Rosinha (me encarando, falando com a voz carregada de tesão) – Me leve pro tio, amor, tô me sentindo a Kiara, doidinha pra ser montada; você é meu dono e agora deve me levar pro garanhão Mandingo que está me esperando, doido de vontade pra montar em mim!
Essa frase dita pela Rosinha fez meu coração disparar, meu pau pulsar e até me causou falta de ar tamanha foi a excitação que a minha esposa me provocou. Peguei a ponta da corrente, lentamente abrimos a porta e caminhamos lado a lado até a sala onde o tio, completamente pelado, esperava minha esposa. Lembrei-me dos pais que conduzem as filhas para o altar e as entregam aos noivos para o casamento. Naquele momento eu entregava a minha esposa para o meu tio dotado para o “cruzamento”!
O tio Carvalho esperava no sofá, apoiado em um almofadão sentava-se na beirada do assento e exibia o pau mole, porém grande, pendurado e repousando sobre o saco entre as coxas abertas. Ele olhou a minha esposa como um noivo olha a noiva chegando ao altar, trocaram sorrisos silenciosos enquanto eu, sem saber exatamente o que fazer, fiz o que meu instinto de marido corno me orientava. Conduzi a minha esposa para cima dos colchõeszinhos e, semelhante ao que faz o proprietário de uma égua ao exibi-la numa exposição, fiz com que a minha mulher girasse o corpo lentamente mostrando ao tio Carvalho a belíssima fêmea que eu lhe oferecia, a minha fêmea!
O clima parecia esquentar, senti meu coração muito acelerado ao mesmo tempo em que tive a impressão de ouvir os corações da minha amada e do tio Carvalho batendo acima do ritmo. Claro que era apenas uma impressão, pois seria impossível ouvir os corações deles, mas pude constatar claramente o batimento cardíaco do tio quando olhei pro pauzão que crescia ao ritmo das batidas do seu coração. Aquela imagem do pau crescendo também foi notada pela minha esposa que fixou o olhar no cacete que se alongava e engrossava rapidamente sem que ele tocasse na minha mulher ou no próprio pau.
Minha esposa, movida pelo extinto de fêmea, começou a ondular o corpo em movimentos sensuais e provocativos enquanto se acariciava. Soltei a corrente deixando-a pendurada na coleira que permaneceu no seu pescoço e me afastei para apreciar aquele corpo divino que há tempos era só meu e que, naquele momento, eu entregava a outro macho. Ela iniciou carícias no pescoço, barriga e coxas e mantinha o olhar fixo no cacete do tio que continuava crescendo e engrossando até que a carga de sangue, injetada nas veias do pau, foi suficiente pra fazer aquela jiboia pesada abandonar o repouso sobre o saco e começar a subir como se fosse impulsionada por uma poderosa bomba hidráulica. O cacete engrossava e levantava e, à medida que se alongava, a pele que cobria a cabeça da pica foi ficando mais curta e lentamente exibindo a glande arroxeada que, em brincadeiras anteriores entre eles, tive o prazer de ver dentro da boca da minha esposa.
Minha mulher, olhando o cacete quase totalmente duro, lambia os lábios sugerindo que gostaria de sentir na boca aquela pica grossa. Quanto mais ela provocava o tio, mais o pauzão se alongava e assim foi se esticando até que a cabeça da pica se exibiu completamente descoberta, inchada, brilhante e molhada pelo caldo lubrificante do macho pronto pra montar a fêmea que eu lhe ofertava e descaradamente se insinuava a ele.
Mesmo após ver a caceta do tio totalmente dura e pronta pra meter, minha esposa continuava ondulando seu corpo numa dança extremamente sexy e exibicionista e só tirando os olhos do pau pra encarar e sorrir pro tio Carvalho. Conhecendo minha mulher como eu conhecia, eu sabia que naquele momento ela se sentia extremamente poderosa por ser a responsável pelo endurecimento daquela pica que tanto desejava. Ela virou-se de costas pra ele, rebolou a bunda, abriu as pernas e curvou o corpo pra frente levando sua cabeça até abaixo dos joelhos e, de cabeça pra baixo encarou e sorriu pro tio Carvalho ao mesmo tempo em que exibia sua bunda aberta mostrando o cuzinho já que o fiozinho da calcinha não era suficiente pra esconder aquela preciosidade.
Novamente se pôs de pé e, encarando o cacete do tio completamente duro, minha mulher agarrou os próprios peitos por sobre o sutiã transparente, beliscou e puxou os mamilos sendo que a outra mão se enfiou entre suas coxas simulando uma masturbação por cima da calcinha. O tio pegou o cacetão pela base e o balançou pra minha esposa como a dizer: “É todo seu!”, mas o largou em seguida parecendo não querer se tocar pra não apressar o gozo. A minha mulher apenas ameaçava tirar a lingerie, mas não o fazia. Eu, dominado pelo tesão, me aproximei dela por trás e, enquanto ela dançava para o tio, soltei o fecho do sutiã liberando e exibindo ao meu tio os belíssimos peitos da minha mulher. Em seguida soltei as presilhas da cinta liga e me ajoelhei pra despi-la das meias. Restando somente a calcinha que apenas lhe dava um charme especial, pois nada escondia já que a transparência deixava à mostra o montinho de Vênus e evidenciava a rachinha da xota, hesitei, fiquei na dúvida se eu deveria tirar a calcinha da minha mulher, pois seria a atitude mais corna que eu tomaria até então. Por uma fração de segundos tentei raciocinar, mas acabei pensando “com a cabeça de baixo” e me deixei levar pelo instinto do corno que me dominava. Me posicionei ao lado da minha esposa de forma que eu poderia continuar olhando também para o tio Carvalho e enfiei os dedos debaixo das tiras da calcinha.
Uau, caros leitores! Eu sabia que seria muita cornitude da minha parte, mas não resisti e puxei pra baixo a calcinha da minha mulher, expus aos olhos do meu tio tarado e pauzudo a bucetinha da minha amada esposa que eu mesmo havia raspado horas atrás com o objetivo de entregá-la a ele para ser comida, montada, fodida e gozada! Como se desnudar minha esposa para oferecê-la ao tio Carvalho não bastasse, ainda ajoelhado peguei a ponta da corrente pendurada na coleira e delicadamente a puxei pra baixo fazendo ela entender que deveria se colocar de quatro.Me posicionei de pé ao vê-la de quatro no colchãozinho e carinhosamente a puxei pela corrente de forma a levá-la até o tio que, vendo minha esposa “caminhando de quatro” em sua direção, abriu ainda mais as pernas se antecipando ao que estava por acontecer e ofereceu descaradamente a pica que babava de tesão.
Quando minha Rosinha, se movendo lentamente de “quatro patas”, se encontrava bem próxima das pernas do tio Carvalho, dei a ele a ponta da corrente para que assumisse “as rédeas” da minha amada esposa. Em seguida me afastei dos dois e tirei meu short, a única roupa que eu vestia, antes de me sentar na poltrona ao lado cheirando a calcinha da minha mulher e tentando localizar nela o cheirinho da buceta que tanto amo.
O tio Carvalho e a minha esposa se encararam, a Rosinha parecia “empacada” e achei que o tio iria puxar a corrente para levá-la até ele, mas, ao invés disso ele contraiu os músculos da região e o balançar daquele poste grosso pra frente e pra trás foi suficiente para atrair a minha amada até ele. Ao se encontrar com o rosto a poucos centímetros daquele obelisco, ela parou, virou o rosto, sorriu pra mim e movimentou os lábios dizendo sem emitir qualquer som: “Corninho!”
Em seguida ela encarou o tio Carvalho, aproximou o rosto do cacete e deu-lhe o primeiro beijo super carinhoso e estralado na base do pau. Sem parar de encarar o tio continuou beijando o cacete subindo em direção à cabeça onde se via mais uma gotinha de lubrificante saindo da uretra. Minha mulher não resistiu ao ver o pau babando daquela forma por sua causa e, esquecendo a forma carinhosa com que vinha agindo, se deixou dominar pelo tesão de fêmea no cio e abocanhou com ganas a estrovenga do tio Carvalho. Afundou a cabeça abrigando na sua boca tudo que conseguiu, porém pouco mais que a glande, pois a cabeça da pica quase que enchia por completo a sua boca. Manteve o pauzão atolado na garganta por alguns segundos e logo tirou o pau da boca ao se sentir sufocada.
A expressão de prazer estampada no rosto do tio Carvalho denunciava o prazer que a boca da minha esposa lhe proporcionava. A Rosinha chupava como uma atriz pornô, agarrava o pau com as duas mãos e abocanhava a cabeça da pica com uma tara incomum. Naquela posição eu via que a piroca do tio ocupava as duas mãos da minha esposa e ainda sobravam alguns centímetros antes da cabeça; realmente era uma pica digna de um ator pornô! A tara da minha mulher por aquele pau aumentava vertiginosamente, ela estava dominada pelo tesão e tentava fazer tudo ao mesmo tempo, beijar, lamber, chupar, punhetar. Parecia até que desejava sentir o gozo daquele cacete na sua boca.
O tio deixou que minha esposa lhe chupasse a pica por alguns minutos, mas sentindo o prazer maior se aproximar, puxou seu rosto e lhe beijou a boca fazendo ela entender que chegara a hora tão desejada para todos nós, a hora em que, após tantas brincadeiras sem penetração, finalmente ela perderia a virgindade com o picão que em muitas ocasiões frequentou nossas fantasias.
O tio, em pé e exibindo o imponente mastro cuja cabeça brilhava de tão inchada, delicadamente puxou a corrente levando a minha Rosinha para o centro daquele espaço formado pelos dois colchõezinhos. Minha esposa, submissa, se manteve de quatro me fazendo lembrar a égua Kiara à espera do garanhão. O tio, tal qual o equino reprodutor, balançando a pica dura rondava a minha mulher parecendo procurar a melhor posição pra montar a fêmea que o esperava cheia de desejos.
Ah, leitores, quanta semelhança eu vi entre aquela cena e as lembranças da égua Kiara e o garanhão Mandingo! No momento em que o tio se ajoelhou e se curvou pra cheirar minha mulher por trás, ela me encarou e, atendendo ao seu instinto de fêmea no cio e também pra me provocar, abriu as pernas e arrebitou a bunda oferecendo o belo rabo ao macho que a rondava. O tio aproximou o rosto da bunda da minha Rosinha, encostou o nariz na racha da buceta e aspirou ruidosamente o ar sentindo o cheiro da minha fêmea que, em breve, também seria dele. Cheirou tudo por ali, buceta, bunda, cu até que, não mais resistindo, resolveu montar minha esposa. Vendo a cena que se desenrolava ante meus olhos, achei que não resistiria e gozaria sem me tocar no pau. Abri minhas pernas e braços e resisti sem me tocar, pois estava prestes a ver realizado o desejo com o qual tanto fantasiei: ver o tio Carvalho foder minha mulher!
O tio, percebendo que eu mantinha os olhos fixos nele e na Rosinha, numa clara atitude exibicionista se colocou por trás da minha esposa, agarrou o cacete pela base e começou a pincelar a cabeça entre os lábios da racha da minha mulher que, ao sentir o contato tão íntimo, outra vez me encarou não conseguindo disfarçar a respiração ofegante enquanto aguardava pela invasão da pica em seu canal vaginal. O tio continuou pincelando a cabeça do pau forçando um pouco mais pra dentro da portinha do paraíso e, quando pensei que iria pro espaço a virgindade da minha amada, vi o corpo dela de arrepiar, seus olhos se fecharem e a boca se abrir em busca de mais ar. O gozo estava chegando pra ela!
Rosinha (se jogando pra frente e fugindo do tio) – Ai, que loucura, vou gozar, vou gozar, ai, tô gozando, tô gozaaaaandooo!
O tio Carvalho, tanto quanto eu, foi surpreendido quando minha mulher tirou a buceta da pica e escapou dele se deitando encolhida com as pernas trêmulas prensadas uma na outra e a pele toda arrepiada.
Rosinha – Puta que pariu, tô gozando, tô gozando, ai que delícia, tô gozando!
Eu e o tio trocamos olhares e, sem nada pra dizer, sorrimos enquanto a minha Rosinha continuava deitada toda encolhida e com tremedeiras pelo corpo.
Carvalho (abraçando carinhosamente minha mulher) – Ohhh, minha linda, você gozou tão rapidinho, o que houve?
Rosinha (de olhos fechados curtindo o prazer do momento) – Foi tesão demais, tio; tentei segurar o gozo, mas não consegui! Me dê um tempinho pra eu descansar e já voltaremos a brincar!
Eu e o tio nos olhamos, sorrimos e ele foi até a cozinha, porém logo voltou com uma garrafa de água e copos. Bebemos a água gelada e a Rosinha, após saciar a sede, voltou a se deitar. O tio, apesar do enorme desejo que sentia pela minha esposa, deixou que ela descansasse o quanto quisesse e, durante os minutos que ficamos sentados apreciando a beleza da minha mulher deitada e encolhida no colchão, nossos pintos amoleceram. Não sei precisar quanto tempo a minha esposa descansou, aliás, acho que até dormiu um pouquinho.
Minutos mais tarde a minha amada começou a despertar e o primeiro sinal de que ela acordava foram os lábios se abrindo num lindo sorriso.
Rosinha (ainda de olhos fechados, mas com uma expressão sapeca no rosto) – Tiiio, você ainda quer me comer?
Carvalho (devolvendo a provocação) – Eu quero, mas o meu pau amoleceu! E você, ainda quer dar pra mim?
Rosinha (se sentando no colchão) – Eu quero muito dar pra você, tio, venha, deite aqui comigo que eu vou acordar esse seu pinto dorminhoco!
O tio se deitou de costas e o seu pau já dava sinais de endurecimento, via-se pelas pulsações que ele estava crescendo. Minha esposa se colocou de pé com as pernas abertas de forma que o tio ficou com a cabeça entre os seus pés, apreciando e se deliciando com a belíssima paisagem entre suas pernas. Ela estava fazendo com ele o mesmo que fazia comigo e eu garanto, caros leitores, olhar a minha Rosinha de baixo pra cima naquela posição é uma das cenas mais eróticas que eu conheço.
Rosinha (sorrindo pra mim ao mesmo tempo em que se agachava até posicionar a buceta a uns dez centímetros do rosto do tio) – Sinta o cheirinho da minha xota, tio, isso vai fazer seu pinto ficar duro rapidinho!
Caros, leitores, confesso que senti um tiquinho de ciúmes ao ver minha amada fazer com o tio o mesmo que fazia comigo, mas o tesão foi enorme e meu pau endureceu primeiro que o dele. Minha esposa sorria pra mim e apontava o cacete do tio Carvalho que já estava bem grosso e começava a se levantar; a cada batida do seu coração o pau crescia mais e mais. Vi o tio segurar minha mulher pelas coxas e aproximar o nariz da deliciosa frutinha que, naquele momento, certamente exalava o cheiro característico de fêmea no cio que tão bem conheço.
Rosinha (me encarando e sorrindo ao ouvir o tio aspirando o ar e cheirando sua xana) – Gosta do cheiro da minha rachinha, tio?
Carvalho – (falando com a voz carregada de tesão antes de levantar a cabeça e colar seus lábios nos lábios da minha esposa) – Adoro o cheiro dessa sua buceta gostosa!
Rosinha (sentando no rosto do tio, mas sem deixar de me encarar) – Já que você gosta do cheiro, tio, então enfia a língua e sinta também o gosto do melzinho que tá brotando dela por sua causa. (rebolando no rosto do tio Carvalho) - Isso, tio, mete bem fundo essa língua gostosa na minha buceta!
Eu, que a tudo assistia de pau duríssimo, vi minha esposa, que estava sentada no rosto do tio Carvalho, se curvar em direção ao pau dele, porém tomando o cuidado de manter a xota ao alcance da língua que lhe dava tanto prazer. Minha esposa aproximou o rosto daquele poste sem parar de me olhar; ela estava me provocando, queria me causar ciúme e tesão. Agarrou a jiboia sem conseguir fechar os dedos ao redor daquela enormidade, deslizou a língua desde a base até a ponta e beijou a cabeça antes de abocanhar o cacete que tanto desejava. Só parou de me encarar quando desceu o rosto em direção ao saco num esforço para abrigar em sua boca o máximo que conseguisse daquele caralho enorme. Eu assistia minha amada se deliciando com a pica de outro macho em sua boca quando ela novamente me encarou e movimentou os lábios dizendo sem emitir qualquer som: “O tio tá lambendo meu cu!” Curioso e cheio de tesão, me levantei sem fazer barulho e fui ver o que o tio Carvalho fazia na minha esposa e foi com enorme prazer que vi a língua dele lambendo e tentando se enfiar no cuzinho da minha amada que, de tempos em tempos, contraia os músculos apertando as pregas e fazendo aquele “olhinho” piscar. Apreciei por um bom tempo o tio lambendo a buceta e o cu da minha Rosinha, depois voltei ao meu posto de observação e continuei assistindo os dois se lambendo e se chupando por longos minutos até que ela decidiu fazer nele algo que eu gostava muito. Ao vê-la iniciar carícias no saco do seu novo macho, percebi pelos movimentos dos dedos que ela se preparava pra agarrar as bolas. Me deu tesão ao ver o quanto as mãos da minha mulher pareciam pequenas ao agarrar o sacão do tio; ela pegou com delicadeza as bolas até conseguir fechar os dedos indicador e dedão em forma de anel em volta da pele e deixando as bolas na palma da sua mão. A imagem era tesuda demais, eu estava adorando assistir a minha amada esposa se deliciando com o pau e o saco de outro macho. Eu teria assistido aquela cena por muito tempo, mas ela tirou a boca do pau e repetiu nele o que fazia comigo quando queria me proporcionar um prazer extra; sorrindo pra mim e querendo me exibir o cacetão, agarrou o pau pela base com a mão esquerda e, com a direita, puxou o saco pra baixo em direção ao cu do tio.
Carvalho (com a pele arrepiada e tremedeiras pelo corpo) – Nãaaaao, não faça isso! Puta que pariu, eu vou gozar, ai, tá vindo, tá vindo, vou esporrar!
A Rosinha me olhava surpresa, era evidente que ela não esperava que aquela carícia provocaria o gozo do tio, ela parecia não saber o que fazer até que o primeiro jato de porra lhe atingiu o pescoço. Agindo por instinto, se apressou em abocanhar a piroca, mas o segundo jato já havia sido disparado e foi grudar nos cabelos da minha amada. Com agilidade, ela baixou o rosto e abrigou em sua boca a cabeça da pica que brilhava de tão inchada. Com a situação “sob controle”, já que os jatos passaram a ter destino certo, ela voltou a me encarar com o pau do tio em sua boca e sorria com os olhos, já que a boca estava ocupada. Enquanto eu assistia as contrações do enorme cacete do tio Carvalho despejando o caldo do prazer do macho na boca da minha mulher, quase perdi o controle tamanha foi a vontade de agarrar meu pau e também gozar. A Rosinha continuava me olhando, parecia se deliciar sentindo o creme masculino que o tio esguichava em sua boca. Lentamente as tremedeiras do tio foram diminuindo e ele parecia se acalmar. Quando ele deu a última “metida” na boca da minha esposa, esguichando o último jato, ela tirou a boca do cacete tendo o cuidado de manter os lábios fechados, levantou a cabeça e, pelos movimentos do pescoço, vi que ela engoliu todo o creme que havia ganhado do tio Carvalho. Pra me provocar, me encarou, sorriu e movimentou os lábios sem emitir som: “Delícia de porra!”
A Rosinha se dedicou tanto em se exibir a mim, e eu em apreciá-la engolindo porra que esquecemos do tio.
Carvalho (pegando minha esposa pelas pernas e delicadamente fazendo ela sair de cima dele) – Levante, minha linda, você está me sufocando!
Rosinha (rindo, se apressando em sair de cima dele, mas não esquecendo de provocá-lo) – Oh, tio, desculpe, eu me distraí e me esqueci que estava sentada no seu rosto!
Carvalho (com a voz mole) – Você, minha florzinha, me sacaneou, me fez gozar antes da hora! E agora, como faremos?
Rosinha (sentada no colchão ao lado dele e dando uma pegadinha no pau ainda duro e melado de porra) – Agora, tio, você vai tomar uma ducha pra recuperar energias e volte pra cá, pois eu quero brincar mais com você, afinal, ainda não “perdi a virgindade” com o seu pintão!
Rosinha (ao ver o tio se levantando) – Tio, espere um pouco, seu pau tá melado de porra, venha aqui pra eu limpar ele!
O tio me olhou e aproximou o cacetão do rosto da minha mulher oferecendo a ela a piroca que começava a amolecer. Minha esposa se ajoelhou, agarrou pela base a pica ainda bastante grande e deslizou os dedos no sentido da cabeça fazendo sair mais algumas gotinhas do creme grosso. Ela calculava os movimentos pra que eu visse em detalhes o que fazia, esticou a língua e recolheu as gotinhas que se penduravam na cabeça do pau e sorriu pro tio:
Rosinha – Muito gostoso o seu creminho, tio!
Carvalho (fugindo da minha mulher quando ela resolveu abocanhar e chupar a pica novamente) – Cheeega! Nada de chupar meu pau agora, ele tá sensível! Me deixe ir pro banho!
Logo que o tio saiu da sala rumo ao chuveiro, minha amada se levantou, me lançou um olhar de tara e lentamente veio até mim exibindo aquele sorriso sapeca.
Rosinha (se curvando, apoiando as mãos nos meus joelhos e falando no meu ouvido com voz sexy) – Agora é a vez do meu amorzinho corninho gozar! Você já me viu gozando quando o tio esfregou o cacetão na minha buceta, já viu ele gozando e enchendo minha boca de porra; agora vou fazer você gozar também!
Eu (enfiando a mão entre as coxas dela e lhe fazendo um carinho na rachinha, porém sem enfiar o dedo, pois o buraquinho deveria continuar apertadinho pra quando o tio metesse nele) – Gostou de engolir a porra do tio, o caldo dele tem gosto bom?
Rosinha (esfregando seus lábios nos meus e iniciando um beijo) – O tio goza como um cavalo reprodutor, ele me deu muita porra quentinha e saborosa; e agora eu vou beijar você, vou enfiar minha língua na sua boca pra você sentir o gostinho da porra do meu novo macho.
E colou seus lábios nos meus enfiando a língua na minha boca me fazendo sentir o sabor inconfundível de porra.
Rosinha (sorrindo pra mim após liberar aquele caldo na minha boca) – Tá sentindo, meu corninho, o sabor da porra do tio na minha boca! Gostou?
Senti arrepios de frio e correntes elétricas atravessando meu corpo; eu estava prestes a gozar.
Rosinha (aumentando a provocação enquanto esfregava delicadamente seus lábios nos meus) – Qualquer dia desses vou chupar o tio até ele esguichar bastante creminho, vou guardar um tanto na boca e depois vou te beijar e dividir com você a porra quentinha dele.
Caros leitores, aquilo que minha esposa disse, se dito em outro momento, talvez não me causasse tanta euforia, mas naquela situação, há dias sem gozar e cheio de tesão por estar assistindo minha amada e meu tio pintudo se pegando, não resisti.
Eu (gozando sem me tocar no pau) – Puta, você é a esposa mais puta do mundo, tá me fazendo gozar, ai, vou gozar, vou gozaaaaar!
Novamente, atendendo ao seu instinto de fêmea, foi ágil e se ajoelhou entre minhas pernas abocanhando rapidamente meu pau antes mesmo do primeiro esguicho. Repetiu comigo o que havia feito com o tio e me encarou o tempo todo em que durou os meus espasmos de gozo. Mesmo de boca cheia com o meu pau gozando dentro dela, ela sorria com os olhos apreciando o sabor do creme que eu lhe dava. Quando terminei de gozar ela, igual ao que havia feito com o tio, largou meu pau e exibiu a boca aberta e cheia do meu caldo de macho. Após me mostrar o creme que ela tanto apreciava, fechou a boca e exibiu o pescoço se movimentando ao engolir o meu creme.
Caros leitores, que cena linda! Ver minha amada esposa usando no pescoço a coleira e a corrente, e engolindo minha porra, renovou o meu tesão!
Rosinha (sorrindo pra mim depois de me beijar com paixão e enfiar a língua melada na minha boca) - Sou a mulher mais feliz do mundo, já fiz dois machos gozarem hoje e engoli a porra dos dois!
Ainda repetindo em mim tudo que havia feito ao tio Carvalho, minha Rosinha pegou meu pau sensível com delicadeza e espremeu de baixo pra cima retirando dele o restinho de porra presa no canal. Algumas gotinhas ainda saíram e ela, com a ponta da língua, recolheu aquele creme que considerava ser um verdadeiro manjar e depois, lentamente, me lambeu o pau e chupou a cabeça deixando ele bem limpinho. Ela ainda chupava devagar meu cacete quando o tio retornou pelado do banho, enxugando as orelhas e exibindo o pau à meia bomba que balançava pesado entre as coxas.
Rosinha (sorrindo pra mim e falando baixinho no meu ouvido para que o tio não ouvisse) – Amor, agora vou brincar um pouco mais com o tio, não aguento mais de vontade de dar pra ele, tô doidinha pra perder a virgindade naquele caralhão. Amo muito você, meu corninho!
Vendo minha amada se levantar e ir de encontro ao tio; ainda tive tempo para apreciar o seu belíssimo rabo antes que ela abraçasse o tio Carvalho com um braço e pegasse no cacete com a outra mão. Massageando a pica que estava quase totalmente dura, minha esposa, igual havia feito comigo, me beijando logo após chupar o pau do tio, grudou seus lábios nos dele me deixando ver que enfiava a língua na boca dele o fazendo sentir o sabor da minha porra. Até pensei que o tio poderia recusar o beijo, pois ele, ao voltar para a sala havia visto a Rosinha me chupando, mas aceitou numa boa e correspondeu ao beijo cheio de tara da minha mulher.
Peguei a garrafa de água na mesinha ao lado e enchi meu copo e, quando eu ia beber, a minha Rosinha veio até mim também querendo água. Enchi um copo pra ela também e, enquanto bebíamos, vi o tio Carvalho olhando pra bunda da minha esposa e massageando e piroca fazendo com que ficasse completamente dura. Quando a Rosinha pediu que eu enchesse outra vez o seu copo, percebi que ela estava “enrolando” e desconfiei que estava indecisa, apesar do enorme desejo e tesão que sentia pelo tio Carvalho.
Eu (sentado, puxando minha esposa pra um beijo, fazendo ela se curvar e aproveitando pra falar baixinho no seu ouvido) – Tudo bem com você?
Rosinha (sorrindo, parecendo tímida cochichou no meu ouvido) – Tudo! Quero que você me leve para o tio e me entregue a ele!
Naquele momento fiquei na dúvida se aquele desejo da Rosinha, de que eu a entregasse para ser comida pelo tio Carvalho daria mais tesão a ela, ou se realmente estava indecisa. Diante da incerteza e querendo muito vê-la gemendo e gozando na pica de outro macho bem dotado, tomei as rédeas da situação, ou melhor, me levantei, peguei a corrente atada à coleira e delicadamente levei a minha mulher para o centro da sala onde eu desejava ver meu tio pauzudo montando ela.
Apesar de eu ter gozado minutos atrás, imaginar minha esposa trepando com outro macho manteve meu tesão e meu pau duro. Naquele momento eu não mais sentia ciúmes da minha amada, eu realmente queria vê-la metendo com o meu tio pauzudo. Puxando pela corrente, tal qual o dono da égua Kiara a levou para o garanhão Mandingo, delicadamente conduzi minha esposa até entregá-la ao tio Carvalho. Timidamente se abraçaram, mas em poucos segundos começaram a se beijar com tara, ele agarrando minha esposa pelas nádegas e ela massageando o enorme cacete. Soltei a corrente e voltei para a minha poltrona, pois sabia que ela, presa naquele encontro selvagem entre macho e fêmea, não mais fugiria.
Do meu posto de observação eu não perdia um só movimento, um só gemido e aguardava ansioso pelo momento em que a minha amada deixaria de ser virgem com o tio Carvalho, pois, apesar das muitas brincadeiras ocorridas entre eles, nunca houve penetração.
Carvalho (beijando, lambendo e chupando o pescoço da Rosinha ao mesmo tempo em que abria suas nádegas exibindo a mim o cuzinho que eu tanto adoro) – Hoje finalmente vou comer você todinha, minha flor; vou fazer você gozar muito!
Rosinha (massageando o picão e oferecendo seu pescoço para que o tio o beijasse) – Vai me dar esse cacetão gostoso, tio, vai deixar eu gozar nele?
Carvalho – Vou dar tudo que você tá querendo e precisando, vou te dar meu pau inteiro pra você gozar bem gostoso nele!
Rosinha (com a pele arrepiada ao ser beijada, lambida e chupada no pescoço) – Tio, o desejo de ter você todinho dentro de mim é enorme, mas minha bucetinha nunca comeu um pauzão tão grande quanto o seu, não sei se vou conseguir.
Naquele momento fiquei em dúvida se a minha esposa falou aquilo para provocar o tio ou se ela realmente estava preocupada se o tamanho exagerado do pau que tinha na mão pudesse lhe causar alguma dor.
Carvalho (flexionando os joelhos e abocanhando os peitos da minha mulher) – Fique tranquila, vou ser muito carinhoso e você vai gostar tanto que vai pedir tudo.
Uma das posições que dá muito tesão à Rosinha, é estar em pé e ter o homem ajoelhado à sua frente a lambendo entre as coxas, na buceta. A cena que se desenrolava diante dos meus olhos me levava a crer que eu iria assistir a minha esposa fazendo isso com o tio Carvalho. E aconteceu! Bastou ele dar o primeiro beijo na rachinha que eu havia raspado com tanto carinho, que ela abriu as pernas apoiando um dos pés no braço da poltrona para que o tio se acomodasse para lambê-la naquela posição que tanto gostava. Ela sempre me disse que se sente poderosa tendo um homem ajoelhado à sua frente e lambendo sua xota; ela sempre foi muito consciente do poder que tem entre as pernas! Ao sorrir pra mim, percebi que não havia mais qualquer indecisão por parte da minha esposa, era visível que ela estava muito tesuda e se entregando ao enorme prazer de transar com outro homem na minha presença.
Carvalho (se deliciando com a cara entre as coxas da minha mulher) – Que delícia de buceta você tem aqui no meio das pernas, minha flor!
Rosinha (sorrindo pra mim enquanto acariciava os cabelos do tio Carvalho) – Hoje ela será todinha sua, tio!
Caros leitores, sempre achei que sexo, quando acontece sem preliminares, já é muito bom, e sexo com preliminares é excelente, mas confesso que apesar de estar adorando ver aqueles dois safados brincando, eu estava ansioso pra ver eles trepando de verdade, metendo, fodendo!
Depois do tio ter lambido minha esposa na xota, ele se pôs de pé e foi a vez dela se ajoelhar na frente dele. Imaginei os possíveis motivos pelos quais eles demoravam tanto pra se pegar; pensei se estavam se exibindo a mim, se o tio queria levar minha esposa a um grau de excitação tal que ela mesma pediria pra transar, pensei se a minha amada estaria com medo da penetração daquele cacete de tamanho que ela nunca antes experimentou. Pensei, pensei e, ao final, nada concluindo, assisti minha esposa ajoelhada punhetando o cacetão do tio com as duas mãos e chupando a cabeça que tinha tamanho suficiente pra lhe encher a boca.
Num determinado momento, movido pela tara de ver e ouvir minha esposa gemendo na pica de outro macho, me levantei, fui até eles, peguei a coleira presa ao pescoço da minha Rosinha e delicadamente a puxei para que mudasse de posição; fiz ela entender que eu a queria de quatro. E assim ela, obediente e sorrindo timidamente pra mim, se posicionou de quatro patas diante do olhar de desejo do tio Carvalho que massageava a caceta dura esperando que eu preparasse minha esposa pra que ele a montasse!
Havia chegado a hora de realizarmos a fantasia que há tempos nos perseguia!
Eu (me agachando em frente a minha esposa, lhe beijando os lábios e falando baixinho no seu ouvido) – Eu vou adorar ver você e o tio transando, aproveite e seja feliz!
Me afastei deixando minha amada de quatro sobre o colchãozinho e voltei para a poltrona onde sentei me contendo pra não bater punheta. O tio Carvalho, apreciando minha mulher e exibindo a caceta dura de cabeça brilhante, me fez lembrar o garanhão Mandingo rondando a Kiara se preparando para montá-la. Ele ainda estava de pé olhando para o traseiro da minha Rosinha quando ela, desavergonhadamente, abriu as pernas, apoiou-se nos cotovelos arrebitando a bunda exibindo a buceta e o cu e, contraindo os músculos da região, fez o cuzinho piscar pedindo pica. Vi o tio se ajoelhar com o pintão apontado pra buceta dela e, ao acariciá-la na cintura, parecia imaginar que seria ali que iria segurá-la quando estivesse metendo. Vendo aquilo, imaginei e desejei aquela piroca grossa entrando, enchendo a buceta da minha esposinha!
Caros leitores, meu coração batia forte e rápido tanto quanto acontecia durante uma gozada. O tio propositalmente se posicionou de forma que me dava total visão do seu cacete prestes a tocar a buceta da minha esposa, pegou aquilo pela base e, projetando o corpo pra frente, encostou a cabeça da pica nos lábios vaginais. Iniciou movimentos lentos, pincelava aquela vara pra cima e pra baixo deslizando a glande na portinha do paraíso da minha Rosinha. Ela suspirou denunciando o quanto desejava ser montada! Ele soltou o cacetão, segurou minha mulher pela cintura e empurrou o corpo pra frente pressionando um pouco mais fazendo os lábios molhados e escorregadios se abrirem acomodando a cabeça da pica entre eles. Ele olhava pra baixo parecendo apreciar o próprio pinto prestes a ser devorado pela xota da minha mulher, mas não atendia aos meus desejos silenciosos de que enterrasse de vez aquela pica grossa na racha que começava a pingar de tesão. Minha Rosinha virou o rosto pra mim, sorriu, olhou pra trás, encarou o tio e pediu:
Rosinha (após um suspiro profundo, pediu com a voz fraca) – Vem, tio, não tô aguentando mais de tanta vontade, dá seu pau pra mim!
O tio, ao invés de atender ao pedido da minha esposa e meter a pica na buceta que ele tanto desejava e que pingava de tão molhada, afastou o cacetão da racha e o apoiou sobre a bunda ao mesmo tempo em que colou seu corpo ao dela pressionando as bolas do saco na xota. Em seguida me encarou e colocou um dedo sobre as costas dela, bem onde a cabeça do pau alcançava. Ele parecia querer me mostrar algo e então olhei com mais atenção; e não foi preciso pensar muito pra entender o que ele me mostrava; ele sinalizava que o pau dele, quando estivesse todo dentro da minha mulher, alcançaria até aquele ponto no qual ele pressionava o dedo. Ao ver aquilo senti meu coração bater ainda mais forte, pois o pau do tio, se a Rosinha conseguisse aguenta-lo todo dentro de si, alcançaria um ponto muito acima de onde começava o reguinho da bunda, bem acima da marca do biquíni!
Caros leitores, naquele momento eu desejei aquela pica grossa dentro da minha mulher tanto ou mais que ela; eu queria muito ver o tio comendo minha Rosinha!
Outra vez o tio Carvalho apontou o cacete pra buceta que a minha esposa lhe oferecia, acomodou a cabeça entre os lábios e iniciou movimentos curtos de vai e vem, mas não enfiava. Meu tesão era imenso, eu me segurava pra não agarrar meu pau e punhetar até gozar.
Rosinha (olhando pra trás, encarando o tio e pedindo, quase implorando)- Ai, tio, não me maltrate mais, mete, por favor, enfia esse pauzão na minha buceta!
Caros leitores, achei que iria gozar ao ver os lábios vaginais da minha esposa se abrindo e acomodando entre eles o pau grosso que o tio Carvalho empurrava pra dentro da bucetinha que durante vários anos foi somente minha! Perdi o fôlego vendo aquilo! A Rosinha suspirou, seus olhos se fecharam e sua boca se abriu puxando ar pra dentro dos pulmões. O tio metia muito lentamente, numa enfiada firme foi avançando sem retroceder e ganhando espaço dentro da minha mulher, foi metendo, fazendo o cacete desaparecer até tocá-la no útero. Percebi que ele havia atingido seus órgãos internos quando o corpo dela foi levemente empurrado pra frente; olhei pro cacete que a Rosinha comia e ainda sobraram alguns centímetros de pica que pareciam não encontrar espaço dentro dela. A Rosinha, que estava apoiada nos cotovelos, mudou a posição se apoiando numa das mãos e enfiando a outra entre suas pernas em busca do pau que por tanto tempo desejou e que, naquele momento, estava dentro dela.
Rosinha (sorrindo e virando o rosto de lado) – Ai, tio, seu cacete além de grosso é muito comprido, tô sentindo ele empurrando meu útero e ainda tem um pedaço aqui fora que não coube dentro dela; acho que não vou conseguir comer ele inteiro!
Carvalho (segurando minha mulher pela cintura) – Relaxe, não vou enfiar tudo se você não quiser!
Rosinha (sorrindo) – Querer tudo, eu quero, tio, mas acho que não vou aguentar!
Por vários anos fantasiei ver a minha Rosinha dando pra outro macho, imaginei ela com outros homens e até com mulheres e, nos últimos tempos o tio Carvalho passou a fazer parte das nossas fantasias. Inicialmente a amizade entre nós e as provocações entre eles me fizeram imaginar que talvez ele fosse a pessoa certa para realizar nossos sonhos. Depois, quando começaram as brincadeiras íntimas e percebi o tesão que a minha esposa sentia por ele, comecei a desejar ver os dois trepando. Junte-se a tudo isso o fato do tio ser bem dotado. Penso que a maioria dos maridos, quando fantasiam ver a esposa com outro, imaginam um sujeito de pau bem maior que o dele. Foi o meu caso! O fogo da minha mulher, o tesão do tio Carvalho pela Rosinha e o cacetão dele me fizeram pensar que o ele seria o amante ideal para a minha esposa.
Ver os dois ali na minha frente, o tio abraçando carinhosamente minha mulher com o pau enterrado na buceta dela, era a realização dos meus sonhos, eu finalmente via minha esposa espetada no pauzão do meu tio dotado! Depois que ele beijou bastante as costas dela ao mesmo tempo em que acariciava os peitos de bicos duros, segurou minha mulher pelo quadril e colocou-se numa posição que eu pudesse ver o que acontecia entre a xota e o pau. Lentamente iniciou um vai e vem, tirava o pau até a cabeça, e às vezes tirava tudo de dentro da xota pra depois entrar devagar fazendo ela sentir todos aqueles centímetros de rola grossa lhe abrindo a buceta. Depois de um tempo ele tirou as mãos da cintura dela e, com os dedos entrelaçados, colocou as mãos atrás na nuca de forma que o único contato físico entre eles se dava ali embaixo, entre o cacete e a racha da Rosinha. Ele voltou a meter, tirava o pau mantendo dentro dela apenas a cabeça e depois enfiava devagar até tocá-la no útero; dava uma paradinha e lentamente metia um pouco mais empurrando o corpo da minha mulher, ou seja, ele deslocava o corpo da minha mulher empurrando o útero dela com o cacete. Caros leitores, olhei o rosto da minha Rosinha e ela estava séria, olhos fechados, boca aberta, não sorria, tampouco demonstrava sentir dor; ela parecia atenta àquela nova sensação, àquele novo toque que acontecia nas profundezas do seu corpo. Eu, algumas vezes quando metia nela, dependendo da posição, conseguia tocá-la internamente, mas eram toque leves, bem diferentes daquele que o tio estava lhe proporcionando, pois ele conseguia empurrar o corpo dela empurrando seu útero com o pau. Houve um momento em que o tio parou de se movimentar, mas a imobilidade do seu corpo não impediram que o entra e sai do pau continuasse, pois a minha esposa, virando-se e sorrindo pra mim, iniciou movimentos de vai e vem com o corpo comendo a caceta do tio Carvalho. Notei que ela, de olhos fechados se concentrando na sua buceta, ao se mover pra frente fazendo o pau sair da xota, sabia exatamente onde parar de forma a manter apenas a cabeça da pica dentro dela e, ao afastar o corpo, engolindo com a xana a piroca do tio, empurrava a bunda em direção ao seu novo macho até sentir em seus órgãos internos a pressão daquela pica comprida que ia até onde nenhuma outra havia chegado. Vi que ela tentava, a cada metida, empurrar a bunda contra o tio um pouco mais; ela estava tentando comer inteiro o pau que tanto desejou! Ele se matinha numa posição pra que eu visse tudo que acontecia entre a xota e o pau, e eu, atento, vi que a Rosinha estava quase conseguindo engolir todo aquele cacete. Depois de muitas tentativas, houve um momento que ela novamente enfiou uma das mãos entre as coxas buscando o pau que lhe invadia as entranhas e descobrir o quando dele ela ainda não conseguia comer.
Rosinha (ao perceber que faltava pouco pra ela conseguir engolir todo o pau do tio) – Tio, quero que você sente nos seus calcanhares, vou tentar sentar em você!
O tio obedeceu, apoiou a bunda nos calcanhares e as mãos no colchão um pouco atrás do seu corpo deixando o cacete totalmente à disposição da minha mulher. Ela, encarando como um desafio comer com a buceta todo o pau do tio, sentou-se nele forçando a bunda pra baixo até que vi em seu rosto uma leve expressão de dor.
Carvalho (beijando as costas dela e acariciando as coxas) – Falta pouco, minha linda!
Vi minha esposa dar uma reboladinha e sentar de vez no cacete com o qual tanto sonhou, mas que naquele momento lhe fazia uma pressão no útero nunca antes experimentada.
Rosinha (buscando as mãos do tio e as colocando em seus peitos, olhos fechados e boca aberta não disfarçando a dor que sentia) – Me abrace, tio, não deixe eu fugir, me segure junto a você!
Carvalho (abraçando minha esposa e agarrando os peitos de bicos duros) – Você conseguiu, minha linda, comeu todo o meu pau!
Rosinha (de olhos fechados, rosto virado pro teto, suspirando e ganhando beijos no pescoço) – Ai, tio, seu cacete, além de grosso é muito comprido! (massageando a região do umbigo) – Tô sentindo ele aqui no meu umbigo!
Caros leitores, a excitação de ver minha esposa engolindo todo a cacetão do tio Carvalho era tamanha que, se me tocasse no pau, certamente gozaria.
Rosinha (sorrindo pra mim, me provocando) – Eu consegui, amor! Comi todo o pintão do tio!
Ela ficou sentada sobre o tio Carvalho engolindo pela buceta o pau dele por uns poucos segundos e logo se levantou desfazendo o engate entre eles.
Rosinha (sorrindo, parecendo se sentir aliviada) – Ai, tio, esse seu cacetão todo enterrado dentro de mim, dói; nunca senti dor com outra pica, mas seu pau é comprido demais! (se virando e beijando o tio ao mesmo tempo em que massageava seu pau) – Tio, agora quero meter um pouquinho deitada de costas, vem, me dá mais pau, mas não pode meter tudo, tá!
A minha Rosinha, se deitando e abrindo as pernas à espera que o tio Carvalho se acomodasse entre elas, me fez lembrar de quando eu era garoto e comi uma puta de zona que se movimentou exatamente daquela forma em que a minha amada esposa se arreganhava toda para ele. Ela sorria com os olhos fixos no enorme cacete que o tio, segurando pela base, balançava pra ela numa típica atitude de oferecimento; ele nada disse, mas seus gestos pareciam dizer: “Veja o que eu tenho aqui pra você, minha putinha!”
O tio parecia se deliciar que a visão da minha esposa se oferecendo a ele de pernas abertas e continuou balançando a pica pra ela, ele parecia não ter pressa alguma pra meter na minha fêmea.
Rosinha (impaciente devido a demora do tio Carvalho, dando uns tapinhas leves na própria xota) – Vem, tio, me dá mais desse seu pauzão aqui na minha bucetinha, vem meter!
O tio Carvalho, certamente querendo se exibir, sempre que “pegava” a Rosinha se ajeitava numa posição em que eu pudesse ver o que acontecia na xota da minha mulher. Ele se acomodou entre as pernas abertas dela e propositalmente fez o cacetão dar umas cabeças nas beiradas da xota parecendo não encontrar o caminho.
Rosinha (rindo, pegando o pau do tio e o direcionando para a rachinha) – Oh, tio, seu pau tá parecendo o do Fer, fica dando cabeçadas pra lá e pra cá e não encontra a portinha, deixe que eu ajudo ele!
Aquela cena me proporcionou três grandes prazeres, o primeiro por ver a minha esposa agarrando um cacete tão grosso que não conseguia abraçá-lo com os dedos, o segundo por apontar aquela enormidade pra sua xaninha, e o terceiro por vê-la se deliciando ao sentir a caceta grossa invadindo sua bucetinha. Ela também fazia questão de que eu assistisse a tudo e se ajeitava em posições nas quais eu tinha visão privilegiada do que acontecia entre suas coxas. Sorrindo pra mim, abriu mais as pernas me deixando ver os muitos centímetros da pica do tio Carvalho desaparecendo naquela buceta que por vários anos havia sido somente minha. O tio foi enfiando a vara com o olhar fixo no rosto da minha esposa e eu, atento aos dois, percebi quando o pau tocou-lhe o útero, pois o tio interrompeu o movimento e a Rosinha, instintivamente, colocou as mãos no peito dele num claro sinal de que ele não deveria meter mais. O tio, então, começou um lento entra e sai do pau na buceta da minha esposa e não demorou pra aparecer os primeiros sinais do enorme tesão que aqueles dois safados sentiam. Um creme branco, tipo iogurte, se formava com a mistura dos lubrificantes íntimos dos dois, o caldinho de buceta da minha Rosinha e o caldo da pica do tio!
Olhando aquele creme branco melando a buceta da minha mulher e o pau do tio Carvalho, lembrei-me de que quando eu e ela metemos e se forma aquele “iogurte sexual”, gostamos de fazer 69 e nos limparmos antes de continuar metendo. Uma delícia!
A Rosinha, sorrindo pra mim, parecia ter tido uma ideia que logo colocou em prática. Ela sabe que eu adoro meter com os pés virados pro espelho pra ver a buceta dela engolindo minha pica e, logo abaixo, o seu cuzinho que nessas horas pisca incessantemente. Pois ela fez o tio virar um pouco de lado e o abraçou com as pernas apoiando seus pés nas costas dele e me proporcionando, naquela posição, a erótica imagem do pau do tio enterrado na sua buceta e, abaixo dela, o cuzinho lindo se contraindo de tesão!
Caros leitores, me movimentei na cadeira de forma a me aproximar um pouco mais daquela imagem tesuda que a minha esposa me proporcionava, era tanto tesão que eu quis estar um pouco mais perto daquela cena digna de filme pornô; e mais tesão senti porque a atriz era a minha própria esposa. A Rosinha, me vendo mais próximo a eles, quis se exibir e agarrou as nádegas do tio o puxando pra ela fazendo ele enterrar completamente o pedaço de pica que estava ainda restava de fora da sua buceta.
Rosinha (gemendo com o pau todo enterrado na buceta) – Puta que pariu, tio, seu pau é muito comprido!
Apreciando a bela cena e me esforçando pra não bater punheta, percebi que naquela segunda vez em que o tio enterrava todo o cacete na buceta da Rosinha, ela demorou um pouco mais do que na primeira para fazê-lo tirar o excesso de pau de dentro dela.
Rosinha – Tio, agora quero que se deite de costas que eu vou cavalgar você!
E assim ia acontecendo, a Rosinha ditava as regas daquela trepada e o tio, querendo agradá-la, obedecia. Ele se deitou de costas e orgulhoso contraia os músculos fazendo o cacetão balançar pra frente e pra trás, mas sempre apontando o teto. Minha mulher se colocou em pé com as pernas abertas fazendo com que o tio ficasse entre seus pés. Eu esperava que se abaixasse e sentasse na pica, mas ela se movimentou se posicionando sobre o rosto do tio, sorriu pra ele deixando que lhe apreciasse de baixo pra cima e só depois de algum tempo foi lentamente se abaixando. Ela gostava muito de se exibir fazendo isso pra mim, e eu sabia exatamente o que o tio estava vendo; à medida que ela vai se abaixando os lábios da xota se separam e se abrem como uma flor exibindo suas deliciosas carnes rosadas e o grelinho protuberante. Ohhh, delícia!
Rosinha (se agachando e aproximando a xota do rosto do tio) – Veja, tio, como minha buceta tá toda cremosa! O Fer adora lamber ela assim, e você?
A resposta do tio a essa pergunta foi silenciosa, ele simplesmente segurou a Rosinha pelo quadril e a fez se sentar em seu rosto.
Rosinha (sentindo as lambidas do tio limpando sua fenda melada)– Uau, tio, você é tão tarado quanto o Fer por uma xotinha melada!
Depois que o tio lambeu e limpou a xota da minha mulher, ela se pôs de pé novamente se posicionando sobre o cacete que permanecia duro como um poste e outra vez foi se abaixando até tocar com a racha a cabeça da pica que esperava ansiosa para outra vez entrar em sua fenda acolhedora. O tio, safado, fazia o pau se mexer dificultando que a Rosinha encontrasse com a xana o cacete que ela tanto desejava ter dentro de si outra vez.
Rosinha (sorrindo, pegando o pau do tio e encaixando a cabeça entre os lábios vaginais, na entradinha do paraíso) – Nem adianta tentar escapar, tio, vou comer ele todinho outra vez!
Ohhh, que delícia ver minha mulher abaixando a bunda e fazendo desaparecer dentro da sua buceta o cacetão do meu tio dotado! Que cena, caros leitores! Acho que somente os maridos ou namorados que já viram a parceira fazendo isso em outro macho saberão do que estou falando!
Minha esposa se agachava descendo a bunda de forma decidida parecendo querer comer por inteiro a enorme vara que desaparecia em sua racha, mas não demorou pra que ela interrompesse a descida do rabo e se acomodasse de joelhos; certamente o pau havia encontrado seus órgãos internos. Olhou pra trás sorrindo e me encarando e, ao perceber que o tio havia se deitado com a lateral do corpo virada pra mim, o que dificultava a visão que ela queria me dar, fez com que ele se virasse apontando os pés na minha direção e ela, montada nele, pode me exibir o belíssimo rabo, o cuzinho e a buceta cheia do pau de outro macho. Aquele encontro da buceta da minha esposa com o cacetão do meu tio bem dotado demonstrava a nítida desproporção entre daqueles órgãos sexuais. A xotinha da Rosinha sempre me pareceu de tamanho médio ou pequena, enquanto o pau do tio sempre nos pareceu grande, mas vendo um dentro do outro, o pau dele dentro da rachinha dela, a desproporção era nítida. Naquela posição em que se encontravam, via-se que o pau não somente enchia completamente a xota da minha mulher, mas a estava abrindo e esticando a musculatura ao máximo. Vendo os lábios forçados para os lados formando um anel ao redor do cacete, imaginei todo o canal vaginal aberto, arrombado por tamanha grossura. Que cena linda!
Lentamente a Rosinha, montada no tio com a pica enterrada na xota, iniciou movimentos de cavalgada, subia o corpo até deixar somente a cabeça da pica dentro da xana e, depois de se exibir a mim, às vezes piscando o cuzinho, descia o corpo controlando pra que o pau que lhe enchia as entranhas não empurrasse com tanta força o seu útero. Percebi que ela queria mudar o sobe e desce no pau do tio, senti que tentava rebolar, girar o quadril imitando uma passista de escola de samba igual fazia comigo; vi que queria pressionar a xota no púbis dele e esfregar o grelinho em busca de mais prazer, mas seus movimentos estavam limitados pelo comprimento do pau, pois, pra fazer com o tio igual fazia comigo seria necessário que ela estivesse totalmente sentada sobre ele e com a pica completamente enterrada na xana.
A trepada dos dois já durava alguns minutos quando percebi mudanças no corpo do tio; a pele se arrepiando e a musculatura enrijecendo davam sinais de que estava próximo de gozar. No minuto seguinte ele anunciou estar chegando ao prazer maior:
Carvalho (enrijecendo as pernas, levantando o quadril e agarrando os peitos da minha Rosinha) – Ai, tá vindo, tá vindo o meu gozo, tá chegando, puta que pariu, vou gozar, ai, que delícia, vou gozar dentro de você, minha linda, vou gozar, vou gozaaaaar!
Minha esposa, ao sentir o tio Carvalho gozando dentro dela, intensificou os movimentos em busca do seu prazer e, para minha surpresa, afundou a bunda, pressionou a xana contra o púbis do tio sentando-se com determinação e força engolindo todo o cacete com a buceta que, naquela hora sublime, não mais sentia qualquer dor ou desconforto e se tornou gulosa o bastante pra agasalhar dentro dela o maior pau que havia experimentado. Vi minha Rosinha, de olhos fechados e boca aberta, rosto virado pro teto, sentar e pressionar sua bunda no corpo do tio, rebolar em círculos, se esfregar pra frente e pra trás até que anunciou também o seu prazer:
Rosinha (afastando as mãos do tio dos seus peitos e os agarrando com força e beliscando os próprios mamilos) – Ai, tio, vou gozar, vou gozar no seu pau, ai, que delícia, tá vindo meu gozo, que delícia, vou gozar, ai, tô gozando, tô gozando com seu cacete enterrado na minha buceta, ai, que delíiiiiciaaa!
A cena do meu tio dotado gozando e enchendo a buceta da minha esposa de porra e ela cavalgando e também gozando com o pau dele totalmente atolado na racha, quase me levou ao orgasmo sem que eu me tocasse. Ohhh, caros leitores, tive de ser muito forte pra não agarrar meu pau que babava de tesão e gozasse em cima daqueles dois safados que, extenuados, gemiam e arfavam deitados um sobre o outro a um metro de distância de onde eu estava.
Minha esposa continuou descansando deitada sobre o tio Carvalho por um tempinho, mas logo deve ter se lembrado que eu estava ali ao lado, querendo e necessitando o seu carinho e desmontou o tio se deitando de costas, mas antes tomou o cuidado de colocar debaixo da bunda uma das almofadas que pegou no sofá. Ao vê-la naquela posição, com o quadril elevado, lembrei-me que ela sempre fazia aquilo quando queria segurar a minha porra dentro dela e, então, percebi que, embora extenuada pelo gozo recente, ainda estava consciente e arquitetando alguma ideia.
Rosinha (falando mole, pegando no cacete melado do tio que amolecia lentamente apesar de continuar grande) – E aí, tio, gozou gostoso? Foi legal?
Carvalho (com voz mole e sorrindo de olhos fechados) – Foi muito bom, minha flor, gozei de montão!
Rosinha (rindo) – Gozou mesmo, tio! Eu senti que você esguichou um montão de porra aqui dentro de mim, tô me sentindo cremosa por dentro!
Carvalho (provocando) – Você é muito gostosa, Rosinha; quero mais!
Rosinha (acariciando a pica do tio)– Hoje, não, tio! Você já gozou e agora tá na hora de ir para o chuveiro e me deixar sozinha com o meu amorzinho!
Carvalho (se virando para a minha esposa e dando um beijinho na testinha da buceta antes de se levantar balançando a pica pendurada) - Sua bucetinha é muito gostosa!
Rosinha (sorrindo pra ele) – Fico feliz que você gostou, tio, vou dar minha bucetinha pra você mais vezes; me deixe dar um beijinho no seu pau também, pois ele me fez gozar muito gostoso; depois vá se banhar que o meu maridinho ainda não gozou, tadinho, ele também quer aproveitar de mim!
Considerando que a Rosinha pediu pra beijar o pau do tio, mas continuou deitada, ele se agachou próximo ao rosto dela e lhe ofereceu a pica toda melada dos sucos da trepada que deram minutos atrás.
Rosinha (pegando e beijando carinhosamente o cacete antes de abrir a boca e dar um chupão estralado na cabeça) – Delícia de pintão, tio! Vai me dar ele outras vezes?
Carvalho (se levantando e indo em direção ao banheiro sem esquecer de provocar a Rosinha) – Siiiiim, ele estará à sua disposição sempre que a sua florzinha quiser comer algo diferente, basta me pedir e ele será todo seu!
Rosinha (respondendo a provocação antes que o tio entrasse no banheiro) – Você está prometendo, heim, tio! Não vá se esquecer, principalmente agora que a minha florzinha tá aprendendo a comer coisas grandes!
A pedido da Rosinha, o tio Carvalho nos trouxe uma toalha do banheiro que ela usou pra cobrir a almofada debaixo da sua bunda. Logo que ele se foi e ouvimos o barulho do chuveiro, eu e minha esposa trocamos olhares de desejos; finalmente, depois de tanto vê-la se deliciando com o tio Carvalho e satisfazendo os desejos do seu novo macho, minha Rosinha seria minha outra vez. Ela me encarou, moveu o dedo indicador me chamando e simultaneamente abriu o sorriso e as pernas me convidando para que eu me juntasse a ela.
Caros leitores, depois de assistir a minha esposa metendo com o tio Carvalho realizando as nossas fantasias, depois que ela quase provocou o meu gozo sem que meu pau fosse tocado, depois de sentir o meu tesão no nível mais alto em toda a minha vida, finalmente seria a minha vez de me satisfazer naquele corpo divino que a minha amada me oferecia. Vê-la sorrindo e abrindo as pernas pra mim me fez esquecer que ela estava molhada de suor de tanto trepar com outro homem, nem me lembrei que ela estava com a buceta cheia de porra de outro macho! Eu queria meter e gozar e, então, me ajoelhei no colchão entre as pernas dela apreciando o belíssimo corpo que ela me entregava. Meu tesão era imenso e não me importei que outro homem havia usufruído daquelas carnes quentes, que aquela xana levemente inchada e avermelhada havia pertencido a outro macho e que dentro dela estava o creme do gozo de outra pica. Eu me preparava pra meter, pois não suportaria preliminares quando ela provocou:
Rosinha (sorrindo) – Quer que eu tome banho ou vai me pegar suada e gozada por outro macho?
Eu – Não vou conseguir esperar você tomar banho, quero você assim mesmo do jeito que está!
Rosinha (provocando ao mesmo tempo em que me puxava pelas coxas) – Vai me pegar com a buceta gozada, cheia de porra de outra pica maior que a sua?
Senti a cabeça do pau se acomodando entre os lábios vaginais e me ajeitava pra entrar naquela buceta que a partir de agora eu dividiria com outro homem de pau bem maior que o meu.
Rosinha – Vem, amor, mete na sua putinha que acabou de dar pra outro, mete, sinta como minha buceta tá aberta, toda larga pra você, enfia seu pau e sentirá ela cheia de porra de outro macho, vem, mete na minha buceta arrombada!
Eu (enfiando o pau na buceta larga) – Puta, você é muito puta!
Rosinha – me abraçando com as pernas, pondo os pés nas minhas costas) – Sinta como minha buceta tá larga e cheia de porra! Gosta dela assim, arrombada e gozada?
Comecei a meter e senti o quanto a buceta da minha mulher estava larga; o canal vaginal havia se dilatado pra agasalhar o cacete do tio e ainda se mantinha aberto, mas o meu tesão só aumentava ao lembrar de tudo que vi os dois fazendo.
Rosinha (olhando pro meio das suas pernas) – Veja, amor, quanta porra do tio tá saindo de dentro da minha buceta, veja o seu pau todo melado da porra de outro macho!
Olhei pra baixo e vi meu pau entrando e saindo da buceta da Rosinha fazendo vazar a porra que o tio havia esguichado dentro dela. O canal vaginal folgado em nada diminuía o meu tesão, muito pelo contrário, me excitava ainda mais, principalmente por ver a porra de outro homem saindo de dentro da minha mulher. Era muita excitação e logo senti os primeiros sinais do gozo que se aproximava. Como se não bastasse tantos incentivos pra que eu gozasse, a Rosinha provocou:
Rosinha (me encarando, agarrando minhas nádegas e me puxando pra ela) – Tá gostando, meu corninho, de comer a sua esposinha puta depois dela trepar com outro macho caralhudo, tá gostando de meter na minha buceta larga e esporrada por outro pau maior que o seu?
Eu (sentindo os arrepios que antecedem o prazer maior) – Ai, que delícia! Vou gozar, vou gozar, ai, como é bom meter e gozar com você, minha putinha!
Rosinha – Isso, amor, goze bem gostoso dentro da sua esposa que trepou e gozou com outro, esvazie seu saco, goze tudo na minha buceta, quero sentir a sua porra junta com a do tio Carvalho, iiiiisso, tô sentindo seu pau inchando e gozando, isso, me dá seu leitinho quente, ai que delícia ter porra de dois machos dentro de mim!
Que gozada que eu dei, caros leitores! O tesão contido por tanto tempo me proporcionou a gozada mais intensa de toda a minha vida e só me dei conta de que a Rosinha não havia gozado quando ela falou:
Rosinha – Ai, amor, eu tô quase gozando, vamos mudar de posição, fique por baixo que eu vou montar você!
Apesar de embriagado e fraco pela gozada fenomenal, arranjei forças e nos viramos sem desfazer nossa conexão e a minha esposa iniciou uma cavalgada frenética em cima de mim. Eu curtia o rebolado dela e sentia o meu o saco ficando molhado da porra que vazava em abundância da sua buceta. Com as mãos em meu peito ela rebolava pra frente e pra trás esfregando a xota e o grelinho no meu púbis.
Rosinha (menos de um minuto depois de iniciar a sua busca pelo orgasmo) – Ai, amor, achei que eu não conseguiria mais gozar hoje, mas tá vindo outro gozo, puta que pariuuuuu, ai que delíiiiicia, vou gozar outra vez, tá vindo, vou gozar, vou gozaaaaar!
É bastante comum ela apertar os bicos dos peitos durante o gozo, acho que torna o orgasmo mais intenso, mas naquela ocasião eu me adiantei e antes que ela o fizesse, apertei entre os dedos indicador e dedão os mamilos inchados e os fui apertando lentamente até que ela explodiu:
Rosinha (colocando suas mãos em cimas das minhas numa atitude de aprovação do que eu fazia nos seus mamilos) – Tô gozando, amor, tô gozando, ai, como é bom gozar com você, isso, aperte meus bicos que eu gozo gostoso, ai que delíiiiicia!
Ficamos imóveis por um tempinho até que ela, ainda montada no meu pau que amolecia dentro da sua xota, exibiu aquele sorriso lindo e malicioso sugerindo que faria uma arte. E fez! Começou a arrastar a xota na minha barriga rumo ao meu peito deixando um rastro de porra e me molhando todo com o resíduo das trepadas que deu com o tio Carvalho e comigo. Ao chegar no meu peito, sentou-se e curvou o corpo para trás apoiando as mãos no colchão, próximas aos meus joelhos e manteve as pernas abertas.
Rosinha (me encarando, exibindo entre as pernas abertas a racha molhada e ainda vazando porra nos pelos do meu peito e provocou) – Oh, amor, tô acabada, nunca gozei tanto num único dia! Minha buceta tá um pouco dolorida e precisando de um carinho, que tal você dar um beijinho nela?
Ela sabia muito bem que o meu tesão havia baixado e estava me testando.
Eu (sorrindo e olhando diretamente pra buceta aberta exibindo as carnes rosadas que naquele momento parecia um pouco inchada de tanto levar pau) – Sua buceta tá aberta e vermelha, nunca vi ela tão grande assim!
Rosinha (rindo) – É que ela “trabalhou” muito hoje, mas voltará a ficar pequenina e delicada depois de uns dias após esse fim de semana!
Eu (rindo) – Vai demorar tanto tempo assim pra ela se recuperar?
Rosinha – Oh, amor, hoje foi o primeiro dia desse feriadão, ainda tem mais dois dias e a minha xotinha terá muito trabalho pela frente!
Eu (acariciando suas coxas e continuando a apreciar a xota aberta e inchada) – Você e a sua amiguinha aqui embaixo estão felizes?
Rosinha (sorrindo pra mim) – Muito, amor, eu e a minha florzinha estamos muito satisfeitas e felizes, e somos gratas a você!
Eu (provocando) – Vocês estão gratas a mim? Mas não foi o tio Carvalho o responsável pela felicidade da sua amiguinha?
Rosinha (sorrindo e provocando) – Fer, o tio Carvalho deu uma “grande contribuição” pra que a minha amiguinha ficasse feliz assim, mas se você não tivesse incentivado, nada teria acontecido!
Eu – Você é muito safada, dona Rosinha!
Rosinha (arrastando a bunda no meu peito e pondo a buceta a poucos centímetros do meu rosto) – A minha florzinha tá muito feliz, mas tá um pouco dolorida, precisando de um carinho e um banho pra se recuperar para amanhã. Que tal um beijinho, um só, vai!
Olhando seu rosto lindo me presenteando com aquele belo sorriso, atendi ao seu pedido, estiquei o pescoço e dei-lhe uma lambidinha rápida entre os lábios abertos e um beijinho delicado no grelinho que havia diminuído de tamanho após a avalanche de prazer que sentiu naquela noite. Senti nos meus lábios o seus lábios molhados e, na língua, o sabor de porra. Porra de quem?
Juntamos energias, tomamos banho e ainda demos uma olhada no tio Carvalho que dormia pelado no quarto dele.
Rosinha (provocando) – O pau do tio, mesmo completamente mole, é grande; duro, parece o pau de um cavalo! Custo acreditar que consegui comer ele inteirinho hoje!
Apagamos as luzes, fomos pro nosso quarto, nos acomodamos na cama e dormimos felizes.
Rosinha (segurando meu pinto mole) – Fer, amo muito você!
EXCLUSIVIDADE DA CASA DOS CONTOS ERÓTICOS. DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS. PROIBIDO COPIAR, REPRODUZIR E REPUBLICAR EM QUALQUER OUTRO SITE, PÁGINA OU BLOG.