Bisexual, Corna e Incestuosa I

Um conto erótico de gabrielacontos
Categoria: Heterossexual
Contém 2023 palavras
Data: 06/01/2026 20:21:06

Olá, meu nome é Gabriela, mas quase ninguém me chama assim. Para todos, eu sou apenas Gabi.

Sou morena de pele clara, tenho um metro e sessenta de altura, cabelos negros que emolduram o rosto e olhos castanhos que sempre pareceram esconder mais do que revelam. Meu corpo nunca passou despercebido: curvas bem desenhadas, seios médios e uma bunda que chama atenção mesmo quando tento ser discreta. Aprendi cedo que alguns olhares não são inocentes e que outros despertam sensações que eu ainda não sabia nomear.

Quem acompanhou a série anterior deste conto já conhece parte da minha história e das pessoas que orbitam minha vida. Para quem ainda não leu, fica o convite porque nada aqui começa do nada.

Esta fase da minha vida teve início quando eu tinha 19 anos. Eu vinha de um término recente, carregando frustrações, desejos mal resolvidos e escolhas impulsivas. Entre erros e descobertas, atravessei limites que jamais imaginei cruzar: me envolvi com meu irmão, participei de experiências coletivas que misturavam prazer e vazio, e, no meio desse turbilhão, algo finalmente se revelou com clareza inquietante: eu era bissexual.

Pouco depois, comecei a namorar quem sempre esteve ao meu lado desde a infância: Patrícia.

Patrícia tem praticamente a mesma idade que eu, com apenas alguns meses de diferença. Mestiça de japonesa, carrega nos traços delicados os olhos levemente puxados e a pele morena clara. Seu corpo é um contraste harmonioso entre suavidade e força: seios fartos, cintura firme, uma bunda pequena, porém empinada, e coxas grossas moldadas por anos de karatê, arte que ela pratica desde a infância. Filha de um japonês tradicional e de uma mineira doce e firme, Patrícia sempre viveu entre a disciplina e a tentação, rigorosa consigo mesma, mas permitindo, vez ou outra, que seu lado travesso escapasse e tomasse conta.

No início do nosso relacionamento, o mundo pareceu desabar. A aceitação não veio fácil. Meus pais e a mãe dela reagiram com lágrimas, discussões e silêncios que doíam mais que gritos. Curiosamente, quem nos estendeu a mão foi justamente quem eu menos esperava: o pai de Patrícia. Mesmo preso a tradições rígidas, foi ele quem segurou nossa queda e nos ofereceu apoio quando tudo parecia ruir.

Em casa, a situação se agravou. Meu pai ameaçou me expulsar, incapaz de aceitar quem eu estava me tornando. Minha mãe e meu irmão me defenderam, mas algo se quebrou de vez na relação com ele. Com o tempo, minha mãe passou a aceitar minha escolha, e meu irmão nunca deixou de estar ao meu lado. Já meu pai… tornou-se distante, frio, sempre à espera de uma brecha para me ferir com palavras.

Eu já havia completado 19 anos quando, com muito esforço, Patrícia e eu conseguimos passar juntas na universidade federal, para cursar Medicina. O curso era integral, exigente, e eu dependia financeiramente do meu pai para continuar estudando — uma dependência que me sufocava. Patrícia vivia situação parecida, ajudando o pai no pequeno comércio da família sempre que podia.

Meu irmão, por sua vez, estava prestes a se formar em Administração. Apesar da vida boêmia e das festas constantes, sempre levou os estudos a sério. Trabalhava durante o dia como corretor de imóveis e começava a ganhar um bom dinheiro.

Com a situação se tornando cada vez mais complicada em casa, ele me convidou para morar com ele até que as coisas melhorassem com meu pai. Eu aceitei.

Mesmo morando com meu irmão, meu pai, apesar de tudo, continuava depositando mensalmente um valor em minha conta para suprir meus gastos. Era uma ajuda silenciosa, quase mecânica — mais obrigação do que afeto.

E foi nesse cenário de desejos recém-descobertos, conflitos familiares e amores intensos que minha história começou, de verdade, a ganhar forma.

A mudança para o apartamento do meu irmão aconteceu mais rápido do que eu imaginava. Em poucos dias, minhas coisas já estavam espalhadas pelo quarto da casa dele. Patrícia veio comigo para ajudar na mudança, já que, por enquanto, morar conosco ainda não seria possível.

Depois de tudo arrumado, naquela primeira noite decidimos pedir uma pizza, abrir uma garrafa de vinho e assistir a um filme. Três pessoas tentando fingir normalidade depois de tudo o que já havia sido quebrado entre nós.

O sofá era pequeno demais para tanta história mal resolvida.

Leandro sentou de um lado, eu no meio, Patrícia do outro. No começo, conversas banais, risadas forçadas. O vinho ajudava a soltar a língua e a baixar as defesas. Aos poucos, comecei a perceber algo que me incomodava e me excitava ao mesmo tempo: Patrícia estava diferente. Mais solta. Mais próxima dele.

Ela usava um top que evidenciava o decote e os seios fartos, além de um shortinho curto, no estilo babydoll, curto demais até para usar em casa, se é que vocês me entendem.

Eu vestia uma blusa longa, que descia até as coxas, e por baixo apenas um short de dormir.

Levantei-me para pegar água e, quando voltei, Patrícia já estava sentada ao lado do meu irmão. Ela ria olhando para ele por tempo demais. Tocava seu braço enquanto falava. Cruzava as pernas lentamente, como se não estivesse sendo observada, mas estava. Eu via. Ele via. Nós três sabíamos.

Leandro não era bobo. Percebia os olhares, a tensão que se acumulava no ar como eletricidade antes da tempestade. Ainda assim, mantinha certa distância. Havia um limite invisível ali: Patrícia era minha namorada agora. E eu era a irmã dele.

Mas limites, eu já sabia, nem sempre resistem ao desejo.

O vinho já não era mais apenas um detalhe. Aquecia a garganta, soltava os músculos e tornava os silêncios mais longos e mais perigosos. O filme seguia na televisão, mas ninguém realmente assistia. As imagens passavam como um ruído distante, incapazes de competir com o que se acumulava entre nós três.

Eu sentia.

Inclinei-me até Patrícia, falando baixo, só para ela ouvir:

— Você está diferente hoje.

Ela me olhou. Não negou. Seus olhos diziam mais do que qualquer palavra.

— A gente não tem segredos — continuei. — Nunca teve.

O silêncio que se seguiu foi pesado, carregado de tudo o que não dizíamos em voz alta. Eu conhecia Patrícia desde criança. Sabia reconhecer aquele brilho no olhar. Ela queria meu irmão. De novo.

E, para minha própria surpresa, isso não me afastou. Me aqueceu por dentro.

Respirei fundo antes de dizer, quase num sussurro:

— Se é isso que você quer… eu não vou impedir.

O mundo pareceu desacelerar.

Ela se aproximou de Leandro sem pressa, sentando-se de lado e depois girando o corpo até acabar no colo dele, como se aquilo fosse a coisa mais natural do mundo. Meu irmão prendeu a respiração por um instante.

— Patrícia… — ele começou, baixo, hesitante.

Ela sorriu — aquele sorriso que eu conhecia desde a infância. O sorriso que nunca pedia permissão, apenas avisava.

— A Gabi está aqui — respondeu, sem olhar para mim.

Eu estava. E via tudo.

O beijo começou contido, quase tímido, mas não durou. As mãos dele encontraram a cintura dela, primeiro com cuidado, depois com mais firmeza. Os dedos dela subiram pelo pescoço dele, demorados, possessivos. Meu corpo reagiu como se cada toque fosse em mim.

Eu não me movi. Observava, com o corpo quente e o coração acelerado.

Havia algo profundamente excitante em vê-los assim, não escondidos, não apressados. Patrícia se encaixava no colo dele com naturalidade, o corpo se movendo em um ritmo que não precisava de explicação. As bocas se encontravam e se afastavam, como se quisessem prolongar o momento apenas para me provocar.

E funcionava.

O calor se espalhava por mim de dentro para fora. Meu coração acelerava, mas não era ansiedade. Era desejo um desejo estranho, deslocado, que não pedia exclusividade. Pedia visão.

As mãos começaram a explorar com mais liberdade. Tecidos deslizaram. Uma peça caiu no chão, depois outra. Nada era brusco. Tudo era lento, consciente, quase cerimonial.

Eu sentia cada queda como um impacto silencioso dentro de mim.

Eles se olharam por um instante, sorriam um para o outro e voltaram a se beijar, agora Leandro descia com a boca até os seios de Patricia, que já estavam nus, começava a lambe-los, chupando um a um ela gemia excitada, enquanto roçava com aquele mini shortinho no volume da bermuda dele.

Patrícia logo retribuiu os beijos, foi se ajoelhando entre as pernas dele, puxando aquela bermuda e fazendo o pau dele saltar pra fora, ela me olhava com uma cara de puta, enquanto passava a cabecinha do pau dele nos lábios, brincando com a lingua nela, e logo depois começa a mama-lo, fazendo o pau dele sumir todo em sua boca.

Eu estava pegando fogo, não conseguia me mover, apenas sentia muito excitação, sentia o biquinho dos meus seios durinhos, que marcaram o fino tecido da minha blusa, minha buceta quente e aquela cena a poucos centímetros de mim, minha namorada engolindo cada centímetro daquela rola grossa e grande de Leandro.

Quando Patrícia me novamente olhou, havia um convite ali, não para interromper, mas para participar do jeito que eu quisesse.

Levantei-me.

Comecei a beijá-la, sentindo o gosto do pau de Leandro na boca dela, nossas roupas já não faziam mais parte de nossos corpos, eu tocava pouco, mas observava muito, vendo minha namorada ali, chupando a rola de Leandro me despertava uma excitação sem explicação.

Logo depois, começo a mama-lo junto com ela, enquanto trocamos beijos apaixonados com a rola de Leandro entre nossos lábios, sendo chupada por nos duas.

Logo depois, Patricia se levanta, sobe no colo de Leandro novamente e encaixa a buceta dela em seu pau, e começa a sentar, sentava lentamente, como se a buceta dela fosse agasalhando a rola de Leandro aos poucos, entre sussurros e gemidos, Patricia começava a cavalgar em cima de Leandro.

Eu olhava tudo aquilo, excitadíssima, minha buceta pegava fogo, de tão excitada que eu estava, começo a me tocar, olhando minha namorada transando com outra pessoa, e naquele momento eu não queria fazer mais nada, apenas olhar, olhar aquela mulher linda se deliciando com a rola de Leandro, gemendo alto sem parar.

Mas logo Patrícia me puxa para ela e me beija, saindo do pau de Leandro e dando espaço para mim, eu apenas sigo o fluxo daquele momento, sentando na rola dele e começo a quicar, Patricia me beijava, chupava meus seios, enquanto eu quicava sem parar no pau dele, e sem demora, começo a gozar, um gozo intenso, onde arrepiava dos pés a cabeça me fazendo gemer cada vez mais alto.

Logo depois, Leandro pede para Patricia ficar de 4, ela obedece e eu fico em baixo dela, formando um 69, começamos a nos chupar, eu em baixo, vendo perfeitamente a rola de Leandro entrar na buceta dela, enquanto eu lambia seu grelinho.

Patricia gemia alto, louca de tezão, logo em seguida também gozava, comigo chupando ela e meu irmão metendo na sua buceta sem dó.

Mesmo depois de Patricia gozar, eu ficava ali em baixo dela, vendo Leandro metendo na buceta de minha namorada, aquela cena linda, daquela rola enorme entrando na bucetinha da minha namorada.

Leandro então avisa que vai gozar, Patricia sai de cima de mim para poder se virar, mas ele não aguenta e assim que ela sai, Leandro começa a gozar de forma intensa jorrando sua porra em mim, nos meus seios e em minha barriga.

Eu ali em baixo, vendo aquele pau jorrando porra em mim, levo a boca nas bolas dele e dou uma chupada, sorrindo logo em seguida e chamando ele de gostoso.

Quando dou por mim, Patricia veio pro cima de mim, me dando um beijo na boca e logo depois, chupando a rola de Leandro, lambendo a gota de porra que tinha ficado ali, logo em seguida começa a lamber meus seios, chupando eles e limpando toda a porra do meu irmão de cima de mim.

Eu sorria para ela, e nos beijamos, Leandro satisfeito, sentava no sofá de novo respirando de forma ofegante.

Mais tarde, no silêncio que se seguiu, entendi que aquela noite não tinha sido apenas sobre corpos. Tinha sido sobre limites que eu não sabia que queria atravessar e sobre um desejo que não precisava tocar para ser profundo.

Continua …

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Comentários

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Ansioso pela continuação... parece que teremos uma história deliciosa aqui...

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Adorei e quero mais, continuação por favor pra ontem

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