Caros leitores, nas minhas muitas fantasias, eu nunca havia imaginado um fim de semana como aquele em que passamos com o tio Carvalho no rancho. Durante o passeio eles transaram muito, fizeram sexo em quase todas as posições e realizamos muitas das nossas fantasias. Faltou a Rosinha dar a bunda pra ele, algo que ela queria muito, mas teve medo de não aguentar a estrovenga no seu rabinho. E o tio certamente também voltou sentindo que ficou algo incompleto, já que não conseguiu comer o cuzinho da minha esposa. Quanto a mim, confesso que ver minha amada gemendo e gozando com o picão grosso do tio enterrado no cuzinho se fazia cada dia mais presente nas minhas fantasias diárias.
Na volta do passeio, ao retornamos na fazenda do Luiz, assistimos o tio e a Lúcia, esposa do Luiz, dando um verdadeiro show de sexo, especialmente anal, o que me fez sentir ainda mais desejo de ver minha amada dando a bunda pro meu tio dotado. Certamente a minha esposa também voltou impressionada com a capacidade da Lúcia de aguentar o tio comendo sua bunda e ao final gozar como uma putinha.
Depois que saímos da fazenda, rumo às nossas casas, o clima era de silêncio no carro, provavelmente porque todos estavam cansados e muito satisfeitos de tanto fazer sexo. Ao chegarmos, no início da noite, tiramos as coisas da caminhonete, pedimos pizza e vinho e jantamos todos juntos. Durante o jantar o tio disse que, como a semana seria curta devido ao feriado, ele foi convocado pra trabalhar no próximo fim de semana de maneira que só o veríamos no fim da outra semana.
Terminamos o jantar, nos despedimos do tio que sairia de viagem na manhã seguinte e também fomos nos preparar pra trabalhar no dia seguinte A vida boa do fim de semana havia acabado e precisávamos voltar ao trabalho.
Tomamos banhos juntos, nos ajudamos a lavar as costas, trocamos alguns carinhos, mas não passou disso, pois nossa intenção talvez fosse deitar e dormirmos.
Rosinha (deitada ao meu lado na cama) – Fer, tô impressionada com a Lúcia, não imaginava que alguém conseguisse aguentar o pauzão do tio Carvalho na bunda como ela aguentou.
Eu (provocando) – E eu tô desconfiado que depois de ver a Lúcia dando a bunda pro tio e gozando daquele jeito, você tá sentindo ainda mais vontade de também dar a bunda pra ele, né!
Rosinha (pondo a mão no meu pinto mole) – Amor, não vou negar que penso nisso todo dia e sinto o maior tesão quando fantasio com o pauzão do tio enterrado no meu cuzinho, mas tenho certeza de que você tá mais ansioso do que eu pra que isso aconteça, sei que você tá doidinho pra me ver “sofrendo” com o cacetão do tio na minha bunda, rasgando o meu cuzinho e me fazendo gemer de dor e tesão!
Eu (sentindo meu pau mole pulsar, enfiando a mão entre as coxas da minha mulher e acariciando a rachinha quentinha) – Tô muito satisfeito de tanto gozar, mas se você conseguir endurecer meu pinto, eu te como mais uma vez antes de dormirmos!
Rosinha (sorrindo e virando-se pra mim) – Ohhh, amor, eu também tô satisfeita, mas não vou rejeitar essa sua oferta de me fazer gozar mais uma vez antes de dormir, não!
Eu (fazendo carinho com o dedo no cuzinho da minha esposa e imaginando que eu precisaria de fortes incentivos pra ficar de pau duro outra vez) – Quer fantasiar com o pauzão do tio Carvalho fodendo seu cuzinho?
Rosinha (sorrindo e massageando meu pau mole) – Tarado! Confesso que tô muito curiosa para dar a bunda pro tio Carvalho e sentir aquela picona rasgando as preguinhas do meu cu, mas acho que a sua vontade que isso aconteça é maior que a minha!
Caros leitores, me dava muito tesão fantasiar com minha amada esposa dando o cuzinho pro tio Carvalho, “sofrendo” e gemendo no pauzão grosso e comprido, mas senti que meu pau estava bastante cansado e com dificuldades pra “acordar”.
Eu (um pouco arrependido de ter ofertado à minha esposa mais uma trepada antes de dormir) – Rosinha, acho que fiz uma oferta a você que não poderei atender, tô bastante satisfeito, meu pinto tá dormindo e não tá querendo acordar.
Rosinha (se acomodando entre minhas pernas pra chupar meu pinto mole) – Deixe por minha conta, vou acordar esse seu pinto dorminhoco!
Minha mulher iniciou beijando meu saco, lambendo cada uma das bolas, mas logo em seguida abaixou a cabeça e, empurrando minhas pernas pra cima, me pondo em posição de frango assado, lambeu meu cu molhando a portinha com saliva.
Rosinha (voltando a beijar meu saco, apontando e pressionando um dedo no meu furinho traseiro) – Imagine, Fer, você assistindo eu e o tio na cama, eu cheia de vontade e medo de ser enrabada e ele preparando meu cuzinho, lubrificando meu buraquinho pra meter o pauzão grosso todinho em mim!
Ao perceber que minha mulher queria endurecer meu pau estimulando meu cu e me fazendo imaginar o tio comendo seu rabinho, me senti constrangido, mas decidi deixar acontecer, afinal, eu havia oferecido a ela mais um gozo antes de adormecermos. Não demorou muito e senti seu dedinho delicado invadindo meu cuzinho e me dando o prazer que muitos homens insistem em não admitir que sentem.
Rosinha (enfiando o dedo no meu cu e lambendo meu pau que começava a endurecer) – Oh, Fer, imagino que você vai sentir muito tesão quando ver o tio comendo minha bunda, metendo aquele cacetão de cavalo no meu cuzinho! Imagine, amor, aquele pauzão grosso entrando no meu cuzinho! Você vai gostar de ver?
Eu (sentindo meu pau meio mole, meio duro) – Vou adorar ouvir você gemendo de dor e tesão quando o pauzão do tio estiver todo enterrado no seu cuzinho!
Rosinha (enfiando fundo um dedo no meu cu e batendo meu pau quase totalmente duro no seu rosto) – Me dá muito tesão ver o pau do meu maridinho corninho endurecendo ao imaginar o cacetão do tio Carvalho fodendo meu cuzinho!
Eu (curtindo as safadezas que a minha esposa dizia, especialmente o carinho que o dedinho gostoso dela fazia no meu cuzinho) – Você é muito putinha, sabia?
Rosinha (sorrindo, atolando o dedo no meu cu e mexendo pros lados, abrindo minhas pregas) – Você acha que eu sou putinha porque quero sentir um cacete maior que o seu no meu cuzinho, e eu acho que você é o corninho mais gostoso do mundo porque fica de pau duro quando imagina a sua putinha sendo enrabada por outro macho cacetudo!
Eu (cheio de tesão, pau duríssimo, peguei e puxei a mão dela fazendo com que o seu dedo entrasse ainda mais no meu cu e confessei o prazer que eu sentia) – Seu dedinho no meu cu é muito gostoso, me dá muito tesão!
Rosinha (tirando o dedo e cuspindo no meu cu antes de me encarar) – Delícia saber que você sente tesão no cu; já que gosta tanto de um dedinho, agora vou enfiar dois pra você imaginar como seria gostoso sentir algo maior no seu rabo!
Eu (excitadíssimo, sentindo meu cu ser invadido pelos dois maiores dedos da minha mulher, confessei o prazer que sentia sem qualquer vergonha) – Ufffff, delíiicia, você tá abrindo meu cu!
Rosinha (fodendo meu rabo com dois dedos) – Ai, Fer, cê tá me deixando doidinha de tesão; é muito bom saber que você também gosta de algo dentro do seu cu! Eu queria te fazer gozar comendo seu rabo com meus dedos, mas também quero ser enrabada!
O prazer que eu sentia era enorme e, esquecendo a vergonha de admitir o meu tesão de cu, me coloquei na posição de frango assado facilitando para que a minha esposa me fodesse no rabo com os seus dedos.
Rosinha (muito tesuda, tirando os dedos do meu rabo, montando em mim em posição invertida e pondo a bunda próxima ao meu rosto) – Lambe meu cu, cospe nele, deixe ele molhadinho que vou sentar no seu pau e comer ele com meu rabo, hoje quero gozar pelo cu!
Caros leitores,vendo minha esposa tesuda daquela forma por saber que sinto tesão no cu, me deu mais tesão ainda; se eu soubesse antes, teria “dado a bunda” pra ela há mais tempo!
Rosinha (saindo de cima de mim, doidinha pra dar a bunda) – Fique de frango assado, Fer, quero dar a bunda pra você numa posição diferente, hoje!
Embriagado de excitação, obedeci minha mulher e me coloquei na posição de frango assado segurando as pernas pro alto e dobradas, cu exposto e esperando pelos próximos movimentos da minha putinha. Ela se posicionou de costas pra mim e veio se agachando procurando com a bunda o meu pau duro. Caros leitores, nós já havíamos transado naquela posição de malabaristas em outras ocasiões, mas enfiamos o pau na xota. Daquela vez, considerando a posição e os movimentos da minha mulher, ela queria meu pau na sua bunda. E assim aconteceu! Apressadamente ela pegou meu pinto duro e o apontou pro seu cu tentando encaixá-lo naquele buraquinho apertado. A primeira penetração foi na buceta, já que o pau escorregou pra dentro daquele túnel acolhedor. Ela aproveitou o encaixe e rebolou pra nos ajeitarmos melhor, e acabei ficando com meus pés em suas costas e próximos dos seus ombros de forma que meu pau dentro dela ficava forçado pra frente. Na ânsia de ser penetrada na bunda ela desfez a conexão na xota e outra vez tentou enfiar meu pau no seu cuzinho.
Rosinha (abaixando a bunda, sentando e engolindo pelo cuzinho o meu pau duríssimo) – Puta que pariu, Fer, seu pau tá duro demais! Aiiiii, tá me rasgando o cu, tá arrebentando minhas pregas, putz, como dói!
Apesar de reclamar da dor, o tesão da Rosinha era tal que, numa só sentada, comeu todo meu pau pelo cuzinho e só parou de descer a bunda quando seu corpo se juntou ao meu e, mesmo assim deu uma reboladinha se certificando de que a penetração estava completa. Caros leitores, quando senti que a minha mulher molhava seus dedos na boca para em seguida melar meu cuzinho, entendi toda a trama que ela havia armado. Não tive tempo pra pensar no que estava por acontecer, pois logo senti um dedo entrando pelo meu rabo e, na sequência, mais um.
Eu (embriagado de prazer e esquecendo qualquer vergonha por estar dando a bunda) – Você é muito puta, Rosinha, tá fodendo meu cu ao mesmo tempo em que é enrabada, que delícia sentir meu pau no seu cu e os seus dedos no meu rabo!
Rosinha (tentando virar o rosto pra mim) – Gosta de ter dois dedinhos enfiados no seu cuzinho, meu gostoso, tá te dando tesão, é? Então vou te dar mais um pra você imaginar como seria ainda melhor se fosse um pau de verdade!
Embora o meu prazer fosse enorme e eu desejasse um dedo a mais, nada respondi, pois, apesar do tesão que me dominava, ainda me restava um pouquinho, só um pouquinho de vergonha (risos)! Segundos depois senti um terceiro dedo no meu cu, forçando, abrindo minhas pregas e me fazendo sentir alguma dor, embora tenho que admitir que era uma dor prazerosa! E nos minutos seguintes nos movimentamos com meu pau totalmente enterrado no rabo da minha amada esposa e três dedos dela enfiado no meu cu. E assim gozamos:
Eu (puxando a Rosinha pra mim, enfiando fundo meu pau no cu dela e desejando que ela enfiasse mais profundamente seus dedos no meu rabo) – Vou gozar, ai, que delícia gozar no seu cu e sentir seus dedos enfiados no meu, aiiiii, tô gozando, tô gozando!
Rosinha (pressionando a bunda e comendo pelo cu todo o meu cacete) – Eu também vou gozar, amor, ai, como é bom gozar pelo cu, que gozada gostooosaaaaa!
Caros leitores, desde que conheci minha amada Rosinha, de tempos em tempos tenho a impressão que ela me proporcionou o melhor orgasmo da minha vida; e o gozo que senti naquela noite foi muito especial, não somente pela intensidade do prazer, mas também porque foi a primeira vez que ela me fez gozar com três dedos enfiados no meu cu! Nos banhamos e dormimos felizes.
Na manhã seguinte voltamos à rotina de sempre. Acordei de pau duro com vontade de mijar, apreciei minha bela fêmea por alguns segundos dormindo nua, fiz minha higiene matinal, preparei o café, comemos e eu ia saindo pra trabalhar quando minha Rosinha reclamou:
Rosinha (pondo as mãos na cintura, fingindo cara de brava) – Seo, Fernando, você não tá esquecendo de nada?
Eu (olhando pra ela) – Hummm, eu já te dei um beijo e não tô me lembrando de nada!
Rosinha (levantando o vestido, exibindo a xana desprotegida de calcinha, apoiando um dos pés na maçaneta da porta pra facilitar o carinho que desejava de mim e falando com voz autoritária) – Você se esqueceu do beijinho dela!
Com o maior prazer deste mundo, me agachei em frente à minha amada que se mantinha de pernas abertas e exibindo a rachinha. Apreciei aquela bela fruta cujos pelinhos haviam brotado e crescido cerca de meio centímetro desde a última vez que raspei, encostei o nariz no grelinho, aspirei o cheiro quente e suave de xota e beijei-lhe a portinha do paraíso sentindo na ponta da língua a umidade característica daquela região. Depois me levantei, dei outro beijo na boca da minha mulher e segui feliz rumo ao trabalho.
Naquele dia, enquanto trabalhava, às vezes eu pensava no que aconteceu no feriado prolongado entre minha esposa e o tio Carvalho, lembrava do prazer que ele havia proporcionado a ela e das gozadas que ele deu na minha mulher. Em alguns momentos senti um pouco de ciúme e, em outros, certa preocupação ao imaginar que a minha esposa ficasse dependente daquele cacetão bem maior que o meu. O dia passou e minutos antes de eu sair da empresa, olhei o celular ao ouvir sinais de fotos chegando. Na imagem a minha amada aparecia sentada no bidê do banheiro do tio Carvalho lavando a xaninha linda cujos pelinhos que brotavam a deixavam ainda mais linda e, abaixo, a mensagem: “Amor, veja o que tenho aqui pra te dar hoje à noite, sei que você gosta da minha frutinha com cheirinho natural, mas hoje fez tanto calor que resolvi dar uma lavadinha nela; venha logo, estou esperando por você!”
Durante o caminho, chacoalhando no ônibus, pensei na minha mulher taradinha me esperando em casa e meu pau deu sinais de vida, embora não tenha endurecido. Desci no ponto, caminhei por alguns minutos e, ao abrir a porta da garagem da casa do tio Carvalho, tive a grata surpresa de dar de cara com a minha Rosinha me esperando. Ela estava deitada na tampa abaixada da caçamba da caminhonete, seus pés descalços no chão e as pernas abertas denunciavam o seu desejo por mim. Ela adorava transar naquela posição na mesa de refeições, mas naquele início de noite resolveu inovar e me fazer aquela surpresa. Levantei seu vestidinho curto, que mal cobria sua bunda, e me deparei com aquele belo traseiro que tanto prazer já havia me proporcionado desde que nos casamos. Me agachei, abri as polpas da bunda e enfiei a cara no rego quente e úmido. Beijei, lambi tudo por ali, desde o início do reguinho, passei pelo cuzinho que piscou ao contato da minha língua e desci até a xotinha que me esperava já molhadinha, prontinha pra ser degustada. O cheiro do seu sexo era suave, mas suficiente pra levantar qualquer pau mole. Estiquei a língua e colhi um bocado do mel que brotava das profundezas daquela caverna desejosa de uma pica dura; o sabor denunciava que aquele caldo pegajoso e lubrificante vinha do interior de uma fêmea cheia de desejos à espera de um macho que a cobrisse.
Rosinha (virando o rosto pra mim e pedindo, quase implorando) – Vem, meu macho, me fode, me dá seu pau duro que a minha bucetinha tá precisando muito dele dentro dela!
Aquela encenação da minha mulher me encheu de tesão, me pus de pé, baixei a calça junto com a cueca e meu pau saltou duríssimo. Sem mais carinhos ou preliminares, pois eu sabia que naquele momento minha fêmea não precisava disso, agarrei suas ancas e soquei forte meu pau pra dentro da buceta quente que se abriu e acolheu meu cacete. A metida forte me fez sentir a cabeça da pica tocando o seu útero – que delícia!
Rosinha (fingindo reclamar) – Ai, cavalo, assim dói!
Não dei importância ao protesto da minha mulher, pois sabia que ela fazia charminho e comecei a meter cadenciadamente, indo e vindo, socando fundo e procurando com a cabeça do pau o seu útero, o qual consegui tocar umas poucas vezes! Foi só uma rapidinha, mas durante a meteção pensei que, apesar do tio Carvalho ter comido minha mulher durante todo o fim de semana, ela parecia continuar taradinha por mim e necessitada do meu pau e dos prazeres que eu lhe proporcionava.
Eu (excitadíssimo, anunciando meu prazer e me esquecendo de esperar que ela gozasse primeiro que eu) – Ai, Rosinha, sua buceta é muito gostosa, vou gozar, vou te encher com a minha porra quente!
Rosinha (abrindo as próprias nádegas enquanto eu esguichava em seu interior o fruto do meu prazer) – Goze, meu macho, me dê seu leitinho quente na buceta!
Depois do meu último espasmo de prazer, quando tentei me deitar sobre o corpo da minha mulher, me lembrei que ela não havia gozado; imediatamente ela também me lembrou dessa minha falha (risos)!
Rosinha (desfazendo nossa conexão e se deitando de costas na tampa da caçamba da caminhonete) – Eu ainda não gozei, seu puto; vem chupar minha xota que eu quero gozar na sua boca, vem, me faz gozar com essa sua língua gostosa!
Eu já estava acostumado a lamber sua xota gozada e, sem qualquer reclamação, cai de boca na racha aberta da minha mulher e enfiei a língua o mais profundamente possível sentindo o caldo do meu prazer vazando daquela caverna molhada.
Rosinha (se apoiando num cotovelo e puxando minha cabeça de encontro à sua xota) – Lambe minha buceta, você encheu ela de porra e não me deixou gozar, agora lambe e engole toda a porra que você esguichou dentro de mim; isso, enfia a língua, ai, tá gostoso, vou gozar, vou gozar, ai, que delícia, puta que pariu, como é bom gozar na sua boca, Fer!
Depois que ela gozou na minha boca, empurrou minha cabeça pra fora do seu entre coxas e me puxou pra cima dela me beijando e lambendo meu rosto melado de porra.
Rosinha (agarrando minha cabeça, me encarando, lambendo meu rosto e sorrindo) – Fantasio muito com o dia em que vou lamber sua cara e beijar sua boca com gosto e cheiro de outra buceta!
Ufa, que gozada gostosa! Nos vestimos, preparamos o jantar e, após a refeição, aproveitando o clima agradável, fomos tomar banho na ducha do quintal. Depois de banhados, sentamos pelados no banco do quintal e abrimos duas latinhas de cerveja pra regar a boa prosa de um casal que se ama.
Eu – Rosinha, gostou do final de semana que passamos com o tio Carvalho, realizou suas fantasias? Me conte o que mais você gostou!
Rosinha (dando um gole na cerveja e sorrindo pra mim) – Gostei de tudo, Fer! Adorei ver você de pau duro me assistindo enquanto eu dava pro tio comendo aquele pauzão, adorei as gozadas que ele deu em mim, foi tudo muito gostoso e gozei de montão; realizei muitas das minhas fantasias, aliás, nossas, mas agora quero ficar uns dias somente com você, pois é o meu amorzinho, o meu homem, o meu macho que me faz gozar gostoso!
Eu (curioso) – E o que te deu mais tesão?
Rosinha (sorrindo, olhando pro céu com expressão de quem vasculha a memória) - Ah, Fer, foram tantas as situações excitantes que não sei se vou lembrar todas, mas vou tentar. O primeiro acontecimento foi ir na fazenda do Luiz e da Lúcia e ver o cavalo Mandingo comendo a égua Kiara. O tesão que senti não foi tanto por ver dois animais se cruzando, mas sim, por imaginar que, quando fôssemos pro rancho, você iria me assistir com o tio Carvalho, ver outro macho pauzudo me comendo. Vendo os animais trepando, eu me imaginava de quatro, o tio chegando por trás e metendo aquela estrovenga enorme em mim, igual o cavalo fez na égua.
Eu (sorrindo) – Sabe que eu também fiquei de pau duro vendo a cena dos animais, mas, igual a você, senti tesão ao imaginar o tio Carvalho te comendo com aquele pintão grosso que você tanto desejava! Conte mais!
Rosinha – Todas as brincadeiras que fizemos com o tio foram muito excitantes, mas minha xaninha chegou a pingar de tão molhadinha quando, na primeira noite, você me vestiu com aquela lingerie e me entregou ao tio para que ele me comesse. (olhando pra mim) – Me deu um puta tesão ver você, meu maridinho, me entregando pra outro macho, sabia? Logo depois eu delirei de prazer ao sentir o cacetão dele entrando em mim, esticando minha xotinha como nunca antes. Uau! Foi tão especial que nunca vou esquecer; foi como se eu perdesse a virgindade pela segunda vez. Uma delícia!
Eu (enfiando a mão entre as coxas dela e sentindo o calorzinho da rachinha) – Putinha! Conte mais!
Rosinha (sorrindo e olhando meu pau que engrossava) – Fer, você é muito safado, já tá ficando de pau duro! (pegando no meu pinto) - Teve algo que aconteceu e estranhei no início, mas depois adorei, que foi sentir o quanto é bom segurar o gozo, trepar várias vezes ao dia e só gozar no fim da noite. Ah, tem outra coisa que adorei demais, que foi ser lambida na xota com um pau dentro dela; amei!
Eu (em tom de interrogatório) – Há tempos eu havia percebido que você tem a tara de chupar um pau e beijar a boca do outro com os lábios molhados de baba de pinto, e agora também percebi que gostou de ter a xota lambida ao mesmo tempo em que tem um pau dentro. Me diga porque te excita tanto fazer um homem tocar o outro.
Rosinha – Fer, as mulheres não se importam de tocar outras, aliás, acho que a maioria de nós é naturalmente bissexual. E afirmo que a maioria dos homens curte ver duas mulheres se pegando. Vocês, homens, são muito preconceituosos, parecem ter medo de se tocar, talvez pensem que tocar um ao outro vai transformá-los em gays; mas não tem nada a ver. Em fim, da mesma forma que os homens adoram ver duas fêmeas se agarrando, se chupando, botando “as aranhas pra brigar”, nós, mulheres, sentimos muito tesão em ver homens se tocando; e mais gostoso ainda seria ver eles transando!
Eu (sem querer argumentar ou, não tendo argumentos, sorri e tentei voltar ao assunto anterior) – Vamos voltar ao assunto do rancho! Conte mais!
Rosinha – Tem algo que também amei e nunca vou esquecer, que foi transar com você e o tio, juntos! Oh, Fer, me senti uma rainha entre dois homens, dois machos gostosos me dando carinho, tesão e prazer! Penso que toda mulher deveria, de vez em quando, ganhar do companheiro um outro macho de presente e curtir uma dupla penetração! Ufa! (rindo) - Só de lembrar a delícia que foi ter o pau do tio metido na xota e o seu na bunda me dá uns arrepios de tesão! Um dia, vou querer inverter, você na xota e o tio na bunda, pode ser, amor?
Eu (rindo) – Você tá cada dia mais puta! Tá doidinha pra ser enrabada pelo tio, né!
Rosinha (pegando minha mão e apertando ela entre suas coxas) - Não vou negar, amor, que todos os dias penso em como seria sentir aquele caralhão do tio dentro do meu rabinho. Acho que vai doer, mas também penso que vou gozar muito gostoso! (punhetando meu pau e sorrindo sacana pra mim) - Você vai gostar, Fer, de me ver gemendo com o pirocão do tio socado no meu cuzinho?
Eu (rindo) – Continue contanto, me diga o que mais te deu tesão.
Rosinha (apoiando os dois pés no banco e arreganhando as pernas facilitando os carinhos que eu lhe fazia na xaninha) –Fer, voltar na fazenda do Luiz me fez ficar muito tesuda, antes mesmo de chegar, minha xota ficou molhadinha só de imaginar a esposa dele, a Lúcia, dando pro tio Carvalho. E ver o Luiz entregando a própria mulher pro tio comer me lembrou que você havia feito o mesmo lá no rancho. Oh, amor, naquela hora o meu tesão foi tanto que tive vontade de tirar a roupa e dar pra todos os homens que estavam naquela sala.
Eu (rindo) – Putinha! Eu bem que vi você tocando no pau do Luiz quando baixou a bermuda dele porque ele não podia parar de filmar. Me diga, foi proposital?
Rosinha (escorregando o dedão da mão na cabeça lubrificada do meu pau e sorrindo tímida) – Amor, eu tava muito tesuda, não foi totalmente proposital, mas admito que não me preocupei em manter minha mão longe daquele pinto duro, aliás, o Luiz tem um cacete bem bonito!
Eu – Você sentiu vontade de pegar no pau do Luiz?
Rosinha (sorrindo) – Eu queria pegar, sim, mas fiquei com receio da Lúcia ou você acharem ruim.
Eu (imaginando o quanto minha mulher é safada) –Safada! E o que achou da enrabada que o tio deu na Lúcia?
Rosinha (empurrando pra baixo, rumo ao seu cuzinho, a minha mão que estava lhe acariciando a xaninha) – Fiquei com inveja da Lúcia, Fer, admito! Me impressionou a capacidade dela de aguentar na bunda todo o pau do tio Carvalho que, de tão grosso, dói até na xota quando começa a entrar. E mais, senti que o orgasmo dela foi muito intenso, ela pareceu desmaiar de tanto prazer quando gozou! (provocando) – Tô morrendo de vontade de sentir o que ela sentiu, amor! Você vai deixar eu dar a bunda pro nosso tio pauzudo?
Eu (enfiando delicada e lentamente o dedo no cuzinho dela que estava meladinho pelo mel que escorria da buceta) – Você acha que vai aguentar o cacetão do tio nesse seu cuzinho apertadinho?
Rosinha (sorrindo e provocando) – Oh, Fer, vontade não me falta, mas acho que vou precisar de você ao meu lado, me fazendo um carinho e me dando uma força, pois imagino que não será fácil, mas também penso que vou gozar muito gostoso com aquela tora dentro do meu rabinho!
Eu (cheio de tesão fantasiando com a cena) – Estou imaginando você sofrendo, gemendo de dor quando a piroca grossa do tio estiver invadindo seu cuzinho, mas também acho que vou sentir ciúmes!
Rosinha (sorrindo de olhos fechados, curtindo o meu dedo enfiado no seu cuzinho e contraindo a musculatura anal, mordendo) – Eu confesso que tô doidinha pra dar a bunda pro tio Carvalho e sentir aquela caceta grossa entrando no meu rabinho. (provocando) - Mas acho que você tá mais ansioso do que eu pra que isso aconteça; tô desconfiada que você vai ficar de pau duro quando eu começar a suar com a picona do tio invadindo meu rabo!
Eu (enfiando mais o dedo no cu da minha mulher) – Já tô de pau duro só de imaginar o cacete do tio rasgando as preguinhas do seu cu e esse seu rabinho gostoso mordendo o picão dele.
Rosinha (de olhos fechados, sorrindo e pressionando minha mão me fazendo enfiar mais profundamente o dedo no seu cu) – O pau do tio é tão grosso que não sei se vou conseguir morder ele quando estiver enterrado no meu cuzinho!
Eu (mexendo meu dedo no furinho dela) – A cada dia que passa você fica mais puta; não sei se vou dar conta de apagar esse seu fogo!
Rosinha –– (empurrando minha mão, tirando meu dedo do seu cuzinho e voltando a pôr o pés no chão) - Ai, Fer, tire esse dedo safado do meu rabo porque eu tô muito tarada e se você continuar fazendo carinho nele, vou acabar gozando antes da hora. (sorrindo pra mim e mudando o assunto) - E você, Fer, gostou do corpão da Lúcia? Ela é do tipo gostosona, tudo nela é “ão”; peitão, bundão, xoxotão. Percebi você apreciando ela todinha, especialmente aquele grelão que ela tem! Não estou com ciúme, não, tá; acho normal você desejar uma mulher como aquela, pois até eu imaginei o quanto seria gostoso cair de boca naquela xotona greluda!
Eu (escolhendo as palavras pra não provocar ciúme) – A Lúcia é uma coroa bem bonita, gostosona, e não nego que senti tesão por ela. Quanto ao grelão, eu já tive uma namorada greludinha, mas era bem menor que o da esposa do Luiz. (arriscando um comentário safado) – Deve ser gostoso lamber aquela xotona greluda!
Rosinha (apertando meu pau) – Safado!
Eu (rindo) – Safado, eu? Você não tem o direito de me chamar de safado, pois eu sei que você pegou o telefone da Lúcia porque ela prometeu te ensinar a dar a bunda pra machos dotados.
Rosinha (rindo, tornando a apoiar os pés no banco, arreganhando as pernas e empurrando minha mão de volta ao seu cuzinho e me provocando) – Fer, eu não quero dar a bunda pra vários machos dotados; por enquanto eu só fantasio com o tio Carvalho me enrabando. (colocando meu dedo na porta do seu cuzinho) - Posso ligar pra Lúcia qualquer dia desses, amor?
Eu (enfiando devagar o dedo no cu da minha Rosinha) – Tenho certeza de que vou sentir ciúme quando ver você dando o cuzinho pro tio Carvalho, mas me dá um puta tesão imaginar ele te enrabando!
Rosinha (voltando a fechar os olhos, sorrindo, curtindo a dedada que eu dava no seu cu e provocando) – Ai, amor, que bom que você concorda que eu ligue pra Lúcia! Ela vai me ensinar a dar a bunda pro tio Carvalho e vou ser tão boa de enrabada quanto ela. Me dá tesão imaginar você batendo punheta e assistindo o tio Carvalho me enrabando!
Eu (me movimentando no banco pra beijar minha mulher e enfiar mais profundamente o dedo no cuzinho dela) – Vou adorar ver a minha putinha toda suadinha, engolindo pelo cu o pauzão do tio, gemendo de dor e gritando de tesão quando gozar com pauzão dentro do rabo!
Rosinha (empurrando outra vez minha mão pra que eu tirasse o dedo do seu cu e sentando na beirada do banco de modo a deixar sua bunda disponível para mim) – Ai, amor, esse assunto me encheu de vontade, tô precisando muito ser enrabada, venha me foder no cuzinho, quero dar a bunda pra você e sentir esse seu pauzão duro todinho enterrado no meu rabo, vem!
Vendo minha esposa tarada por pica no rabo daquele jeito, resolvi castigá-la antes de meter, me levantei e me ajeitei entre suas pernas abertas e comecei a pincelar a cabeça do pau desde o grelinho e fui descendo, passando por entre os lábios vaginais até chegar no cuzinho.
Rosinha (segurando minha cintura e me puxando de encontro a ela) – Mete, no meu cuzinho, Fer, me dá essa piroca gostosa, venha me enrabar!
Não atendi ao pedido da minha esposa, pois queria ouvi-la implorando e continuei brincando com o pinto na portinha da buceta.
Rosinha (de olhos fechados e voz carregada de tesão) – Mete, amor, me enraba que eu tô precisando muito do seu pau no meu cuzinho pra me fazer gozar bem gostoso!
Eu também tinha os meus limites e, não conseguindo mais resistir, resolvi atender aos desejos da minha esposa, mesmo que parcialmente e, então, meti a pica na buceta até o fundo tentando tocar seu útero com a cabeça da pica.
Rosinha (suspirando) – Oh, Fer, seu pau tá muito gostoso dentro da minha buceta, mas quero ele no meu cuzinho, venha, amor, me enrabe!
Senti que eu não resistiria muito àquela carga altíssima de tesão e não demoraria pra gozar. Percebendo que a Rosinha também estava muito tesuda, resolvi apressar as coisas.
Eu (tirando o pau da xota e pincelando ele no cuzinho da minha mulher) – O que a minha putinha tá querendo? Conte pra mim!
Rosinha (segurando minha cintura, me puxando pra ela, me encarando e falando com uma expressão de puta estampada no rosto) – Quero seu pau enterrado bem fundo na minha bunda, hoje eu quero gozar pelo cu; venha, come meu rabo!
Eu (pressionando a cabeça da pica entre as pregas, mas sem enfiar e incentivando minha esposa a fantasiar com o tio Carvalho) – Tô desconfiado que você vai dar o cuzinho pra mim e pensar na pica do tio Carvalho!
Rosinha (desesperada, tentando me puxar pra ela ao mesmo tempo em que empurrava a bunda pra frente de encontro a mim) – Hoje eu quero dar só pra você e pensar somente no seu pau. A partir de hoje vou te dar minha bunda muitas vezes, quero aprender a dar a bunda sem sentir muita dor pra poder oferecer meu cuzinho pro nosso tio caralhudo, pois eu sei que você também tá doido de vontade de ver ele me enrabando!
Eu (enfiando o pau devagar, sentindo a cabeça rompendo o esfíncter e abrindo o caminho apertado pra que todo o cacete escorregasse pra dentro daquele túnel quente) – Se é pau no cu que você quer, então tome!
Rosinha (com os olhos fechados e gemendo de dor) – Puta que pariu, Fer, você enfiou tudo de uma vez no meu rabo, ai, como dói!
Eu (com a consciência um pouco pesada por ter enfiado todo meu pau numa só metida) – Oh, amor, você meu deixa muito tesudo e eu não aguentei! Quer que eu tire um pouco?
Rosinha (me puxando pela cintura e empurrando a bunda contra mim buscando uma penetração total) – Não tire, não! Agora que já enterrou tudo, quero que você me faça gozar bem gostoso, vai, mete essa piroca grossa e dura no meu cu, fode meu rabo!
Comecei a meter cadenciadamente, indo e vindo, tirando o pau até a metade e enfiando outra vez e, aos poucos, à medida que eu percebia que a dor que ela sentia era substituída por prazer, fui acelerando o ritmo, tirando o pau até sobrar somente a cabeça dentro e enfiando novamente e batendo meu púbis no rego da bunda com mais força.
Rosinha (se aproximando do gozo, me puxando pra ela e esfregando a bunda no meu púbis) – Ai, Fer, que delícia dar a bunda pra você, isso, mete, fode meu cu que tô adorando, vem, me dá esse cacete gostoso, soca ele no meu rabo que eu vou gozar, isso, mais, me enraba, vai, vou gozar no seu pau, que delícia, tô gozando pelo cuuu!
Eu (não resistindo a tanto tesão, metendo fundo e com força no cu da minha mulher e imaginando como será quando o tio Carvalho estiver enrabando minha esposa com aquela estrovenga gigante) – Ufffff, ai, putinha gostosa, vou esporrar dentro do seu cu, sinta minha porra saindo, tome porra no rabo, ai, que delícia, tô gozandooo!
Depois de gozarmos, ajudei a Rosinha a se ajeitar no banco pra que pudesse descansar, busquei outra cerveja e sentei-me ao lado dela curtindo as delícias do pós gozo. Enquanto saboreava o líquido gelado pensava nas coisas que ela havia dito durante nossa transa. O fato dela dizer que ligaria para a Lúcia, esposa do Luiz, pra aprender algumas técnicas de como dar a bunda e, principalmente, por também dizer que a partir de agora daria o cuzinho pra mim mais vezes pra se preparar para o tio Carvalho, me causou um misto de ciúme e empolgação. Terminamos juntos a cerveja, tomamos outro banho e dormimos felizes.
Na manhã seguinte, como de costume, acordei, tomei café junto com a minha amada e, antes de sair pro trabalho, além de beijar-lhe a boca, também dei um beijinho na xaninha que me esperava quentinha debaixo do vestido curto.
Depois de um dia longo de trabalho, voltei pra casa e encontrei minha esposa esquentando o jantar. Dei-lhe um beijo e fui ao quarto trocar a roupa por algo confortável. Ao passar pelo computador ligado, fiquei curioso e fui ver as páginas que estavam abertas; o objeto da pesquisa no Google era “como dar a bunda”. Entre os resultados havia dicas, tutoriais e até vídeos, todos tratando sobre o assunto.
Eu (brincando com a Rosinha) – Pelo que tô vendo aqui no computador, você tá muito a fim de aprender a dar a bunda, né!
Rosinha (rindo) – Eu já sei, amor, mas acho que posso aprender mais, quero ser tão boa quanto a Lúcia; farei tudo que puder pra agradar o meu maridinho!
Eu (provocando, fingindo ciúme) – Pra mim você dá a bunda legal, não tenho nada a reclamar, acho que você quer melhorar pra poder dar pro tio Carvalho, isso, sim!
Rosinha (percebendo meu ciúme, vindo até mim, me abraçando, beijando e enfiando a mão dentro da minha cueca) - Deixe de ciúme, heim! Hoje mesmo aprendi algumas técnicas de higienização interna e, se eu conseguir fazer em mim, poderei dar a bunda pra você sem risco de acontecer um “acidente” e sujar; você entende, né? (sorrindo pra mim enquanto apertava meu pinto mole) – Pense bem, amor, vou poder dar meu rabinho pra você com o mesmo desempenho das atrizes pornô e você poderá meter à vontade!
Percebi naquela conversa o quanto a minha esposa é capaz de se empenhar em fazer algo quando realmente se interessa pelo assunto.
Após o jantar, como de costume, fomos nos banhar na ducha do quintal e curtir o clima agradável. Após o banho, busquei cerveja enquanto a Rosinha, peladinha, se ajeitava no banco do quintal. Voltei, dei uma latinha pra minha amada e sentei-me ao lado pra conversarmos. Sabendo que a minha mulher gosta de falar do seu dia, já que fica sozinha em casa, fiquei em silêncio esperando ela iniciar a prosa.
Rosinha – Fer, hoje pela manhã troquei algumas mensagens de “zap” com a Lúcia e logo em seguida ela ligou e falamos sobre aquele assunto.
Eu (meio desconfiado) – E, aí, o que conversaram?
Rosinha – Fer, eu havia pensado em ligar quando você estivesse ao meu lado, mas penso que é um assunto feminino e íntimo e seria melhor ser tratado somente entre nós duas. Mas vou contar tudo a você agora. Segundo a Lúcia, dar a bunda dói, principalmente nas primeiras vezes. Ela disse que quanto mais se faz sexo anal, menos dor se sente, e isso ocorre porque nos acostumamos com a dor; ela disse que é como tirar os fios da sobrancelha, ou seja, acostuma-se com a dor que parece diminuir com o tempo. Outra coisa que ela disse foi que é fundamental fazer uma higiene interna. Fer, é um assunto meio chato, mas não é novidade pra ninguém que a xota é limpinha e o cu, não. E, por isso, antes de dar a bunda, tem que ir ao banheiro, sentar no trono, esvaziar tudo que puder, mas, segundo a Lúcia, pode não ser suficiente. Ela disse que usa supositórios de glicerina pra fazer uma limpeza interna inicial e, depois, também usa produtos líquidos, encontrados em farmácias, pra fazer uma limpeza total. Mas ela também recomenda fazer uma lavagem com água, conhecida popularmente por duchinha, podendo ser com a mangueirinha do chuveiro. Ela disse que se eu tiver bidê em casa, posso utilizar aquela água que sai pelo buraquinho lateral e injetar no ânus com uma mangueirinha igual à do chuveiro.
Eu – Eu já li algo a respeito sobre usar supositórios pra quem dificuldades para evacuar, e também de alguns produtos farmacêuticos, líquidos, pra injetar no ânus, mas usualmente são usados por quem vai fazer alguns exames médicos específicos. Quanto a tal duchinha higiênica, li que é bastante comum e aconselhável antes de fazer sexo anal. Creio que tudo isso que a Lúcia recomendou não te causará problemas, mas imagino ser bastante trabalhoso. Você vai querer fazer tudo isso?
Rosinha – Você acha que não vale o trabalho, Fer?
Eu (sentindo meu pinto pulsar) – Você é quem decidirá, eu perguntei porque todas as vezes que você deu a bunda pra mim, foi legal e não precisou ter todo esse trabalho.
Rosinha (escolhendo as palavras) – A Lúcia disse que dar a bunda pra um pinto de tamanho normal não exige tanta preparação, embora ainda haja o risco de sujar, mas que um pau grande, igual ao do tio, ocupa muito mais espaço dentro da mulher e é preciso que o “ambiente” esteja limpo pra conseguir abrigar o pau sem risco de sujar!
Eu (tentando esconder com as mãos o meu pau quase totalmente duro) – Eu nunca havia pensado nisso! A Lúcia deve gostar muito de sexo e dar a bunda, pois somente uma mulher que goste tanto de ser enrabada seria capaz de pensar em tudo isso!
Rosinha (sorrindo e puxando minhas mãos pra ver meu pau endurecendo) – Fer, você é muito safado! Aposto que tá imaginando o pintão do tio dentro do meu rabinho!
Eu (sorrindo, contraindo os músculos e exibindo orgulhoso meu pau balançando) – E o que você aprendeu na internet sobre o assunto?
Rosinha – Numa pesquisa básica, a maioria das matérias trata da ducha higiênica; mas para os outros tipos de higienização, tive que pesquisar mais, mas acho que já sei o suficiente e a partir de amanhã vou procurar os produtos e aprender praticando.
Eu (abraçando minha esposa e sentindo sua mão massageando minha pica dura) – Você é muito maluca! Mas se quer tanto aprender a fazer a limpeza interna e não se incomoda com o trabalho que vai ter, apoio você!
Rosinha (montando em meu corpo, sorrindo parecendo apaixonada por mim e encaixando meu pau na sua buceta e falando ao meu ouvido) – Delícia de pau duro que você tem, Fer; quer ir pra cama e meter ele na minha bunda?
Eu (surpreso) – Você me deu a bunda ontem, vai querer ser enrabada hoje de novo?
Rosinha (pegando minha mão e a levando para o seu traseiro, colocando meu dedo no seu cuzinho) – Se eu aguentar, vou dar meu cuzinho pra você todo dia até eu não sentir tanta dor!
Eu (sorrindo) – Com essa sua tara de dar a bunda, acho que você vai aguentar, mas eu não sei se vou conseguir manter esse seu fogo sob controle.
Rosinha (sorrindo e me provocando ao mesmo tempo em que rebolava gostoso no meu pau dentro da xota) – Relaxe, amor, se você não me aguentar, no fim de semana o tio Carvalho voltará e ajudará a apagar o meu fogo.
Me levantei do banco com a Rosinha engatada em mim e, envolvido por seus braços e pernas, caminhei com cuidado até o quarto sem desfazer a nossa conexão, coloquei minha mulher na ponta do colchão, continuei em pé no chão e comecei a meter na buceta que estava deliciosamente molhada e acolhedora.
Rosinha (se posicionando de frango assado, puxando seus joelhos até os peitos e exibindo o belo rabo e o cuzinho que ela piscava pra me provocar) – Me enraba, quero seu pau no meu cuzinho!
Tirei o pau da buceta e, aproveitando o mel que escorria melando o cuzinho, pincelei meu cacete e pressionei a cabeça no centro das pregas até a Rosinha gemer:
Rosinha (de olhos fechados e se concentrando nas sensações que o meu pau lhe causava no rabinho) – Isso, põe e tire devagar, vem entrando aos poucos no meu cuzinho! (ao sentir a cabeça passando pelo esfíncter) – Ufffff, como dói!
Tirei o pau, deixei cair um bocado de saliva no “campinho” (espaço entre a buceta e o cu) e voltei a meter, sempre devagar e tomando o cuidado pra não causar muita dor na minha esposa. E assim fui fazendo, indo e vindo e a cada vez que empurrava meu pau naquele orifício apertadinho, enfiava um pouco mais até colar meu púbis nas preguinhas anais da minha Rosinha.
Eu (pressionando meu corpo ao dela e dando uma reboladinha pros lados) – Pronto, minha flor, tá tudo dentro, sinta meu pau todinho enterrado no seu rabinho!
Rosinha (segurando minha cintura, me puxando ainda mais pra ela) – Delícia de pau que você tem, Fer; adoro ele enterrado no meu cuzinho!
Rosinha (curtindo o vai e vem lento e cuidadoso do meu pau no seu cuzinho) – Fer, hoje quero algo especial, quero que você me faça gozar e só goze depois que eu conseguir a segunda gozada; pode ser?
Eu – Vou tentar, mas não sei se consigo; esse seu cuzinho apertando meu pau tá gostoso demais! Talvez se você vier por cima de mim eu consiga segurar meu gozo!
Rosinha (me agarrando com braços e pernas) – Venha se deitar aqui na cama, vou por cima cavalgar você!
Sem desfazer nossa conexão, fizemos alguns malabarismos até conseguirmos nos posicionar no centro da cama, eu por baixo e a Rosinha por cima cavalgando meu corpo e me dando seu cuzinho que insistia em morder meu pau enterrado nele. Eu sempre consegui retardar meu gozo ficando por baixo e, embora naquela situação o meu prazer fosse maior por estar enrabando minha esposa, não gozei até ela anunciar o seu prazer.
Caros leitores, a minha linda esposa fica ainda mais bela quando goza! Na posição em que eu me encontrava, por baixo, pude sentir e ver o seu rebolado, suas mãos agarrando os próprios peitos beliscando os mamilos e o prazer do gozo estampado em seu rosto.
Rosinha (me encarando, sorrindo, suspirando e gozando) – Que delícia, Fer, aiiiii, como é bom gozar no seu pau, como é bom dar meu cuzinho pra você! Ufaaaaa!
A Rosinha se deitou sobre mim me fazendo sentir sua respiração quente e acelerada próxima ao meu ouvido, mas não consegui resistir muito tempo estando naquela posição passiva em que me encontrava. Carinhosamente fiz com que ela saísse de cima de mim e a coloquei de quatro. Que bela visão é a minha esposa toda amolecida pelo prazer do gozo, de quatro na cama, peitos e rosto apoiados no colchão e rabo empinado! Fui por trás dela e, embora meu pau não seja nenhum pauzão, me senti um verdadeiro cavalo ao começar a enfiar meu cacete duríssimo no cu da minha mulher.
Rosinha (sentindo meu cacete invadindo seu rabo) – Putz! Você já meteu em mim até me fazer gozar, mas ainda sinto dor! Fer, você é muito pauzudo e tá rasgando meu rabinho!
Me senti envaidecido ao ouvir que meu pau era grande, embora soubesse que não era verdade e, apesar dela alegar que ainda sentia dor, continuei a meter, cadenciadamente, indo e vindo, tirando o pau até a cabeça e voltando a socar profundamente até bater meu corpo no dela que gemia:
Rosinha (embriagada de tesão) – Ufffff! Que enrabada gostosa que você tá me dando, Fer, isso, mete no meu cu, arregaça ele com esse seu cacetão grosso que eu gosto!
Ouvindo minha esposa falar daquele jeito desconfiei que talvez fantasiasse com o tio Carvalho, mas quando ela anunciou o gozo, vi que minhas desconfianças não tinham fundamento:
Rosinha (se jogando no colchão, se deitando de bruços com as pernas abertas me obrigando a me deitar sobre ela pra continuar metendo) – Ai, vou gozar outra vez, que delíciaaaaa!
Vendo minha esposa gozando pelo cu pela segunda vez, não mais segurei meu prazer maior e o deixei aflorar sentindo em meu corpo os arrepios característicos, a falta de ar, o coração se acelerar e a felicidade que só o sexo pode nos dar!
Rosinha (suspirando) - Ufaaa, como é bom gozar no seu pau, Fer; desse jeito vou querer ser enrabada todos os dias!
Sentindo meu pau amolecendo, saí de cima da Rosinha, me deitei ao lado dela e adormecemos por alguns minutos. Naquela noite ainda tomamos um banho rápido e dormimos felizes.
Caros leitores, eu gostaria de contar a vocês, detalhadamente, cada um dos dias que passo com a minha amada esposa, pois todos são maravilhosos, mas não seria possível sob pena de alongar demais esta narrativa e, então, tentarei resumir.
Desde que nos casamos, eu e a Rosinha temos uma vida sexual bastante ativa, mas depois que viemos morar no mesmo espaço em que vive o tio Carvalho, o sexo passou a ser uma atividade quase que diária, aliás, só diminuímos o ritmo quando a Rosinha menstrua e, mesmo assim, fazemos sexo no chuveiro, mas não todos os dias. Sendo assim, não seria possível narrar cada transa nossa.
Algo que quero registrar aqui é o fato de que, após o fim de semana que passamos com o tio no rancho, eu pensava que a Rosinha iria lembrar e falar dele todos os dias, fantasiar, imaginar o próximo encontro e etc., mas não! Estranhamente ela quase não falava nele e parecia estar ainda mais apaixonada por mim, não apenas querendo sexo e gozo, mas eu a sentia mais atenciosa e carinhosa, o que me deixou tranquilo em relação a um possível sentimento mais afetuoso com o tio Carvalho.
Eu (provocando minha esposa enquanto lhe fazia um carinho de dedos na xaninha ao chegar do trabalho, querendo saber se ela sentia falta do tio Carvalho) – E aí, tá com saudades do tio Carvalho e do pintão dele?
Rosinha (sorrindo) – Fer, gosto muito do tio, sinto carinho e gratidão enormes por ele e não nego que foi bom transar com ele lá no rancho e, certamente vamos trepar outras vezes, pois gosto daquele pintão, mas também penso que ele, sozinho e sem mulher, precisa sentir e se aliviar num corpo feminino. Considerando que ele gosta de me pegar, que eu gosto de dar pra ele e que você sente tesão quando vê eu e ele trepando, quero dar mais vezes, inclusive a bunda, quando eu estiver preparada! Mas deixo claro que não dependo do pintão do tio, o seu me basta, me faz gozar gostoso e mantém meu fogo controlado.
Gostei de ouvir aquilo, me senti valorizado e confiante! Os dias foram se passando, eu e a minha amada esposa transando praticamente todos os dias, pois, mesmo eu sentindo falta dos meus livros, músicas e filmes, também não resistia às provocações da minha putinha e sempre acabávamos na cama, inclusive fazendo sexo anal mais frequentemente. E assim chegou a noite de sexta-feira.
Eu (chegando em casa após voltar do trabalho) - Rosinha, o tio Carvalho passou um “zap” dizendo que chegará em uma hora e sugeriu pizza e vinho pra jantarmos juntos.
Rosinha – Que tal tomarmos banho antes, hoje fez muito calor e tô precisando uma boa ducha e lavar a perereca!
Eu (provocando) – Tá querendo tomar banho só porque o tio tá chegando, né safada!
Rosinha (me abraçando, pegando minha mão e colocando debaixo do seu vestido curto sem calcinha) –Ohhh, amorzinho, se eu fosse dar pra você, nem iria lavar, pois sei que você gosta muito de me pegar suadinha, que adora o cheirinho natural da minha xaninha, mas o tio tá vindo e acho melhor tomar banho, afinal ele está sem mulher há vários dias e, se você concordar, poderá rolar algo gostoso entre eu e ele!
Eu (sentindo nas pontas dos dedos a rachinha quentinha, meladinha e escorregadia, características típicas de xotinha de final de tarde) – Pelo que senti, você tá se preparando pra dar pro tio, né, safada!
Rosinha (rindo) – Amor, o tio deve chegar com vontade de sentir um corpo feminino, pegar uma mulher e esvaziar o saco!
Eu (me fingindo de bravo, mas sem tirar a mão do entre coxas da minha mulher) – Putz! Ainda tenho que ouvir isso da minha esposa putinha! (puxando ela pela mão) - Vamos lá pra ducha do quintal que eu te ajudo a lavar a perereca!
Rosinha (me abraçando e falando no meu ouvido) – Ai, que delícia! Maridinho que gosta de ser corninho lava a bucetinha da esposa pra outro macho comer!
Caros leitores, fomos tomar banho na ducha do quintal e, ao chegarmos lá, meu pau estava brilhando de duro, pois eu fantasiava ver minha esposinha querida outra vez espetada no pauzão do meu tio dotado.
Eu e minha amada nos acariciamos e nos provocamos durante o banho, mas não fizemos sexo, pois naquela noite ela estava reservada ao meu tio pintudo. Vestimos roupas leves, eu apenas um short esportivo sem forro e ela um vestidinho curto sem calcinha e sutiã que deixava os bicos dos peitos marcando o tecido. Voltamos para a cozinha pra preparar a mesa e aguardar o tio Carvalho.
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