Eu, a esposa e a amiga. Pt 4

Um conto erótico de Dom Raphael
Categoria: Heterossexual
Contém 1682 palavras
Data: 23/02/2026 23:00:01

Olá caros leitores, essa é a parte 4 da história, onde irei contar como iniciamos uma amiga. Se você não leu as partes anteriores, sugiro voltar e ler antes de prosseguir.

Eu e minha esposa gostamos muito de sexo, acredito que ela um pouco mais do que eu rsrsrs, No começo eu era muito tímido e ela teve que me “ensinar” muitas coisas, e uma delas foi a melhor maneira de comer um cuzinho. Como excelente professora, ela sempre me dizia que precisava ter paciência e dar tempo para a mulher relaxar e se acostumar.

Ela sempre adorou fazer anal, mas mesmo assim era bem apertadinha e sempre tive que ter cuidado quando iamos transar. Apesar de meu pau não ser muito grande, é grosso.

Voltando de onde parei o relato, Lúcia estava na clássica posição de franguinha assada, com toda sua buceta e cuzinhos abertos para mim. Com o pau ainda melado, dei uma boa pincelada na entrada de sua bucetinha para pegar um pouco mais do seu melzinho e posicionei ele bem na entrada do seu cuzinho. Fer ajudava a abrir um pouco mais as bandas da bunda da Lúcia e comecei a pressionar a cabeça contra a entrada. Houve um pouco de dificuldade no início, porém me posicionei melhor, dei uma boa lambuzada no pau com um pouco mais de saliva e voltei a pressionar.

Fer já estava dedilhando a amiga, para ajudá-la a relaxar e assim as suas preguinhas foram cedendo ao invasor.

Ahhhhh, reclamou ela quando finalmente a cabeça no meu pau avançou pelo seu anel.

Parei um pouco, me deleitando com a visão do seu rabo engolindo meu membro e piscando, fazendo pressão na ponta do meu pau. Fer continuava a brincar com o grelinho de Lúcia, quando finalmente senti ela dar pequenas reboladinhas.

ahhh, ahhhhh, que Pau grosso.

Isso Rafa, arromba as pregas da nossa puta, exclamou a Fer.

Avancei um pouco mais na penetração, mesmo sob gemidos e protestos da Lúcia, comecei a bombar levemente com quase metade da rola dentro do seu rabo.

Aiii seu puto, vai me arregaçar toda assim…

Que rabinho gostoso você tem hein, safada, cachorra.

Passado alguns instantes da dor e ardência inicial, vi que ela já rebolava um pouco mais e levantava um pouco o tronco para ver meu pau deflorando-a. Nisso, apoiei minha mão sobre suas duas coxas e com uma estocada mais firme, senti minhas bolas tocarem sua bunda.

AIIIIII Porraaaaa, que pau gososto. Gritou Lúcia num misto de dor e prazer.

Agora não havia mais para onde correr, Lucia toda empalada, segurou nos meus braços e disse.

Me come vai, me faz de sua puta!

Eu fui aumentando as estocadas e seu cuzinho apertadinho já começava a ceder mais e permitir a entrada e saída do membro com mais facilidade. Olhei para a Fer e ela estava em êxtase, se masturbando com uma das mãos, enquanto a outra dedilhava e bolinava a buceta da amiga.

Sua puta, da o cuzinho para o macho casado né cachora!

Aiii, estou adorando ser fodida por vocês, seus putos.

Isso, fala quem é seu macho, fala.

Você é meu macho, meu comedor, seu cachorro.

Eu fodia o rabo dela com força e sem piedade, quanto mais ela gritava e me xingava, mais eu ficava com tesão e aumentava o ritmo. Soltei uma de suas pernas e aproveitei que ela estava totalmente entregue, a mão desceu instintivamente até seu seu rosto, sem muita força, mas o suficiente para sair um estalo e ela virar a face para lado da Fer.

Puta minha é assim, apanha na cara e enquanto está dando o cuzinho para o macho.

Aiii, ahhhh, uhhhhhh, aiiiiii… Lucia apenas gemia, sem reclamar ou protestar.

Logo o segundo tapa a atingiu no outro lado, e um gemido um pouco mais alto saiu dela. Agarrei seu cabelo, enrolando-o na minha mão, deixando ela presa e disse:

Pode gritar aqui putinha, não fica se segurando não.

AIIII PUTO, SAFADO, ME COME VAI! Lúcia passou a gritar em plenos pulmões, com meu pau fodendo seu cú.

Lúcia se soltou um pouco mais e já havia se tornando uma verdadeira puta na cama, pedindo para foder ela com mais força. Seu rosto já havia ficado rubro, parte disso graças aos tapas que estava levando e outra ao esforço que fazia para aguentar as estocadas.

AIIII, assim você vai acabar com meu cuzinho.

Cuzinho? Agora você tem um rabo delicioso e arrombado pelo meu pau, disse tirando todo meu pau de dentro dela e vendo sua abertura bem maior que outrora foi.

Não tira não, protestou ela.

Calma!

Virei ela de barriga para baixo, deixando-a de quatro novamente na cama. Ela rapidamente entendeu o que eu queria e já se posicionou mais ao centro da cama redonda do motel. Me coloquei atrás dela, abri bem sua bunda e voltei a penetrá-la com meu pau. Agora foi tudo mais fácil e rapidamente já estava estocando ela, afundando-a na cama com o peso do meu corpo.

Olhei rapidamente pelo espelho e Fer estava agora sentada na poltrona, com uma long-neck de ice, degustando a cena e a bebida com um sorrisinho no rosto. Sabia que ela já estava saciada por hora, mas tornei a me concentrar na Lucia.

Sua bunda com as marquinhas de bronzeado me atiçaram ainda mais o tesão e passei apertá-las e dar vários tapas, em ambos os lados. Adorei ver sua bunda começar a ficar vermelha.

Que puta gostosa você é!

Aiii seu puto, me fode vai!

Ah sua cachora, quer mais é?

Quero! Quero que você goze no meu rabo, encha ele com seu leite.

Aquilo ligou um estopim em mim e passei a foder ela com todas as forças que tinha. Senti a pressão começar a bater as bolas e subir pelo membro. Lucia gemia e rebolava, sem nenhum pudor.

Vou gozar, vou gozar em você sua puta!

Isso, enche meu cu vai, goza dentro dele.

Senti meu corpo prestes a explodir e soltei tudo que ainda tinha dentro dela. Ela gemeu e gritou, enquanto meu pau ainda pulsava e vertia todo o leite que havia nele.

Isso safado, goza gostoso no meu rabo!

Não conseguia dizer nada, apenas continuei a dar algumas estocadas até meu pau começar a perder sua rigidez. Parei por uns instantes, ofegante, com todo o membro ainda dentro dela. Lentamente ela foi soltando o corpo e o meu pau foi naturalmente expelido, todo lambuzado ainda e babando as últimas gotas do semem que havia acabado de derramar nela.

Vi seu cuzinho começar a expelir também parte do que havia dentro dele. Como se acordasse de um transe, Lúcia exclamou com tom de desespero:

Ai porra, você gozou dentro de mim, e se escorre pra buceta?!?! Disse levantando e pegando parte do lençol para se limpar.

Eu, que já havia levantando da cama e tentava recuperar o fôlego, apenas sorri e disse:

Foi você que pediu!

Não vai engravidar da gente viu? Disse a Fer também sorrindo e vindo em minha direção, me deu um beijo e continuou. Satisfeito?

Claro, você é a melhor esposa do mundo.

Fui o primeiro a ir tomar um banho, enquanto as duas ainda terminavam suas bebidas, conversando sobre coisas aleatórias e sorrindo. Se não fosse o fato delas estarem nuas e terem acabado de foder de todas as maneiras possíveis, pareciam apenas amigas conversando.

Após sair do banho, elas foram juntas e vi elas se banharem, sem malícia ou teor sexual, apenas ajudando uma a outra a se limpar e se lavar.

Já no carro, a caminho novamente da casa da Lúcia, o sol raiava e os primeiros pedestres saiam às ruas, cada um buscando seu destino e nós o merecido descanso. Fer novamente foi no banco de trás com Lúcia, que havia se deitado, em seu colo, e pegou no sono. Um sono merecido, já que havíamos passado mais de duas horas naquele motel e foi ela que teve que saciar nós dois de todas as formas.

Ao chegar no destino, Fer acordou a amiga gentilmente.

Amiga, chegamos, acorda.

Ai, acabei pegando no sono.

Tudo bem, você precisava.

Adorei nossa noite, nunca imaginei que vocês curtiam isso e também nunca havia pensado em ficar com outra mulher.

Nem te falei, mas eu não sou hétero, o Rafa sabe, sou Bi.

Se você não falasse, nunca iria descobrir, disse a Lúcia em tom sarcástico.

Mas agora você também não é mais hetero bobinha.

Sou sim, foi aconteceu com você.

Isso que você pensa, essa é uma porta que depois que abre, não se fecha mais. Disse Fer com um sorriso sacana ainda no rosto.

Vi as duas se despedir com um longo e molhado beijo, feito duas namoradas que não desejavam se largar. Eu observava tudo, e estava adorando ver ela assim, mas o som da cidade acordando ao fundo trouxe Lúcia novamente para a realidade.

Tenho que ir, senão vou acabar fazendo besteira novamente e agora o dia já está claro, sorriu e foi abrindo a porta. Antes de fechar, abaixou novamente perto da Fer e deu outro beijo nela.

Acredito que ainda por reflexo e absorta por tudo que aconteceu, passou a mão nos seios da Fer, que após o banho havia apenas colocado o vestido, sem nada por baixo. Vi que a mão da Lúcia estava dentro do vestido da Fer, acariciando seu seios. A cena durou apenas alguns segundos, mas havia sinais de que iríamos ter outras oportunidades com Lúcia.

Para que daqui a pouco eu que não aguento, disse a Lúcia sorrindo e se afastando um pouco.

Mas eu nem fiz nada, estou sendo bolinada aqui, respondeu a Fer fingindo inocência.

Sorrimos um pouco e esperamos Lúcia entrar e fechar o portão antes de sair. No caminho de casa pouco falamos, a Fer apenas deitou-se no banco de trás e disse:

Foi a primeira e a última vez com ela, ok?

Sem problemas, respondi, você é quem manda.

Ambos sabíamos naquele momento que haveriam outras vezes sim, mas optamos em acreditar que tinha sido apenas mais uma aventura, como outras que já aconteceram antes.

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