Porra, por questões logísticas, dividi a parte 10 em duas: 10A e 10B.
Okay, respirem fundo porque essa parte aqui é... caralho. É a mais intensa até agora. E olha que eu achei que o ménage com a Dani tinha sido o auge. Mas não. Nem perto.
Se você tá chegando agora, PARA. Volta e lê da Parte 1. Sério. Senão não vai fazer o menor sentido o que acontece aqui.
Anyway, vamos direto ao ponto. A Andréia acabou de chegar. 5h45 da manhã. E a Clara está completamente nua, cheirando a sexo, com a minha porra ainda escorrendo pelas coxas, pronta para receber a "amiga".
Isso vai ficar feio. Ou muito, muito bom.
\*\*\*
O som do interfone cortou o silêncio da madrugada como uma faca.
BZZZZZZZ.
Meu coração deu um salto tão violento que pensei que ia sair pela boca. Olhei pro relógio digital na mesinha de cabeceira, os números vermelhos brilhando na penumbra: 5h45.
A Andréia tinha feito a viagem da praia até aqui em tempo recorde. Ela realmente tinha vindo. Tinha saído da casa do namorado rico no meio da madrugada, pegado o carro - ou talvez um Uber, sei lá - e atravessado horas de estrada porque a Clara mandou.
Porque EU mandei.
Porra.
"Atende," a Clara disse, a voz calma demais considerando que ela estava completamente nua, com marcas de dentes no pescoço, os lábios inchados de tanto beijo, e minha porra literalmente escorrendo pelas coxas. "Manda ela subir."
Levantei da cama, as pernas bambas, ainda meio tonto da trepada violenta de minutos atrás. Peguei o interfone na parede do corredor, respirei fundo, e apertei o botão.
"Alô?"
Silêncio do outro lado. Depois, uma voz que eu conhecia bem - aquela voz grave e aveludada que tinha me rejeitado meses atrás na frente de todo mundo.
"Liam... sou eu."
Três palavras. Só isso. Mas o jeito que ela falou... cara, ela estava quebrada. A voz tremia. Não tinha nada daquela arrogância de antes, daquela superioridade. Era pura vulnerabilidade.
Olhei pra Clara. Ela estava apoiada no batente da porta do quarto, os braços cruzados sob os peitos, completamente à vontade com a própria nudez. Fez um gesto com a cabeça. "Manda."
"Apartamento 1204. Décimo segundo andar," eu disse no interfone. "A porta vai estar aberta."
Desliguei antes que ela pudesse responder.
"Deixa a porta destrancada e volta pro quarto," a Clara ordenou, virando e caminhando de volta pra cama. A bunda dela balançava a cada passo, e mesmo depois de ter gozado há pouco, meu pau deu um pulso.
Obedeci. Fui até a porta do apartamento, destranquei, e voltei pro quarto.
A Clara já estava deitada na cama, meio de lado, numa pose de pura provocação. A luz do abajur deixava a pele dela brilhando, ainda suada. O quarto cheirava a sexo - aquele cheiro inconfundível de suor, porra, e a buceta molhada da Clara.
"Vem aqui," ela disse, batendo no colchão ao lado dela.
Me deitei, o coração batendo tão forte que eu conseguia ouvir o sangue nos ouvidos.
"Quando ela entrar," a Clara sussurrou, a mão descendo pela minha barriga até pegar meu pau - que, contra todas as probabilidades, estava começando a ficar duro de novo, "você não fala nada. Não faz nada. Eu comando tudo. Entendeu?"
"Entendi."
"Você só fode quando EU mandar. Você só toca nela se EU permitir." Os dedos dela apertaram meu pau. "Ela veio aqui pra ME impressionar. Não se esqueça disso."
Antes que eu pudesse responder, ouvimos.
Passos no corredor.
Passos lentos, hesitantes.
A porta do apartamento se abrindo devagar. Fechando.
Mais passos. Cada vez mais perto.
E então ela apareceu no batente da porta do quarto.
Andréia.
Caralho.
Mesmo depois de horas de viagem, mesmo visivelmente cansada, ela era... divina. Usava um vestido branco curto de alças finas que mal continha os peitos enormes. O cabelo castanho escuro estava solto, meio bagunçado do vento da estrada, caindo em ondas pelos ombros. O rosto estava sem maquiagem - ou quase - mas ela não precisava. A pele caramelo era perfeita, lisa, as maçãs do rosto altas, os lábios carnudos meio abertos.
Mas era a expressão que me chocou. Não havia arrogância. Não havia o olhar superior de sempre.
Havia... medo. Desejo. Desespero.
Ela olhou pra mim na cama. Depois pros lençóis amassados. Depois pra Clara, completamente nua, a mão ainda no meu pau.
E então ela sentiu. O cheiro. O cheiro de sexo impregnado no quarto.
Vi as bochechas dela corarem. As mãos tremendo na lateral do corpo.
"Andréia," a Clara disse, a voz suave mas carregada de autoridade. "Você veio."
"Eu... eu vim," a Andréia disse, e a voz dela falhou no final. Ela limpou a garganta. "Como você mandou."
"Boa menina." A Clara sorriu, mas era um sorriso de predadora. "Fecha a porta."
Andréia obedeceu, virando pra fechar a porta do quarto. Quando se virou de volta, estava roendo o lábio inferior.
"Tira o vestido," a Clara ordenou casualmente, como se estivesse pedindo pra ela sentar.
Vi a Andréia engolir em seco. Suas mãos foram pras alças do vestido, mas ela hesitou.
"Eu... aqui?"
"Você dirigiu quantas horas pra chegar aqui, Andréia?" a Clara perguntou, a voz ainda calma. "Três? Quatro? Atravessou a madrugada porque EU mandei. Saiu da casa do seu namoradinho no meio da noite porque estava desesperada pra sentir o que EU sinto toda noite." Ela apertou meu pau pra dar ênfase. "E agora você vai hesitar?"
"Não, eu... desculpa..." As mãos da Andréia voltaram pro vestido.
E ela tirou.
Num movimento só, o vestido branco desceu pelo corpo, caindo no chão aos pés dela.
Meu pau ficou duro como pedra na mão da Clara instantaneamente.
Puta. Que. Merda.
A Andréia estava usando um conjunto de lingerie preta - sutiã de renda que mal conseguia segurar os peitos DD, calcinha fio dental que desaparecia entre a bunda grande e redonda. O corpo era... divino não era palavra suficiente. Era OBSCENO de perfeito.
Cintura absurdamente fina, quadris largos, coxas grossas e torneadas. A pele caramelo brilhava na luz fraca. Os peitos eram monumentais, empurrando contra o tecido do sutiã, ameaçando transbordar. Conseguia ver os mamilos marcando através da renda.
"Caralho," escapou da minha boca.
A Clara me deu um tapa no peito. "Eu não mandei você falar."
"Desculpa."
Ela olhou de volta pra Andréia, que estava parada ali, exposta, vulnerável, tremendo levemente - não de frio, mas de pura tensão.
"Você é linda, Andréia," a Clara disse, e pela primeira vez havia algo genuíno na voz. "Sempre foi. Mas beleza sem humildade é só... embalagem vazia."
"Eu sei," a Andréia sussurrou. "Eu sei disso agora."
"Por que você veio aqui?"
A pergunta ficou suspensa no ar. A Andréia abriu a boca. Fechou. Abriu de novo.
"Porque eu... porque eu quero sentir o que você sente," ela finalmente disse, a voz quebrando. "Eu quero saber como é ser... desejada de verdade. Não como troféu. Não como conquista. Mas como... como você é."
Lágrimas começaram a escorrer pelo rosto dela.
"Eu passei a vida inteira sendo a inatingível. A intocável. A que todos querem mas ninguém pode ter." Ela limpou as lágrimas com as costas da mão. "E percebi que nunca... nunca ninguém me olhou do jeito que ele te olha. Nunca senti o que é ser amada de verdade."
A Clara ficou em silêncio por um longo momento. Depois soltou meu pau e se levantou da cama.
Andréia recuou instintivamente, mas a Clara foi até ela com passos firmes. Parou bem na frente dela.
As duas eram quase da mesma altura - a Andréia talvez um ou dois centímetros mais alta. A Clara loira e pálida, pequena e perfeita. A Andréia morena e curvilínea, imponente e impossível.
"Se você ficar," a Clara disse baixinho, mas alto o suficiente pra eu ouvir, "você obedece TUDO que eu mandar. TUDO. Sem questionar. Sem reclamar. Você entende?"
"Sim."
"Sim, o quê?"
A Andréia engoliu seco. "Sim... senhora."
Um sorriso lento se espalhou pelo rosto da Clara.
"Boa menina." E então ela fez algo que eu NUNCA esperava.
Ela beijou a Andréia.
Foi um beijo lento, profundo, dominante. Vi a língua da Clara invadindo a boca da Andréia, vi a mão dela subindo e enterrando no cabelo escuro, puxando, controlando.
A Andréia gemeu dentro do beijo, os olhos fechando, o corpo inteiro se entregando.
Meu pau estava latejando agora, vazando pré-gozo, pedindo atenção.
Quando se separaram, a Andréia estava ofegante, os olhos vidrados.
"Vem," a Clara disse, pegando a mão dela e guiando até a cama. "Quero que você assista primeiro. Quero que você veja o que você perdeu. O que você rejeitou."
Ela posicionou a Andréia sentada na cadeira ao lado da cama - aquela cadeira de leitura que a Clara tinha e que nunca usávamos pra ler.
Depois a Clara voltou pra cama, subiu em cima de mim, e me beijou com fome.
"Agora," ela sussurrou contra meus lábios, mas alto o suficiente pra Andréia ouvir, "você vai me foder enquanto ela assiste. Vai me foder com tudo que você tem. E ela vai ver exatamente o que ela pediu pra ter."
Não precisei de mais incentivo.
Segurei os quadris da Clara e a posicionei sobre meu pau. Ela estava molhada - provavelmente mais molhada do que nunca - e quando desceu, me engolindo até a base, os dois gememos alto.
"AHHH, porra!" a Clara gritou, jogando a cabeça pra trás.
Comecei a meter. Forte. Sem delicadeza. As mãos segurando a bunda dela, puxando ela contra mim a cada estocada. O som do PAF-PAF-PAF da carne batendo ecoava pelo quarto.
E a Andréia estava ali. A menos de dois metros. Assistindo tudo.
Vi pelo canto do olho - ela tinha a mão dentro da calcinha. Estava se tocando. Os olhos fixos em nós, a boca aberta, ofegante.
"Olha pra ela," a Clara me ordenou, cavalgando com força. "Olha o desespero dela."
Olhei. Os olhos da Andréia encontraram os meus. Havia tanta luxúria, tanto desejo, tanto arrependimento naquele olhar que quase gozei na hora.
"Ela quer ser você," eu disse pra Clara, não sabendo de onde vinha aquela ousadia.
"Eu sei," a Clara gemeu, acelerando. "Todo mundo quer."
A Andréia gemeu alto na cadeira, os dedos se movendo mais rápido dentro da calcinha. Conseguia ver a calcinha encharcada, o tecido preto mais escuro de tão molhado.
"Você... você pode..." a Andréia tentou falar, mas a voz saiu quebrada. "Por favor... eu posso..."
"Pode o quê?" a Clara perguntou, sem parar de cavalgar.
"Tocar... em mim mesma... completamente?"
"Não," a Clara disse, cruel. "Mantém a calcinha. Você só tira quando EU mandar."
Um som de frustração saiu da garganta da Andréia, mas ela obedeceu.
Eu estava chegando perto. A visão da Clara cavalgando, os peitos pequenos quicando, os olhos fixos nos meus, enquanto a Andréia se esfregava desesperada na cadeira... era demais.
"Eu vou gozar," eu avisei.
"Não," a Clara disse imediatamente, parando de se mover. "Ainda não."
"Clara..."
"Eu disse NÃO." Ela saiu de cima de mim, meu pau saindo com um som molhado. Estava pulsando, desesperado, prestes a explodir.
A Clara olhou pra Andréia.
"Vem aqui."
A Andréia se levantou tão rápido que quase tropeçou. Veio até a cama, os olhos arregalados.
"Ajoelha aqui," a Clara indicou o chão ao lado da cama, bem na minha altura.
Andréia obedeceu, ajoelhando. O rosto dela ficou na altura do meu pau, que estava lubrificado com os líquidos da Clara, pulsando, a cabeça roxa.
"Você quer?" a Clara perguntou.
"Sim," a Andréia sussurrou, hipnotizada.
"Implora."
Um segundo de hesitação. Depois:
"Por favor." A voz era puro desespero. "Por favor, me deixa... deixa eu tocar... deixa eu provar..."
A Clara olhou pra mim. Sorriu.
"Pode chupar," ela disse casualmente. "Mas sem usar as mãos. E se ele gozar na sua boca, você engole tudo."
Antes que eu pudesse processar, a boca da Andréia estava no meu pau.
"PORRA!" gritei.
Era quente. Molhada. Perfeita. A língua dela circulou a cabeça, lambendo todo o pré-gozo misturado com a Clara. Depois ela desceu, engolindo metade do comprimento de uma vez.
As mãos dela estavam entrelaçadas nas costas - seguindo a ordem da Clara de não usar. Só a boca. Aquela boca carnuda, perfeita, envolvendo meu pau, subindo e descendo.
"Olha pra ele," a Clara ordenou, deitando ao meu lado, a mão acariciando meu peito. "Olha o prazer que você tá dando."
A Andréia olhou pra cima, os olhos castanhos encontrando os meus enquanto continuava chupando. Lágrimas escorriam - de esforço, de emoção, de alívio.
"Que visão," a Clara sussurrou no meu ouvido. "A Andréia inatingível, de joelhos, com seu pau na boca, implorando por aprovação."
"Clara... eu não vou aguentar..."
"Então goza." Ela mordeu meu ouvido. "Enche a boca dessa vadia. Mostra pra ela o que ela perdeu."
Três segundas depois eu estava gozando. Forte. Jorradas quentes direto na garganta da Andréia. Ela engasgou um pouco mas não parou, engolindo tudo, os olhos ainda fixos nos meus.
Quando terminei, ela lambeu tudo, limpando completamente, depois se afastou, limpando os cantos da boca.
"Obrigada," ela sussurrou.
A Clara riu.
"Isso foi só o começo, querida. A noite ainda é longa."
***
[CONTINUA NA PARTE 10B]
**Parte 10B sai em algumas horas. E acreditem: fica MUITO mais intenso.**
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