Ele estava praticamente fazendo-a gozar a cada estocada de seu pênis maciço a essa altura. Enquanto fodia Mari com força bruta, a jovem mulher orgulhosa estava agora num estado de quase orgasmo constante. Isso poderia parecer generoso para um homem de coração frio como César, mas o prazer de Mari era secundário para ele. Ele só precisava dela mansa e obediente para o que estava por vir, e deixá-la tão bêbada de prazer a ponto de não conseguir raciocinar direito era uma maneira de conseguir isso.
— Porra! — César grunhiu com brutalidade, diminuindo o ritmo. A buceta apertada de Mari quase o estava fazendo gozar, testando seu nível perito de autocontrole. Ele nunca lhe daria o crédito, mas Mari era muito boa de cama. Agora que ela tinha se aquecido com ele, agora que estava devolvendo um pouco, estava progredindo rapidamente de iniciante para especialista. Em pouco tempo, Mari seria uma puta fantástica para ele. Aquele era um dos melhores sexos da vida dele, e para um homem como César, isso queria dizer algo. E o fato de estarem fazendo isso praticamente na frente do marido idiota e sem pau de Mari tornava tudo ainda mais doce.
Ele bombeou para dentro e para fora da jovem mulher casada lentamente, deixando-a descer de sua euforia. Ele agarrou o corpo trêmulo e devastado pelo prazer dela, apertando seus seios deliciosos, segurando o pau dentro dela, sem bombear, deixando sua carne marinar na buceta quente dela. Assim que o corpo dela relaxou e ele pôde ouvi-la ofegar por ar, César estava pronto para continuar.
Era hora de tomar o que era dele.
— Muito bem, vadia... levanta! — ele comandou impacientemente, não demonstrando nenhum apreço pelo prazer que ela lhe trouxera.
— Uh... o que... — ela disse, confusa, bêbada de prazer.
— Eu disse levanta! — ele comandou novamente, dando um tapa na lateral da bunda dela, estimulando-a a agir. Balançando a cabeça para limpar as teias de aranha, ela desgrudou o corpo suado do dele, empurrando-se para cima, sentando-se ereta. A cabeça caiu levemente, um pouco trêmula. Finalmente, ela se preparou, moeu a bunda no colo do homem mais velho, apertando o pau ainda latejante dele, antes de se forçar a ficar de pé, ficando sobre pernas trêmulas. O pau de César, semelhante a uma jiboia, deslizou para fora da buceta da mulher casada pela primeira vez no que pareceu uma eternidade, ereto como uma torre saindo do corpo dele, coberto com uma camada grossa e brilhante dos sucos sexuais da mulher casada.
O agente do governo se forçou para uma posição sentada enquanto Mari se virava para encará-lo, seus olhos imediatamente travando no membro latejante dele. Nunca parecera mais ameaçador, balançando levemente enquanto ele se movia, a cabeça enorme e imponente apontando direto para ela. O pau dele parecia pronto para explodir, e as bolas gigantes pareciam inchadas. Devia ter tanta porra lá dentro, pronta para explodir, Mari pensou.
Ela olhou para o homem mais velho com admiração. Ela tinha trabalhado tanto e dado a César o seu melhor, dando ao misógino um sexo melhor do que jamais daria ao marido, e ele ainda não tinha gozado. Devia ser necessário um esforço hercúleo para resistir a gozar com o tipo de prazer que Mari tinha dado a ele. César realmente tinha sustentado suas afirmações. Ele era na verdade ainda melhor do que tinha se gabado. Mari se perguntou como isso era possível. Como esse filho da puta podia ser tão bom de cama? Como esse cara que claramente amava a ideia de quebrar e degradar garotas jovens e gostosas como ela podia ter as ferramentas para fazer o serviço? Só havia uma resposta.
César era um deus do sexo, porra.
Era de outro mundo o quão boa foda ele era. Nenhum homem deveria ser tão bom assim. Ele era um conquistador, capaz de abrir caminho para dentro da calcinha de uma garota como nenhum outro. E uma vez que as atraía, podia destruir aquelas jovens mulheres, rasgando suas bucetas da maneira mais quente possível, tornando-as ansiosas e dispostas a entregar tudo a ele. Ele podia estalar os dedos e fazer qualquer mulher dobrar o joelho.
Como ela pôde ter duvidado dele? Onde antes ela via bravata machista, agora via uma confiança sexy irresistível. Seus pensamentos iniciais de que ele era um velho sujo agora eram pensamentos de que ele era completamente merecedor de ter as mulheres jovens mais gostosas e sexys se curvando diante dele. Ela agora via a diferença de idade com um apelo adicional, tornando ainda mais quente que um cara da idade dele tivesse a confiança e habilidade para roubar mulheres de homens que tinham metade da idade dele. Aquele tipo de confiança e carisma era tão quente. E olhando para o corpo tenso e meio exposto dele, curtido pelo sol, seus músculos em forma melhores do que muitos caras com metade da idade dele... só o tornava um ser sexual ainda mais impressionante. Um deus do sexo. E Mari, ela agora estava completamente sob o domínio dele. Ela faria o que quer que ele comandasse, contanto que ele continuasse dando prazer a ela. Pensamentos sobre o marido e suas crenças foram todos esquecidos. O prazer que César dava a ela fazia todas aquelas outras coisas parecerem muito menos importantes. Tudo o que importava era dar prazer a César, e receber qualquer prazer que ela tivesse merecido.
Mari agora era verdadeiramente a cadela do homem mais velho.
— Dobra sobre a pia — César disse à jovem mulher, a voz mais uma vez suave e paternal. Ela obedeceu, colocando as mãos sobre a pia, curvando-se levemente, empurrando a bunda para fora em direção a César.
César levantou-se com um sorriso presunçoso, a camisa desabotoada pendurada nos ombros, as calças ao redor das coxas. Enquanto ele ficava de pé, os olhos de Mari estavam travados no martelo divino balançando entre as pernas dele. Apesar dos orgasmos que já tinha recebido dele, apesar de quão exausta deveria estar, ela estava pronta para mais. Ela estava praticamente ligada no 220, adrenalina correndo nas veias, ansiosa pelo que viria a seguir. Ele se aproximou da jovem mulher lentamente e Mari olhou para ele, seus olhos grandes e inocentes incertos das intenções dele.
Ela tinha sido tão orgulhosa não muito tempo atrás, César notou, e agora, aqui estava ela, apresentando seu corpo nu e gostoso ao homem mau para avaliação. César a absorveu, olhos consumindo com fome cada centímetro quadrado de pele exposta e cremosa. As costas tensas e nuas, as pernas longas e firmes... a bunda incrível, redonda e empinada. Foi a bunda dela que atraiu sua atenção completa. Cada nádega era imaculada, cheia e firme, perfeitamente formada. O rego profundo entre as nádegas atraiu o olhar dele enquanto ele começava a se aproximar lentamente.
— Você sabe o que eu vou te pedir... — César começou, a voz suave e sedosa fazendo a jovem esposa tremer enquanto olhava para trás, para ele, as laterais de seus seios balançando visíveis por trás. — Você sabe o que homens como eu pedem para
Ela olhou para trás, para ele, por um momento se perguntando se ele seria mais explícito sobre o que queria dela, mas, novamente, Mari já sabia a resposta. Ela não era estúpida. Era algo que ela simplesmente sabia que ele ia querer em algum momento. Algo que ela vinha pensando em oferecer a ele por mais tempo do que gostaria de admitir. Algo que ele tinha merecido tanto, a essa altura, através da foda hercúlea que lhe tinha dado. Algo que um homem como ele exigiria de qualquer cadela sortuda o suficiente para cruzar seu caminho. E o mais importante, algo que ela NUNCA ofereceria ao marido. Então, adotando seu tom mais inocente, sabendo que isso atrairia seu Papai duro e cruel, ela falou.
— Papai... você pode, por favor, foder o cu da sua putinha? — Mari perguntou, lambendo os lábios.
Se havia algum resquício da jovem mulher independente e idealista em Mariana, essa declaração o apagou. Mari estava mergulhando em sua nova vida. Ela parou de se importar em tornar o mundo um lugar melhor. Parou de se importar em lutar contra o governo corrupto. Parou de se importar com o marido. Ela agora tinha se comprometido totalmente a dar prazer aos homens. Homens grandes, fortes e maus, homens que não se importavam com ela, apenas com seu próprio prazer. A mulher casada, outrora orgulhosa, idealista e independente, agora aceitara seu lugar como sendo completa e totalmente submissa aos homens.
A buceta dela estava literalmente pingando.
*PLÁ!*
— Muito bem... — César disse, sorrindo orgulhosamente com a transformação que tinha forçado na jovem esposa. Com uma mão, ele alcançou, reunindo uma boa quantidade do cabelo longo e sedoso dela na palma áspera. Com a outra mão, ele alcançou para baixo, pegando o pau coberto de suco de buceta na mão, guiando o cassetete duro para frente até que a ponta estivesse deslizando contra o rego delicioso dela. Ele provocou a jovem mulher, deslizando a ponta esponjosa ao longo do comprimento do rego, mas seu pau latejante o impedia de ser muito paciente. Ele precisava de alívio da jovem mulher, e precisava agora.
Puxando o cabelo dela para trás, César empurrou para frente, deslizando o pau entre as nádegas lisas até a ponta ser colocada contra o cu da mulher casada. Ele olhou para o espelho na frente deles. O reflexo mostrava a jovem esposa, um olhar levemente dolorido no rosto enquanto a cabeça era puxada para trás pelo homem mais velho e insensível, que estava atrás dela como um leão, pronto para atacar um pedaço suculento de carne. Seus seios enormes, lisos e empinados balançavam levemente enquanto estavam na frente e no centro do reflexo, os mamilos latejando. A barriga lisa estava esticada em sua posição, o umbigo pequeno e fofo capturando o olhar dele por um momento. Ela parecia espetacular. Essa garota nasceu para ser usada para o prazer. César riu para si mesmo, imaginando como o marido idiota dela nem tinha tocado no potencial inexplorado logo abaixo da superfície dessa putinha suja.
Mas César... ele estava prestes a tocar naquilo. Estava prestes a tocar fundo e com força.
— Você quer meu pau, vadia? — César perguntou. — Quer que eu foda seu cu?
— Sim, Papai! — Mari gemeu imediatamente. Embora nunca tivesse levado pau no cu, ela não estava com medo. Sabia que levaria algum tempo para se acostumar, mas no fundo, ela apenas sabia que ter o pau poderoso de César enterrado em seu cu seria incrível. Ela sabia que a faria gozar como uma louca. Sabia que agradaria seu mestre. — Por favor, Papai... arromba meu cuzinho casado e gostoso!
César sorriu presunçoso, sabendo que tinha vencido verdadeiramente.
Depois de ouvir a jovem cadela rastejar e implorar adequadamente por ele, César puxou o cabelo dela para trás enquanto simultaneamente empurrava os quadris para frente, empurrando a cabeça de seu aríete contra o cu dela, tentando romper.
— Oh... — Mari gemeu, sentindo seu cu travando uma batalha perdida contra o pau grosso e mais velho. — Fffoda-se! — ela cuspiu, sentindo o cu começar a ceder. César não estava mostrando misericórdia nem um pouco, a força do pau dele nunca parando até alcançar seu objetivo. O cu de Mari estava travando uma batalha perdida, e eventualmente, como muito mais, ele se submeteria.
— AHHHH! PORRA! — Mari gemeu quando seu cu finalmente se abriu, engolindo a cabeça grossa do invasor carnudo de César. — Ai meu Deus! É tão grande! Tão grande! — Mari gemeu, se contorcendo enquanto se acostumava a receber pau no cu. Seu cu apertava o pau maciço do agente do governo, esticado ao redor do tronco. A jovem mulher ofegava, claramente um pouco dolorida por ter um pau enorme enfiado em seu cu apertado.
Ela estava com dor, mas César estava no paraíso. O cu dela era tão apertado, caralho! Puta que pariu! A sensação era tão boa envolvido apertado ao redor do pau dele. Foder garotas pelo cu era a paixão dele. Era um prazer divino para homens como ele, e a sensação de amaciar um cu quente e inexplorado era diferente de qualquer outra. E o cu de Mari era espetacular, agarrando o pau dele como se amasse, o que apesar do desconforto inicial, ela muito claramente amava.
César dirigiu para frente, empurrando a jovem esposa para frente enquanto forçava mais pau enorme para cima do cu mais apertado que apertado dela. César deslizou alguns centímetros grossos de seu pau coberto de suco sexual para dentro da retaguarda da garota, empurrando-a além de seus limites.
— Ai meu Deus, Papai! Por favor, vai devagar! Por favor! — ela implorou, pedindo misericórdia.
Ela não encontraria nenhuma.
*PLÁ!*
— Você vai levar a porra do meu pau, sua putinha! — César rosnou, puxando o cabelo dela para trás, estalando a bunda perfeita e suculenta dela. — Você quer o pau do Papai atochado até as bolas no seu cu e você vai levar!
*PLÁ! PLÁ!*
— Porra! — Mari guinchou quando o misógino estalou a bunda gostosa dela. Os nós dos dedos dela estavam brancos na pia enquanto tentava lutar contra o desconforto de ter o cu fodido. Enquanto César puxava o cabelo dela para trás e continuava a deslizar mais do pau grosso para cima do cu apertado dela, o olhar dela foi forçado a olhar diretamente para frente, no espelho. Mari olhou para si mesma, absorvendo o ambiente. Ela estava num banheiro de avião, completamente nua enquanto um homem que não era seu marido estava atrás dela, forçando o pau enorme no cuzinho apertado dela. A mão grande e forte dele deslizou ao redor do corpo liso dela, apertando um dos seios enormes, macios e balançantes. Ela estava nas garras de um homem mais velho, grande, forte e bonito enquanto o marido não estava em lugar nenhum.
Ela mal se reconhecia.
Mari não via nenhum sinal da mulher que costumava ser. Não, a anterior era ingênua. Inocente. Intocada pelas verdades duras da vida. Mari tinha sido pura antes, mas não mais. Sua mente jovem e brilhante, e seu corpo quente e suculento tinham sido envenenados pela influência maligna do agente corrupto. Ele a tinha colocado em seu lugar. Guiou-a para longe de sua vida protegida e para a dura realidade. Ela estava no mundo real agora, um lugar bruto onde raiozinhos de sol puros como ela não podiam existir. Onde a luz desses feixes inocentes de pura luz feminina é ofuscada e escurecida. Onde existia apenas para ser manchada. Onde mulheres jovens puras, inocentes e idealistas são fodidas duramente e cruelmente, sem piedade. Onde os homens tomam seu prazer, e as mulheres tomam qualquer prazer que puderem no processo. Onde mulheres como ela se curvam à vontade cruel e insensível de seus mestres masculinos duros e irresistíveis. Onde esses babacas misóginos parecem estar no comando. Onde eles não esperam que uma mulher abra a boca sem um pau entrando nela. Onde uma mulher com um corpo como o dela deve oferecê-lo livremente, independentemente do estado civil. Onde para eles, a mais inocente das mulheres é apenas uma puta esperando para acontecer.
A luz de Mari tinha sido escurecida. Sua pureza tinha sido manchada. É por isso que Mari não via nenhum sinal da mulher que costumava ser. Mari olhou para si mesma e percebeu que via alguém diferente olhando de volta para ela.
Mari parecia uma verdadeira puta.
Mas essa revelação não a enojou ou horrorizou. O pensamento desse homem mais velho fazendo o que queria com ela não a incomodava. Não mais.
Isso a fez sorrir.
Os olhos dela brilharam com luxúria e orgulho enquanto o homem mau usava o corpo dela para o prazer. A maneira como ele apalpava o corpo luxurioso dela a fazia se sentir quente e sexy de uma maneira que o marido nunca fez. Ela mordeu o lábio inferior diante do cenário quente em que se encontrava, sentindo-se mais como uma mulher madura e adulta do que nunca antes, apesar de sua subjugação. Todos os vestígios de inocência e ingenuidade tinham desaparecido dela agora. Ela tinha provado o outro lado, e tinha achado o sabor delicioso. No lugar de toda aquela inocência, ela agora via uma aceitação fria de seu lugar na vida. Seu papel neste mundo era dar prazer a homens brutos e insensíveis com paus enormes.
O corpo dela foi feito para fazer homens babarem, então por que não aproveitar o tipo de prazer que vem com isso? Por que se preocupar pensando em toda aquela outra bobagem quando você poderia estar sendo recheada com um pau enorme e sentindo um nível inimaginável de prazer? Por que negar a si mesma esse prazer? Por amor? Casamento? Por que fazer isso, quando o pau enorme desse homem mau dava a ela mais realização do que todas aquelas coisas jamais deram?
Sua luta interna agora desaparecida, o lado ingênuo dela finalmente derrotado, qualquer desconforto e dor que sentisse por ter um pau de velho grosso e ereto enfiado no cuzinho apertado foi simplesmente deixado de lado. E em seu lugar, um prazer quase indefinível. Sua subjugação completa, a sensação de ter seu buraco mais apertado preenchido com um pau gordo do caralho e a antecipação de saber que outra coceira profunda e luxuriosa estava prestes a ser coçada... tudo estava combinando num coquetel de prazer que inflamava cada nervo em seu corpo. Enquanto César empurrava quinze centímetros de pau no cu dela, e começava o caminho para colocar dezessete, esse prazer repentino finalmente explodiu.
— AAAHHHHHHHHHHHHHH! CAAAAAAARAAAAAALHOOOOOO SIIIIIIIIMMMMMMMMMMMM! — ela gritou, um arrepio de luxúria passando por ela.
— Você gosta desse pau, não gosta, vadia? — César rosnou, sabendo que ela cederia, os quadris dirigindo para frente enquanto amassava o par de peitos enormes da jovem esposa.
— Me fode, Papai... fode meu rabo gostoso! Me enche! — ela gemeu alto, um pequeno orgasmo passando por ela.
— Você quer o pau do Papai? — ele perguntou, torcendo o mamilo duro dela com brutalidade.
— Sim! POR FAVOR! Me dá cada centímetro, porra, Papai! Eu quero sentir suas bolas contra a minha bunda! — a jovem safada gemeu, estimulando o homem mais velho.
— Você quer a coisa toda? — César perguntou, grunhindo levemente, olhando para o rosto dela no espelho com uma sobrancelha erguida.
— SIM! PORRA! — Mari gemeu, os olhos arregalados, parecendo quase insana de necessidade. — Aperta meus peitos, Papai! Aperta as tetas enormes e casadas da sua puta!
— Mmm, caralho! — César grunhiu, tirando a mão do cabelo dela e deslizando-a para a frente, agora segurando ambos os seios maciços nas palmas. Ele os apertou avidamente, amassando a carne firme entre os dedos. — Você quer a porra da coisa toda, vadia? — César gemeu por entre os dentes cerrados, o prazer da bunda quente e apertada dela e a mudança de atitude dele fazendo-o perder o controle.
— Sim, Papai! Por favor! Enfia cada centímetro do seu pau gordo e perfeito no meu cuzinho apertado! Fode meu cu apertado com força enquanto meu marido frouxo espera lá fora! Ele senta lá no assento dele como um covarde enquanto um homem melhor fode a esposa dele no cu! Me faz gritar, Papai! Eu quero que o mundo ouça! — Mari gemeu.
Cerrando os dentes, César deu um empurrão profano e dirigiu os quadris para frente, e sem cuidado ou misericórdia, ele enfiou os centímetros restantes de seu membro latejante no cu da jovem esposa. O torso dele colidiu com a bunda dela, empurrando ambos para frente.
— SIIIIIIIIIIIIIIIIIIIMMMMMMMMMM! CAAAAAAAARAAAAAAAALHOOOOOOOOOOOOOOO! — Mari gritou num gemido gutural de prazer, outro orgasmo passando por ela. César olhou para baixo para ver o cu apertado da jovem esposa enrolado na base de sua arma grossa. Um choque de luxúria disparou através dele.
Não haveria mais espera. Era hora de ele tomar seu prazer.
César puxou os quadris para trás, deslizando o pau todo para fora até que apenas a ponta restasse no cu dela, antes de reverter o curso, batendo o pau para frente, dirigindo os quadris nas nádegas de Mari.
— UHHHH! PORRA! — Mari gritou quando seu corpo foi impulsionado para frente.
— UGGGGHHHHH! — César rosnou do fundo da garganta. A bunda de Mari o estava deixando louco de prazer. Para uma mulher que nunca tinha levado no cu antes, a bunda dela claramente estava amando ter um pau enterrado dentro. Estava espasmando ao redor dele, apertando o pau dele com prazer. Estava agarrando o pau dele com tanta força! Ao encontrar um buraco tão apertado assim, qualquer homem que se preze deveria se sentir compelido a foder com força e brutalidade.
César começou a pistonear para dentro e para fora dela num bom ritmo, dirigindo para dentro e para fora da jovem mulher com brutalidade, da ponta às bolas a cada estocada, porra. Seus corpos batiam juntos violentamente, o velho cavalo de guerra e a jovem esposa. O cavalo de guerra estava claramente vencendo, a força motriz dessa foda dura que estava levando a jovem esposa além da borda do balcão. O corpo dela se inclinou sobre a pia, forçando-a a levantar uma perna enquanto o homem mais velho fodia o cu apertado dela até o esquecimento.
— Sim! SIM! Me fode, Papai! Fode meu cu apertado pra caralho! Me dá cada centímetro, porra, do seu pau enorme! — Mari gemeu alto enquanto ele enchia a bunda dela com rola num ritmo furioso.
— Toma essa porra de pau, sua puta suja! — César grunhiu, o corpo tenso cerrado enquanto fodia a pobre esposa o mais forte que conseguia. Suor pingava dele enquanto ele trilhava o cu apertado de Mari, o buraco agarrador apertando todo o comprimento do pau latejante a cada estocada, fazendo as bolas dele ferverem. Estava chegando perto agora.
— Sim! Me fode, Papai! Me usa! Usa meu cu apertado! Fode meu cu casado com seu pauzão! Me faz gritar! Faz sua putinha gritar! — Mari gritou. Enquanto ainda usava a mão esquerda para molestar os seios enormes da mulher casada, ele deslizou a outra mão para trás, para o couro cabeludo da jovem mulher, empurrando o rosto dela para frente até ficar pressionado contra o espelho. O lado do rosto dela deslizou contra o espelho, o suor do esforço sexual aquecido fazendo a bochecha dela deslizar contra o painel liso enquanto o homem atrás dela a estocava com brutalidade.
— Diz pro seu Papai o quanto você ama o pau dele! Me diz, sua vadia do caralho! — César grunhiu, apertando um dos seios enormes e macios dela enquanto olhava para a jovem mulher sobrecarregada na frente dele, os olhos fechados e a boca aberta de prazer.
— Eu amo, Papai! Tão bom! Tão bom, porra! Seu pau é tão grande, caralho! É tão gostoso no meu cu! Você vai fazer sua putinha gozar! Me faz gozar, Papai! — Mari gemeu, o corpo no limite novamente. Seus nervos estavam em chamas. A mão áspera de César deslizando contra os seios maciços e colossais dela a estava deixando louca. E a sensação de ter o cu preenchido com um pau enorme estava ativando um centro de prazer que ela nem sabia que existia e agora que tinha sido engajado ela estava enlouquecendo. Ela estava prestes a ter um orgasmo anal forte graças à foda anal brutal e áspera nas mãos de seu novo mestre.
César estava muito impressionado com a jovem safada na frente dele, embora nunca fosse dizer isso a ela. A maioria das garotas não descia tão fundo na "piranhagem" tão rápido, mas Mari, ela estava aceitando como se tivesse nascido para isso. Confirmava a leitura inicial dele da jovem esposa. Ela era uma submissa nata, uma puta natural, apenas esperando para ser solta. E agora que tinha sido solta, não havia como colocá-la de volta na jaula. Ela não era mais uma esposa.
Ela era uma puta.
— Oh... oh! SIM! Sim, Papai! Eu vou gozar, amor! Você tá quase fazendo meu cu gozar! Puta que pariu! Puta que pariu! SIM! SIM! SIM! AHHHHHHH! SIIIIIIIIIMMMMMMMMMMMM! CAAAAAAARAAAAAAAALHOOOOOO SIIIIMMMMMMM PPPPAAAAAAAAPAAAAAAIIIIIIIIIIII! — Mari guinchou, o corpo inteiro tremendo enquanto outro orgasmo forte a atingia, percorrendo seu corpo quente. O cu dela estava espasmando violentamente ao redor do pau dele enquanto César continuava a foder o rabo dela brutalmente. Ele olhou para baixo, admirando a maneira como o cu esticado dela engolia todo o pau dele a cada estocada suave, aceitando como uma campeã do caralho. Essa putinha foi feita para levar pau, e podia levar o comprimento total dele em cada buraco, porra.
Essa notícia era muito boa para os negócios.
O cu apertado da jovem safada estava levando-o ao limite, e era hora de ele abrir mão de seu autocontrole magistral e finalmente se permitir o prazer que tão ricamente merecia. O homem mais velho precisava gozar. Ele precisava esvaziar o saco, e era hora de deixar o cu apertado e ansioso da jovem safada levá-lo além da borda.
A jovem mulher ofegou por ar enquanto descia de sua euforia, o corpo cedendo levemente, permitindo que seu mestre realmente cavasse fundo e demolisse o cu apertado dela, fodendo o corpo jovem e maduro dela com brutalidade, puxando-a de volta para ele enquanto dirigia para frente. Ele sentiu o pau pulsar e inchar, antes de finalmente sentir o sinal do choque elétrico vindo das bolas, avisando que seu clímax estava próximo. Ele deu ao cu de Mari mais algumas estocadas profundas e brutais, fazendo-a receber todo o comprimento dele no cu apertado antes de se mover para agir.
— De joelhos, vadia! — César exigiu, puxando o pau inchado do cu quase destruído dela. Balançando levemente, Mari foi sacudida para a ação, querendo provar a si mesma para seu magnífico Papai. Ela se empurrou para cima enquanto ele recuava, deixando espaço para ela. Obedientemente, ela caiu de joelhos, curvando-se para o homem mais velho enquanto ele estava na frente dela como um guerreiro conquistador reivindicando seu prêmio. Seu pau maciço agora apontava diretamente para o rosto dela, dando a ela uma prévia do que estava por vir.
— Bate uma pra mim, vadia! Tira a porra da minha semente do pau do seu Papai! — César exigiu com brutalidade da linda jovem mulher. Excitada, ela estendeu a mão para agarrar a arma poderosa dele, ansiosa para colocar as mãos nela novamente. Ela avidamente masturbou o pau dele, as mãos lisas e bonitas acariciando a arma maligna. O cano duro como rocha estava coberto com os sucos sexuais dela, da buceta e do cu, então as mãos delicadas dela deslizavam facilmente para cima e para baixo no comprimento excessivo dele. Ela podia dizer que ele estava perto, e sentiu que era sua vez de ser proativa. Era hora de Mari mostrar sua apreciação ansiosa ao homem mais velho e corrupto. Era o trabalho dela dar ao Papai a melhor gozada de todas, porra.
— Você quer gozar na cara da sua putinha, Papai? — Mari perguntou fofamente, mordendo o lábio inferior inocentemente, oferecendo a esse bastardo mau algo que ela nunca deixaria o marido fazer. Um ato que Mari costumava achar desrespeitoso, mas agora, ela não queria nada mais. César sorriu, enviando uma onda de alegria através da safada ansiosa.
— É, vadia, eu quero gozar pra caralho em cima de você — César rosnou. — Eu quero pintar a porra da sua cara! Eu quero cobrir suas tetas com minha porra grossa.
— Essas tetas? — Mari perguntou, ainda masturbando o tronco duro de ferro dele com uma mão enquanto deslizava o outro braço sob os peitos, empurrando-os para cima para o homem mais velho contemplar. Ele olhou para os melões enormes e nus dela como um touro vendo vermelho. Seus olhos consumiram avidamente a forma lisa deles enquanto Mari o masturbava com mais força.
— Eu vou cobrir elas! — César proclamou, mal se segurando.
— Mas Papai... — ela proclamou, interpretando o ato inocente com perfeição enquanto masturbava a arma pulsante do agente do governo. — Por que você iria querer cobrir meu rosto bonito com toda essa porra grossa e nojenta? E você realmente quer desfigurar meus seios perfeitos e maciços com sua carga grossa e maligna? Só putas sujas de verdade deixam homens como você fazer isso. Eu sou uma puta suja, Papai?
Um arrepio percorreu César, um choque que a jovem mulher masturbando o pau dele pôde sentir.
— Ugh, eu vou gozar, caralho! — César grunhiu, as palavras da jovem safada fazendo-o ferver. — Eu vou te cobrir de porra, sua puta do caralho! Ah! AH! SIM! Lá vem! SIM! PORRA! Toma, vadia! AHHHHH!
César rugiu como um leão quando o primeiro jato grosso de porra viajou pelo comprimento dele, explodindo da ponta inchada e irritada, disparando pelo ar artisticamente antes de aterrissar no rosto lindo da jovem esposa. A porra se esticou do queixo até a testa dela. Outro jato seguiu rapidamente do canhão de César, ainda maior e mais grosso que o primeiro, aterrissando no rosto dela novamente, dividindo-o ao meio, do centro do queixo até a linha do cabelo, atravessando os lábios lisos e o nariz fino.
O pau de César continuou disparando, fluxos grossos de porra explodindo dele, aterrissando diretamente no rosto bonito dela, cobrindo o queixo, os lábios carnudos, as bochechas, a testa, até alguns pesando nas pálpebras, tornando uma luta para ela mantê-las abertas. Um pouco de porra grossa até respingou no cabelo dela antes de ela mirar o pau dele para baixo, apontando diretamente para o par de peitos enormes.
As bolas de César eram enormes, e o orgasmo dele parecia infinito enquanto sua arma disparava corda após corda de porra quente, o líquido maligno respingando nas tetas perfeitamente enormes da jovem esposa, aterrissando nos picos lisos. Ele disparou de novo e de novo, cobrindo os úberes maciços dela com sua semente grossa.
— CAAAAAAARAAAAAAAALHOOOOOO! — César rugiu, o corpo inteiro tenso, inteiramente focado em drenar cada gota de porra das bolas inchadas. A porra estava disparando a uma taxa quase desumana, respingando nos peitos dela, alguns fluxos aterrissando diretamente no decote profundo. Sua arma trêmula continuou disparando mesmo quando os úberes maciços da jovem esposa pareciam cobertos, sua semente copiosa pendurada nos mamilos latejantes dela. Enquanto as bolas de César começavam a drenar os últimos fluxos de porra para cima e para fora de sua carne ingurgitada, Mari, olhos semicerrados, sabendo que estava praticamente coberta de porra quente, deu ao mestre mais velho um novo alvo.
Mari abriu a boca.
A porra grossa cobrindo os lábios dela se esticou antes de arrebentar, enviando algumas gotas perdidas de porra para dentro de sua boca quente e molhada, dando a ela uma amostra do que estava por vir. O gosto enviando um arrepio pela jovem esposa gostosa, ela apontou o cano de César para a boca aberta, estendendo a língua para ele.
— Ah, caralho, sim! Toma minha porra, vadia! Toma! — César gritou quando a porra disparou da ponta inchada, aterrissando perfeitamente na língua sexy dela, cobrindo-a. Sentindo o orgasmo forte diminuindo, ele deu um passo à frente, movendo o pau para mais perto dela enquanto alguns jatos menores de porra seguiam, disparando diretamente do pau dele para a boca aberta e esperando. Um último jato grosso de porra foi estimulado para fora dele pela visão da goela aberta da jovem mulher se enchendo de porra, esse último fluxo adicionando à poça de semente na boca dela. Ela espremeu as últimas gotas de esperma na boca esperando.
Sabendo que o orgasmo dele estava finalmente completo, ele observou a jovem mulher olhar para cima, encontrando o olhar dele através de olhos semicerrados. Sabendo que tinha a atenção completa dele, ela fechou os lábios e engoliu heroicamente, tomando uma quantidade enorme da semente maligna do agente do governo goela abaixo, enviando um arrepio pelo homem mais velho. Ainda com uma mão enrolada na raiz do pau lentamente amolecendo, Mari apontou o pau para a boca e se inclinou para frente, plantando um beijo suave, amoroso e devoto na ponta, seus lábios carnudos pressionando contra a cabeça que tinha acabado de ser enterrada vinte e cinco centímetros dentro do cu dela. Ela recuou e olhou para o Papai, mordendo o lábio fofamente de novo.
— Você é uma boa cadela — ele disse a ela, a voz suave e sexy, dando a ela provavelmente o elogio mais gentil que ela poderia esperar dele. Ela sorriu brilhantemente, a porra esticando-se entre os lábios perfeitos.
O homem mais velho ainda estava recuperando o fôlego enquanto descia de seu orgasmo intenso, forçando a jovem esposa agora corrompida a soltar o aperto nele. Ele recuou quando a tensão no corpo o deixou, forçando-o a se apoiar na parede do banheiro.
— Puta que pariu! — Mari gritou em admiração, limpando a porra grossa cobrindo as pálpebras com os dedos, para poder abrir os olhos completamente. — Eu tô coberta, porra! Tanta porra! — ela disse, maravilhada, mas contente, olhando para si mesma. O rosto estava coberto com faixas grossas de semente, e as tetas estavam bem e verdadeiramente "pichadas" pela camada de esperma cobrindo-as agora. Ela olhou em volta por um momento antes de encontrar o celular. Pegando-o, apontou para si mesma e sorriu brilhantemente, tirando uma selfie coberta de porra grossa. Ela queria um registro permanente do que tinha acabado de acontecer com ela. Queria lembrar desse momento incrível que mudou sua vida. Mari lambeu a porra dos dedos e olhou para cima ansiosamente, aguardando instruções.
— Sua porra tem um gosto incrível, Papai... — Mari elogiou, recolhendo mais porra do corpo, transportando para a boca faminta.
— Bem, vai ser uma parte saudável da sua dieta de agora em diante, então se acostuma — ele disse a ela, e o rosto dela se iluminou, como se nada pudesse soar mais atraente para a jovem mulher agora corrompida. — Se limpa... a gente vai pousar logo.
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[Continua!]
Próximo capítulo é a última parte!