Eu, a esposa e a amiga. Pt 1

Um conto erótico de DomRaphael
Categoria: Heterossexual
Contém 1860 palavras
Data: 21/02/2026 16:25:06

Olá, caros leitores. Após muito tempo lendo inúmeros contos, resolvi relatar, em algumas partes, como iniciamos uma amiga e realizamos algumas fantasias.

Adianto que os relatos dessa série não foram nossa primeira experiência no meio liberal, mas em outro momento conto como foi que tudo começou.

Vamos lá. Me chamo Raphael, tenho 35 anos, e minha esposa é 10 anos mais velha que eu, Fernanda. Apesar dos 45 anos, ela tem um corpo de dar inveja a muita novinha. É morena, baixinha, com seios grandes, cinturinha bem delineada, coxas grossas e uma bunda bem redondinha. Já eu tenho 1,82m, sou moreno, porte atlético e uma barba, digamos, ok, nem muito grande, mas também não é rala.

Moramos em uma cidade do interior, mas com porte de capital, então a noite oferece muitas opções para quem curte baladas, pubs e bares noturnos.

Nossa história começa em uma dessas noitadas...

Já fizemos parte de um clube de motoqueiros da região por um tempo, mas acabamos nos afastando por causa do trabalho. Apesar disso, ainda frequentamos os bares de rock da cidade. Era uma sexta-feira quente, e já havíamos bebido um pouco. Eu na cerveja, ela na caipirinha.

Esse barzinho é daqueles onde a banda toca próxima às mesas, tudo à meia-luz, com muita fumaça das máquinas de gelo seco, misturada ao cigarro e aos vapes dos frequentadores.

Já passava de 1h da manhã quando o bar começou a fechar. Fer, como sempre, não gosta de parar cedo. Começou a chamar várias pessoas para continuar bebendo em outro lugar. Ela estava com um vestidinho preto curtinho, marcando todas as curvas do corpo. Quando saímos, sempre a deixo mais solta, e essa noite vários homens já haviam feito investidas nela, e mulheres também, porém nenhum despertou seu interesse.

Mesmo gostando de vê-la assim, sendo desejada, nunca a deixo sozinha, pois sempre existem os caras que querem avançar demais o sinal.

Saindo desse bar, fomos para outro que, na nossa cidade, é sempre o último a fechar, lá pelas 5h da manhã. Foi nesse dia que conhecemos a Lúcia, praticamente da mesma idade da Fer. Minha esposa faz amizade com muita facilidade e, pouco tempo depois de chegarmos, já estava sentada na mesa de Lúcia.

Lúcia estava com várias amigas, mas após a chegada da Fer, toda a atenção se voltou para a nova integrante da mesa. Passados alguns minutos, Fer me chamou para me juntar a elas.

- Vem pra cá Rafa, traz a sua cerveja que vou te apresentar minhas novas amigas. Levantei e me juntei à mesa, sentando no lado oposto ao da Fer.

- Essa é a Lúcia, minha nova amiga, a Cris e a Aline. Disse ela apontando cada uma das integrantes da mesa.

Sentei ao lado da Cris, uma mulher madura que, apesar de mais gordinha, era muito bonita. Aline estava ao lado da Cris, na cabeceira da mesa. Lúcia ao lado dela, com a Fer ao seu lado.

Após algum tempo e algumas cervejas e caipirinhas a mais, notei que Cris estava bem mais perto de mim e começou a passar a mão na minha coxa. O assunto estava esquentando, falávamos sobre homens que têm ou não pegada. Enquanto isso, Fer estava super concentrada na conversa com Lúcia.

Discretamente, levei minha mão até a coxa da Cris, que usava um short curto de alfaiataria, e ficamos nesse flerte por um tempo. Fer se levantou para ir ao banheiro, acompanhada de Lúcia e Aline, e acabei ficando sozinho na mesa com Cris.

- Você é bem safado, né? Disse a Cris baixinho no meu ouvido.

- Mas eu nem fiz nada!

- Sei mesmo que não fez nada, disse sorrindo baixinho, você disse que tinha pegada, até agora não vi nada...

Aquilo soou como um desafio. Olhei para os lados para ver se ninguém estava notando nossa mesa e levei minha mão discretamente para a coxa dela, dessa vez subindo um pouco mais e acariciando, por cima do tecido do short, o espaço entre as pernas. Cris afastou as coxas, permitindo que minha mão chegasse mais próxima e confortavelmente até ela.

- Não me provoca, disse quase sussurrando.

- Ainda não estou fazendo nada.

Cris fez um leve ajuste na cadeira, aproximando-se mais de mim e deixando um espaço entre o ventre e o short, que agora estava com o cintinho mais solto. Coloquei a mão entre o short e a calcinha, chegando até a região tão almejada, que se encontrava quente e umedecida. A brincadeira durou apenas alguns minutos, pois ela notou as amigas retornando e se afastou rapidamente.

Apesar do nosso pequeno momento de flerte, naquele dia não rolou nada demais, apenas sorrisos, insinuações e pequenas passadas de mão na Cris.

No caminho de casa, já no carro, Fer me disse:

- Eu vi tá, você passando a mão boba na Cris.

- Para que nem fiz nada, respondi rindo.

- Não fez porque não teve tempo, senão teria fodido ela em cima da mesa. Disse a Fer dando uma risada alta.

Naquele dia, ao chegar em casa, transamos muito até amanhecer, ela fantasiando que eu estava comendo a Cris na sua frente.

Passados muitos dias, mesmo Fer tendo pego o contato das três novas amigas, não surgiu nenhuma oportunidade de encontrá-las novamente. Até que, sem planejar nada, estávamos novamente no barzinho de rock e encontramos Lúcia sozinha.

- Amiga, o que você está fazendo aqui vagabunda? Disse a Fer já abraçando Lúcia.

- Estava com uma amiga, a Cris, mas ela achou um cara aqui e sumiu, me deixando só e a pé ainda... respondeu Lúcia.

- Agora você está conosco, eu e o Rafa vamos cuidar de você.

- Pode deixar, que eu levo as duas moças pra casa em segurança, respondi sorrindo e cumprimentando Lúcia.

Nesse dia pude notar de forma mais clara as olhadas e “secadas” que Lúcia dava em Fer quando dançavam ou pulavam ao som da música. Comecei a provocar e plantar algumas sementinhas de maldade naquilo.

- Você curtiu a Fer né? Disse para Lúcia.

- Claro, ela é linda, extrovertida e muito espontânea.

- Ela é incrível mesmo, e te garanto que tem mais qualidades.

- Ah é? Como o quê, por exemplo?

- Ela também é muito gostosa, hahaha, não precisa economizar nas palavras.

- Claro né, ela realmente é gostosa.

Após isso, notei que os olhares ficaram ainda mais penetrantes e, sempre que podia, voltava a elogiar Fer, seu corpo e seu jeito.

Quando estávamos quase indo embora, Lúcia foi ao banheiro e fiquei na mesa com Fer.

- A Lúcia não para de te elogiar, falando que você é gostosa, linda e super divertida...

- Meu amor, quem não gosta de mim só pode estar maluco.

- Você não entendeu, acredito que ela esteja afim de você.

- Para, já perguntei a ela daquela outra vez, ela me disse que não curtia mulheres, e além do mais, não faz meu tipo, você sabe...

- Mas não custa nada tentar né, estamos quase indo embora e vou ter que levar ela mesmo. Vai no banco de trás com ela e vê no que vai dar.

- Sei não, ela pode entender errado e ficar puta da vida. Nem disse a ela ainda que somos liberais Rafa.

- Só tenta, a Lúcia não parou de falar de você, se ela recusar você pede desculpas pelo mal entendido. Disse sorrindo.

- Tudo bem, vou fazer isso por você, mas saiba que está me devendo uma, vou querer ter um vale night hein, sem você por perto.

- Combinado, se arruma que ela está vindo aí.

Lúcia chegou na mesa e ficou conversando com Fer, enquanto fui pagar a conta. Ao retornar, elas já estavam saindo do barzinho e indo em direção ao carro.

- Rafa, vou ir aqui atrás com minha amiga, tá? Disse a Fer abrindo a porta do carro para Lúcia entrar.

- Sem problemas meninas, serei o Uber de vocês.

Fer entrou, fechei a porta para elas, dei a volta e me sentei no banco do motorista.

- Podemos ir meninas?

- Pode ir sim, respondeu Lúcia.

- Vai me falando onde é tua casa.

- Mandei o endereço para a Fer, coloca no GPS.

Peguei o telefone da Fer, coloquei o endereço no GPS e seguimos. No caminho, apesar das conversas e amenidades, não notei nenhuma investida da Fer. Já estava pensando que a doida da minha esposa tinha mudado de ideia e fiquei apreensivo. Nisso o GPS informou que o destino estava à esquerda.

- Chegamos meninas!

Fer sorriu e disse para Lúcia:

- Amiga, chegamos, mas quero te dizer uma coisa antes.

- O que Fer? Pode falar q...

Lúcia foi interrompida por um beijo cheio de desejo e volúpia da Fer, que partiu para cima dela sem deixá-la terminar de falar. Por alguns instantes Lúcia travou e só consegui ouvir “Que isso amiga”, meio abafado entre beijos e gemidos. Mas o susto não durou nem cinco segundos e, pelo retrovisor, vi que Lúcia já correspondia, beijando e puxando Fer para cima de si.

Eu, ainda com o carro ligado e olhando por cima dos ombros, via Fer sugando os lábios de Lúcia com vontade. O beijo foi esquentando e o vestido da Fer já estava na cintura, revelando sua calcinha preta, fio dental com rendinhas. Lúcia apertava a bunda da Fer enquanto, num gesto rápido e experiente, tirou um dos seios de Lúcia para fora e o sugava com vontade.

- Vamos sair daqui por favor, disse Lúcia entre gemidos, com Fer chupando seus seios.

- Opa, com toda a certeza.

Saí com o carro e coloquei no GPS o motel mais próximo. Como não tinha muita pressa e queria aproveitar mais aquele espetáculo, fui dirigindo calmamente pela madrugada, parando para observar como estavam as duas, outrora apenas amigas, agora duas amantes incontroláveis.

Parei num sinal e olhei para trás. Lúcia já estava sem a blusa, com ambos os seios para fora, durinhos e com marquinhas de bronzeado, apesar de menores que os da Fer, eram lindos. Fere chupava um com vontade, enquanto apertava o outro. O vestido de Fer estava praticamente todo enrolado na cintura, revelando seus enormes seios também, que Lúcia acariciava nos bicos dos mamilos.

Estiquei a mão para trás, numa tentativa de alcançar Lúcia, mas fui repreendido.

- Ela é minha Rafa, você só vai olhar por enquanto.

- Sem problemas, querida.

Continuei a dirigir, parando hora ou outra para observar as duas. Meu pau já latejava na calça, quase não me aguentando mais. Notei que mão da Fer já estava dentro do short de Lúcia. O short já estava aberto, com metade da sua bunda para fora, relevando uma calcinha vermelha. Olhando com mais atençao, vi que os dedos da Fer já estavam no clítoris da Lúcia, que gemia e segurava a cabeça da Fer contra seus peitos, enquanto suas pernas se abriam conforme o espaço permitia. Levantando um pouco de cima da Lúcia, Fer ordenou:

- Chupa meis peitos agora, safada.

Sem hesitar, Lúcia passo a mamar a Fer com a mesma vontade que havia sido chupada, e aproveitou para acariciar a bunda da Fer, colocando-a entre suas pernas.

Finalmente chegamos ao motel, com ambas quase totalmente nuas, e lá tivemos uma grata surpresa.

Continua:

P.S.: Alguns Nomes e Idade foram trocadas para preservar as pessoas. Os relatos também foram adaptados, porém mantendo a essencia dos fatos.

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