Ensinei meu marido a ser corno (e gostei). (4)

Um conto erótico de Maura (Por Leon Medrado)
Categoria: Heterossexual
Contém 5486 palavras
Data: 29/01/2026 08:16:11

Parte 4.

Quando entramos na água, a Gracielle me disse:

— Acho que está quase, seu mansinho vai assumir, logo-logo, que quer ser corninho. Você quer mesmo seguir em frente?

Eu estava excitadíssima diante daquela possibilidade. Até há pouco tempo não imaginava nada daquilo, e de repente, em poucos dias, estava ali, com a ajuda do casal de amigos, tentando criar as condições para que meu marido me deixasse realizar aquela fantasia. Estava adorando me exibir, provocar, ser desejada, e pensar que ia dar para outro homem. Meus peitos até latejavam. Nunca me imaginei tão interessada naquela aventura. Olhei nos olhos dela e respondi:

— Eu quero, mas tenho que ter a absoluta certeza de que meu marido está de acordo. Não quero forçar nada.

Ela me garantiu:

— Fique tranquila. Vai dar certo. Viu como ele aceitou fácil a sua atitude de se despir? Deixou você se exibir assim. No fundo ele está excitadíssimo com tudo. Sabe que você está cheia de tesão e ele também.

Ficamos na água uns quinze minutos enquanto o Sidonio e o meu marido arrumavam as carnes na churrasqueira. Estava mesmo uma delícia ali dentro da água tépida, pois o sol perto do meio-dia já torrava forte. Enquanto nos refrescávamos a Graciele me estimulava:

— Você está com muito tesão de dar para o Leleco?

Respirei fundo e confessei:

— Amiga. Nunca imaginei que fosse chegar a este ponto. Alguns dias atrás eu nem sonhava com uma loucura dessas. Agora, estou igual uma cadelinha no cio. Louca para ser comida por ele.

Gracielle riu, do meu jeito de falar, e disse:

— Eu vou provocar o seu corninho, deixar o safado cheio de fantasias. Ele vai perdendo o medo aos poucos. E você vai ajudar, estimulando o fetiche dele.

Vimos que os dois homens já tinham deixado as carnes assando e vinham para a beira da piscina.

O Sidonio despiu a bermuda e ficou apenas com uma cueca tipo samba-canção de seda, cor de areia com pintinhas pretas. Dava para ver que a “mala” dele era grande. Ele disse ao meu marido:

— Vai, Mansinho, tira a bermuda e vamos também dar uma refrescada no corpo.

Meu marido estava meio envergonhado de se despir, mas ele insistiu:

— Pode tirar. Se ficar de pau duro, não ligue, já estamos acostumados com isso, pois os convidados na primeira vez ficam assim mesmo. Aos poucos você relaxa. Minha mulher até gosta de ver os amigos de pau duro, e a sua esposa já está acostumada com você de pau duro. Então, logo você também se acostuma.

Mancini me olhou como se esperasse que eu permitisse. Eu falei:

— Fique à vontade, amor. Estamos apenas nós, eu estou bem assim, e eu confio neles.

Meu marido finalmente deu de ombros, convencido, e aceitou, despiu a camiseta e depois a bermuda. Usava uma cueca tipo slip, de malha azul claro, que realçava seu belo pau e o saco. O safado tem pau bonito, e duro, esticava a malha da cueca.

Gracielle falou, rindo:

— Ôooo lá em casa… Que belo espécime! Deu até vontade de experimentar esse seu marido gostoso.

Eu dei risada e respondi, também rindo:

— Melhor você nem chegar perto. Eu não vou liberar meu Mansinho não. Sou ciumenta. Dou uma voadora no seu pescoço, na hora!

Os dois maridos deram risada com aquelas brincadeiras, e entraram na água.

Meu marido veio me abraçar e me dar um beijo, e o Sidonio falou:

— Sem sacanagem, vocês dois, hein? Se forem partir para a safadeza aqui no sítio, tem que pagar diária do motel.

Caímos na gargalhada, pois o clima foi ficando leve e descontraído. Mas continuávamos excitados.

Gracielle também abraçou o marido, deu um beijinho e apalpou o pau dele, bem na nossa frente, dizendo:

— Gosto de ver os homens de pau duro, em admiração às mulheres. Fico muito feliz.

Achamos graça. Eu falei:

— Isso eu também gosto.

Sidonio disse:

— Assim que é bom. Mulheres quentes e safadas. Que adoram um bom sexo. Estou vendo que a Maura é do time da Gracielle, não pode ver um pau duro que fica toda oferecida.

Achamos graça, mas eu não respondi. Nos refrescamos na água por uns minutos. Só que não ficamos muito mais tempo dentro da piscina. Logo saímos e voltamos para a frente da varanda, para as cadeiras de vime.

Quando saímos da água, nossas roupas íntimas molhadas estavam praticamente transparentes. Estávamos nos acostumando com aquela exposição, e dava para ver perfeitamente a xoxotinha da Gracielle, totalmente lisa e depilada, com a marquinha de biquíni, mínima na pele mais clara. E a minha, que tinha um tufo pequenino de pelos aparados bem curtinhos, com tesoura, em cima do púbis.

Os dois homens ficaram novamente de pau duro ao nos verem daquele jeito. A Gracielle exclamou:

— Oba! Olha só Maura, que bela reação esses nossos machos nos dão! Os dois de pau duro.

Reparei que o Mancini não tinha como evitar, e deu para ver que a rola do Sidonio era bem grossa, talvez do diâmetro de uma latinha de energético. Eu exclamei:

— Nossa! Assim é para deixar a gente à beira de um ataque de nervos. Olha para isso, amiga! O seu marido também não deixou por menos!

Sidônio deu risada e segurando no pau duro sob a cueca, revelando sua grossura, falou:

— Eu também não podia deixar de elogiar essas duas delícias, né Mansinho? Você se incomoda com isso?

Percebi que meu marido estava todo arrepiado, aquelas provocações o deixavam mais excitado ainda. Ele falou:

— Não... Não... Não me incomodo.

Eu queria provocar mais e falei:

— Amor, o Sidônio precisa de porte de arma, olha só que exagero essa coisa! Grossa como um canhão.

Eles acharam graça. A Gracielle, safada, falou:

— É grosso e gostoso, né, amiga? Meu corninho é bem servido. Se você quiser pegar para sentir o peso, eu deixo. Mas só isso mesmo. Que eu sou ciumenta.

Eu achei graça e agradeci:

— Não precisa. Só de ver já estou impressionada. Como você aguenta?

A Gracielle respondeu outra coisa;

— Eu gosto mesmo de pinto grande. O pau do seu mansinho também deve ter uns18 cm e de uma grossura razoável. Você está bem servida, não precisa reclamar.

Demos risada e com aquela exposição e conversa, foi quebrado o gelo da vergonha e da timidez.

Mal nos acomodamos nas poltronas de vime da varanda, tomando cerveja, o Sidonio já foi verificar se as carnes estavam ficando prontas. As carnes que ficaram no calor suave do braseiro, girando das grelhas, já estavam cheirando muito bem. Eu e a amiga continuávamos só com as tanguinhas. Nossos peitos à mostra. Assumimos aquilo definitivamente.

Assim que o Sidonio se levantou e foi para perto da churrasqueira, a Gracielle perguntou:

— E aí, Mansinho? Agora que estamos totalmente íntimos e sem pudores, já pensou no caso?

— O quê? – Meu marido se fez de inocente.

Gracielle falou em tom mais íntimo:

— Eu volto a perguntar. Está disposto a deixar a sua esposa experimentar outro parceiro, para saber como é?

Mancini me olhou, tentando pensar no que dizer. Ele respondeu:

— Eu não estou preparado para isso. Não sou corno como o Sidonio.

A Gracielle, concordando com a cabeça, falou:

— Claro que não é. Ainda não! Mas, me desculpe, posso dar minha opinião sincera? Você não é ainda, mas bem que pode ser. Não acha que é excitante? Bem que vocês podiam experimentar. Se não tentarem, como vão saber?

— Mas, saber para que? – Ele perguntou tentando ganhar tempo.

Gracielle respondeu:

— Provar, ué... Ter uma experiência gostosa... Que mal que tem?

Eu entrei na conversa e disse sorrindo:

— De jeito nenhum, amiga. Eu sou muito ciumenta. Não consigo nem pensar no Mancini com outra mulher. Nem mesmo com você, que eu quero bem. Nada disso! Tire seu olho do meu “mansinho”. Se eu pego uma coisa dessa, tenho vontade de esganar os dois. E você é minha amiga.

A Gracielle deu uma gargalhada bem divertida, e falou olhando para mim:

— Não, Maura, não foi isso que eu quis dizer. Não falei o Mansinho com outra mulher, ou comigo. Ele é gostoso, até que me dá vontade... Se você deixar, eu quero. Mas, sei que você não quer isso. Eu falei na hipótese de ele ser seu corninho, igual o meu, e deixar você experimentar sexo com outro. Para saber como é.

Nesse momento ficou um silêncio grande de uns cinco segundos. Meus peitos latejavam de tão excitada que eu fiquei diante daquela provocação dela. Antes de que falássemos qualquer coisa, ela se virou de pronto para o meu marido e perguntou:

— Vai dizer que você já não sentiu curiosidade de ver sua esposa com outro? A maioria dos homens têm esse fetiche. Mas não assumem nem confessam.

Vi que o Mancini ficou meio engasgado. Gaguejou. Parecia um tomate de tão vermelho. Estava excitado com a conversa, mas tentava disfarçar. Eu falei, como se justificasse em sua defesa:

— O Mansinho só fantasiou, imaginou, mas ainda não assumiu ter essa vontade.

Nesse momento, o Sidônio estava voltando da churrasqueira com uma bandeja de carnes picadas já assadas. Tinha fatias de maminha, linguiça calabresa, fatias de lombo de porco e asinhas de frango. Na outra mão, ele tinha uma travessa com pães. Na mesma hora a Gracielle se afastou e foi na cozinha. Segundos depois ela voltou e trouxe pratos, talheres, uma travessa com vinagrete e outra com farofa.

A fome havia chegado e nós todos nos servimos de carne e farofa. Comíamos com vinagrete e pão. Estava uma delícia. Parecia que o assunto da conversa havia terminado.

Enquanto comíamos, o Sidonio falou:

— Eu escutei a conversa de vocês. Não se preocupe, Mansinho, esse papo da Maura com outro, não é para ser comigo. Eu não aguento nem a minha gostosa. Geralmente, as esposas são muito possessivas, não sentem tesão em ver seu marido comendo outra. Eu não pego outra mulher, mesmo que a Gracielle deixe, pois não dou conta nem da minha.

Viu que o Mancini prestava atenção no que ele dizia, bem admirado. Ele não esperava aquela declaração do amigo. E voltava a ficar excitado. O Sidonio prosseguiu:

— O que a Gracielle perguntou, e eu também quero saber é: Em termos hipotéticos, por que você, Mansinho, não deixa sua esposa se divertir um pouco com outro homem, para saber se vocês gostam? Acho que ela ia adorar. Se você já fantasiou é porque o excita.

Meu marido continuava vermelho e sem graça. Lambia os lábios, limpando o sal do churrasco, mas não saia nenhuma frase. Sorriu encabulado, e finalmente, reagindo, falou:

— Sai para lá, seu malandro. Quer me complicar, né? Não, eu não sei se eu encaro. Sou ciumento também igual a Maura, e nem gosto de pensar nisso.

Sidonio deu uma boa gargalhada. E rindo, perguntou:

— Mas, ao pensar nisso você fica excitado, não fica? Estou vendo. Já está de circo armado de novo só da gente conversar isso!

Meu marido pigarreou:

— É uma reação involuntária. Nem penso nisso. Evito. – Disse, tentando escapar da resposta.

O Sidonio abanou a cabeça, como se desaprovasse aquilo, e falou:

— Ah, para com isso, amigo. Eu também era assim, cheio de ciúme, inseguro, até quando percebi que era puro egoísmo machista meu. A Gracielle precisava muito mais do que eu podia dar. Liberei, e foi muito bom, o Leleco veio para esquentar nossa relação.

Mancini apertava uma mão com a outra, parecia um pouco tenso. Ele tentou se justificar:

— Não tenho essa sua cabeça tão liberal. Sou possessivo...

O Sidonio falava calmo:

— Eu tinha o maior preconceito também. Achava que minha esposa ia se sentir desvalorizada. Mas, tive a coragem de me informar melhor. Me esclarecer.

Sidonio deu um gole na cerveja e o Mancini ficou atento, ouvindo. Parecia que, no fundo, mesmo assustado, ele estava gostando do rumo da conversa e não quis mudar. Sidonio prosseguiu:

— Foi um amigo meu, que me explicou e me convenceu de que é exatamente o contrário do que imaginamos. A esposa se sente ainda mais valorizada e satisfeita por ter seus desejos realizados. Pergunte para ela:

Gracielle nem esperou:

— Você não imagina como eu adorei essa prova de amor do meu marido. Demonstrou ter confiança em mim e me amar de verdade. E ele gostou de ser corno. Fica excitado demais com o meu prazer. Eu o amo demais por isso.

Sidonio emendou:

— Eu não deixei de gostar dela, pelo contrário. Nem ela de mim. Gosta até mais.

Aquele assunto também me mantinha muito excitada, meus mamilos sempre empinados, e todos podiam ver. Mancini para fugir do bombardeio de argumentos, tentando dizer que conhecia do assunto falou:

— Já li bastante à respeito disso, vi depoimentos de muitos maridos que gostam de serem cornos, e das esposas que também aderiram. É mesmo incrível essa condição. Tentei entender...

Então? – Questionou o Sidonio.

Mancini continuou:

— Eu não sou contra, e entendo tudo que já disseram. Mas, tem que ser uma escolha consciente, não pode ser feito sem um bom entendimento prévio. Precisaria que os dois desejassem vivenciar isso.

Sidonio colocou a mão no joelho do meu marido e falou olhando nos olhos dele:

— Está corretíssimo. É isso mesmo. Eu sou um desses maridos que pode falar. E vou falar a verdade. Você até pode duvidar, até achar que é loucura, mas eu garanto, que liberar a Gracielle foi a melhor coisa que fiz. E foi de comum acordo. Ela também queria.

Mancini olhava para ele admirado. Eu percebia que meu marido, sentado, tentava esconder que também estava excitado com a conversa. Mas, a cueca já mal continha o pau duro.

O Sidonio também havia notado aquilo pois meu marido tinha uma respiração mais forte. Mancini, não querendo ofender o amigo, falou:

— Eu respeito a liberdade e a vontade de cada um. Não julgo nem tiro conclusões. Acho bom que vocês gostem...

Sidonio comentou:

— Sinto que você conhece bem do assunto, já leu, pesquisou, e reparei que fica excitado ao falar sobre isso. Estou vendo, está bem excitado agora. Seu pau está trincando aí dentro da cueca. Portanto, indica que o assunto também o provoca. Fica de pau duro só de falar no caso. Não é assim? Pode confirmar, sei que desperta o interesse.

Mancini não esperava aquela colocação, e ficou sem reação:

— Bem… Não sei…

Sidonio disse:

— Pode dizer a verdade.

Eu aproveitei a pausa dele, para falar:

— Eu e o Mancini já conversamos sobre isso. Uma vez, há poucos dias, estávamos no motel, e vimos um filme de sexo. Era de um marido vendo excitado a esposa no sexo com outro. Fiquei muito excitada ao ver aquilo, e o Mancini também. Aquele filme nos contagiou demais. E nossa noite de sexo foi intensa.

Meu marido me olhava, admirado e eu continuei:

— Depois, o Mancini me perguntou se eu sentia curiosidade de algo parecido, e eu falei que sim. Fui sincera. Na hora eu estava muito excitada. Estou sendo sincera. Não tem como não falar a verdade.

O Sidonio aproveitou que eu confirmei e falou:

— Gostei da sua sinceridade, Maura. Isso é importante para o casal. Confessarem seus desejos e as fantasias. Assim que começa o entendimento e a cumplicidade. E vejo que está com os peitinhos durinhos de tesão.

Eu fiz que sim, e continuei:

— Acho até muito normal o marido ter esse fetiche de corno. Já li a respeito. Eu e o Mancini também já falamos sobre isso. Ele leu muito desse assunto e eu depois, também pesquisei. Foi ótimo para a gente de conhecer melhor. Não é isso, amor?

Olhei para o Mancini que sem poder negar, fez um movimento de cabeça, concordando. Continuei:

— Não temos vergonha de conversar sobre o assunto. Somos um casal maduro e muito sinceros. Li que os homens ficam com medo de assumir esse fetiche perante a esposa. Mas as pesquisas mostram que a maioria deles confirma que fica excitado com essa fantasia de serem cornos. Muitos podem não assumir.

Dei uma pausa, para enfatizar o que eu ia dizer.

— Eu mesma, senti que o Mancini ainda sente receio em contar o que sente, e ainda não assume. Mas fica cheio de desejo ao fantasiar eu com outro homem.

Mancini deu uma olhada para mim, admirado, pois não esperava que eu contasse aquilo tudo ali. Ele respondeu ao Sidonio:

— Excita porque é uma coisa transgressora, que quebra o padrão monogâmico imposto. É uma novidade, arrojada. Um desafio. Cheio de erotismo. Algo considerado proibido pela nossa moral. E mexe com as fantasias de todos. Mas, para sair da fantasia e ter coragem para fazer de verdade é outra história.

Sidonio, concordando com a cabeça, falou:

— Tem razão, amigo. Então, você concorda, pelo menos, que a fantasia o excita?

Meu marido, encabulado, respondeu:

— Já fantasiei, como a Maura disse, e foi excitante. O difícil é ter coragem de fazer.

Sidonio falava bem calmo, enquanto comia:

— Você agora pensa assim. Mas, eu posso garantir. Não é difícil. Basta ser generoso com a parceira e aproveitar sem medo o tesão que você vai sentir.

— Como é que é? – Meu marido perguntou.

— Deixar a sua mulher experimentar outro homem, é um ato de confiança nela. Garanto que é muito excitante para ambos. E abre totalmente a nossa cabeça. Olha como e Maura está excitada só de falarmos nisso.

Reparei que o meu marido estava todo arrepiado. Tentava se mostrar calmo, mas estava tenso. O pau duro dos dois homens estufava as cuecas. Mancini se segurava para não demonstrar o seu estado, meio tímido, cobrindo um pouco a virilha com a mão.

Enquanto conversávamos, continuávamos comendo o churrasco. Isso dava um clima de naturalidade e descontração naquela conversa.

A Gracielle mais provocante, chegou mais para perto e se sentou na cadeira, ao lado do Mancini, colocou a mão no braço dele, que tentava tapar o pau duro, fez um afago suave, e perguntou:

— Me diga... Esse pau duro não é excitação ao fantasiar a situação?

Mancini estava meio trêmulo. Ele falou:

— Vocês provocando com tudo isso, não tem como evitar.

Gracielle foi direta:

— Então, me deixa fazer a pergunta que não quer calar. Você deixaria a Maura experimentar? Ficar com outro, para ver como é? Ela já disse que sente vontade...

Mancini permaneceu arrepiado, mas reagiu, balançou a cabeça, e foi evasivo:

— Não sei. Sei lá... Juro... Tenho medo de que isso afete nosso casamento.

O Sidonio comentou:

— Então, pelo menos, já admite que pensou em deixar. Mas tem medo.

Aos poucos o Mancini ia cedendo. Meu marido fez que sim, com a cabeça, sem responder. O Sidonio falou:

— Posso garantir. Deixar sua esposa dar para outro, não afeta nada. É como ela ir a um passeio no shopping e fazer compras. Só por prazer. Sexo casual. Hoje o meu casamento melhorou muito por conta disso.

Mancini só escutava atento, sem interromper. Tinha chegado a um ponto que receava ter que assumir. Sidonio falou:

— Somos muito felizes, a nossa relação é perfeita, temos muita cumplicidade, eu gosto de ser corno dela, me excito muito ao vê-la no sexo tendo orgasmos incríveis com o amante. Falo isso abertamente, para vocês que são amigos íntimos. Eu confio integralmente nos dois, por isso eu confesso. Não precisamos esconder nada entre nós.

Gracielle foi mais incisiva:

— Você, no motel, vendo o vídeo, já fantasiou a Maura com outro, não foi? E ficou excitado.

Meu marido bebia a cerveja buscando ganhar fôlego para responder. Ele estava dividido, entre assumir seu fetiche e ter que contar o que sentia, ou negar o que já era óbvio. Finalmente, depois de uma hesitação de alguns segundos, ele contou:

— Bem, uma vez, vendo um vídeo de sexo, a mulher da cena me lembrava muito a Maura. Fiquei excitadíssimo ao notar aquilo e imaginar que fosse ela. Era como se eu a visse com outro. Na hora foi loucura. Essa fantasia me marcou muito, pois fiquei com muito tesão. Foi esse o gatilho que me despertou para o assunto. E fui pesquisar. Fui ler sobre isso e encontrei os contos eróticos. Todos muito excitantes. No outro dia, no motel, com a Maura, me lembrei novamente desse vídeo. Ficamos excitadíssimos. Mas, é complicado, todos sabemos, entre a fantasia e a prática, claro que vai uma grande distância.

Gracielle sugeriu:

— Complicado nada. Quer saber? Pergunte para o meu corninho como ele ficou depois da fantasia, na prática.

Sidonio contou:

— A nossas fodas depois que ela deu para o Leleco, ficaram muito mais turbinadas por um tesão incrível. O safado é um excelente fodedor, e a Gracielle, vive hoje mais alegre, satisfeita, e eu mais ainda, tenho muito mais tesão nela. Me sinto um corno realizado.

Gracielle na hora se virou para mim e perguntou:

— E você, Maura? Sua vez de contar. Você tem curiosidade? Não sentiu vontade de experimentar outro macho?

Olhei para o meu marido e sorri, esperando, como se pedisse o consentimento dele. Perguntei:

— Posso falar a verdade, amor?

— Claro. – Ele respondeu. — Mas, olha lá o que vai dizer. Não me comprometa. – Mancini riu, depois de dizer isso.

Fui sincera:

— Nunca tinha pensado nisso, até saber que vocês são assim, liberais. Fiquei admirada. Me despertou a curiosidade, não vou negar. Eu estava carente, e curiosa, fui ler a respeito.

Dei uma ligeira pausa, para ver se meu marido estava calmo, e prossegui:

— Conversando com o Mancini, vi que ele também já fantasiou isso, e teve tesão em me imaginar com outro. Saber disso me deixou muito excitada e mais tranquila. No dia do motel, nós fizemos sexo, vendo o filme, fantasiando, como se fossemos nós ali, eu com outro, e foi uma loucura, completamente tarados, como se o mundo fosse acabar. Senti que tanto eu como o Mancini, já tínhamos essa fantasia na cabeça. Assumo. É excitante mesmo fantasiar. Acredito, que o Mancini tenha muito tesão em me ver com outro. Ele já disse. É mesmo uma fantasia dele. E isso me excitou e me despertou a vontade. Mas acho que ele ainda tem medo, e não assume o desejo que tem.

Meu marido ouviu, balançou a cabeça, como se pensasse: “isso é loucura, não devia ter contado tudo”. Respirando com dificuldade, ele falou:

— É verdade o que ela disse. Me apavora um pouco assumir. Mas, é o que eu já disse antes, uma coisa é a fantasia...

A Gracielle colocou a mão no braço do meu marido, e cortou a fala dele:

— Espera Mansinho. Deixa ela falar. Maura, você assume então que sentiu vontade? Que desejou experimentar sexo com outro?

Respondi:

— Na hora, eu senti muita vontade. Fantasiei com o homem do filme, me vi naquelas cenas, dando para ele. Meu marido vendo. Comentei com ele e aquilo nos deixou loucos de tesão. O Mancini também delirou na cena. Ele sabe. Confessei minha vontade a ele.

Nessa hora, nossa excitação era evidente. Todos estavam arrepiados, e o Sidonio até ajeitou melhor o pau duro dentro da cueca de seda, sem disfarçar. E disse:

— Adoro saber desses momentos tesudos. Olha só como eu fico! Meu pau fica um porrete de tão duro.

Ele segurou na rola grossa, por cima da cueca, e mostrou novamente o pau duro todo marcado no tecido. Dava até para ver as veias.

Foi um momento altamente erótico aquilo. As atitudes do casal sendo tão explícitos, nos ajudavam a aceitar e assumir. Meu corpo já estava todo arrepiado, e vi que o Mancini também ficava igual.

Gracielle perguntou:

— E você, Mansinho? Está cheio tesão de imaginar a Maura dando para outro? Pode contar. Aqui podemos falar sem esconder nada.

Meu marido olhava para ela, pensativo, a respiração ofegante. Gracielle insistiu:

— Pensou nela sendo fodida por outro? E ficou tarado, não foi? Não precisa ter vergonha, aqui está entre amigos de confiança. Pode se abrir.

Vi meu marido indeciso, me olhou com expressão ansiosa, olhos arregalados, como se estivesse na beira de um precipício sendo chamado para saltar. Eu estimulei:

— Não tenha medo... Pode falar tudo, amor. É a verdade...

Ele pensou mais um pouco, respirou, olhou para o Sidonio, sorriu meio sem-graça e depois falou:

— É uma loucura. Na hora, não temos juízo nenhum. Eu assumo que dá mesmo muito tesão, pois não pensamos mais nada além do desejo e da tara nos estimulando.

A Gracielle estava sabendo levar a conversa. Ela sorridente, insistiu:

— Assim que eu gosto! Sinceridade. Você acaba de assumir que está com muito tesão em imaginar a Maura dando para outro, não é?

Ele engoliu em seco, me olhou para ver a minha reação. Eu sorri e pisquei um olho, transmitindo confiança. Eu sabia que minha atitude de assumir ia provocar mais desejo nele. Disse:

— Pode se abrir, amor. Eu prefiro. Confio neles. Não precisa temer nada.

Quase pedindo desculpa com o olhar, ele respondeu:

— No dia eu fiquei maluco. Principalmente porque sentia que a Maura estava também com essa mesma vontade. E ver como ela estava excitada, fantasiando dar para o outro do vídeo, foi isso que me deixou mais louco. Nossa, foi incrível.

O Sidonio comentou:

— É isso mesmo amigo, exatamente! Esse é o tesão mais incrível. Ao ver a sua esposa cheia de tesão com outro, louca para dar, ou gozando na rola do macho, você fica mais tarado do que tudo. É o que eu mais gosto. Me deixa alucinado. Adoro ser corno.

Gracielle comentou:

— A Maura está louquinha de tesão. E você está muito tarado com isso, mansinho. Deixa a gente ver.

Ela puxou o braço do meu marido, deixando ver o pau dele empinado esticando a cueca.

Gracielle virou-se para mim e falou:

— Viu Maura? Eu já falei.

Meu marido perguntou:

— Falou o quê, e quando?

Ela respondeu:

— Você tem tesão de corno, e está louco para ver a Maura com outro.

Sem deixar que ele falasse algo, ela continuou:

— Agora mesmo, na piscina. Os dois cornos estavam nos olhando cheios de tesão. Um com tesão na esposa do outro. Aposto que você, Mansinho, também tem esse tesão, cheio de vontade de ser corno. Está aqui de pau duríssimo, e todo arrepiado só de falar nisso. Eu garanto que vai gostar muito de ser corno da Maura.

O Mancini tentou se justificar:

— Também, estamos só falando nisso, não tem como não ficar assim...

Gracielle se virou para mim e perguntou:

— Se o seu Mansinho aceitar ser corninho, Maura, você tem vontade de experimentar?

Olhei para o Mancini e ele estava mais vermelho ainda, os pelos do braço todos arrepiados e respirava ofegante. A nossa conversa ali era mesmo de molhar a calcinha.

Eu sorri para ele, olhando nos olhos, fiz que sim com a cabeça, lentamente, e disse:

— Vou ser sincera, amor.

Para a Gracielle e o Sidonio, falei:

— Se meu marido concordar, e for cúmplice de tudo, eu assumo, tenho vontade sim. Não tinha antes, mas agora fiquei. Nunca tive outro homem no sexo. Estou com muita vontade de provar. E sou assim, não gosto de ficar com vontade e não provar.

Meu marido soltou o ar dos pulmões com força. Como se estivesse prendendo o fôlego por muito tempo. Parecia admirado de me ouvir. Eu disse:

— Falei a verdade, amor. Não quero esconder o desejo.

O Sidonio exclamou:

— Pronto, Mansinho. Está aí... sinceridade. Assim que deve ser. Agora é com você. A ideia de ser corno não o excita também?

Meu marido me olhava, meio assustado. Acho que ele nem conseguia falar. Não respondeu.

A Gracielle disse:

— Relaxa, amigo! Libera tudo, homem! Não tenha medo. Ser corno não dói. Você vai adorar. E só nós vamos saber.

Meu marido olhava para ela, sem entender direito o que ela queria dizer.

Ela disse:

— Vou dar uma ideia.

Eu que perguntei:

— Que ideia? Sua maluca. O que você está pensando?

Gracielle falou:

— Sugiro o Leleco. É o meu amante. Ele virá hoje para me ver, ficar comigo. Você já viu o gostoso lá em casa, Maura. Um jovem muito interessante, bonito, educado, safado e experiente. E tem um pau delicioso. Eu deixo você dar para ele, para experimentar. Você vai adorar. Aceitem meu presente, que é de coração.

Virou-se para o meu marido:

— Eu posso emprestar meu macho tesudo para a Maura, experimentar. Ninguém mais vai saber. Ela vai amar um pauzão diferente. E você vai ver sua safada louca de prazer. Se não gostar, basta parar e o assunto morre aqui. Acabou. Ninguém mais fica sabendo.

Finalmente o Mancini retomou o fôlego, ainda ofegante, falou, com um meio sorriso sem-graça nos lábios:

— Que loucura! Uma proposta indecente. Essa me pegou de surpresa... Não sei... Não estou ainda preparado para essa ideia não.

Sidonio apaziguou:

— Fica tranquilo, Mansinho. No começo é assim mesmo. Dá frio na barriga. Fica inseguro. Mas, veja bem, aqui só estamos nós. Está tudo sob controle. Já sabemos que você fantasia isso faz tempo, de ver a Maura com outro. Não fantasia?

Meu marido, disse:

— Fantasiei... e me excitou...mas...

Sidonio continuou:

— Portanto, ficou claro que você tem pelo menos curiosidade de ser corno. Pode assumir. Aproveite para ser corno logo, e desfrutar desse tesão. Aqui temos total segurança. Agora que a Maura confessou que já sentiu o desejo, se não provar, isso vai ficar atormentando a cabeça dela. E a sua também. Ela nunca esteve com outro macho. Isso é até um esperdício. Precisa experimentar, para tirar essa coisa do terreno da fantasia e cair na prática real. Só assim vão saber o que sentem de verdade. Acho que vão gostar. Mas, se não gostarem, não precisam repetir.

Meu marido respirou fundo e quase como se pensasse alto, falou baixo:

— Você estão pressionando... Não sei... é meio complicado... eu posso não aguentar de emoção...

O Sidônio continuou:

— Você aguenta! Sei o que estou falando. Ela não vai trocar de marido, só dar uma foda com outro, para conhecer, se soltar, matar a curiosidade. Deixa ela foder experimentando outra pegada. Agora ela já despertou para a coisa, está no auge do desejo. Se ela não faz aqui, pode cair na tentação e fazer com outro. Em outro lugar.

Eu falei:

— Eu nunca farei nada sem meu marido deixar. Não sou de trair. Só faço se ele permitir e estiver de acordo. Só faço se o Mancini assumir que quer mesmo ser meu corno.

Gracielle perguntou:

— Tudo bem, Maura, diga o que sente. Você está com vontade, não está?

Fiz que sim, acenando um pouco a cabeça. Calada. Estava trêmula. Olhava para o Mancini muito excitada.

Graciele pediu:

— Abre essas suas coxas e mostra sua bocetinha inchada e melada de tanto tesão.

Todos os três me olhavam ali sentada na poltrona diante deles. Eu obedeci e tal como fiz da outra vez na piscina do nosso condomínio, muito excitada, recuei o corpo para trás na poltrona e empinando a pélvis, separei as coxas, mostrando minha bocetinha. A tanguinha mínima de cor lilás, toda molhada, completamente transparente, não escondia nada. Meu tufinho de pentelhos aparecia saindo um pouco por cima da tanguinha mínima.

Sidonio exclamou:

— Caralho, que cena deliciosa! Muito tesuda! Você exibindo essa bocetinha linda, está louca de tesão, pedindo uma rola!

Meu marido exclamou:

— Nossa!

Sidonio disse:

— Pensa só, Mansinho, que tesão vai ser, ver a Maura dando para o Leleco!

Percebi que meu marido estremecia inteiro como se levasse um pequenino choque elétrico ao me ver me exibir, e ouvir aquilo. Ele exclamou:

— Maura do céu... Que loucura! Olha para isso...

Olhando firme para ele, me enchi de coragem e falei:

— Amor, não tem jeito... agora eu estou tarada. Toda melada. Você sabe como eu fico quando estou com tesão. Minha xoxota está escorrendo sem parar.

Gracielle exclamou:

— Está louca para dar...

Eu confirmei para o meu marido:

— Estou mesmo. Se você aceitar, eu agora já quero. Acho que você também quer ver. Pode assumir. Estou cheia de desejo mesmo. Olha só para mim.

Para provar e provocar mais ainda, num gesto ousado, esticando o corpo, mostrei também meu peito nu. Meus mamilos muito empinados estavam durinhos. Eu abri mais ainda as coxas, puxei a calcinha de lado, e mostrei a boceta toda melada. Falei:

— Estou quase gozando aqui, só de pensar no tesão de dar hoje para o Leleco.

Mancini tremia de nervoso e de tesão. Ele exclamou:

— Ah... Que loucura! Nossa! Está mesmo...

A Gracielle falou:

— Vai, Mansinho, confia na gente, e relaxa. Deixa a Maura provar... Experimenta, só para saber como é ser corno. Estou vendo que você está cheio de tesão com isso.

O Sidonio comentou:

— Você sabe que a mulher, no geral, não fica totalmente satisfeita tendo só um macho. Ela precisa conhecer vários outros, nisso, aprende mais. Pois com outros parceiros, sem ser o marido, o sexo é diferente, mais solto, a mulher pode ser mais devassa sem ter vergonha de parecer uma vadia diante do marido, tudo sempre fica melhor, e com isso quem ganha é o corno do marido.

Mancini ficou parado me olhando por alguns segundos, meio tenso, pensativo. Era um momento de suspense. Vi que ele relutava a aceitar. Mas tremia de tanto tesão.

Continua na parte 5.

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Foto de perfil de Leon-MedradoLeon-MedradoContos: 404Seguidores: 927Seguindo: 215Mensagem Um escritor que escreve contos por prazer, para o prazer, e com prazer. Quem desejar adquirir meus romances eróticos, me faz um e-mail que eu passo o link. "Muito Safados", e "Marcas da Luxúria "II.

Comentários

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Que pressão, ele quer, mas deixem o cara respirar um pouco rsrsrsrs

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Acho interessante o Sidonio e a Graciele se enfiarem quase que à força no relacionamento do Mansinho e da Maura.

Foraçaram a barra.

Se se tiverem sucesso e no final o tesão que o Mansinho sentia virar arrependimento, ele se sentir mal e acabar com o casamento dele?

Se fosse uma decisão só do casal seria "coisas da vida". Mas o casal "amigo" está forçando e apressando as coisas. Como se veem no direito de "ajudar" um casal de "amigos" numa relação tão recente? E tomar para si uma possível responsabilidade pelo término de uma relação?

Acho pesado.

Eu, no lugar do Mansinho já tinha dito: você faz o que quiser. Mas todo ato tem consequências e às vezes a gente não consegue prever quais serão. Pensa bem.

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