Eduarda Romero - Capítulo 16 - Velhas Amizades, Novos Efeitos

Da série Eduarda Romero
Um conto erótico de Dudinha
Categoria: Heterossexual
Contém 6953 palavras
Data: 31/01/2026 23:49:21

Acordei devagar no crepúsculo da manhã, corpo dolorido e marcado — marcas roxas nos pulsos, cu latejando doce lembrete de Roman. Ele ainda dormia profundo ao meu lado, peito subindo ritmado, braço possessivo sobre minha cintura. Noite insana nos uniu mais, mas um fio de culpa sussurra: e se for demais? Não... ele é meu tudo. Deslizei dedos pelo seu abdômen definido, traçando tatuagens invisíveis de desejo, ar morno da cama carregado de sexo. Esperei ele acordar, coração batendo em expectativa quieta.

Passaram minutos em silêncio doce, eu admirando Roman dormindo — traços elegantes, lábios entreabertos, cílios longos sombreando as bochechas. Meu homem perfeito, confiante e controlador, mas nesse repouso tão vulnerável... desejo eterno. Ele acordou lento, olhos castanhos encontrando os meus, sorriso preguiçoso:

Roman - Bom dia, Vida.

Inclinou-se e me deu um beijo molhado, língua invadindo devagar, mãos subindo pros meus seios. Retribuí faminta, gemendo baixo no beijo:

Eduarda - Bom dia, amor…

Calor reacendendo, manhã prometendo mais.

Roman deu uma risadinha brincalhona, mordiscando meu lábio inferior:

Roman - Já quer mais, Amor? Tão insaciável…

Suspirei desejosa, mas ele se afastou suave, pedindo desculpa com olhos sinceros:

Roman - Desculpa, Vida, não dá agora. Preciso encontrar uma cliente muito importante na criação de conteúdo — talvez eu gerencie ela, traga muito mais dinheiro pra casa e sobra mais pras doações que a gente faz.

Acenei compreensiva, mão traçando seu peito:

Eduarda - Tudo bem, amor... vai e conquista.

Orgulho dele crescendo, mas um vazio sutil no peito — negócios primeiro, sempre. Ele se levantou, nu e imponente, indo pro banho. Fiquei na cama, lençóis amassados, testemunhas da noite, coração dividido entre apoio e saudade iminente.

Ouvi o chuveiro ligando no banheiro, jatos ritmados ecoando, e mente viajando pro ontem caótico — turbilhão adúltero me consumindo. Mauro, o sobrinho do Roman, só 18 anos mas voraz, pau duro me fodendo selvagem na beira da piscina, eu gemendo traidora no risco. Depois, Manuel, o vizinho viúvo de 80, olhos frios chantageando com o vídeo gravado: “Chupa meu pau, Eduarda, ou mando pro seu noivo.” Ajoelhei humilhada, engolindo o velho pau enrugado, gozo amargo na garganta. Nojo e excitação misturados, corpo traindo moral. Rodson, cunhado obeso e astuto, deu tapa na minha bunda possessivo: “Calma, cunhadinha, eu sou o próximo.” Segredo queimando, culpa roendo — estabilidade com Roman em risco, desejo sujo florescendo. Como saio disso? Levantei devagar, corpo pesado de segredos, vestindo robe fino, coração acelerado no silêncio da casa.

Roman voltou pro quarto após o banho, toalha baixa na cintura revelando músculos molhados, gotas escorrendo pelo abdômen. Começou a se trocar, pegando camisa social:

Roman - Amor, ontem eu encontrei com a Keith, lembra? Ela te conhece da escola.

Keith? Amiga de infância, fazia tempo... memórias inocentes. Sorri leve:

Eduarda - Ah, sim, o Keith! Manda um abraço pra ela.

Ele riu, abotoando calça:

Roman - Pode deixar, Vida. Hoje é outro cliente importante, nada a ver. Vai ser um bom negócio.

Coração aquecido pela conexão casual, sem sombras. Ele terminou de se vestir, elegante como sempre, e me deu um beijo rápido antes de sair. Fiquei sozinha, mente leve.

Meu celular vibrou duas vezes na mesa de cabeceira, ecoando no quarto vazio. Primeira mensagem:

Roman - Amor, passei seu contato pro Keith. Ele quer te dar um oi, saudade da escola! Beijo, Vida.

Sorriso surgiu — Roman generoso como sempre. Segundos depois, segunda notificação:

Keith - Oi, Dudinha! Roman me passou seu zap. Saudade dessa amiga de adolescência! Tudo bem por aí?

Keith... fazia anos não via, memórias da escola distantes, inocentes. Dedos hesitaram sobre teclado, pulso acelerando — responder? Vida agitada minha contrastando com passado simples. Digitei rápido:

Eduarda - Oi, miga! Tudo ótimo, saudade tb! Como vc?

Enviado. Coração batendo mais forte, expectativa sutil brotando no silêncio.

Meu celular vibrou de novo, tela iluminando o quarto com resposta de Keith.

Keith - Dudinha, tudo ótimo aqui! Melhor que nunca, vida bombando. Bora se encontrar e botar o papo em dia? Café?

Olhos arregalaram — convite repentino, anos de silêncio quebrados. Mente girou: Keith animada, eu curiosa... Roman ocupado, por que não? Dedos dançaram no teclado, excitação leve misturada a rotina doméstica:

Eduarda - Adorei a ideia, miga! Quando vc pode? Hoje à tarde?

Enviado. Sentei na cama, robe escorregando no ombro, imaginando reencontro — risadas antigas, segredos atuais pesando sutil. Turbilhão adúltero pausado, mas pulsando baixo.

Celular vibrou quente na palma, resposta de Keith chegando veloz:

Keith - Agora mesmo, Dudinha! Perfeito. Depois do café, bora treinar? Minha academia é a BFit da rua das Flores, perto da tua casa. Vem?

BFit... sim, academia badalada a dois quarteirões, pesos ecoando na memória. Surpresa me invadiu, corpo reagindo com formigamento — movimento, suor, proximidade antiga. Roman aprovaria uma rotina saudável? Mordi lábio, desejo de aventura vencendo rotina:

Eduarda - Perfeito, miga! Tô indo agora. Onde o café?

Enviado. Levantei rápido, coração martelando, escolhendo legging justa e top solto — curvas delineadas inocentemente. Espelho refletiu desejo contido, conflito moral sussurrando. Saí de casa, ar fresco beijando a pele, rumo ao reencontro.

Celular piscou resposta:

Keith - Café na frente da BodyFit, Dudinha. Te espero aqui!

Eduarda - Perfeito. Chegando já, miga!

Subi pro closet, trocando legging por shortinho colado de academia, top esportivo abraçando seios fartos, tênis leves. Espelho aprovou — glúteos firmes realçados, postura feminina provocante sem intenção. Desejo sutil aquecendo a pele.

Desci escadas rangendo suave, e lá Rodson no sofá, pernas abertas, cerveja na mão, olhos gorduchos erguendo surpresos.

Rodson - Cunhadinha? Vai treinar agora?

Parei no pé da escada, sorriso malicioso brotando — provocação leve dançando na língua. Virei de costas, bunda empinada no short apertado:

Eduarda - Tô precisando treinar os glúteos, cunhado. O que acha? Merecem uns agachamentos?

Coração acelerou, seu olhar queimando tecido fino — tensão erótica latejando, moral piscando alerta. Ele riu rouco, sem resposta imediata, ar carregado de desejo velado.

Ri leve, jogo dele me arrastando pro abismo lúdico:

Eduarda - Ah, cunhado... é daquela religião que só vê sentindo?

Pulso disparou, excitação proibida formigando. Empinei bunda mais, aproximando devagar, quase roçando seu colo largo — calor dele irradiando, short esticando curvas.

Eduarda - E aí, o que acha agora?

Mãos dele voaram, apertando firme carne macia, dedos cravando possessivos, tapinha ecoou seco, vibrando fundo.

Rodson - Tá muito boa já, cunhadinha... mas o treino vai deixar ainda melhor.

Gemido interno escapou abafado, umidade traidora entre coxas — culpa e tesão colidindo. Ri trêmulo, virando:

Eduarda - Quando voltar, te mostro o resultado!

Saí rebolando porta afora, pernas bambas, mente turva de desejo conflituoso, rumo à BFit e Keith. Rodson me desestabilizando, reencontro como distração.

Caminhei rapidamente pela rua das Flores, sol filtrando folhas, suor leve brotando antecâmara do treino — short colado roçando intimamente, lembrança das mãos de Rodson latejando na pele. Proibido, delicioso... foco, Eduarda. A academia surgiu adiante, fachada envidraçada refletindo minha silhueta curvilínea, e lá estava Keith na frente, legging neon abraçando corpo atlético, cabelo preso alto, sorriso carismático estalando como sempre.

Keith - Dudinha!

Correu abraçando forte, seios pressionando os meus, perfume doce invadindo narinas. Contato elétrico, anos condensados num toque.

Eduarda - Miga, quanto tempo! Pronta pro café e suor?

Rimos juntas, braços entrelaçados, entrando no café vizinho — tensão residual de casa se dissipando em nostalgia erótica, coração aberto para conversa profunda.

Entramos no café aconchegante ao lado, aroma de pão fresco e café forte nos envolvendo — Keith tagarelando leve sobre posts recentes, risadas ecoando minha tensão dissipada.

Keith - ...e aí o like explodiu, Dudinha! Tu precisa voltar pros stories.

Sentei à mesa externa, pernas cruzadas, observando sua energia magnética. Garçom jovem se aproximou, sorriso profissional, bloco na mão:

Garçom - Bom dia, senhoras. O que vão querer?

Keith inclinou corpo, cílios batendo, voz melosa:

Keith - Um cappuccino com canela extra, amor... e pro meu anjo aqui, o que pede? Olha só esses olhos, hein? Faz com carinho.

Ele corou sutil, anotando rápido, flerte dela dançando ar — inveja leve me picou, desejo de leveza assim. Pedi latte gelado, rindo interna do show, conexão nossa reacendendo em cumplicidade sensual.

Garçom se afastou com pedido anotado — latte gelado pra mim, simples e direto —, deixando nós duas sozinhas na mesa de ferro sob guarda-sol listrado. Keith se inclinou, olhos castanhos faiscando intimidade:

Keith - E aí, Dudinha, conta tudo! Vida de noiva chique, longe de mim... o que rolou?

Guardei segredos — Rodson, Manuel, abismos internos familiares — respondi vago:

Eduarda - Rotina caseira, posts com Roman, estabilidade reconfortante.

Mas virei o jogo, curiosidade queimando:

Keith - E você, miga? Como me conheceu Roman?

Ela sorriu largo, inclinando-se mais, voz baixa confidencial:

Keith - Ah, amor... tudo começou nos meus conteúdos. Sou criadora adulta agora, sabe? Vídeos sensuais, lives ousadas — reviravolta total! Dinheiro choveu, a liberdade explodiu. Eu procurei Roman para gerenciar minha carreira, curti o perfil dele como influencer... DM mandei, e puff, ele topou e nos conectou. Mas tu, tão recatada, hein?

Choque doce me invadiu, orgulho misturado a inveja erótica — sua ousadia iluminando minhas sombras. O café chegou fumegante, conversa fluindo em segredos velados, laço nosso se retendo.

Curiosidade me roeu viva, leite espumoso esquecido na xícara.

Eduarda - E como é isso de criar conteúdo adulto, miga? Funciona como?

Keith piscou maliciosamente, celular já na mão, trocando olhar rápido com garçom que limpava a mesa vizinha, sorriso cúmplice dele.

Keith - Vem cá, Dudinha... olha só.

Inclinou tela pra mim, perfil dela aberto: thumbnails ousados — lingerie rendada abraçando curvas, poses provocantes em luz suave, lives anunciadas com legendas sedutoras.

Keith - Comecei devagar, poses sensuais, dicas de lingerie. Fãs pagam por privates, customs... agora lives nuas, interativas. Roman gerencia horários, parcerias — faturou o triplo do antigo! Olha esse vídeo…

Apertou o play abaixo: ela nua em quarto sombrio, óleo reluzindo pele, gemidos suaves ecoando ao som de chuva, dedos dançando íntimo. Calor subiu minhas bochechas, coxas apertando involuntário — fascínio erótico me invadiu, desejo reprimido sussurrando. Olhares dela com garçom piscavam, ele demorando ali perto, ar carregado.

Eduarda - Quero ver mais…

Sussurrei, viciada no proibido dela.

Keith manteve olhar fixo no garçom, lábios entreabertos, tensão sexual crepitando — ele retribuiu, aceno sutil da cabeça sinalizando banheiro nos fundos.

Keith - Ei, Dudinha... por que ver só vídeo? Quer ao vivo?

Coração disparou, choque erótico me paralisando. Ela piscou, levantando fluida, legging esticada:

Keith - Fica aí, miga. Volto já.

Seguiu atrás dele, quadris balançando hipnóticos, porta batendo leve. Congelei, xícara tremendo na mão — curiosidade voraz vencendo pudor, noiva fiel rachando. Esperei minutos eternos, fingindo celular, então levantei discreta, coração martelando, entrei no banheiro escuro. Porta rangeu: lá estava ela, sentada na privada, legging arriada nos tornozelos, pernas escancaradas — garçom ajoelhado, cabeça mergulhada entre coxas dela, chupando ávido, gemidos abafados dela ecoando azulejos. Língua dele lambendo clitóris exposto, quadris dela se contorcendo, mãos guiando nuca dele. Visão me pregou no lugar, umidade traidora entre minhas pernas — desejo cru me consumindo, moral em frangalhos.

Keith ergueu olhos vidrados pra mim, sorriso safado entre gemidos iniciais:

Keith - Demorou, hein, Dudinha? Vem... vê de perto, miga.

Pés pesados me traíram, atração magnética me puxando — me aproximei devagar, joelhos fracos, cheiro almiscarado de excitação invadindo narinas. Parei a centímetros, hipnotizada: boca dele devorando sexo dela, lábios inchados reluzindo saliva e umidade, língua rodopiando voraz em clitóris latejante. Ela alisou nuca dele com unhas cravadas, gemendo rouco agora.

Keith - Ahh... isso, chupa gostoso... mais fundo…

Quadris ondulando ritmados, seios arfando sob blusa fina. Calor úmido pulsava em mim, biquíni encharcado, conflito rasgando alma — noiva traída pelo voyeurismo cru, desejo me possuindo devagar. Olhos dela travados nos meus, convite silencioso queimando.

Keith agarrou o cabelo do garçom com força, puxando a cabeça dele para cima, olhos flamejantes:

Keith - Agora mete, vai... fode essa buceta molhada.

Ele se ergueu rápido, zíper raspando — calças caindo, pau grosso saltando ereto, veias pulsantes, gotejante pré-gozo. Guiou lento, cabecinha roçando a entrada dela, empurrando centímetro a centímetro na buceta exposta, lábios se abrindo guloso ao redor.

Keith - Ahhh... porra, que pau grosso... fode devagar!

Gemidos dela explodiram roucos, olhos revirando brancos de prazer, quadris empurrando para engolir ele inteiro — ele começou a dar bombadas ritmadas, coxas batendo molhadas. Visão me dissolveu, tesão líquido escorrendo coxas minhas, respiração ofegante traidora. Ela esticou a mão súbita, puxando meu braço, me colocando perto — lábios quentes colidindo nos meus num beijo faminto, língua invasora dançando com a minha, gosto salgado de desejo nos dentes. Mundo girou, beijo me incendiando — culpa e êxtase se fundindo, noiva se rendendo ao abismo.

Beijo de Keith se aprofundou, línguas entrelaçadas famintas, enquanto pau do garçom arremetia fundo nela — ploc-ploc úmido ecoando. Mão dela desceu traiçoeira, devagarinho, dedos frios roçando elástico da minha calça legging, puxando pra baixo centímetro a centímetro, expondo minha pele febril, biquíni encharcado. Calça nos joelhos, ela invadiu a calcinha, dedos ágeis encontrando clitóris inchado, masturbando circular lento — ahh, pressão perfeita, me fazendo gemer na boca dela.

Keith - Assim, Dudinha... tão molhadinha pra mim…

Garçom acelerou bombadas, grunhindo, coxas batendo bundas dela ritmadas, enquanto dedos dela me levavam pro êxtase proibido. Prazer me rasgava, ondas quentes subindo ventre — beijo abafando culpa, noiva se dissolvendo em luxúria crua, coração partido e vivo. Quadris meus traidores ondularam contra a mão dela, gemido escapando rouco.

Dedos de Keith dançaram experts no meu clitóris — círculos precisos, pressão alternando leve e firme, como se soubesse cada nervo meu. Gozei rápido, explosão brutal me curvando, líquido escorrendo coxas, gemido abafado no beijo dela:

Eduarda - Ahh... Keith... tô... tô gozando!

Pernas bambas cederam, escorreguei encostando parede fria, respiração entrecortada, assistindo hipnotizada. Ela sorriu vitoriosa, lambendo dedos meus melados, enquanto garçom aproveitava espaço — mãos grossas segurando coxas dela escancaradas, pau mergulhando fundo com força bruta agora, velocidade selvagem, bundas batendo alto.

Keith - Fode, caralho... mais forte! Me arromba!

Gemidos dela rasgavam ar, olhos revirando, seios quicando sob blusa, ele martelando impiedoso, suor pingando. Corpo ainda tremendo pós-orgasmo, culpa latejando com tesão residual — eu, noiva traída, vidrada na foda crua, desejo renascendo devagar.

Fiquei ali, encostada na parede, vidrada na foda voraz — pau dele pistoneando fundo na buceta dela, gemidos ecoando como sinfonia proibida, suor reluzindo peles. Poucos minutos, e Keith convulsionou selvagem, corpo arqueando, unhas cravando as costas dele:

Keith - Ahhh... tô gozando! Fode... porra, que delícia!

Pernas tremiam descontroladas, buceta apertando pau invasor em espasmos ritmados. Garçom não parou, bombadas implacáveis prolongando êxtase dela até convulsões cessarem, respiração dela ofegante. Então puxou pra fora, punhetando frenético — jatos grossos de porra espirrando barriga dela, um fio quente acertando rosto, escorrendo queixo. Ela riu rouca, olhos cravados nos meus:

Keith - Vem, Dudinha... lambe essa porra do meu rosto.

Coração disparado, pernas ainda moles, atração magnética me puxando — noiva se rendendo mais fundo, lambi devagar, língua capturando sêmen salgado, gosto almiscarado me incendiando de novo.

Keith me puxou pra último beijo faminto, língua lambendo resquícios de porra nos meus lábios, suspiro compartilhado. Ela se ergueu graciosa, porra reluzindo barriga sob luz fraca, vestindo calcinha e calça devagar, elástica estalando pele. Garçom, pau amolecendo, puxou calças às pressas, voz rouca:

Garçom - Ei, gata... me passa teu número?

Ela ignorou total, olhos fixos em mim enquanto eu subia legging trêmula, biquíni grudando umidade:

Keith - Bora, Dudinha? A academia tá chamando... suar mais um pouquinho.

Sorri cúmplice, coração acelerado pós-tudo, seguindo ela porta afora, ar fresco da noite batendo rosto corado. Tesão latejava fundo, estabilidade com Roman tremendo — desejo novo, perigoso, me consumindo devagar.

No caminho pra academia, passos sincronizados na calçada mal iluminada, Keith me cutucou de leve, sorriso maroto:

Keith - Sabe, Dudinha... na época de escola, você era a certinha, né? Sempre comportada, boazinha... Quem diria que escondia esse lado safado assim? Tô chocada e amando.

Ri nervosa, bochechas queimando, vento noturno arrepiando pele ainda sensível:

Eduarda - Para, miga... foi só uma loucura do momento.

Ela piscou, mão no meu ombro possessiva:

Keith - Tranquila, amor. Não vou contar pro Roman. Isso fica entre a gente... nosso segredinho safado.

Palavras dela aqueceram o ventre, alívio misturado a culpa afiada — noiva traindo confiança dele, mas tesão secreto florescendo, laços se tecendo perigosos. Chegamos à academia, luzes piscando convite.

Começamos o treino leve — eu no leg press, pernas ardendo, Keith ajustando pesos com maestria. Toda vez que pedia ajuda, mãos dela deslizavam minhas coxas, pressionando músculos quentes, toques demorados disfarçados de correção:

Keith - Assim, Dudinha... abre mais, sente o fogo aqui.

A conversa fluía entre séries, suor brotando, eu curiosa inevitavelmente:

Eduarda - Miga... você sempre transa com estranhos assim? Tipo, o garçom ali…

Ela riu baixa, spotando meu agachamento, quadril colado no meu, sussurrando quente no ouvido:

Keith - Às vezes sim, depende se eu vou com a cara da pessoa. Mas geralmente? Eu cobro, viu? Como prostituta de luxo. Pego o pix antes, nega.

Pausa dramática, olhos brilhando malícia enquanto eu tremia no movimento:

Keith - E olha... essa sensação de ser paga pro sexo? Me deixa louca de excitação. Como se eu fosse mesmo uma puta, sabe? Dinheiro na mão, pau na buceta... arrepio total.

Corpo reagiu instantâneo, umidade pulsando legging, curiosidade virando inveja safada — vida estável minha contrastando com liberdade dela, desejo de experimentar me corroendo a moral.

Keith se inclinou mais perto durante meu supino, mãos guiando barra devagar, seios roçando braços meus suados:

Keith - Experimenta um dia, Dudinha. Vai que é tua praia... Imagina: pix pingando, um cara qualquer te comendo louca. Liberdade total.

Pausa provocante, ela ajustando postura minha com palma na barriga:

Keith - Quem sabe a gente não cria conteúdo juntas? Duas safadas no OF, eu te ensino tudo. Dinheiro rolando, gozo garantido.

Coração martelou, visão alucinante — eu nua pra câmera, Roman alheio, excitação proibida me encharcando, conflito rasgando alma entre lealdade e fome nova. Ri trêmula, disfarçando:

Eduarda - Tá louca, miga... mas... quem sabe?

Senti peso barra aliviando, corpo exausto mas mente fervendo. Deixei escapar devagar, voz baixa entre respirações ofegantes:

Eduarda - Eu sou fiel ao Roman, miga... de verdade. Mas... às vezes tenho recaídas. Transo escondido dele, sabe? Não com estranhos, não... com conhecidos. Gente que cruza o caminho.

Olhos dela se acenderam curiosos, spot ainda firme, unhas traçando sutil minha clavícula:

Keith - Uau, Dudinha... conta mais. Quem?

A Confissão libertou algo fundo, culpa misturando tesão — noiva perfeita rachando, desejo confessado me deixando vulnerável, excitada com segredo compartilhado. Hesitei, suor pingando, mas sorri envergonhada: Depois eu conto... um passo de cada vez.

Parei barra no suporte, sentando ofegante, mãos tremendo no joelho:

Eduarda - Melhor eu parar de falar, miga... isso é loucura.

Keith não largou, olhos faiscando, agachando na minha frente, coxas roçando joelhos meus:

Keith - Para com isso, Dudinha! Conta tudo, tô morrendo de curiosidade. Quem são esses conhecidos safados?

Arrepio subiu espinha, tentação de confidência me dominando — segredos pesados, desejo de desabafo erótico me traindo. Mordi lábio, voz rouca:

Eduarda - Tá bom... agora tem o cunhado, irmão do Roman. Rodson tá morando na casa com a gente. Uma vez, ele me dedilhou... forte, no galpão da família.

Ela ofegou excitada, mão na minha coxa apertando:

Keith - Caralho... tem mais?

Engoli seco, calor inundando:

Eduarda - E o sobrinho dele, Mauro. Filho do Rodson. Me fodeu ontem, sozinhos em casa. Jovem, louco... me comeu na beira da piscina e no banheiro enquanto Roman conversava comigo do outro lado da porta.

Palavras saíram como catarse suja, alívio misturado vergonha ardente — família Joyner virando vício, lealdade a Roman se dissolvendo em luxúria incestuosa, corpo latejando com memória fresca.

Keith arregalou olhos, surpresa genuína misturando tesão puro — bochechas coradas, respiração acelerada, mão ainda na minha coxa, apertando involuntário:

Keith - Puta merda, Dudinha... Rodson dedilhando você? E o garoto te comendo ontem? Isso é foda... me deixou molhada só de imaginar. Você é uma vadia escondida, hein?

A reação dela acendeu faísca em mim, validação safada me deixando zonza, desejo de mais confissões pulsando. Terminamos o treino exaustas, toalhas nos pescoços, suor grudando roupas. No vestiário, ela secou cabelo, voz casual mas olhos famintos:

Keith - Preciso de um banho urgente, miga... mas essa academia não tem banheiro decente. Posso tomar na tua casa? Tô fedendo a sexo só de pensar nas tuas histórias.

Coração disparou — imagem dela nua no meu chuveiro, casa vazia talvez, tentação nova me corroendo, Roman longe, segredos se multiplicando. Sorri nervosa:

Eduarda - Claro, vem... Roman nem tá.

Chegamos a casa suadas, porta abrindo pro silêncio — Rodson saíra, casa vazia ecoando passos nossos. Mostrei banheiro principal, azulejos frios contrastando calor e corpos:

Eduarda - Aqui, miga... toalhas no armário. Se precisar de algo.

Keith sorriu maliciosa, já puxando legging:

Keith - Toma banho comigo, Dudinha? Água quente, corpos escorregadios... vai ser gostoso.

Convite me paralisou, excitação proibida latejando baixo ventre — nua com ela, toques acidentais, Roman alheio. Ela entrou sem esperar, stripping top, seios fartos saltando livres, short caindo revelando intimidade depilada. Virou na porta, corpo nu brilhando luz suave, olhos provocantes:

Keith - Por que não chama teu sobrinho também, hein? Pra tomar banho com a titia safada e a amiga. Imagina ele duro entre nós três.

Visão dela nua me hipnotizou, ideia insana de Mauro se juntando explodindo mente — luxúria familiar se expandindo, culpa se afogando em desejo cru, corpo meu reagindo involuntário.

Eduarda - Já volto, miga.

Disparei pro corredor, coração martelando, pernas trêmulas descendo corredor. Bati porta quarto Mauro suave:

Eduarda - Mauro? Tá em casa?

A voz dele ecoou animada, abafada música baixa:

Mauro - Entra, tia! A porta tá aberta.

Empurrei, entrei no quarto bagunçado — pôsteres, paredes, cama desfeita cheirando ele jovem. Mauro sentou na beira cama, só boxer, corpo slim atlético reluzindo, sorriso curioso:

Mauro - E aí, titia?

Visão dele me umedeceu instantânea, memória ontem no banheiro revivendo — pau duro me preenchendo, gemidos abafados. Sorri safada, aproximando:

Eduarda - Tenho surpresa pra você, amorzinho. Levanta.

Ele pulou animado, olhos brilhando expectativa. Segurei as mãos dele, voz baixa rouca:

Eduarda - Vou cobrir teus olhos até lá... pra não estragar. Confia na titia?

Mãos minhas nos olhos dele, cheiro suor fresco me inebriando — guiando pro banheiro, trio insano se armando, desejo me consumindo viva, lealdade se desfazendo em erotismo familiar voraz. Ele riu nervoso:

Mauro - Tô dentro!

Guiei Mauro banheiro vendado mãos minhas, corpo dele tenso excitado roçando meu, vapor quente já enchendo ar úmido. Virei ele de costas pra Keith — ela no box, água caindo cascata pele nua — fechei a porta trancando mundo fora. Mauro fungou ar perfumado sabonete, voz rouca curiosa:

Mauro - Tia... chuveiro tá ligado. Tem a ver com isso?

Sorriso meu se alargou predatório, desejo cru me possuindo. Encostei nele de trás, sussurrando orelha:

Eduarda - É ainda melhor, amorzinho. Agora vira.

Ele girou devagar, mãos caindo olhos, visão Keith nua no box explodindo pupilas dele — seios molhados, curvas escorrendo água, sorriso safado convidando. Ela gesticulou sexy, voz melosa sobre jato:

Keith - Vem cá, garotão... brinca com a titia e a amiga safada dela. Box grande pra nós três.

Mauro engoliu seco, boxer intumescente, eu pulsando expectativa — luxúria trio me afogando, toques iminentes prometendo êxtase proibido. Ele olhou pra mim, faminto:

Mauro - Tia...?

Ri baixa gutural, mãos voando, botões blusa, jeans caindo revelando lingerie úmida desejo meu, sutiã desabotoado deixando seios pesados livres. Entrei no box escorregadia, água morna beijando pele nua, colando corpo no Keith — lábios dela famintos nos meus, língua dançando lenta provocante, mãos safadas apertando bundas uma da outra, gemidos abafados a vapor. Mauro congelado porta, olhos arregalados devorando nós duas — pau boxer esticando tecido fino, respiração pesada.

Beijo de Keith me incendiou, sabores doces misturando, Mauro assistindo avolumando tesão meu insano — controle familiar se dissolvendo em orgia molhada. Parei beijo ofegante, virei pra ele água pingando cílios:

Eduarda - Vai ficar só olhando, amorzinho? Tira essa roupa e fode a titia e a amiga safada dela… Ou prefere só assistir nós duas te provocando?

Keith riu rouca, dedo traçando lábios meus:

Keith - Vem, garoto. Duas bucetas quentes te esperando.

Olhos do Mauro flamejavam, mãos tremendo no boxer — momento pivotal, desejo meu implorando que ele se junte.

Mauro atacou boxer desesperado, mãos trêmulas puxando elástico pra baixo — pau duro saltando livre, grosso veias pulsantes, tropeçando calcanhar próprio enquanto chutava tecido chão escorregadio. Caiu joelho um instante, recuperando riso nervoso, corpo nu brilhando luz banheiro. Nós duas explodimos gargalhadas quentes, ecoando box — Keith se curvando seios balançando, eu mordendo lábio água escorrendo pelas costas.

A visão dele desajeitado me derreteu, inocência viril contrastando luxúria nossa, tesão triplicando em humor safado.

Keith - Olá, garotão atrapalhado!

Keith provocou, estendendo a mão pra ele.

Keith - Entra logo, senão titia e eu acabamos sozinhas.

Segurei o braço do Mauro puxando pro vapor, pele dele colando nossa molhada:

Eduarda - Vem, amorzinho... deixa titia te guiar.

Coração meu galopando, trio se fechando em abraço úmido prometendo delírios.

Nossos corpos se colaram no box estreito, o vapor nos envolvendo como uma névoa erótica densa e quente. Os beijos triplos se formaram em um caos faminto e desordenado: lábios dos três se roçando, línguas se entrelaçando em danças molhadas e urgentes, mãos explorando curvas escorregadias sob a água incessante. Mauro gemeu diretamente na minha boca, o som vibrando em meu peito, enquanto Keith ria baixo, mordiscando o queixo dele com dentes afiados de provocação. Ela deslizou devagar, agachando-se com graça felina, os joelhos tocando o piso escorregadio da água. Seus olhos travessos fixaram-se no pau dele, rígido e latejante à sua frente.

Keith - Minha vez, garotão…

Murmurou ela, voz rouca de desejo. A boca quente dela engoliu o glande devagar, sugando fundo com maestria, a língua rodopiando nas veias pulsantes enquanto a mão apertava a base em um ritmo hipnótico e acelerado. Mauro arqueou as costas, gemendo rouco e primal, as mãos voando para o meu pescoço, puxando-me para um beijo voraz. Sua língua invadiu a minha boca com desespero, o gosto salgado de suor e excitação se misturando ao nosso, enquanto o vapor nos cegava parcialmente. O prazer de assistir Keith devorá-lo me consumia por inteiro, um ciúme doce e ardente se fundindo a um tesão puro e avassalador meu corpo pulsava invejoso e molhado, os beijos de Mauro me ancorando no furacão sensual que nos engolia. Mordi o lábio inferior dele com suavidade, sussurrando contra sua pele:

Eduarda - Isso, amorzinho... goza na amiga safada enquanto a titia te beija.

Keith acelerou o boquete, guloso e provocante, os olhos erguidos para nós em desafio puro, borbulhas de saliva e água escorrendo pelo queixo dela.

Continuei devorando a boca de Mauro com beijos profundos e possessivos, nossas línguas dançando em um frenesi úmido enquanto os gemidos dele vibravam contra meus lábios, ecoando o prazer que Keith lhe arrancava com maestria. O vapor do chuveiro nos envolvia como um véu proibido, a água escorrendo em riachos quentes pelos nossos corpos entrelaçados, amplificando cada toque, cada suspiro. Meu coração martelava descompassado, uma mistura de ternura maternal pelo garoto inocente e desejo voraz pela carne jovem dele — beijá-lo assim, sentindo-o se dissolver, era intoxicante, um pecado doce que me fazia esquecer o mundo lá fora.

Depois de um tempo que pareceu eterno e fugaz ao mesmo tempo, soltei sua boca devagar, traçando uma trilha de beijos ardentes pelo pescoço dele, mordiscando a pele salgada onde o pulso acelerado batia forte. Desci pelo peito liso e definido, língua lambendo gotas d'água misturadas a suor, peito arfando sob meus lábios. Abdômen contraindo-se ao meu toque, cheguei ao pau ereto, latejante na boca gulosa de Keith.

Ela ergueu os olhos para mim, um brilho cúmplice e safado neles, sem soltar o membro — continuei descendo, beijando a pele esticada da virilha dele, depois roçando os lábios nos dela, úmidos e quentes. Nossos beijos se misturaram ao redor da cabeça inchada do pau de Mauro: selinhos molhados nela, lambidas leves no glande exposto quando ela recuava um instante, línguas se tocando sobre a carne pulsante dele. Mauro ofegou alto, mãos em nossos cabelos molhados, guiando-nos no ritmo torturante.

Essa intimidade partilhada me incendiava por dentro, o gosto dela misturado ao dele na minha boca — puro êxtase proibido, onde inveja virava união lasciva. Sussurrei contra os lábios de Keith, voz rouca:

Keith - Delícia... vamos enlouquecê-lo juntas, miga.

Não resisti mais ao chamado primal daquele pau latejante, grosso e reluzente de saliva e água. Caí de boca sobre ele com fome insaciável, engolindo o comprimento inteiro em um movimento fluido e profundo, a cabeça roçando minha garganta enquanto sugava com voracidade lenta e ritmada. Saboreava cada centímetro — o salgado salgado da pele esticada, as veias pulsantes dançando sob minha língua rodopiante, o gemido gutural de Mauro ecoando como música erótica em meus ouvidos. Meu corpo inteiro vibrava com o poder daquele ato, sentindo-o se render ao meu prazer, um laço secreto e pecaminoso que me fazia sentir viva, desejada, no controle desse furacão de luxúria.

Keith, com um sorriso diabólico nos lábios inchados, desceu ainda mais, sua boca quente envolvendo o saco dele, chupando as bolas com lambidas ávidas e sugadas delicadas, alternando entre mordidinhas leves e massagens com a língua. Nossos rostos se roçavam ali embaixo, úmidos e febris, o vapor nos cegando enquanto Mauro arqueava as costas contra o azulejo frio, mãos apertando nossos cabelos em desespero puro.

Mauro - Puta merda... titia... miga... vocês vão me matar…

Ele grunhiu, voz quebrada de êxtase.

Acelerei o boquete, garganta relaxada engolindo-o fundo, gemendo ao redor da carne para vibrar contra ele, enquanto sentia Keith devorar as bolas com maestria gulosa. O prazer compartilhado nos unia em uma dança suja e perfeita, meu clitóris latejando invejoso, implorando por alívio em meio a esse banquete sensorial.

Deslizei o pau de Mauro para fora da minha boca com um estalo molhado e provocante, lambendo os lábios para capturar o último resquício de seu sabor viciante. Levantei-me devagar, pernas trêmulas de desejo acumulado, encostando as costas na parede fria do box — o contraste gelado contra minha pele escaldante me fez arfar. Empinei a bunda para ele, curvando as costas em um arco sensual, expondo a entrada úmida e pulsante da minha boceta, implorando em silêncio pelo que meu corpo gritava. Virei o rosto para Mauro, olhos semicerrados de luxúria, e murmurei rouca, voz carregada de urgência pecaminosa:

Eduarda - Me fode, Mauro... enfia esse pauzão na tua titia agora... me faz tua, vai…

Ele hesitou por um segundo, olhos vidrados na minha oferta, pau ereto apontando como uma lança. Keith, ainda ajoelhada, riu baixinho e safada, guiando-o com mãos firmes nas ancas dele — empurrou-o para frente, posicionando a cabeça grossa bem na minha entrada escorregadia, beijando a coxa de Mauro enquanto sussurrava:

Keith - Vai, garoto... arromba ela de uma vez. Dá pro pau na titia gulosa.

Com um impulso guiado, ele me penetrou fundo em um só golpe, esticando-me deliciosamente, preenchendo-me até o limite enquanto eu gemia alto, unhas cravando na parede. Deus, a sensação dele me invadindo, jovem e selvagem, era um fogo que consumia toda culpa, só puro êxtase cru correndo pelas veias. Keith nos beijou alternadamente — primeiro meus lábios entreabertos, depois a boca ofegante de Mauro — línguas se entrelaçando no caos molhado.

Então, ela se afastou com um piscar cúmplice, saindo nua e pingando do box, pegando meu celular do suporte ao lado da pia. Ligou a câmera sem hesitar, focando em nós: Mauro me socando ritmado por trás, minhas tetas balançando, bunda rebolando contra ele, gemidos ecoando no banheiro enfumaçado.

Eduarda - Isso, filma tudo, miga... grava meu garoto me destruindo…

Eu ofeguei entre estocadas, o flash da tela iluminando nosso pecado, adicionando uma camada voyeur de tesão proibido. Ser filmada assim, exposta e vulnerável, me levava ao abismo — um thriller que misturava vergonha e glória erótica. Mauro acelerou, mãos apertando minha cintura, perdidos no ritmo animalesco.

Keith, com um brilho predatório nos olhos, virou o celular para a câmera frontal, capturando seu próprio rosto safado enquadrando a cena obscena acima dela. Ela se abaixou devagar no piso molhado do box, água ainda caindo em cascata, posicionando-se bem embaixo de mim — deitada de costas, pernas abertas, o telefone erguido como um troféu pornográfico.

Keith - Olha só essa putaria de perto, Dudinha... titia gemendo no pau do sobrinho…

Ela provocou, voz rouca de excitação, enquanto ligava o vídeo e focava direto na minha boceta sendo arrombada por Mauro.

Ele não parou nem por um segundo, me fudendo com estocadas fortes e profundas, pau deslizando para dentro e fora da minha carne inchada e encharcada, bolas batendo ritmadas contra mim. Senti Keith se aproximar mais, sua respiração quente subindo até meu clitóris latejante — ela esticou a língua e começou a chupá-lo com maestria gulosa, sugando o botão sensível entre lábios macios, rodopiando sem piedade enquanto filmava tudo de baixo para cima. O ângulo capturava perfeitamente: minha boceta aberta engolindo o pauzão dele, sucos escorrendo, clitóris inchado sendo devorado por ela, e meus gemidos ecoando como uma sinfonia lasciva.

Eduarda - Porra, Keith... chupa mais... filma tua amiga gozando nessa rola... ahhh!

Eu urrei, o corpo convulsionando no limite, empinando ainda mais para a boca dela.

Mauro grunhia animalesco, mãos apertando minha bunda enquanto socava sem misericórdia, sentindo a língua de Keith roçando sua base a cada investida. O prazer triplo era insano — preenchida por trás, sugada por baixo, filmada como uma vadia em êxtase puro. Meu mundo se resumia àquela visão borrada no teto, ao flash da câmera, ao vórtice de sensações me levando ao colapso. O orgasmo veio como uma onda avassaladora, boceta apertando o pau dele em espasmos, jatos quentes escapando enquanto Keith lambia tudo, rindo vitoriosa no vídeo.

Meu corpo inteiro tremia no limiar do abismo, boceta latejando insana ao redor do pau impiedoso de Mauro, com a língua de Keith chupando meu clitóris como se quisesse devorá-lo vivo. Não aguentava mais segurar — as palavras escaparam em um gemido desesperado, rouco e suplicante:

Eduarda - Não parem, por favor... não parem! Eu vou gozar... caralho, eu vou gozar gostoso pra vocês! Fode mais forte, Mauro, me faz explodir!

Mauro obedeceu como um bicho no cio, acelerando as estocadas para um ritmo brutal, pau me estocando fundo e rápido, esmagando minhas paredes internas com fúria juvenil. Cada batida era um raio de prazer cru, me rasgando por dentro, misturando dor deliciosa e êxtase puro — ele era incansável, me transformando em sua putinha ensandecida. Keith, ofegante e safada, ajustou o celular com precisão diabólica, focando a câmera bem na minha boceta escancarada: o pau dele entrando e saindo em close-up molhado, minha entrada vermelha e inchada pulsando, clitóris brilhante sob sua sucção voraz. Ao mesmo tempo, o ângulo capturava meu rosto debaixo — olhos revirados de gozo iminente, boca aberta em gemidos guturais, água e suor escorrendo pelo meu queixo.

Keith - Isso, tô filmando a titia esguichando Mauro... goza pra câmera, Dudinha!

Ela incentivou, a língua rodopiando sem parar.

O clímax me atingiu como um furacão, uma explosão violenta que me fez arquear as costas até o limite. Gozei esguichando forte, jatos quentes e incontroláveis brotando da minha boceta apertada, voando em arco direto para a câmera do celular — molhando a lente embaçada, pingando no rosto de Keith, que riu extasiada lambendo os lábios.

Eduarda - Caralhooo... tô gozando... tô esguichando tudo! Ahhh!

Berrei, pernas fraquejando, corpo convulsionando em ondas intermináveis, boceta contraindo o pau de Mauro como um torno. Ele grunhiu, resistindo bravamente, enquanto Keith filmava o caos molhado, o vídeo agora um testemunho borrado e obsceno do meu colapso total. Era sublime, degradante, libertador — eu me dissolvia neles, no prazer que me consumia inteira.

Meu orgasmo ainda ecoava pelo corpo exausto, boceta sensível e latejante pulsando em espasmos residuais, jatos finais escorrendo pelas coxas enquanto eu tentava recuperar o fôlego. Mas Mauro não parou — impiedoso, selvagem, ele continuou socando com a mesma fúria, pau grosso me arrombando sem misericórdia, esticando minhas paredes internas que imploravam por trégua. Não... eu mal respirei, e ele já me fodia de novo, como se meu gozo fosse só o combustível para sua loucura. O prazer virava agonia deliciosa, meu corpo traidor se rendendo outra vez.

Eduarda - Mauro, para... tá sensível... ahhh, caralho!

Gritei alto, minhas ancas traidoras empinavam sozinhas, pedindo mais.

Ele riu rouco, acelerando ainda mais:

Mauro - Grita mais, titia... goza de novo no pau do sobrinho!

Cada estocada era um martelo, batendo no meu ponto mais fundo, clitóris roçando na base dele enquanto Keith ainda lambia de leve, prolongando a tortura. Os gritos saíam involuntários, ecoando no box úmido.

Eduarda - Ahhh! Fode, fode... não aguento!

Voz quebrada entre soluços de prazer insuportável.

Não demorou: o segundo gozo veio ainda mais violento, uma erupção que me rasgou por dentro, boceta se contraindo em contrações furiosas ao redor do pau dele, sucos quentes jorrando de novo enquanto eu convulsionava toda, pernas tremendo incontroláveis.

Eduarda - Tô gozando outra vez... porra, Mauro, me mata de prazer!

Berrei em êxtase, visão embaçando, corpo mole se entregando completamente àquela foda impiedosa. Era demais, um ciclo vicioso de rendição — ele me dominava, me fazia sua, e eu amava cada segundo de perdição. Mauro grunhia, segurando firme, prolongando meu clímax até eu implorar por piedade, exausta e saciada em meio ao caos molhado.

Meu segundo gozo me deixava um trapo trêmulo, boceta ardendo de sensibilidade extrema, contraindo em espasmos fracos ao redor do pau de Mauro, que ainda pulsava dentro de mim, inchado e implacável. Eu ofegava, suor colando os cabelos no rosto, corpo mole contra o azulejo frio do banheiro, mas ele não diminuía o ritmo — estocadas firmes e profundas me mantendo no limiar da loucura. Meu Deus, quanto mais eu gozava, mais ele me queria... eu era só um recipiente para sua fúria juvenil, e isso me incendiava por dentro.

Keith ergueu o rosto molhado dos meus sucos, olhos brilhando com malícia safada, celular ainda filmando o close-up da minha boceta devorando o pau dele. Ela lambeu os lábios, voz rouca e dominante:

Keith - Ei, garoto, ainda não para não... continua fodendo a titia sem dó! Para só quando gozar e encher essa buceta gulosa dela de porra quentinha. Faz ela implorar pelo seu leite, Mauro!

Mauro gemeu em resposta, olhos vidrados de tesão, mãos apertando minhas nádegas com força bruta enquanto acelerava de novo, pau me arrombando em um ritmo alucinante.

Mauro - Tá bom... vou encher ela até transbordar!

Ele rosnou, estocadas se tornando selvagens, bolas batendo na minha bunda com sons molhados e obscenos. Cada palavra de Keith era uma ordem que nos incendiava — ela orquestrava nossa perdição, e eu, perdida no prazer, só conseguia gemer alto, boceta se abrindo mais para ele.

Eduarda - Isso, me enche... goza dentro, Mauro... me fode mais!

Eu supliquei involuntariamente, voz entrecortada por gritos, unhas arranhando suas costas enquanto o terceiro clímax se avizinhava, impiedoso e inevitável. O ar cheirava a sexo puro, nossos corpos colidindo em uma dança febril de desejo incontrolável.

Mauro começou a tremer inteiro, corpo jovem e tenso se contraindo contra o meu, pau inchando ainda mais dentro da minha boceta exausta enquanto ele fodia com estocadas desesperadas, profundas, como se quisesse se fundir em mim. Ele estava no limite, eu sentia cada veia pulsar, cada tremor que anunciava sua rendição — e isso me levava junto, o prazer compartilhado me rasgando em ondas.

Mauro - Tô... tô gozando, titia! Toma tudo!

Ele urrou rouco, voz quebrada de êxtase, e então veio: jatos quentes e grossos de porra invadindo meu interior, enchendo-me até a borda, boceta se contraindo involuntariamente para sugar cada gota, leite escorrendo pelas minhas paredes sensíveis em uma sensação cremosa e proibida. Eu gemi alto, corpo arqueando no terceiro gozo simultâneo, unhas cravadas nele enquanto o orgasmo nos unia em um clímax febril. Sua porra me marcava por dentro, quente e possessiva, um segredo viscoso que me fazia sentir suja e viva ao mesmo tempo.

Devagar, com um gemido satisfeito, Mauro saiu de mim, pau reluzente de nossos fluidos escorrendo para fora da minha boceta inchada e vermelha. Keith capturou tudo no celular — o pau se retirando com um som úmido, fios de porra ligando nós dois, e então o close-up perfeito da minha boceta piscando, lábios abertos e gotejando leite branco e grosso que escorria em filetes lentos pelas minhas coxas.

Keith riu malicioso, aproximando a câmera:

Keith - Olha isso, gente... a titia pingando porra do sobrinho!

E então, olhos fixos na lente com um olhar safado e desafiador, ela abriu a boca bem embaixo, língua esticada para capturar as gotas que caíam, lambendo-as devagar enquanto a porra pingava direto na sua garganta gulosa. Eu tremia ainda, pernas fracas, assistindo hipnotizada — ela me expunha, nos expunha, e o tesão residual me fazia querer mais, mesmo exausta. Meu corpo latejava, cheio dele, marcado para sempre naquele banheiro úmido de pecados.

Keith mergulhou o rosto uma última vez na minha boceta, língua ávida lambendo os restos de porra de Mauro que escorriam, sugando com voracidade os lábios inchados e sensíveis, me fazendo tremer em um último espasmo de prazer residual. Sua boca era fogo puro, limpando-me como se eu fosse um prêmio conquistado, e eu gemi fraco, mãos no azulejo para não cair. Satisfeita, ela se afastou, lambendo os lábios com um sorriso predatório, e desligou a câmera com um clique final.

Keith - Perfeito, Dudinha... conteúdo de ouro!

Murmurou, voz rouca de excitação.

Eu me levantei devagar, pernas bambas como gelatina, boceta latejando com o peso da porra ainda dentro de mim, escorrendo sutilmente enquanto saía do box molhado. O ar frio do banheiro arrepiava minha pele nua, suor e fluidos secando em trilhas pegajosas. Peguei a toalha, secando-me rápido, e vesti a lingerie desarrumada e o robe de seda, coração martelando com a culpa doce que sempre vinha depois — Roman, família, estabilidade... tudo isso se dissolvia no vapor do prazer, mas voltava como um eco distante.

Keith se vestiu com calma, ajustando a saia curta, e piscou para Mauro, que ainda ofegava encostado na parede, pau amolecendo.

Keith - Volto um dia desses, garoto... mas aí eu quero você inteiro quando for me foder. Sua tia acabou com você hoje!

Disse Keith rindo, tom provocador e afetuoso, dando um tapa leve no ombro dele. Mauro corou, rindo envergonhado, mas com olhos brilhantes de cumplicidade. Keith me deu um beijo na bochecha, cheirando a mim e a ele, e saiu do banheiro balançando os quadris, porta se fechando atrás dela com um clique suave. Eu fiquei ali, sozinha com Mauro agora, o silêncio pesado de promessas não ditas, corpo marcado e alma em chamas.

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