[…]
— Obrigado. Tu é... — Ri. — Caralho, Samanta, onde tu tava escondendo isso?
— Tá bem na tua frente há muito tempo, tu tava ocupado demais olhando pra todo mundo.
Não tinha certeza como responder, mas a Sam não pareceu estar esperando resposta. Levantando a perna, perguntou: — Quer meus sapatos no pé ou fora?
Olhei pros saltos vermelhos sexy e pensei nela mantendo eles, mas reparei nos dedos dos pés que agora estavam pintados de vermelho. O pensamento de ter ela completamente nua pesou mais que o quanto os sapatos eram sexy e sorri. — Fora.
— Faz as honras — a Sam disse, colocando o salto na minha coxa.
Agarrei o tornozelo e levantei a perna, meus olhos fixos no remendo vermelho entre as coxas que mostrava uma mancha escura no meio onde a buceta tava encharcando. Puta merda, ela tava dentro disso!
Me forçando a prestar atenção, desabotoei a tira ao redor do tornozelo e lentamente deslizei o sapato. Encarei a tatuagem de borboleta e por impulso beijei.
— Faz de novo.
Beijei o topo do pé de novo, e ela sussurrou: — Beija meus dedos.
Dei de ombros. Porra, ela tinha acabado de chupar meu pau. O mínimo que podia fazer era beijar os dedos.
Dei em cada dedo um beijo suave, e ela suspirou. — Gosto disso.
— Gosta?
— Sim. — Mexendo os dedos contra meus lábios, ela riu. — Menti quando disse que tinha um namorado tarado por pés. Eu que gosto.
— Ah. — Levantando a outra perna, tirei aquele sapato, dessa vez passando a língua brincalhona pelos dedos.
A Sam deu risadinha, fazendo eu sorrir e chupar dois dedos na boca.
— Ahh, isso é legal! — ela ronronou. — Os outros caras me olhavam como se eu fosse doida.
— Cada parte de ti é sexy — falei, levantando a perna mais alto e beijando a sola do pé.
— Fala de novo — ela disse baixinho.
— Samanta — beijei o topo do pé — tu tá incrível.
— Tu também, mas sempre pensei isso sobre ti.
— Sério?
— Ah, sim. — Ela estendeu entre as pernas e esfregou a mancha molhada na calcinha. — Não dá pra ver? — Daí colocou os pés nas minhas coxas e puxou a calcinha pelos quadris. — Acho que fiz algo muito legal pra ti, e tá na hora de tu retribuir o favor.
A Sam levantou as pernas retas e assisti com a boca aguando e o pau pingando enquanto ela descascava a calcinha da buceta e deslizou pelas pernas.
A buceta da Sam era tão rosa quanto os mamilos e não só lisa, mas brilhando de tão molhada que tava. A Sam dobrou as pernas, empurrou a calcinha pros pés brincalhona e chutou. Caiu no meu peito. Pegando, levei pro nariz e inalei. — Caralho — sussurrei ao cheiro da buceta dela.
— Por que se contentar com isso, quando a coisa real tá bem aqui.
Meus olhos arregalaram enquanto ela lentamente abriu as pernas até estarem completamente abertas. A Sam abaixou as pernas pra que os joelhos tivessem sobre meus quadris. Enquanto me ajoelhava ali, ela estendeu pra baixo e abriu a buceta.
— Vem dar um beijo na tua Samanta — ela sussurrou.
Minha Samanta? Ela tinha dito naquele ronronar sexy que vinha usando desde que começamos. Enquanto me esticava na cama pra ficar apoiado nos cotovelos entre as coxas, disse: — Gosto de como isso soa.
— Eu também. — Ela bateu a unha vermelha no clitóris. — Agora, que tal tu me mostrar o que aprendeu de todo aquele pornô que assiste.
Coloquei as mãos nas coxas macias e encarei o botão rosa inchado. Me inclinando, respirei fundo, inalando o cheiro inebriante da buceta.
Daí soprei levemente no clitóris, e ela gemeu: — Não provoca!
Lambi os lábios e daí dei uma lambida, lambendo os dela. Passei a língua pela carne molhada, saboreando o gosto do fluido grudento se acumulando na boca. Quando cheguei no clitóris, fiz um círculo e daí dei um beijo suave.
A Sam gemeu e sacudiu os quadris, empurrando a carne quente e molhada na minha cara. Trabalhei de volta pelo comprimento da buceta, curtindo o jeito que as coxas tremeram debaixo das minhas mãos e os gemidos baixos vindo dela enquanto girava a língua pelos lábios molhados.
Me forcei a não atacar a buceta do jeito que queria e tomei meu tempo explorando ela com a língua. A Sam tava gemendo baixinho, mas não mandando ir mais rápido. Empurrei minha língua contra ela e deslizei pelo comprimento da buceta, enfiando dentro dela.
— Ah merda! — ela gemeu enquanto mexia a língua.
Movi minhas mãos entre as pernas, suavemente abri os lábios, e movi minha língua pra dentro e pra fora, pegando outro bocado dos sucos deliciosos.
— Ah, meu Deus, isso é gostoso! — ela gemeu, fazendo meu pau mexer de novo. — Por favor lambe meu clitóris! Preciso gozar tanto!
Ansiosamente deslizei minha língua de dentro e deslizei de volta pro topo da buceta, chupando o clitóris na boca.
— Ah, aí! Hmm assim mesmo, amor — ela arrulhou.
Amor? De novo, o jeito que ela disse tava de boa comigo, e suavemente chupei o clitóris. A Sam jogou as pernas sobre meus ombros e começou a deslizar os pés macios pelas minhas costas.
Tracei o clitóris com a língua em círculos lentos e ela suspirou de prazer, os pés descansando nos meus ombros. Revezei primeiro lambendo depois chupando o botão rosa duro, e a Sam gemeu e choramingou enquanto dava prazer.
— Tu fica lindo demais entre minhas pernas, olhos verdes — ela me disse. — Lindo demais.
— É um lugar lindo demais pra estar — disse em volta do clitóris.
— Enfia teus dedos dentro de mim.
Movi minha mão pra baixo e suavemente empurrei dois dedos dentro como ela pediu.
— Ah sim... Agora pra dentro e pra fora, bem suave.
Gemi nela pela sensação de ter meus dedos dentro dela. A buceta da Sam não era só apertada, mas quente e molhada, e o pensamento que seria mais que meus dedos dentro dela logo tinha meu pau completamente duro e empurrando no colchão. A Sam mexeu os quadris, balançando em sincronia com meus dedos.
A Sam soltou um gemido longo enquanto brincava com os mamilos. Olhos fechados e lábios abertos, suspirou baixinho cada vez que meus dedos empurravam nela. As unhas vermelhas provocando os mamilos tinham meus quadris moendo na cama enquanto continuava a trabalhar o clitóris com os lábios e língua.
— Ah, amor — ela ronronou — aí, assim mesmo! — Ela ofegou e os quadris mexeram mais rápido, empurrando forte nos meus dedos. — Chupa!
Assim que comecei a chupar o clitóris da Sam, ela começou a bombear os quadris e fazer barulhinhos agudos de guincho.
— Aí! Ah meu Deus, Bruno, mais um pouco! Ah, só mais um pouco! — Ela soltou um guincho alto e gemeu: — Ah, por favor continua chupando! Por favor não para, amor! Por favor, por favor... ah, por favor!
Aquele último "por favor" virou um guincho longo e alto que fez meu pau pular. Enquanto continuava a chupar o clitóris, a Sam sacudiu os quadris loucamente, soltando um guincho atrás do outro. A buceta já apertada contraiu ao redor dos meus dedos empurrando, e enquanto esfregava a buceta na minha cara, prendeu minha cabeça com as coxas, me prendendo à carne tremendo.
Com certeza não tava reclamando. Na verdade, meu pau tava latejando ao som dela gozando e ao jeito que a buceta não só tava apertando meus dedos mas também chupando eles enquanto continuava a empurrar nela.
A Sam arqueou as costas, empurrando a buceta ainda mais forte na minha cara, e gritou tão alto que sorri com o pensamento que os vizinhos provavelmente iam ouvir. A buceta apertou ao redor dos meus dedos mais uma vez. Com um gemido baixo, o corpo da Sam relaxou e as pernas escorregaram dos meus ombros pra cama.
— Ah, meu Deus, eu precisava disso, Bruno. Foi tão bom!
Sorrindo, dei outro beijo no clitóris e relutantemente levantei meu rosto da buceta encharcada. — Tu gostou mesmo? Fiz direito?
— Não dá pra ver? — Ela riu. — Tu realmente acha que eu fingiria?
— Não — disse, me sentindo bem orgulhoso.
— Bruno?
— O quê?
— Tu tá duro de novo?
— Depois disso? Como eu não ia estar? — Sentei nos joelhos, expondo meu pau em pé entre minhas pernas.
— Caralho, isso fica bonito. — A Sam se apoiou nos travesseiros e me chamou com o dedo. — Que tal tu vir aqui e me deixar sentir tu dentro de mim?
— Eu... eu posso mesmo?
A Sam revirou os olhos. — Não, te chupei e deixei tu me chupar. Agora vou só levantar e ir embora. Pra alguém que queria tanto...
— Eu te quero! — exclamei, rastejando entre as pernas, colocando as mãos de cada lado dos ombros e olhando pra baixo.
A Sam sorriu pra cima, colocando as mãos nos meus ombros. — Então o que tu tá esperando, Bruno? Faz amor comigo.
Fazer amor com ela. Sempre pensei nisso como sexo, mas ouvir desse jeito soava bem bom. O fato de vir de uma garota linda deitada nua debaixo de mim adicionou à emoção. Agarrei meu pau e ambos gememos enquanto esfregava pra cima e pra baixo pelo comprimento da buceta encharcada.
— Tu tá provocando de novo. Dentro, Bruno, por favor? Te quero tanto.
Caralho! Empurrei a cabeça do meu pau pela buceta. Quando cheguei na entrada e comecei a empurrar pra dentro, parei.
— Merda.
— O quê? — Pela primeira vez, a Sam pareceu nervosa. — Merda, o quê? Qual é o problema? Tu não quer?
— Eu quero! — Falei — mas preciso, sabe — estendi pela cama pro criado-mudo — usar alguma coisa.
— Foda-se — a Sam disse, estendendo pra baixo entre nós e agarrando meu pau. — Não fiquei com ninguém há meses e sempre usei alguma coisa e tu não ficou com ninguém. Tomo pílula e eu... quero te sentir. Nada entre a gente, só tu dentro de mim. Por favor?
— Eu... Ah, meu Deus! — Gritei, quando empurrando meu pau contra ela, a Sam empurrou os quadris. A cabeça do meu pau afundou na carne quente e molhada e gemi com o quão incrível era.
— Até o fundo! — A Sam gemeu. — Até o fundo!
Até agora, tinha tentado ir devagar que conseguisse e não agir como o que era: um virgem empolgado. Mas com a sensação da buceta quente ao redor da cabeça sensível do meu pau, perdi o controle e com um empurrão dos quadris empurrei fundo dentro dela.
— Ah, Bruno! — A Sam gritou, enrolando os braços ao redor dos meus ombros enquanto afundava na carne quente e receptiva.
Ofeguei e permaneci sobre ela, absorvendo a sensação incrível de estar completamente dentro dela. A buceta quente da Sam envolveu meu pau e não podia acreditar como era bom. Movi os quadris pra trás, e daí empurrei pra frente, de novo deslizando dentro do calor molhado do corpo.
— Devagar — a Sam disse, os olhos arregalados. — Tu é... tu é grande pra caralho. Só vai bem devagar, beleza?
Me forcei a fazer como ela pediu e movi os quadris devagar pra frente e pra trás, deslizando meu pau na metade antes de empurrar de volta nela. Ambos gememos cada vez que empurrei pra frente. Me puxando pra ela, a Sam encontrou meus lábios com os dela e mexeu os quadris em sincronia com os meus. Relaxei e suspirei na boca dela com a sensação dos peitos pequenos pressionando em mim enquanto mexia dentro dela.
Os lábios da Sam deixaram os meus. Segurando a parte de trás da minha cabeça, pressionou meu rosto no pescoço. Beijei ela suavemente e comecei a mexer mais confiante, deslizando mais do meu pau de dentro e enfiando de volta. A Sam gemeu cada vez que penetrei nas profundezas quentes, os quadris mexendo mais forte nos meus, me empurrando mais fundo.
— Como eu sou? — ela sussurrou na minha orelha. — Eu sou gostosa?
— Tu... é... incrível — respondi entre os sons de prazer que não conseguia evitar soltar cada vez que nossos quadris empurravam um no outro.
— Tu também — ela respirou na minha orelha. — Eu sabia que tu ia ser.
— Tu... tu pensou nisso?
— Não dá pra ver? — Ela soltou um guincho agudo quando empurrei os quadris mais forte nela. — Eu te quis, Bruno. Te quis por muito tempo e... depois que tu ligou, falei pra mim mesma que não ia deixar tu ir com ninguém mais. Queria ser tua primeira vez.
— Tu... tu é — gemi. — Eu... tô feliz que tu é.
— Tu fala sério? — Ela beijou meu pescoço, e dessa vez foi a Sam que enfiou os quadris forte em mim. — Tu tá feliz de estar comigo?
— Muito feliz — disse. — Tu tava certa. Isso é muito melhor com alguém que é especial pra mim.
— Tu é muito especial pra mim. — A Sam empurrou nos meus ombros.
Endireitando os braços, olhei pra baixo pra ela.
Meus olhos se prenderam nos peitos perfeitos, que agora estavam cobertos com uma leve camada de suor. As coxas tavam pressionadas nas minhas e os dedos estavam cravando nos meus ombros.
Os quadris da Sam estavam mexendo em ritmo perfeito com os meus, e por mais bom que fosse, não conseguia evitar pensar em como seria fazer em outras posições. Tinha esperado tanto tempo por isso e queria aproveitar de todas as formas que conseguisse.
— Bruno, eu...
— A gente pode mudar? — perguntei.
— M-mudar?
— É. A gente pode, sabe — dei uma piscada — tentar de um jeito diferente?
A Sam franziu a testa. Por um momento pareceu chateada e achei que tinha ferrado de alguma forma, mas ela rapidamente sorriu e disse: — Qualquer coisa que tu quiser, Bruno. Quero que tu lembre disso.
— Eu...
— Então a gente pode mudar, mas quero terminar assim. Beleza?
— Claro. — Abaixei a cabeça e chupei o mamilo na boca, fazendo ela gemer. — A gente pode...?
— Eu sei o que tu quer. — Ela piscou. — Senta.
Me forcei a deslizar de dentro e sentei nos joelhos, assistindo enquanto a Sam levantou as pernas e rolou de quatro.
— Puta merda — respirei enquanto absorvia a visão da Sam por trás.
A bundinha firme ficava ainda melhor empurrada no ar e a buceta rosa lisa tava piscando pra mim entre as coxas macias. Me ajoelhando atrás, agarrei os quadris e coloquei meu pau na nádega da bunda, admirando como ficava bonito ali.
A Sam jogou a cabeça, mandando o cabelo castanho comprido pela pele lisa das costas. — Tu vai me comer ou só olhar pra mim?
Me comer. O jeito que ela disse isso fez eu empurrar meu pau pra baixo entre as pernas e entrar com um empurrão longo.
— Ah porra! — A Sam gritou. — Caralho, isso é fundo!
— Desculpa. — Comecei a puxar, quando ela conseguiu me surpreender de novo.
— Não disse pra parar! Só disse que tu tava fundo. Agora vai em frente e me come.
Jesus, ela era gostosa! Enquanto enfiava meu pau duro nela e ouvia ela gritar, me bateu que finalmente tinha a resposta pra minha pergunta se a Sam seria ou não uma tarada.
Segurando os quadris, comecei a comer ela com empurrões longos e fortes. Cada um terminava com ela soltando um guincho agudo e eu gemendo baixinho com o quão boa a buceta era apertando meu pau, comendo ela. Esse pensamento ficou na mente, e sorri enquanto continuava bombeando os quadris e enfiando meu pau nela.
Isso era ainda melhor que tinha esperado que fosse. Não só sexo, mas com uma garota que com certeza não era tímida sobre isso e que não era só sexy pra caralho, mas a única pessoa que confiava completamente. A Sam soava como se tivesse curtindo também. Essa opinião foi confirmada quando ela começou a balançar pra frente e pra trás, enfiando a bundinha bonita de volta no meu pau empurrando.
— Ah, porra, isso é gostoso! — A Sam gemeu. — Caralho, sonhei com isso por meses.
Tinha sonhado com isso por mais tempo que isso, mas se alguém tivesse me falado que seria a Sam que estaria comendo teria rido. Não tava rindo agora. Agora tava gemendo igual idiota, mas curtindo cada minuto. Desacelerei os empurrões, saboreando como cada centímetro do meu pau sentia deslizando na buceta quente.
— Para.
— Eu... tô fazendo algo errado?
— De jeito nenhum! — Ela riu. — Mas quero minha favorita. Deita de costas.
A Sam não tinha me levado pro caminho errado até agora.
E retirando meu pau brilhante dela, deitei de costas. A Sam jogou a perna sobre meus quadris e montou em mim. Alcançando pra trás, guiou meu pau pra buceta e deixou o peso ir. Ambos gememos enquanto ela se empalou no meu pau e começou a balançar os quadris pra frente e pra trás.
A Sam apoiou as mãos no meu peito e se inclinou, deslizando os peitos pra frente e pra trás, os mamilos roçando meus lábios. Coloquei a língua pra fora e a Sam suspirou enquanto passava pelos mamilos. Ela parou de mexer e colocou o mamilo na minha boca, se abaixando pra eu poder chupar.
A Sam gemeu e daí trocou, deixando eu cuidar do outro mamilo. Ela parou de deslizar pra frente e pra trás e trabalhou meu pau pra dentro e pra fora da buceta.
Mexendo mais rápido e forte, a Sam se empurrou pra cima e pra baixo, e foi minha vez de começar a fazer sons de gemido enquanto ela cavalgava em mim igual pornstar. Ela guinchava cada vez que meu pau enterrava dentro dela, mas continuava a sacudir loucamente em cima. Tava respirando forte e minhas pernas tremiam debaixo dela enquanto mexia ainda mais rápido.
— Ah merda — gemi — Sam, eu...
— Ainda não — ela disse, imediatamente desacelerando.
Choraminguei de frustração enquanto a sensação de que ia gozar sumiu, mas a Sam compensou. Balançando os quadris suavemente em mim, sentou bem reta e levantou os braços sobre a cabeça, fazendo um show de lenta e sensualmente cavalgar em mim.
— Olha pra ti — sussurrei, encarando os peitos lindos e o corpo magro enquanto ela se provocava no meu pau. — Jesus, tu tá gostosa.
— Fico feliz que tu acha — ela ronronou enquanto segurou os peitos e acariciou os mamilos. — Te falei, vou fazer hoje de noite algo que tu nunca vai esquecer.
Coloquei as mãos nos quadris e comecei a empurrar e puxar, guiando ela no meu pau. Nessa posição, ela tava provocando, mas não me importei. Quanto mais isso durasse melhor. Nessa altura tava impressionado com o quão boa ela ficava tanto quanto com o quão porra de boa ela era.
A Sam tava suando e o rosto tava corado e os mamilos pareciam tão duros quanto eu me sentia. O clitóris rosa tava inchado e espiando entre os lábios e os suspiros suaves eram música pros meus ouvidos.
A Sam sorriu pra baixo e disse: — Que tal a gente voltar pra onde começou?
Ela rolou de mim. Assim que tava de costas, eu tava de volta entre as pernas e afundando devagar nela.
— Hmm, isso é legal — ela disse enquanto lentamente mexia dentro dela. — Vem aqui.
Deslizei os braços debaixo dos dela pra nossos corpos estarem pressionados juntos. Enquanto os lábios encontravam os meus, a Sam enrolou as pernas longas ao redor da cintura, me puxando mais fundo no abraço quente. Comecei a mexer um pouco mais rápido mas ainda tomando meu tempo, descobrindo que tava curtindo tanto quanto tinha indo mais forte quando ela tava de quatro.
Enquanto a língua da Sam entrou na minha boca, pensei que não podia ficar melhor que isso. Nossos corpos entrelaçados estavam mexendo em perfeita harmonia e os lábios macios e língua da Sam estavam provocando e acariciando os meus. Os mamilos estavam cutucando no meu peito e os braços e pernas estavam enrolados apertado ao meu redor.
— Ah, Bruno — ela gemeu, puxando os lábios dos meus — tu é tão gostoso. Por favor não vai mais rápido. Só continua fazendo assim.
Não tinha problema ouvir ela. Não podia acreditar como isso era bom, e não só o sexo. Ter a Sam tão perto, o corpo suado enrolado no meu e a carne quente me chupando pra dentro, era incrível. Ela tava gemendo e ronronando na minha orelha enquanto nossos corpos mexiam como um.
Olhando pra baixo pra ela, sorri com a visão dos lábios perfeitos levemente abertos e o rosto corado de paixão. O cabelo comprido tava espalhado pelos meus travesseiros e os olhos estavam fechados enquanto fazíamos amor no brilho suave das velas.
A Sam tinha mencionado fazer amor quando começamos. Não tinha certeza se era o que tava fazendo naquele ponto, mas agora não tinha dúvida que tava fazendo amor. Nunca tinha pensado na minha primeira vez sendo realmente nada além de sexo e gozar, mas isso era ainda melhor.
A Sam abriu os olhos e encarou pra cima, os lábios curvando num sorriso suave.
Disse: — Samanta, tu é tão linda.
— Tu... tu não tá só dizendo isso porque a gente tá...
— Não, falo sério. — Pausei e gemi quando senti meu corpo tensionando. — Tu é absolutamente linda.
— Eu... ah! — As pernas apertaram ao meu redor e os quadris mexeram mais rápido. — Por favor não para, Bruno! Por favor continua! Eu... quero gozar contigo dentro de mim.
As palavras mandaram uma emoção por mim. Mesmo sentindo meu próprio orgasmo chegando, lutei pra não mexer mais rápido. Tava usando empurrões longos e lentos, e senti as costas da Sam arquearem e os quadris empurrarem em mim. Ela tava choramingando na minha orelha e as coxas tremendo contra meus lados. Eu tava tremendo também com o esforço de segurar o máximo possível.
— Sim — ela gemeu. — Eu... ohhhh.
A Sam guinchava na minha orelha, e ofeguei quando a buceta apertou ao meu redor, os quadris moendo nos meus. Enquanto soltava uma série de guinchos baixos na minha orelha, os braços e pernas da Sam apertaram ao meu redor. Os lábios na minha orelha, ela sussurrou: — Eu... eu te amo, Bruno.
— Tu...
— Eu... tô tão apaixonada por ti! — ela disse, e daí gritou na minha orelha enquanto os quadris empurravam mais forte nos meus. Começou a falar de novo, mas tudo que saiu foi um guincho longo e agudo enquanto a buceta convulsionou ao meu redor.
Com um grito alto meu, meu corpo perdeu a batalha de segurar e explodiu dentro dela.
— Ah, isso! — ela gritou enquanto meus quadris bombearam mais rápido, cada empurrão terminando em outro jato de porra fundo dentro dela.
A Sam guinchava de prazer e eu choraminguei com a sensação da buceta contraindo ao meu redor, ordenhando meu pau ainda esguichando.
— Meu Deus isso é tão gostoso! — ela gemeu. — Nunca senti isso antes. É... ohh, sim. — Ela suspirou enquanto meu pau soltou outro jato longo e quente dentro dela.
— Ah, caralho — gemi enquanto meu pau gasto soltou as últimas gotas.
— Hmm, isso — ela arrulhou enquanto acariciava meu cabelo — me dá tudo.
Desabei nela. Beijando meu pescoço, ela esfregou minhas costas e falou baixinho na minha orelha. — Pronto, amor, só relaxa. Fica aqui e me deixa te segurar.
Fechei os olhos e suspirei com a sensação do meu pau amolecendo dentro dela. A Sam deitou embaixo de mim acariciando meu cabelo e respirando pesado na minha orelha.
Soltando uma respiração profunda, rolei de costas e encarei o teto. — Ah, meu Deus, não acredito que a gente acabou de fazer isso.
— Tu se arrepende? — ela perguntou.
— Sam, quer dizer Samanta, isso foi... lindo.
— Gosto disso. — Ela deu risadinha.
Rolando de lado, ela deslizou contra mim e colocou o braço na minha cintura.
Minha respiração desacelerando, coloquei o braço ao redor dos ombros e disse: — Caralho, tô cansado.
— Então fecha os olhos e descansa. — Ela beijou minha bochecha e depois apoiando a cabeça no meu ombro, perguntou: — Tu se importa?
— De jeito nenhum. Tu é gostosa perto de mim.
— Tu também.
Fechei os olhos e sorri. Não conseguia lembrar de ter ficado tão relaxado. Levemente passei os dedos pelo ombro da Sam e ela arrulhou baixinho, aconchegando o rosto no meu pescoço. Puxei ela mais perto e beijei o topo da cabeça, deixando minha cabeça cair de volta no travesseiro, minha mente vagando.
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>> Nota: isso tá quente ou não? Pessoal comentem e se estiverem curtindo deem 3 estrelas! Esse incentivo ajuda muito a continuar a série! Bjs!