O Vizinho HORRÍVEL Fudeu a Gostosa Da Minha Esposa - PARTE 25.3 (ESPECIAL BRUNO)

Um conto erótico de maridoamoroso
Categoria: Heterossexual
Contém 2678 palavras
Data: 28/01/2026 19:55:27

# 25.3 — ESPECIAL BRUNO: O HOMEM QUE ABRIU A PORTA DO PORÃO

## PARTE I: O FRIO DA MADRUGADA (05:00h DE DOMINGO)

Acordei com o frio.

Não era o frio da temperatura — o termômetro digital do ar-condicionado brilhava um azul pacífico marcando 23 graus — mas um frio que nascia dentro da medula óssea e irradiava para fora, fazendo minha pele parecer um invólucro gelado demais para o corpo que habitava.

Minha mão direita, num reflexo muscular pavloviano de dez anos de casamento, tateou o lençol de percal ao meu lado. Encontrou apenas o tecido esticado, liso, ofensivamente frio. O travesseiro dela ainda guardava a depressão da cabeça, uma cratera na espuma da memória, mas o cheiro do xampu de lavanda já estava fraco, dissipando-se no ar viciado do quarto fechado.

Abri os olhos. O teto branco me encarou de volta. O relógio na mesa de cabeceira pulsava em vermelho agressivo: **05:00**.

Por um segundo — apenas um segundo misericordioso e cruel — eu não lembrei. Por um segundo, fui apenas Bruno Ferreira, o marido que acorda cedo no domingo para garantir que a casa está trancada.

Então a memória bateu. Não como uma onda, mas como um soco de nocaute no esterno.

*Osvaldo.*

A imagem daquele homem invadiu minha mente sem pedir licença. Gordo. Suado. Com aquela pele oleosa que parecia minar banha e malícia.

E colada a ela, a imagem de Bruna. Minha Bruna. De quatro. Gemendo. Sendo usada por ele como se fosse um pedaço de carne nobre jogado aos cães.

Sentei na cama, o suor frio brotando na nuca. O enjoo era físico.

— Bruna? — chamei. A voz saiu rouca.

Silêncio.

Levantei. Meus pés descalços tocaram o piso laminado. Caminhei até o corredor. Desci as escadas. A casa estava imersa naquela luz cinzenta e leitosa da pré-alvorada.

Foi na cozinha que a encontrei.

Ela não estava fazendo café. Estava sentada em uma das banquetas altas da ilha, as pernas nuas encolhidas contra o peito. Usava apenas uma camiseta velha minha e calcinha. O cabelo loiro estava um caos.

Ela olhava para o nada. Parecia um fantasma assombrando a própria vida.

Parei no arco da entrada da cozinha.

— Bruna?

Ela virou a cabeça lentamente. Os olhos dela estavam inchados, vermelhos, cercados por olheiras profundas.

— Você está acordada há muito tempo? — perguntei.

— Desde as três e meia — a voz dela era lixa e vidro moído. — Eu não conseguia fechar os olhos, Bruno. Toda vez que eu fechava, eu via a luz vermelha.

Franzi a testa.

— Que luz vermelha?

Ela soltou os joelhos e apoiou as mãos trêmulas na bancada.

— A da estante.

O silêncio da casa pesou uma tonelada.

— Do que você está falando?

Bruna respirou fundo, rasgando a garganta.

— No dia do jogo, Bruno. Na final da Libertadores.

Senti um arrepio. Aquele dia. O dia em que apaguei com duas cervejas. O dia em que fui drogado.

— O que tem aquele dia?

— Ele me puxou, Bruno — ela continuou, vomitando a verdade. — Ele me puxou para a nossa cama enquanto você dormia. Ele me fudeu ali mesmo.

Senti o sangue drenar do meu rosto. Eu sabia.

— E você... — comecei.

A imagem me atingiu. Eu, apagado. E o vizinho gordo fudendo minha mulher próximo a mim.

— E foi aí que eu vi — ela soluçou. — Quando ele ficou por cima de mim... eu olhei para a estante. Tinha uma luzinha vermelha piscando entre os livros. Uma lente.

O mundo parou.

— Você viu a câmera? Enquanto eu estava dopado no sofá?

— Sim.

— E você não parou? — A fúria começou a subir, quente e tóxica. — Você viu seu marido apagado e drogado, vítima de um crime, viu uma câmera ligada... e você deixou ele continuar?

— Eu travei! — ela gritou, escorregando da banqueta e caindo de joelhos, abraçando minhas pernas. — Eu travei, Bruno! Eu fiquei com medo!

— Mentira! — empurrei-a. — Você não gritou porque você não quis!

— Eu fui covarde! — ela ganiu. — Eu sou um lixo! Eu achei que se eu fingisse que não vi, não seria real!

Fiquei ali, olhando para o topo da cabeça loira dela.

Ela sabia. Naquela noite, enquanto eu estava vulnerável, violado quimicamente, ela estava consciente. Ela viu a lente. E ela escolheu ser a coadjuvante do estupro moral do marido.

E Deus me perdoe... vê-la assim, destruída, de joelhos, confessando que seu corpo obedeceu a outro homem enquanto eu estava em coma químico... confessando sua total submissão àquele momento... me deixou duro como pedra. Uma pedra feita de ódio e tesão sujo.

## PARTE II: A VINGANÇA DA CARNE

— Levanta — ordenei. A voz não era minha. Era a voz de um estranho, um carrasco que habitava meu corpo.

Bruna obedeceu, trêmula, o rosto manchado de lágrimas.

— Você gostou de me ver apagado? — perguntei, segurando o maxilar dela com força, meus dedos afundando na bochecha macia. — Gostou de saber que eu estava ali, inútil, enquanto o vizinho te usava?

— Não... — ela chorou. — Eu odiei. Eu queria morrer.

— Mas você gozou? — apertei mais os dedos, sentindo a mandíbula dela estalar levemente. — Na nossa cama. Com a câmera piscando. Você gozou, Bruna?

Ela fechou os olhos, tentando fugir da pergunta.

— Responde! — Gritei, sacudindo o rosto dela.

— Sim! — ela gritou de volta, um uivo de vergonha. — Sim! O meu corpo traiu a minha cabeça! Eu gozei de medo! Eu gozei porque eu sou nojenta!

A confissão foi o gatilho final. A trava moral que ainda existia em mim se quebrou.

— Você é nojenta — confirmei, soltando o rosto dela e girando-a com violência. Empurrei-a de bruços contra a bancada de granito frio. — E você vai pagar por isso agora.

Puxei a camiseta dela para cima, expondo as costas pálidas e a curva da cintura que eu tanto adorava, mas que agora parecia território inimigo. Arranquei a calcinha dela com um puxão seco. O tecido rasgou. Não importava.

— Bruços — ordenei. — Fica quieta.

Ela deitou o tronco sobre o granito, soluçando, o corpo tremendo como vara verde. Mas notei algo. Ela não estava fugindo. Ela estava... se oferecendo. As nádegas dela se ergueram levemente, num convite subconsciente.

Baixei minha calça o suficiente para liberar meu pau. Eu estava duro, latejando, mas não havia amor ali. Havia apenas a necessidade brutal de marcar território.

Não usei saliva. Não usei preliminar. Não usei piedade.

Segurei os quadris dela com as duas mãos, firmando-a como se firmasse um animal para o abate. Mirei no lugar que ela sempre me negou. O lugar proibido. O lugar que ela dizia que doía.

— Se você foi a puta dele — sussurrei no ouvido dela, a respiração quente — então você vai ser a minha puta agora.

Empurrei. Seco. No cu.

— *AAAAAHHH!* — Bruna gritou, um som agudo, de dor real, que ecoou na cozinha vazia.

Mas ela não tentou se afastar. Ao contrário. Ela empurrou para trás, de encontro ao meu quadril.

— Aguenta — rosnei, forçando a entrada. O esfíncter dela estava apertado, mas cedeu à minha invasão bruta. Rompi a barreira. Entrei tudo, até as bolas baterem nas nádegas dela.

Ela gemia alto, o rosto amassado contra a pedra fria. Mas não eram gemidos de protesto. Eram gemidos de aceitação. De entrega total.

— Dói... Bruno... — ela choramingou, mas então, num sussurro rouco — ...mais.

Aquilo me enfureceu e me excitou além da conta.

— É pra doer — respondi, começando a estocá-la. — Doeu quando você viu a câmera? Doeu quando você abriu as pernas pro vizinho enquanto eu estava em coma?

Comecei a foder o rabo dela com violência. O som de pele batendo era alto, rítmico, obsceno. *Plaft. Plaft. Plaft.*

— Você deu o cu pra ele? — perguntei, puxando o cabelo dela para trás, forçando-a a arquear as costas num ângulo antinatural. — Hein? Você deixou aquele gordo te arrombar?

— N-não! — ela ofegava, a saliva escorrendo. — Nunca!

— Mentira! — soquei dentro dela, fundo.

— É verdade! — ela gritou, a voz trêmula de prazer distorcido. — Só você... ahh, Deus... só você me fode assim! Quebra, Bruno! Me arromba!

Ela estava gostando. A dor era o preço que ela pagava para se sentir limpa. Ou talvez a dor fosse o único jeito de ela sentir alguma coisa.

Eu a fodia sem piedade. E a cada estocada violenta, ela respondia com o corpo, contraindo-se ao redor do meu pau, apertando-me, sugando-me para dentro do seu inferno particular.

— Aceita o seu marido! — gritei. — Aceita o dono dessa merda!

— Dono! — ela repetiu, delirante. — Você é o dono! Fode o meu cu! Fode a sua puta!

Quando senti que estava chegando perto, tirei de dentro dela com um puxão seco. O som de vácuo foi alto, humilhante.

Virei-a de frente. O rosto dela estava destruído. Inchado. Vermelho. Mas os olhos... os olhos brilhavam com uma febre doentia. Ela não estava traumatizada. Ela estava extasiada na própria ruína.

— Abre a boca — ordenei.

Ela não hesitou. Ela abriu a boca imediatamente, a língua para fora, esperando, implorando.

Enfiei meu pau na garganta dela. Fundo. Sem cuidado. Ela engasgou, os olhos reviraram, mas as mãos dela subiram para segurar meus quadris, puxando-me mais para dentro.

Comecei a foder a boca dela com a mesma violência que tinha fodido o cu. Batendo as bolas no queixo dela. Forçando a cabeça dela para baixo. Eu queria sufocá-la. Queria tirar o ar dela.

— Chupa! — rosnei. — Chupa como se a sua vida dependesse disso!

E ela chupava. Com sofreguidão. Com fome. Ela fazia sons guturais de quem estava se afogando, mas não parava. Ela usava a língua, usava a garganta, tentando acomodar cada centímetro da minha raiva.

— Olha pra mim! — ordenei, puxando o cabelo dela para trás.

Ela olhou para cima. Os olhos vidrados. Cheios de adoração doentia. Como se eu fosse um deus punitivo e ela, a devota pecadora recebendo a graça através da asfixia.

Gozei. Um jato quente, violento, direto na garganta dela. Segurei a cabeça dela ali, impedindo-a de se afastar, forçando-a a engolir tudo. Cada gota da minha raiva.

— Engole — sussurrei, ofegante. — Engole a porra do seu marido.

Ela engoliu. Tudo. E depois lambeu os lábios, limpando o que tinha escorrido, olhando para mim com uma gratidão que me dava náuseas e tesão ao mesmo tempo.

— Obrigada — ela sussurrou, a voz rouca, destruída. — Obrigada, Bruno.

Soltei-a. Ela caiu sobre a bancada, tossindo, mas sorrindo um sorriso quebrado, aliviado.

Fiquei ali, olhando para ela. Arrombada. Humilhada.

E feliz.

Minha esposa gostava de ser quebrada.

— A gente vai lá — eu disse, fechando o zíper da calça, a voz fria, tentando esconder o tremor nas minhas mãos.

Bruna olhou para mim, os olhos brilhando de devoção.

— O quê?

— Hoje. A gente vai na casa dele. Ele me drogou. Ele filmou. Acabou, Bruna.

Ela assentiu, com o rosto enterrado nos braços sobre a bancada, parecendo em paz pela primeira vez em meses.

— Sim, Bruno. Acabou. O que você mandar.

## PARTE III: O SILÊNCIO DO DOMINGO (A NARRADORA QUEBRADA)

O dia foi uma tortura chinesa. Uma sucessão de horas elásticas que se recusavam a passar.

Bruna andava pela casa devagar, mancando levemente. Cada passo dela era um lembrete físico do que eu tinha feito na cozinha. E, perversamente, ver aquele mancar me dava uma satisfação escura.

Mas havia algo mais perturbador acontecendo.

Enquanto eu vigiava a casa do vizinho pela fresta da persiana, observei Bruna limpar a cozinha. Ela limpou a bancada onde eu a violara. Jogou a calcinha rasgada no lixo. Tomou banho.

E quando saiu do banho, ela vestiu aquela roupa com uma legging. Ela penteou o cabelo de um jeito natural e solto.

Ela estava cantarolando baixinho.

Parei no corredor, observando-a. Como ela podia cantarolar? Como ela podia agir como se as últimas horas não hovessem existido?

Foi então que eu entendi.

Eu entendi por que, se alguém pudesse ouvir os pensamentos da Bruna agora, essa cena da cozinha não estaria lá.

Bruna é uma narradora não confiável da própria vida.

A mente dela é uma ilha de edição frenética. Para sobreviver à culpa de ter sido cúmplice do estupro moral do marido, e para conciliar o prazer masoquista que sentiu ao ser arrombada na cozinha, ela simplesmente... deletou a cena.

Ela cortou o filme.

Na cabeça dela, a dor no reto e na garganta não vinha do prazer sujo que ela sentiu. Vinha da "tensão". Ela transformou a punição em algo nobre, ou simplesmente apagou a parte em que ela implorou por mais.

Ela precisava ser a vítima nobre. A esposa que cometeu um erro e vai consertar. Ela não podia admitir para si mesma que era a puta que gozou com o marido dopado e depois agradeceu por ter a boca e o cu fodido pelo marido furioso.

Essa dissociação era a única coisa que a mantinha em pé.

— Você está pronta? — perguntei, entrando no jogo dela.

— Estou — ela respondeu, a voz firme.

— Você tem certeza que ele não desconfia que a gente vai lá?

— Ele acha que a gente vai lá para "conversar". Para "negociar".

Olhei para ela. Havia uma tristeza profunda no olhar, sim. Mas a memória do êxtase na dor parecia ter sido anestesiada pela loucura seletiva.

— Nós não vamos negociar — eu disse. — Vou fazer ele apagar tudo.

Ela assentiu. A "Bruna Esposa" estava no controle novamente. A "Bruna Puta" tinha sido trancada no porão mental junto com toda a sua podridão.

## PARTE IV: A CAMINHADA (16:55)

Saímos de casa. O céu de São Paulo estava nublado, pesado.

O portão bateu atrás de nós. *Clang.*

A rua estava tranquila. O Sr. Almeida, do 302, varria a calçada.

— Boa tarde, Bruno! Dona Bruna!

Respondi com um aceno seco.

A cada passo em direção à casa 304, a raiva aumentava.

*Ele me drogou.*

Eu não era apenas o "corno manso". Eu era vítima. Eu fui apagado. Isso me dava uma justificativa moral absoluta.

Bruna caminhava um passo atrás de mim. Mancando um pouco. O corpo dela lembrava com prazer, mesmo que a mente tentasse esquecer.

Chegamos ao portão.

Toquei a campainha.

*Diiing-dooong.*

Esperamos.

*Bzzzzzt.*

O portão abriu. Sem perguntas.

Entramos. A garagem vazia. O carro dele lá.

Caminhei até a porta da sala, que estava destrancada. Bruna logo atrás.

Empurrei a porta.

A sala estava na penumbra. As cortinas fechadas. O cheiro de mofo e almiscar doce.

— Osvaldo! — chamei.

— Sentem-se.

Ele estava na poltrona do canto. O notebook no colo. Sorrindo.

Não havia medo no rosto dele.

— Você me drogou — eu disse, sem preâmbulos. Aproximei-me. — Na final da Libertadores. Você colocou merda na minha bebida.

Osvaldo nem piscou.

— Prove — ele disse, calmamente.

— Minha mulher viu. Ela é testemunha. Ela viu você me dopar e viu a câmera.

Osvaldo desviou o olhar de mim e focou em Bruna. O sorriso dele se alargou.

— Ah, a Bruna viu? A mesma Bruna que gemeu o meu nome enquanto você babava no travesseiro? A mesma Bruna que olhou para a câmera e sorriu?

Senti o ar sair dos meus pulmões.

— Mentira! — Bruna gritou atrás de mim. — Eu estava com medo! Eu travei!

— Medo? — Osvaldo riu. — Vamos ver o medo da Bruna.

Ele virou o notebook para nós.

Na tela, um vídeo pausado. Era o quarto, o quarto de minha casa. Eu estava no sofá, apagado.

Bruna estava de quatro na cama. O vestido levantado. Osvaldo atrás dela.

E então ele apertou a barra de espaço. *Play.*

O som encheu a sala. Gemidos ritmados.

No vídeo, a Bruna da tela virou o rosto para trás. Ela não olhou para o Osvaldo. Ela olhou para a estante. Para a lente.

Ela não chorou. Ela não fez cara de pânico.

A Bruna do vídeo passou a língua nos lábios úmidos. E piscou.

Um pisco lento, deliberado, obsceno. Um pisco de cumplicidade.

O mundo parou.

Olhei para a Bruna real, ao meu lado. A "vítima". A narradora da própria tragédia. Ela estava branca como papel. A dissociação dela estava rachando diante da prova em 4K.

A máscara tinha caído.

— Você disse que travou — sussurrei. A voz saiu morta.

— Bruno, eu... — ela começou.

— Você piscou para a câmera — eu disse, recuando. — Você sabia. Você gostou. Você flertou com a gravação enquanto eu estava em coma.

Osvaldo gargalhou.

— Bem-vindo à realidade, Bruno. Sua esposa não é uma vítima. Ela é uma estrela. A minha estrela.

***

**FIM DO 25.3**

*Continua emSunday Bloody Sunday* (O Último Capítulo)

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Comentários

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Com o Osvaldo a Bruna ia gozar dando o cú....mas com o marido não... olha que ela é orgástica... gozou 12 vezes com o Osvaldo usando viagra...realmente Bruno não é o protagonista da sua própria história.

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Ele só tem uma coisa pra fazer. se retirar e sumir, ela que se vire.

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Na minha opinião o ápice da série ainda foi o momento que ela chupou o Uber

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Pq essa era a essência da série. Um casal, com fantasias, que encontrou no Osvaldo um instrumento e que estavam aproveitando a putaria. Simples, direto e objetivo.

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Respeito todos os comentários, mas ate os capítulos passado todo mundo queria que o esposo tivesse uma atitude de homem, e na minha opinião ele teve culhao de ir atrás tirar a historia a limpo e ficou surpreso pq a esposa tinha dito que viu a luz vermelha e travou e quando ele viu a esposa piscando pra camera teve atitude de confrontar a esposa.

Eu achei muito bom este capítulo e digo q com certeza foi o melhor da saga

Agora na minha opinião Bruno deveria deixar a esposa com o Osvaldo e ir embora sem ressentimento.

A esposa provou com amor e cumplicidade não é essencial para um casal viver feliz e sim um gordo suando igual um porco com o pau grande e ela fez sua escolha .

Eu adoraria ver Bruno indo embora e deixando a esposa

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Foi um capítulo descente para o Bruno.

Mas devemos lembrar que o conto iniciou como uma aventura de casal, era pra ser sexy, divertido e cheio de putaria.

A coisa mudou no dia da relação sexual por conta da droga ministrada na bebida do Bruno.

Se no lugar da droga tivesse sido apenas a bebida ou se o Bruno tivesse participado da interação e deixado rolar, tudo estaria ok, a história seguiria o fluxo.

Porém a partir desse fato os personagens mudaram de comportamento, o Osvaldo e a Bruna se tornaram vilões e fizeram o rumo mudar totalmente, além de que a história deixou de focar na relação e descrição das cenas sexuais pra focar na piscique dos personagens e se tornou um grande drama.

Teve capítulos que a história foi de cuckold/hotwife para BDSM e novelao de drama tudo de uma vez.

Pode ser que a saída seja o Bruno e a esposa se entenderem e continuarem na putaria. O Osvaldo como comedor, a Bruna como uma atriz porno safada e sem escrúpulos e o Bruno como o público da safadeza. Se o final seguir assim, não vai destoar em nada do início do conto.

É que os últimos capítulos foram construídos não para unir o casal na safadeza e putaria, mas para rebaixar o Bruno, vilanizar a Bruna e transformar o Osvaldo no carrasco do casal.

O fato do Bruno tomar atitude e confrontar, destou totalmente do que foi construído nos 3 ou 04 últimos capítulos.

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Vou ler primeiro os comentários do ultimo capítulo, dependendo nem leio!!!

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É como um colega leitor disse: Bruno lutou sozinho, aí não tem como ganhar

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Não sei porque mas a mim não foi surpresa nenhuma o relatado e mostrado pelo Osvaldo.Me parece que a ficha do Bruno caiu,e caiu devagar,devagar igual a vida dele.Mas tô achando que o autor mudou o final,pois criou um embate entre os três.Um acusa,o outro prova outra coisa,e ela,ela fica só na defensiva e tentando ser uma vítima também.Que cenário interessante ficou este final de capítulo

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Olha autor... acho que você meio que se perdeu aqui.

1- De acordo com a perspectiva do Osvaldo e da Bruna, o vídeo estava certo como a surpresa da discussão. Do nada fazer o Bruno ficar sabendo do vídeo fugiu muito do que foi escrito.

2- O Bruno ter tirado a virgindade anal dela foi uma redenção ao personagem, mas a galera, mesmos os mais críticos, estavam esperando isso partir do Osvaldo.

3- Ter um capítulo sobre o olhar do Bruno é desnecessário, já sabemos os medos e as dúvidas do personagem.

4- Mesmo que o casal fosse resolver com o Osvaldo, a descoberta do vídeo seria o momento perfeito para quebrar o Bruno e dar a oportunidade do Osvaldo e da Bruna se relacionarem. Faz uns 6 capítulos que tudo está caminhando para o Bruno quebrar.

5- Justamente a queda do Bruno em relação aos vídeos, poderia ser a desculpa para o Osvaldo fazer um novo acordo com a Bruna, ela dar pra ele uma última vez em troca dele excluir o vídeo.

Aí nessa interação fazer o Osvaldo dar o seu máximo e a Bruna aproveitar tudo o que pode até perder o controle.

Talvez aquelas narrações sobre a interação deles durante todo o conto tenha sido da tradução, manter o mesmo nível seria interessante.

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Quais narrações em específico?

No conto original, quem tira a virgindade anal da Bruna, não é o Oswaldo e nem o Bruno. Seria a Renata no caso, com um consolo. O Oswaldo achou que tinha sido ele, mas não foi. E isso acontece 1 ano depois, no aniversário do Bruno. Essa situação deles com o vizinho se arrasta por 1 ano.

O Bruno depois faz anal com ela. Depois do Oswaldo, e no final da história, o Oswaldo ainda ajuda o casal, porque aparece um outro personagem que ferra com eles, que é o chefe do Bruno. O Oswaldo fixa mais calmo, porque começa a namorar com a Renata. Eles terminam amigos, fazendo troca de casal. Todos se dão bem kkkkkk

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Infelizmente se perdeu conseguiu desagradar a todos ,,,,

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O Bruno comprovou que realmente sua esposa e uma vadia que gosta de ser dominada. Mas se qualquer forma ele precisa dar umas porradas no Osvaldo e quebrar o celular dele. Por ter lhe dopado e gravado sua esposa. Aí ele pode liberar para o Osvaldo comer o cuzinho dela. Dps do Osvaldo comer ele infarta com o tadala. E com ele morre o segredo das putarias com a Bruna. Aí são introduzidos novos personagens pra fuder essa puta. Pode ter uma continuação bdo final que o Osvaldo convida seus amigos pra um churrasco na piscina e leva a Bruna com máscara como se fosse acompanhante pra ela dar pra todos sem exceção. Seria da hora tbm.

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Me senti iludido... Rsrs Bruno começou retomando o controle. Demorou 25 episódios pra fazer o que deveria ter feito no segundo, mas fez. Pensei que o cara finalmente ia brincar e picar o bacon desse gordo filho da puta... Aí dá pra trás no final. Que lástima. Bem, com isso, é impossível que o casal sobreviva mesmo.

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Poh, mas que nessa situação não daria uma broxada??? (A maioria simplesmente não iria nem iniciar, mas pensamos com a cabeça dele).

O que ele pode fazer a mulher dele deixou ele dormindo ou dopado no outro quarto e deu para o vizinho na cama deles a noite toda. E de manhã TB. Lembremos que ela já tinha tentado mentir sobre o que aconteceu durante a noite...

Mas aí ele vai confrontar e vê, com os próprios olhos, que a mulher fez tudo consciente, inclusive que estava sendo filmada...o tesão do marido era vê, ela participar pelo menos vendo, e os dois tiraram isso dele.

Outra coisa...ela sabe que o vizinho está gravando de novo. Ela vai falar p marido??? Vai deixar o marido ver a verdade nua e crua, ser humilhado e ainda permitir que o vizinho grave novamente???

Que tipo de mulher é essa!!! Eu espero que pelo menos isso não aconteça. A gente cobrou atitude do marido, mas a atitude da mulher??? Ela vai simplesmente permitir que o marido seja humilhado???

Pelo o que falaram... é uma história estrangeira e lá essa tipo de história serve para isso, humilhar os maridos (sinceramente eu não consigo entender quem tem tesão em ser humilhado, rebaixado, feito de otário e etc, é muito, mais muito difícil p mim entende esse tipo de coisa).

Mas enfim...tudo agora depende da postura da mulher...e parece, pelo o capítulo dela, que realmente vai jogar a favor do vizinho p quebrar de vez o marido...mas veremos...

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Boa Mhcmm

Acho q ele ficou em choque pq viu q a esposa além de mentir sobre ter travado vendo a luz vermelha gostou de ser filmada e o esposo dopado no sofá

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Sinceramente acho difícil esse casal sobreviver a tudo isso!!!! A esposa sabia que era uma guerra perdida e a vdd é que ela queria que marido perdesse.

Vamo ver o que vem pela frente!! Tomara que não demore muito!!

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