Meus olhos lentamente se abriram. Sentindo a luz do sol que atravessava as persianas. Lentamente esfregui os olhos e olhei ao lado. Minha linda esposa Bruna deitada no meu abraço. Ela parecia tão tranquila e contente. O rosto impecável que levava ao corpo incomparável fazia ela parecer quase angelical. Os lençóis não faziam nada para esconder o corpo que estava por baixo. As curvas perfeitas não podiam ser escondidas. Às vezes não entendia por que tinha tanta sorte. Por ter realmente deixado os eventos do meu aniversário acontecerem. Pensei de novo no que aconteceu com a Bruna e o Osvaldo...
Devido à empolgação de contar a história sobre minha linda esposa, percebi que nunca me apresentei. Meu nome é Bruno. Desde que a Bruna chupou o pauzão do nosso vizinho, o Osvaldo, nossa vida sexual aumentou dramaticamente. Até num nível emocional nos sentimos muito mais próximos. Sentíamos que podíamos conversar sobre qualquer coisa sem nenhum dos dois julgar o outro.
O Osvaldo era um homem com quem nós dois não nos dávamos bem. Estava preocupado de ter arruinado nosso casamento. Felizmente o oposto aconteceu. A aventura nos aproximou muito mais. A Bruna sentiu que podia me contar qualquer coisa agora e isso abriu nossos sentimentos um pelo outro. Conversamos a noite inteira e cancelamos o trabalho no dia seguinte para nos reconectar. Também explicamos nossos sentimentos sobre tudo que tinha acontecido. Ela me explicou que a única razão de ter ficado excitada era porque estava fazendo por mim. A Bruna odiava que fosse com um homem como o Osvaldo, mas talvez seja por isso que era tão safado. Tão tabu. A Bruna me contou as preocupações dela e eu contei as minhas. Isso nos aproximou ainda mais e construiu nossa confiança ainda mais. Depois de uma longa discussão, decidimos explorar isso até querermos parar. Decidimos entrar no jogo até estarmos prontos para seguir em frente.
A Bruna estava relutante no começo em continuar nesse caminho de devassidão. Achava que tínhamos nos divertido. Porém, depois de uma longa discussão e convencimento, consegui convencê-la a explorar isso mais. Ela concordou, mas estava bem apreensiva. Por mais constrangedor que fosse encorajar sua esposa linda e amorosa que ela tinha permissão para chupar o pau do nosso vizinho gordo, isso é algo que poucos homens conseguem experimentar.
A Bruna se preocupava que o Osvaldo quisesse mais ou ficasse muito apegado, mas eventualmente vendo a confiança do marido nela e que ele estaria por perto, a acalmou. A Bruna tinha que admitir que o marido era um homem incrível e a fantasia dele estava lentamente pegando nela. Pensou no que fez pelo vizinho arrogante. Coisas que nunca tinha feito com o marido. Sentiu pura culpa, mas também sentiu uma corrida de sangue para a buceta toda vez que pensava nisso! Quando me contou como se sentia, fiquei instantaneamente excitado, o que deixou a Bruna ainda mais quente.
O Osvaldo mandou mensagem ou ligou para a Bruna todos os dias daquela semana tentando conseguir outro boquete dela. Não podia culpá-lo, eu ainda queria experimentar o prazer que ela deu a ele. Ele provavelmente não conseguia parar de pensar em fazer de novo. Toda vez que ele entrava em contato com ela, a Bruna me mostrava as mensagens e perguntava o que dizer. Tínhamos discutido que não podíamos tornar isso algo de todo dia, então cada vez a Bruna não respondia ou dizia que ela e o marido tinham planos. Depois de alguma persuasão, a Bruna às vezes mandava fotos apenas do corpo em forma e curvilíneo posado de forma brincalhona e tentadora de formas que fariam modelos de elite do Instagram ter orgulho.
Alguns meses se passaram desde meu aniversário. Num domingo, eu e a Bruna tínhamos acabado de jantar e estávamos assistindo um filme conversando sobre o quanto nos divertimos com nossos amigos no fim de semana.
De repente, o celular da Bruna começou a tocar. Olhei a hora. Tão perto da meia-noite? Ela pegou o celular e viu que era o Osvaldo. Ela imediatamente olha para o marido sentindo a pulsação começar a disparar e a buceta ficar molhada. Olhei para o celular e então para o brilho no olho dela enquanto o sangue subia para o rosto. Senti meu pau inchar. A Bruna, percebendo, estendeu a mão e começou a masturbar meu pau por cima do short sem dizer nada enquanto o telefone ainda tocava. Nos encaramos sem dizer nada como se brincássemos de quem pisca primeiro.
A ligação estava prestes a terminar quando ela me deu um sorriso malicioso:
— Alô?... Ah, oi, Osvaldo. — A voz provocante dela me deixou instantaneamente com ciúmes.
— Ahm... é, tô sozinha... Ahã... Hmm, talvezzz. — Ela fez biquinho com os lábios carnudos e falou com ele numa vozinha atrevida que me deixava louco. Fiquei olhando para ela com a boca aberta. Queria saber o que estavam dizendo. A Bruna apenas sorriu para mim enquanto conversava com o Osvaldo. Ele estava só reclamando, falando sobre querer ver a bundinha redonda dela. Ela se sentiu tão safada e ver eu ficando nervoso fez ela entrar mais na situação.
Não aguentei mais. Não ouvir o que o Osvaldo estava dizendo me irritou, então agarrei o telefone e coloquei no viva-voz. A Bruna apenas deu risadinhas da minha ação.
— ...então que porra é essa, vadia? Como você vai me ignorar depois de todas essas semanas? Quando você vai colocar esses lábios macios para deslizar no meu pauzão de novo?!
Fiquei pasmo que ele falasse com ela assim e achei que a Bruna ficaria furiosa, mas em vez disso ela continuou me encarando e lentamente montou no meu colo enquanto pegava o telefone de volta dizendo com a voz de garotinha mais sexy:
— Desculpa... tava tão ocupada com trabalho e com meu marido, não tava tentando te ignorar... mas você sabe que sou casada. Não posso ficar pulando a cerca do meu marido.
— Acha que eu me importo? Você sabe que ama o gosto bom que meu pauzão tem. Tenho certeza que você pensou em chupar de novo.
— Hmm... não sei. Talvez eu tenha... — ela disse com uma voz luxuriosa. Meu pau estava prestes a explodir ouvindo ela falar assim. Ela sorriu para mim o tempo todo antes de lamber minha orelha esperando a resposta do Osvaldo.
— Parece que eu dou a mínima, sua vadia do caralho!? Você sabe que seu marido não consegue te dar um pauzão como eu. Preciso te lembrar que sua boca foi feita pra pauzões? Infelizmente seu marido não consegue te dar. Mas eu vou, porra. Onde tá seu maridinho coitado agora?
A Bruna teve um lampejo de irritação passar pelo rosto antes de rapidamente voltar ao personagem:
— Eu disse que tava com pena... e ele tá no escritório. Tô indo dormir.
— Como assim você vai dormir? Meu pau duro tá aqui esperando por você. Fala pra ele que você precisa ir no mercado e traz essa bunda perfeita aqui.
— Não! — A Bruna responde rapidamente, ainda olhando para o marido. — Não posso continuar traindo meu marido, além disso não sou alguma vadia que você pode simplesmente ligar.
O Osvaldo ri antes de dizer:
— É por isso que tenho certeza que o meu ainda é o único pau que desceu pela sua garganta? Tenho certeza que vai se arrepender das suas palavras quando meu pauzão tiver na sua boca de novo.
O rosto inteiro da Bruna e até o pescoço impecável ficaram vermelhos vivos.
— ... E daí? Dois boquetes vão fazer você achar que é dono de mim agora? — Ela responde, a irritação aparecendo.
— Você sabe que sua boca é só pro meu pau. Traz sua bunda aqui! Não vou pedir duas vezes!
Ainda olhando para a Bruna, assistindo ela flertar com esse babaca dominador, meu estômago estava virando, mas meu pau estava duro como aço. Articulei sem som: "Vai."
A Bruna me deu um olhar confuso, ela achou que eu sempre queria estar lá e assistir. Ficou nervosa com a ideia de eu não estar lá.
Antes que ela pudesse responder, articulei de novo:
— Tenho uma ideia louca.
A Bruna confiava no marido. Ela respirou fundo e disse ao Osvaldo:
— Deixa a porta dos fundos aberta — antes de desligar rapidamente.
A Bruna imediatamente disse:
— Achei que a fantasia era sempre me assistir e não sei se consigo ir lá e me sentir segura sozinha. E se ele tentar ir longe demais...
Olhei para ela e a beijei suavemente:
— Eu quero te ver se submeter àquele desgraçado... de novo, mas se eu não puder estar lá, pede pra ele gravar pelo seu celular. Podemos assistir juntos depois... Acho que seria muito excitante. Mas se você não se sentir segura, não precisa ir.
A Bruna pensou sobre isso e teve que admitir que nunca foi gravada fazendo um ato sexual. Agora fazer isso com o vizinho maluco e assistir depois com o marido deixou ela tonta de excitação. Pensou que isso poderia ser outra das fantasias do marido. Ele sempre pediu para gravá-la fazendo atos sexuais, mas ela era tímida demais. Agora? Estaria pedindo para um homem repulsivo gravar ela chupando o pauzão dele. Se submetendo àquele homem desprezível. Enquanto pensava consigo mesma, cresceu em confiança de que uma vez que estabelecesse a agenda, o Osvaldo respeitaria os limites dela.
A Bruna não podia negar que a buceta estava encharcada.
Depois de conversar um pouco mais com o marido e ver o quanto estava excitando ele, começou a excitá-la. A Bruna finalmente concordou. Foi se trocar em algo confortável quando o marido sugeriu que usasse aquela lingerie nova que ele tinha acabado de comprar. Ela ainda nem tinha usado para o marido. Sentindo a safadeza por trás da ideia, concordou e trocou e vestiu um roupão fino pequeno que ia até a metade da coxa. Deu ao marido um beijo longo e molhado antes de sair rapidamente pela porta dos fundos.
Comecei a assistir ela caminhar para a escuridão. O contorno da figura dela ao luar fazia as pernas torneadas parecerem ainda mais longas. O brilho do roupão de seda era indistinguível da pele lisa. Uma vez que a vi desaparecer, fiquei em pé e encarei a escuridão. Pensando profundamente. Antes de lentamente voltar para dentro.
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