Eu e meu pai em uma praia de nudismo História Real

Um conto erótico de Laura18y188
Categoria: Heterossexual
Contém 1265 palavras
Data: 06/01/2026 17:38:18

Irei contar una história Real espero que gostem , caso queiram meu insta é Laura18y188

Era um fim de semana quente de verão, e minha família tinha alugado um apartamento na costa para umas férias rápidas. Eu, Laura, com meus 18 anos, estava animada para curtir o sol e o mar. Meu cabelo castanho liso claro caía até os ombros, meu corpo magro e branco reluzia sob o biquíni novo, com seios médios para pequenos que ficavam perfeitos no top. Meu rosto perfeito – olhos castanhos expressivos, lábios cheios – sorria o tempo todo. Minha mãe decidiu ficar no apartamento com uma dor de cabeça, preferindo o ar-condicionado. "Vão vocês dois, divirtam-se", disse ela. Meu pai, Carlos, de 36 anos, alto com 1,84 m, forte, musculoso, cabelo preto curto, pele bronzeada e aquele cheiro incrível de colônia masculina que sempre me deixava meio tonta. Ele era lindo demais. Minhas amigas viviam babando: "Laura, seu pai é um gato! Como ele é tão gostoso assim?". Eu ria por fora, mas por dentro sentia um calor proibido crescer cada vez que olhava pra ele.

Papai dirigiu até a praia que ele tinha escolhido, dizendo que era “tranquila e natural”. Quando chegamos e caminhamos pela areia, percebi: todo mundo nu. Era uma praia de nudismo de verdade. "Pai… aqui é nudista?", perguntei, já sentindo o rosto queimar. Ele olhou ao redor, riu sem graça. "Parece que sim. Eu li 'praia naturalista', mas não imaginei isso. Quer voltar?" Eu hesitei só um segundo. Uma parte de mim queria fugir, mas outra – mais forte – queria ficar ali, pelada, com ele. "Não, vamos ficar. Ninguém nos conhece mesmo", respondi, tentando soar despreocupada.

Escolhemos um canto mais isolado, perto das dunas. Papai tirou a camisa primeiro, exibindo o peito largo, os braços definidos, o abdômen trincado. Eu mordi o lábio sem querer. "Passa protetor nas minhas costas, filha?", pediu ele, deitando de bruços. Espalhei o creme nas costas dele, sentindo cada músculo sob meus dedos, o calor da pele. Desci devagar até a base das costas, roçando de leve a curva da bunda firme. Ele soltou um suspiro baixo. Depois foi minha vez. Sentei de costas pra ele e tirei o biquíni inteiro. Meus seios livres, mamilos já durinhos com a brisa do mar. "Passa em mim também, pai?", pedi, voz quase tremendo. Suas mãos grandes tocaram meus ombros, espalhando o creme devagar, descendo pela espinha, parando bem na curva da minha cintura. Os dedos roçaram a lateral dos meus seios por “acidente”. Meu corpo inteiro arrepiou. "Você tá tão linda, Laura… crescendo tão perfeita", ele murmurou, voz mais grave que o normal. Eu sorri, sentindo um calor úmido entre as pernas. "Você também é lindo, pai. Sempre foi."

Ficamos ali deitados nus, bebendo cerveja gelada do cooler, o sol queimando a pele, o álcool subindo devagar. Conversávamos sobre tudo e nada, mas eu não conseguia parar de olhar o corpo dele – as coxas fortes, o pau semi-duro descansando sobre a coxa, grosso mesmo assim. "Vamos entrar no mar pra refrescar?", sugeri, já meio alta. Ele pegou mais duas latinhas e fomos.

A água estava morna, deliciosa. Nadamos um pouco, rindo quando as ondas nos balançavam. Em certo momento ficamos mais fundo, a água batendo no peito. Bebíamos flutuando, corpos quase se tocando a cada onda. "Pai, você é o homem mais bonito que eu conheço", confessei, o álcool soltando tudo. Ele se aproximou, olhos escuros fixos nos meus. "E você é a mulher mais linda que já vi, filha. Uma deusa." Seu olhar desceu pelos meus seios molhados, mamilos duros apontando pra ele.

Uma onda maior veio de repente. Me jogou direto contra o peito dele. Por instinto, meus braços rodearam seu pescoço, pernas batendo nas dele. Nossos corpos colaram completamente – meus seios esmagados no peito duro, barriga na dele, e então senti: o pau dele endurecendo rápido contra minha coxa. "Desculpa, pai!", murmurei, mas não me afastei. Pelo contrário, me pressionei mais. Ele me segurou firme pela cintura nua, mãos grandes quase envolvendo tudo. "Tudo bem, filha… só a onda", disse, mas a voz saiu rouca, e o pau já estava completamente duro, quente, latejando contra minha barriga. Eu sentia cada centímetro – grosso, rígido, a cabeça inchada roçando minha pele. Minha buceta pulsava, molhada de um jeito que a água do mar não explicava.

"Pai… você tá duro pra mim", sussurrei, olhando nos olhos dele. Ele hesitou, mas não negou. "Você me deixa louco, Laura. Me perdoa." Em vez de me afastar, apertei mais o corpo no dele. "Eu gosto… sempre te achei o mais gostoso do mundo." Ele sorriu de canto, aquele sorriso safado que me derretia, e me beijou. Primeiro suave, lábios salgados se tocando, depois língua invadindo minha boca com fome. Gememos juntos no beijo.

As mãos dele subiram para meus seios, apertando com força certa, polegares esfregando os mamilos duros. "Ahh… pai…", gemi baixinho contra a boca dele. Desci uma mão devagar pela barriga dele, encontrei o pau pulsando e o envolvi com os dedos. Era enorme na minha mão, quente, veias saltadas. Comecei a punhetar devagar, subindo e descendo, sentindo ele inchar ainda mais. Ele grunhiu baixo, mordendo meu lábio inferior. Uma mão dele desceu entre minhas pernas, dedos grandes abrindo minha buceta lisinha, encontrando o clitóris inchado. "Caralho, filha… tá encharcada", murmurou, voz cheia de tesão, circulando meu clitóris devagar, depois mais rápido.

Não aguentei mais. Enrolei as pernas na cintura dele, sentindo a cabeça do pau bem na entrada. "Me fode, pai… por favor", pedi no ouvido dele, voz tremendo de desejo. Ele segurou minha bunda com as duas mãos, me erguendo um pouco. "Devagar, minha princesa… quero sentir cada pedacinho de você." Empurrou devagar, a cabeça grossa abrindo minha buceta. Eu não era mais virgem, mas era tão apertada que ele precisou ir com calma – e isso o deixou louco. Senti ele sorrindo contra meu pescoço de puro tesão enquanto entrava. "Porra, Laura… tão apertadinha, tão quente… tão molhada pra mim… parece feita pro pau do papai", grunhiu, voz rouca de prazer.

Quando entrou tudo, ficamos parados um segundo, só sentindo. Eu gemi alto no ouvido dele: "Aaiii… paiii… aaii… tá tão fundo… aaiii". Ele começou a me bombar devagar, as ondas ajudando o ritmo, cada estocada profunda e deliciosa. "Isso, filha… geme no ouvido do papai… aaiii assim…", ele repetia, sorrindo de tesão, mordendo meu ombro. Acelerou, fodendo mais forte, a água batendo nos nossos corpos. "Aaiii paiii… mais forte… aaii… me fode gostoso… aaiii!", eu gemia sem controle, unhas cravadas nas costas dele, buceta apertando o pau grosso a cada metida.

Ele esfregava meu clitóris com o polegar enquanto me comia, o pau entrando e saindo com som úmido mesmo na água. "Vai gozar pro papai, Laura? Vai apertar esse pauzinho com essa bucetinha gostosa?", perguntou, voz dominadora. Eu só conseguia gemer mais alto: "Aaiii… vou… aaii paiii… tô gozando… aaiii caralho!". O orgasmo me acertou forte, buceta pulsando e apertando ele sem parar, corpo tremendo nos braços dele. Ele grunhiu fundo, metendo até o talo mais algumas vezes antes de gozar, enchendo tudo de porra quente, pulsando dentro de mim. "Toma, filha… toma o leitinho do papai… ahh porra…"

Ficamos abraçados, ofegantes, o mar nos balançando suavemente. Ele beijava meu rosto, meu pescoço, ainda dentro de mim. "Você é incrível, Laura… minha menina perfeita", sussurrou. Eu sorri, beijando a boca dele de novo. "E você é meu homem perfeito, pai. Nosso segredo." Saímos da água de mãos dadas, como se nada tivesse acontecido – mas o fogo entre nós agora queimava mais forte que nunca, pronto pra se repetir sempre que possível.

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Comentários

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Muita loucura tudo isto, sou um coroa na casa dos 64 anos e bem pervertido, minha namorada goza horrores com estes cotos, vamos conversar? adoro trocar fotos e vídeos, caso interessar é só me chamar neste email: euamoaida2020@gmail.com

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Que delícia de conto, quero continuação

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