Cara... já faz uns dias desde que postei a última parte e vocês não vão acreditar no que rolou. Tipo, eu achei que as coisas já tinham chegado no ápice com a Andréia finalmente cedendo e dando o cu virgem depois de ter largado o namorado rico, mas... caramba. Eu estava muito, muito errado.
Então pra recapitular rapidinho: a Andréia tinha bloqueado o namorado rico depois que a Clara basicamente destruiu ela psicologicamente, fazendo ela rastejar, implorar, e finalmente se entregar completamente. No final da última parte, a Clara tinha falado sobre chamar todas de volta. "Imagina as quatro juntas", ela tinha dito. E cara... ela não perdeu tempo.
***
Três dias depois daquela noite em que eu gozei no cu da Andréia, a Clara mandou mensagem no grupo das quatro:
"Quinta à noite. 21h. Minha casa. Traz bebida. Acho que tá na hora de fechar o círculo, né?"
A Dani respondeu em tipo dois minutos: "FINALMENTE! Vou levar vodka e aquela vontade toda haha"
A Andréia (que agora tava praticamente morando no apartamento) respondeu: "Sim, senhora."
Mas a resposta da Carla demorou umas cinco horas. Quando veio, era estranha: "Tá. Eu vou. Mas depois a gente precisa conversar."
Eu meio que ignorei aquela última parte na hora. Meu cérebro tava funcionando noventa por cento no piloto automático de tesão pensando em ter as quatro ali juntas pela primeira vez.
***
**Quinta-feira, 20h45**
A Andréia tava usando um conjunto de lingerie preta que a Clara tinha comprado pra ela. A Dani chegou tipo 20h30 com vodka e aquele sorriso safado dela, vestido vermelho bem curto, os peitos com piercing praticamente saltando pra fora.
A Clara tava usando um body branco de renda transparente, lábios vermelho escuro, cabelo loiro preso num rabo de cavalo alto. Modo dominante total.
E então a Carla chegou.
21h em ponto. Sempre pontual. Baixinha, 1,60m, magrinha, asiática, cabelo preto liso até os ombros. Peitinhos pequenos, bundinha pequenininha. Linda demais. Calça jeans escura, blusa preta de alças finas, tênis branco. Casual comparado com as outras.
Mas quando ela entrou e nossos olhos se encontraram...
Tinha algo diferente. Algo intenso. Meio triste.
"E aí", ela disse, erguendo o vinho. "Trouxe o que pediram."
Clara abraçou ela. "Finalmente! Achei que ia inventar desculpa."
"Eu não invento desculpa." Voz neutra demais.
A gente conversou por uns vinte minutos. Bebeu. A tensão era palpável.
Clara quebrou o gelo do jeito dela: tirou o body, ficou pelada na sala.
"Chega de enrolação. Vocês sabem por que estão aqui."
***
A Dani tirou o vestido vermelho num movimento. A Andréia tirou a lingerie preta devagar.
E a Carla só me olhou.
Por dez segundos longos ela só ficou parada, me olhando, e o resto da sala sumiu.
Ela puxou a blusa devagar. Sem sutiã. Peitinhos expostos, mamilos escuros e duros. Desceu a calça e calcinha. Nua. Nunca tirou os olhos de mim.
"Vem", Clara disse, me puxando.
Fomos pro quarto. Cama king size. Cinco pessoas nuas.[5]
E começou.
***
Clara me empurrou pra cama, subiu no meu colo, beijou meu pescoço. Senti a mão da Dani na minha coxa. A boca dela no meu ombro. Andréia se ajoelhou, beijou meu peito.
Mas eu olhava pra Carla.
Ela tava na parede, braços cruzados, observando.
Clara desabotoou minha calça, puxou meu pau pra fora - duro pra caralho. Três bocas se aproximaram. Clara lambeu a cabeça. Dani chupou as bolas. Andréia lambeu a lateral.
E eu gemi olhando pra Carla.
Ela caminhou até a cama. Mas não se juntou às outras imediatamente. Ficou de joelhos do meu lado, só olhando meu rosto enquanto três bocas trabalhavam no meu pau.
"Oi", ela sussurrou.
"Oi", respondi sem ar.
"Você tá bem?"
Pergunta estranha no meio de uma suruba. Mas ninguém mais ouviu. Era só eu e ela, mesmo com três bocas no meu pau.
"Acho que sim?"
Ela sorriu triste. Passou a mão no meu rosto. "Você mudou."
"Como assim?"
"Depois daquela noite."
Clara puxou Carla pra baixo. "Para de papo e vem ajudar."
Quatro bocas no meu pau. Quatro línguas. Quatro pares de lábios. Fisicamente era absurdo. Mas eu não parava de olhar pros olhos da Carla.
***
Clara começou a orquestrar. Mandou Andréia deitar de costas. Mandou Dani sentar na cara dela. Enfiei na buceta molhada da Dani enquanto Andréia comia ela por baixo. Gemidos de estrela pornô encheram o quarto.
Clara se masturbava do lado, dedos enfiados fundo, esfregando o clitóris.
E Carla sentou na beirada da cama, me observando. Só eu.
Gozei dentro da Dani. Ela gritou, tremendo. Andréia gemeu embaixo.
"Não para. Troca", Clara comandou.
Enfiei na Andréia. Depois na Clara. Me revezava, fodendo cada uma com força. Massa confusa de corpos, gemidos, pele batendo em pele, cheiro forte de sexo.
E Carla esperou.
Não pediu. Não se ofereceu. Só observava.
Mas então...
Então Clara olhou pra Carla e disse: "Vem aqui. Quero ver você e a Dani dividindo ele."
Carla se levantou. Caminhou até onde eu tava em pé na beirada da cama, pau duro apontando pra frente. Dani já tava de joelhos. Carla se ajoelhou ao lado dela.
E cara...
As duas começaram a chupar meu pau juntas. Mas não era igual quando era com as outras. Tinha algo diferente. Cada vez que a língua da Carla tocava a minha cabeça, cada vez que ela olhava pra cima pros meus olhos enquanto engolia, era como se o tempo parasse um segundo.
Dani chupava com aquele estilo pornô dela - barulhenta, molhada, exagerada. Mas Carla... Carla chupava devagar, intensa, os olhos fixos nos meus o tempo todo. E quando as duas línguas se encontraram no meu pau ao mesmo tempo, quando elas se beijaram com meu pau no meio, eu quase gozei ali mesmo.
"Agora quero as duas de quatro", Clara comandou. "Uma do lado da outra."
Dani e Carla obedeceram. Subiram na cama, ficaram de quatro lado a lado. A bunda grande da Dani de um lado, a bundinha pequena da Carla do outro. Clara sentou na frente delas com as pernas abertas.
"Fode a Dani primeiro", Clara disse. "Depois troca."
Enfiei na buceta da Dani. Ela gemeu alto, aquele gemido pornô. Fodi ela forte, rápido, as mãos agarrando a bunda grande dela. Enquanto isso, Carla tava de quatro ao lado, esperando, e Clara puxou ela pra baixo.
"Chupa minha buceta enquanto espera", Clara ordenou.
E cara... ver a Carla de quatro, a bundinha pequena empinada, enquanto ela comia a buceta da minha namorada, sabendo que eu ia estar dentro dela em segundos...
Depois de uns dois minutos fodendo a Dani, puxei o pau pra fora. Mudei de posição. Enfiei na Carla.
E o mundo mudou de novo.
A buceta da Carla era diferente. Apertada de um jeito específico, quente de um jeito específico. E quando ela gemeu baixinho - não pornô, não performance, genuíno - com a boca ainda perto da buceta da Clara, eu senti algo no peito apertar.
Fodi ela devagar primeiro. Depois mais forte. As mãos na cintura fina dela. E cada estocada parecia ter mais peso, mais significado do que deveria ter numa suruba qualquer.
"Continua trocando", Clara ofegou. "Quero ver você usar as duas."
E eu obedeci. Ficei alternando. Uns minutos na Dani - forte, rápido, pornográfico. Depois puxava e enfiava na Carla - e automaticamente ficava mais lento, mais profundo, mais conectado. Depois voltava pra Dani. Depois pra Carla de novo.
E cada vez que eu entrava na Carla, nossos olhos se encontravam. Ela olhava pra trás por cima do ombro, cabelo preto caindo no rosto, e me olhava com aquela intensidade que fazia tudo mais parecer diferente.
Até que eu não consegui mais. Enfiei fundo na Carla e parei ali, o pau todo dentro dela, sentindo a buceta dela me apertando. Me inclinei pra frente, cobri o corpo pequeno dela com o meu, e sussurrei no ouvido dela:
"Eu não esqueço daquela primeira noite."
Ela tremeu inteira. "Eu também não."
"Carla..."
"Shh. Só fode. Fode até gozar dentro de mim."
E eu fodi. Fodi a Carla enquanto a Dani ficava de quatro frustrada ao lado, enquanto a Clara se masturbava assistindo, enquanto tudo ao redor desaparecia menos ela.
Quando gozei, foi fundo. Profundo. Segurando a cintura dela com força. E ela gozou também, tremendo, gemendo baixinho meu nome - e ninguém mais tinha gemido meu nome a noite toda.
***
Mas a suruba não tinha terminado.
Clara me puxou pra cama. "Deita. Quero sentar na sua cara."
Deitei de costas. Clara subiu, a buceta molhada descendo no meu rosto. Comecei a comer ela, a língua no clitóris dela. E então senti uma boca no meu pau - que milagrosamente ainda tava meio duro apesar de ter gozado.
Era a Carla.
Ela chupou meu pau devagar enquanto eu comia a buceta da Clara. E Dani e Andréia? Elas tavam se beijando e se tocando do lado, se chupando, num show paralelo. Mas a minha atenção tava dividida entre comer minha namorada e sentir a boca da Carla me trazendo de volta à vida.
Quando o pau ficou duro de novo - e cara, até eu fiquei impressionado -, Clara desceu do meu rosto e disse: "Agora quero ver o seguinte. Carla, senta no pau dele. Dani, senta na cara dele. Andréia, vem aqui chupar minha buceta."
E formamos essa configuração insana.
A Carla subiu e desceu no meu pau, cavalgando devagar, as mãos apoiadas no meu peito. A Dani sentou na minha cara, a buceta descendo na minha boca - comecei a comer ela enquanto a Carla me cavalgava. E do lado, a Andréia tava de joelhos comendo a buceta da Clara que assistia tudo.
Mas mesmo com a buceta da Dani na minha boca, mesmo sem ver direito, eu sentia a Carla. Sentia o jeito que ela cavalgava - não era performático, era dela. Sentia o jeito que a buceta dela apertava meu pau de um jeito específico. Sentia o peso emocional de algo que eu não conseguia nomear.
A Dani gozou na minha cara, melando meu rosto todo. Saiu. E então finalmente eu pude ver de novo.
Ver a Carla cavalgando, os peitinhos pequenos balançando, o rosto dela meio perdido em prazer mas os olhos ainda fixos em mim.
Segurei a cintura dela e comecei a foder de baixo, rápido, forte. Ela jogou a cabeça pra trás, gemeu alto - pela primeira vez um gemido realmente alto - e gozou tremendo inteira no meu pau.
Não gozei ainda. Tava no limite, mas segurei.
"Última posição", Clara disse, ofegante. "Quero todas de quatro. Vou escolher onde você goza."
As quatro ficaram de quatro na cama, lado a lado. Clara, Dani, Carla, Andréia. Quatro bundas, quatro bucetas. Clara olhou pra trás e sorriu aquele sorriso dominante dela.
"Fode cada uma um pouco. Depois escolhe onde gozar. Mas escolhe pela buceta, não pela pessoa. Quero ver você decidir na hora."
Comecei pela Clara. Enfiei forte, rápido. Ela gemeu. Depois puxei e mudei pra Dani. Fodi ela também. Depois pra Carla - e quando entrei nela de novo, cara, a sensação era diferente demais.
Alternava entre as quatro. Cada buceta diferente. Cada gemido diferente. Mas sempre, sempre, ficava mais tempo na Carla. E sempre que saía dela pra ir pra outra, tinha um segundo de relutância.
Até que não consegui segurar mais.
"Vou gozar", avisei.
"Escolhe", Clara ofegou.
E sem pensar, enfiei fundo na Carla de novo e gozei. Gozei muito, esvaziando tudo dentro dela pela segunda vez naquela noite. Segurei a cintura pequena dela com força, o corpo todo tremendo.
Quando finalmente saí de dentro dela, porra escorrendo da buceta, todos os cinco caímos na cama exaustos, suados, cheirando a sexo, ofegantes.
***
Ficamos uns cinco minutos assim, ninguém falando nada, só respirando pesado. Depois Clara se levantou pra buscar água. Dani foi no banheiro. Andréia pegou o celular pra checar algo.
E eu e a Carla ficamos deitados lado a lado na cama, sozinhos por um momento.
"Carla", sussurrei.
"Hm?"
"O que tá acontecendo?"
Ela virou o rosto pra me olhar. Os olhos castanhos brilhando. "Eu preciso contar uma coisa. Pra Clara. E pra você. Mas não agora. Amanhã."
"Contar o quê?"
"Algo importante. Algo que... pode mudar tudo." Ela mordeu o lábio. "Mas eu juro que eu precisava dessa noite antes. Precisava... sentir você de novo. Uma última vez assim."
Meu coração disparou. "Última vez? Do que você tá falando?"
Antes que ela respondesse, as outras três voltaram pro quarto.
Carla se levantou rapidamente e começou a se vestir. Calça jeans. Blusa preta. Tênis.
"Carla?" Dani chamou, confusa. "Você já vai?"
"Preciso ir", ela respondeu, sem olhar pra ninguém.
"Mas por quê?" Andréia perguntou.
Carla terminou de se vestir. Pegou a bolsa. Caminhou até a porta do quarto, parou e olhou pra trás.
Olhou pra Clara. "A gente precisa conversar amanhã. Eu, você, e ele." Apontou pra mim. "É importante. É... sobre tudo isso."
Clara franziu a testa. "Conversar sobre o quê exatamente?"
Carla sorriu aquele sorriso triste. "Amanhã. Prometo que vou explicar tudo." Olhou pra mim uma última vez. Uma lágrima escorreu. "Tchau, Liam."
E saiu.
A porta bateu.
Silêncio pesado.
"Que porra foi essa?" Clara sussurrou.
Eu não tinha resposta.
Mas sabia que amanhã tudo ia mudar.
***