Na manhã seguinte acordei uns minutos mais cedo e preparava o café quando a Rosinha entrou na cozinha vestindo uma camisolinha marcada pelos bicos dos seios e exibindo aquele sorriso preguiçoso e lindo que ela tem ao acordar. Apreciei seus cabelos despenteados que lhe davam um aspecto selvagem que eu tanto gosto e retribui o sorriso. Em seguida me chamou a atenção vê-la andando com dificuldade, pernas ligeiramente abertas e parecia mancar com os dois pés. Quando eu ia perguntar o que estava acontecendo ela, ao sentar, gemeu e imediatamente se levantou me causando preocupação.
Eu (indo em socorro da minha esposa, tentando lhe amparar) – O que houve, amor?
Rosinha (exibindo uma expressão de dor no rosto) – Ai, amor, a culpa é sua! Ontem você castigou tanto meu cuzinho que hoje não tô conseguindo nem sentar!
Eu (percebendo que a safada da minha esposa estava fingindo) – Que pena que você não está bem, vou ligar pro tio Carvalho e cancelar o passeio do fim de semana!
Rosinha (rindo, se recompondo, me agarrando e puxando minha mão para a sua bunda desprotegida de calcinha) – Oh, amor, tô brincando, eu estava fingindo, mas admito que meu rabinho tá um pouco dolorido. Que tal você passar um creminho nele antes de ir trabalhar?
Tomamos café, escovei os dentes enquanto ela lavava as louças e, quando eu estava de saída, ela veio até mim me fazendo imaginar que me beijaria, como sempre faz, porém, ao se aproximar, estendeu a mão e me deu um frasco de creme corporal.
Rosinha (se virando de costas pra mim, levantando a camisola, se apoiando com os cotovelos na mesa, abrindo as pernas e empinando a bunda, disse quase num gemido) – Amor, não se esqueça do meu cuzinho, aliás, o seu cuzinho!
Enquanto eu lambuzava o dedo indicador no creme senti meu pau pular dentro da cueca, e bastou iniciar um carinho no rabinho da minha mulher enfiando um pouco de creme no furinho que o pau endureceu de vez. Olhei no relógio e ainda me sobravam uns cinco minutos.
Rosinha – Isso, amor, passe creme no meu furinho que ele tá muito sensível, ontem você judiou muito dele; lambuze a pontinha do dedo e enfie que esse creme vai diminuir a ardência que tô sentindo. (depois de lambuzada, deu uma reboladinha e fugiu do meu dedo) - Ai, Fer, melhor pararmos com isso, esse seu carinho é gostoso demais e tá despertando o meu tesão.
Naquela sexta-feira, um dia antes da viagem, eu estava convencido de que seria melhor guardar minhas energias, mas, para provocar minha mulher, tirei o pau pra fora da roupa e pincelei a cabeça entre os lábios vaginais fingindo que iria meter.
Rosinha (retraindo o corpo, fugindo de mim) – Oh, Fer, eu adoraria dar uma rapidinha, mas não quero que você goze e eu também quero reservar energias para amanhã.
Eu (provocando ela) – Só uma rapidinha, vai! Faço você gozar e vou trabalhar, eu nem quero gozar hoje.
Rosinha (olhando no relógio) – Amor, deixe de ser safado, vá já trabalhar, ou vai se atrasar.
Trocamos beijos enquanto ela guardava meu pau dentro da roupa e saí pra trabalhar. Passei o dia todo ansioso, não esqueci um só minuto que na manhã seguinte eu e a Rosinha iríamos com o tio Carvalho pro rancho onde poderíamos nadar e tomar sol pelados e, inevitavelmente, minha amada esposa seria comida pelo meu tio dotado. O desejo de ver minha Rosinha dando pra ele me excitava a toda hora e até mesmo quando fui mijar, acabei ficando de pau duro no banheiro do trabalho.
No final da tarde, dentro do ônibus voltando pra casa, eu pensava que logo encontraria a Rosinha e teria que conter minha vontade de transar, afinal, era melhor que nós dois guardássemos nosso tesão pro fim de semana. Pensei também que o tio Carvalho já estava na estrada e logo estaríamos todos juntos. Ouvi um sinal no celular e a mensagem da Rosinha dizia que pediria pizza pro jantar, pra nós e o tio.
Ao entrar em casa a Rosinha veio ao meu encontro e, diferente do costume, quando demonstrávamos o tesão que sentíamos um pelo outro, apenas nos beijamos carinhosamente e fomos preparar a mesa pro jantar. Minutos depois o tio Carvalho ligou dizendo que chegaria em meia hora e, então, pedimos a pizza e abrimos uma garrafa de vinho. O tio, ao chegar, parecia tímido, abraçou minha esposa carinhosamente, mas sem a esfregação de sempre e nem o costumeiro beijo nos lábios. Durante o jantar, comentamos a semana que passou e combinamos detalhes da viagem pra a manhã seguinte, e foi nessa hora que o tio avisou que iríamos passar numa fazenda, que ficava no caminho, para uma visita rápida a um casal amigo. Eu e a Rosinha trocamos olhares sem entender a razão daquela visita, já que estávamos viajando por um motivo muito especial, mas nada falamos. O clima entre nós parecia tenso e nada comentamos a respeito das nossas fantasias e desejos que estavam prestes a se realizar. Terminado o jantar, arrumamos tudo por ali e a Rosinha, enxugando as mãos, sugeriu:
Rosinha (tentando tornar o clima entre nós mais leve) – Que tal aproveitarmos o calor e tomarmos um banho na ducha do quintal?
Carvalho (concordando com minha esposa) – Sim, um banho vai nos fazer bem, vai me dar mais energias e espantar o cansaço da viagem.
Eu (sentindo meu pau endurecer ao imaginar todos nós pelados e que a minha esposa iria ver o pauzão do tio) – Sim, foi uma semana dura, precisamos recuperar energias para o fim de semana prolongado que começará amanhã!
Fomos todos pro quintal e, de forma muito natural, a Rosinha foi a primeira a tirar a roupa, que não era muita, pois usava apenas um vestidinho curto, sem sutiã ou calcinha; bastou puxá-lo pra cima pra que se exibisse nuazinha diante dos nossos olhos. Olhei pro tio Carvalho e reparei no seu olhar de desejo para a minha esposa. Também tirei a roupa e, ao puxar a cueca pra baixo, fiz meu pinto pular ao se desenroscar dela; sem qualquer vergonha, exibi orgulhoso o meu cacete duro. Eu e a Rosinha olhamos pro tio ainda vestido que, diferente de sempre, parecia tímido.
Rosinha (provocando) – Não vai tirar a roupa, tio, tá com vergonha de nós?
Para provocar o tio, ela se virou de costas pra ele e me puxou para a ducha deixando ele sozinho Abrimos a torneira e recebemos no corpo a água fresca que espantava o calor e parecia nos dar energias. Reparei nos pelinhos da buceta da minha mulher; com cerca de um centímetro, estavam lindos, formavam um triângulo no vértice das coxas parecendo um gramado bem cuidado. Ela, sapeca, com as costas viradas pro tio, sorria pra mim enquanto beliscava e puxava os bicos dos seios pra deixá-los durinhos pra quando o tio chegasse.
O clima entre nós parecia mais descontraído e foi a Rosinha quem deu alegria ao ambiente; ao ver o tio chegar, completamente pelado e ostentando a caceta grossa, empinada, um pouco acima da linha horizontal e a cabeça brilhando de tão dura estava a vara, provocou:
Rosinha (olhando diretamente pra piroca do tio) – Uau, tio, onde é que você vai pescar com essa varona comprida?
Carvalho (sorrindo, entrando na brincadeira e provocando a minha esposa) – Hoje não vou pescar, não, só vim tomar banho com vocês, mas manhã, sim, será dia de pescaria e espero pegar e comer uma sereia bem gostosa.
Rosinha (devolvendo a provocação) – Com uma vara desse tamanho, acho que você não precisará esperar muito; talvez a sereia, quando ver essa varona grossa, acabe se jogando na sua rede.
Carvalho (surpreso com a brincadeira da minha mulher, pareceu se intimidar) – Melhor tomarmos banho e dormir, pois amanhã sairemos de viagem logo após o sol nascer.
Rosinha (provocando e apontando o dedo na direção da pica dura do tio Carvalho) – Tio, talvez você terá de buscar outro sabonete, pois o que temos aqui está no fim e não sei se dará pra lavar tudo isso aí!
Todos rimos, o clima era de descontração, mas evitamos contatos físicos, tanto eu com a Rosinha, e principalmente ela com o tio; ninguém lavou ninguém ou se colocou em posição exibicionista para provocar o outro; era como se estivéssemos praticando naturismo, apesar de estarmos eu e o tio com os pintos duros. A exceção foi no final, quando o tio Carvalho lavou o pau pela segunda vez, ele fez questão de segurar a jeba pela base enquanto a lavava caprichadamente com sabonete. Os movimentos que ele fazia ao ensaboar a enorme vara mais pareciam uma massagem, como se quisesse endurecer ainda mais aquilo que já estava duro e, na hora de enxaguar, os gestos eram idênticos aos que um homem faz ao oferecer despudoradamente a pica a uma mulher.
O tio Carvalho, apesar de ter chegado por último, foi o primeiro a terminar o banho, já que a Rosinha e eu ficamos enrolando sob a água fresca. Mesmo que a Rosinha tentasse disfarçar, vi os seus olhares de desejo apreciando o tio Carvalho enxugando delicada e demoradamente a caceta grossa que não dava sinais de amolecimento.
Carvalho (de pau duríssimo saindo rumo à sua casa) – Boa noite a vocês, poupem suas energias e durmam cedo que amanhã sairemos de viagem bem cedo.
Eu (abraçando a Rosinha por trás, encaixando o pau entre suas pernas e a provocando ao ver o tio entrando na casa dele) – A minha esposinha putinha ficou o tempo todo de olho no picão do tio Carvalho, né!
Rosinha (se virando de frente pra mim, ficando nas pontas dos pés, encaixando meu pinto duro entre suas coxas e me provocando com a voz carregada de tesão) – Fer, é impossível não olhar, o tio é muito caralhudo, tem uma pirocona gigante que às vezes dá até medo, mas amanhã tudo aquilo será meu, vou tentar comer aquela varona grossa até o último centímetro!
Doido de tesão, movimentei meu corpo na tentativa de meter meu cacete na fenda quente da minha mulher, mas ela fugiu de mim.
Rosinha (com olhar provocativo) – Não, amor! Não vamos mais transar, nem brincar, pois se começarmos não conseguiremos parar, e eu quero que nós dois estejamos muito tesudos amanhã e, além de que, como eu já disse, quero a minha bucetinha bem apertadinha pra dar ela pro tio Cavalo!
Eu (percebendo a provocação dela ao chamar o tio de cavalo) – Putinha!
Entramos em nossa casinha, conferimos se havíamos pegado tudo que anotamos na lista da viagem e nos deitamos na cama, um longe do outro. Era estranho, estávamos evitando tocar nossos corpos pra não despertar o desejo do sexo.
Rosinha (deitada de costas e olhando pra cima) – Fer, ontem, quando você comeu minha bunda, sentiu algo diferente?
Eu – Sim, você estava mais fogosa, mais tarada, doida pra ser enrabada.
Rosinha – Reparou que deixei você meter o pau inteiro e bem fundo e aguentei tudo?
Eu (rindo) – Siiiiim, aguentou tudo e até pediu mais; acho que se meu pau fosse maior você teria comido tudo!
Rosinha (se virando pra mim) – Fer, andei pesquisando na internet e tô aprendendo como dar o cuzinho sem sentir muita dor e sem o risco de acontecer um acidente, de sujar, afinal a bunda não é limpinha por dentro como é a xota, né!
Eu (curioso) – Realmente, ontem você estava mais confiante, pediu pra eu enfiar fundo e com força, metemos bastante e não houve nenhum acidente; o que você aprendeu de novo na internet?
Rosinha (sorrindo pra mim) – Aprendi a fazer a higiene interna, é meio chato, dá um pouco de trabalho, mas valeu a pena. (diante do meu olhar curioso, ela explicou) – É assim: um ou dois dias antes de transar na bunda tem que mudar a alimentação, excluir ou incluir alguns tipos de alimentos pro intestino funcionar bem e, no dia da enrabada, tem que sentar no trono, gastar um bom tempo, se aliviar sem pressa e depois fazer uma lavagem interna. Funciona assim: depois de me aliviar no trono, ponho a mangueirinha do chuveiro na portinha do cuzinho e pressiono até que a água comece a entrar em mim, deixo entrar bastante água e só tiro a mangueirinha quando começar a incomodar, aí sento no vaso e fico segurando a água dentro de mim até quando eu aguentar e depois solto tudo, e assim fiz várias vezes até me sentir limpinha. Fer, é incrível como um lugar sujo, como é o cuzinho por dentro, depois de bem lavadinho parece ficar limpinho, pois nos últimos jatos a água saia limpinha. Deu trabalho, mas me senti limpinha por dentro e dei a bunda bem gostoso. Você gostou?
Eu (pensando naquilo que ela falou, comentei) – Se te dá muito trabalho a tal lavagem interna, não precisa fazer, afinal até hoje, em todas as vezes que você me deu a bunda, raramente sujou, mas acho normal, é só limpar e continuar.
Rosinha (parecendo distraída também) – É verdade, amor, mas o seu pau é de tamanho normal e eu pensei que, se for um pauzão, ele ocupará mais espaço dentro de mim!
Eu (fingindo dar-lhe uma bronca) – Rosinha, apesar das muitas fantasias que tenho, sempre pensei que sua bunda é somente minha; por acaso você está pensando em dar ela pro tio Carvalho, teria coragem de deixar aquela estrovenga entrar no seu cuzinho?
Rosinha (se virando pra mim e rindo da minha reação) – Oh, amor, a minha bunda é somente sua, sim; e me dá até medo imaginar o pauzão do tio entrando nela, aquilo é grande demais pra caber no meu rabinho, acho que eu não aguentaria comer aquela jiboia dura pela bunda, não!
Aquela prosa, as cenas que eu imaginava da Rosinha fazendo a tal lavagem interna, o trabalho que ela teve pra se preparar, a dedicação dela pra me dar a bunda fizeram meu pinto endurecer. Me aproximei dela e colei nossos corpos.
Rosinha (se virando pra mim, me abraçando e beijando) – Amor, melhor dormirmos, eu até daria meu cuzinho pra você se ele não estivesse dolorido, e a xota eu não quero dar pra que ela fique bem apertadinha pro tio Cavalo amanhã.
Novamente ela chamava o tio Carvalho de tio cavalo, imaginei que ela não pensava em outra coisa que não fosse o dia seguinte, mas eu não quis prolongar a prosa, pois precisávamos dormir e descansar.
Rosinha (parecendo não estar com sono, me provocando) – Fer, alguma vez você fantasiou comigo dando a bunda pro tio Cavalo?
Eu (apesar do tesão que sentia, fingi dar uma leve bronca nela) – Rosinha, confesso que já fantasiei com o tio metendo na sua bunda, mas são apenas fantasias; eu não deixaria ele te enrabar, pois acho que você sentiria muita dor, iria sofrer tentando e talvez não conseguisse aguentar o cacetão dele no cuzinho.
Rosinha – Só estou brincando, amor, eu não conseguiria dar a bunda pro tio, não; basta olhar pra ver que aquilo é grande demais pro meu rabinho.
Eu (me deitando de costas sem tocar na minha mulher e fazendo a última provocação da noite) – Melhor dormirmos, minha florzinha, e pare de pensar em dar a bunda pro tio Cavalo, aquilo é grande demais pro seu cuzinho!
Rosinha (devolvendo a provocação) – Eu sei, amor, é que eu penso que não devemos ignorar o futuro, pois inevitavelmente ele virá e devemos estar preparados!
Ao ouvir aquilo me conformei de que a minha amada esposa, a poucas horas de dar a xota pro tio Carvalho, também pensava que um dia, no futuro, também daria a bunda. Me esforcei tentando me livrar desses pensamentos, pois precisava dormir.
Na manhã seguinte acordamos cedo, fizemos nossa higiene, preparamos o café e chamamos o tio Carvalho pra comer com a gente. O clima era de descontração, mas sem as provocações tão comuns quando estávamos juntos. Terminada a refeição, colocamos tudo na antiga e bela caminhonete do tio e seguimos viagem. O tio ia à esquerda, no volante, eu na lateral direita e a Rosinha no meio, já que o banco tipo sofá era suficiente para três pessoas. Logo que entrei vi que o câmbio de marchas, no assoalho, ficava em frente à minha esposa obrigando ela a se acomodar com as pernas um pouco abertas. Quando ela se ajeitou e a sainha curta subiu, vi surpreso a pontinha da calcinha branca que ela usava e, para descontrair, provoquei:
Eu (acariciando a coxa direita da minha mulher fazendo com que o tio olhasse curioso o sobe e desce da minha mão) – Que surpresa te ver usando calcinha, amor, você quase nunca usa! Tá com vergonha do tio?
Rosinha (sorrindo pra mim) – Fer, há muito tempo que não sinto mais vergonha do tio, não só pelo que ele já viu e pelo que já fizemos, mas principalmente pelo que está por acontecer neste fim de semana. Tô usando sutiã e calcinha porque vamos passar numa fazenda pra ver os amigos do tio antes de ir pro rancho, e você bem sabe que mulher com roupa curta e sem calcinha, alguém sempre descobre, e não quero que pensem mal de mim, que imaginem que estou tentando seduzir o tio ou coisa parecida.
Carvalho (sorrindo timidamente e colocando a mão direita na coxa esquerda da minha esposinha) – Não se preocupe com isso, minha linda, o casal que vamos visitar, o Luiz e Lúcia são bem liberais quanto a esses assuntos.
Rosinha (olhando desconfiada pro tio) – Tio, você é tão safado que quando você diz que os seus amigos são liberais, eu fico desconfiada de que entre vocês já houve alguma sacanagem!
Carvalho – Digamos que você tem razão, minha florzinha, quando diz que já fizemos safadezas juntos, mas não fui somente eu e eles, pois a Carmem, o Júlio e a Júlia devem guardar boas lembranças do Luiz e a Lúcia.
Rosinha – Tiiiiio, vocês todos são muito safados, e eu pensando que você ia ver apenas pessoas amigas, mas pelo que entendi já fizeram suruba! Conte pra nós, tio, o que aconteceu entre vocês!
Carvalho (sorrindo, prestando atenção na estrada e provocando minha mulher) – Um dia eu contarei, me lembre que darei todos os detalhes da amizade com o Luiz e a Lúcia; mas me diga, Rosinha, você está confortável aí, o câmbio entre suas pernas não te incomoda?
Rosinha (respondendo a provocação) – Tio, nunca me senti incomodada por ter algo no meio das pernas; tô muito bem, apesar de achar que esse câmbio é exageradamente comprido e fino demais!
Achei que o tio iria dizer algo do tipo “aguarde que eu te darei algo não tão comprido, porém bem mais grosso”, mas a estrada estava esburacada e ele, atento ao caminho, voltou a segurar o volante com as duas mãos. Talvez eu desejasse que ele dissesse alguma safadeza pra minha esposa, mas seguimos em silêncio prestando atenção na estrada.
Alguns quilômetros depois o tio disse que pararíamos no próximo posto, pois seria o último antes de pegarmos a estada de terra. Minutos depois ele saiu da estrada e seguiu rumo a um pequeno restaurante, era bem simples e estava praticamente deserto. Ele estacionou o carro e sugeriu que todos fossem ao banheiro, pois ainda restavam alguns quilômetros de estada de terra.
Rosinha (exibindo um sorriso sapeca e nos surpreendendo ao abrir os braços e colocar as mãos nos nossos pintos por sobre a roupa e dar uma apertadinha) - Caso vocês precisem de ajuda lá no banheiro, não fiquem tímidos, podem me chamar!
O tio sorriu e seguimos em direção aos banheiros, a Rosinha pra um lado, eu e o tio, pro outro.
Carvalho (se aproximando de mim e falando baixo pra que a Rosinha não ouvisse) – Fernando, tô meio preocupado, quero saber se você está bem com essa situação, se você tá encarando numa boa o que vai acontecer neste fim de semana.
Eu (achando estranha aquela prosa) – Claro que eu tô legal, tio; se eu não estivesse concordando, não estaríamos aqui. Há tempos que temos fantasias e acho que chegou a hora de realizar os nossos sonhos! Você quer, a Rosinha quer e eu também fico excitado quando imagino vocês dois juntos, vai ser legal!
Entramos no banheiro e vi que o mictório era numa parede azulejada, daqueles coletivos onde todos mijam ao lado dos outros. Por sermos os únicos no local, me posicionei em frente e, sem qualquer vergonha, botei o pinto pra fora que estava maior que o normal, não duro, mas grande.
Carvalho (se posicionando ao meu lado, a cerca de um metro de distância e tentando tirar o pau pra fora da bermuda) – Ufa! Que bom que você tá de boa, Fernando! Eu estava preocupado, pensando que você estaria concordando apenas pra agradar a sua esposa.
Eu – Relaxe, tio, todos nós estamos querendo uma brincadeira mais apimentada, vamos aproveitar!
O tio botou o cacete pra fora que, mesmo mole era volumoso o bastante pra encher a mão. Com o canto dos olhos olhei de relance aquilo e inevitavelmente imaginei que a minha amada esposa, em breve, estaria se divertindo com aquela pirocona. Esses pensamentos provocaram em mim um tesão repentino e o endurecimento do meu pinto dificultando bastante a liberação do mijo. Virei meio de lado e disfarcei impedindo que o tio me visse de pau duro.
Caros leitores, deixo bem claro a vocês que o meu pau endureceu não por eu ter visto o cacete do tio, mas porque imaginei a minha esposa brincando com aquilo, pegando, massageando, chupando e sentando naquela pica grossa (risos).
Carvalho (projetando o corpo pra frente, exibindo ostensivamente o pau e puxando a pele mostrando a cabeça enquanto esperava o jato sair) – Fernando, nosso passeio tá começando agora, há tempos que quero dar um prazer mais intenso pra Rosinha, será que ela vai gostar?
Eu (vendo no rosto do tio que ele se esforçava pra esconder um sorriso e, sabendo do quando ele é sacana com frases de duplo sentido) – Ela vai gostar do quê, tio, do passeio ou do seu pau?
Rimos os dois e nada mais falamos enquanto terminávamos de mijar. Ao sairmos, o tio comentou:
Carvalho – Foi bom conversarmos, Fernando, agora tô mais tranquilo ao saber que você tá curtindo a ideia de ver a sua esposa comigo; vai ser um final de semana bem gostoso!
Fomos até o pequeno restaurante e pedimos café enquanto esperávamos a Rosinha que logo apareceu sorridente e me abraçou carinhosa.
Rosinha (aproveitando que o tio estava distraído, falou no meu ouvido) – A minha pombinha tá molhadinha, e não é de xixi!
Eu (brincando) – Ela tá ansiosa?
Rosinha (com um sorriso safado estampado no rosto) – Muito!
Terminamos o café, compramos balas e chicletes e voltamos ao carro.
Carvalho (ao entrarmos no carro, pondo a mão na perna da Rosinha e a puxando para o seu lado fazendo com que ela abrisse a perna esquerda) – Vamos entrar numa estrada de terra e vou ligar o ar condicionado, aproveite o ventinho frio pra refrescar a sua florzinha, minha linda.
Com a intenção de dar ao tio a certeza de que eu estava curtido a ideia de liberar a minha esposa pra ele, o imitei e puxei a coxa direita da minha amada fazendo com que ela abrisse bem as pernas.
Rosinha (outra vez acariciando levemente os nossos pintos por sobre a roupa) – Vocês são muito safados! Estou ficando preocupada de não dar conta dos dois!
Eu (direcionando a janelinha do ar condicionado pro meio das pernas dela e também puxando a saia curta pra cima de forma a exibir a calcinha) – Assim a sua pombinha poderá aproveitar melhor o ar geladinho. Ela sorriu pra mim e se curvou, me beijou e em seguida fez o mesmo com o tio. Ela parecia feliz, sorria a todo momento e novamente esticou os braços repousando as mãos sobre nossos pintos.
Carvalho (recusando o carinho da minha esposa e delicadamente retirando a mão dela do seu pinto) – Vamos nos acalmar porque estamos perto e não quero estar de pau duro quando chegar.
Dez minutos depois passamos pela entrada da fazenda e uma placa indicava que naquela propriedade criavam-se cavalos; seguimos por um caminho ornamentado por palmeiras nas laterais da estrada até avistarmos uma casa grande de estilo colonial. O tio estacionou o carro sob uma árvore centenária e vimos surgir um casal vindo em nossa direção e, ao nos cumprimentar, ficamos sabendo ser o Luiz e a Lúcia, amigos do tio Carvalho. Eram pessoas maduras, idades próximas dos cinquenta anos e bem apessoados, tinham corpos com peso e altura proporcionais e eram bastante simpáticos. A Lúcia inicialmente pareceu surpresa ao ver a Rosinha e eu acompanhando o tio, mas logo nos convidou a entrar.
Caros leitores, não é meu costume olhar a mulher de outro, mas não pude deixar de notar que a roupa usada pela Lúcia deixava pouco a imaginar, pois a malha de academia colada e moldando seu corpo a tornava extremamente desejável, principalmente porque entre as coxas o tecido exibia os contornos de uma xota volumosa e atrevidamente se enfiava entre os lábios da racha que certamente engoliria muito mais que parte daquela roupa justa. Por respeito, evitei olhar e os acompanhei subindo os degraus em direção à casa, mas quando me vi atrás deles, alguns degraus abaixo, meus olhos me traíram e novamente olhei a belíssima bunda da coroa comendo o tecido da roupa no exato momento em que a Rosinha também prestava atenção em mim.
Rosinha (me puxando e falando baixinho no meu ouvido) – Deixe de ser safado, amor!
Me encantei com a casa antiga, ampla, bem arejada e iluminada por muitas janelas. Nos sentamos à mesa e a Lúcia trouxe da cozinha, pães, salgados, bolachas, café e sucos. A Rosinha também se encantou com o lugar e fomos convidados pra conhecer o local. Ficaram na mesa o tio e o Luiz enquanto a Lúcia, a Rosinha e eu andávamos pelos ambientes; tive que policiar meus olhos, pois a todo momento eles se dirigiam para o belo corpo da nossa anfitriã sob a roupa de malha justa demonstrando também interesse nos peitos grandes cujos mamilos marcavam escandalosamente o tecido. Enquanto conhecia o local, sempre que possível eu apreciava a malha apertada valorizando as curvas daquele corpo maduro e atraente; procurei, mas não vi o menor sinal de que ela usava calcinha. Ao sairmos para a varanda vi as baias, cercados e vários cavalos pastando, e foi nessa hora em que a Lúcia olhou no relógio e disse:
Lúcia – Daqui a pouco chegará um conhecido nosso trazendo uma égua para cobertura; o Carvalho, quando ligou, disse que chegaria mais tarde e, então, marcamos o cruzamento para agora, às 10 horas, mas vocês chegaram mais cedo, espero que não se importem de assistir, aliás, sugiro que assistam, é interessante ver a natureza buscando a multiplicação da espécie e digo mais, é excitante ver equinos se cruzando!
Eu e a Rosinha trocamos sorrisos e continuamos acompanhando a dona da casa até que, olhando por uma janela, vi ao longe uma caminhonete puxando um trailer e se aproximando da casa.
Lúcia (se aproximando do marido) – Luiz, o Roberto está chegando com a Kiara, melhor irmos e tirar o Mandingo da baia, pois ele ficará agitado quando sentir o cheiro da fêmea.
Enquanto íamos em direção ao cercado, o Luiz e a Lúcia nos explicavam que é preciso fazer o cruzamento tão logo a fêmea entre no cio e que, para o macho, não há tempo certo, pois estará sempre pronto pra fazer a cobertura.
Rosinha (curiosa) – O cheiro da fêmea é tão forte assim, nós vamos sentir também?
Lúcia (sorrindo) – Não, nós humanos não iremos sentir o cheiro da égua, mas o garanhão sente de longe, fica agitado, põe a ferramenta pra fora e fica doido pra montar; os cavalos têm o olfato muito mais apurado que nós. Os homens, pra sentirem o nosso cheiro, têm de enfiar a cara no meio das nossas pernas, e caso tivessem o olfato tão bom quanto os animais, seria um sofrimento pra nós, mulheres, pois sentiriam nosso cheiro íntimo de longe e iriam querer montar em nós a toda hora!
Rosinha (rindo) – Se eles sentissem nosso cheiro de longe, viveríamos fugindo deles ou estaríamos sempre de quatro! Haja joelhos, heim!
Todos riram da brincadeira da Rosinha.
Ficamos eu, a Rosinha, o tio Carvalho e a Lúcia sob o telhado de uma varanda assistindo o dono da égua tirá-la do trailer enquanto o Luiz foi buscar o cavalo. A Lúcia e o Roberto se cumprimentaram de longe, mas foi possível ver que ele deu uma boa olhada nela, de cima a baixo, apreciando a bela fêmea humana. Ele levou a égua até um mourão e amarrou nele a corda que ela trazia no pescoço. Em seguida também prendeu uma corda numa das patas traseiras e enrolou a outra ponta no pescoço dela.
Lúcia – Na natureza o cruzamento se dá de forma espontânea, o macho só monta a fêmea quando ela fica bem excitada e se entrega, mas aqui temos de tomar alguns cuidados, pois se ela não estiver totalmente pronta, pode dar um coice no macho e machucá-lo seriamente.
Rosinha – Amarrar e imobilizar a égua pro macho montar não seria uma espécie de estupro?
Lúcia (sorrindo) – Não, a égua no cio é movida pelo instinto da reprodução e sempre quer o garanhão montando ela, mas, às vezes se faz de difícil e acaba dando um coice nele. Nós, mulheres, somos diferentes, não transamos somente quando queremos procriar, nós somos sem vergonhas o tempo todo, basta um carinho e já abrimos as pernas pros nossos homens, não é verdade? E até naqueles dias em que não estamos muito interessadas em sexo, acabamos ficando de quatro pra agradar nossos machos, pois sabemos que no final vamos gozar gostoso! (olhando pra Rosinha e eu) - Não é assim com vocês também?
Rosinha (sorrindo desinibida) – Siiim! Apesar de nós mulheres sermos muito poderosas por temos uma arma infalível no meio das coxas, que basta esfregar na cara deles pra que fiquem prontos pra nós, também temos que ceder quando eles precisam se aliviar, né! Não custa nada, mesmo que não estivermos molhadinhas, uma línguada na perseguida é suficiente para que o pinto entre; nossos homens se divertem e nós também!
Eu estava surpreso com a desinibição entre a Lúcia e a Rosinha falando abertamente daquela forma. Eu prestava atenção na conversa das duas quando percebi que todos olharam pro lado; silenciamos ao ver o Luiz trazendo um cavalo de cor castanha escura, quase negro, e chamou nossa atenção o andar agitado, porém altivo, parecia marchar, pescoço pra cima esticando a corda que o prendia, nariz empinado cheirando o ar parecendo sentir a presença da fêmea.
Lúcia – Agora chegou a hora no namoro, o garanhão vai se aproximar da égua, vai cheirar ela, principalmente na xota e vai por o pinto pra fora.
Rosinha (pondo a mão no meu ombro) – Igual a nós, Fer! Se bem que você é tão sem vergonha que, às vezes põe o pinto pra fora antes mesmo de cheirar minha xaninha!
Carvalho (fingindo repreendê-la) – Rosinha, comporte-se!
Estávamos todos com os olhos fixos nas cenas que se desenrolavam a uns poucos metros de nós. O garanhão se aproximou da égua, levantou a cabeça, cheirou o ar e foi buscar a fonte daquele cheiro, encostou o focinho no traseiro dela, aspirou com força o ar parecendo se deliciar com o odor que se desprendia daquela região, levantou a cabeça e relinchou. Creio se fosse um homem, teria dito: “Oba, hoje vou passar bem!” Em seguida algo mais chamou nossa atenção, pelo menos a minha e da Rosinha, pois ela segurou na minha mão quando o pau do cavalo começou a sair e a se pendurar debaixo da barriga do animal; aquilo ia descendo, se esticando, engrossando e levantando; acontecia tudo ao mesmo tempo!
Lúcia (sorrindo) – Vejam o pinto do Mandingo saindo, é sinal de que ele gostou da Kiara e está muito a fim de montar ela!
Ao sentir a Rosinha apertar minha mão, olhei de lado e vi que ela estava encantada com a cena, seu olhar estava fixo no namoro dos animais e parecia apreensiva, talvez imaginando o que iria acontecer. O cavalo estava agitado, andava de um lado a outro como a cercar a fêmea, apesar dela estar amarrada no mourão. O pau do animal era enorme, seguramente passava dos 60 centímetros e, igual que nós, machos humanos, ele deveria estar contraindo os músculos da região fazendo aquilo subir e bater na própria barriga. A égua pouco se movia, talvez por estar presa, mas acompanhava com o olhar o macho marchando em sua volta. Não sei se foi impressão minha, ou se realmente aconteceu, mas percebi que ela, embora discretamente, às vezes virava o traseiro pro macho.
Rosinha (apertando duas vezes minha mão) – Veja, Fer, a Kiara deve estar super a fim de dar, note que ela vira a bunda pro Mandingo, acho que ela gostou dele e quer ser montada.
Caros leitores, as minhas dúvidas se dissiparam, pois se a Rosinha, a minha fêmea humana também percebeu que a égua estava facilitando para que o macho a montasse, era porque aquilo estava realmente acontecendo!
Eu (rindo da espontaneidade da minha esposa) – Eu já estava desconfiado, mas agora que você também notou, então é verdade que a Kiara tá virando o traseiro pro Mandingo.
Rosinha (rindo sem se importar que a Lúcia e o tio Carvalho estavam ouvindo) – Fer, ela tá fazendo igual eu faço na nossa cama quando você fica enrolando e demora pra montar em mim; normalmente não tenho pressa, mas tem dias que eu tô muito a fim de ganhar uma montada e aí viro a bunda pra você!
Carvalho (rindo) – Lúcia, não repare na Rosinha, ela é muito espontânea e costuma falar tudo que lhe vem à mente, a língua solta dela às vezes me deixa tímido com as bobagens que diz.
Lúcia (rindo e olhando diretamente pra mim) – Fernando, ao que tudo indica a Rosinha é muito fogosa, você deve se cuidar pra dar conta de apagar esse fogo todo, ou terá que arranjar alguém que te ajude!
Eu (tímido) – Eu, me cuido, Lúcia, tento me manter em forma e com energias, pois a Rosinha necessita de muito carinho pra se manter calma e...
Lúcia – Vejam, o Mandingo vai montar e meter na Kiara, vejam que ela tá agitada, tá ansiosa pra ganhar pau!
Voltamos nossa atenção aos animais e ninguém reparou nas obscenidades ditas pela Lúcia. O cavalo se posicionou atrás da égua, levantou as patas dianteiras e se apoiou nas costas dela fazendo movimentos de metida, ele buscava com o enorme cacete o buraco da fêmea; cutucava, cutucava e a cabeça batia na beiradas e não encontrava o caminho. Depois de umas tentativas e sem conseguir penetrar, ele desmontou a fêmea e voltou a marchar ao redor dela. Acho que todos que assistiam estavam tão ansiosos quanto o Mandingo e a Kiara.
Disfarçadamente olhei pros lados pra ver se alguém prestava atenção em mim, pois meu pinto estava endurecendo e eu precisava ajeitá-lo dentro da roupa; ao olhar pro tio Carvalho, vi que ele enfrentava o mesmo problema que eu, aliás, o incômodo dele certamente era bem maior que o meu por ter o pau grande. Ao contrário de mim, que estava tímido, ele simplesmente enfiou a mão dentro da roupa e ajeitou o pintão virado pra cima e, sem se preocupar com a Lúcia ao seu lado, ainda ajeitou a camisa de forma a cobrir o volume da vara que provavelmente estaria com a cabeça de fora. Fui surpreendido pela Lúcia que prestava atenção em nós, tanto no tio quanto em mim:
Lúcia (sorrindo) – Fernando, não se intimide, faça como o Carvalho, enfie a mão dentro da roupa e ajeite a ferramenta, não se sinta constrangido, ficar de pinto duro numa situação assim é perfeitamente normal. Nessa hora, nós mulheres somos mais discretas, ficamos molhadinhas, mas nossas xotas não crescem dentro da roupa. Relaxe e acomode tudo aí!
Eu (envergonhado e sentindo um calor esquentar meu rosto, me virei meio de lado e, enfiando a mão dentro da bermuda, ajeitei o pinto) – Desculpe!
Lúcia (rindo) – Relaxe, Fernando!
Rosinha (rindo) – É, amor, relaxe; é normal sentir tesão, vocês homens ficam de pinto duro e nós, mulheres, com a xota molhadinha! Isso é natural! (apontando os animais) - Olhem, olhem, o Mandingo vai tentar meter de novo!
O animal repetiu os movimentos e outra vez montou a fêmea, só que na segunda tentativa o Roberto, dono da Kiara, estava próximo, pegou no cacete do garanhão e o ajudou a encontrar o caminho.
Rosinha (pegando e apertando minha mão ao ver a vara do cavalo desaparecer nas entranhas da égua) – Uau! Agora entrou! Fer, veja a grossura daquele cacete, e a cabeça é muito mais grossa; tadinha da Kiara!
Vi a Lúcia sorrir ao ouvir a fala da Rosinha, mas nada comentou. O garanhão iniciou movimentos rápidos de metidas fazendo o pau sair um pouco e, ao meter tudo pra dentro, tive a impressão que aquela vara era bem mais comprida que o canal da égua, pois parecia bater no fundo e entortava o pouco que sobrava de fora.
Rosinha (apertando forte minha mão) – Amor, o pauzão do Mandingo é mais comprido que a xota da Kiara, tá batendo lá no fundo; será que ela sente dor?
Eu (com o olhar fixo na trepada dos animais) – Não, sei! Pergunte pra Lúcia!
A égua, sem alternativa, continuava imóvel suportando o peso do macho em suas costas e a enorme pica lhe socando os órgãos internos. O garanhão metia forte e foi fácil perceber quando ele começou a gozar, pois empurrou todo o cacete pra dentro da égua e despejou sua semente o mais fundo que conseguiu. Após o gozo do macho seguiu-se uma calmaria; ele desmontou a fêmea e o pau, ainda bem grande, mas amolecendo, abandonou o interior da fêmea.
Rosinha (surpresa) – Veja, amor, a cabeça do pinto cresceu muito dentro dela, saiu maior que entrou!
A enorme ferramenta pendurada do animal gotejava e da xota da égua escapava uma boa quantidade de sêmen. Naquele momento comparei as cópulas equina e humana e, embora haja alguma semelhança, no caso dos humanos a fêmea tem a possibilidade de gozar e a felicidade de sentir prazer, tanto ou mais que o homem. No caso daqueles animais, não me pareceu que a Kiara tenha gozado. Tadinha!
Terminada a cobertura, o Mandingo foi levado de volta à baia e a Kiara foi conduzida ao trailer. Eu e os demais caminhávamos lentamente de volta à casa quando a Lúcia falou:
Lúcia – Rosinha, quanto a sua dúvida se Kiara sente dor na penetração do Mandingo, eu diria que na natureza há um equilíbrio embora possa haver coisas desproporcionais; veja o Mandingo, por exemplo, ele é um pouco desproporcional em relação à Kiara, mas a xota de uma égua está em condições de abrigar o pinto de qualquer macho da espécie. Nós humanos somos iguais, as xotas das mulheres estão capacitadas pra abrigar pintos de todos os tamanhos; eu diria que nós, fêmeas humanas, podemos sentir alguma dor quando um pinto muito grosso entra em nós, mas logo passa e aquela sensação de preenchimento total nos faz gozar bem gostoso. Porém, quando o pau é muito comprido e bate lá no fundo, aí pode doer um pouco mais, mas, diferente das éguas que só transam numa posição, nós mulheres temos várias outras e basta mudar que, no final, no momento sublime do gozo, por maior que seja o pau do homem, ele pode meter tudo que nós aguentamos, aguentamos e gozamos. (rindo e olhando para a minha esposa) - Oh, coisa boa que é um homem de pinto duro metendo em nós, não é verdade?
Rosinha (sorrindo) – Eu penso como você, Lúcia, mas sou inexperiente, pois apesar de ter tido vários namorados antes de me casar com o Fer, nenhum deles era dotadão; nunca experimentei um pintão! (rindo, me abraçando e me provocando) – Mas quero deixar bem claro a todos, principalmente ao meu amorzinho, Fer, que não penso, nem nunca pensei que o tamanho do pau seja importante para o prazer da mulher; valorizo o homem como um todo; pintos são todos gostosos, independente do tamanho!
Lúcia (sorrindo e olhando todos nós) – Concordo com você, Rosinha, pinto é tudo de bom e nós mulheres não viveríamos sem! Quanto ao tamanho, isso é só uma curiosidade que as mulheres têm de experimentar um grandão. O meu marido, o Lúcio, por exemplo, tem um pinto mediano, e eu adoro o pau dele, gozo todas as vezes que ele me dá aquela delícia!
Rosinha (me abraçando e sorrindo pra mim) – Eu também adoro o pinto do Fer, mas não nego que fantasio com um grandão, aliás, eu transar um dotadão é uma fantasia de nós dois, né, amor?
Caros leitores, quando a Rosinha falou que fantasiava experimentar um pinto grande, senti vergonha diante da Lúcia, mas quando minha esposa confessou que eu compartilhava dessa fantasia, puta que pariu, que vergonha senti, não sabia onde enfiar a cara!
Lúcia (encarando nós dois) – Você é jovem, Rosinha, e basta olhar pra você e o Fernando pra ver que se amam, e com a concordância dele, vão realizar essa fantasia de você transar com um dotadão. (sorrindo maliciosa) - E creio que será em breve!
Rosinha (rindo) – Uau, Lúcia, você falando assim me deixa envergonhada! Veja o Fer como tá vermelho, ele também tá com vergonha!
Lúcia (rindo) – Não reparem nas minhas brincadeiras, gosto de falar bobagens!
Enquanto caminhávamos de volta à casa, tanto eu quanto o tio Carvalho tentamos disfarçar e ajeitamos nossos pintos dentro das roupas, mas foi impossível a Lúcia não ver, pois estava bem próxima; nada falou, mas sorriu maliciosa. No pé da escada o Luiz, marido da Lúcia, se juntou a nós e provocou a esposa:
Luiz – Pelo jeito vocês gostaram da montada que o Mandingo deu na Kiara, vi o Carvalho e o Fernando ajeitando os pintos e tô vendo que a minha esposinha tá com a roupa molhada aí no meio das pernas!
Lúcia (rindo, se fingindo de tímida e cobrinco a xota com as mãos) – Ai, que vergonha, pessoal, hoje pela manhã eu me levantei às pressas e me esqueci de vestir calcinha.
Luiz (provocando a esposa) – Você se esqueceu de vestir calcinha ou estava mal intencionada?
Lúcia (abraçando o marido e o beijando nos lábios) – Na verdade eu não vesti calcinha de propósito, pois sabendo que o Carvalho viria, eu pensava em lhe fazer um agrado, amor; eu iria lhe dar o prazer de assistir duas coberturas hoje!
Luiz (repreendendo a esposa) – Lúcia, melhor não revelar nossas intimidades!
Lúcia (tentando se redimir) – Oh, amor, eu imagino que o Carvalho tenha dito algo ao Fernando e à Rosinha.
Houve um silêncio momentâneo o qual foi interrompido pelo tio Carvalho que, até aquele momento, pouco havia falado.
Carvalho – Tá tudo bem, não falei tudo ao Fernando e à Rosinha, mas já adiantei algo sobre a nossa amizade.
Lúcia (olhando pro marido) – Viu, amor, tá tudo bem!
Acomodados dentro da casa, eu, o tio e o Luiz aguardávamos o almoço na mesa de refeição, petiscando e bebendo cerveja enquanto a Lúcia puxou a Rosinha para a cozinha. Curioso, me levantei e, fingindo ver uns quadros nas paredes, me aproximei de onde elas estavam sem que me vissem.
Lúcia (sorrindo maliciosa e surpreendendo a minha esposa com uma pergunta indiscreta) – E aí, Rosinha, o Carvalho me disse que vocês irão passar o fim de semana juntos; será a primeira vez entre vocês?
Rosinha (visivelmente constrangida) – Como assim, a primeira vez entre nós?
Lúcia – Relaxe, eu imagino o que deve estar rolando algo entre vocês, penso que, se ainda não aconteceu, não passará deste fim de semana!
Minha esposa, que sempre fora desinibida, naquele momento sentia-se acuada por aquela mulher e nada respondeu.
Lúcia – Não se sinta envergonhada, Rosinha, eu sei como funciona, a primeira vez que dei pro Carvalho foi durante uma viagem, eu e o Lúcio juntos com o Carvalho e a Carmem; e foi tão gostoso trocar os parceiros! O pauzão do Carvalho me assustou no início, mas depois eu adorei, se bem que eu não conseguiria comer aquilo sempre, acho que somente a Carmem consegue aguentar aquela varona todos os dias, pra mim é grande demais. (massageando seu umbigo e sorrindo pra Rosinha) - Mas até que eu gostaria de sentar naquilo de vez em quando, matar a saudade de sentir a buceta cheia e a cabeça do pau chegando aqui no meu umbigo!
A Lúcia tinha a língua solta e não poupava obscenidades, mas era a primeira vez que eu ouvia ela dizer a palavra “buceta”.
Rosinha (tímida) – Se eu e o Fer não estivéssemos aqui, você e o tio iriam transar?
Lúcia (sorrindo) – Siiim, mas não pense que vocês atrapalharam, pois eu já experimentei aquele pauzão e sei o quanto dói e o quanto é bom gozar com aquilo dentro de mim! Acho que agora será sua vez de sentir o que eu já senti. Mas, me diga, vocês nunca fizeram nada?
Rosinha (tímida, confessando) – Eu e o tio já brincamos, mas não houve penetração.
Lúcia (rindo) – Pois tenha certeza de que neste fim de semana você será penetrada, sentirá aquela jiboia entrando bem fundo, te dando uma sensação de preenchimento total e conhecendo você por dentro, indo até onde nenhum outro pinto foi; e quer saber mais? Apesar da dor inicial, você vai adorar e querer mais!
Rosinha – Lúcia, você diz que o pau do tio Carvalho é gostoso, mas também fala que dói; estou ficando preocupada!
Lúcia (se aproximando, encarando minha esposa e pondo a mão na cintura dela) – Relaxe, vai doer um pouquinho no início, mas será uma dor gostosa, depois de um tempo você se acostumará, vai gostar, pedirá mais e vai gozar muiiito gostoso!
Rosinha (com o olhar tímido) – Qual a melhor posição?
Lúcia – Todas serão muito boas, dê pro Carvalho em todas as posições possíveis e imagináveis, mas digo que ficar de frango-assado ou de quatro pro Carvalho permitirá que ele entre com tudo em você, ou pelo menos tente. Se doer, você pode ficar de barriga ou bunda pra cima, mas com as pernas fechadas, pois o pau entrará menos e será mais confortável. É claro que na hora do gozo você vai abrir as pernas, vai se arreganhar toda pra ele porque nessa hora, nós mulheres, queremos tudo dentro, até o último centímetro.
Rosinha (sorrindo) – Ai, que medo!
Lúcia – Pode ser que você seja uma mulher privilegiada, dessas que aguentam um cacetão enorme sem sentir dor; mulheres são assim, algumas mais sensíveis, outras menos; você logo descobrirá!
Rosinha (sorrindo) – Descobrirei esta noite!
Lúcia (abraçando minha esposa) – Desejo a você excelentes trepadas neste fim de semana, que você dê bastante, que goze muito e volte pra casa com a bucetinha inchada de tanto ganhar pau!
Rosinha (sorrindo) – Provavelmente terminarei o fim de semana com a perseguida esfolada, afinal, terei de dar atenção ao meu maridinho também!
Lúcia (sorrindo e pegando os pratos) – Você dará conta dos dois, tenho certeza; basta olhar pra você pra ver que gosta da “coisa”, aliás, acho que você daria conta de três!
Rosinha (rindo e pegando os talheres) – Três não teria jeito, só tenho dois buracos!
Lúcia – Não se esqueça que você tem a boca também, nós mulheres podemos satisfazer três homens ao mesmo tempo!
Voltei rapidamente pra mesa pra que elas não percebessem que eu ouvia a conversa.
Almoçamos a gostosa comida de fazenda feita em fogão a lenha e nos deliciamos com os sucos de frutas naturais. Terminado o almoço, era hora de seguir viagem, pois, segundo o tio Carvalho, estávamos perto, mas teríamos uns poucos quilômetros de estrada de terra a percorrer.
Depois da excelente hospitalidade nos despedimos do casal com beijinhos e abraços calorosos e a promessa de voltar quando possível. O Luiz falava pouco, mas a Lúcia era bem espontânea e eu, que estava atento a tudo, escutei ela dizendo ao tio Carvalho quando o abraçava colando seu corpo ao dele:
Lúcia (falando baixinho no ouvido dele) – Seja paciente e carinhoso e não se esqueça que o seu pau é maior que o normal, imagine que a Rosinha é uma potranca novinha e virgem, e não uma égua experiente como a Carmem, a Júlia ou eu; vá devagar!
O tio Carvalho exibiu um sorriso tímido, certamente por receio de alguém mais ouvir as bobagens que a Lúcia falava.
Lúcia (abraçando e cochichando no ouvido da minha esposa) – Na primeira vez será como se você estivesse perdendo a virgindade, mas depois vai gostar e gozar tanto que pedirá mais!
Minha Rosinha, igual ao tio Carvalho, sorriu tímida e nada respondeu.
Lúcia (me abraçando, colando seu corpo ao meu, pressionando e amassando seus peitos em mim e falando no pé do meu ouvido) – Quando a Rosinha sentir que você gosta de vê-la gozando com o Carvalho, ela será uma esposa muito mais feliz e apaixonada por você!
Aquela frase me fez ficar vermelho de vergonha, mas também me arrepiou, pois me fez imaginar a minha amada gozando na pica do tio Carvalho.
Entramos no carro e seguimos nosso caminho.
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