O Predador Transformou A Feminista Em Puta Submissa - Cap. 03

Um conto erótico de Gil
Categoria: Heterossexual
Contém 7769 palavras
Data: 28/01/2026 02:43:19

— Olha pra ele, vadia! — César rosnou, abandonando de vez a fachada paternal. Ele era frio e calculista, colocando essa mulherzinha no lugar dela. — Estuda isso. Aprende cada canto e fresta dele, porque você vai conhecer cada centímetro disso muito bem — César sussurrou. Mari nem notou ou objetou o quão casualmente ele usou a palavra "vadia". O que era bom, porque provavelmente não seria a última vez que César a chamaria assim.

— Que tamanho é esse? — Mari sussurrou, os olhos arregalados por trás dos óculos "hipster", seus bicos dos peitos latejando sob o top apertado.

— Vinte e seis centímetros. Vinte e sete num dia bom — César disse. Mari estava maravilhada com aquele pau. Maravilhada e aterrorizada. Não havia como ela passar por aquele homem mais velho e sexy sem, pelo menos, esbarrar no pau dele. Era inevitável que a rola dele entrasse em contato com o corpo jovem e quente dela de alguma forma, e isso enviou um arrepio por ela. Um arrepio que deixou a buceta dela muito molhada.

— Ele não devia ter te deixado pra mim, você sabe disso — César começou, a voz baixando. — Que tipo de homem é esse, que deixa sua amada esposa à mercê de outro homem? Que tipo de homem simplesmente entrega a esposa assim? Que tipo de homem deixa a esposa sozinha, especialmente com um canalha como eu? Joga ela pros lobos pra salvar o próprio rabo? Uma mulher forte... uma mulher independente não aceitaria isso deitada. Uma mulher adulta de verdade não deixaria o marido se safar com essa merda. Uma boa e leal esposa faria o homem dela pagar por vendê-la tão friamente.

Mari olhou para o agente do governo, o homem que ela desprezava, mas naquele momento, não era com ele que ela estava furiosa. Era com o Tomás. Tomás deixou esse velho chegar nela. Tomás a abandonou a esse destino. Ele não estava lutando, defendendo a honra dela. Mesmo que ela fosse o tipo de mulher que normalmente podia cuidar de si mesma, ela nunca se sentiu tanto como uma donzela em perigo quanto neste momento, e seu Príncipe Encantado estava correndo para o outro lado. Ele não estava esmurrando a porta, tentando libertar a esposa. Ele provavelmente ainda estava no assento, com o dedo no cu. Ele entregou o rabo da esposa a outro homem sem luta. César estava certo. Que tipo de marido faz isso? Esse tipo de ato não pode ficar impune. Mari teria que fazê-lo se arrepender.

E Mari sabia, no fundo, que estava prestes a entregar seu rabo a esse homem. Ah, ela entregaria a ele. A essa altura, ele tinha conquistado MUITO isso.

— Você pode realmente fazer ele pagar. E você sabe como fazer ele pagar. Você sabe o que fazer. Você sabe o que quer fazer. Você quer. Eu quero. E claramente, o Tomás está disposto a deixar você fazer. Então eu te pergunto, o que está te impedindo? — César perguntou, a voz paternal mais uma vez, inflamando as brasas na cabeça da esposa como um maestro.

— Eu sou casada — Mari sussurrou, os dedos brincando com a aliança, seus votos impedindo-a de ceder totalmente ainda. — Eu prometi me guardar pra ele, apenas.

— E ele prometeu te proteger. Te proteger de coisas assim. De homens como eu. Mas aqui estamos nós — César cuspiu. — Se ele está disposto a jogar fora os votos dele, por que você não pode fazer o mesmo? Você é alguma esposa burra e capacho que deixa o homem se safar com o que quiser? Ele te mantém na cozinha pra você não fazer perguntas? Eu pensei que você fosse uma mulher forte. Uma mulher orgulhosa.

Mari olhou para ele com seus grandes olhos, emotiva, sem saber o que fazer. César tinha destruído seu casamento de forma eficaz e sucinta, a coisa da qual ela tirava mais força. Tomás era seu melhor amigo. Seu namorado. Seu amor verdadeiro. O homem a quem ela recorria com todos os seus problemas. Mas ele a tinha abandonado. Deixado ela se defender sozinha. Vendido ela. Ele a deixou para isso, sentada aqui com a rola enorme de outro homem apontada diretamente para o rosto dela. Ela não sabia o que fazer. Havia tantas emoções girando. Desejos girando. Ela não conseguia decidir o que fazer. Deveria fugir, ou deveria chupar até a raiz? Se ao menos ela tivesse alguém para ajudá-la. Para perguntar o que ela deveria fazer. Para guiá-la, guiar sua mente dispersa. Ela parecia tão perturbada. Tão derrotada.

Para um cara que pensava tão pouco das mulheres, César não ficou surpreso com essa reação. Claro, essa garota era uma fera, mas era emocionalmente fraca. Ok, ela era "bem informada", mas César achava que ela era meio burrinha. Mas, novamente, qualquer mulher que não quisesse o pau gigante dele era burra para ele. Qualquer garota que achasse que seu propósito era fazer qualquer coisa além de ser uma puta disposta para o pau enorme dele era burra para ele. Mas até para um bastardo sem coração como ele, olhar naqueles olhos grandes e expressivos quase o fez se sentir mal por se aproveitar da ingenuidade dela. Quase fez César se sentir mal por ter o pau gigante a centímetros da boca fofa dela, pronto para foder ela com força.

Quase.

— Eu sei o que você deve fazer. Eu sei o que você *precisa* fazer — César disse, a voz suave como seda, como o diabo no ombro dela, corrompendo-a.

— Sabe? — Mari perguntou, como a garota inexperiente que era. Sem saber, em sua posição ajoelhada no vaso fechado, ela mantinha uma postura perfeita, estufando os peitos enormes em direção ao homem mau, implorando por sua aprovação.

— Sei, sim, doçura. Eu sei que você quer ser uma puta. Desesperadamente. Você foi feita pra isso. Quero dizer, olha pra esses peitos! Você nasceu pra isso. Você gostaria de ter a coragem... a ousadia de mostrar a todo mundo que você é uma verdadeira safada. Você se esconde debaixo dessas roupas largas, mas sabe que é uma verdadeira vadia por baixo. Mas você tem tanto medo, tanta vergonha de admitir. Você sacrificou tanto pra ser essa garota independente e querida por todos. Você enche a cabeça de conhecimento inútil e preocupações que são, francamente, grandes demais pra sua cabecinha linda se preocupar. Você faz isso pra se encaixar, pra parecer inteligente e engajada. Você morre de medo de mostrar a todo mundo a piranha estúpida que você realmente é. Você olha com desdém para as putas, para as mulheres vulgares, mas você é exatamente igual a elas. Uma piranha de rola suja. No fim do dia, enquanto você tá em protestos perdendo seu tempo, tentando parecer esperta, aquelas garotas que você despreza estão gritando de prazer com orgasmos múltiplos enquanto são fodidas por homens como eu — César disse. Mari olhou para ele, a boca escancarada sem perceber, enquanto ouvia ele dissecá-la.

— Você sacrificou tanto, querida, só pra as pessoas não verem a vadia que você realmente é. Você perde tempo nesses protestos bobos e se amarrou a um moleque patético como aquele. Pensa no que você perdeu. Você gasta tanto nessas roupinhas feias, escondendo seus dons. Você trabalha tanto, quando não precisava. Imagina ser verdadeiramente feliz, extremamente corajosa, infalivelmente honesta. Imagina ser uma mulher de verdade, uma fêmea independente, uma puta real. Porque se qualquer mulher for honesta consigo mesma, é isso que você realmente quer. Você quer ser um objeto sexual. Você quer que os homens olhem pra você. Você quer que os homens fiquem de pau duro por você. Você quer provocar os homens. Você quer ser uma bomba sexual ambulante. Você não quer estar tão coberta e escondida, envergonhada. Você quer mostrar esses peitos, mostrar essa bunda gostosa. Você quer mostrar suas tetas suculentas e corpo quente e deixar os homens latejando por você — César disse.

— Não. Não é verdade — Mari sussurrou, respirando com dificuldade, lambendo os lábios, devorando o julgamento severo dele.

— Só pensa no prazer que você abriu mão pra esconder seu verdadeiro eu. Você devia estar por aí desfilando, balançando essa bunda gostosa e esses peitos enormes. Pensa nos homens que você podia ter tido. Uma garota com esses peitos podia ter qualquer homem que quisesse. Imagina todas as rolas grandes que você podia ter tido alargando sua buceta apertada. Imagina os orgasmos que você poderia estar tendo se fosse apenas honesta consigo mesma. Sobre o que você realmente é — César disse.

— Quem sou eu? — Mari perguntou. César sorriu. Era como se ele tivesse limpado a mente dela de toda a "sociedade", de todos os amigos e família, e de tudo o que Tomás tinha incutido nela. Agora, a mente dela era dele para moldar. Para reprogramar.

— Mariana, você é uma puta. O pior tipo de puta, uma "maria-rola" total que quer achar os maiores paus pra foder. É por isso que você veio até mim. É por isso que você flertou comigo assim que nos conhecemos. O destino tem um jeito de trazer garotas como você pra mim. O mundo torce pra homens como eu transarem com garotas como você. Você não é a primeira garota a olhar pra mim e querer virar minha vadia, e querida, não vai ser a última. Você não é a primeira mulher "feliz no casamento" a olhar pra mim e perceber que daria tudo pra virar minha cadela. E Mari, eu vou te fazer minha cadela, tá me ouvindo? Você é uma puta que quer pagar de inteligente e sabichona, mas tudo o que você tá fazendo é encher a cabeça com coisas com as quais não devia se preocupar. Você não é esperta o suficiente pra entender como o mundo funciona. Você não é como eu. Mas você quer ser, tanto. O mais perto que você vai chegar do seu sonho é ficar perto de mim. Só tem um jeito de ser a mulher que você quer ser. Mari, você precisa virar minha puta pessoal. Você precisa ser uma puta pra mim, e aí você vai ter tudo o que sempre precisou. Você enche a cabeça com tanta bobagem, então devia estar com um homem que toma todas as decisões por você. Aí tudo o que você tem que se preocupar com sua cabecinha linda sou eu. Tudo o que você precisa se importar é com o meu prazer. O meu prazer é o seu prazer. Você foi feita pra fazer homens felizes. Você foi feita pra me fazer feliz. Tudo o que você se importa é me fazer feliz. E tem um jeito de uma safada como você me fazer feliz. E é esvaziando minhas bolas. Mari, pra ser verdadeiramente realizada, você precisa ser uma puta pra um homem grande e forte como eu. Você precisa entregar todos os seus buracos pro meu prazer. Você precisa engolir minha porra grossa com um sorriso no rosto. Você precisa dedicar sua vida ao meu prazer, e nada vai te fazer sentir mais feliz, mais realizada como mulher. Porque nada te fez sentir tão feminina, tão sexy, quanto eu fiz. Eu te tratei como o objeto sexual que você é e você adorou. Você queria, você precisava, e você amou. Você amou que eu olhei através da sua farsa e vi a puta que você realmente é. Você é um pedaço de carne gostoso, e desperdiçou seu tempo se amarrando a um moleque que não consegue te dar prazer.

— Não... — Mari engasgou, seus olhos não estavam mais nos dele. Não, seus olhos estavam hipnotizados pela "unidade" gigante na frente dela. Não dava para enfatizar o suficiente o quão hipnotizante aquela rola maciça era para os olhos jovens dela. Ela não conseguia desviar o olhar. O órgão inchado, suas veias e cumes, a cabeça latejante, as bolas enormes... cada centímetro era tão completamente perfeito. Para Mari, aquilo era uma rola dos sonhos, anexada a um homem que ela não suportava. Será que esse desgosto seria suficiente para impedi-la de sucumbir à sua luxúria óbvia pelo órgão gigantesco?

— Você adorou quando eu mandei você chupar meu pau, porque era isso que você queria que eu te dissesse. Você me viu e soube imediatamente que eu era o tipo de cara que te trataria como a puta que você é — César disse, recuando um pouco, forçando-a a segui-lo com os olhos.

— Não... — Mari gemeu, embora não estivesse claro se ela estava se referindo às palavras dele ou ao fato de ele estar afastando aquele pedaço nobre de carne. Sem saber, ela o seguiu, escorregando para ficar de joelhos no chão frio do banheiro, movendo-se para ficar perto daquele caralho enorme novamente.

— Você teve que se segurar pra não me chupar ali mesmo. Me chupar na frente do seu marido. Você teve que se segurar pra não me obedecer. Porque é da sua natureza me obedecer, não é? Você gosta de ter um homem te dando ordens, te dizendo o que fazer. Te dá tesão receber ordens, como uma puta submissa e burra. Você se achava tão independente, tão "empoderada". Seu pesadelo era ser mandada por homens. Você é tão inteligente e capaz quanto qualquer homem, certo? Mas tudo o que você conseguia pensar era nos velhos tempos, quando as mulheres sabiam o seu lugar. Quando as mulheres sabiam que o lugar delas era dar prazer aos seus homens, deixar eles pensarem pelos dois. Quando as mulheres eram tão... obedientes. Você pensou tanto nisso. Era seu pesadelo viver numa sociedade patriarcal assim. Mas você não conseguia parar de pensar nisso. Não conseguia parar de pensar no que levaria aquelas garotas a serem tão submissas, a não revidar? Era da natureza delas viver para seus homens? Ou era outra coisa? Era possível que talvez, apenas talvez, seus homens retribuíssem o favor, fodendo elas até a inconsciência noite após noite, para que elas não tivessem escolha a não ser obedecer como agradecimento? É nisso que você pensou, não é? Você começou a pensar nisso, naquelas esposas "Amélias", burras e submissas, sendo socadas noite após noite por um homem forte. Mulheres submissas, mulheres feitas para serem tomadas por um macho alfa. Aquelas eram as mulheres que eram realizadas no final. Eram as mulheres sendo tão bem fodidas que viravam putas absolutas para seus maridos. E é isso que você queria ser, não é? Você tentou ser uma boa menina, "desconstruída", mas isso não te levou a lugar nenhum. Eram as putas que estavam se divertindo. E tudo o que você conseguia pensar era que se pudesse se tornar uma puta submissa, você seria aquela sendo fodida no lugar delas — César disse, implacável.

— Não, por favor... — Mari suplicou, a voz fraca.

— É verdade. Você fantasiou em ser submissa, sua safada imunda! Você sonhou com isso. Nada te deu tanto tesão quanto se submeter à vontade de um homem forte. Mas você tinha vergonha, então rejeitou. Rejeitou, até conhecer um homem forte e astuto o suficiente para ver a verdadeira você. Um homem esperto o suficiente para saber que se ele mandasse você chupar o pau dele, você ouviria.

— Por favor... — Mari implorou, pedindo para ele parar de despir a alma dela.

— Aquele momento em que você desiste de todo o teatro, onde você desiste da fachada de ser uma "mulher independente" e se torna uma puta submissa... é com isso que você está sonhando. Esse momento vai te fazer gozar mais forte do que nunca. Mari, você vai ter o melhor orgasmo da sua vida quando ceder a mim, aceitar minha superioridade e envolver esses lábios amorosamente no meu pau grosso. E tudo o que é preciso para transformar uma garota como você numa puta submissa é balançar uma rola gigante na sua cara e te dar um comando simples. Uma ordem, que você não tem escolha a não ser cumprir, porque está na sua natureza. No seu sangue. Você é uma puta, Mariana. Aceite isso, e você nunca mais será a mesma. E tudo o que eu tenho que fazer é dizer quatro palavras simples — César disse, sorrindo com presunção.

— Por favor, não... — Mari implorou, aterrorizada de que ele estivesse certo.

A mente de Mari estava em caos absoluto. Ela sempre foi tão inteligente e segura de si. Sempre soube a coisa certa a fazer e dizer a qualquer momento. Tinha feito parte de coletivos, tinha sido alvo de deboche dos "tiozões" conservadores por causa de seu estilo de vida e crenças políticas. Mas ela nunca tinha recuado. Ela sempre teve a resposta na ponta da língua ("lacrada", como diziam) e nunca hesitou em dizer. Ela nunca ficava calada, até agora.

Mari era uma onça, uma fera em roupas de brechó. Mas essa fera estava finalmente sendo domada. Ela tinha sido autorizada a correr solta por muito tempo. Tinha sido desenfreada, sua mente e opiniões correndo livres. Nunca teve regras. Nunca teve disciplina. Mas isso estava mudando. Aquela luta nela, aquela faísca que a identificava como uma mulher jovem, forte e independente, estava desaparecendo. Marretada, socada pela lógica cruel e distorcida, pelas maquinações astutas do homem mais velho na frente dela. Ele tinha usado seu charme bruto para irritar a jovem esposa, inspirar paixão nela, deixando-a puta da vida, fazendo sua raiva transbordar até o ponto onde ela não tinha outra escolha a não ser fodê-lo com força e esvaziar as bolas gigantes dele. Ele tinha destruído o estilo de vida dela, rasgado em pedaços e quebrado ela. E agora suas palavras, suas ações, estavam construindo uma nova mulher. Uma mulher mais adequada para um cara como ele. Não só essa fera estava sendo domada, ela estava aceitando a coleira com vontade e alegria. A chama de seu espírito militante estava sendo esmagada, e em seu lugar uma nova mulher emergia. Não era mais o tipo de mulher para perder tempo em protestos bobos e tentar lutar uma batalha grande demais para uma safada como ela. Ela cederia, desistiria e se renderia à força imparável contra a qual lutou por tanto tempo. Renderia sua mente jovem e seu corpo quente. Ela agora estava destinada a se tornar o tipo de mulher que sempre odiou, mas secretamente sempre quis ser. Nenhuma mulher podia resistir ao poder incrível do Estado, e à arrogância e sexualidade inegáveis de seu agente. Ela não tinha escolha a não ser ceder e se tornar a única coisa que uma mulher como ela podia quando confrontada por alguém tão forte e poderoso quanto o homem à sua frente.

Uma verdadeira puta submissa.

César quase podia ver a luta se esvaindo lentamente dela. A mente dela estava percebendo, lenta mas seguramente, que ela realmente não tinha outra escolha a não ser entregar seu corpo gostoso a esse misógino calculista, e deixá-lo fazer o pior. Ele a tinha derrotado em cada curva numa batalha de lógica como o guerreiro implacável que era, e agora era hora de pegar seu prêmio. Esse homem mais velho, esse agente da ABIN, esse filho da puta arrogante, tinha manipulado seu caminho desde sentar ao lado da esposa "militante", relaxando casualmente, esperando um voo tranquilo, até aqui neste banheiro, com o pau apontado direto para a boca linda da jovem esposa, pronto para a adoração oral que ela logo lhe daria. E depois disso... ele estaria manipulando seu caminho para dentro das calças justas dela. Esse era o único resultado lógico.

Ele apenas a observava, esperando, vendo-a chegar lentamente a essa mesma conclusão.

Mari era uma esposa leal, ela realmente era, mas Tomás claramente não se importava com isso, porque a deixou para esse destino, cara a cara com um caralho colossal. Cara a cara com esse agente do governo convencido, com um pau para provar que sua arrogância não era injustificada. Ela sabia que tudo isso era errado, mas o pau dele era TÃO grande!

Tomás tinha deixado sua linda e jovem esposa se defender sozinha. Ele permitiu esse resultado. Ele concordou em deixar o rabo gostoso da esposa à mercê desse velho. E agora, cara a cara com o pau gigante desse homem mau e ardiloso... Mari não conseguia pensar direito. Ela não sabia se eram as palavras duras e de comando de César, ou a rola gigante emitindo pura energia sexual na frente do rosto dela. Ela não tinha a quem recorrer, e a única voz guiando-a era a de César. Ela não queria ouvir, mas não conseguia evitar ser pega por sua linguagem suave. Suas palavras de seda, tentando sua mente jovem e maleável, transformando uma garota doce e de bom coração em algo muito mais sujo. Transformando uma garota conhecida por seu grande coração em uma garota conhecida por seus grandes peitos. Ele era o único que parecia ter controle sobre essa situação, então ela não podia deixar de ouvir e tomar as palavras dele como evangelho.

Talvez César estivesse certo. Talvez ela fosse apenas uma puta barata. Porque era assim que ela se sentia. Ela odiava pensar nisso assim, mas uma esposa leal não estaria aqui. Uma boa menina não teria acabado em um banheiro com um pau carnudo apontado para a cara, pronto para ser chupado. Por que ela tinha respondido a esse canalha arrogante? Por que esse babaca fazia os bicos dos peitos dela ficarem duros como pedra? Por que esse velho fazia a buceta dela pingar? E ela estava molhada desde o começo, assim que esse homem mais velho partiu para o ataque. Claramente, seu corpo sabia a resposta. Seu corpo sabia o que ela realmente era. Mari tentou lutar nessa batalha aparentemente perdida.

Ela era uma mulher casada! Isso tinha que significar alguma coisa! Mas seu marido... seu marido a tinha abandonado, deixado-a para esse destino. Aquele frouxo! Que tipo de homem faz isso com a esposa? Deixá-la aos caprichos de um homem que ambos sabiam ser sexualmente superior ao marido dela de todas as maneiras possíveis. Deixar o destino dela nas mãos de um homem que ambos sabiam ser um dominador sexual, um verdadeiro filho da puta, que era arrogante demais para pensar em qualquer coisa além do próprio prazer, um canalha que usaria a esposa dele como uma puta barata se tivesse a chance, um homem que claramente sabia como foder uma mulher e mantê-la leal.

Mari não queria admitir a verdade. Não queria admitir que poderia ser um pouco safada. Ela poderia ser um pouco submissa. Ou... muito safada... e muito submissa. Ela poderia ser o tipo que tem tesão em ser mandada por um homem forte e mau. Ela poderia ser o tipo de garota que chupa e fode o maior pau que consegue encontrar só para fazer o marido pagar por ter vacilado. Ela poderia ser o tipo que dá a outro homem o tipo de sexo sujo que nunca daria ao próprio marido. O tipo de foda que casais felizes não têm, o tipo de sexo que uma mulher só pode ter com um canalha de pau gigante que sabe como dominá-la. O tipo de cara que não a merece, o tipo de cara que é tão escroto, tão filho da puta que não merece ter a sorte que tem com as mulheres. O tipo de cara que é um bastardo mau, um bully, bonito por fora mas podre por dentro, suas palavras de seda invadindo a mente dela como soldados, conquistando a mente da jovem mulher e tentando-a a entregar seu corpo.

Será que Mari é esse tipo de garota? O tipo de garota que serve ao seu homem, faz o que ele manda, e entrega seu corpo e mente? Ela tinha medo de saber a resposta, e sabia que o teste final estava chegando. César estava prestes a dar um comando, e se ela era uma boa menina ou uma verdadeira piranha dependeria da resposta dela. Dependeria se ela cumpriria a ordem ou não.

Mariana era uma boa moça ou uma vadia?

Mari olhou para cima, para César, e vendo que ela estava finalmente pronta, ele lambeu os lábios, pronto para falar. Ela não disse nada, deixando espaço para ele falar, esperando que ele mandasse nela só uma vez, dando a ele o tempo para dar a ordem que ela queria que ele desse.

— Chupa meu pau, *cachorra*! — César ordenou, pontuando a última palavra com sentimento, com a autoridade de quem dá ordem de prisão.

Todas as defesas de Mari se estilhaçaram com essa declaração. A única resposta que ela conseguiu dar foi um gemido suave e cheio de luxúria. Qualquer semelhança com a Mariana militante e empoderada que entrou no avião desapareceu. Seus olhos se fecharam, seus lábios carnudos se entreabriram, sua boca salivou, e uma coceira apareceu no fundo da garganta, uma coceira que logo precisaria de uma coçada muito completa. Tudo isso aconteceu rápido, porque em questão de momentos depois que César deu seu comando severo e inflexível, Mari agiu.

Seus lábios se curvaram num sorriso perverso, um sorriso de pura safadeza. Seus olhos brilharam por trás dos óculos. Sua língua umedeceu os lábios. Ela não conseguia mais resistir à atração magnética que aquela rola maciça e perfeita tinha sobre ela. Sua boca estava babando por ele, por aquele pau enorme, perfeito e saboroso, e a fome era poderosa demais para resistir. E César assistiu, supremamente presunçoso, enquanto a cabeça de Mari se movia para frente, a boca se abrindo mais. Essa mulher jovem, altiva e independente, essa esposa jovem e linda que tinha sido tão arrogante em suas crenças, tão certa de que estava certa, agora estava de joelhos, pronta para chupar rola. César começou a sentir o hálito quente dela na cabeça latejante de seu pênis maciço. E finalmente, sentiu o contato. César sentiu os lábios macios dela pressionando contra a glande, dando um beijo amoroso com seus lábios carnudos. Os lábios dela começaram a se abrir, deslizando sobre a cabeça de seu pau carnudo, permitindo a entrada em sua boca casada. A boca quente continuou deslizando para frente, lábios macios dando a ele um prazer supremo, e um choque percorreu César quando sentiu a cabeça do pau entrar totalmente na boca dela.

Mas Mari continuou, tomando o tronco grosso na boca. Ela só conseguiu pegar mais alguns centímetros antes de pausar, achando a arma poderosa demais para pegar de uma vez. Sua língua energética correu pela parte de baixo do pau, perto da cabeça, querendo dar prazer a esse tiozão, apesar de não conseguir superar o desconforto de tanta carne na boca. Mas César não estava satisfeito com aquele "polimento de capacete". Ele não se importava com qualquer desconforto que ela pudesse estar sentindo. Sabia que essa vadia era capaz de mais. Muito mais. Então César, supremamente confiante, levou as duas mãos para a nuca da jovem mulher. E como o babaca arrogante e insensível que era, puxou o rosto dela para frente, forçando suavemente uns bons 20 centímetros de pau grosso goela abaixo. As acusações de César sobre ela se provaram precisas: ela tinha nascido para chupar rola. Ela não hesitou nem lutou enquanto vinte centímetros sólidos de carne deslizavam para dentro de sua garganta. Ela apenas aceitou como a boa cadelinha que era. Ele segurou o pau no lugar, sorrindo para a jovem esposa, sufocando-a por alguns momentos, fazendo lágrimas brotarem em seus olhos, deixando-a saborear o pedaço grosso de carne alojado em sua garganta, deixando marinar na saliva dela.

Pela primeira vez em sua jovem vida, Mari estava chupando pau de verdade. Essa "militante" safada tinha um pedaço gigante de carne na boca sexy.

Ele se manteve lá, realmente marcando seu domínio ao fincar sua bandeira na garganta apertada dela, forçando a jovem a segurar sua arma na boca apesar do desconforto. Ele segurou o pau no lugar, fazendo a esposa aceitar, fazendo-a experimentar o poder dele em primeira mão. Lágrimas de desconforto escorriam pelas bochechas dela, mas ela não estava lutando. Ela estava complacente, fazendo o que foi pedido, como a boa cachorra que era. Ela certamente tinha potencial, César pensou consigo mesmo. Finalmente, sentindo a falta de ar dela, ele soltou o aperto. Ela tirou a boca de volta enquanto ofegava profundamente por ar, enchendo os pulmões. O pau dele estava coberto com a saliva dela, baba conectando seu tronco pulsante e a boca aberta dela. Os olhos dela estavam vidrados de luxúria, e a pele brilhava. César a observou, ansioso para ver a reação dela ao chupar sua rola poderosa.

Ele não se decepcionaria.

Uma expressão de luxúria pesada cruzou os lábios dela enquanto se curvavam num sorriso perverso e faminto. Então, avidamente, selvagemente, Mari atacou o pau latejante de César com sua boca quente, molhada e casada. Ela mergulhou para frente, boca escancarada, atacando a ereção de ferro de César. Não houve hesitação. Nem medo. Mari não diminuiu o ritmo enquanto se forçava mais fundo, tomando centímetro após centímetro de pau túrgido de velho suavemente em sua boca jovem. A arma grossa e carnuda roçava em seus lábios macios, e a parte de baixo deslizava por sua língua quente, molhada e ansiosa, absorvendo o sabor viciante. Ela não desacelerou. Apenas pegou aquele pau na boca como uma guerreira, como a boa putinha que era. Seus lábios lisos e carnudos formaram um selo apertado em volta do tronco grosso, e suas bochechas afundaram enquanto ela começava a chupar a rola enorme do homem mais velho e brutal como se deve. Ela olhou para cima, para César, os olhos ainda lacrimejantes, buscando a aprovação dele.

— Isso aí, cachorra. Isso aí. Que chupadora de pau boazinha você é! Fico feliz de ter tido essa honra antes do seu marido, ha, ha, ha — ele riu, pingando confiança. — Acho que você gosta de mim mais do que daquele bundão do seu marido.

Ela estremeceu levemente com a menção de Tomás. Se perguntou como chegou a esse ponto. Tinha jurado amá-lo e respeitá-lo para sempre, mas aqui estava ela, ajoelhada num banheiro de avião, lábios envolvidos no pau gigante desse homem mau, chupando com força. Sua culpa deveria ter sido suficiente para fazê-la parar, mas ela estava tão longe a essa altura que nada poderia ter tirado a boca dela do pau latejante de César. Essa era uma experiência que ela não sabia que desejava, mas agora que tinha começado, ela ia viver isso completamente. Tomás a deixou para esse destino, então que se dane ele. Ele ia permitir que ela fizesse isso, então ela faria. Ela daria ao homem mais velho o seu melhor absoluto. Daria a esse homem bonito e experiente mais do que jamais tinha dado ao marido, só para fazê-lo pagar por abandoná-la assim. Ela chuparia o pau gordo desse misógino com mais força e técnica.

Tudo nela é fraude. Uma farsa. Foi preciso o homem certo para expor a verdadeira ela, a mulher que ela realmente era. Ela não era "desconstruída". Ela não era mais uma mulher independente. Ela era uma puta. Uma putinha submissa. César sabia disso, e sabia que era hora de expor o segredo dela para o mundo. Em detrimento da vida dela, e de todas as coisas boas que ela tinha feito. Em detrimento do marido dela, que só conseguia lidar com a fachada que Mari mantinha, mas não foi feito para lidar com a verdadeira ela. O único ganhando nessa situação era César.

Finalmente, ela tirou a boca molhada dele com um *ploc* alto, ofegando por ar, o queixo coberto da própria baba, assim como a rola inchada de César.

— Seu pau é tão grande, caralho! — Mari engasgou, dando o primeiro do que seriam muitos elogios que logo estaria dando ao arrogante homem mais velho.

— Você ama rola grande, não ama? — César perguntou à jovem esposa gostosa.

— Hmmm, eu amo paus enormes! — Mari disse, o prazer de vocalizar seu fetiche secreto enviando um arrepio pelo corpo voluptuoso.

— Você queria virar minha cadela no segundo que me conheceu, não queria? — César disse, a voz rastejando para dentro da mente da jovem esposa.

— Ah, porra, sim! Você é tão gostoso, caralho! — Mari disse, beijando a ponta, vocalizando uma crença que ela nem tinha certeza se era verdade, mas Deus, era tão bom dizer.

— Olha pro meu pau, vadia! Olha pra ele! Me diz o quanto você ama a porra do meu pau! — César exigiu. Os olhos grandes dela encararam o pistão de César, olhando com luxúria.

— É tão grande, caralho! E gordo! E sujo! E tão másculo! Eu amo! Eu amo pra caralho! Aposto que esse pauzão consegue todas as meninas bonitas pra você — Mari ofegou.

— Você não faz ideia — César rosnou.

— E suas bolas... Deus, são grandes! — ela gemeu, antes de mergulhar, estendendo a língua, deslizando-a contra o saco pesado do homem mais velho.

— Olha pra você, haha, você estava tão orgulhosa há alguns minutos, mas agora está de joelhos, adorando minhas bolas! Hahaha! Deus, eu sou bom nisso — ele gemeu. Ela continuou adorando as bolas pesadas dele por alguns momentos antes de lamber a parte de baixo do tronco, terminando a lambida com um floreio na ponta do pau gordo, limpando a pré-ejaculação.

— Me diz... me diz o que você quer fazer com ele! — César exigiu, empurrando a cabeça dela para trás levemente. Ela estava ofegante de necessidade, necessidade do homem mais velho e de seu pau grande.

— Meu Deus, eu vou chupar, depois eu vou foder — Mari disse ansiosamente, sem vergonha, olhos brilhando de luxúria. — Eu vou drenar a porra das suas bolas. Eu vou te foder melhor do que eu já fodi o Tomás, só pra fazer ele se arrepender de me deixar com você.

— Isso pode dar muito trabalho, cachorra. Dá conta? — César perguntou com uma sobrancelha erguida.

— Com certeza — Mari ronronou, os lábios curvados num sorriso perverso. A vadia dentro dela estava agora totalmente solta.

— Você vai me dar todos os seus buracos? — César perguntou arrogantemente.

— O que for preciso — Mari disse, mais excitada do que nunca.

— Você vai me dar essa buceta casada? — ele perguntou.

— Sim, vai ser sua — Mari respondeu, sem vacilar com esse bruto usando uma palavra tão suja na frente dela.

— Você vai me dar esse rabo? — César perguntou.

— Sim! Eu preciso levar no cu desesperadamente! — Mari gemeu, vocalizando um desejo que nunca tinha admitido antes. O desejo de ter o cu arrombado por um pau gigante e grosso.

— Pega meu pau nas mãos! Sente ele! Aperta! Masturba! Entenda o poder dele! — César comandou a jovem mulher enquanto satisfazia o próprio ego. Ele rapidamente sentiu as mãos macias e femininas dela contra seu tronco latejante. Os dedos dela agarraram seu pau sólido e carnudo, e por instinto, ela começou a masturbar.

— Aaahhh, você é uma boa puta, Mariana. Eu sabia assim que te vi — César disse, a voz suave e diabólica tecendo na mente dela. Apenas olhando para baixo, para ela, aqueles olhos grandes olhando para cima com adoração através dos óculos, as mãos pequenas e femininas masturbando avidamente sua arma do mal, era uma sensação eletrizante. Quase o fez perder o controle, era tão bom. Ele era experiente nos caminhos do prazer, então estava controlado o suficiente para não vocalizar o prazer que as mãos macias dela estavam dando. Ele nunca mostrava nenhum sinal de fraqueza para as putas que fodia. Isso daria poder a elas.

— Consegue sentir? Consegue, vadia? Consegue sentir como ele é forte? Poderoso? Segura minhas bolas. Aaahhh, isso. Boa menina — César grunhiu enquanto a jovem esposa segurava as bolas dele suavemente na palma da mão.

— Sim! — Mari exclamou, vigorosamente masturbando a carne dele. — É tão forte. E poderoso! E imponente!

— Você sabe agora como eu pego as mulheres? Sabe como todas vocês putinhas caem sob o feitiço dele, não sabe? — César perguntou.

— Mmm, sim! Essa coisa deixaria o bico do peito de qualquer mulher duro e a buceta molhada! Faria a boca de qualquer piranha babar! Porque é isso que aconteceu comigo — Mari gemeu com luxúria. Luxúria por esse sedutor astuto e seu pau grande.

— E você é uma piranha, não é? — César perguntou.

— Sim! Eu sou uma piranha. Sou uma piranha por rola grande e suja. Eu amo provocar todos os homens com paus grandes. Eu amo balançar minha bunda gostosa e peitões pra todos os homens sexy. Amo deixar eles saberem que não podem me ter. E eu fiquei esperando pelo único homem que não ouviria minha conversa fiada e viria atrás de mim de qualquer jeito. Porque eu sou uma safada que precisa de um pau grande na vida, e qualquer homem de verdade devia ver isso — Mari gemeu.

— Ah, eu sei que você precisa, cachorra, eu sei — César disse, apreciativamente para a safada de joelhos na frente dele. Seu sorriso frio voltou. — Agora, volta ao trabalho — ele comandou sem se importar. Ela mergulhou para frente novamente, ansiosa para engolir aquele pedaço gordo de carne de pau. Começou a chupar novamente, os sons doces dela engasgando ecoando nos ouvidos deles.

César olhou para baixo, sorrindo diabolicamente enquanto estudava o rosto da linda jovem esposa. Os olhos dela lacrimejaram novamente com a sensação de sufocamento, mas ela não recuou. Olhou para cima, encontrando o olhar dele, ansiosa por aprovação, mas o único feedback que seus olhos bonitos receberam foi o olhar frio e convencido dele. Ele simplesmente esperava mais. Encarando-o, ela formou um selo apertado com os lábios ao redor do tronco dele, agarrou as coxas dele e se forçou mais fundo, conseguindo mais um centímetro na boca.

— Ohhh, caralho, você é demais, sua puta — César elogiou. A língua de Mari girou na parte de baixo do tronco, encharcando-o com saliva. Ela recuou, removendo lentamente o pau da garganta. Mais e mais carne escapava dos confins da boca molhada dela. Finalmente, o pau molhado caiu da boca dela, fios de baba conectando os lábios dela ao pau gordo do velho.

— Uau — ela ofegou, os lábios se movendo cortando os fios de cuspe, que aterrissaram no decote coberto pela camiseta. — Seu pau é incrível! Tem um gosto tão bom!

— Menos papo... mais chupada — César comandou. Os olhos de Mari brilharam com a arrogância desse homem que sentia que podia mandar nela. Os olhos brilharam, os bicos dos peitos endureceram, e a buceta estava positivamente pingando. Claramente, ela amava ser mandada por esse bruto.

— Sim, senhor — Mari disse, olhando com adoração para o homem mais velho, seu novo mestre. Ela agarrou a base do pau grosso de César, apontou para a boca e mergulhou de boca. Olhando de volta para César, formou um selo apertado em volta do tronco grosso e começou a chupar com força, as bochechas afundando em volta da carne.

— Ah, é isso aí, vadia. Você é tão boa nisso. Seu marido não sabe o que estava perdendo. Levei duas horas pra conseguir o que você não dava pro suposto amor da sua vida — César disse com uma risada enquanto a jovem esposa inalava o pau dele. Os únicos sons ouvidos eram os gemidos dele, os leves gemidos dela e os barulhos de sucção vindo da boca dela.

— Brinca com as minhas bolas — César comandou. Mari obedeceu rapidamente, segurando as bolas grandes e inchadas na mão pequena, brincando com elas amorosamente, deixando a pele do saco escorrer pelos dedos enquanto engasgava no pau dele.

César olhou para baixo, passando pela esposa sexy inalando seu pau, para os peitos balançando sob a camiseta. Para os bicos dançando sob o top, explodindo para serem expostos.

— Mostra pra mim — César ordenou.

— O quê? — Mari perguntou enquanto extraía o pau dos confins amorosos de sua boca sugadora, o pau pingando com a saliva dela.

— Mostra os peitos, vadia. Mostra pra mim! — César exigiu impaciente. Um pouco pega de surpresa pela raiva repentina dele, e não querendo deixá-lo mais bravo, ela sentiu que não tinha escolha a não ser obedecer.

Afinal, ela era a cadela dele agora.

Então, Mari alcançou a barra da camiseta e começou a levantá-la lentamente, pronta para revelar os peitos para o homem que jurou que nunca os veria. Mais um passo em sua descida lenta para entregar seu corpo completamente ao homem mais velho e mau, qualquer sinal de inocência ficando pelo caminho.

Sua mente flashou para quando estava saindo da casa dos pais para ir pra faculdade em São Paulo. O pai a tinha avisado para ter cuidado, porque predadores estavam por aí. Homens maus que só se importavam com as próprias necessidades e não com o que era melhor para ela. Mari riu, garantindo que ficaria bem. O pai sabia que ela era esperta o suficiente para não ser enganada a cometer um erro estúpido, mas ainda queria avisá-la, e ela ouviu. Garantiu que podia se cuidar, e além disso, Tomás estaria lá com ela. Enquanto ia para a USP, estava despreocupada com os males do mundo. Tomás estaria lá para protegê-la daqueles que lhe fariam mal. Homens maus, como César, que só estavam lá para caçar e reivindicar seu corpo suculento. Mas a verdade estava lá fora agora. Tomás não podia salvá-la, e quando confrontada por um caçador sexual como César, ela simplesmente não era forte o suficiente para resistir. Ela era tão brilhante e cheia de vida. Uma garota de quem qualquer pai se orgulharia. Mas agora, pronta para revelar seus peitos enormes para esse pedaço de merda maligno, pronta para se tornar avidamente a cadela desse velho, sua puta para usar, ela tinha mostrado que não era melhor do que qualquer outra garota fácil.

Mari lutou para puxar o top justo sobre seus picos montanhosos. Com um puxão firme, puxou o top para cima dos peitos, revelando seus seios mal contidos, transbordando em seu sutiã preto de renda minúsculo. Jogou os óculos para o lado e tirou a camiseta completamente.

— Esse não é sutiã de boa moça, Mariana — César observou. — Esse é o tipo de sutiã que uma puta usa — ele acrescentou com uma risada, olhando para a peça de renda preta, um número pequeno demais para ilustrar o quão grandes aqueles melões eram. Ela simplesmente sorriu com uma combinação de timidez e luxúria. — Agora tira. Mostra essas tetas maduras! — César ordenou. Alcançando o fecho entre os seios, ela o soltou e as taças explodiram para fora, expondo seus peitos enormes para César pela primeira vez.

Mesmo para um homem que tinha visto tantos pares de peitos grandes quanto César dizia, a comissão de frente de Mari era de cair o queixo. Eram simplesmente enormes, incrivelmente empinados e perfeitamente redondos. Possuíam a firmeza de peitos de adolescente, projetando-se e erguendo-se orgulhosos em seu peito, seus bicos duros apontando para fora. Eram simplesmente gigantes em sua estrutura magra e deliciosa. A carne dessas tetas maciças era de um branco suave e liso. Esses peitos ainda eram puros. Imaculados. Até agora.

Isso teria que mudar.

César maravilhou-se com eles por alguns momentos. Mari tinha tanta certeza de que ele nunca estaria nessa posição, e agora, aqui estava ela, estufando o peito, oferecendo seus seios nus e colossais a esse homem mais velho e machista. E eram de fato colossais. César tinha um fraco por peitos grandes, e esse par imaculado estava fazendo ele babar. Fazendo-o perder um pouco do autocontrole.

César não conseguiu se conter. Ele estendeu as mãos e agarrou os peitos enormes de Mari com brutalidade, enterrando as palmas calejadas neles. Ela suspirou de prazer quando as mãos grandes dele apertaram seu par casado, firme e empinado. Eram tão macios que quase deixaram César com os joelhos fracos. Eram simplesmente incríveis. César apertou as tetas maciças repetidamente, incapaz de se satisfazer.

Ahhh, peitos de mulher casada eram os melhores, César maravilhou-se. Ele não sabia explicar, mas não havia nada como apertar os seios enormes de uma mulher casada, tornando-os sua propriedade. Ele os agarrou com força e sem cuidado, imergindo suas mãos ásperas na carne macia, apalpando as tetas dessa jovem esposa como nenhum homem jamais tinha feito, incluindo seu marido patético.

César recuou, movendo-se ao redor da safada de joelhos para se sentar na tampa fechada do vaso, ainda mantendo a pegada nos peitos enormes da jovem esposa peituda, fazendo-a segui-lo de joelhos. Seu pau latejante agora apontava para cima, um obelisco imponente, emanando tanto poder sexual quanto más intenções. Mari estava ajoelhada na frente dele, e o aperto dele em seu peito a puxou para mais perto.

— Fode meu pau com as suas tetas! — César rosnou, como o mestre insensível que era. Ele soltou os peitos dela ao dar esse comando. Sorrindo, ela se aproximou, seus seios cheios e macios balançando um contra o outro, o decote naturalmente profundo convidando a carne enorme à sua frente. Ela empurrou o peito para frente, o membro duro como rocha dele deslizando entre os melões casados e deliciosos.

— Ahhh! — César gemeu, vocalizando seu prazer. A jovem esposa deslizou para frente até sentir a base da arma grossa de César pressionar contra seu esterno. Aninhada no lugar, a mulher casada levantou as mãos e empurrou seus seios enormes e macios juntos ao redor da vara maciça do velho malvado. — Puta que pariu! — César exclamou, tanto o prazer físico quanto o visual sendo quase suficientes para fazê-lo perder a cabeça. Seu pau agora estava sendo completamente sufocado pela maciez, os seios carnudos da mulher casada apertando seu pau enorme de todos os ângulos. A maior parte do tronco estava fora de vista, sufocada entre os seios enormes, a maciez perfeita, redonda e ondulante forçando seu pau a sumir. Ao pressionar seus peitos maciços juntos, ela estava criando o túnel de foda mais macio e liso imaginável, e estava dando esse prazer indescritível não ao homem com quem se casou, mas a esse dinossauro. A esse misógino que trabalhava para o governo que ela tanto desprezava. A esse filho da puta que falava com ela de cima para baixo e tratava mulheres como seres inferiores. A esse bastardo que teve a audácia de dar em cima de uma mulher feliz no casamento na frente do marido. ESSE era o cara a quem sua mente confusa decidiu dar esse prazer indescritível.

Rindo para si mesmo, César admirou a maneira como a mulher casada balançava seus seios enormes ao redor do pau dele enquanto começava a deslizar o túnel macio entre seus seios para cima e para baixo em todo o comprimento da carne dele. Apenas os últimos centímetros do topo emergiam de seu decote profundo, roçando perto do queixo dela. Com apenas um leve empurrãozinho da mão dele, ela se curvou para frente, pegando a cabeça do pau dele de volta em sua boca amorosa novamente.

Mari estava agora usando seus seios enormes e sua boca para dar prazer ao pau grosso do homem mau. César olhou com fome para a jovem mulher dando prazer a ele tão agressivamente. Ele olhou pelas costas esticadas dela até a bunda empinada coberta pelo jeans. Sua atenção foi atraída para o celular saindo do bolso traseiro apertado dela. Um sorriso cruzou o rosto dele.

Ele teve uma boa ideia.

**

[Continua]

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive contradio a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários