Minha esposa engravidou em um gangbang com meus amigos

Um conto erótico de O Libertino
Categoria: Heterossexual
Contém 1630 palavras
Data: 28/01/2026 01:11:07

Desde o início do nosso namoro, eu sempre soube que Luana não era do tipo que se contentava com um só homem. Ela era linda, com curvas que faziam qualquer um virar a cabeça – cabelos castanhos ondulados, olhos verdes penetrantes e um sorriso que prometia pecados. Eu a conheci em uma festa, e na mesma noite, ela me contou, sem rodeios, que tinha outros caras na agenda. "Eu gosto de variedade", disse ela, com uma piscadela. Em vez de me incomodar, aquilo me excitou. Eu estava apaixonado. Eu viajava a trabalho com frequência, e saber que ela saía com outros me deixava louco de tesão. Eu pedia detalhes por telefone, e ela contava tudo: como o cara a pegava de jeito, onde gozava, como ela gemia. Era o nosso segredo sujo, e eu adorava. A cada aventura que ela me contava, eu me apaixonava mais ainda.

Quando nos casamos, dois anos depois, decidimos oficializar o que já era nossa realidade: entramos de cabeça no estilo de vida swinger. No começo, era emocionante. Às vezes, ela saía sozinha para um encontro – voltava para casa com o cheiro de outro homem na pele, as coxas marcadas por chupões, e me contava tudo enquanto eu a possuía, recuperando o que era "meu". Outras vezes, saíamos juntos para festas ou clubes, onde eu a via dançando com estranhos, flertando abertamente, até que acabávamos em um quarto escuro, eu assistindo enquanto ela se entregava. O ciúme? Era só um tempero para o prazer. Eu me masturbava vendo-a gemer sob outro corpo, e depois a beijava, sentindo o gosto salgado de sêmen alheio em sua boca. “Eu te amo, minha esposa safada” eu dizia a ela, que me respondia “Eu também te amo, meu amor”.

Mas o que realmente me viciava era oferecer Luana aos meus amigos. Se algum elogiava sua beleza – e isso acontecia o tempo todo, porque ela era irresistível –, e eu via que ela retribuía o interesse com um olhar malicioso, eu não hesitava. "Quer comer ela?", eu dizia, casual como se oferecesse uma cerveja. A primeira vez foi com o Marcos, meu colega de trabalho. Estávamos em um bar depois de uma reunião, e ele comentou: "Cara, sua mulher é uma deusa, aquelas pernas...". Luana sorriu, mordendo o lábio. Eu pisquei para ela e falei: "Quer comer ela? Vai em frente, ela adora um elogio sincero". Ele ficou sem acreditar, mas eu o encorajei. Ela o pegou pela mão e sumiram para o banheiro do bar por vinte minutos. Quando voltaram, Luana estava corada, com o cabelo bagunçado, e Marcos não parava de sorrir. Mais tarde, em casa, ela me contou como ele a prensou contra a parede e a fodeu rápido, gozando nas suas coxas.

Outra situação foi com o Luiz, durante uma viagem de fim de semana para a praia. Ele era um amigo de infância, e enquanto jogávamos vôlei na areia, não tirava os olhos do biquíni minúsculo de Luana. "Que mulherão, hein? Você é sortudo". Luana riu e piscou para mim. "Sou sortudo mesmo", sorri, “Mas também sei dividir. Se quiser comer ela, fique à vontade” ofereci, sem cerimônia. Eles foram para o quarto do hotel enquanto eu ficava na piscina. Ouvi os gemidos dela através da porta entreaberta – Luiz a comendo de quatro, batendo forte, chamando-a de safada. Quando terminou, ele gozou na boca dela, e ela veio me beijar, ainda com o gosto dele nos lábios.

Ou aquela vez com o Paulo, em uma festa de aniversário na nossa casa. Ele elogiou o vestido justo de Luana, dizendo que realçava seus seios perfeitos. Ela corou e me olhou. "Vai deixar ele falar assim de mim, amor?", ela provocou, e eu respondi “Não, vou deixar ele confirmar. Quer ver melhor esses peitos?”, perguntei, rindo. Paulo aceitou na hora. Eles se trancaram no quarto de hóspedes, e eu ouvi tudo: os tapas na bunda dela, os gemidos altos enquanto ele a fodia por trás. Luana saiu dali com as pernas tremendo, e Paulo virou fã.

Pouco a pouco, a notícia se espalhou no meu círculo. Meus amigos começaram a frequentar mais a casa, elogiando Luana abertamente, e eu oferecia sem pudor. Logo, todos eles estavam comendo minha mulher – uns de vez em quando, outros com mais frequência. Mas havia cinco mais chegados, os que Luana gostava mais: Marcos, Luiz, Paulo, o Ricardo e o Thiago. Eles eram os "fiéis", os que sabiam como tratá-la direito, com pau grosso. Às vezes, marcavam de vir assistir ao jogo na nossa casa, mas eu sabia bem o que eles queriam. Vinham com cerveja na mão, mas o verdadeiro motivo era tirar uma casquinha de Luana. Ela circulava pela casa de shortinho curto, servindo petiscos, roçando neles "acidentalmente". Sempre terminava em sexo. Eu ligava a TV no volume alto para disfarçar os gemidos, mas logo estava assistindo: Luana de joelhos, chupando um enquanto outro a comia por trás, os outros se masturbando ao redor. Eles a revezavam, enchendo sua boca, sua buceta, seu cu. Eu me juntava no final, gozando em cima dela, misturando meu sêmen ao deles. Era nosso ritual semanal.

Um dia, organizamos um churrasco no quintal para celebrar o aniversário de Luana. Só os cinco amigos, eu e ela. O sol batia forte, a carne chiava na grelha, e as cervejas rolavam soltas. Luana estava irresistível em um vestidinho solto, sem calcinha por baixo – eu sabia, porque ela me mostrou piscando. Os caras elogiavam, tocavam "sem querer", e o ar ficava carregado de tesão. Depois de comer, alguém sugeriu uma brincadeira: "Vamos dar o presente dela agora". Luana riu e se sentou no meu colo, mas logo estava sendo passada de mão em mão. O churrasco virou um gangbang selvagem. Eles a deitaram na mesa do quintal, pernas abertas, e se revezaram. Marcos foi o primeiro, enfiando fundo enquanto ela gemia meu nome para me provocar. Luiz veio em seguida, fodendo-a com força, os seios dela balançando. Paulo a virou de bruços e comeu seu cu, fazendo-a gritar de prazer. Ricardo e Thiago se juntaram, um na boca, outro na buceta, até que todos estavam envolvidos – paus latejando, corpos suados. Eu assistia, punhetando devagar, o coração acelerado. Às vezes, Luana me chamava e me chupava um pouco, mas sem me fazer gozar. Primeiro, os amigos.

Um por um, eles gozaram dentro dela, sem misericórdia: Marcos explodiu primeiro na buceta, enchendo-a de porra quente que escorria pelas coxas trêmulas. Luiz veio logo depois, o excesso vazando e misturando-se ao de Marcos. Paulo puxou o pau da boca e gozou no rosto dela, mas ela abriu a boca e engoliu o que pôde, lambendo os lábios e pedindo mais. Ricardo comia ele de quatro em cima da espreguiçadeira no jardim e encheu a xota dela. Thiago assumiu o lugar do outro, e logo gozaram juntos, os jatos pulsantes fazendo-a gozar de novo, o corpo inteiro se contorcendo, gritando meu nome em êxtase: "Olha, amor, que delícia!". O sêmen escorria em rios brancos pelas suas pernas, pingando na grama, enquanto ela ofegava, exausta mas radiante.

Agora era minha vez. Eu me aproximei, virando Luana de frente para mim sobre a mesa, as pernas dela ainda tremendo, a buceta e o cu inchados, vazando a porra dos meus amigos. Enfiei meu pau duro como pedra na sua buceta escorregadia, sentindo o calor pegajoso do sêmen alheio lubrificando cada estocada. "Você é minha, Luana, minha esposa perfeita", rosnei, fodendo-a com uma possessividade feroz, os seios dela saltando contra meu peito, os gemidos dela ecoando como música. Quando gozei, foi como uma explosão – jatos quentes pulsando na sua buceta já cheia, transbordando tudo. "Eu te amo, Luana! Te amo pra caralho!", declarei alto, o corpo convulsionando contra o dela. Os meus amigos assistiam, aplaudiram, rindo e batendo palmas para o nosso amor.

Semanas depois, após uma certa desconfiança, fizemos o teste de gravidez – e deu positivo. Luana engravidou naquela orgia – não sabíamos de quem era o filho, mas não importava. Era nosso, de todos nós, de alguma forma. Nove meses depois, nasceu nosso menino, forte e saudável, com olhos que podiam ser de qualquer um deles, mas um sorriso que era puro Luana.

Depois do nascimento, nada mudou. Luana recuperou a forma rápido, os seios cheios de leite virando um fetiche novo – eles mamavam nela como bebês famintos, misturando leite com porra. As noites de jogo voltaram com força, o bebê dormindo no quarto ao lado enquanto ela era devorada na sala, gemidos abafados para não acordar a criança. Eu amava ver aquilo, combustível para meu tesão eterno.

Os anos passaram, e o menino cresceu – um garoto esperto, cheio de energia, correndo pela casa. Os mesmos cinco amigos vinham com frequência, agora para "brincar com o sobrinho". Eles o chamavam de Tiquinho (porque é tiquinho de um, tiquinho de outro) ou Pinóquio (porque foi feito por vários paus), o moleque ria alto, achando graça na bobagem dos “tios”. "Tiquinho, vem aqui pro tio Marcos te dar um doce!", gritava Marcos, piscando para mim. Ou "Ei, Pinóquio, conta uma mentira pra ver se o nariz cresce!", brincava Luiz, os outros rindo junto. O garoto adorava, repetindo os nomes como que funcionavam como palavras mágicas para mim: toda vez que ouvia, um arrepio de tesão subia pela minha espinha, me deixando duro na hora. Luana ria da provocação sutil, e aquilo só reforçava nosso laço torto e delicioso.

Hoje, anos depois, o menino – agora um adolescente – ainda ri dos apelidos, sem suspeitar de nada. Os amigos continuam vindo, as orgias continuam acontecendo, mas um pouco mais discretas. Luana está mais linda do que nunca, e eu? Eu sou o marido mais feliz do mundo, assistindo minha esposa ser devorada pelos meus amigos, e sabendo que nosso filho é o símbolo vivo dessa loucura que chamamos de amor.

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Comentários

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Adorei seu relato, foi muito excitante. Achei até que descreveu um pouco da minha própria realidade — sou corno desde a adolescência, e hoje, casado e pai de dois filhos, ainda me perco de tesão ao ver minha esposa rebolando em outra rola. Confesso que tenho tesão em imaginá-la com 3, 4 ou até 5 de uma vez...mas ela sempre diz não. Só chegamos a dois uma vez, e foi mágico, mas breve.

Agora, imaginar outro engravidando ela… ela nunca toparia, mas confesso que a ideia me excita pra caralho. Eu criaria o filho do Ricardão como se fosse meu. Leia meu conto, acho que você vai gostar:

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Acredito quão genuíno é o teu amor por ela, porque a minha esposa também adora paus diversos. Adoro limpar quando ela volta, aberta e leitada, e quando um deles topa, depois de passar a noite com ela, enquanto a espero no quarto de hóspedes depois de cada gozada, para limpeza, até que prepare a mesa do café da manhã, e vejo-os saindo do (nosso) quarto, abraçada nele, no colo dele na mesa, enquanto os sirvo o café. É uma sensação maravilhosa, indescritível, então, entendo você bem, acredite.

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