Eram quase 2h da manhã quando acordei no sofá e vi a porta dos fundos se fechando. Não tinha planejado dormir. Esfreguei os olhos rapidamente e vi minha esposa absolutamente arrasada. O roupão estava rasgado em pedaços, carregado nas mãos; ela ainda usava aquela lingerie nova que eu havia comprado — e que nunca tinha visto nela antes. Além disso, eu era apenas o segundo homem a vê-la assim, depois do nosso vizinho. Meu queixo caiu. O cabelo estava bagunçado, os lábios inchados e vermelhos, os olhos com a mesma tonalidade avermelhada. Havia marcas de chupão no pescoço, nos peitos e na bunda. Não sabia o que dizer. Fiquei ali, boquiaberto, admirando o quanto ela estava incrivelmente sexy. Ela me deu um sorriso grande e cansado que me tranquilizou, e se posicionou de frente para mim. Caminhei até ela e a abracei forte.
— Tô arruinando nosso casamento? — perguntei, a voz trêmula.
Bruna segurou meu rosto com as mãos, olhou fundo nos meus olhos, balançou a cabeça e disse com firmeza:
— Não, meu amor. Eu estava nervosa achando que isso pudesse mudar nosso relacionamento. Agora vejo que a fantasia é estritamente física. Me sinto suja e errada satisfazendo aquele gordo arrogante... mas também é excitante saber que ele acha que estou traindo você pelas costas. Quero conversar sobre tudo isso com você. Quanto mais faço, mais confortável e confiante me sinto — especialmente sabendo que você está por perto ou vai ver depois. Me dá vontade de fazer um show pra você. Pela sua fantasia.
Sorri e acariciei sua bochecha.
— Você foi além do que eu poderia pedir de uma esposa. Se em algum momento você quiser parar, estou com você. Mas... gravaram alguma coisa?
Ela estendeu a mão e me entregou o celular.
— Ele gravou quase tudo. O tempo inteiro eu ficava pensando na sua reação ao ver, então tentei imaginar que você estava lá. — Beijou minha bochecha e subiu as escadas. Pouco depois, ouvi o chuveiro ligando.
***
Eu estava deitado na cama com o celular da Bruna na mão. O vídeo começou com Osvaldo sentado no sofá dele, minha esposa entre suas pernas, lambendo os lábios como um animal faminto diante da primeira refeição. Bruna usava apenas a lingerie, masturbando devagar e com firmeza a vara grossa dele enquanto encarava a câmera. Estendeu a língua por todo o pauzão.
— Beleza, vadia... — a voz de Osvaldo atrás da câmera. — Você já gozou duas vezes no meu sofá. Agora é melhor eu receber o mesmo tratamento. — Ele riu alto.
Meu pau endureceu só de imaginar minha esposa gozando no sofá do vizinho gordo enquanto ele brincava com aquele corpo perfeito. Bruna, rosto vermelho, olhou timidamente para o lado antes de voltar para a câmera. Sorriu e começou a lamber o pau dele. Osvaldo gemeu imediatamente, jogando a cabeça para trás, mas ainda gravando enquanto ela brincava com ele.
Osvaldo olhou para baixo, sorrindo:
— Então esse vídeo é pra você bater punheta depois, né? Parece que alguém aqui virou viciada em pauzão. — Ele deslizou a mão entre as pernas dela para checar. — Não me surpreende, você ainda tá encharcada. — Passou as mãos ásperas pelo cabelo dela.
Bruna, ainda lambendo a vara grossa, revirou os olhos:
— O fato de eu estar fazendo isso já é tão errado. Nunca fiz nada assim. Sempre quis ser gravada fazendo algo safado, mas nunca tive coragem de pedir pro meu marido. Sabia que um babaca como você aceitaria na hora... então, capricha, me pega fazendo isso direito.
Osvaldo aproximou a câmera do pau. Os olhos azuis de Bruna perfuraram a tela, me encarando diretamente. Ela lambeu de perto, da lateral até a cabeça. De repente, pairou sobre o pauzão e engoliu quase tudo de uma vez. Agora dava um boquete dedicado no nosso vizinho — e estava ficando cada vez melhor.
Continuou chupando e babando, sempre olhando para a câmera. “Chupar” nem era a palavra certa; quem visse o vídeo sem contexto acharia que era uma mulher jovem adorando um pauzão.
— Tá ficando bom? — Bruna perguntou, voz sexy.
— Tá melhor do que parece. E isso já é dizer muito — Osvaldo riu. — Empina essa bunda e rebola pra mim.
Bruna apoiou as mãos nas coxas dele e arqueou as costas de forma perfeita. Osvaldo ergueu a câmera; agora a bunda dela aparecia em quadro, um coração rechonchudo perfeito na lingerie. Ele se inclinou e deu uma palmada firme em cada nádega. Ela rebolava e balançava para ele. Bruna se encolheu com os tapas, mas continuou chupando. Os olhos brincalhões, os lábios molhados de pré-gozo. Fiquei em choque com o quanto ela estava entregue — como se as duas primeiras vezes tivessem sido apenas aquecimento. Engasgava e chupava em ritmo acelerado por quase cinco minutos.
Quando Osvaldo finalmente se levantou, gritou:
— Fica quieta e abre a boca, vadia! — E começou a gozar no rosto e na boca dela. Bruna ficou de joelhos, olhos fechados, recebendo tudo. Só via o rosto lindo da minha esposa coberto de porra. Osvaldo capturou o momento perfeitamente. Ela abriu os olhos devagar, lambeu os lábios e engoliu o que caiu na boca. Meu corpo inteiro arrepiou.
— Qual o gosto? — Osvaldo perguntou, dando zoom no rosto dela.
Bruna não respondeu de imediato. Apenas terminou de lamber a porra dos lábios e limpou o pau dele. Então sorriu safada:
— Delicioso.
O vídeo escureceu.
Sabendo que não podia ser só isso — ela havia ficado fora por muito mais tempo —, deslizei para o próximo. Voltou com eles na cama: Bruna chupando o pau dele devagar, a bunda empinada enquanto se ajoelhava entre as pernas de Osvaldo, que estava deitado de costas. A diferença nos boquetes era absurda. O primeiro fora rápido e intenso; esse era lento, quase reverente. Ela parecia saborear cada centímetro, beijando, provocando a cabeça com língua e dedos, bombeando com as mãos. Eu só conseguia imaginar o prazer que ele sentia. Ali estava eu, deitado de costas, assistindo em POV um homem nojento receber um boquete de nível mundial da minha esposa — algo que eu ainda não tinha experimentado. Imaginava-me no lugar dele. Engraçado como a mente funciona.
O vídeo tinha quase 30 minutos. Arrastei para acelerar: os 30 minutos inteiros eram ela lambendo e chupando devagar. Em certo momento, tomou a iniciativa e chupou as bolas dele por um bom tempo, enquanto as mãos bombeavam o eixo grosso e ela o encarava.
— É isso que você queria? — arrulhou. — Vai gozar pra mim de novo?
— Como você gosta da sua vizinha safada te provocando assim? — Deu risadinhas.
Osvaldo apenas gemeu em aprovação. Ela até virou de lado para deixar ele brincar com a bunda redonda: ele batia até ela empinar alta, massageava até descer, e repetia. O tempo todo ela chupava e massageava o pau como se estivesse fazendo amor com ele.
Sabia que assistiria tudo com calma junto com Bruna depois, então pulei para o último vídeo. Tinha pouco mais de 20 minutos. Os três juntos somavam cerca de uma hora — o que explicava o tempo que ela passou lá.
O vídeo começou com Bruna levando Osvaldo para o nosso quintal, de lingerie minúscula, absolutamente deslumbrante.
Osvaldo sussurrou:
— Foi sexy assistir aquele filme juntos, todos aconchegados. Seu marido tem tanta sorte de sentir sua pele macia toda noite.
Bruna virou o rosto bem perto da câmera. Não consegui evitar admirar sua beleza.
Ela sussurrou de volta:
— Você tem sorte que eu estava exausta de chupar seu pau com tanto entusiasmo, senão nunca teria me aconchegado com você...
— Você engoliu toda minha porra da segunda vez e rastejou pra cima de mim enquanto eu coloquei o filme. Nem cinco minutos depois você já estava se masturbando e murmurando sobre o tamanho do meu pau.
Bruna parou no meio do quintal:
— Beleza. Cala a boca ou não vamos fazer isso. Tudo que eu disse foi que um babaca como você é abençoado com um pau tão grande.
Osvaldo sorriu e assentiu:
— Foi ideia sua. Eu só concordei.
— Achei que chupar seu pau já era errado o suficiente, mas aqui estou eu, prestes a fazer isso no carro do meu marido enquanto ele dorme lá dentro... Sou uma esposa terrível. — Deu à câmera um olhar inocente com biquinho, como se não conseguisse resistir ao impulso sexual. Percebi que ela estava totalmente no personagem, e minha boca ficou escancarada de choque.
Nem ouvi o chuveiro desligar nem Bruna abrir a porta devagar para observar minha reação. O vídeo continuou: ela o levou até a garagem, pulou no banco do passageiro enquanto Osvaldo foi para o do motorista. O celular foi colocado no painel por um segundo e a tela escureceu, mas logo voltou com Bruna já inclinada sobre ele, a língua lambendo o pau. Mesmo no vídeo, parecia enorme. Me perguntei como ela tinha se acostumado tão rápido.
O vídeo começou como o segundo, bem devagar, com ela apenas lambendo e beijando-o por todo lado, ocasionalmente virando a cabeça para a câmera. Então um *TAPA* alto ecoou e Bruna gemeu, arqueando-se ainda mais.
— Você gosta de apanhar, né? Isso mesmo, chupa meu pau enquanto eu bato em você no carro do seu marido. — Osvaldo disse, rindo, antes de dar duas palmadas rápidas. Os tapas incentivaram Bruna a chupá-lo com mais força, mas logo ela gemeu alto: — Ai! Não! Por favor, não... meu marido nem pode fazer isso!
Osvaldo a ignorou, enfiou dois dedos entre as pernas abertas dela e mostrou-os brilhando para a câmera, olhando profundamente nos olhos de Bruna, que desviava o olhar. Abaixando o celular por um momento, ele agarrou o cabelo dela com uma mão e começou a foder-lhe a boca, enquanto a outra mão descia uma série de tapas em cada nádega, deixando-as vermelhas e marcadas com a impressão da palma, como se a estivesse reivindicando como sua.
— Porra, você tá literalmente pingando no banco. A vadia tá molhada pro meu pauzão. Né? — Osvaldo pegou o celular de volta e puxou Bruna do pau só pelo cabelo, com uma mão. Ela gemeu: — PORRA!! Meu Deus, acho que tô começando a gostar de quanto você bate em mim. Só não consigo entender como um gordo desgraçado como você tem um pau tão grande!?
Ele respondeu com outro tapa na bunda, sem tirar os olhos famintos dela. Bruna pareceu chocada, mas mergulhou de volta e engoliu o pau inteiro. Olhando para a câmera com a boca cheia, balançou a bunda como quem pede mais — e conseguiu.
— Adoro como você sempre pede mais — Osvaldo disse, batendo nela mais algumas vezes.
Bruna se surpreendeu consigo mesma. Nunca tinha ficado tão excitada sendo tratada assim. Tinha certeza de que parte era por estar sendo filmada — gravada pelo vizinho gordo, sabendo que o marido assistiria. Mas não podia negar que adorava a brutalidade dele. O pau e o jeito dele eram tão diferentes do marido. O pau massivo emanava um calor que começava a embaralhar seus pensamentos. Ela pegou-o com as duas mãos, rodopiando a língua na ponta.
Osvaldo olhou para baixo:
— Gostoso?
Bruna acenou para ele e para a câmera. Era evidente que Osvaldo mal acreditava na própria sorte de ter aquela vadia de esposa. Não entendia por que o marido dela desperdiçava aquilo. Por décadas, vivera afastando mulheres e falhando com qualquer uma que não chegava nem perto de Bruna. Perguntava-se como um velho gordo, careca, feio, cinquentão babaca como ele conseguira aquela deusa de 29 anos chupando seu pau com tanto entusiasmo na própria garagem do corno. Apoiou a câmera no painel, reclinou o banco e, num movimento rápido, posicionou Bruna em 69. Sem perder o ritmo, ela continuou chupando, tentando fazê-lo gozar.
Osvaldo puxou a calcinha de lado e começou a lamber a buceta encharcada. O marido já tinha feito oral antes, mas nunca assim, no carro. Bruna estava ensopada. Começou a esfregar a cara dele enquanto roçava o corpo quase nu naquele gordo desgraçado. Osvaldo chupou o clitóris e lambeu os lábios sensíveis.
— Porra, sua buceta tem um gosto tão bom. Seu marido tem tanta sorte. Não acredito que você guarda isso só pra ele. Devíamos mudar isso um dia.
Bruna parou por um segundo, apenas lambendo o pau, e respondeu:
— Não hoje à noite... e é, ele tem sorte. Mas e você? Meu marido nunca vê esse meu lado safado. — Sorriu, esfregando a bunda ainda mais no rosto e na língua dele, antes de olhar para a câmera e dar uma piscadela marota.
Por um instante, Bruna sentiu uma onda absurda de excitação. Pensou na buceta inchada, pingando, ansiosa. Seria tão fácil virar-se e deixar a gravidade fazer o resto: deslizar aquele corpo perfeito no pau de Osvaldo ali mesmo, no carro do marido, enquanto ele dormia a seis metros de distância. Sentiu-se uma puta completa só de pensar naquilo e empurrou o pensamento para o fundo da mente.
— Já que sua buceta é só pro seu marido, você deveria guardar isso pro seu gostoso — Osvaldo disse, enfiando a língua direto no cu dela.
Bruna jogou a cabeça para trás, mas continuou rebolando.
— Não... isso é tão errado! Para! Ninguém nunca me tocou aí antes!!
— Você deveria deixar meu pau arrebentar esse bundão — ele rosnou.
— Ahhh! Acho que não aguento... você é grande demais — ela implorou.
Osvaldo continuou lambendo o cu dela, segurando as nádegas com força. Bruna tremeu incontrolavelmente de prazer e tentou focar no pau dele, voltando a chupá-lo com afinco.
Eu assistia ao vídeo completamente fora de mim. Não conseguia acreditar no que via. Ele estava fazendo com ela algo que eu nunca fizera. Aquilo me deixava louco de tesão. Minha cabeça girava.
Minha esposa aproximou-se, já limpa, de roupão. Tirou-o e ficou completamente nua. Subiu devagar em cima de mim, sentando-se atrás do celular enquanto eu continuava assistindo. Vi os últimos minutos do vídeo: minha esposa e Osvaldo se esfregando e se chupando na posição 69, dentro do meu próprio carro. Eu estava duro como pedra; ela percebeu e começou a me masturbar.
— Você tá tão duro, amor.
— Esses vídeos são tão ruins. Você é tão má... e safada.
— Também não acredito nas coisas que faço às vezes — Bruna disse, nervosa. — É como se eu estivesse tendo uma experiência fora do corpo. Ele tem sorte que o pau dele é tão grande. Caso contrário... hmph! — Fez biquinho.
Ouvir aquilo fez meu pau pulsar na mão dela. Ela me deu um sorriso maroto.
— Um pauzãooo tão grande. O maior que já vi... — Meu pau pulsou de novo e ela arrulhou para ele.
— Porra, amor, amo te ouvir falar tão sujo. Especialmente quando é sobre ele.
— Sobre como ele é maior...? — perguntou, voz baixa.
Acenei.
— Ele pode ser um porco, mas sei que o pau dele te deixa louca. Qualquer mulher ficaria. Me deixa louco quando você age como puta com ele... alguém que a gente costumava odiar.
— Quem disse que ainda não odeio? — Ela sorriu sexy. — Então você gostou dos vídeos.
Flexionei o pau na mão dela. Bruna deu risadinhas e finalmente me beijou.
— Ok, decidi — disse, com um sorriso malicioso.
— O quê?
— Bom, já que você é meu marido, vou continuar sendo a esposa perfeita e adequada. Mas quando estiver com Osvaldo, vou ser a vadia dele. Deixar ele fazer comigo coisas que não deixo você fazer. O que acha, amor? Ia gostar?
— Meu Deus. Você realmente faria isso? Você é tão safada, porra. — Não aguentei e comecei a beijá-la intensamente, querendo fundir nossos corpos, sentir nossos corações batendo juntos. Bruna sempre adorava quando minhas palavras a levavam a ser apaixonado. Sabia exatamente como apertar meus botões, o que lhe dava mais confiança. Sentiu meu amor e correspondeu com fome. Amava que eu liberasse aquele lado dela; fazia-a sentir-se mais sexy, mais confiante, e, acima de tudo, sentia que podíamos confiar um no outro em qualquer coisa. Ninguém julgava ninguém. Finalmente nos separamos e nos encaramos.
— Tenho pensado em uma coisa, amor — Bruna parou de me masturbar, deitou-se ao meu lado e se inclinou no meu peito, me olhando. Desliguei o celular dela e o coloquei de lado, notando sua expressão nervosa.
— O que tá acontecendo? — perguntei, acariciando sua bochecha.
— Eu... acho que precisamos contar pro Osvaldo sobre a sua... quer dizer, nossa fantasia — disse, corando intensamente.
— O QUÊ?! — encarei-a, pasmo.
— Eu sei que parece loucura, né? — respondeu, balançando a cabeça.
— Por que você acha isso? Não consigo nem imaginar o sorriso arrogante daquele babaca se soubesse.
— É só que... deixa pra lá.
Segurei sua mão com força.
— Me conta o que você tá pensando.
— Da primeira vez que você me contou sobre essa fantasia toda, você disse que era sobre mim. Me ver... sendo má.
Engoli seco e assenti.
Ela continuou:
— No começo eu era cética. Depois veio seu aniversário. Senti uma carga sexual passar por mim como nunca antes, mas não era pelo Osvaldo. Nem pelo tamanho dele. — Olhou-me nos olhos, tocando meu rosto. — Era porque eu sabia que você estava me assistindo.
Ela acenou com a cabeça e sorriu:
— Exatamente. Nunca vou mentir pra você, Bruno. O pau dele me excita... mesmo sendo ele. Às vezes isso até facilita. Sei que nunca vai ser nada além de sexual entre mim e ele.
Apenas assenti, concordando. Ela continuou:
— Depois de hoje à noite, sabia que era errado e safado ser gravada assim, e estava tão excitada sabendo que você ia ver... mas o tempo todo ainda desejava...
— Que eu estivesse lá — completei.
— Você não para de me interromper! — Ela deu risadinhas e bateu de leve no meu peito.
— Tá, tá — fechei a boca, fingindo silêncio.
Ela riu novamente, dissipando toda a tensão do quarto. Beijou-me:
— Então você sabe o que estou pensando? Se eu continuar fazendo isso com o Osvaldo, quero que você esteja lá... pelo menos na maioria das vezes.
A última frase fez meu pau pulsar. Fiquei em silêncio por um instante e assenti:
— Você tem razão.
— Tenho? — Ela me olhou, surpresa.
— Sinceramente, eu sabia que essa aventura ia evoluir. Me preocupa, mas também... me excita pra caralho pensar nisso.
— O que você quer dizer com evoluir? — perguntou, curiosa.
Olhei para ela e comecei a acariciar suas costas até a bunda perfeita:
— Por exemplo... nós dois estamos no quintal. Você de biquíni novo, nadando na piscina. Eu na churrasqueira. De repente, aquele babaca aparece.
O corpo de Bruna estremeceu. Ela sentiu meu pau endurecer novamente e começou a me masturbar devagar, perguntando baixinho:
— O que ele faria? Quer dizer, você estaria bem ali...
— Exatamente. Se contarmos a ele sobre nossa fantasia, imagino que ele fique bem ousado. Especialmente na minha frente, sabendo o quanto me deixa louco te ver com ele.
— Certo, então ele aparece. O que acontece depois?
Inclinei a cabeça para trás e fechei os olhos:
— Ele vem até mim, e eu, relutante, ofereço uma cerveja. Fazemos conversa fiada, mas os olhos dele estão sempre em você. Por fim, ele diz que vai entrar na piscina com você e pula na água. Fico assistindo vocês dois nadando enquanto ele tenta se esfregar no seu corpo molhado.
— Amor... isso é tão safado. Bem na sua frente também?
— Sim. Bem na minha frente... e eu só fico lá, curtindo aquele babaca te apalpar. Você continua me lançando olhares enquanto finge resistir. Logo ele te encosta na borda e começa a sussurrar no seu ouvido.
Bruna me masturbava mais rápido agora:
— O que ele diz?
— Ele diz que você precisa ser mais legal com ele. Você responde que talvez nos sonhos dele. Que a única razão de ele ter conseguido o que conseguiu foi porque eu quis. O sorriso dele some, e você ri triunfante por dentro. Então ele te choca dizendo que é exatamente por isso que você precisa ser mais legal com ele.
— Você vira a cabeça para ele, a barriga dele pressionando suas costas, sua bunda perfeita encostada nele. “Por quê?”, você ri. Ele responde rápido: porque excita seu marido te ver comigo. Você fica envergonhada ao ouvir isso e olha para mim. Me vê te encarando intensamente. Respira fundo e rebola a bunda nele. Finalmente responde: acho que vou ter que tentar ser mais legal.
Bruna não aguentou mais e montou em mim:
— Amor!! Isso é tão safado!! — Deslizou direto na buceta ensopada e começou a me beijar com urgência. Respondi metendo o mais forte que conseguia. Bruna enlouqueceu. Nunca a senti tão molhada. Em poucos minutos, ela gritou: — Isso, amor!! Me come!! Ai meu Deus, sim... eu... vou gozar... porraaa... tô gozando!
Virei-a de costas e meti com tudo durante o orgasmo. Ela fechou os olhos, o corpo se contorcendo sob mim. Fiquei impressionado com a intensidade. Vê-la assim só me fez meter ainda mais forte. Ela se agarrou a mim e beijou meu pescoço enquanto eu bombeava sem parar. Quando se acalmou, sussurrou no meu ouvido:
— Tenho um plano de como contar pro Osvaldo.
Em seguida, detalhou o plano. Meu pau, que já achava que não podia ficar mais duro, virou aço. Quanto mais ela falava, mais eu metia nela. Quando terminou, eu a comia durante outro orgasmo.
Mais tarde, após mais dois orgasmos intensos dela, ficamos deitados, sem fôlego, nos braços um do outro.
— Esse plano que você me contou é tão safado — dei um tapa leve na bunda dela.
— Para! Você não pode fazer isso! Só o nosso vizinho pode... — Ela me lançou um sorriso malicioso. — Achei que você ia gostar. Não fui longe demais, fui?
— Não! Sei que você está fazendo isso por mim. Se quiser parar, eu paro na hora. Acho que é uma ótima ideia. Quero que você curta a fantasia. Além disso, vai ser bom deixar ele saber por que conseguiu ficar com você. Tirar aquele sorriso presunçoso da cara dele.
— Eu sei! Isso era outra coisa que me incomodava. No começo foi excitante fazer ele achar que eu estava traindo... mas agora quero que ele saiba que esse lado meu só existe porque eu te amo tanto. Quero ser má pra você... não pra ele.
Assenti e a beijei. Conversamos mais sobre nossos sentimentos e o que viria pela frente, refinando o plano. O problema era que nenhum de nós sabia exatamente quando isso aconteceria.
***
>> Comentem e curtam, oq estão achando do Osvaldo? E da esposa? Ela está fazendo por ela, pelo marido ou por ambos?