E aí galera, finalmente chegamos NAQUELE dia. Eu sei que deixei vocês no gancho na parte anterior, mas essa aqui... puta merda. Essa vai ser pesada. Mais longa também. Se preparem. E sim, tem bastante contexto antes da ação porque eu preciso que vocês entendam a cabeça confusa que tava rolando. Relaxem e aproveitem (ou se assustem, sei lá).
***
Sábado.
O dia começou estranho pra caralho. Tipo, eu acordei às dez da manhã com aquela sensação de que algo de muito errado ia acontecer, sabe? Aquele peso no estômago que você não consegue ignorar. Clara tava do meu lado na cama, ainda dormindo, e eu fiquei encarando o teto por uns bons quinze minutos tentando processar o que ia rolar dali a dez horas.
Dez horas até a punição da Carla.
Eu não tinha dormido direito. Toda vez que eu fechava os olhos, eu via a cara dela na noite anterior - aquela mistura de raiva, medo e resignação quando ela aceitou a "prenda" da Clara. E agora, num sábado de manhã ensolarado e normal pra todo mundo no mundo, eu sabia que às oito da noite eu ia ter que foder ela. Por horas. Na frente da Clara, da Dani e da Andréia.
Porra.
Eu levantei devagar pra não acordar a Clara e fui fazer café. Minha cabeça tava um caos. Tipo, por um lado - e eu vou ser brutalmente honesto aqui porque vocês merecem a verdade - meu pau já tava meio duro só de pensar no que ia acontecer. É foda admitir isso, mas é a verdade. A ideia de ter a Carla completamente à minha disposição, de foder ela em todas as posições imagináveis enquanto três mulheres gostosas assistiam? Cara, isso é tipo fantasia pornô nível hard.
Mas por outro lado... porra, por outro lado tinha a Carla de verdade. A garota asiática simpática que eu tinha transado pela primeira vez meses atrás naquela noite incrível onde a gente tinha conectado pra caralho. A mesma Carla que tinha mentido sobre o namorado, sim, mas que tinha feito isso porque tinha sentimentos de verdade envolvidos. E agora ela ia ser humilhada. Quebrada. E eu ia ser a ferramenta disso.
O café passou e eu fiquei lá na cozinha, de cueca, tomando na janela e olhando a rua lá embaixo. Pessoas normais fazendo coisas normais de sábado. Indo na padaria, passeando com cachorro, vivendo vidas onde a namorada não organizava punições sexuais coletivas.
"Você tá nervoso?"
Eu quase derrubei a xícara. A Clara tinha aparecido atrás de mim, já de camisola, cabelo bagunçado, aquele sorrisinho no rosto. Aquele sorrisinho que eu tinha aprendido a reconhecer - o sorrisinho de quando ela tava no controle total de alguma coisa.
"Nervoso não é a palavra," eu respondi.
Ela se encostou no balcão do meu lado, pegou minha xícara e tomou um gole. "Mas você tá com pau duro," ela disse, olhando pra minha cueca. E tava mesmo, porra. Traidor.
"Clara, isso é-"
"Relaxa." Ela me cortou, devolvendo a xícara. "É normal. Você vai foder uma gostosa por horas. Seu corpo sabe disso. Sua cabeça que tá complicando."
"Você não acha que isso é meio... demais?"
Ela me encarou. Sério. Sem o sorrisinho agora. "A Carla mentiu. Por semanas. Quebrou a regra mais importante que a gente tem. Transparência total. Se a gente deixa passar, a regra perde o sentido e o grupo desmorona. Simples assim."
"Mas-"
"E ela aceitou, Liam." A voz da Clara ficou mais firme. "Ninguém botou uma arma na cabeça dela. Ela escolheu isso em vez de perder a gente. Isso significa que pra ela, aguentar uma noite fodida vale dez anos de amizade. Respeita a escolha dela."
Eu não sabia o que responder. Porque tecnicamente, ela tava certa. Mas algo ainda parecia errado.
Clara percebeu minha hesitação e mudou de tática. Ela se aproximou, me abraçou por trás, a mão dela descendo pela minha barriga até segurar meu pau por cima da cueca. "Hoje você vai ser meu," ela sussurrou no meu ouvido. "Minha ferramenta. Meu instrumento. Você vai fazer exatamente o que eu mandar, quando eu mandar, do jeito que eu mandar. Entendeu?"
Caralho. Meu pau ficou completamente duro na mão dela.
"Entendeu?" ela repetiu, apertando.
"Entendi."
"Bom garoto." Ela me soltou e voltou pro quarto, rebolando de propósito. "Vou arrumar o quarto. Às oito em ponto começa. Prepara esse pau aí."
***
O dia passou devagar pra caralho. Eu tentei me distrair - joguei videogame, assisti uns vídeos no YouTube, comi alguma coisa - mas nada tirava aquele relógio mental da minha cabeça fazendo contagem regressiva.
Umas cinco da tarde, comecei a ver as mensagens no grupo das amigas. A Clara tinha me adicionado de propósito naquela manhã - ela queria que eu visse tudo.
**Dani (17h12):** Gente to mt ansiosa kkkkkk vou levar aquele vinho que a gente ama e uns brinquedinhos 😈
**Andréia (17h15):** Vou estar aí.
Só isso. A Andréia sempre foi mais fechada, mas depois da própria punição dela, ela tinha ficado ainda mais quieta.
**Carla:** ...
Nada. Silêncio total da Carla o dia inteiro.
Eu fiquei encarando aquele silêncio digital e senti meu estômago embrulhar de novo.
Às sete da noite, eu tomei um banho demorado. Fiz a barba, passei desodorante, coloquei uma calça de moletom confortável e uma camiseta. Eu não sabia que roupa usar pra uma "punição sexual coletiva" - não tem manual pra isso.
Quando voltei pro quarto, a cena me pegou de jeito.
A Clara tinha transformado o lugar. Ela tinha tirado a cômoda de um canto e colocado três cadeiras em semicírculo de frente pra cama. Tipo plateia de teatro. Na cabeceira, ela tinha colocado uma bandeja com água, toalhas, lubrificante e - porra - aquele vibrador rosa que a Dani tinha mencionado.
"Gostou?" Clara perguntou. Ela já tava arrumada: vestido preto curto, salto alto, cabelo solto, maquiagem impecável. Ela tava gostosa pra caralho, mas tinha algo predatório nela hoje. Tipo uma dominatrix de luxo.
"Você realmente levou isso a sério."
"Sempre levo." Ela ajeitou a última cadeira. "Senta aqui."
Eu sentei na beirada da cama. Ela veio até mim, ficou de pé entre minhas pernas, levantou meu queixo com o dedo.
"Últimas instruções," ela disse, e a voz dela tava naquele tom de comando que me deixava meio duro e meio com medo ao mesmo tempo. "Você vai foder a Carla por quantas horas eu achar necessário. Todas as posições que eu mandar. Se eu mandar você falar alguma coisa, você fala. Se eu mandar parar, você para. Você não tem autonomia hoje. Eu tenho. Claro?"
"Clara, eu-"
"Claro?" Ela apertou meu rosto.
"Claro."
"E outra coisa." Ela se abaixou, ficando na altura dos meus olhos. "Sem carinho. Sem romance. Sem aqueles olhares apaixonados que você dá pra ela quando acha que eu não to vendo. Hoje ela não é sua namoradinha secreta. Ela é uma amiga que traiu o grupo e tá pagando o preço. Entendeu a diferença?"
Aquilo doeu mais do que eu esperava.
"Entendi."
"Ótimo." Ela me beijou, rápido e possessivo, mordendo meu lábio inferior antes de se afastar. "Ah, e Liam? Você vai gozar dentro dela quantas vezes eu mandar. Boca, buceta, cu - onde eu escolher. Tomou bastante água hoje?"
Eu só acenei com a cabeça.
A campainha tocou.
Sete e cinquenta e três da noite.
"Showtime," Clara disse, e foi abrir a porta.
***
A Dani foi a primeira a entrar. Ela tava com aquela energia animada de sempre - shortinho jeans curto, top branco colado, cabelo platinado preso num rabo de cavalo alto. Ela trazia uma garrafa de vinho tinto numa mão e uma sacolinha rosa na outra.
"Opa, e aí Liam!" Ela me cumprimentou tipo se a gente tivesse se encontrando pra um churrasco. "Preparado pro show?"
"Oi Dani," foi tudo que consegui dizer.
Ela largou as coisas no sofá e veio me dar um beijo no rosto, aproveitando pra sussurrar no meu ouvido: "Vai ser gostoso pra caralho assistir você destruir ela. To molhada só de pensar."
Porra.
A Andréia chegou cinco minutos depois. Diferente da Dani, ela tava séria - calça jeans escura, blusa preta de manga longa, cabelo preso num coque baixo. Ela me cumprimentou com um aceno de cabeça e foi direto sentar numa das cadeiras, sem falar muito.
Oito e sete da noite.
"Ela não vai vir," eu disse.
"Vai sim," Clara respondeu, confiante.
Oito e doze.
A campainha tocou.
Clara foi abrir, e quando a porta se abriu, meu coração afundou.
A Carla tava ali. Roupas simples - calça jeans, camiseta cinza, tênis. Sem maquiagem. Olhos levemente vermelhos - ela tinha chorado antes de vir, com certeza. As mãos dela tremiam segurando a alça da bolsa.
"Oi," ela disse, baixinho, olhando pro chão.
"Oi Carla," Clara respondeu, e o tom dela era quase... gentil? "Entra."
Carla entrou. Ela olhou rapidamente pra sala, viu a Dani e a Andréia, depois viu eu sentado na beirada da cama no quarto ao lado. Nossos olhos se encontraram por um segundo.
Eu tentei colocar alguma coisa naquele olhar - um pedido de desculpas, sei lá - mas ela desviou rápido.
"Bom," Clara fechou a porta e assumiu o controle. "Vamos pro quarto. Todas."
A Dani se levantou animada, pegando a taça de vinho que ela já tinha servido. A Andréia se levantou em silêncio. A Carla... a Carla só respirou fundo e seguiu.
Quando todas entraram no quarto e viram a configuração - as cadeiras, a "plateia", a bandeja de acessórios - a ficha caiu de vez.
"Carla," Clara disse, ficando de pé no centro do quarto tipo uma apresentadora. "Tira a roupa."
Silêncio.
"Tira a roupa," Clara repetiu.
A Carla fechou os olhos. Respirou fundo. E começou.
Primeiro a camiseta - ela puxou por cima da cabeça, revelando um sutiã simples, bege. Depois a calça - ela abriu o botão, desceu o zíper, deslizou o jeans pelas pernas e chutou pros lado. Calcinha combinando com o sutiã.
"Tudo," Clara disse.
Carla alcançou atrás das costas, desapertou o sutiã (os seios pequenos e firmes aparecendo, mamilos já meio duros - não sei se de frio ou nervosismo ou tesão, sei lá), depois deslizou a calcinha pra baixo.
Ela ficou ali, nua, no centro do quarto, com três mulheres e eu olhando.
"Linda," Dani comentou, tomando um gole do vinho.
Andréia não disse nada, mas eu vi ela apertar os próprios dedos - tensão.
Clara circulou a Carla devagar, tipo fazendo uma inspeção. "Lembra por que você tá aqui?"
"Porque eu menti," Carla respondeu, a voz tremendo.
"E?"
"E... quebrei a regra de transparência."
"Exato." Clara parou na frente dela. "Você escolheu isso. Você escolheu ficar no grupo. Então hoje você vai aprender que amizade com a gente tem um preço. E você vai pagar todinha." Ela apontou pra cama. "Deita. De barriga pra cima."
Carla obedeceu.
Clara olhou pra mim. "Liam. Vem aqui."
Eu me levantei. Meu pau já tava duro - não tinha como esconder na calça de moletom. Eu fui até a cama.
"Tira a roupa," Clara ordenou.
Tirei a camiseta. A calça. A cueca. Meu pau saltou pra fora, já completamente ereto.
"De joelhos na cama, entre as pernas dela," Clara continuou.
Eu obedeci, me posicionando. A Carla tava deitada, olhando pro teto, respiração acelerada.
"Carla, abre as pernas."
Ela abriu.
Porra. Ela já tava molhada. Não muito, mas dava pra ver o brilho na buceta dela.
"Viu, Liam?" Clara disse, sorrindo. "O corpo dela já sabe o que quer, mesmo que a cabeça dela esteja toda confusa." Ela se virou pras amigas. "Meninas, sentem e aproveitem o show."
Dani se jogou numa cadeira, empolgada. Andréia sentou devagar na outra.
Clara ficou de pé ao lado da cama, tipo uma diretora de cinema.
"Começa," ela disse.
***
Eu me abaixei, segurei meu pau e encostei a cabeça na entrada da buceta da Carla. Ela fechou os olhos com força.
"Olha pra ela," Clara ordenou.
Eu olhei. O rosto da Carla tava tenso, meio virado pro lado, evitando me encarar.
"Mete."
Eu empurrei. Devagar. A buceta dela tava apertada - ela tava tensa pra caralho - mas também molhada o suficiente pra eu deslizar uns cinco centímetros pra dentro.
Carla gemeu baixinho. Não foi um gemido de prazer. Foi de... rendição.
"Tudo," Clara disse.
Eu empurrei até o talo. Meus quadris colaram nos dela, meu pau completamente enterrado. Porra, ela era quente e apertada.
"Agora fode. Devagar primeiro. Quero que ela sinta cada centímetro."
Eu comecei a me mover. Pra fora, quase saindo completamente, depois pra dentro de novo, afundando fundo. A Carla prendia a respiração cada vez que eu entrava fundo.
"Mais rápido."
Acelerei. O barulho da pele batendo começou a preencher o quarto. A cama balançava levemente.
"Caralho," Dani comentou da cadeira dela. "Olha o pau dele entrando e saindo. Que delícia."
Eu tentei não ouvir, focar só na Carla, mas era impossível ignorar que tinha três pessoas assistindo cada movimento meu.
"Carla, geme mais alto," Clara ordenou. "Quero ouvir."
A Carla obedeceu - os gemidos dela ficaram mais audíveis, mistura de prazer forçado e vergonha.
Eu continuei fodendo, o ritmo constante, e uns cinco minutos depois eu senti meu pau latejar - eu ia gozar rápido pra caralho se eu não me controlasse.
"Para," Clara disse, lendo meu corpo.
Eu parei, ainda enterrado nela.
"Tira. Vira ela de quatro."
Eu saí da buceta da Carla (um filete de fluido dela escorreu), e ela se virou automaticamente, se posicionando de quatro, cara pro colchão, bunda empinada.
"Olha que bunda bonita," Dani comentou. "Liam, você tem muita sorte, cara."
Eu me posicionei atrás dela, segurei nos quadris da Carla e meti de novo. Dessa vez mais fundo - a posição deixava ela ainda mais exposta.
"Mais forte," Clara ordenou.
Eu estoquei forte. Uma, duas, três, dez vezes. O barulho de carne batendo ficou alto, quase pornográfico. A Carla gemia, a cabeça afundada no colchão.
"Puxa o cabelo dela."
Eu hesitei.
"Puxa. O. Cabelo. Dela."
Eu estendi a mão, peguei o cabelo dela (aquele cabelo preto liso e macio que eu adorava), enrolei no meu punho e puxei, levantando a cabeça dela.
"Aaah!" Carla gemeu alto, quase um grito.
"Fala pra ela que ela é sua vadia hoje," Clara disse.
"Clara, eu-"
"FALA."
Eu engoli seco. Olhei pra Carla - os olhos dela estavam arregalados, um pouco de lágrima no canto.
"Você é minha vadia hoje," eu disse, baixo.
"Mais alto. E continua fodendo."
Eu voltei a estocar enquanto repetia: "Você é minha vadia hoje."
"Diz que ela serve pra isso. Pra ser fodida e assistida."
Porra.
"Você serve pra isso," eu disse, sentindo a culpa subir junto com o tesão. "Pra ser fodida. E assistida."
A Carla gemeu mais alto, e pra minha surpresa, a buceta dela apertou em volta do meu pau - ela tinha gostado? Ou era só reação involuntária?
"Goza dentro dela," Clara ordenou. "Enche a buceta dela de porra."
Eu não conseguia segurar mais mesmo. Eu acelerei as estocadas, segurando firme nos quadris dela, e três, quatro, cinco estocadas depois eu gozei com força, jorrando dentro dela, enchendo a Carla de porra enquanto eu grunhia.
"Isso," Clara disse, satisfeita. "Primeira gozada. Fica dentro até amolecer."
Eu fiquei ali, ofegante, meu pau ainda pulsando dentro da buceta da Carla, sentindo o esperma escorrer entre nós.
Quando finalmente eu saí, um filete grosso de porra escorreu da buceta dela.
"Olha só," Dani falou, levantando da cadeira e vindo mais perto. "Tá pingando pra caralho. Que tesão."
***
Eu não sei quanto tempo passou depois da primeira gozada. Talvez vinte minutos? Meia hora? O tempo tinha deixado de fazer sentido.
A Clara tinha mandado a Carla deitar de lado. Mandou eu levantar a perna dela e foder ela nessa posição (o que dava uma visão perfeita da penetração pras "espectadoras"). Depois ela mandou a Carla me cavalgar - mas não do jeito sensual e no controle que geralmente uma mulher cavalgando fica. Não. Clara ficou atrás da Carla, segurando os pulsos dela pra trás, tipo prisioneira, enquanto forçava ela a descer e subir no meu pau.
"Você não tem controle aqui," Clara sussurrava no ouvido da Carla. "Nem da própria foda. Eu controlo. Sempre."
A Carla chorava baixinho enquanto quicava, mas a buceta dela continuava apertando meu pau, o corpo dela traindo a mente.
A Dani em algum momento tinha colocado a mão dentro do shortinho e se masturbava ali mesmo, na cadeira, assistindo tudo com olhos vidrados.
A Andréia continuava sentada, mas a postura dela tinha mudado. Ela tava tensa. Muito tensa. E tinha um olhar no rosto dela que eu não conseguia decifrar - não era tesão como o da Dani. Era outra coisa. Talvez... empatia? Dor?
Eu tinha gozado a segunda vez com a Carla por cima - Clara tinha mandado eu gozar dentro de novo, "marcando território", como ela disse.
Agora a Carla tava deitada de barriga pra baixo, rosto no travesseiro, respiração pesada. O corpo pequeno dela tremia levemente.
"Intervalo de cinco minutos," Clara anunciou. "Liam, bebe água. Você vai precisar."
Eu me levantei da cama, as pernas meio bambas, e fui até a bandeja. Bebi meio copo de água de uma vez. Meu pau tava sensível pra caralho, mas ainda meio duro - a visão da Carla ali, fodida, usada, era forte demais.
"Você tá se saindo bem," Dani disse, vindo até mim e apertando meu braço. "Sério. Você é um garanhão, Liam."
"Obrigado, eu acho," foi tudo que consegui responder.
Eu olhei pra Andréia. Ela tinha se levantado e estava agora ajoelhada ao lado da cama, perto da cabeça da Carla. Ela estendia a mão, afastou uns fios de cabelo do rosto da Carla.
"Eu sei o que você tá sentindo," Andréia sussurrou, baixo, mas eu consegui ouvir. "Eu já estive exatamente onde você tá. Aguenta mais um pouco. Depois passa."
Carla virou a cabeça levemente, encarou a Andréia. "Quanto... quanto tempo mais?"
Andréia olhou pra Clara.
Clara checou o celular. "Já se passou uma hora e quarenta. Falta mais uma, uma e meia. Depende de como você se comportar."
"Porra," Carla sussurrou, tão baixo que quase não ouvi.
Algo dentro de mim torceu. Tipo um nó apertando. Eu olhei pra Carla - o corpo pequeno, a pele brilhando de suor, os pulsos com marcas leves de onde a Clara tinha segurado, a buceta inchada e escorrendo porra.
Ela tava quebrada.
E eu era quem tinha feito isso.
"Próxima rodada," Clara anunciou. "Dessa vez quero ver o Liam comendo ela pela boca. Quero ver ela engasgando."
"Clara-" eu comecei.
"Algum problema?"
Tinha. Tinha um problema gigante. Mas eu não sabia como verbalizar.
"Carla, de joelhos na cama," Clara ordenou, ignorando minha hesitação.
Carla se levantou devagar, trêmula, e ficou de joelhos.
"Abre a boca."
Ela abriu.
"Liam, mete na boca dela. E dessa vez não seja gentil. Enfia fundo. Quero ver ela babar."
Eu me aproximei. Segurei meu pau (ainda brilhando com os fluidos dela e minha porra) e encostei nos lábios da Carla. Ela fechou os olhos e eu empurrei pra dentro.
A boca dela era quente, molhada, a língua automaticamente se movendo em volta do meu pau mesmo que ela não quisesse.
"Mais fundo," Clara insistiu.
Eu empurrei. A Carla engasgou, o corpo dela se contraindo, mas ela não recuou.
"Segura a cabeça dela e fode a boca dela direito."
Eu coloquei as duas mãos na cabeça da Carla e comecei a estocar - não rápido, mas firme, enterrando uns dez centímetros a cada movimento. Ela engasgava, salivaava, e as lágrimas começaram a escorrer mais visíveis agora.
"Olha ela babar," Dani comentou, a voz rouca de tesão. "Porra, eu queria ser a Carla agora."
Eu continuei, e foi aí que algo estranho aconteceu. Eu olhei pra baixo, pro rosto da Carla, pros olhos dela inundados de lágrimas, e senti meu pau começar a amolecer.
Pela primeira vez na vida, no meio de uma boca quente me chupando, eu estava perdendo a ereção.
Porque eu tava preocupado.
Genuinamente preocupado com ela.
"Caralho, Liam, mantém duro," Clara reclamou, percebendo.
Eu tentei. Tentei pensar em outras coisas, focar só na sensação física, mas não adiantou. Meu pau continuou amolecendo até que ele praticamente caiu da boca da Carla, meio mole.
"Que porra é essa?" Clara veio até mim, irritada. "Você tá perdendo tesão?"
"Eu... não sei," eu disse, mas era mentira. Eu sabia exatamente o que tava acontecendo.
Clara me encarou. Depois encarou a Carla. Depois voltou pra mim.
"Você tá preocupado com ela," Clara disse, não era pergunta. Era constatação.
Silêncio.
"Liam. Você. Tá. Preocupado. Com. Ela."
"Tá sendo muito," eu finalmente falei. "Olha pra ela, Clara. Ela tá destruída."
"Ela escolheu!"
"EU SEI QUE ELA ESCOLHEU!" Eu quase gritei. "Mas isso não significa que eu não posso achar que já foi longe demais!"
A Dani ficou em silêncio. A Andréia levantou, ficando de pé também, olhando entre mim e Clara.
A Carla continuava de joelhos na cama, encarando o colchão, o corpo tremendo.
"Você tá apaixonado por ela," Clara disse, e a voz dela tinha uma mistura de raiva e dor. "Você tá fodidamente apaixonado pela Carla."
Eu não respondi.
Porque era verdade.
Porra. Era verdade.
***
**[Continua na Parte 16]**
***
**Nota do autor: Então... é. Eu sei que vocês esperavam a punição completa, mas aconteceu isso. O Liam bugou no meio. E agora tá tudo uma merda gigante. A próxima parte vai ser o confronto REAL entre ele e a Clara, e vocês vão descobrir o que acontece com a Carla depois disso. Prometo que não vou demorar pra postar.
E sim, eu sei que ficou pesado. Porque era pra ficar. Se vocês tiverem feedback, mandem aí nos comentários. Valeu pela leitura.