. Acariciei os seios da minha mulher, primeiro sobre a roupa e depois, enfiando a mão pelo decote, diretamente na pele. Em seguida baixei as alças e expus aos olhos do meu tio tarado os peitos lindos da minha amada esposa. Vendo o pau do tio Carvalho pulsar e começar a crescer, pensei: “Que tipo de marido exibe e oferece a esposa pra outro macho bem dotado?” Me senti muito corno naquela hora, mas o meu tesão aumentava rapidamente. Continuei acariciando o corpo quente da minha esposa até fazer cair o vestido deixando-a apenas de calcinha.

Rosinha (se virando pra mim, me abraçando, dando as costas pro tio e falando baixinho no meu ouvido somente pra eu ouvir) – Chegou a hora do meu corninho tirar minha calcinha e me oferecer pra outro macho me comer!

Eu (puxando a calcinha dela pra baixo descobrindo o reguinho entre as nádegas) – Adoro você, minha putinha!

Rosinha (provocando) – Sou a sua putinha, mas hoje serei putinha pro tio, também!

Minha esposa se virou de costas pra mim e de frente pro tio, empurrou minhas mãos até o seu entre coxas indicando que eu deveria tirar sua calcinha. Olhei pro tio e, vendo o cacete à meia bomba, crescendo por causa da minha mulher, segurei as tirinhas laterais da sua última vestimenta e fui lentamente baixando até exibir seu montinho de Vênus que nos últimos dias vinha se cobrindo de pelos lembrando um gramado cuidadosamente aparado e bem cuidado. Minha esposa ondulava seu corpo facilitando que a calcinha escorregasse pelas pernas até chegar ao chão. Ao vê-la nuazinha, para provocar os dois safados, cobri com minha mão a xaninha que o tio tanto queria ver, e que ela tanto queria mostrar! Sempre ouvi a frase que “mulher quando quer dar, é como fogo de morro acima e água de morro abaixo, pois ninguém segura”. Vi minha esposa levantar um dos pés e o apoiar sobre o colchão ao mesmo tempo em que puxava minha mão descobrindo sua rachinha e exibindo descaradamente, entre as pernas abertas, sua frutinha ao tio Carvalho, cujo pau crescia ao ritmo das pulsações do coração e começava a se levantar apontado pra nós.

Rosinha (virando o rosto pra trás, orgulhosamente falou no meu ouvido) – O pau do tio tá endurecendo por minha causa!

Eu (falando baixinho) – Ele vai te comer!

Rosinha (cochichando) – Eu é que vou comer ele!

O tio nada falava, apenas sorria apreciando minha esposa, que em breve seria sua putinha, enfiar a mão entre as coxas acariciando a própria xaninha.

Rosinha (falando só pra eu ouvir) – Tô molhadinha, amor!

Abraçando minha esposa por trás, deslizei dois dedos entre os lábios vaginais e, após comprovar o quanto ela estava molhada e pronta pra receber um macho entre as pernas, exibi orgulhoso os dedos melados de caldinho de xota ao tio Carvalho que, em resposta ao meu ato, pegou o pau pela base e balançou parecendo me dizer silenciosamente: “Sua mulher é uma puta, solte ela, deixe ela vir pra minha cama que eu tenho o que ela tanto tá precisando!” Atendendo aos meus desejos e do tio Carvalho, soltei minha putinha que, seguindo seus instintos, subiu na cama e se moveu de quatro com o olhar fixo no cacete que parecia lhe enfeitiçar. Ao alcançar o objeto dos seus desejos, o pau do tio, ela empinou a bunda e abriu as pernas exibindo o cu e a buceta pra mim e, batendo o cacetão do tio em seu rosto, me provocou:

Rosinha – Ufffff, delícia de cacete!

A Rosinha lambeu desde o saco até a cabeça do pau e, com fome de pica, abocanhou com gula o cacete enfiando na sua boca tudo que conseguiu. Foram uns poucos minutos de chupação e ela se levantou, ficou em pé na cama e, de pernas abertas aproximou a xota da cabeça do tio oferecendo a sua rachinha para que ele se servisse dos seus aromas e sabores. Vi meu tio enfiando a cara entre as coxas que a minha esposa abria pra ele, ansiosa pelas carícias da língua de outro macho. A posição não parecia confortável e, depois de uns minutinhos, minha Rosinha se virou de costas oferecendo e empurrando a bunda contra o rosto do tio que, tarado como era por um bom rabo, abriu as polpas e enfiou a cara entre elas.

Rosinha (sorrindo pra mim, arrebitando a bunda pra facilitar os carinhos que recebia no seu rabo e movimentando os lábios sem emitir som) – Ele tá lambendo meu cu e a minha buceta!

Não mais resistindo a tanto tesão, me levantei do sofazinho e tirei toda minha roupa e, como um macho orgulhoso, exibi meu pau super duro, mas, por outro lado, não esqueci que tamanha ereção se devia à minha grande cornitude de me excitar ao ver minha amada com outro macho!

Rosinha (se afastando do tio, dando sinais de que interrompia a safadeza pra retardar o gozo) – Tio, venha se deitar, quero fazer um 69 com você!

E assim os dois depravados se posicionaram, ela sobre ele, se lambendo e se chupando nos sexos degustando o sabor dos caldos lubrificantes liberados por seus corpos neste momento tão sublime do acasalamento. E eu, tão desavergonhado quanto eles, me levantei para apreciar minha mulher chupando aquela pica grossa que quase não entrava em sua boca. Em seguida também fui assistir o tio lambendo a racha melada da minha esposa e me surpreendi ao ver que, ao mesmo tempo em que ele enfiava a língua na buceta, também metia o dedo no cuzinho indicando claramente o quanto desejava comer aquele orifício tão pequenino. Minha esposa, tendo uma língua na xota e um dedo no cu, exibia em seu rosto suas expressões de puro prazer!

Rosinha (repentinamente largando o pau do tio e levantando o quadril impedindo que ele continuasse a lhe lamber entre as coxas) – Pare, pare, tio! Tô quase gozando, pare que ainda não quero gozar!

Depois de um tempinho respirando fundo, de olhos fechados e sorrindo, minha esposa lentamente se sentou na cara do tio e, mantendo o corpo ereto, reiniciou seu rebolado. De olhos fechados ela pareceu se esquecer da pica do macho que segundos atrás lhe dava tanto prazer e concentrou-se apenas nas sensações deliciosas que sentia entre as pernas. Minutos depois ela outra vez interrompeu a esfregação da xota no rosto do tio e se levantou pra retardar o prazer maior. E assim ela fez várias vezes até não mais resistir:

Rosinha (pressionando a buceta no rosto do tio e iniciando um rebolado frenético) – Aiii, puta que pariu, é tesão demais, preciso gozar, vou deixar o gozo vir, ai, tá vindo, vou gozar, vou gozar, aiiiii, que delícia, tô gozandooooo!

Ver minha esposa segurando o gozo, tentando retardar o prazer maior e tentando escolher quando gozar me fez sentir orgulhoso. Naquele momento tive certeza de que a minha mulher é diferente das muitas que atribuem ao parceiro a obrigação de lhe dar prazer. A Rosinha não transfere ao homem a responsabilidade pelo seu prazer; ela é do tipo que vai atrás, faz acontecer, busca o seu prazer no corpo do homem e o “usa” até conseguir o que quer, gozar!

Vi minha amada desmontar o tio Carvalho, o deixando de pau duro e cheio de tesão, para se deitar ao lado dele, em posição invertida, sorrindo o sorriso de mulher feliz!

O tio, talvez querendo continuar a transa, arriscou um carinho na xaninha da minha esposa que, sensível após o gozo, virou-se de bunda pra cima. Ele, todo carinhoso, reiniciou carícias em suas costas, laterais do tronco e lentamente foi descendo até a bunda até que seus dedos curiosos se aventuraram no canal entre as nádegas.

Carvalho (acariciando o cuzinho da minha esposa) – Rosinha, quando eu terei o prazer de conhecer a fundo este seu cuzinho lindo?

Rosinha (virando o rosto pra mim, abrindo os olhos e sorrindo) – Seja paciente, tio, a conquista mais difícil será a mais valorizada! Saiba esperar, mas tenho um pressentimento de que você não terá que esperar muito!

Após dizer isso minha esposa, ainda em posição invertida em relação ao tio, se virou de frente pra ele dando de cara com o cacetão que continuava duro:

Rosinha (pegando, esticando a pele e dando um beijinho na cabeça brilhante) – Tio, que tal guardarmos essa delícia todinha dentro de um lugarzinho quentinho e molhadinho!

Carvalho (levantando uma das pernas da Rosinha, enfiando a cabeça entre suas coxas e beijando carinhosamente a rachinha) – Sonhei com esse lugarzinho quentinho a semana toda!

Rosinha (pegando o saco do tio, amparando as bolas na palma da mão parecendo que pesava aqueles ovos) – Seu saco tá pesado, tio, deve tá cheio de creminho aqui dentro. (olhando pra ele e fazendo biquinho) – Eu quero!

Vi meu tio dotado, massageando a pica grossa para provocar minha esposa, se posicionar entre as pernas que ela descaradamente arreganhava pra ele.

Rosinha (abrindo os lábios da buceta, exibindo a portinha do paraíso e sorrindo safada enquanto assistia a mão do tio indo e vindo no cacete) - Aqui, oh! Faça ele entrar pela portinha do paraíso!

Cheio de tesão, esqueci a vergonha, me levantei do sofá e fui ver de perto uma das cenas mais excitantes pra um marido corno; uma pica grande entrando na buceta da esposa! Que cena, caros leitores! O tio Carvalho, coroa experiente, sem pressa alguma pincelava a cabeça da pica na xotinha da minha mulher, escorregava a ponta do pau desde o grelinho inchado e fora da casinha, passava por entre os lábios da buceta, empurrava na entradinha e descia até o cuzinho onde, sorrindo, pressionava o cuzinho da minha esposa.

Carvalho (sorrindo e falando pra Rosinha) – Que tal você deixar eu meter no seu cuzinho, minha linda?

Rosinha (gemendo ao sentir a pressão da pica no cu e empurrando a coxa do tio sinalizando que ele não deveria meter) – Hoje, não, tio, tenha paciência que não vai demorar muito e você vai conseguir o que tanto quer!

Carvalho – E você, Rosinha, também tá querendo meu pau nesse seu cuzinho lindo?

Rosinha (sorrindo, pegando o pau do tio e o apontando pra entrada da buceta) – Eu quero muito, tio, e o meu amorzinho Fer também tá doidinho pra me ver sofrendo e gozando com o seu pau enterrado no meu cuzinho, mas hoje não pode! (puxando o tio pelas coxas e empurrando o quadril em direção do pau) – Mete na minha bucetinha, quero sentir outra vez esse eu pauzão grosso dentro de mim, vem, mete!

O tio começou a meter devagar, empurrava a cabeça da pica até ela desaparecer no canal vaginal e tirava aumentando ainda mais o desejo da minha esposa de ter aquela picona enterrada na buceta. O tio percebeu que eu, sentado no sofá, esticava o pescoço me esforçando pra ver o que acontecia entre as pernas da minha mulher e, como bom exibicionista que é, provocou:

Carvalho (segurando minha esposa pelas coxas e fazendo ela se virar um pouco na cama) – Vire-se um pouco que o Fernando quer ver!

Rosinha (sorrindo, estendendo a mão pra mim) – Amor, venha aqui na cama com a gente, deite aqui do meu lado pra você ver o pauzão do tio entrando na minha bucetinha, venha!

Me senti muito corno naquela hora, caros leitores, mas aceitei imediatamente o convite e me deitei ao lado da minha esposa que se posicionou de frango assado se arreganhando e se oferecendo toda ao tio Carvalho que sorria enquanto batia com o pau na sua xaninha.

Rosinha (pegando meu pau, olhando pro tio e falando com a voz carregada de tesão) – Mete, tio, enfia esse cacete grosso na minha xota que o Fer quer ver!

Em silêncio, o tio começou a enfiar o cacete na xotinha da minha esposa que gemeu de dor e se contraiu quando a cabeça, abrindo a musculatura interna, levou com ela o enorme poste pra dentro do canal vaginal. Mas não entrou tudo, pois senti que o pau encostou no fundo quando ainda sobravam alguns centímetros que pareciam não caber na minha mulher.

Rosinha (puxando minha cabeça pra me beijar) – Tá gostando meu... amorzinho de ver eu dando pro tio, te dá tesão ver um pauzão dentro da minha bucetinha?

Quase tive um treco quando ela, ao formular a pergunta, deu aquela paradinha antes de me chamar de amorzinho, pois pensei que ela iria me chamar de corninho. Pra não sentir tanta vergonha da minha cornitude diante do tio, pensei que ele também já havia admitido várias vezes o tesão que sentia ao ver a esposa, a tia Carmem, transando com outro.

Eu (olhando pro meio das coxas da minha esposa onde acontecia o espetáculo mais lindo pra um marido corno) – Me dá tesão te ver com outro. (sorrindo) - E você, tá gostando de sentir outro pau na sua xotinha?

Rosinha (massageando meu pau duro) – Ai, Fer, eu amo a sua pica porque ela me faz gozar muito gostoso, mas é muito bom comer um pinto diferente! Ufffff, o pau do tio é muito grosso, ele enche a minha xaninha, veja como ela tá esticadinha!

Vi o pau do tio fazendo um vai e vem lento na xaninha que por muito tempo foi somente minha. A cena era por demais excitante, o cacete ia e vinha todo melado daquele creme branco que se forma com os lubrificantes íntimos da buceta e do pau. O tio olhou pra nós, sorriu e continuou metendo devagar, curtindo o aperto da buceta da Rosinha no seu pau enquanto ela, suspirando com a boca aberta, se deliciava com o cacete gordo enchendo sua buceta. E, enquanto tudo isso acontecia, eu e ela falávamos putarias típicas de esposa puta e marido corno!

Eu (fazendo comentário típico de corno) – O pau do tio já encheu sua bucetinha, mas ainda tá sobrando um pedaço do lado de fora!

Rosinha (embriagada de tesão) – Além de grossão, o pau do tio é muito comprido e não cabe tudo em mim, sempre sobra um pouco pra fora da minha xaninha! (apontando com o dedo) - Quando ele enfia tudo eu sinto dor aqui dentro, debaixo do umbigo.

Eu – (acariciando os peitos da minha mulher) – Dói muito se enfiar tudo!

Rosinha (me encarando, provocando) – Dói um pouco, mas se você quiser, eu como todinho o pau do tio! (sorrindo) – Tô sentindo que você quer ver o pauzão dele inteiro dentro de mim! Quer?

Eu (apesar de tímido, o enorme tesão que eu sentia me fez admitir) – Quero!

Rosinha (me surpreendendo) – Então empurre o tio e faça ele enfiar o pau todinho dentro de mim!

Por essa eu não esperava! Empurrar o meu tio pra frente e fazer com que ele enfiasse o restante da pica da minha mulher me pareceu muita cornoagem, mas ao olhar os dois safados que sorriam pra mim, entrei na brincadeira. Apoiei minha mão nas costas do tio, pouco acima do rego da bunda e empurrei ele de encontro à minha mulher que, ao sentir seu útero sendo pressionado, gemeu expressando um misto de dor e prazer. Apesar do gemido dolorido, ela enlaçou o tio com as pernas puxando seu corpo para junto dela e trazendo todo o pau pra dentro da sua toquinha.

Rosinha (gemendo) – Putz! É muito pau pra mim! Dói, mas é uma dor gostosa demais!

O tio começou a meter lenta e carinhosamente na minha mulher, mas desta vez tirando o pau até a metade pra depois enfiar até o talo sem deixar um só milímetro de fora.

Rosinha (pegando minha mão e me fazendo apalpar com os dedos a sua barriga) – Aqui, amor, aperte minha barriga pra você sentir o pau do tio dentro de mim, sinta a cabeça aqui perto do umbigo!

Apalpei e senti nos dedos algo duro dentro da minha mulher. Apertei um pouco mais e percebi que, quando eu empurrava, aquilo se movia fugindo dos meus dedos, e então tive certeza de que estava tocando o pau do tio Carvalho dentro da minha esposa. Talvez porque eu tocava aquilo indiretamente, pois entre meus dedos e o pau havia a pele da Rosinha, não me incomodei em tocar o cacete de outro homem. Continuei ao lado dos dois vendo e imaginando as delícias que eles sentiam e teria ficado ali por horas, mas a Rosinha quis mudar de posição.

Rosinha (empurrando delicadamente o tio pra que ele saísse de dentro dela) – Tio, nessa posição seu pau tá empurrando meu útero, vamos mudar, quero que você me pegue por trás um pouco!

Carvalho (ao ver a Rosinha deitada de bunda pra cima e o esperando de pernas abertas) – Você quer mesmo me castigar, né minha linda!

Rosinha – Porque você diz isso, tio?

Carvalho – Eu tô doido de vontade de meter no seu cuzinho e você vira ele assim pra mim só pra me passar vontade, né!

Rosinha (sorrindo pra mim e abrindo com as mãos as polpas da sua bunda provocando ainda mais o tio Carvalho com a imagem do seu cuzinho que ele tanto desejava) – Mete na xaninha hoje, tio! Quem sabe da próxima vez eu esteja preparada pra tentar dar a bunda pra você!

O tio meteu o pau outra vez na minha esposa que, apesar de estar com a xota laceada, não reprimiu um gemidinho, mais de tesão do que de dor. Ele se acomodou entre as pernas abertas e mexia o pau tentando empurrá-lo pra dentro o mais fundo possível.

Rosinha (fechando as pernas) – Tiiio, você é muito safado! Eu escolhi esta posição pro seu pau não entrar tudo, mas mesmo assim você dá um jeito de cutucar meu útero! Agora, com as minhas pernas fechadas, quero ver ser você consegue meter tão fundo!

Depois que ela fechou as pernas, as nádegas impediam que o tio metesse tão fundo e assim ele começou a foder minha mulher com mais força, chocando seus corpos e fazendo barulho. Mas não durou muito e o tio interrompeu os movimentos:

Carvalho (tirando o pau duríssimo e todo melado da buceta da minha mulher) – Ufa! Quase gozei!

Rosinha (sorrindo e fingindo reclamar, ainda deitada de bunda pra cima e abrindo as nádegas exibindo seus tesouros entre as pernas) – Ahhh, tio, eu tava quase gozando também! Volte já pra dentro de mim, venha aqui e me dê seu pauzão pra eu gozar nele!

O tio ficou parado na cama, sentando nos calcanhares, ofegante e olhando pro traseiro da minha esposa. Ele dava sinais de que não iria atender ao pedido dela, pois queria retardar o seu prazer maior. A Rosinha, inquieta, veio pra cima de mim, só que em posição invertida, e veio rápido não me dando tempo pra pensar se eu queria lamber sua xota toda melada de creme de foda! Ela simplesmente montou em minha cabeça, encaixou meu rosto no meio das suas coxas e caiu de boca no meu pinto. Mal tive tempo de olhar pra racha aberta e logo ela esfregava aquela fenda melada no meu nariz. Relaxei e curti, afinal o meu tesão era enorme e saber que aquela meleca toda na xota da minha mulher era um misto de caldo de buceta e lubrificante de pau, também me deu tesão. Comecei a lamber tudo por ali e me deliciar com o cheiro e o sabor de buceta metida. Tudo ia bem até que o tio Carvalho resolveu voltar à brincadeira e, sem me dar tempo de sair debaixo da minha esposa, ele veio por trás dela com o pau balançando duro procurando um buraquinho pra meter. E encontrou! A poucos centímetros dos meus olhos, vi o cacetão do tio desaparecer dentro da fenda íntima da minha esposa. Ouvi o gemido dela quando o pau entrou todo cutucando seus órgãos internos e, a seguir, vi o vai e vem da picona na buceta da minha amada e, às vezes, eu sentia o saco do tio tocar minha testa, embora eu me esforçasse pra evitar tal toque. Relaxei, curti o tesão que eu sentia e, apreciando a belíssima visão que tinha diante dos olhos, a buceta da minha esposa levando um pau enorme, voltei a chupá-la no grelinho sem me incomodar com os toques do saco do tio na minha testa, e nem mesmo quando sentia na ponta da língua a pica entrando e saindo da buceta da minha Rosinha. Desconfiei que a minha esposa estava próxima de gozar, e não foi apenas pelos gemidos que ela não conseguia conter, mas principalmente porque ela começou a chupar meu pau com tanta gula, tentando enfiar tudo na boca e, também porque sem nenhuma preparação além de uma cuspida no meu cu, enfiou fundo um dedo no meu buraquinho multiplicando meu tesão me pondo à beira do gozo também. Acho que toda aquela energia que circulava em nossos corpos também atingiu o tio Carvalho que, esquecendo que o seu pau era mais longo que a profundidade da xotinha da minha mulher, a agarrou pela cintura e começou a meter com força, socando o pau sem deixar nada de fora.

Carvalho (socando a pica na minha esposa) – Ufffff, vocês dois estão me deixando louco, é muito tesão e não vou mais conseguir segurar o gozo, ai, que delícia, vou gozar, vou esporrar e encher essa buceta gostosa com a minha porra quente, ai, vou esporraaaaar!

Caros leitores, eram tantos os estímulos que não mais consegui segurar meu gozo. Ver o tio gozando dentro da minha esposa, sentir as delícias que a boca da minha mulher me proporcionava e os dois dedos enfiados no meu cu foram demais pra mim. Senti no corpo os arrepios e as correntes elétricas anunciando que o meu prazer maior chegava. No auge do meu êxtase, vendo o pau do tio pulsar, engrossar e se contrair expulsando jatos de porra dentro da Rosinha, me dei conta de que eu estava por baixo dela, lambendo a buceta que em breve poderia despejar sobre mim todo o sumo do prazer que o tio esguichava dentro dela. Eu gozava em silêncio, curtindo toda aquela energia de três seres em pleno êxtase, mas ao lembrar dos jatos de caldo de macho sendo expelidos dentro da minha mulher, decidi que eu deveria sair dali debaixo. Quando fiz o primeiro movimento tentando escapar, a Rosinha anunciou seu gozo:

Rosinha (rebolando, sentando como podia na minha cara e esfregando o grelinho na minha boca e a racha cheia de pau na minha testa) – Ai, que delícia gozar com vocês dois, acho que tô no céu, ai, isso é bom demais, tô gozando, tô gozaaaaandooo!

Eu fui o único que gozou em silêncio devido à posição em que me encontrava, mas foi muito gratificante ver e ouvir o tio e a Rosinha anunciando em alto e bom som os seus gozos. Lentamente meus espasmos de prazer foram diminuindo junto com os da Rosinha e também do tio Carvalho que, ainda com o pau socado até o fundo na buceta da minha mulher, expelia os últimos jatos de porra. Eu olhava pra cima vendo as pulsações do pau do tio diminuírem e ainda não encontrava uma maneira de sair dali. Eu estava à mercê da sorte! A xota da minha mulher vai ou não deixar vazar a porra do tio? Acho que, devido à grossura do cacete, que mantinha os lábios da xota esticados, nem uma só gotinha ameaçava a vazar, mas eu bem sabia que, quando começasse a sair, viria em jorros fartos e eu não estava nem um pouco a fim de estar ali embaixo quando isso acontecesse. Discreta e delicadamente me movimentei sinalizando aos dois, que ainda curtiam os últimos espasmos, que eu queria sair dali de baixo. Tanto o tio, quanto a Rosinha, entenderam a minha aflição e facilitaram pra que eu saísse da “linha de tiro” (risos)! Por sorte a cama era grande e segundos depois estávamos todos deitados de barriga pra cima curtindo as batidas fortes do coração e a respiração acelerada.

Rosinha (suspirando, deitada entre eu e o tio e com um sorriso de felicidade estampado no rosto) – Esse negócio de transar com dois homens ao mesmo tempo é muito bom! Me sinto uma rainha tendo dois paus só pra mim, sinto que sou uma privilegiada, pois muitas mulheres dividem o marido com outras, e algumas nem sabem disso. Eu sou especial, pois tenho dois machos gostosos e, além disso, o meu maridinho não só me deixa dar pra outro, como também participa. Ahhh, ter dois machos é bom demais!

Carvalho (sorrindo preguiçoso) – Rosinha, você gostou quando fizemos dupla penetração lá no rancho, eu na sua xota e o Fernando na sua bunda?

Rosinha (sorrindo sapeca) – Tio, no começo me assustei com vocês dois dentro de mim, parecia que estavam rascando os meus buraquinhos, mas depois foi só tesão que eu senti! (pegando carinhosamente nossos pintos quase moles) - Foi muito bom ser o recheio de um sanduiche entre vocês dois!

Rosinha (se virando pra mim e mantendo o corpo deitado de lado, como sempre faz quando quer segurar a porra dentro da xota) – E você, Fer, gostou de gozar na minha boca agora há pouco enquanto o tio enchia minha xaninha de leitinho quente?

Eu (rindo) – Adorei, mas no finalzinho eu tava aflito pra sair debaixo de você com medo da meleca começar a vazar da sua xota!

Rosinha (fingindo me dar bronca) – Oh, amor, você já lambeu minha xota gozada tantas vezes, porque você não lamberia hoje?

Carvalho (se levantando antes que eu desse qualquer resposta à minha mulher) – Vou deixar vocês sozinhos e irei pro quintal tomar uma ducha pra me reanimar!

O tio sorriu pra nós e se foi pro quintal deixando eu e minha amada sozinhos na sua cama. Satisfeito e feliz, abracei e beijei minha esposa agradecendo silenciosamente pelo prazer que ela havia me proporcionado, não apenas por ela ter feito eu gozar em sua boca, mas principalmente por ter transado com o tio e continuar realizando as minhas fantasias de marido corno que tanto prazer me dá.

Eu (oferecendo à minha mulher um bocado de papel higiênico pra que ela colocasse na xota evitando que a porra vazasse no lençol) – Rosinha, vou dar uma mijada e tomar banho.

Rosinha (sorrindo sacana, recusando o papel que eu lhe dava e abrindo as pernas indicando que eu deveria pôr aquilo na sua frutinha) – Põe você o papel na minha xaninha, amor!

Eu (fingindo reclamar, mas ajeitando o papel entre os lábios da xota, como ela havia me ensinado) – Me sinto ainda mais corno por ter que colocar o papel na sua xota depois do tio ter comido e gozado nela!

Rosinha (rindo) – Oh, Fer, você é o meu amorzinho corninho! Eu adoro ter um maridinho corno!

Eu – Você tá muito putinha! Vou mijar!

Rosinha – Fer, vamos finalizar nossa sessão de sacanagem com o tio, hoje não quero mais dar pra ele, quero poupar as energias dele para amanhã, pois tenho planos especiais. Vá fazer o seu xixi e depois vamos embora pra nossa casinha; lá tomaremos banho e podemos transar mais uma vez antes de dormir. Que tal?

Me levantei e fui ao banheiro mijar e, como de costume, sentei no vaso pra curtir aquela preguiça enquanto esvaziava a bexiga. Caros leitores, eu já disse que é comum eu mijar sentado, pois pela manhã quase sempre acordo de pinto duro e preciso sentar no vaso, pois é a única posição que eu consigo me aliviar. Por causa disso e, também pra manter as bordas da bacia limpas em respeito à minha mulher, me habituei a mijar sentado. E sentado eu estava quando a Rosinha veio pro meu lado:

Rosinha (com um sorriso sapeca no rosto indicando que faria alguma arte) – Amor, vou sentar no seu colinho, tô muito cansada e quero descansar abraçada a você!

Eu (surpreso) - Aqui no trono? Eu tô mijando!

Ela nada disse e, sorrindo, abriu as pernas e montou em mim, frente a frente, de forma que tive que apoiar as costas na tampa do vaso e na parede. Trocamos sorrisos, nos abraçamos e, enquanto nos beijávamos, ela enfiou a mão entre as pernas e tirou o papel higiênico de entre os lábios da xota. Em seguida arrastou as nádegas sobre minhas coxas se aproximando mais de mim de forma que a xota ficou bem acima do meu pinto. Vi no seu rosto que ela fazia força e logo a seguir senti um caldo quente caindo sobre meu pau que, meio mole, meio duro, apontava pra frente e mijava preguiçoso. Olhei pra baixo, entre nós, e vi que toda aquela porra que ela tinha dentro da buceta vazava e caia no meu pinto.

Eu (sorrindo pra ela) – Você é muito safada!

Rosinha (olhando pra própria xota e fazendo força para expelir a porra sobre o meu pinto) – Veja, amor, quanto creminho o tio esguichou dentro de mim!

Enquanto aquela porra toda vazava sobre meu pinto, terminei de mijar e ela, mesmo depois de deixar vazar o creme que tinha na buceta sobre o meu pau, continuou sentada sobre minhas coxas trocando beijinhos comigo. Era uma posição cômoda e eu estava gostando até que ela me encarou e vi em seu rosto que fazia força outra vez. Me enganei quando pensei que havia mais porra dentro dela, pois o que veio a seguir foi um jato quente de mijo farto molhando e lavando minha pica melada de porra.

Rosinha (interrompendo o jato e sorrindo pra mim) – Posso continuar?

Eu (surpreso por estar tendo uma experiência nova e sorrindo admirado por ver o quanto minha esposa é safada) – Pode, tô sentindo seu mijo quentinho no meu pau! Tá gostoso!

Rosinha (olhando pro meio das pernas apreciando o jato quente que ela esguichava no meu pau) – Eu sempre quis fazer isso, mas tinha medo de você não gostar!

Caros leitores, penso que fazer o que eu e a Rosinha fizemos naquele dia só é possível entre um casal que se ama de verdade, um casal que seja muito mais que amantes e amigos; têm que ser cúmplices! Sentir aquele jato quente saindo da minha mulher direto pro meu pinto estava me dando tanto tesão que meu pau, mesmo tendo gozado há pouco, começou a endurecer novamente. Contraí os músculos da região e fiz o bicho cutucar os lábios da xota antes que ela se aliviasse totalmente.

Rosinha (sorrindo) – Amor, que delícia sentir seu pau endurecendo e cutucando minha xota, agora eu sei que você gostou de verdade do meu xixi quentinho no seu pinto. (se mexendo, procurando com a buceta o meu pau duro) – Mete, me fode!

Me estiquei um pouco projetando o pau para cima enquanto ela o procurava com a xota e, ao encontrá-lo, sentou-se encaixando meu cacete na sua fenda me fazendo sentir a delícia de meter na xaninha laceada depois de tanto ganhar o pauzão do tio Carvalho. Eu teria continuado a transa até gozarmos outra vez, mas achei melhor irmos embora antes que o tio voltasse do banho, pois certamente ele iria querer comer minha esposa outra vez.

Eu (acariciando a bunda da minha esposa e lhe fazendo um carinho no cuzinho) - Melhor irmos embora antes que o tio volte, se ele ver você aqui vai querer te comer outra vez!

Rosinha (sorrindo e se pondo de pé) – A ideia de ser comida outra vez pelo tio é boa, mas quero que ele descanse e guarde energias para amanhã. Vamos, Fer, melhor irmos embora antes que ele volte!

Arrumamos rapidamente o quarto, pegamos as nossas roupas e saímos em direção rumo à nossa casinha. Inevitavelmente encontramos o tio voltando que reclamou:

Carvalho (fingindo cara de tristeza ao nos ver com as roupas nas mãos, caminhando pro nosso lado balançando o pintão mole que batia numa coxa e noutra) – Vocês já estão indo embora? Não teremos segundo tempo hoje?

Rosinha (pegando no pinto mole e fingindo consolar a decepção do tio) – Tio, você chegou de viagem há pouco, deve estar precisando dormir. Recomendo que você descanse pra acordar com bastante energia, pois amanhã será um dia especial! Além de que eu e o meu amorzinho Fer ainda vamos brincar mais uma vez antes de dormirmos. (pegando também no meu pinto e sorrindo pra mim) – Hoje vou dar um presente especial pro Fer, pois preciso treinar para amanhã! (largando o pau do tio depois de lhe beijar de leve nos lábios) - Vá pra sua casa, tio, que agora tenho que dar atenção ao meu maridinho!

Senti que o tio parecia curioso com a fala da minha mulher, mas nada perguntou e, se fingindo de triste, foi para a casa dele enquanto eu e a Rosinha resolvemos tomar banho na ducha do quintal e aproveitar o clima agradável.

Eu (enquanto nos lavávamos) – Rosinha, hoje você disse que tem planos para amanhã e que será um dia especial, e agora falou que vai me dar um presente, pois precisa treinar para amanhã. O que você está planejando?

Rosinha (me beijando) – Vamos pra nossa casinha que lá eu te conto!

Em nosso aconchegante quartinho nos deitamos nus na cama que nos aguardava para mais uma deliciosa sessão de sexo e com a promessa da minha esposa de que me daria um presente. O que seria?

Rosinha (colando seu corpo ao meu, me beijando os lábios levemente) – Amor, quer meter na minha bunda?

Eu (abrindo um enorme sorriso) – Uau! Que delícia ter uma esposa que me oferece o buraquinho traseiro! Tem mulheres por aí que não dão a bundinha nem com muita insistência! Qual a razão de eu estar ganhando esse presente?

Rosinha (escolhendo as palavras) – Amor, se você concordar, amanhã eu gostaria de tentar dar a bunda pro tio Carvalho; ele tá desejando meu rabinho há tanto tempo e eu também tô doidinha pra sentir aquele pintão dentro do meu cuzinho, e sei que ultimamente você vem fantasiando muito em me ver enrabada pelo tio. O que você acha?

Eu não precisei responder, pois o enxerido do meu pau silenciosamente respondeu por mim e começou a crescer rapidamente ao ritmo das pulsações do meu coração.

Rosinha (olhando pro meu pinto e rindo) – Você nem precisa responder, amor, pois o seu pinto já respondeu e tá dizendo que amanhã poderei tentar dar meu rabinho pro tio Carvalho! (montando em mim, comendo meu pau com a buceta e puxando minhas mãos para a sua bunda) – Fer, você vai gostar de assistir o tio Carvalho comendo meu cuzinho, vai ficar batendo punheta enquanto eu dou a bunda pra ele?

Eu (louco de tesão imaginando as cenas que eu poderia presenciar no dia seguinte) – Me tornei um marido corno porque me casei com a mulher mais puta do mundo!

Rosinha (rebolando no meu pau, pegando o lubrificante que havia colocado debaixo do travesseiro e passando no seu cuzinho) – Não, Fer, eu é que me tornei puta depois que me casei com você, virei putinha porque você sempre me deu muito tesão, porque você me come gostoso e me faz gozar todos os dias, e agora sou mais putinha ainda porque descobri que tenho um maridinho corno que fica de pau duro só de imaginar eu dando pra outro! (enfiando o dedo no próprio cu e cutucando meu pau dentro da sua buceta) – Tarado! Tá de pau duro porque amanhã vou dar a bunda pro tio, né, safado!

Eu (provocando) – Você vai aguentar o pauzão do tio no seu cuzinho?

Rosinha (levantando o quadril desfazendo nossa conexão e procurando meu pau com o cu) – Ai, amor, eu quero tanto dar o cuzinho pro tio que acho que vou aguentar, sim! (sentando lentamente no meu pau e comendo ele com o cu numa só enfiada) – Puta que pariu, seu pau tá muito duro e dói demais!

Eu (rindo da expressão do dor no rosto da minha mulher e sentindo as delícias que o canal do cuzinho apertado me proporcionavam) – Porque você sentou assim de uma vez se sabe que dói?

Rosinha (apesar da dor, sorrindo como se estivesse orgulhosa de ter comido meu pinto numa só sentada) - Quero me acostumar com a dor de ser enrabada pra aguentar o pauzão do tio amanhã! Tô imaginando que vai doer muito no começo, mas sei que no final vou gozar bem gostoso!

Eu (agarrando e abrindo ainda mais as nádegas da minha esposa como se atrás dela estivesse alguém pra eu mostrar o cuzinho guloso comendo meu pau) – Puta, você é muito puta e vai me fazer gozar falando desse jeito!

Rosinha (diminuindo o ritmo do rebolado) – Não goze ainda, amor, quero dar bastante a bunda pra você e, quem sabe, meu cuzinho ainda estará folgadinho amanhã quando o tio for me enrabar!

Eu (sorrindo pra ela, massageando seus peitos e sentindo as contrações do seu cuzinho mordendo meu pinto) – Mas se você continuar mexendo sua bunda no meu pau e falando tanta putaria, não vou resistir e vou gozar no seu cuzinho!

Rosinha (interrompendo o rebolado e sorrindo) – Então vou ficar quietinha e não vou rebolar mais. (reiniciando as contrações dos músculos anais depois de uns segundos) – Posso continuar mordendo seu pau assim?

Eu (sorrindo) – Morder, pode; rebolar, não!

Rosinha (com um sorriso sapeca no rosto) – Já imaginou, amor, aquele cacetão enorme do tio Carvalho, bem duro e comprido enfiado no meu cuzinho? Você vai gostar de ver, vai te dar tesão?

Eu (imaginando a cena do tio comendo o cu da minha esposa) – Já tô com tesão só de fantasiar!

Rosinha (se deitando sobre meu corpo, prensando seus peitos no meu tórax) – Amor, que for difícil pra mim aguentar o pau do tio no meu cuzinho, você vai me ajudar?

Eu (curioso) – Ajudar como?

Rosinha (dando uma leve reboladinha) – Ah, quando o tio começar a meter, talvez você possa fazer 69 comigo, lamber minha bucetinha pra me distrair até meu cuzinho relaxar e o tio conseguir abrir o buraquinho e enfiar o pau. Penso que vai ser mais ou menos igual quando você me enraba, vai doer no começo, mas depois vai ser só prazer. (com uma expressão de dúvida no rosto) - Eu acho!

Eu (sorrindo para ela) – Você quer muito dar o cu pro tio, né, safada!

Rosinha (sorrindo, erguendo o corpo e, com as mãos apoiadas no meu peito, voltando a rebolar) – Ai, Fer, me dá muito tesão sentir meu cuzinho cheio de pau, até a dor inicial é gostosa quando você me enraba, mas não sei como será com o pintão do tio, aliás, aquilo é mais que um pinto, aquilo é um galo gigante e sinto um pouco de medo de não aguentar o tio metendo na minha bunda!

Eu (desafiando minha esposa) – A Lúcia aguentou, levou a vara do tio no cuzinho até o talo e com muita pressão; e ela deve ter gostado, pois gozou aos berros!

Rosinha (sorrindo) – Fer, fiquei admirada e com um pouco de inveja da Lúcia! Ela é muito mulher, porque aguentar o cacetão do tio no rabo não deve ser pra qualquer uma, não!

Eu (encorajando minha esposa) – Amanhã você também vai aguentar o cacetão do tio no seu cuzinho, vai gemer de dor no começo, mas depois vai gozar bem gostoso!

Rosinha (mordendo meu pau com o cu e me provocando com um sorriso sapeca) – Amor, seu eu conseguir aguentar o pintão do tio no meu rabinho, você vai ficar orgulhoso de mim?

Eu (sorrindo) – Vou me sentir muito corno se eu responder essa sua pergunta!

Rosinha (dando uma reboladinha pros lados, levantando o quadril tirando metade da pica da sua bunda, olhando entre suas pernas e, em seguida, deixando o corpo cair pesadamente engolindo meu pau pelo rabinho outra vez) – Oh, amor, depois de tanto tempo com seu pau dentro do meu cuzinho, acho que ele tá no ponto pra começarmos a meter de verdade. Que tal você me enrabar de quatro ou de frango assado, qual posição você vai gostar mais?

Eu – Quero te pegar de frango assado!

Rosinha (desfazendo nossa conexão, se deitando na beirada da cama, segurando as pernas abertas e com os joelhos próximos do seu peito e falando com a voz carregada de tesão) – Venha, amor, mete com vontade, seja bem macho comigo e me enrabe com força, pegue a sua fêmea com pressão igual o tio fez com a Lúcia, quero sentir o mesmo que ela!

Caros leitores, comer o cuzinho de uma mulher é uma das melhores coisas do mundo e, se for a esposa amada oferecendo o rabo, aliás, pedindo pau no cu, a enrabada se torna ainda melhor! Sorri pra minha mulher sinalizando que iria castigá-la, não porque eu seja mal, mas porque ela estava pedindo uma enrabada com pressão. Para criar expectativa e aumentar a vontade que ela sentia de ser enrabada, ao invés de meter, comecei a pincelar a cabeça da pica nas bordas um pouco inchadas da entradinha do cu e a provocá-la:

Eu (sorrindo) – Você quer dar a bunda pra mim, quer meu pau no seu cuzinho?

Rosinha (sorrindo de olhos fechados) – Dá seu pau pra mim, amor! Mete ele no meu cuzinho, faça comigo o que o tio Carvalho fez com a Lúcia e me enrabe bem gostoso, quero seu pau no meu cu!

Eu queria meter, mas ver minha esposa implorando pra ser enrabada me dava um prazer especial e, então, tentei adiar ao máximo a penetração, embora a desejasse muito. Ao me distrair olhando a cabeça do meu pau na portinha do cu da Rosinha, não percebi quando ela me enlaçou com as pernas e me puxou pra dentro dela fazendo meu cacete entrar numa só metida.

Rosinha – Ufffff, que delícia de pau você tem, Fer! Agora mete, me fode bem gostoso, quero com pressão igual o tio fez na Lúcia, quero sentir o mesmo que ela quando deu a bunda pra ele. Venha, seja bem macho comigo e fode minha bunda pra valer!

Considerando a diferença de tamanho entre o pau do tio e o meu, eu sabia que a Rosinha só sentiria o mesmo que a Lúcia se estivesse dando a bunda pro tio Carvalho, mas mesmo assim comecei a meter, ia e vinha, empurrava e tirava até a cabeça, metia fundo fazendo minha mulher gemer e se contorcer de prazer.

Rosinha – Puta que pariu, Fer, é bom demais sentir seu pau no meu cu, ufff, que delícia ter você pra me enrabar assim, mete, mete!

Eu alternava a força e a velocidade das investidas que dava no rabo da minha mulher, às vezes lento, às vezes rápido e, quando percebia que o gozo se aproximava para um de nós, enfiava bem fundo e ficava quieto dentro dela sentindo o buraquinho se contraindo e mordendo meu pau. Que delícia de cuzinho tem a minha esposa!

Eu (enquanto descansava pra adiar o gozo, me deitei sobre ela e falei baixinho) – Tá gostando, minha putinha, de sentir meu pau no seu cuzinho?

Rosinha (sorrindo e implorando) – Oh, amor, eu tô adorando, mas faz um tempão que seu pau tá dentro do meu cu e daqui a pouco vai começar a arder, não tô aguentando mais de tanto tesão, eu preciso muito gozar, vem, me fode na bunda que eu quero gozar pelo cu!

Eu (aproveitando da minha situação favorável) – Seu cuzinho é muito gostoso e eu adoro meter nele, mas você tá querendo dar ele pro tio Carvalho, né, safada! Me conte, porque você quer dar o cu pra ele?

Rosinha (percebendo que eu queria ouvir putarias, me encarou e provocou) – Adoro seu pau, Fer; ele é muito gostoso, mas eu sou putinha e quero experimentar uma pica diferente, escolhi o tio Carvalho porque ele tem o pau grande, bem grossão e comprido.

Eu (sentindo meu gozo aflorando ao ouvir tanta putaria) – Puta!

Rosinha (rebolando, se esfregando em mim, pedindo pica) - Já dei a buceta pra ele e gostei muito, agora quero sentir aquele caralhão dentro da minha bunda também, quero sentir tudo aquilo enterrado no meu cuzinho!

Eu (tirando o pau até a cabeça e enfiando até o fundo, metendo mais forte e rápido) – Você vai me fazer gozar no seu cu, minha putinha!

Rosinha (beliscando os próprios mamilos) - Amanhã vou dar a bunda pro tio e você vai ficar olhando, vendo sua esposa putinha gemendo de dor naquele cacetão; quero sentir ele metendo bem forte no meu rabo igual ele fez com a Lúcia e você tá fazendo comigo. Tô doidinha pra ser enrabada pelo tio, vou gozar muito na picona dele!

Eu (aumentando o ritmo das metidas que dava na bunda da Rosinha) – Quer gozar com o tio, putinha? Se quer gozar com outra pica na sua bunda amanhã, terá de gozar hoje na minha! (metendo forte, chocando nossos corpos) – Tome, puta, tome pica no cu, tome, tome! Ahhhhh, vou gozar, vou gozar no seu cu, que delíciaaa!

Rosinha (olhos fechados, boca aberta e suspirando) – Oh, amor, eu também vou gozar no seu pau, ai, tá chegando, oh, que coisa gostooosa gozar pelo cuuu!

Não resisti, caros leitores, e nem queria mais adiar o prazer maior; me deixei levar pelas ondas de prazer que percorriam meu corpo e gozamos juntos, eu e minha amada esposa. Após a passagem do furacão de prazer, me joguei na cama ao lado dela e cochilamos por uns longos minutos até que acordei e pude apreciá-la, ainda dormindo, com a bunda pra cima e pernas abertas. Me levantei pra ir ao banheiro, mas antes apreciei o cuzinho da minha amada e mais uma vez percebi as diferenças entre um cuzinho antes de levar pau e depois de ser fodido, pois antes ele é delicadinho, as preguinhas são pequeninas e voltadas pra dentro, mas, depois de metido, as pregas relaxam, as bordas ficam inchadas e voltadas pra fora lembrando a boca de um pequenino vulcão.

Depois de dar uma deliciosa mijada, busquei água na cozinha e acordei minha esposa para um merecido banho.

Satisfeitos de sexo e banhados, dormimos felizes e tranquilos pensando nas delícias que poderiam acontecer no dia seguinte, sábado, já que almoçaríamos com o tio Carvalho e teríamos a tarde toda pra conversar e, quem sabe, a Rosinha daria algo bem gostoso pra ele comer!

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